RPG nas Escolioses

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Aula Ministrada em Fitness Brasil Salvador 2012 por Fabio MAzzola.
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  • • A utilização da eletromiografia na análise postural teve início após a Segunda Guerra Mundial. A definição de postura pode ser mais ampla ou restrita dependendo do que queremos. No seu sentido mais restrito pode ser entendida como a atitude ereta e bem balanceada do indivíduo em posição "normal". Neste sentido, a eletromiografia da postura encarregar-se-á da manutenção da postura ereta com relação à força da gravidade. Não podemos esquecer que há uma multiplicidade de posições "normais" bípede, sentado, reclinado, etc. • Os problemas da postura estática giram em torno do axioma de que o equilíbrio do corpo humano e de suas partes articuladas depende de uma fina neutralização das forças da gravidade. A postura mais simples em que o homem consegue equilíbrio é na posição de decúbito. Esta é a posição normal durante o primeiro ano de vida e mais ou menos da metade do resto das nossas vidas. Quando deitamos levamos o centro de gravidade do corpo o mais perto possível de superfície de sustentação. A postura ereta é a que representa menor gasto de energia. A postura ereta normal é aquela em que uma linha imaginária desce pelo centro do corpo tendo como referência lateralmente: 1) a apófise mastóide; 2) à frente da articulação do ombro; 3) corpo das vértebras lombares; 4) à frente da articulação do joelho; e, 5) na articulação do tarso
  • Curvas primárias são mais rígidas, os corpos vertebrais são cuneiformes para frente criando a concavidade anterior; Curvas secundárias são flexíveis mas frágeis, os discos são cuneiformes para trás, formando a convexidade anterior, são as únicas a terem músculos inseridos nos corpos anteriormente. Vértebras de Transição: T1, T12 e L5. R= N ² + 1
  • Figura 138 pág. 220 Tribastone
  • L'insuffisance respiratoire s'aggrave de façon directement proportionnelle à l'angle de la scoliose. Elle n'est mesurable que pour des angles de plus de 25°. Elle n'est source de décompensation respiratoire qu'après 45 ans pour des angles supérieurs à 80°. Au-delà du simple problème ventilatoire, certaines formes de scolioses, principalement les infantiles et les paradysplasiques peuvent s'accompagner d'un lit alvéolocapillaire mal développé donc insuffisamment efficace. De plus, il existe une asymétrie anatomique et fonctionnelle entre poumons concave et convexe liée à la disposition des côtes et des diaphragmes (horizontalisés dans la concavité, verticalisés dans la convexité). Les dysfonctionnements dépistés lors du bilan doivent être rééduqués. Il ne faut pas oublier les muscles accessoires respiratoires qui interfèrent également avec la disposition spatiale de la cage thoracique, de la ceinture scapulaire et donc du rachis. La fréquence ventilatoire doit être maitrisée si elle est accélérée. Le volume de réserve expiratoire doit être diminué pour améliorer la mixique. Le travail d'adaptation cardio-respiratoire aux efforts est parfois bien utile. Cette recherche de la meilleure ventilation possible est plus minutieuse en cas d'orthèse du tronc ; toute contention orthopédique contrarie les mouvements thoraciques.
  • L'insuffisance respiratoire s'aggrave de façon directement proportionnelle à l'angle de la scoliose. Elle n'est mesurable que pour des angles de plus de 25°. Elle n'est source de décompensation respiratoire qu'après 45 ans pour des angles supérieurs à 80°. Au-delà du simple problème ventilatoire, certaines formes de scolioses, principalement les infantiles et les paradysplasiques peuvent s'accompagner d'un lit alvéolocapillaire mal développé donc insuffisamment efficace. De plus, il existe une asymétrie anatomique et fonctionnelle entre poumons concave et convexe liée à la disposition des côtes et des diaphragmes (horizontalisés dans la concavité, verticalisés dans la convexité). Les dysfonctionnements dépistés lors du bilan doivent être rééduqués. Il ne faut pas oublier les muscles accessoires respiratoires qui interfèrent également avec la disposition spatiale de la cage thoracique, de la ceinture scapulaire et donc du rachis. La fréquence ventilatoire doit être maitrisée si elle est accélérée. Le volume de réserve expiratoire doit être diminué pour améliorer la mixique. Le travail d'adaptation cardio-respiratoire aux efforts est parfois bien utile. Cette recherche de la meilleure ventilation possible est plus minutieuse en cas d'orthèse du tronc ; toute contention orthopédique contrarie les mouvements thoraciques.
