Aula 4 Projeto Promoção da Saúde

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Aula 4 Projeto Promoção da Saúde

  1. 1. AÇÕES EDUCATIVAS EM PROMOÇÃO DA SAÚDE NO ENVELHECIMENTO: Uma experiência com idosos do ambulatório do NAI/UnATI Liliane Carvalho Pacheco Especialista em Envelhecimento e Saúde do Idoso Nutricionista do Nai/UnATI Maria Helena J. Bernardo Mestre em Serviço Social e Saúde Mental Assistente Social do Nai/UnATI Curso de Especialização em Geriatria e Gerontologia - UnATI / UERJ Módulo de Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças
  2. 2. UERJ HUPE <ul><li>Atenção Integral à Saúde do Idoso </li></ul><ul><li>- abordagem interdisciplinar - </li></ul><ul><li>Atenção ambulatorial </li></ul><ul><ul><li>Ambulatório de neurogeriatria / urogeriatria / memória </li></ul></ul><ul><li>Atenção hospitalar </li></ul><ul><li>Atenção asilar </li></ul><ul><li>Atenção domiciliar </li></ul><ul><li>Ações educativas em promoção da saúde </li></ul><ul><li>no envelhecimento </li></ul>MED – ENF – SSO – NUT – PSI – FIS – FON – ODO - FAR Trabalho em Equipe UnATI - Universidade Aberta da Terceira Idade Ensino, pesquisa e extensão na área de envelhecimento Núcleo de Atenção ao Idoso (NAI)
  3. 3. Por que começamos a desenvolver ações educativas em promoção da saúde? <ul><li>Demanda de idosos por prevenção </li></ul><ul><li>Transferência do ambulatório para a UnATI </li></ul><ul><li>Integralidade da Atenção: assistência , </li></ul><ul><li>mas também promoção , prevenção e a reabilitação . </li></ul><ul><li>Potencial das ações educativas em saúde = </li></ul><ul><li>Estratégica na construção do SUS </li></ul>
  4. 4. Como se articulam os conceitos de: Promoção da Saúde, Envelhecimento Ativo, Qualidade de Vida e Práticas Educativas em Saúde
  5. 5. SUS: Sistema Único de SAÚDE Humanização Trabalho em equipe / Interdisciplinaridade Participação popular Integralidade da Atenção Concepção ampla de saúde Saúde resgate histórico e conceitual Anterior a década de 80 – saúde como ausência de doença, perspectiva meramente preventivista, ação curativa e hospitalar
  6. 6. <ul><li>Saúde como construção social; </li></ul><ul><li>Saúde como construção subjetiva, não como normatividade; </li></ul><ul><li>Saúde como direito humano fundamental; </li></ul><ul><li>Determinantes sociais de saúde - condições sociais em que as pessoas vivem e trabalham. </li></ul>PROMOÇÃO DA SAÚDE Alguns conceitos
  7. 7. É esta “ promoção” que queremos?
  8. 8. CONDIÇÕES DIGNAS DE VIDA Cuidados com o corpo/mente – Sentido de Vida (habilidades pessoais) Suporte familiar e social (ação comunitária) Ocupação e lazer gratificantes (ambiente) Acesso a serviços de prevenção e assistência (políticas públicas e reorientação de serviços) Saúde é um desafio
  9. 9. Envelhecimento Ativo / Promoção da Saúde “ Bom envelhecimento” => oportunidade de condições e práticas favoráveis à saúde e ao bem-estar: <ul><li>garantia de direitos básicos; </li></ul><ul><li>inserção social e ocupação dotadas de significado; </li></ul><ul><li>alimentação equilibrada e atividade física; </li></ul><ul><li>uso prazeroso do corpo e lazer gratificante; </li></ul><ul><li>apoio e satisfação nas relações familiares e sociais; </li></ul><ul><li>acesso a ações preventivas e ao acompanhamento assistencial. </li></ul>
  10. 10. A Proposta Educativa “ Começar de onde as pessoas estão”
  11. 11. <ul><li>Movimentos sociais populares X saber “oficial” </li></ul><ul><li>Espaço e visibilidade a partir da experiência de educação de adultos </li></ul><ul><li>“ Campo de idéias e fazeres” na consolidação do SUS </li></ul><ul><li>Caminhos e concepções “libertárias” para a Educação em Saúde </li></ul><ul><li>Práticas populares diálogo com a diversidade cultural e seus significados para a saúde </li></ul><ul><li>No contexto da Reforma Sanitária Brasileira e da Promoção da Saúde assume a relevância de garantia dos direitos constitucionais, e o fortalecimento da população no enfrentamento das condições de saúde e vida </li></ul>EDUCAÇÃO POPULAR NO BRASIL
  12. 12. Exercício de relações mais democráticas Socialização de informações e busca de DIÁLOGO/ interação com a cultura popular Experiência de vida e saber técnico-científico
  13. 16. METODOLOGIA Pedagogia da problematização 1º Parte-se da realidade concreta (como se vivencia tal situação) 2º Articula-se a teoria à condição concreta de vida (como podemos ler ou explicar esta realidade?) 3º Formulam-se propostas de intervenção (como podemos atuar sobre esta realidade?) 4º Volta-se à realidade para implementar as intervenções propostas. É necessário a reavaliação. ( os resultados eram os esperados? Que novas reflexões/teorias podemos articular?)
