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Aula Ministrada na Liberty Pilates com o Tema - Acometimentos da Coluna Vertebral.
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  • • A utilização da eletromiografia na análise postural teve início após a Segunda Guerra Mundial. A definição de postura pode ser mais ampla ou restrita dependendo do que queremos. No seu sentido mais restrito pode ser entendida como a atitude ereta e bem balanceada do indivíduo em posição "normal". Neste sentido, a eletromiografia da postura encarregar-se-á da manutenção da postura ereta com relação à força da gravidade. Não podemos esquecer que há uma multiplicidade de posições "normais" bípede, sentado, reclinado, etc. • Os problemas da postura estática giram em torno do axioma de que o equilíbrio do corpo humano e de suas partes articuladas depende de uma fina neutralização das forças da gravidade. A postura mais simples em que o homem consegue equilíbrio é na posição de decúbito. Esta é a posição normal durante o primeiro ano de vida e mais ou menos da metade do resto das nossas vidas. Quando deitamos levamos o centro de gravidade do corpo o mais perto possível de superfície de sustentação. A postura ereta é a que representa menor gasto de energia. A postura ereta normal é aquela em que uma linha imaginária desce pelo centro do corpo tendo como referência lateralmente: 1) a apófise mastóide; 2) à frente da articulação do ombro; 3) corpo das vértebras lombares; 4) à frente da articulação do joelho; e, 5) na articulação do tarso
  • Curvas primárias são mais rígidas, os corpos vertebrais são cuneiformes para frente criando a concavidade anterior; Curvas secundárias são flexíveis mas frágeis, os discos são cuneiformes para trás, formando a convexidade anterior, são as únicas a terem músculos inseridos nos corpos anteriormente. Vértebras de Transição: T1, T12 e L5. R= N ² + 1
  • Figura 138 pág. 220 Tribastone
  • Figura 142 pág. 226 Tribastone
  • Fig. 146 pág. 232 Tribastone
  • Lordose Hiperlordose é o menos freqüente dos desvios posturais. Geralmente resulta de alterações na força, atividade ou comprimento dos músculos abdominais, espasmo dos músculos extensores da coluna ou contratura em flexão do quadril(37,38). Raramente é o problema primário, exceto nos casos de fusão vertebral posterior congênita, após procedimento de shunt lomboperito         neal para o tratamento de hidrocefalia e em acondroplasia com estenose vertebral(39). Lordose acentuada pode levar à falência cardiopulmonar, dor nas regiões torácica e lombar e comprometer a deambulação. A lordose lombar, por si só, raramente requer tratamento, exceto em situações onde ela é a deformidade primária. É usualmente secundária à cifose torácica e, se não é, pode ser corrigida adequadamente com exercícios terapêuticos programados para fortalecimento da musculatura abdominal e manutenção da inclinação pélvica(38). O uso de órteses raramente é necessário(39). Uma grave lordose lombar em criança, sem evidência de doença neuromuscular, pode corrigir-se espontaneamente, sem nenhum tipo de tratamento. Hiperlordose postural no jovem em crescimento responde aos exercícios fisioterápicos ou pode ser apenas observada evolutivamente( 40).
