Aula consulta de enfermagem-UFF (Monitora Marcela)

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Aula consulta de enfermagem-UFF (Monitora Marcela)

  1. 1. Universidade Federal Fluminense Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa Disciplina Fundamentos de Enfermagem I Professora: Miriam Lindolpho Monitora: Marcela de Sousa CONSULTA DE ENFERMAGEM AO ADULTO E IDOSO
  2. 2. O que é a consulta de Enfermagem ?  A consulta de Enfermagem, sendo atividade privativa do Enfermeiro, utiliza componentes do método científico para identificar situações de saúde/doença, prescrever e implementar medidas de Enfermagem que contribuam para a promoção, prevenção, proteção da saúde, recuperação e reabilitação do indivíduo, família e comunidade.  Foco: mudanças no estilo de vida do cliente e incentivo à atividades de promoção à saúde.
  3. 3.  A denominação Consulta de Enfermagem foi criada em 1968 por enfermeiros que participaram de um Curso de Planejamento de Saúde da Fundação de Ensino especializado de Saúde Pública no Rio de Janeiro.  No Rio Grande do Sul, em fevereiro de 1972 a consulta de enfermagem é implantada no ambulatório do Hospital de Clínicas de Porto Alegre sob coordenação da Professora Léa Muxfeldt, chefe do serviço.  Em nível nacional a consulta foi legalizada com a Lei do exercício Profissional da Enfermagem, em junho de 1986.
  4. 4. Art. 11, inciso I, alínea "i" da Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, e no Decreto 94.406/87, que a regulamenta, onde legitima a Consulta de Enfermagem e determina como sendo uma atividade privativa do enfermeiro; Fundamentada nos princípios de universalidade eqüidade, resolutividade e integralidade das ações de saúde.
  5. 5.  Através do desenvolvimento do processo de enfermagem (Potter e Perry, 2006) que compreende a construção do histórico de enfermagem, o diagnóstico, onde identificamos os problemas do cliente, a prescrição de enfermagem, a implementação das prescrições e a evolução do cliente, durante a consulta de enfermagem, estabelecemos as ações necessárias ao cuidado de saúde do adulto e do idoso.
  6. 6. Processo de Enfermagem Histórico Evolução Diagnóstico Implementação Prescrição
  7. 7. Histórico  Roteiro sistematizado para o levantamento de dados do ser humano que torna possível a identificação de seus problemas, convenientemente analisados e avaliados, levam ao segundo passo.  Anamnese + Exame físico
  8. 8. Diagnóstico de Enfermagem  Constitui uma afirmação que descreve a resposta real ou potencial do cliente a um problema de saúde, para o qual a enfermeira é licenciada e competente para tratar. (Potter e Perry, 2010, p.262)
  9. 9. Plano de cuidados  Implementação do plano assistencial diário, que coordena a ação do paciente (e/ou equipe de enfermagem) na execução dos cuidados ao atendimento das necessidades básicas e específicas do ser humano, cuidado e avaliado sempre.  É a determinação global da assistência de enfermagem que o ser humano deve receber diante do diagnóstico estabelecido;  Sistematizado (orientação, ajuda e execução de cuidados a fazer).
  10. 10.  Construímos o plano assistencial que contêm as prescrições de enfermagem, sua implementação em nível ambulatorial:  Na responsabilidade de execução do adulto;  Do próprio idoso ou seu familiar quando existe algum problema que o impeça de realizar seu próprio cuidado.
  11. 11. Avaliação  Evolução: Relato periódico (ou diário).  Avalia a resposta do ser humano à assistência de enfermagem implementada.  A evolução é uma etapa do processo que determina metas e resultados atingidos (Potter e Perry, 2005)  A assistência sistematizada de enfermagem nos permite planejar, executar e avaliar o atendimento a cada situação.
  12. 12. Prognóstico  É a estimativa da capacidade do ser humano em atender suas necessidades básicas.