  14. 17. Ações educativas na perspectiva da Educação Popular em Saúde <ul><li>compreensão holística de saúde (qualidade de vida / bem-estar) </li></ul><ul><li>educação como processo formativo do humano / relação de </li></ul><ul><li>sujeitos / afeto - humanização </li></ul><ul><li>reconhecimento e interação com a cultura popular </li></ul><ul><li>diálogo e reflexão / metodologias participativas, expressão e criatividade </li></ul><ul><li>compromisso com justiça social e eqüidade /  organização e participação popular </li></ul>Inspiração nas concepções pedagógicas de Paulo Freire
  15. 18. EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE: TRAJETÓRIA DE UM CAMPO EM CONSTRUÇÃO <ul><li>1991: Articulação Nacional de Educação Popular em Saúde com a realização do 1º Encontro Nacional </li></ul><ul><li>1999: Redpop (lista de discussão na internet): www. redepopsaude .com. br </li></ul><ul><li>2001: Publicação do livro coletivo da Rede </li></ul><ul><li>2004: Aneps => Articulação nacional de movimentos e práticas de Educação Popular em Saúde </li></ul><ul><li>2008: 4º Encontro Nacional da Aneps e organização do 2º Livro da Rede </li></ul>Práticas alternativas Democracia, cidadania, políticas públicas Controle social Experiências nos serviços Espiritualidade e Saúde Arte e Cultura Popular Análise de Conjuntura
  16. 19. http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=25574
  17. 20. AÇÕES EDUCATIVAS EM PROMOÇÃO DA SAÚDE NO ENVELHECIMENTO Experiência do NAI-UnATI / UERJ
  18. 21. Objetivos <ul><li>Compreender a complexidade do processo saúde-doença, a partir das determinações sócio-culturais </li></ul><ul><li>Compartilhar informações sobre envelhecimento e saúde </li></ul><ul><li> autoconhecimento e  auto-estima  autocuidado </li></ul><ul><li> vínculos sociais e afetivos /  redes suporte social </li></ul><ul><li>Exercitar a interdisciplinaridade enquanto dispositivo de troca entre profissionais, garantindo a integralidade das ações </li></ul><ul><li>Reflexão sobre envelhecimento, cidadania, qualidade de vida e políticas sociais </li></ul>Promover SAÚDE no processo de envelhecimento
  19. 22. Outros objetivos <ul><li>Ser ação transversal às demais ações em saúde (novo enfoque - integralidade); </li></ul><ul><li>Espaço de formação e treinamento de recursos humanos; </li></ul><ul><li>Empoderamento dos idosos – multiplicadores da proposta e acesso às informações e reflexões; </li></ul><ul><li>Pesquisa – Estudos sobre indicadores de saúde; condições de saúde; impacto das ações de saúde (quantitativo/qualitativo); </li></ul><ul><li>Extensão – “Sair dos muros da UERJ” (através dos alunos e idosos multiplicadores); </li></ul><ul><li>Produção de artigos, materiais sócio-educativos, divulgação do trabalho e construção de novas metodologias. </li></ul>
  20. 24. Grupo Encontros com a S aúde (GES)
  21. 25. Metodologia <ul><ul><ul><li> SAÚDE / CIDADANIA </li></ul></ul></ul><ul><li>ENVELHECIMENTO </li></ul><ul><ul><ul><li>Outros </li></ul></ul></ul>Atividade física Envelhecimento Memória Direitos do Idoso Alimentação Estresse <ul><li>Duração: 14 encontros de duas horas semanais </li></ul><ul><li>Coord: Profissionais de Saúde das diversas áreas </li></ul><ul><li>Dinâmicas de grupo: informação e reflexão </li></ul>Sexualidade Doenças
  22. 26. Total de grupos e participantes do GES do NAI/UnATI - 1996 a 2008
  23. 28. Avaliação Multidimensional de Saúde e Qualidade de Vida