  • L'insuffisance respiratoire s'aggrave de façon directement proportionnelle à l'angle de la scoliose. Elle n'est mesurable que pour des angles de plus de 25°. Elle n'est source de décompensation respiratoire qu'après 45 ans pour des angles supérieurs à 80°. Au-delà du simple problème ventilatoire, certaines formes de scolioses, principalement les infantiles et les paradysplasiques peuvent s'accompagner d'un lit alvéolocapillaire mal développé donc insuffisamment efficace. De plus, il existe une asymétrie anatomique et fonctionnelle entre poumons concave et convexe liée à la disposition des côtes et des diaphragmes (horizontalisés dans la concavité, verticalisés dans la convexité). Les dysfonctionnements dépistés lors du bilan doivent être rééduqués. Il ne faut pas oublier les muscles accessoires respiratoires qui interfèrent également avec la disposition spatiale de la cage thoracique, de la ceinture scapulaire et donc du rachis. La fréquence ventilatoire doit être maitrisée si elle est accélérée. Le volume de réserve expiratoire doit être diminué pour améliorer la mixique. Le travail d'adaptation cardio-respiratoire aux efforts est parfois bien utile. Cette recherche de la meilleure ventilation possible est plus minutieuse en cas d'orthèse du tronc ; toute contention orthopédique contrarie les mouvements thoraciques.
  • Figura 142 pág. 226 Tribastone
  • Fig. 146 pág. 232 Tribastone
  • Figura 157 pág 245 Tribastone
  • RPG nas Escolioses

    1. 1. PosturaNossa postura pode ser definida como a posição que nosso corpo adota no espaço, bem como a relação direta de suas partes com a linha do centro de gravidade. Para que possamos estar em boa postura, é necessário uma harmonia/equilíbrio do sistema neuromusculoesquelético.
    2. 2. PosturaCada indivíduo apresenta características individuais de postura que podem vir a ser influenciada por vários fatores: anomalias congênitas e/ou adquiridas, obesidade, alimentação inadequada, atividades físicas sem orientação e/ou inadequadas, distúrbios respiratórios, desequilíbrios musculares, frouxidão ligamentar e doenças psicossomáticas.
    3. 3. PosturaA boa postura é aquela que melhor ajusta nosso sistema musculoesquelético, equilibrando e distribuindo todo o esforço de nossas atividades diárias, favorecendo a menor sobrecarga em cada uma de suas partes.
    4. 4. Postura x GravidadeOs problemas da postura estática giram em torno do axioma de que o equilíbrio do corpo humano e de suas partes articuladas depende de uma fina neutralização das forças da gravidade.
    5. 5. Fábio Mazzola
    6. 6. Cadeias MuscularesA abordagem das Cadeias Musculares é a identificação de um padrão existente no sistema musculoesquelético como unidade.
    7. 7. Cadeia Miofascial Anterior
    8. 8. Cadeia Miofascial Posterior
    9. 9. Sistema Reto Anterior Posterior Inspiratória(Pawlina, Olson, 1997 baseado em Souchard, 1998; Marques, 2000; Santos, 2002; Paiva, 2003)
    10. 10. Cadeias MuscularesCadeias Estáticas: compostode músculos anti-gravitacionais ou posturais.
    11. 11. Estática e Dinâmica Não existe estática corporal pura, comotambém não existe movimento coordenado sem uma prévia estabilização.O sistema tônico postural estabiliza, apóia, inicia, guia e equilibra o movimentocorporal. A postura vertical é um conjunto de micromovimentos permanentes e adaptativos, que utiliza referências sensoriais múltiplas para seu controle.
    12. 12. Cadeias MuscularesCadeias Dinâmicas:composto de músculosque produzemmovimentos de grandeamplitude.
    13. 13. Sistema Cruzado do Tronco• Cadeia Cruzada Anterior Direita;• Cadeia Cruzada Posterior Direita;• Cadeia Cruzada Anterior Esquerda;• Cadeia Cruzada Posterior Esquerda.
    14. 14. Sistema Cruzado do Tronco “De ambos os lados há uma organização simétrica, duas camadas musculares cruzadas, uma para a flexão, outra para a extensão. Quando há torção, a camada para a flexão de um lado trabalha com a camada para extensão do lado oposto de forma indissociável. “Cada lado duas camadas: Superficial e ProfundaOrigem: PelveTérmino: Ombro Oposto
    15. 15. Sistema Cruzado do TroncoEixo de Torção Centro de Torção Eixo oblíquo desde a O centro de torção está cabeça umeral até a sobre a linha que liga o cabeça femoral oposta. umbigo a L3 na horizontal, com a linha da gravidade.
