PosturaNossa postura pode ser definida como a posição que nosso corpo adota no espaço, bem como a relação direta de suas p...
PosturaCada indivíduo apresenta características  individuais de postura que podem vir a ser  influenciada por vários fator...
PosturaA boa postura é aquela que melhor ajusta nosso  sistema musculoesquelético, equilibrando e  distribuindo todo o esf...
Postura x GravidadeOs problemas da postura  estática giram em  torno do axioma de  que o equilíbrio do  corpo humano e de ...
Fábio Mazzola
Cadeias MuscularesA abordagem das Cadeias Musculares é a  identificação de um padrão existente no  sistema musculoesquelét...
Cadeia Miofascial Anterior
Cadeia Miofascial Posterior
Sistema Reto                                    Anterior   Posterior           Inspiratória(Pawlina, Olson, 1997 baseado e...
Cadeias MuscularesCadeias Estáticas: compostode músculos anti-gravitacionais ou posturais.
Estática e Dinâmica  Não existe estática corporal pura, comotambém não existe movimento coordenado       sem uma prévia es...
Cadeias MuscularesCadeias Dinâmicas:composto de músculosque produzemmovimentos de grandeamplitude.
Sistema Cruzado do Tronco•   Cadeia Cruzada Anterior Direita;•   Cadeia Cruzada Posterior Direita;•   Cadeia Cruzada Anter...
Sistema Cruzado do Tronco   “De ambos os lados há uma organização simétrica,   duas camadas musculares cruzadas, uma para ...
Sistema Cruzado do TroncoEixo de Torção                 Centro de Torção   Eixo oblíquo desde a           O centro de torç...
Sistema Cruzado do TroncoC.C.A.                          C.C.P                                camada superficial:camada su...
Sistema Cruzado do TroncoC.C.A.E.                          C.C.P.D. Intercostais (região Anterior    Intercostais (regiã...
Sistema Cruzado da CervicalC.C.A.                        C.C.P.   Omo - hióideo;               Esplênio da cabeça;   Di...
Sistema Cruzado da CervicalEixo de Torção                Centro de Torção   Eixo oblíquo desde a          O centro de torç...
Membros Inferiores         Iliopsoas;         Pectínio;         Adutor Curto;         Adutor Longo;         Adutor Ma...
Membros Inferiores      •   Glúteo máximo;      •   Pelvitrocanterianos profundos;      •   Bíceps da coxa;      •   Semim...
Membros Superiores         •   Peitoral maior;         •   Peitoral menor;         •   Serrátil anterior;         •   Trap...
Membros Superiores                             Flexor radial do carpo;                             Flexor ulnar do carpo...
Mecanismo Adaptativo   Lesão ou  Dor Primária                    Lesões e Dores                      SecundáriasPosição An...
Princípios de Tratamento                  PosturamentoPosturas ativas, isométricas no sentido excêntrico dascadeias miofas...
Primeira lei de F.M.“Toda tentativa de correção local irágerar uma compensação à distância”
Segunda lei de F.M.“Toda tentativa de tensionamentode uma cadeia muscular resulta emuma tendência de rotação internados me...
Terceira lei de F.M.“Toda tentativa de tensionamentode uma cadeia muscular tende àum bloqueio respiratório em apnéiainspir...
Princípios de Tratamento1. Respiração Livre;2. “Auto-crescimento”;3. Simetria (SR);4. Equilíbrio Muscular.
Abordagem da TridimensionalidadeA Individualidade  Todo ser é único e indivisível e manifestará sua patologia de   maneir...
Reeducação Postural Global          ÂNGULO ABERTO         ÂNGULO FECHADO1. D.D.                    1. D.D.2. EM PÉ, COM AP...
Reeducação Postural Global
Coluna Vertebral    Visão Geral
Coluna Vertebral                   Funções Estática – Capacidade de suportar carga. Cinética – Permite adaptação ao movi...
Coluna Vertebral          Estática – Capacidade de suportar carga.Quando a coluna é o tutor do tronco, este é controlado  ...
Coluna Vertebral         Cinética – Permite adaptação ao movimento.Quando a coluna é a articulação de movimentos do tronco...
Escoliose
História
DefiniçãoEscoliose se define como um desvio lateral da  Coluna Vertebral, parcialmente estrutural, que  não pode voltar a ...
