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Dislexia
Prof. Me. Rafael C. Lima
rafaclimarte@gmail.com
A dislexia é uma
perturbação da
aprendizagem que
afeta a leitura e a
escrita.
(LYRA, 2015)
• A dislexia tem base neurológica,
trata-se de uma doença do
sistema nervoso, tendo como
causa uma incidência no fator
genético, transmitido por um
gene de uma pequena
ramificação do cromossomo # 6,
que pode ser dominante,
tornando a dislexia hereditária,
repetindo-se na mesma família.
Dis = Distúrbio
Lexia (latim) =
leitura (grego) =
linguagem
DISLEXIA
Dislexia (do grego Δυσλεξία, dis-
distúrbio, lexis palavra)
É um transtorno na área da leitura,
escrita e soletração, que pode
também ser acompanhado de outras
dificuldades, como por exemplo, na
distinção entre esquerda e direita, na
percepção de dimensões (distâncias,
espaços, tamanhos e valores)
Como a
Dislexia se
manifesta?
Sinais de alerta
Como a dislexia é genética e hereditária,
se a criança possuir, pais ou outros
parentes disléxicos, quanto mais cedo
for realizado o diagnóstico melhor para
os pais, à escola e à própria criança.
Widell optou por manter a primeira e última letra de cada palavra no seu
lugar para não tornar a leitura totalmente impossível, tornando apenas
necessário que se use muita concentração.
Haverá sempre
• dificuldades com a linguagem e escrita;
• dificuldades em escrever;
• dificuldades com a ortografia;
• lentidão na aprendizagem da leitura;
Haverá muitas vezes
 disgrafia (letra feia);
 discalculia, dificuldade com a matemática, sobretudo na
assimilação de símbolos e de decorar tabuada;
 dificuldades com a memória de curto prazo e com a
organização;
 dificuldades em seguir indicações de caminhos e em
executar sequências de tarefas complexas;
 dificuldades para compreender textos escritos;
 dificuldades em aprender uma segunda língua.
Haverá às vezes
dificuldades com a linguagem falada;
dificuldade com a percepção espacial;
confusão entre direita e esquerda.
Pré-escola
 Dispersão;
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 Fraco desenvolvimento da coordenação motora;
 Dificuldade com quebra cabeça;
 Falta de interesse por livros impressos;
Adultos
 Continuada dificuldade na leitura e escrita;
 Memória imediata prejudicada;
 Dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua;
 Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia);
 Dificuldade com direita e esquerda;
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Quais são as causas da
dislexia?
Os pesquisadores não sabem exatamente o que causa a
dislexia, mas acham que um problema durante o
desenvolvimento podem afetar a forma como o cérebro
processa a informação. Eles também acreditam que a genética
desempenha um papel fundamental. Apesar de um gene para a
dislexia não ter sido encontrado, dislexia tende a ser herdada
nas famílias. A dislexia não é causada por uma deficiência
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Como é feito o
diagnóstico?
Cabe reforçar que não há prescrição de
medicamentos para quadros de dislexia, e,
sim, adaptações aliadas ao atendimento
especializado com o profissional da área de
saúde.
Quem é o profissional responsável pelo tratamento?
O profissional responsável pode variar, dependendo da
dificuldade apresentada pela criança. Ela pode precisar de
acompanhamento especializado de um psicólogo,
psicopedagogo ou fonoaudiólogo. Entretanto, o tratamento não
acontece apenas no contexto da clínica. É necessário o
envolvimento da família e dos professores para estimular
continuamente a criança.
A dislexia pode vir
acompanhada de outros
transtornos?
Crianças com o diagnóstico de dislexia (dificuldade de
ler, escrever e soletrar) são mais propensas a
desenvolver sintomas depressivos, assim como também
possuem maior risco de passar para a fase adulta com
um transtorno psicológico se a busca por ajuda for
demorada. O alerta é do neuropsicólogo Ricardo Franco
de Lima, que avaliou 31 crianças com o diagnóstico de
dislexia e comparou os resultados com outras 30
crianças sem nenhum tipo de problema e que
frequentavam uma escola pública de Campinas.
http://www.drbayma.com/criancas-com-dislexia-tem-
mais-chance-de-desenvolver-sintomas-depressivos/
Existe duração prevista para dislexia?
O papel do professor...
Os professores podem
minimizar a situação.