  • Cifose Juvenil A cifose é outra deformidade muito freqüente na infância e adolescência. Muitas vezes é confundida com vício postural e assim o diagnóstico precoce é negligenciado. A postura viciosa pode ser uma manifestação de alterações morfológicas graves na coluna vertebral. O diagnóstico e tratamento precoces dos pacientes com dorso curvo produzem uma correção satisfatória da deformidade. A etiologia da deformidade de Scheuermann(29) é desconhecida, havendo poucos estudos sobre a patogenia deste problema(30,31). Várias teorias já foram propostas, porém nenhuma delas foi amplamente aceita até hoje. O fator genético não foi estabelecido embora tenha descrição da ocorrência de vários casos em uma mesma família. É interessante ressaltar a grande incidência da cifose de Scheuermann nas doenças endócrinas ou metabólicas – síndrome de Turner, espru não-tropical e fibrose cística(32). Estudos histológicos não têm comprovado a presença de necrose avascular ou de alterações inflamatórias no osso, disco ou cartilagem(33). Quadro Clínico As manifestações iniciais relacionam-se com a deformidade, com ou sem dor no vértice da cifose. A maior incidência de dor ocorre no início da adolescência, em torno de 50%(34), e é mais freqüente nos pacientes com cifose afetando a 1.ª e 2.ª vértebras lombares e naqueles em que a cifose é fixa. Exame Físico Ao exame físico observamos facilmente o aumento da cifose torácica e lordose lombar normal (Figura 15). FIGURA 15 – Exame do paciente em perfil mostrando aumento da cifose torácica e lordose lombar. A cifose pode mostrar perda de sua mobilidade e não se corrigir por completo quando o paciente faz a hiperextensão torácica. A lordose lombar não é morfológica, logo se corrige pela flexão do tronco para a frente (Figura 16). Algumas vezes observa-se uma pequena escoliose, com discreta proeminência costal. São freqüentes as retrações musculares e as contraturas aparentes, particularmente observadas nos músculos peitorais e isquiossurais, projetando a cintura escapular para a frente e limitando a elevação da perna estendida. Avaliação Radiológica As alterações radiológicas típicas da cifose de Scheuermann raramente aparecem antes dos 12 anos de idade. Scheuermann(29), em 1920, mostrou pela primeira vez as alterações radiológicas da deformidade. As características dos corpos vertebrais secundários à cifose de Scheuermann são: vértebras em cunha, nódulos de Schmorl e as placas terminais irregulares. Em 20% a 30% dos pacientes observa-se uma discreta escoliose (10 o a 20o) com ou sem rotação vertebral(35). Os melhores critérios para o diagnóstico da enfermidade de Scheuermann clássica são: a) placas terminais vertebrais irregulares; b) estreitamento aparente do espaço discal; c) uma ou mais vértebras em cunha de 5o ou mais; d) aumento da cifose dorsal normal (Figura 17). Uma cifose acima de 40o no paciente em crescimento é anormal. Não se conhecem os ângulos normais da lordose lombar(35). Diagnóstico Diferencial A enfermidade de Scheuermann deve ser distinguida da deformidade de dorso curvo postural. No último caso, mostra somente um aumento discreto a moderado da cifose dorsal e uma lordose lombar acentuada. A cifose é flexível, corrigindo-se voluntariamente, não apre- sentando contraturas musculares. O estudo radiológico não mostra alterações vertebrais. Outros tipos de cifose devem ser considerados: espondilites infecciosas, lesões traumáticas da coluna vertebral, porém, nestes casos, geralmente apenas uma vértebra é afetada, fraturas por compressão múltipla da coluna, osteocondrodistrofia, cifose pós-laminectomia, tumores e deformidades congênitas da coluna vertebral. As anomalias lombossacrais devem ser sempre descartadas. Uma espondilolistese em L5 – S1 pode produzir lordose lombar acentuada e, por conseguinte, uma cifose torácica compensadora. Estes pacientes podem ser totalmente assintomáticos, apresentando apenas a deformidade de dorso curvo. Em meninos, a possibilidade de espondilite anquilosante deve ser afastada. Complicações da Doença de Scheuermann Uma cifose de menos de 40o raramente tem importância estética. Entretanto, se acurva evolui, a deformidade clínica será mais acentuada, inclusive na criança obesa. As deformidades maiores de 65o são volumosas, aumentam a lordose compensadora e provocam a projeção da coluna cervical para a frente, ocasionando um