  24. 29. <ul><li>Avaliação sobre fatores que influenciam a saúde: </li></ul>Família, trabalho, renda Atividade física, quedas Sexualidade Morbidade e uso de medicamentos Utilização de serviços / prevenção Lazer, inserção social, satisfação com a vida Problemas do cotidiano
  25. 30. <ul><li>Exames: </li></ul><ul><ul><li>Glicose, Colesterol, HDL e Triglicérides </li></ul></ul><ul><ul><li>Verificação da Pressão Arterial; </li></ul></ul><ul><ul><li>Peso e Altura /IMC </li></ul></ul>Orientações e encaminhamentos de acordo com as necessidades
  26. 31. Avaliação Nutricional Parceria com o Projeto Nutrição e Terceira Idade do Instituto de Nutrição da UERJ
  27. 32. Grupo Roda da Saúde
  28. 33. Histórico do Roda da Saúde ANO ENCONTROS IDOSOS MÉDIA 2005 31 40 14 2006 29 50 15 A 17 2007 26 70 15 A 20 2008 20 75 20 A 22
  29. 34. Metodologia <ul><li>Grupo aberto / semanal; </li></ul><ul><li>Chá da Tarde: vínculo, afeto, confiança </li></ul><ul><li>Temas sugeridos pelo grupo >> construção compartilhada. </li></ul><ul><li>Estratégias metodológicas que privilegiam a participação </li></ul><ul><li>Recursos: música, vídeo, poesia, matéria jornalística, dramatização... </li></ul>
  30. 35. Lazer, solidão, espiritualidade, acupuntura, frutas, ciúmes, relações afetivas, meio ambiente, relação profissional/paciente, preconceito,brincadeiras infantis, limites e potencialidades do envelhecimentos; atualidades em saúde; viver com simplicidade; vitamina c; voz e hidratação; mídia e publicidade; dia das Mães; memórias: lendas e mitos; bom humor e saúde; a arte de comunicar e sentir; dicas de Alzira (do cotidiano para o Roda); os quatro elementos da natureza; fisioterapia; direitos sociais; sexualidade; diálogo; grupo: características individuais; avaliação; bem estar: trocando experiências; a vaidade na 3ª idade; musicoterapia; hipertensão arterial,alimentação, dengue, saber envelhecer, amor, memória, doenças cardiovasculares, gorduras, lazer, estatuto do idoso, rotulagem, SUS, cuidado, solidariedade, quedas, crenças alimentares, comunicação. Temas trabalhados
  31. 36. Mural Interativo e Sala de Espera
  32. 37. Folders
  33. 38. E a conversa continua ... Os Encontros sobre Promoção da Saúde
  34. 39. Os Encontros sobre Promoção da Saúde <ul><li>4 encontros por ano (educação continuada) </li></ul><ul><li>Devolução dos dados da pesquisa de acordo com o tema </li></ul><ul><li>Produções artísticas dos idosos </li></ul><ul><li>Média de participantes: 80 idosos / 20 profissionais envolvidos </li></ul><ul><li>Articulação dos projetos </li></ul><ul><li>Integração da equipe </li></ul><ul><li>Divulgação e mobilização em torno da temática de promoção da saúde = ampliação da ação assistencial / olhar sobre a saúde </li></ul>
  35. 40. Temas debatidos <ul><li>1. Saúde e qualidade de vida (nov/96) </li></ul><ul><li>2. Nutrição e envelhecimento (out/97) </li></ul><ul><li>3. Atividade física e consciência ecológica (mar/98) </li></ul><ul><li>4. Envelhecimento saudável: bate-papo com a equipe de saúde (dez/98) </li></ul><ul><li>5. Saúde oral (jun/99) </li></ul><ul><li>6. A pele e envelhecimento: como prevenir os problemas mais </li></ul><ul><li>comuns (nov/99) </li></ul><ul><li>7. Futuro e sentido de vida no envelhecimento (dez/01) </li></ul><ul><li>8. Participação por um mundo melhor (abr/02) </li></ul><ul><li>Fatores de risco cardiovascular em idosos (jun/02) </li></ul>