 Colocar o aluno numa carteira mais próxima de si, para
assim poder "vigiar" a atenção e as dificuldades do aluno.
 Eliminar possíveis focos de distração (afastar colegas/amigos,
barulhos, objetos que distraiam, janelas ou portas, etc.).
 Ensinar o aluno a organizar os cadernos/dossiê com cores,
com separadores, etc.
 Fazer um reforço positivo e não negativo para que ele não se
sinta marginalizado.
 Dar mais tempo durante as provas.
 Ler as provas/perguntas para o aluno.
Existe legislação específica no Brasil que
garanta os direitos dos disléxicos?
o
No Brasil, os transtornos de aprendizagem se
enquadram na categoria de Necessidades Educacionais
Especiais, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDB – Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996).
Não existe ainda uma política nacional de identificação
e acompanhamento destes estudantes, no entanto, alguns
municípios (como por exemplo, Jundiaí, Campos do Jordão e o
Estado do Rio de Janeiro) já aprovaram leis que garantem as
necessidades destes alunos.
Algumas atividades
para alunos com
dislexia.
Referências
• FÃS DA PSICANÁLISE. Como É Ler Com Dislexia? Experimente E Perceba Melhor. 31 de
Março de 2016. Disponível em: <https://www.fasdapsicanalise.com.br/como-e-ler-com-
dislexia-experimente-e-perceba-melhor/>. Acesso em 11/06/2018.
• LYRA, Glaciene Januario Hottis. As dificuldades de aprendizagem no contexto escolar;
patologias ou intervenções pedagógicas não adequadas: o universo do impedimento do
não saber; o ser aprendente em risco. In: Revista Científica Semana Acadêmica. Ed.70,
V.1, 2015.
• SÃO PAULO. Secretaria Municipal de Educação. Aprender... com quem? Um diálogo em
construção. 1.ed. São Paulo: SME/DOT, 2011.
• WITTER. Geraldina Porto. A criança, a escrita e a leitura: sugestões para a ação. In: Psicol.
Esc. Educ. (Impr.) vol.1, n.2-3, Campinas, 1997. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-85571997000100014>
Acesso em: 12/06/2018.

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dislexia

  • 1. Dislexia Prof. Me. Rafael C. Lima rafaclimarte@gmail.com
  • 2. A dislexia é uma perturbação da aprendizagem que afeta a leitura e a escrita.
  • 3. (LYRA, 2015) • A dislexia tem base neurológica, trata-se de uma doença do sistema nervoso, tendo como causa uma incidência no fator genético, transmitido por um gene de uma pequena ramificação do cromossomo # 6, que pode ser dominante, tornando a dislexia hereditária, repetindo-se na mesma família.
  • 4. Dis = Distúrbio Lexia (latim) = leitura (grego) = linguagem
  • 5. DISLEXIA Dislexia (do grego Δυσλεξία, dis- distúrbio, lexis palavra) É um transtorno na área da leitura, escrita e soletração, que pode também ser acompanhado de outras dificuldades, como por exemplo, na distinção entre esquerda e direita, na percepção de dimensões (distâncias, espaços, tamanhos e valores)
  • 6.
  • 8. Sinais de alerta Como a dislexia é genética e hereditária, se a criança possuir, pais ou outros parentes disléxicos, quanto mais cedo for realizado o diagnóstico melhor para os pais, à escola e à própria criança.
  • 9.
  • 10. Widell optou por manter a primeira e última letra de cada palavra no seu lugar para não tornar a leitura totalmente impossível, tornando apenas necessário que se use muita concentração.
  • 11. Haverá sempre • dificuldades com a linguagem e escrita; • dificuldades em escrever; • dificuldades com a ortografia; • lentidão na aprendizagem da leitura;
  • 12. Haverá muitas vezes  disgrafia (letra feia);  discalculia, dificuldade com a matemática, sobretudo na assimilação de símbolos e de decorar tabuada;  dificuldades com a memória de curto prazo e com a organização;  dificuldades em seguir indicações de caminhos e em executar sequências de tarefas complexas;  dificuldades para compreender textos escritos;  dificuldades em aprender uma segunda língua.
  • 13. Haverá às vezes dificuldades com a linguagem falada; dificuldade com a percepção espacial; confusão entre direita e esquerda.