HistóriaEscoliose se define como um desvio lateral da  Coluna Vertebral, parcialmente estrutural, que  não pode voltar a e...
Escoliose                 Definição“É uma deformidade ântero-posterior em  lordose, causada por um movimento em torção de ...
Plano Sagital
Plano Frontal / Transversal
A escoliose funcionalCaracteriza-se por posição  viciosa escoliótica, não  demonstrando ao exame  radiológico sinais de  d...
Diagnóstico DiferencialA escoliose funcional:   Escoliose: Redutível;              *Irredutível; *Ausência de          ...
Etiologia• Defeitos dos Corpos Vertebrais;   • Congênita;• Afecções Neurológicas;            • Paralítica;• Afecções Muscu...
A Rotação do Corpo VertebralO corpo vertebral  encontra-se rodado para  o lado da convexidade  da curva, enquanto as  espi...
Alterações RespiratóriasA Escoliose proporciona deficiência na  expansibilidade torácica, alterando  negativamente a compl...
Alterações Respiratórias•   Freqüência Respiratória Aumentada;•   Diminuição do Volume de Reserva Expiratório;•   Comprome...
Alterações RespiratóriasLado Côncavo: as costelas estão em posição  expiratória, embora verticais demais.Lado Convexo: a h...
Aspectos Radiológicos• Topografia;• Ângulo de Cobb;• Rotação:  – Nash-Moe  – Perdriolle• Bending – test;
Grau de Risser
Eixo de referência
Topografia    Segundo Posenti:       Escoliose        Escoliose   Escoliose   Escoliose      Torácica         Tóraco-     ...
Avaliação da             Rotação do Corpo VertebralNash - Moe
Avaliação da             Rotação do Corpo VertebralPerdriolle
A Medida das CurvasUma curva escoliótica é delimitada por duas vértebras limites e uma ou duas apicais.Vértebras Limites o...
Ângulo de Cobb
Aspectos radiológicosBending – Test.             Ângulo Cobb em bendingR=1-        __________________________________     ...
A evolução da EscolioseÉ fato que escolioses   aparentemente   semelhantes entre si   podem evoluir de   maneira completam...
As Indicações Terapêuticas Tratamento Cirúrgico Tratamento Ortopédico com  Protetores Tratamento Cinesioterápico
O Tratamento Cinesioterápico Ganho de flexibilidade; Favorecer a redução da curva; Desacelerar a evolução da curva; Re...
Cinesioterapia Integral
Cinesioterapia Integral
Cinesioterapia Integral
Cinesioterapia Integral
Cinesioterapia Integral
Cinesioterapia Integral
Cinesioterapia Respiratória Conscientização em 3 tempos; Co – Contração Abdominal; Estimulação Costal.
Liberação Miofascial
Liberação Miofascial
Liberação Miofascial
Técnicas Neuromusculares                    IliopsoasContração Isométrica  (Excêntrica) do Iliopsoas  do lado da concavida...
Técnicas Neuromusculares   Iliopsoas
Técnicas Neuromusculares         Latíssimo do DorsoContração Isométrica  (Excêntrica) do  Latíssimo do Dorso do  lado da c...
Técnicas Neuromusculares Latíssimo do Dorso
Técnicas Neuromusculares             Peitoral MaiorContração Isométrica  (Excêntrica) do Peitoral  Maior do lado da  conca...
Técnicas Neuromusculares Peitoral Maior
Técnicas Neuromusculares         Quadrado LombarContração Isométrica  (Excêntrica) do  Quadrado Lombar do  lado da concavi...
Técnicas NeuromuscularesQuadrado Lombar
RPG          ÂNGULO ABERTO              ÂNGULO FECHADO1. D.D.                         1. D.D.2. EM PÉ, COM APOIO          ...
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RPG  1ª postura em ângulo aberto• Coluna apoiada perto de uma posição fisiológica;• Coxas em posição neutra e pernas esten...
RPGFabio Mazzola
RPG1ª postura em ângulo fechado                                        • Coluna apoiada perto de                          ...
RPG1ª postura em ângulo fechado                                        • Coluna apoiada perto de                          ...
RPGFabio Mazzola
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Posturas de Tratamento        POSTURA LATERAL        POSIÇÃO: Decúbito dorsalIDEAL                 • cabeça inclinada a E....