  36. 41. 10. Postura, movimento e bem-estar corporal (set/02) 11. Finitude: perdas e possibilidades no processo de envelhecimento (nov/02) 12. Perda involuntária de urina: problema inevitável na velhice? (jun/03) 13. Envelhecimento e Solidão? Um bate-papo com a equipe do NAI/UnATI (set/03) 14. O convívio entre as gerações (nov/03) 15. Avaliação do Projeto de Promoção da Saúde do NAI (set/04) 16. O Idoso e o Direito à saúde: Dilemas e Saídas para o SUS no Rio de Janeiro (abr/05) 17. O idoso e as relações familiares: desafios contemporâneos e repercussões na saúde (jun/05)
  37. 42. 18 . A questão dos medicamentos e a saúde do idoso (set/05) 19. Sexualidade tem Idade? (dez/05) 20. Osteoartrose – doença articular degenerativa: como prevenir e tratar (set/06) 21. Saúde e envelhecimento ativo: 10 anos do projeto de promoção de saúde do NAI/ UnATI (nov/06) 22. Contar e ouvir histórias (abr/07) 23. O Câncer como problema de saúde pública: conhecer para prevenir (set/07) 24. Participar para que? O papel do idoso na sociedade (nov/07) 25. O Coração em Foco: conhecer e cuidar (jun/08) 26. Aprendendo e ensinando sobre prevenção de quedas: os cuidados na casa e na rua (set/08)
  38. 43. Aspectos do trabalho educativo com grupos de idosos
  39. 44. <ul><li>Envolvimento dos coordenadores nas dinâmicas </li></ul><ul><li>Estímulo à CRIAÇÃO individual e coletiva </li></ul><ul><li>(recorte-colagem, discussão em subgrupos, etc.) </li></ul><ul><li>Relaxamento / percepção corporal </li></ul><ul><li>Utilização de elementos lúdicos que promovam ambiente descontraído e facilitem a expressão </li></ul>
  40. 45. Dimensão afetiva dos encontros (toque, abraço, ...) Novas Amizades  Expansão da rede social dos idosos Reflexão e debate Problematização / Respeito às diferenças Exercício da participação Contribuição de todos
  41. 46. <ul><li>Articulação dos encontros / encadear discussões e avaliar suas repercussões; </li></ul><ul><li>Estímulo aos idosos a pesquisarem os temas no seu dia-a-dia; </li></ul><ul><li>Utilização de recursos didáticos que considerem as particularidades do idoso (visão e audição, concentração). </li></ul>
  42. 47. Temas e perspectivas de abordagem
  43. 48. Envelhecimento <ul><li>Abrir-se ao novo /humildade para aprender SEMPRE </li></ul><ul><li>Descobrir potencialidades </li></ul><ul><li>Retomada / recriação de projetos de vida </li></ul>CONVIVER... <ul><li>Como é ser velho em nossa sociedade? </li></ul>
  44. 49. <ul><li>Reflexão sobre os hábitos alimentares e suas implicações psicológicas, sociais, econômicas e culturais </li></ul>Alimentação <ul><li>O prazer da alimentação e as escolhas saudáveis: como conciliar com o limite econômico? </li></ul>
  45. 50. Vida é movimento: atividade física e bem estar corporal caminhadas natação hidroginástica yoga tai chi cuan dança Você já encontrou a sua atividade preferida? O que possibilita/limita a prática da atividade física na vida cotidiana? <ul><li>Orientação </li></ul><ul><li>postural </li></ul><ul><li>Prevenção </li></ul><ul><li>de quedas </li></ul>
  46. 51. Estresse <ul><li>Que fatores favorecem o estresse? </li></ul><ul><li>Como lidar com o estresse na vida cotidiana? </li></ul><ul><li>Vivenciar técnicas de relaxamento </li></ul>
  47. 52. Sexualidade Reconhecimento da sexualidade na velhice questionamento dos preconceitos quanto ao idoso Como as mudanças físicas do envelhecimento e possíveis doenças podem interferir ?