  13. 13. • SUBJETIVO = hábitos de vida, necessidades afetadas, antecedentes mórbidos, imunizações, atividade laboral (ocupação,posto,setor de trabalho,relações de trabalho, nº de horas que trabalha, ambiente, utilização de EPI, organização do trabalho) utilização de álcool,drogas e fumo, exames médicos periódicos, ex. odontológicos. • OBJETIVO = sinais clínicos, peso, altura, P.A. • INTERPRETAÇÃO / IMPRESSÕES • CONDUTA = encaminhamentos, reconsulta, plano de ação conforme problemas ou situações identificadas.
  14. 14. Consulta de Enfermagem ao adulto  Os adultos buscam promover a saúde de várias maneiras como:  manutenção de bem-estar,  práticas de saúde que proporcionem melhores condições de envelhecimento (atividade física, cessação de vícios, controle de peso, ...)  participando também de programas que abordam o pré- natal, planejamento familiar  programas para doenças crônicas degenerativas (hipertensão, demência de Alzheimer, diabetes).
  15. 15.  Físicas - onde se torna necessário avaliar seu estilo de vida pessoal, identificar riscos de doenças cardíacas, malignas, pulmonares, renais e outras doenças crônicas.  Cognitivas e psicossociais (estilo de vida, sexualidade, carreira, período de criação de filhos, casamento, paternidade e maternidade, tipos de família – estar solteiro, mudanças matrimoniais, transição na família, cuidado dos pais idosos,...).  Possuem riscos de saúde: comunidade, padrões de estilo de vida e do histórico familiar.  Preocupação com a saúde: infertilidade, exercícios, controle da rotina de saúde e saúde psicossocial.
  16. 16. Consulta de Enfermagem ao idoso  Objetivos:  A promoção da saúde;  Preservar a funcionalidade do idoso;  Prevenir complicações minimizando os fatores de risco de doenças crônicas-degenerativas;  Realização de atividades para reabilitar capacidade funcional. a
  17. 17.  Melhorar a precisão do diagnóstico;  Screening de doenças tratáveis (fazer o acompanhamento);  Elaborar um planejamento terapêutico racional;  Orientar o uso apropriado de serviços;  Fazer recomendação de um meio ambiente adequado para o idoso que ofereça segurança.
  18. 18. Avaliação clínica  Profissional deve fazer a diferenciação entre o processo do envelhecimento e a patologia.  O estado funcional de um órgão depende: do grau de deterioração e o nível funcional, idosos desenvolvem mecanismos compensatórios, apresentação inespecífica ou atípica das doenças, presença de doenças não diagnosticadas.  Ainda, sintomas de uma doença pode ocultar os de outra, o tratamento de uma doença pode agravar outra, constituindo portanto, uma cascata de problemas, um círculo vicioso, onde se torna necessária uma revisão sistemática.
  19. 19.  O idoso possui um período de processamento das respostas diferente do adulto sendo necessário dar tempo ao paciente para que ele possa responder;  Estar em um lugar iluminado, com pouco barulho, obter a primeira informação com o paciente, complementando quando necessário, falar em voz audível e clara;  Procurar estar a frente do idoso, dar tempo para que o idoso possa pensar nas perguntas, permitir descanso durante a avaliação;  Investigar a situação funcional prévia para reconhecer qualquer alteração.
  20. 20. Avaliação funcional  Visão  Audição  Mobilidade: marcha, equilíbrio, ombro, continência  Nutrição  Função cognitiva  Atividades de vida diária  Meio ambiente  Suporte social
  21. 21. Avaliação social  A dinâmica familiar e os fatores de risco social;  Grau de participação na tomadas de decisão;  A troca de informações;  O nível afetivo, a relação social, a atividade de trabalho;  O abandono, afastamento, grau de maus tratos, a superproteção as limitações em relação com a função social e de trabalho.
  22. 22.  As relações e conflitos familiares, alcoolismo, e o uso de drogas;  Sua atividade social e as possibilidade de desenvolvimento de seu potencial;  Considerar o tipo de moradia, seu estado, presença de barreiras arquitetônicas ;  Recursos com que contam;  Interação com o seu meio.