Posturas de Tratamento            POSTURA CRUZADA                POSIÇÃO: Decúbito dorso-lateralIDEAL                     ...
Fábio Mazzola
f.mazzola@uol.com.br   f.mazzola@uol.com.brwww.libertypilates.com.brwww.libertypilates.com.brwww.mazzolaezaparoli.com.br  ...
RPG nas Escolioses
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Aula Ministrada em Fitness Brasil Salvador 2012 por Fabio MAzzola.
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RPG nas Escolioses

  1. 1. PosturaNossa postura pode ser definida como a posição que nosso corpo adota no espaço, bem como a relação direta de suas partes com a linha do centro de gravidade. Para que possamos estar em boa postura, é necessário uma harmonia/equilíbrio do sistema neuromusculoesquelético.
  2. 2. PosturaCada indivíduo apresenta características individuais de postura que podem vir a ser influenciada por vários fatores: anomalias congênitas e/ou adquiridas, obesidade, alimentação inadequada, atividades físicas sem orientação e/ou inadequadas, distúrbios respiratórios, desequilíbrios musculares, frouxidão ligamentar e doenças psicossomáticas.
  3. 3. PosturaA boa postura é aquela que melhor ajusta nosso sistema musculoesquelético, equilibrando e distribuindo todo o esforço de nossas atividades diárias, favorecendo a menor sobrecarga em cada uma de suas partes.
  4. 4. Postura x GravidadeOs problemas da postura estática giram em torno do axioma de que o equilíbrio do corpo humano e de suas partes articuladas depende de uma fina neutralização das forças da gravidade.
  5. 5. Fábio Mazzola
  6. 6. Cadeias MuscularesA abordagem das Cadeias Musculares é a identificação de um padrão existente no sistema musculoesquelético como unidade.
  7. 7. Cadeia Miofascial Anterior
  8. 8. Cadeia Miofascial Posterior
  9. 9. Sistema Reto Anterior Posterior Inspiratória(Pawlina, Olson, 1997 baseado em Souchard, 1998; Marques, 2000; Santos, 2002; Paiva, 2003)
  10. 10. Cadeias MuscularesCadeias Estáticas: compostode músculos anti-gravitacionais ou posturais.
  11. 11. Estática e Dinâmica Não existe estática corporal pura, comotambém não existe movimento coordenado sem uma prévia estabilização.O sistema tônico postural estabiliza, apóia, inicia, guia e equilibra o movimentocorporal. A postura vertical é um conjunto de micromovimentos permanentes e adaptativos, que utiliza referências sensoriais múltiplas para seu controle.
  12. 12. Cadeias MuscularesCadeias Dinâmicas:composto de músculosque produzemmovimentos de grandeamplitude.
  13. 13. Sistema Cruzado do Tronco• Cadeia Cruzada Anterior Direita;• Cadeia Cruzada Posterior Direita;• Cadeia Cruzada Anterior Esquerda;• Cadeia Cruzada Posterior Esquerda.
  14. 14. Sistema Cruzado do Tronco “De ambos os lados há uma organização simétrica, duas camadas musculares cruzadas, uma para a flexão, outra para a extensão. Quando há torção, a camada para a flexão de um lado trabalha com a camada para extensão do lado oposto de forma indissociável. “Cada lado duas camadas: Superficial e ProfundaOrigem: PelveTérmino: Ombro Oposto
  15. 15. Sistema Cruzado do TroncoEixo de Torção Centro de Torção Eixo oblíquo desde a O centro de torção está cabeça umeral até a sobre a linha que liga o cabeça femoral oposta. umbigo a L3 na horizontal, com a linha da gravidade.
  16. 16. Sistema Cruzado do TroncoC.C.A. C.C.P camada superficial:camada superficial: (oblíquos (fibras do quadrado lombar,externos, intercostais serrátil póstero-inferior,externos) intercostais internos)iniciam a torção anterior iniciam a torção posterior: recuo e abaixamento do hemitóraxcamada profunda: camada profunda: (oblíquos internos, (fibras do quadrado lombar)intercostais internos) terminam a torção posterior: recuo e subida daterminam a torção anterior hemipelve.