aspecto estético extremamente desagradável. Curvas desta magnitude podem continuar evoluindo mesmo depois do crescimento completo. A dor nas costas pode ser transitória, com ou sem tratamento. As complicações neurológicas, ainda que raras, já foram descritas(36). Orientação Terapêutica O tratamento da deformidade de Scheuermann evita não só uma deformidade torácica com aspectos psicológicos importantes, como também uma incapacitante dor nas costas no futuro. As indicações para o tratamento da cifose em crianças são: 1) corrigir deformidade estética; 2) prevenir a progressão da deformidade; 3) aliviar os sintomas presentes; 4) evitar problemas posteriores derivados de uma doença não tratada.                           Podemos resumir, de maneira didática, a orientação terapêutica da cifose em:  . curvas de 20o a 40o COBB : normal  . curvas de 40o a 60o COBB : órtese e fisioterapia  . curvas acima de 60o COBB : cirurgia Também na cifose patológica, a fisioterapia isolada não produz bons resultados, porém é muito útil como complemento ao uso do colete de Milwaukee, corrigindo as contraturas musculares. Atualmente, os resultados apontam melhora de 40% da cifose de Scheuermann com este tipo de órtese. O colete deve ser usado 23 horas por dia, devendo o acompanhamento radiológico do paciente ser realizado de quatro em quatro meses. Com a estabilização da curva e o fim do crescimento o colete é descontinuado. Complicações pelo uso do colete de Milwaukee ocorrem quando o mesmo é mal confeccionado ou quando há correção excessiva da cifose produzindo uma lordose torácica. O tratamento cirúrgico raramente é necessário, e as indicações são: 1) cifose grave em paciente com crescimento completo; 2) dor acentuada e incapacitante na área da cifose e que não responde ao tratamento conservador; 3) sinais e sintomas neurológicos secundários à cifose.
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    1. 1. Acometimentos da ColunaVertebralFabio Mazzola
    2. 2. Fábio Mazzola Alterações Posturaiso Escoliose;o Pelve;o Alterações das curvas sagitais.
    3. 3. Fábio MazzolaPatologiaso Doença Degenerativa ou Artrósica;o Hérnias Discais;o Espondilólise e Espondilolistese;o Cervicalgia e Lombalgia;o Escoliose.
    4. 4. Fábio Mazzola PosturaNossa postura pode ser definida como a posição que nosso corpo adota no espaço, bem como a relação direta de suas partes com a linha do centro de gravidade. Para que possamos estar em boa postura, é necessário uma harmonia/equilíbrio do sistema neuromusculoesquelético.
    5. 5. Fábio MazzolaPosturaCada indivíduo apresenta características individuais de postura que podem vir a ser influenciada por vários fatores: anomalias congênitas e/ou adquiridas, obesidade, alimentação inadequada, atividades físicas sem orientação e/ou inadequadas, distúrbios respiratórios, desequilíbrios musculares, frouxidão ligamentar e doenças psicossomáticas.
    6. 6. Fábio MazzolaPosturaA boa postura é aquelaque melhor ajusta nossosistemamusculoesquelético,equilibrando e distribuindotodo o esforço de nossasatividades diárias,favorecendo a menorsobrecarga em cada umade suas partes.
    7. 7. Fábio MazzolaPostura X GravidadeO equilíbrio total passivo éimpossível, pois, os centrosde gravidade das partesdo corpo não coincidemcom a linha de gravidade.
    8. 8. Fábio Mazzola Postura X Gravidadeo O corpo encontra-se em equilíbrio quando a vertical abaixada do centro de gravidade cai em sua base de sustentação.o Para que o nosso corpo permaneça em condições de equilíbrio, todo o desequilíbrio deverá ser compensado com por um desequilíbrio inverso, no mesmo plano.
    9. 9. Fábio Mazzola
    10. 10. Fábio Mazzola Linha de GravidadeOs problemas da postura estática giram em torno do axioma de que o equilíbrio do corpo humano e de suas partes articuladas depende de uma fina neutralização das forças da gravidade.
    11. 11. Fábio Mazzola
    12. 12. Fábio Mazzola
    13. 13. Fábio Mazzola
    14. 14. Fábio Mazzola
    15. 15. Fábio MazzolaCadeia Miofascial Anterior
    16. 16. Fábio MazzolaCadeia Miofascial Posterior
    17. 17. Fábio MazzolaTrilhos Anatômicos
    18. 18. Fábio Mazzola Mecanismo Adaptativo Lesão ou Dor Primária Lesões e Dores SecundáriasPosição Antálgica Alterações Morfo-funcionais Compensações
    19. 19. Fábio Mazzola Alterações Posturaiso Escoliose;o Pelve;o Alterações das curvas sagitais.