  23. 23. Consulta de Enfermagem no Mequinho-EASIC  Avaliar a maneira como o paciente entrou no consultório(       acompanhado ou não, marcha) Nos casos de consulta de primeira vez, devemos preencher o documento destinado aos pacientes de primeira vez. Após, realizar o exame físico. Fazer o levantamento de problemas. Elaborar um plano assistencial para esse paciente e explicar a ele. Fazer a evolução. Remarcar a consulta.
  24. 24. Exemplo  Idosa chegou ao consultório em companhia da filha, deambulando com dificuldade. Mostrando fragilidade emocional durante a consulta com freqüência através de choro motivado pela perda do esposo. Não sabe referir doenças na sua família, pois não conheceu os pais. Não consegue dormir e nem se alimentar. Refere dor na perna direita, que urina muito durante o dia e a noite, evacua com dificuldade pelo menos uma vez por semana. Ao exame físico apresenta couro cabeludo descamativo, com nódulo de consistência fibroelástico arredondado de aproximadamente 2 cm em região parietal D próximo ao pavilhão auricular D, indolor à palpação e móvel, cabelos alinhados e limpos. Olhos úmidos com presença de secreção amarelada, mucosa ocular hipocorada +1/+4, pupilas isofotorreagentes; cavidade nasal limpa, à inspiração apresenta diminuição de fluxo de ar à direita; lábios ressecados, mucosa oral úmida, presença de aftas em rebordo D de língua, com secreção amarelada de aproximadamente 1 cm, estando a mesma saburrosa; dentes em precário estado de conservação; palpado linfonodo de região submandibular direita de aproximadamente 1 cm, de consistência fibroelástica, móvel, doloroso à palpação. Regiões cervicais anterior e posterior livres de linfonodos palpáveis. Presença de estertor em base de pulmão D; manobra de Rualt preservada; frêmito tóraco-vocal compatível com as vias aéreas; percussão dígito-digital preservando sons de cada área. Batimentos cardíacos rítmicos em 2 tempos, bulhas normofonéticas. Palpado nódulo de aproximadamente 2 cm em quadrante superior externo (QSE) de mama E, indolor a palpação, fixo, aderido aos tecidos adjacentes de consistência pétrea, descarga papilar positiva de aspecto sanguinolento; axilas livres de linfonodos. Abdome flácido doloroso a palpação superficial e profunda em flanco D, presença de ruídos hidroaéreos; presença de estrias. MMSS (membros superiores com escarificações em prega de cotovelo e MMII (membros inferiores) com varizes. TPR: 37º C, 80 bpm, 20irpm – PA: 150X 100 mmHg. Peso: 80Kg – Altura: 1, 60 cm.
  25. 25. Levantamento de problemas         Deambula com dificuldade; Fragilidade emocional; Não consegue dormir e nem se alimentar; Dor em perna direita; Urina muito durante o dia e a noite; Evacua 1 x por semana; Couro cabeludo descamativo; Presença de nódulo de consistência fibroelástico arredondado de aproximadamente 2cm em região parietal D;  Olhos úmidos com presença de secreção amarelada;  Diminuição de fluxo de ar em narina direita;  Lábios ressecados;  Presença de aftas em rebordo da língua;  Língua saburrosa;  Dentes em precário estado de conservação;  Linfonodo de região submandibular direita de aproximadamente 1 cm, de consistência fibroelástica, móvel, doloroso à palpação;  Presença de estertor em base de pulmão D;  Palpado nódulo de aproximadamente 2 cm em quadrante superior externo (QSE) de mama E indolor a palpação, fixo, aderido aos tecidos adjacentes de consistência pétrea, descarga papilar positiva de aspecto sanguinolento;  Membros superiores com escarificações em prega de cotovelo;  MMII (membros inferiores) com varizes;  Alteração pressórica;  Sobrepeso