    16. 16. Sistema Cruzado do TroncoC.C.A. C.C.P camada superficial:camada superficial: (oblíquos (fibras do quadrado lombar,externos, intercostais serrátil póstero-inferior,externos) intercostais internos)iniciam a torção anterior iniciam a torção posterior: recuo e abaixamento do hemitóraxcamada profunda: camada profunda: (oblíquos internos, (fibras do quadrado lombar)intercostais internos) terminam a torção posterior: recuo e subida daterminam a torção anterior hemipelve.
    17. 17. Sistema Cruzado do TroncoC.C.A.E. C.C.P.D. Intercostais (região Anterior  Intercostais (região D.) Posterior E.) Oblíquo Externo D.  Serrátil Póstero-inferior E. Oblíquo Interno E.  Quadrado lombar E. Fibras costo-lombares  Quadrado lombar D. Fibras ilio-lombares
    18. 18. Sistema Cruzado da CervicalC.C.A. C.C.P. Omo - hióideo;  Esplênio da cabeça; Digástrico;  Oblíquo superior da cabeça; Milohióideo;  Oblíquo inferior da cabeça; Temporal;  Trapézio; Esternocleidomastóideo.  Levantador da escápula;  Esplênio do pescoço.
    19. 19. Sistema Cruzado da CervicalEixo de Torção Centro de Torção Eixo oblíquo desde a O centro de torção está Mastóide até a cabeça sobre a linha que liga a da Clavícula oposta. C3 ao osso hioídeo na horizontal, com a linha da gravidade.
    20. 20. Membros Inferiores  Iliopsoas;  Pectínio;  Adutor Curto;  Adutor Longo;  Adutor Magno;  Grácil;  Quadríceps;  Tibial Anterior;  Extensor Longo do Hálux;  Extensor Longo dos Dedos;  Fibular Terceiro;  Fibulares Longo e Curto.
    21. 21. Membros Inferiores • Glúteo máximo; • Pelvitrocanterianos profundos; • Bíceps da coxa; • Semimembráceo; • Semitendíneo; • Poplíteo; • Gastrocnêmio; • Flexor longo dos dedos; • Flexor longo do hálux.
    22. 22. Membros Superiores • Peitoral maior; • Peitoral menor; • Serrátil anterior; • Trapézio descendente / ascendentes; • Latíssimo do dorso; • Infra-espinal; • Redondo maior; • Redondo menor. Mazzola & Zaparoli
    23. 23. Membros Superiores  Flexor radial do carpo;  Flexor ulnar do carpo;  Flexor superficial dos dedos;  Flexor profundo dos dedos;  Extensores do punho e dos dedos  Abdutor longo do polegar;  Abdutor curto do polegar;  Adutor do polegar;  Oponente do polegar;  Flexor curto do polegar;  Flexor longo do polegar;  Flexor curto dedo mínimo; Deltóide;  Oponente dedo mínimo; Coracobraquial;  Abdutor dedo mínimo; Bíceps do braço;  Interósseos dorsais; Tríceps do braço  Interósseos palmares; Braquial;  Lumbricais. Braquiorradial; Pronador redondo;
    24. 24. Mecanismo Adaptativo Lesão ou Dor Primária Lesões e Dores SecundáriasPosição Antálgica Alterações Morfo-funcionais Compensações
    25. 25. Princípios de Tratamento PosturamentoPosturas ativas, isométricas no sentido excêntrico dascadeias miofasciais, sempre em decoaptação articular,progressivas, buscando ir da conseqüência até a causa do problema.
    26. 26. Primeira lei de F.M.“Toda tentativa de correção local irágerar uma compensação à distância”
    27. 27. Segunda lei de F.M.“Toda tentativa de tensionamentode uma cadeia muscular resulta emuma tendência de rotação internados membros”
    28. 28. Terceira lei de F.M.“Toda tentativa de tensionamentode uma cadeia muscular tende àum bloqueio respiratório em apnéiainspiratória”
    29. 29. Princípios de Tratamento1. Respiração Livre;2. “Auto-crescimento”;3. Simetria (SR);4. Equilíbrio Muscular.
    30. 30. Abordagem da TridimensionalidadeA Individualidade Todo ser é único e indivisível e manifestará sua patologia de maneira única e individual.A Causalidade Observar as alterações posturais partindo do efeito até a causa.A Globalidade Corrigir ao mesmo tempo a sintomatologia, as fixações e a causa de uma patologia.