    20. 20. Fábio MazzolaPatologiaso Doença Degenerativa ou Artrósica;o Hérnias Discais;o Espondilólise e Espondilolistese;o Cervicalgia e Lombalgia;o Escoliose.
    21. 21. Fábio Mazzola Coluna Vertebral Visão GeralFábio Mazzola
    22. 22. Fábio Mazzola Coluna Vertebral Funçõeso Estática – Capacidade de suportar carga.o Cinética – Permite adaptação ao movimento.o Proteção ao sistema nervoso (medula).
    23. 23. Unidade FuncionalDuas vértebras adjacentes e tecidos moles associados. Mazzola & Zaparoli
    24. 24. Mazzola & ZaparoliDiscos Intevertebrais
    25. 25. Mazzola & Zaparoli
    26. 26. Fábio Mazzola Coluna Vertebral Estática – Capacidade de suportar carga.Quando a coluna é otutor do tronco, este écontrolado pelamusculatura tônica,essencialmenteconstituída pelostransversos espinais queem uma ação unilateralgera uma latero-flexão erotação para o ladooposto.
    27. 27. Fábio Mazzola Coluna Vertebral Cinética – Permite adaptação ao movimento.Quando a coluna é aarticulação demovimentos do tronco,ela é mobilizada pelamusculatura dinâmica:longo do tórax,iliocostal, espinal dotórax, que em umafunção unilateralcausa latero-flexão e Longo do Iliocostal do Iliocostal Espinal dorotação para o Tórax Tórax Lombar Tóraxmesmo lado.
    28. 28. Fábio Mazzola Alterações Posturaiso Escoliose;o Pelve;o Alterações das curvas sagitais.
    29. 29. Fábio MazzolaEscoliose
    30. 30. Fábio MazzolaHistória
    31. 31. Fábio Mazzola HistóriaEscoliose se define como um desvio lateral da Coluna Vertebral, parcialmente estrutural, que não pode voltar a endireitar-se completamente.
    32. 32. Fábio Mazzola Escoliose Definição“É uma deformidade ântero-posterior em lordose, causada por um movimento em torção de todo segmento raquidiano. Essa deformidade se expressa lateralmente e trata-se de uma curva reversa.” (Perdriolle)
    33. 33. Fábio Mazzola
    34. 34. Fábio MazzolaPlano Sagital
    35. 35. Fábio MazzolaPlano Frontal / Transversal
    36. 36. Fábio MazzolaA Rotação do Corpo VertebralO corpo vertebralencontra-serodado para olado daconvexidade dacurva, enquantoas espinhosasrodam para aconcavidade.
    37. 37. Fábio MazzolaA escoliose funcionalCaracteriza-se porposição viciosaescoliótica, nãodemonstrando aoexame radiológicosinais de rotação eao exame clíniconenhumaevidência de giba .
    38. 38. Fábio MazzolaDiagnóstico DiferencialA escoliose funcional: Escoliose:o Redutível; o *Irredutível; o Presença deo *Ausência de gibosidade; gibosidade; o Presença deo Ausência de rotação; rotação; o Geralmente evolutiva.o Não evolutiva.
    39. 39. Fábio Mazzola Etiologiao Defeitos dos Corpos o Congênita; Vertebrais;o Afecções Neurológicas; o Paralítica;o Afecções Musculares; o Estática; o De Cicatrizes;o Neurofibromatoses; o Antálgica;o Mesenquimopatias; o Doenças de Sistemas;o Traumáticas: o Histérica; o Intervenções Cirúrgicas; o Genética; o Fraturas. o Idiopática (70 – 75%).o Osteopática; Fábio Mazzola
    40. 40. Fábio MazzolaAvaliação ClínicaExame clínico o Idade de diagnóstico; o Mensuração da altura em pé e sentado; o Avaliação postural; o Gibosidade (Teste de Adam); o Eixo occiptal; o Flechas clínicas sagitais; o Flechas clínicas frontais; o Ângulo de Tales; o Golpe de machado;
    41. 41. Fábio MazzolaAvaliação da Gibosidade
    42. 42. Fábio MazzolaAvaliação da Gibosidade
    43. 43. Fábio MazzolaAspectos radiológicoso Grau de Risser;o Topografia;o Rotação: o Nash-Moe o Pedriolleo Ângulo de Cobb;o Bending – test.