  17. 17. Sistema Cruzado do TroncoC.C.A.E. C.C.P.D. Intercostais (região Anterior  Intercostais (região D.) Posterior E.) Oblíquo Externo D.  Serrátil Póstero-inferior E. Oblíquo Interno E.  Quadrado lombar E. Fibras costo-lombares  Quadrado lombar D. Fibras ilio-lombares
  18. 18. Sistema Cruzado da CervicalC.C.A. C.C.P. Omo - hióideo;  Esplênio da cabeça; Digástrico;  Oblíquo superior da cabeça; Milohióideo;  Oblíquo inferior da cabeça; Temporal;  Trapézio; Esternocleidomastóideo.  Levantador da escápula;  Esplênio do pescoço.
  19. 19. Sistema Cruzado da CervicalEixo de Torção Centro de Torção Eixo oblíquo desde a O centro de torção está Mastóide até a cabeça sobre a linha que liga a da Clavícula oposta. C3 ao osso hioídeo na horizontal, com a linha da gravidade.
  20. 20. Membros Inferiores  Iliopsoas;  Pectínio;  Adutor Curto;  Adutor Longo;  Adutor Magno;  Grácil;  Quadríceps;  Tibial Anterior;  Extensor Longo do Hálux;  Extensor Longo dos Dedos;  Fibular Terceiro;  Fibulares Longo e Curto.
  21. 21. Membros Inferiores • Glúteo máximo; • Pelvitrocanterianos profundos; • Bíceps da coxa; • Semimembráceo; • Semitendíneo; • Poplíteo; • Gastrocnêmio; • Flexor longo dos dedos; • Flexor longo do hálux.
  22. 22. Membros Superiores • Peitoral maior; • Peitoral menor; • Serrátil anterior; • Trapézio descendente / ascendentes; • Latíssimo do dorso; • Infra-espinal; • Redondo maior; • Redondo menor. Mazzola & Zaparoli
  23. 23. Membros Superiores  Flexor radial do carpo;  Flexor ulnar do carpo;  Flexor superficial dos dedos;  Flexor profundo dos dedos;  Extensores do punho e dos dedos  Abdutor longo do polegar;  Abdutor curto do polegar;  Adutor do polegar;  Oponente do polegar;  Flexor curto do polegar;  Flexor longo do polegar;  Flexor curto dedo mínimo; Deltóide;  Oponente dedo mínimo; Coracobraquial;  Abdutor dedo mínimo; Bíceps do braço;  Interósseos dorsais; Tríceps do braço  Interósseos palmares; Braquial;  Lumbricais. Braquiorradial; Pronador redondo;
  24. 24. Mecanismo Adaptativo Lesão ou Dor Primária Lesões e Dores SecundáriasPosição Antálgica Alterações Morfo-funcionais Compensações
  25. 25. Princípios de Tratamento PosturamentoPosturas ativas, isométricas no sentido excêntrico dascadeias miofasciais, sempre em decoaptação articular,progressivas, buscando ir da conseqüência até a causa do problema.
  26. 26. Primeira lei de F.M.“Toda tentativa de correção local irágerar uma compensação à distância”
  27. 27. Segunda lei de F.M.“Toda tentativa de tensionamentode uma cadeia muscular resulta emuma tendência de rotação internados membros”
  28. 28. Terceira lei de F.M.“Toda tentativa de tensionamentode uma cadeia muscular tende àum bloqueio respiratório em apnéiainspiratória”
  29. 29. Princípios de Tratamento1. Respiração Livre;2. “Auto-crescimento”;3. Simetria (SR);4. Equilíbrio Muscular.
  30. 30. Abordagem da TridimensionalidadeA Individualidade Todo ser é único e indivisível e manifestará sua patologia de maneira única e individual.A Causalidade Observar as alterações posturais partindo do efeito até a causa.A Globalidade Corrigir ao mesmo tempo a sintomatologia, as fixações e a causa de uma patologia.
  31. 31. Reeducação Postural Global ÂNGULO ABERTO ÂNGULO FECHADO1. D.D. 1. D.D.2. EM PÉ, COM APOIO 2. SENTADA3. EM PÉ, SEM APOIO 3. EM PÉ, INCLINADO
  32. 32. Reeducação Postural Global
  33. 33. Coluna Vertebral Visão Geral
  34. 34. Coluna Vertebral Funções Estática – Capacidade de suportar carga. Cinética – Permite adaptação ao movimento. Proteção ao sistema nervoso (medula).