    31. 31. Reeducação Postural Global ÂNGULO ABERTO ÂNGULO FECHADO1. D.D. 1. D.D.2. EM PÉ, COM APOIO 2. SENTADA3. EM PÉ, SEM APOIO 3. EM PÉ, INCLINADO
    32. 32. Reeducação Postural Global
    33. 33. Coluna Vertebral Visão Geral
    34. 34. Coluna Vertebral Funções Estática – Capacidade de suportar carga. Cinética – Permite adaptação ao movimento. Proteção ao sistema nervoso (medula).
    35. 35. Coluna Vertebral Estática – Capacidade de suportar carga.Quando a coluna é o tutor do tronco, este é controlado pela musculatura tônica, essencialmente constituída pelos transversos espinais que, em uma ação unilateral, gera uma latero-flexão e rotação para o lado oposto.
    36. 36. Coluna Vertebral Cinética – Permite adaptação ao movimento.Quando a coluna é a articulação de movimentos do tronco, ela é mobilizada pela musculatura dinâmica: longo do tórax, iliocostal e espinal do tórax que, em uma função unilateral, causa latero-flexão e rotação para o mesmo lado. Longo do Iliocostal do Iliocostal Espinal do Tórax Tórax Lombar Tórax
    37. 37. Escoliose
    38. 38. História
    39. 39. DefiniçãoEscoliose se define como um desvio lateral da Coluna Vertebral, parcialmente estrutural, que não pode voltar a endireitar-se completamente.
    40. 40. HistóriaEscoliose se define como um desvio lateral da Coluna Vertebral, parcialmente estrutural, que não pode voltar a endireitar-se completamente. (Galeno de Pérgamo - 129/199 dC – “De Anatomicis Administratonibus”)
    41. 41. Escoliose Definição“É uma deformidade ântero-posterior em lordose, causada por um movimento em torção de todo segmento raquidiano. Essa deformidade se expressa lateralmente e trata-se de uma curva reversa.” (Perdriolle)
    42. 42. Plano Sagital
    43. 43. Plano Frontal / Transversal
    44. 44. A escoliose funcionalCaracteriza-se por posição viciosa escoliótica, não demonstrando ao exame radiológico sinais de deformação e ao exame clínico nenhuma evidência de giba .
    45. 45. Diagnóstico DiferencialA escoliose funcional: Escoliose: Redutível;  *Irredutível; *Ausência de  Presença de gibosidade; gibosidade;  Rotação e Inclinação Rotação e Inclinação para o lados opostos; para o mesmo lado;  Geralmente evolutiva. Não evolutiva.
    46. 46. Etiologia• Defeitos dos Corpos Vertebrais; • Congênita;• Afecções Neurológicas; • Paralítica;• Afecções Musculares; • Estática;• Neurofibromatoses; • De Cicatrizes;• Mesenquimopatias; • Antálgica;• Traumáticas: • Doenças de Sistemas; • Intervenções Cirúrgicas; • Histérica; • Fraturas. • Genética;• Osteopática; • Idiopática (70 – 75%).
    47. 47. A Rotação do Corpo VertebralO corpo vertebral encontra-se rodado para o lado da convexidade da curva, enquanto as espinhosas rodam para a concavidade.
    48. 48. Alterações RespiratóriasA Escoliose proporciona deficiência na expansibilidade torácica, alterando negativamente a complacência toracopulmonar e a ventilação com diminuição da capacidade vital.
    49. 49. Alterações Respiratórias• Freqüência Respiratória Aumentada;• Diminuição do Volume de Reserva Expiratório;• Comprometimento dos Músculos Acessórios;• Alteração da Biomecânica do Diafragma.
    50. 50. Alterações RespiratóriasLado Côncavo: as costelas estão em posição expiratória, embora verticais demais.Lado Convexo: a horizontalização das costelas limita o movimento que poderia aumentar o diâmetro transverso do tórax.
    51. 51. Aspectos Radiológicos• Topografia;• Ângulo de Cobb;• Rotação: – Nash-Moe – Perdriolle• Bending – test;
    52. 52. Grau de Risser
    53. 53. Eixo de referência
    54. 54. Topografia Segundo Posenti:  Escoliose Escoliose Escoliose Escoliose Torácica Tóraco- Lombar em “S” 25% Lombar 25% 30% 19%
    55. 55. Avaliação da Rotação do Corpo VertebralNash - Moe
    56. 56. Avaliação da Rotação do Corpo VertebralPerdriolle
    57. 57. A Medida das CurvasUma curva escoliótica é delimitada por duas vértebras limites e uma ou duas apicais.Vértebras Limites ou Terminais;Vértebra Ápice ou Apical;Vértebra de Transição (Neutra).