  48. 53. Controle das doenças crônicas <ul><li>Hipertensão arterial e Dislipidemias </li></ul><ul><li>Diabetes </li></ul><ul><li>Alterações ósteo-articulares (artrose e osteoporose) </li></ul><ul><li>Depressão </li></ul>INFORMAÇÃO => AUTOCUIDADO <ul><li>É possível mudar alguma coisa? </li></ul><ul><li>Como conviver com elas? </li></ul>
  49. 54. Participação Social e Cidadania <ul><li>O que é cidadania? </li></ul><ul><li>Como cada um pode contribuir para a construção da cidadania? </li></ul><ul><li>Como fazer valer a Política Nacional do Idoso? </li></ul>
  50. 55. Direitos Sociais <ul><li>Quais são os direitos sociais? </li></ul><ul><li>Como a legislação aborda a questão do envelhecimento? </li></ul><ul><li>Os idosos têm acesso a essa legislação? </li></ul><ul><li>Como vivenciam a questão dos direitos? </li></ul>
  51. 56. Arte de Comunicar e Sentir <ul><li>Qual o impacto das alterações sensoriais na qualidade de vida do idoso? </li></ul><ul><li>Como a comunicação pode ser afetada pelo envelhecimento? </li></ul>
  52. 57. Outras formas de incluir novos temas <ul><li>Possibilidade de trabalhar temas relacionados às questões vivenciadas pelo grupo (escuta, estar em grupo, diferenças, etc...); </li></ul><ul><li>Articular temas entre os grupos ou de situações vividas naquele contexto histórico (dengue, vacinação, eleições, etc...); </li></ul><ul><li>Estimular a pesquisa, proposição e coordenação de temas pelos próprios idosos. </li></ul>
  53. 58. Avaliação
  54. 59. <ul><li>Gênero: cerca de 90% são mulheres </li></ul><ul><li>Faixa etária: maioria acima de 70 anos (aumento nos últimos anos) </li></ul><ul><li>Escolaridade: variada </li></ul><ul><li>Com quem moram? </li></ul><ul><li>(GES) = 28% moram sozinhos </li></ul><ul><li>(RODA) = 50%moram sozinhos </li></ul><ul><li>A maioria é vinculada à Unati </li></ul>Quem são os idosos?
  55. 60. O que conseguimos com os idosos <ul><li>Espaço de troca, solidariedade e fortalecimento do laços relacionais; </li></ul><ul><li>Ampliação da rede de suporte do idoso; </li></ul><ul><li>Importância do dispositivo grupal no enfrentamento da solidão e na construção de vínculos; </li></ul><ul><li>Atitude efetiva de protagonismo dos participantes, corroborando o referencial de empoderamento previsto no projeto ; </li></ul>
  56. 61. <ul><li>Responde ao objetivo de educação continuada - passagem do grupo fechado para os encontros abertos; </li></ul><ul><li>Continuidade de participantes desde o primeiro ano, confirmando a criação de vínculos; </li></ul><ul><li>Referência às mudanças de hábitos > conhecimento e acesso; </li></ul><ul><li>Acolhimento da equipe nas situações de agravos à saúde (inclusão NAI); </li></ul><ul><li>Avaliação positiva sobre a metodologia utilizada. </li></ul>
  57. 62. O que conseguimos no serviço <ul><li>Treinamento consistente e ampliado– acesso a conteúdo teórico específico (Envelhecimento; promoção da saúde; práticas educativas em saúde; trabalhos com grupos); </li></ul><ul><li>Faz parte do treinamento interdisciplinar - 20-25 alunos por ano! </li></ul><ul><li>Envolve maioria da equipe de preceptores (maior integração da equipe); </li></ul><ul><li>Formato original; </li></ul><ul><li>Parceria interinstitucional (NAI/UNATI/Instituto de Nutrição). </li></ul>
  58. 63. Produções <ul><li>Tese de doutorado / linha de pesquisa </li></ul><ul><li>Objeto de estudo nos TCR / Monografia </li></ul><ul><li>Apresentações em diversos eventos </li></ul><ul><li>Produção de um livro eletrônico (orientações teórico-metodológicas) </li></ul><ul><li>Artigos </li></ul><ul><li>Linha de pesquisa institucional – desafios: conciliar pesquisa com a assistência </li></ul>
  59. 64. “ O maior sonho da Educação Popular é deixar de ser um movimento alternativo. (...) Nosso sonho é que isso se espalhe pelo sistema de saúde e ajude a fazer um SUS mais criativo e participativo. É preciso que o SUS sirva de instrumento de dinamização da vida, da busca de intensidade de um viver maior nesse Brasil, que seja um elemento de busca de uma saúde plena, proporcionando uma cidadania ativa.” Eymard Mourão Vasconcelos

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