  35. 35. Coluna Vertebral Estática – Capacidade de suportar carga.Quando a coluna é o tutor do tronco, este é controlado pela musculatura tônica, essencialmente constituída pelos transversos espinais que, em uma ação unilateral, gera uma latero-flexão e rotação para o lado oposto.
  36. 36. Coluna Vertebral Cinética – Permite adaptação ao movimento.Quando a coluna é a articulação de movimentos do tronco, ela é mobilizada pela musculatura dinâmica: longo do tórax, iliocostal e espinal do tórax que, em uma função unilateral, causa latero-flexão e rotação para o mesmo lado. Longo do Iliocostal do Iliocostal Espinal do Tórax Tórax Lombar Tórax
  37. 37. Escoliose
  38. 38. História
  39. 39. DefiniçãoEscoliose se define como um desvio lateral da Coluna Vertebral, parcialmente estrutural, que não pode voltar a endireitar-se completamente.
  40. 40. HistóriaEscoliose se define como um desvio lateral da Coluna Vertebral, parcialmente estrutural, que não pode voltar a endireitar-se completamente. (Galeno de Pérgamo - 129/199 dC – “De Anatomicis Administratonibus”)
  41. 41. Escoliose Definição“É uma deformidade ântero-posterior em lordose, causada por um movimento em torção de todo segmento raquidiano. Essa deformidade se expressa lateralmente e trata-se de uma curva reversa.” (Perdriolle)
  42. 42. Plano Sagital
  43. 43. Plano Frontal / Transversal
  44. 44. A escoliose funcionalCaracteriza-se por posição viciosa escoliótica, não demonstrando ao exame radiológico sinais de deformação e ao exame clínico nenhuma evidência de giba .
  45. 45. Diagnóstico DiferencialA escoliose funcional: Escoliose: Redutível;  *Irredutível; *Ausência de  Presença de gibosidade; gibosidade;  Rotação e Inclinação Rotação e Inclinação para o lados opostos; para o mesmo lado;  Geralmente evolutiva. Não evolutiva.
  46. 46. Etiologia• Defeitos dos Corpos Vertebrais; • Congênita;• Afecções Neurológicas; • Paralítica;• Afecções Musculares; • Estática;• Neurofibromatoses; • De Cicatrizes;• Mesenquimopatias; • Antálgica;• Traumáticas: • Doenças de Sistemas; • Intervenções Cirúrgicas; • Histérica; • Fraturas. • Genética;• Osteopática; • Idiopática (70 – 75%).
  47. 47. A Rotação do Corpo VertebralO corpo vertebral encontra-se rodado para o lado da convexidade da curva, enquanto as espinhosas rodam para a concavidade.
  48. 48. Alterações RespiratóriasA Escoliose proporciona deficiência na expansibilidade torácica, alterando negativamente a complacência toracopulmonar e a ventilação com diminuição da capacidade vital.
  49. 49. Alterações Respiratórias• Freqüência Respiratória Aumentada;• Diminuição do Volume de Reserva Expiratório;• Comprometimento dos Músculos Acessórios;• Alteração da Biomecânica do Diafragma.
  50. 50. Alterações RespiratóriasLado Côncavo: as costelas estão em posição expiratória, embora verticais demais.Lado Convexo: a horizontalização das costelas limita o movimento que poderia aumentar o diâmetro transverso do tórax.
  51. 51. Aspectos Radiológicos• Topografia;• Ângulo de Cobb;• Rotação: – Nash-Moe – Perdriolle• Bending – test;
  52. 52. Grau de Risser
  53. 53. Eixo de referência
  54. 54. Topografia Segundo Posenti:  Escoliose Escoliose Escoliose Escoliose Torácica Tóraco- Lombar em “S” 25% Lombar 25% 30% 19%
  55. 55. Avaliação da Rotação do Corpo VertebralNash - Moe
  56. 56. Avaliação da Rotação do Corpo VertebralPerdriolle
  57. 57. A Medida das CurvasUma curva escoliótica é delimitada por duas vértebras limites e uma ou duas apicais.Vértebras Limites ou Terminais;Vértebra Ápice ou Apical;Vértebra de Transição (Neutra).
  58. 58. Ângulo de Cobb
  59. 59. Aspectos radiológicosBending – Test. Ângulo Cobb em bendingR=1- __________________________________ Ângulo Cobb
  60. 60. A evolução da EscolioseÉ fato que escolioses aparentemente semelhantes entre si podem evoluir de maneira completamente diversa.