    58. 58. Ângulo de Cobb
    59. 59. Aspectos radiológicosBending – Test. Ângulo Cobb em bendingR=1- __________________________________ Ângulo Cobb
    60. 60. A evolução da EscolioseÉ fato que escolioses aparentemente semelhantes entre si podem evoluir de maneira completamente diversa.
    61. 61. As Indicações Terapêuticas Tratamento Cirúrgico Tratamento Ortopédico com Protetores Tratamento Cinesioterápico
    62. 62. O Tratamento Cinesioterápico Ganho de flexibilidade; Favorecer a redução da curva; Desacelerar a evolução da curva; Reequilíbrio das massas paravertebrais; Efetuar uma reeducação neuromuscular; Criar automatismos subseqüentes; Oferecer meios de manutenção; Integração da correção postural.
    63. 63. Cinesioterapia Integral
    64. 64. Cinesioterapia Integral
    65. 65. Cinesioterapia Integral
    66. 66. Cinesioterapia Integral
    67. 67. Cinesioterapia Integral
    68. 68. Cinesioterapia Integral
    69. 69. Cinesioterapia Respiratória Conscientização em 3 tempos; Co – Contração Abdominal; Estimulação Costal.
    70. 70. Liberação Miofascial
    71. 71. Liberação Miofascial
    72. 72. Liberação Miofascial
    73. 73. Técnicas Neuromusculares IliopsoasContração Isométrica (Excêntrica) do Iliopsoas do lado da concavidade lombar.
    74. 74. Técnicas Neuromusculares Iliopsoas
    75. 75. Técnicas Neuromusculares Latíssimo do DorsoContração Isométrica (Excêntrica) do Latíssimo do Dorso do lado da convexidade torácica.
    76. 76. Técnicas Neuromusculares Latíssimo do Dorso
    77. 77. Técnicas Neuromusculares Peitoral MaiorContração Isométrica (Excêntrica) do Peitoral Maior do lado da concavidade torácica.
    78. 78. Técnicas Neuromusculares Peitoral Maior
    79. 79. Técnicas Neuromusculares Quadrado LombarContração Isométrica (Excêntrica) do Quadrado Lombar do lado da concavidade lombar.
    80. 80. Técnicas NeuromuscularesQuadrado Lombar
    81. 81. RPG ÂNGULO ABERTO ÂNGULO FECHADO1. D.D. 1. D.D.2. EM PÉ, COM APOIO 2. SENTADA3. EM PÉ, SEM APOIO 3. EM PÉ, INCLINADO
    82. 82. RPG 1ª postura em ângulo aberto• Coluna apoiada perto de uma posição fisiológica;• Rotação externa de coxa e ligeira flexão de coxa e de perna;• Planta dos pés unidas. Fabio Mazzola
    83. 83. RPG 1ª postura em ângulo aberto• Coluna apoiada perto de uma posição fisiológica;• Coxas em posição neutra e pernas estendidas;• Dorsiflexão. Fabio Mazzola
    84. 84. RPGFabio Mazzola
    85. 85. RPG1ª postura em ângulo fechado • Coluna apoiada perto de uma posição fisiológica; • Rotação externa e flexão (≈90°) de coxa; • Ligeira flexão de perna; • Dorsiflexão (calcanhar- calcanhar). Fabio Mazzola
    86. 86. RPG1ª postura em ângulo fechado • Coluna apoiada perto de uma posição fisiológica; • Coxa em 90° de flexão e pernas estendidas; • Pés unidos e dorsiflexão. Fabio Mazzola
    87. 87. RPGFabio Mazzola
    88. 88. RPG
    89. 89. Posturas de Tratamento POSTURA LATERAL POSIÇÃO: Decúbito dorsalIDEAL • cabeça inclinada a E. • respiração relaxante • MS D. em abdução máxima, MS E. ao longo do corpo • MI D. em adução máxima, com joelho flexionado.
    90. 90. Posturas de Tratamento POSTURA CRUZADA POSIÇÃO: Decúbito dorso-lateralIDEAL • cabeça no eixo e de acordo com os MMSS • ombros apoiados • respiração relaxante • Tornozelo em dorsi-flexão • MSE com cotovelo estendido e ombro com 90° de abdução • MIE 180° de coxofemoral • Do lado direito MS e MI extendidos com ombro abduzido em 135°. = esquerda = direita
    91. 91. Fábio Mazzola
    92. 92. f.mazzola@uol.com.br f.mazzola@uol.com.brwww.libertypilates.com.brwww.libertypilates.com.brwww.mazzolaezaparoli.com.br Fábio Mazzola

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