  26. 26. Plano assistencial 1) Estimular caminhadas diariamente acompanhada, ou se necessário fazer uso de apoio; 2) Encaminhar ao Serviço de Psicologia (Plantão Psicológico); 3) Orientar que realize atividades domésticas durante o dia, dentro de suas possibilidades e só vá dormir quando estiver com sono, evitar café, guaraná, chá, que são estimulantes; 4) Fracionar a dieta durante o dia, em pequenas porções. Variar o cardápio; 5) Marcar consulta com o Serviço de Nutrição (Fazer encaminhamento em formulário de interconsulta/ sobrepeso, hipertensão, constipação intestinal, aftas, nódulo em mama...); 6) Realizar exercícios passivos com o MID (se possível) e marcar consulta com Geriatra para avaliação da dor, do nódulo em couro cabeludo, alteração pressórica, aftas, linfonodo em região submandibular (Fazer encaminhamento em formulário de interconsulta);
  27. 27. Plano assistencial 7) Orientar para que a ingestão de líqüidos seja feita até as 18:00 h; 8) Fazer jejum para colher sangue (solicitar exames de glicose, uréia, creatinina, sódio, potássio, perfil lipídico – Idosa hipertensa, será que é diabética? Você sabe por que e para que vai solicitar estes exames e quais são os valores de referência? É necessário conhecer os valores para avaliar ao resultados); 9) Aumentar a ingesta hídrica respeitando os horários (para constipação e possibilidade de secreção pulmonar); 10) Ingerir mais folhas verdes, frutas como mamão, manga, ameixa, cereais como aveia, granola, farelo de trigo, linhaça; 11) Criar horário para evacuar (hábito); 12) Lavar o cabelo com vinagre de maçã; 13) Marcar consulta com dermatologista (Fazer encaminhamento em formulário de interconsulta); 14) Fazer a higienização dos olhos sempre que necessária;
  28. 28. Plano assistencial 15) Lavar narinas com soro fisiológico diariamente; 16) Passar manteiga de cacau nos lábios duas vezes por dia; 17) Evitar alimentos e sucos ácidos, bebidas gaseificadas; 18) Passar pedra hume nas aftas 3 vezes ao dia; 19) Escovar a língua após a escovação dos dentes (3 x ao dia); 20) Marcar consulta com o Odontogeriatra (Fazer encaminhamento em formulário de interconsulta para Odonto geriatria da UFF) 21) Hidratar a pele 3 x ao dia; 22) Manter pernas elevadas ao sentar; 23) Fazer uma dieta com pouco sal e pouca gordura.
  29. 29. Instrumentos de avaliação no idoso
  30. 30. Katz Avalia o cuidado com o próprio corpo;  A primeira escala desenvolvida, e a que é até os dias de hoje mais citada e utilizada, é a Escala de Katz, planejada para medir a habilidade da pessoa em desempenhar suas atividades cotidianas de forma independente e assim determinar as necessárias intervenções de reabilitação. (CAB. Vol.19)
  31. 31. ÁREA OPÇÕES / / / / / / BANHO - NÃO recebe assistência, entra e sai do chuveiro sem ajuda -Recebe assistência p/ lavar uma única parte do corpo (costas ou pernas) -Recebe assistência para lavar mais de uma parte do corpo -Não toma banho sozinho ( ( ( ( ) ) ) ) ( ( ( ( ) ) ) ) ( ( ( ( ) ) ) ) VESTUÁRIO -Veste-se completamente SEM assistência -Veste-se sem assistência, recebendo auxílio somente para amarrar os sapatos -Recebe assistência para vestir-se ou tirar roupas do armário -Não se veste sozinho ( ) ( ) ( ) ( ( ( ) ) ) ( ( ( ) ) ) ( ( ( ) ) ) Vai ao banheiro SEM assistência, limpando