    44. 44. Fábio MazzolaGrau de Risser
    45. 45. Fábio MazzolaEixo de referência
    46. 46. Fábio Mazzola TopografiaEscoliose Escoliose Escoliose EscolioseTorácica Tóraco- Lombar em “S”25% Lombar 25% 30% 19%
    47. 47. Fábio Mazzola Avaliação da Rotação do Corpo VertebralNash - Moe
    48. 48. Fábio MazzolaAvaliação da Rotação do CorpoVertebralPerdriolle
    49. 49. Fábio MazzolaA Medida das CurvasUma curva escoliótica é delimitada por duas vértebras limites e uma ou duas apicais.Vértebras Limites ou Terminais;Vértebra Ápice ou Apical;Vértebra de Transição (Neutra).
    50. 50. Fábio MazzolaÂngulo de Cobb
    51. 51. Fábio Mazzola Bending - test Ângulo Cobb em bendingR=1- __________________________________ Ângulo Cobb em supino
    52. 52. A evolução da EscolioseÉ fato que escolioses aparentemente semelhantes entre si podem evoluir de maneira completamente diversa. Fábio Mazzola
    53. 53. Fábio Mazzola Alterações Posturaiso Escoliose;o Pelve;o Alterações das curvas sagitais.
    54. 54. Fábio MazzolaEquilíbrio Horizontal Pélvico
    55. 55. Fábio Mazzola
    56. 56. Fábio Mazzola
    57. 57. Fábio Mazzola
    58. 58. Fábio Mazzola
    59. 59. Fábio MazzolaCalcâneo valgo ou varo
    60. 60. Fábio MazzolaJoelho Plano Frontal
    61. 61. Fábio MazzolaJoelho Plano Sagital
    62. 62. Fábio MazzolaJoelho Plano Transversal
    63. 63. Fábio MazzolaFalso Varo
    64. 64. Fábio Mazzola Equilíbrio Sagital Pélvico
    65. 65. Fábio Mazzola
    66. 66. Fábio Mazzola
    67. 67. Fábio Mazzola Equilíbrio Horizontal
    68. 68. Fábio MazzolaHiperlordose LombarResultado de alterações nas forças, atividade ou comprimento dos músculos abdominais, espasmo dos músculos extensores da coluna ou contratura em flexão do quadril.
    69. 69. Fábio MazzolaHiperlordose Lombar
    70. 70. Fábio MazzolaRetificação Lombar
    71. 71. Fábio MazzolaLordose Diafragmática
    72. 72. Fábio MazzolaLordose Diafragmática
    73. 73. Fábio MazzolaLordose Diafragmática
    74. 74. Fábio MazzolaHipercifoseGeralmente resulta de alterações na força, atividade ou comprimento dos músculos respiratórios acessórios , fraqueza dos músculos extensores da coluna.
    75. 75. Fábio MazzolaHipercifose
    76. 76. Fábio MazzolaRetificação
    77. 77. Fábio MazzolaCifose de BisonAumento da curva em cifose na transição da cervical inferior e torácica alta, causada pela diminiução da mobilidade articular, somada ao acúmulo de tecido adiposo.
    78. 78. Fábio MazzolaCifose de Bison
    79. 79. Fábio MazzolaHipercifose / Scheuermann A etiologiada deformidadede Scheuermanné desconhecida,havendo poucosestudos sobre apatogenia desteproblema.
    80. 80. Fábio MazzolaHipercifose / Scheuermanno Quadro Clínico: o As manifestações iniciais relacionam-se com a deformidade, com ou sem dor no vértice da cifose. A maior incidência de dor ocorre no início da adolescência.