  • 14. Pré-escola  Dispersão;  Fraco desenvolvimento da atenção;  Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem;  Dificuldade em aprender rimas e canções;  Fraco desenvolvimento da coordenação motora;  Dificuldade com quebra cabeça;  Falta de interesse por livros impressos;
  • 15. Adultos  Continuada dificuldade na leitura e escrita;  Memória imediata prejudicada;  Dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua;  Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia);  Dificuldade com direita e esquerda;  Dificuldade em organização;
  • 16. Quais são as causas da dislexia? Os pesquisadores não sabem exatamente o que causa a dislexia, mas acham que um problema durante o desenvolvimento podem afetar a forma como o cérebro processa a informação. Eles também acreditam que a genética desempenha um papel fundamental. Apesar de um gene para a dislexia não ter sido encontrado, dislexia tende a ser herdada nas famílias. A dislexia não é causada por uma deficiência física, como os problemas de visão ou de audição.
  • 17. Como é feito o diagnóstico?
  • 18. Cabe reforçar que não há prescrição de medicamentos para quadros de dislexia, e, sim, adaptações aliadas ao atendimento especializado com o profissional da área de saúde.
  • 19. Quem é o profissional responsável pelo tratamento? O profissional responsável pode variar, dependendo da dificuldade apresentada pela criança. Ela pode precisar de acompanhamento especializado de um psicólogo, psicopedagogo ou fonoaudiólogo. Entretanto, o tratamento não acontece apenas no contexto da clínica. É necessário o envolvimento da família e dos professores para estimular continuamente a criança.
  • 20. A dislexia pode vir acompanhada de outros transtornos?
  • 21. Crianças com o diagnóstico de dislexia (dificuldade de ler, escrever e soletrar) são mais propensas a desenvolver sintomas depressivos, assim como também possuem maior risco de passar para a fase adulta com um transtorno psicológico se a busca por ajuda for demorada. O alerta é do neuropsicólogo Ricardo Franco de Lima, que avaliou 31 crianças com o diagnóstico de dislexia e comparou os resultados com outras 30 crianças sem nenhum tipo de problema e que frequentavam uma escola pública de Campinas. http://www.drbayma.com/criancas-com-dislexia-tem- mais-chance-de-desenvolver-sintomas-depressivos/
  • 22. Existe duração prevista para dislexia?
  • 23. O papel do professor...
  • 24. Os professores podem minimizar a situação.  Colocar o aluno numa carteira mais próxima de si, para assim poder "vigiar" a atenção e as dificuldades do aluno.  Eliminar possíveis focos de distração (afastar colegas/amigos, barulhos, objetos que distraiam, janelas ou portas, etc.).  Ensinar o aluno a organizar os cadernos/dossiê com cores, com separadores, etc.  Fazer um reforço positivo e não negativo para que ele não se sinta marginalizado.  Dar mais tempo durante as provas.  Ler as provas/perguntas para o aluno.
  • 25. Existe legislação específica no Brasil que garanta os direitos dos disléxicos? o No Brasil, os transtornos de aprendizagem se enquadram na categoria de Necessidades Educacionais Especiais, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996). Não existe ainda uma política nacional de identificação e acompanhamento destes estudantes, no entanto, alguns municípios (como por exemplo, Jundiaí, Campos do Jordão e o Estado do Rio de Janeiro) já aprovaram leis que garantem as necessidades destes alunos.
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  • 35. Referências • FÃS DA PSICANÁLISE. Como É Ler Com Dislexia? Experimente E Perceba Melhor. 31 de Março de 2016. Disponível em: <https://www.fasdapsicanalise.com.br/como-e-ler-com- dislexia-experimente-e-perceba-melhor/>. Acesso em 11/06/2018. • LYRA, Glaciene Januario Hottis. As dificuldades de aprendizagem no contexto escolar; patologias ou intervenções pedagógicas não adequadas: o universo do impedimento do não saber; o ser aprendente em risco. In: Revista Científica Semana Acadêmica. Ed.70, V.1, 2015. • SÃO PAULO. Secretaria Municipal de Educação. Aprender... com quem? Um diálogo em construção. 1.ed. São Paulo: SME/DOT, 2011. • WITTER. Geraldina Porto. A criança, a escrita e a leitura: sugestões para a ação. In: Psicol. Esc. Educ. (Impr.) vol.1, n.2-3, Campinas, 1997. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-85571997000100014> Acesso em: 12/06/2018.