e arrumando as roupas -Recebe assistência para ir ao banheiro, limpar-se ou arrumar as roupas: ou recebe ajuda no manuseio da comadre ou patinho a noite. -Não realiza o ato de eliminação fisiológica no banheiro ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) -Deita e levanta da cama, bem como senta e levanta da cadeira, SEM assistência: pode utilizar-se de objetos para auxílio com bengala ou andador. -Deita e levanta a cama, ou senta e levanta da cadeira com assistência -Não se levanta da cama ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Controle esfincteriano (urinário e fecal) completo, por si só. -Ocorrência de “acidentes” ocasionais -Supervisão no controle esfincteriano, cateter é utilizado, ou é incontinente. ( ( ) ) ( ( ) ) ( ( ) ) ( ) ( ) ( ) Alimentação SEM assistência -Alimenta-se sem assistência, exceto para cortar carne ou passar manteiga no pão. -Alimenta-se com assistência, ou é alimentado de maneira parcial/ completa com sondas ou fluidos IV ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) HIG. PESSOAL TRANFERÊNCIA CONTINÊNCIA ALIMENTAÇÃO - - -
  32. 32.  Escore:  0 - INDEPENDENTE  1- DEPENDENTE EM 1 ATIVIDADE  2- DEPENDENTE EM 2 ATIVIDADES  3- DEPENDENTE EM 3 ATIVIDADES  4- DEPENDENTE EM 4 ATIVIDADES  5- DEPENDENTE EM 5 ATIVIDADES  6- DEPENDENTE EM TDS AS ATIVIDADES
  33. 33. EDG-escala de depressão geriátrica  Serve de compreensão do indivíduo bem como se ele se encontra em depressão ou como ele se compreende.  Falar no início que se trata de um teste de verdade e que ele precisa/ deve responder SIM ou NÃO.  Idoso deprimido apresenta uma somatização.  Os portadores de Alzheimer sempre acham que está tudo bem.  Principais causas de depressão em idosos: microacidentes vasculares, remédios e/ou isolamento social. (Obs: Pac. Com problem. Cognitivos geralmente falam muito!) IMPORTANTE: Se durante a aplicação se observar que ele não está compreendendo e não tem capacidade de realizar o exame deve-se colocar na ficha NÃO APLICÀVEL!
  34. 34. PERGUNTAS 1) O (A) Sr.(a) está satisfeito com a vida? (NÃO) 2) O (A) Sr.(a) interrompeu muitas das suas atividades? (SIM) 3) O (A) Sr.(a) acha que a sua vida está vazia? (SIM) 4) O (A) Sr.(a) fica com frequência aborrecido? (SIM) 5) O (A) Sr.(a) está de bem com a vida a maior parte do tempo? (NÃO) 6) O (A) Sr.(a) tem medo de algo ruim lhe aconteça? (SIM) 7) O (A) Sr.(a) se acha alegre a maior parte do tempo? (NÃO) 8) O (A) Sr.(a) com frequência de sente desamparado? (SIM) 9) O (A) Sr.(a) prefere ficar em casaem vez de sair e fazer coisas novas? (SIM) / / / /
  35. 35. PERGUNTAS 10) O (A) Sr.(a) acha que está tendo mais problemas de memória que as outras pessoas? (SIM) 11) O (A) Sr.(a) acha que é maravilhoso estar vivo agora? (NÃO) 12)O (A) Sr.(a) acha que vale a pena viver como está vivendo agora? (NÃO) 13) O (A) Sr.(a) se sente cheio de energia? (NÃO) 14) O (A) Sr.(a) acha que sua situação tem solução? (NÃO) 15) O (A) Sr.(a) acha que muita gente é melhor que o sr.(a)? (SIM) TOTAL: / / / /
  36. 36. ESCORE: SIM 1 pts NÃO 0 pts < 5 pts Sem depressão 5 – 7 pts Investigar a presença ou não de depressão > 7 pts Depressão (Necessidade de avaliação)
  37. 37. Lawton  Avalia as atividades que fazem parte do dia-dia como: Usar o telefone, preparar refeições, fazer compras, controlar dinheiro, arrumar a casa, tomar medicamento, caminhar ou usar transporte.  São subdivididas de acordo com a maior e a menor capacidade de execução  Mais eficaz nas mulheres, pois alguns homens não executam atividades que se avaliam. RESULTADO Totalmente Indepedente 21 pts Parcialmente Depedente 14 pts Totalmente Depedente 7 pts