    81. 81. Fábio Mazzola Hipercifose / Scheuermanno Exame Físico: o A cifose pode mostrar perda de sua mobilidade e não se corrigir por completo quando o paciente faz a hiperextensão torácica.o Diagnóstico Diferencial: o A enfermidade de Scheuermann deve ser distinguida da deformidade de dorso curvo postural (hipercifose).
    82. 82. Fábio MazzolaColuna Cervical
    83. 83. Fábio MazzolaRetificação Cervical
    84. 84. Fábio MazzolaOmbros Vista Posterior
    85. 85. Fábio Mazzola
    86. 86. Fábio MazzolaOmbros Vista Lateral
    87. 87. Fábio Mazzola
    88. 88. Fábio MazzolaClavículas
    89. 89. Fábio Mazzola
    90. 90. Fábio MazzolaCabeça
    91. 91. Fábio MazzolaPatologiaso Doença Degenerativa ou Artrósica;o Hérnias Discais;o Espondilólise e Espondilolistese;o Cervicalgia e Lombalgia;o Escoliose.
    92. 92. Fábio MazzolaDoença Degenerativa ou ArtrósicaFormação de osteófitos ao longo do corpo vertebral, nas articulações zigoapofiseais, lâminas e ainda espessamento do ligamento amarelo. O seu quadro clínico é variável, dependendo do local em que foram acometidas as estruturas nervosas e vasculares decorrente das alterações osteodiscoarticulares.
    93. 93. Fábio MazzolaDoença Degenerativa ou Artrósica
    94. 94. Fábio MazzolaHérnias DiscaisO termo hérnia é o maisempregado para definir adiscopatia degenerativa.Hérnia é definida comouma ruptura ou protrusãoanormal de um órgão oude outra parte do corpoatravés de uma aberturaanormal ou natural daparede de uma cavidade.As primeiras rupturasobservadas são asconcêntricas,principalmente nas fibraspóstero-laterais do disco.
    95. 95. Fábio MazzolaHérnias Discais
    96. 96. Fábio MazzolaHérnias DiscaisA sintomatologiamanifesta-se quando asfibras internas se rompem,fazendo com que onúcleo passe pelas fibrasanulares que o recobrem.O núcleo só é extrusoquando há rupturacompleta das fibrasanulares.
    97. 97. Fábio MazzolaEspondilóliseA espondilólise é definida como uma alteração anatômica que provoca a descontinuidade dos pares interarticulares, podendo ser unilateral ou bilateral e estar associada ou não a espondilolistese, apresentando graus variados de separação.
    98. 98. Fábio MazzolaEspondilólise
    99. 99. Fábio Mazzola EspondilolisteseA espondilolistese é caracterizada por um deslizamento ou deslocamento anterior ou posterior de uma vértebra em relação à outra. - Grau I: onde ocorre um deslizamento de 25%;  - Grau II: deslizamento de 50%;  - Grau III: 75% e  - Grau IV: que apresenta deslizamento completo. Este último é nomeado por espondiloptose, ou seja, deslocamento completo de L5 à frente de S1
    100. 100. Fábio MazzolaEspondilolistese
    101. 101. Fábio Mazzola CervicalgiaSíndrome caracterizada por dor e rigidez transitória na região da coluna cervical, na maioria das vezes auto limitada. Acomete 12 a 34% de uma população adulta em alguma fase da vida, tendo maior incidência no sexo feminino.Os sintomas geralmente são causados por um espasmo muscular e/ou tração de suas raízes nervosas sendo que déficit neurológico é constatado em menos de 1% dos casos.
    102. 102. Fábio Mazzola LombalgiaLombalgia é dor, de duração variável, sensação de desconforto, tensão muscular ou rigidez localizada pela margem dorsal e acima da prega glútea inferior, com ou sem dor isquiática.
    103. 103. Fábio Mazzola
    104. 104. Fábio MazzolaConclusão Seja qual for o caso, devemos prevenir / tratar a deformidade raquidiana (ou outra qualquer possivelmente a ela associada), o mais precocemente possível, para que ela permaneça dentro de limites o mais próximos do normal, não se fixe, permaneça umacompensação da causa primária ou, em outras palavras, não se torne uma deformidade ou patologia.
    105. 105. Fábio Mazzola

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