  61. 61. As Indicações Terapêuticas Tratamento Cirúrgico Tratamento Ortopédico com Protetores Tratamento Cinesioterápico
  62. 62. O Tratamento Cinesioterápico Ganho de flexibilidade; Favorecer a redução da curva; Desacelerar a evolução da curva; Reequilíbrio das massas paravertebrais; Efetuar uma reeducação neuromuscular; Criar automatismos subseqüentes; Oferecer meios de manutenção; Integração da correção postural.
  63. 63. Cinesioterapia Integral
  64. 64. Cinesioterapia Integral
  65. 65. Cinesioterapia Integral
  66. 66. Cinesioterapia Integral
  67. 67. Cinesioterapia Integral
  68. 68. Cinesioterapia Integral
  69. 69. Cinesioterapia Respiratória Conscientização em 3 tempos; Co – Contração Abdominal; Estimulação Costal.
  70. 70. Liberação Miofascial
  71. 71. Liberação Miofascial
  72. 72. Liberação Miofascial
  73. 73. Técnicas Neuromusculares IliopsoasContração Isométrica (Excêntrica) do Iliopsoas do lado da concavidade lombar.
  74. 74. Técnicas Neuromusculares Iliopsoas
  75. 75. Técnicas Neuromusculares Latíssimo do DorsoContração Isométrica (Excêntrica) do Latíssimo do Dorso do lado da convexidade torácica.
  76. 76. Técnicas Neuromusculares Latíssimo do Dorso
  77. 77. Técnicas Neuromusculares Peitoral MaiorContração Isométrica (Excêntrica) do Peitoral Maior do lado da concavidade torácica.
  78. 78. Técnicas Neuromusculares Peitoral Maior
  79. 79. Técnicas Neuromusculares Quadrado LombarContração Isométrica (Excêntrica) do Quadrado Lombar do lado da concavidade lombar.
  80. 80. Técnicas NeuromuscularesQuadrado Lombar
  81. 81. RPG ÂNGULO ABERTO ÂNGULO FECHADO1. D.D. 1. D.D.2. EM PÉ, COM APOIO 2. SENTADA3. EM PÉ, SEM APOIO 3. EM PÉ, INCLINADO
  82. 82. RPG 1ª postura em ângulo aberto• Coluna apoiada perto de uma posição fisiológica;• Rotação externa de coxa e ligeira flexão de coxa e de perna;• Planta dos pés unidas. Fabio Mazzola
  83. 83. RPG 1ª postura em ângulo aberto• Coluna apoiada perto de uma posição fisiológica;• Coxas em posição neutra e pernas estendidas;• Dorsiflexão. Fabio Mazzola
  84. 84. RPGFabio Mazzola
  85. 85. RPG1ª postura em ângulo fechado • Coluna apoiada perto de uma posição fisiológica; • Rotação externa e flexão (≈90°) de coxa; • Ligeira flexão de perna; • Dorsiflexão (calcanhar- calcanhar). Fabio Mazzola
  86. 86. RPG1ª postura em ângulo fechado • Coluna apoiada perto de uma posição fisiológica; • Coxa em 90° de flexão e pernas estendidas; • Pés unidos e dorsiflexão. Fabio Mazzola
  87. 87. RPGFabio Mazzola
  88. 88. RPG
  89. 89. Posturas de Tratamento POSTURA LATERAL POSIÇÃO: Decúbito dorsalIDEAL • cabeça inclinada a E. • respiração relaxante • MS D. em abdução máxima, MS E. ao longo do corpo • MI D. em adução máxima, com joelho flexionado.
  90. 90. Posturas de Tratamento POSTURA CRUZADA POSIÇÃO: Decúbito dorso-lateralIDEAL • cabeça no eixo e de acordo com os MMSS • ombros apoiados • respiração relaxante • Tornozelo em dorsi-flexão • MSE com cotovelo estendido e ombro com 90° de abdução • MIE 180° de coxofemoral • Do lado direito MS e MI extendidos com ombro abduzido em 135°. = esquerda = direita
  91. 91. Fábio Mazzola
  92. 92. f.mazzola@uol.com.br f.mazzola@uol.com.brwww.libertypilates.com.brwww.libertypilates.com.brwww.mazzolaezaparoli.com.br Fábio Mazzola

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