  38. 38. Itens CAPACIDADE DE USAR O TELEFONE Opções (1) Usa o telefone por iniciativa própria. (1) É capaz de anotar bem alguns números familiares. (1) É capaz de atender uma chamada, mas não anotar (0) Não utiliza o telefone. COMPRAS (1) Realiza todas as compras necessárias independentemente. (0) Realiza independentemente pequenas compras. (0) Necessita de ir acompanhado para realizar qualquer compra (0) Totalmente incapaz de fazer compras. PREPARO DAS REFEIÇÕES (1) Organiza prepara e serve , por si só, adequadamente. (0) Prepara adequadamente as refeições, se lhe são oferecidos os ingredientes (0) Necessita que lhe preparem e sircvam as refeições. TAREFAS DOMÉSTICAS (1) Mantém a casa sozinho ou com ajuda ocasional (para trabalhos pesados). (1) Realiza tarefas ligeiras, como lavar a louça ou fazer as camas. (1) Realiza tarefas ligeiras, mas não pode manter um nível de limpeza adequado. (1) Necessita de ajuda nas tarefas domésticas. / /
  39. 39. Itens Opção (1) Lava toda a sua roupa. LAVAGEM DE ROUPA (1) Lava apenas peças pequenas. (0) A lavagem de toda a roupa esta a cargo de outra pessoa USO DE MEIOS DE TRANSPORTE (1) Viaja sozinho em transporte público ou em seu próprio carro (1) É capaz de pegar um taxi, mas não usa outro meio de transporte (1) Viaja em transporte público, quando acompanhado. (0) Utiliza taxi ou automóvel somente co ajuda de outros. (0) Não viaja de jeito nenhum. RESPONSABILIDADE EM RELAÇÃO A SUA MEDICAÇÃO (1) É capaz de tomar a medicação na hora e doses correta. (()) Toma a medicação se lhe prepararem as doses previamente (0) Não é capaz de tomar medicação. GESTÃO DOS SEUS ASSUNTOS ECONÔMICOS (1) Toma a seu cargo os seus assuntos econômicos. (1)Necessita as compras de cada dia, mas necessita de ajuda nas compras grandes. / /
  40. 40. Mini Exame do Estado Mental  Avalia as funções mentais de memória, orientação, atenção, cálculo, linguagem e avalia a evolução das mesmas.  Você deve ser imparcial, porque o seu dever é avaliar.  Perseverança no que diz também é sinal de demência. Cabe ressaltar que o profissional só utilizará as escalas que envolvam o problema específico identificado na avaliação rápida. Como exemplo: se o profissional detectar problemas cognitivos após a realização do teste rápido (falar três objetos que a pessoa deverá repetí-los após 3 minutos) e na incapacidade de repetí-los o profissional deve aplicar o Mini Exame do Estado Mental – MEEM. Caso o profissional permaneça em dúvida ele poderá utilizar como complemento o teste do desenho do relógio e o teste de fluência verbal por categorias semânticas. Ainda há a possibilidade combinar o MEEM com o Questionário de Pfeffer - indica uma maior especificidade para a medida de declínio cognitivo mais grave. (CAB, v.19) RESULTADO < 5 anos de Escolaridade 13 pts ≥ 5 anos de Escolaridade 18 pts Ensino Superior 21 pts Demência < 13 pts
  41. 41. Referências bibliográficas  BASSO E, VEIGA V. E. Consulta de enfermagem: evolução histórica, definição e uma proposta de modelo para sua realização em Programa de Hipertensão Arterial. Rev Soc Cardiol Est São Paulo 1998 mar/abr; 8 (2 supl A):7-14  CASTRO, I. B. Estudo exploratório sobre a consulta de enfermagem. Rev Bras Enfermagem 1975; 28:76-94. In: MACIEL, I. C. F.; ARAUJO, T. L.. Nursing consultation: analysis of the actions developed by a hypertension program in the city of Fortaleza. Rev. Latino-Am. Enfermagem , Ribeirão Preto, v. 11, n. 2, 2003 . Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010411692003000200010&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 05 Sep 2007  CHRIZOSTIMO, M. M.; ROSAS, A. M. M. T. F. A Trilogia Da Promoção Em Saúde, Consulta De Enfermagem E Gestão Em Saúde: O Entrelaçar Reflexivo. Informe-se em promoção da saúde, v.02 n.2.p.09-10. 2006.   CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Decisão nº 272, de 27 de agosto de 2002. Dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem – SAE – nas Instituições de Saúde Brasileira, Rio de Janeiro, 2002.  CRUZ, I.F. Diagnósticos e Prescrições de Enfermagem: recriando os instrumentos de trabalho. Documentos on line, 2006. Disponível www.uff.br/nepae/diagnosticoeprescricaoinstrumentos . Acesso em: 05/052006  HORTA, W.A. Processo de enfermagem. São Paulo: EPU/Edusp, 1979.  LINDOLPHO, M.C. O Ser Paciente Submetido à Quimioterapia Oncológica - O Significado do Tratamento. Dissertação (Mestrado em enfermagem). EEAN-UFRJ, 1996.  LINDOLPHO, M.C; SÁ, S.P.C; CHRISÓSTIMO, M; VALENTE, G.; ROBERS, L. M.V. A CONSULTA DE ENFERMAGEM AO IDOSO – UMA CONTRIBUIÇÃO PARA O ENSINO. UDESC em Ação Vol. 2, N° 1 (2008)
  42. 42.  DIOGO, M.J.; PASCHOAL, S.M.P.; CINTRA. Avaliação Global do Idoso. In: DUARTE, Y.A.O.; DIOGO. Atendimento Domiciliar um Enfoque Gerontológico. São Paulo: Atheneu, 2000.  DIOGO, M. J. D.; CEOLIM, M. F.; CINTRA, F. A. Implantação do Grupo de Atenção à Saúde do Idoso (GRASI) no Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (São Paulo) – relato de experiência. Rev.latino-am.enfermagem - Ribeirão Preto - v.8 - n.5 - p.85-90 - outubro 2000.  CAMPEDELLI, M.C. Atuação de enfermagem em geriatria e gerontologia. Rev. Paul. Hosp., v. 31, n. 9/10, p. 198-200, 1983. In: DIOGO, M. J. D.; CEOLIM, M. F.; CINTRA, F. A. Implantação do Grupo de Atenção à Saúde do Idoso (GRASI) no Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (São Paulo) – relato de experiência. Rev.latino-am.enfermagem - Ribeirão Preto - v.8 - n.5 - p.85-90 - outubro 2000.  FREITAS E COLABORADORES. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.  MENDES, M. M. R. Quais os conhecimentos que a Enfermagem utiliza para cuidar do idoso? In: ROCHA, S.M. O Cuidado de Enfermagem com o Idoso. Rev.Eletrônica Idade Ativa. Disponível em: http://www.techway.com.br/techway/revista_idoso/saude/saude_semiramis.htm Acessado em: 05/06/07  MINISTÉRIO DA SAÚDE,Cadernos de Atenção Básica - n.º 19: Envelhecimento e saúde da pessoa idosa - Série A. Normas e Manuais Técnicos Brasília – DF, 2006  POTTER, P. A.; PERRY, A.G. Fundamentos de Enfermagem. 6 ed. Rio de Janeiro, Elsevier, 2005.  PAPALÉO NETO, M.; BRITO, F.C. Aspectos multidimensionais das urgências do idoso. In: In: Freitas, Py, Nery et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002  GUIMARÃES,L.H.C.T; GALDINO, D.C.A; MARTINS, F.L.M; ABREU, S.R; LIMA, M.; VITORINO, D.F.M.V.. Avaliação da capacidade funcional de idosos em tratamento fisioterapêutico. Revista Neurociências V12 N3-JUL/SET,2004. Pag.130-133. São Paulo- SP.  LUECKENOTTE, A. Avaliação em gerontologia-Enfermagem prática. Rio de janeiro: Reichmann & Affonso. 3º Ed. 2002.  Testes: Katz, Lawton, Mini-mental e EDG.
  43. 43. Obrigada!

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