Fabio MazzolaESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU - FISIOTERAPIA DO TRABALHO E ERGONOMIA - FEVEREIRO/2013
A Arte de Curar A cinesioterapiaédefinidaetimologicamentecomo a   arte de curar, utilizandotodas as técnicas do   movimen...
 AugusteGeorgii (1847),   aoutilizarotermo cinesioterapia,   propunhaestadefinição:“Otratamento das   doençasatravés do m...
 Boris Doltopropôsoutradefiniçãoopostaàprimeira,   que era a seguinte: ”A cinesioterapianãoé um   tratamentoatravés do mo...
Exercício Terapêutico Conceito também expressado pelo termo   Cinesioterapia, é o treinamento planejado e sistemático   d...
Aspectos da Função                Equilibrío /                 Controle                 PosturalDesempenho Muscular       ...
Tipos de Intervenções   Condicionamento aeróbico e recondicionamento;   Técnicas de alongamento;   Exercícios de desemp...
Tipos de Intervenções Técnicas de alongamento; Exercícios de desempenho muscular: força, potência e   treino de resistên...
Técnicas de Alongamento Propriedades dos tecidos moles; Conceito de termos relacionados; Determinantes, tipos e efeitos.
Propriedades dos tecidos moles Há necessidade de reconhecermos que as ações   estáticas e dinâmicas das unidades funciona...
Propriedades Musculares   Excitabilidade;   Contratilidade;   Elasticidade;   Tonicidade.             ProduzirMovimen...
Excitabilidade                      Inibição Recíproca:                         Reflexo Miotático;                      ...
Excitabilidade Inibição Recíproca:    Reflexo Miotático;    Reflexo Miotático Inverso;    Reflexo Flexor e Extensor cr...
Elasticidade
Pesquisa Científica
Tecido ConjuntivoO tecido conjuntivo é o componente anatômicoque envolve e une todas as células, estruturas esistemas do C...
Constituintes do Tecido Conjuntivo                Diferentes tipos de                  células;                Diferente...
Tecido Conjuntivo    Componente elástico:             Componentealteração temporária do              plástico:(permanente)...
Técnicas de Alongamento Propriedades dos tecidos moles; Conceito de termos relacionados; Determinantes, tipos e efeitos.
Conceito de termos relacionados  Flexibilidade / Elasticidade;  Retração Encurtamento;  Contratura / Distensão;
Técnicas de Alongamento Propriedades dos tecidos moles; Conceito de termos relacionados; Determinantes, tipos e efeitos.
Determinantes, tipos e efeitos Intensidade; Duração; Velocidade; Frequência; Abrangência.
Tipos de Intervenções Técnicas de alongamento; Exercícios de desempenho muscular: força, potência e   treino de resistên...
Exercícios de desempenho muscular     Imagens;
Desempenho muscular Capacidade do músculo de produzir trabalho   (força x distância)    Força (massa x aceleração);    ...
Exercício resistido Qualquer forma de exercício ativo na qual uma   contração muscular dinâmica ou estática é resistida  ...
Determinantes do exercícios resistidos       Intensidade;       Volume;       Ordem dos exercícios;       Frequência; ...
Tipos de exercícios resistidos Isométrico (estático);        Resistência constante;           Cadeia cinética aberta;  ...
Tipos de exercícios resistidos Isotônico (dinâmico);    Concêntrico;       Resistência constante;          Cadeia ciné...
Tipos de exercícios resistidos Isotônico (dinâmico);    Excêntrico;       Resistência constante;          Cadeia cinét...
Progressão do treinamento resistidoFatores                            ProgressãoIntensidade                        Submáxi...
Tipos de Intervenções Técnicas de alongamento; Exercícios de desempenho muscular: força, potência e   treino de resistên...
Técnicas de Inibição
Tipos de Intervenções Técnicas de alongamento; Exercícios de desempenho muscular: força, potência e   treino de resistên...
Exercícios de Estabilização Teoria de Lesão frente a Atividades de Flexão x   Extensão; 1980 – Surge o Conceito de Exerc...
História ..... 1980 Manobras de Contenção:    Enfatizar a retroversão pélvica;    Coluna neutra e trabalho de todos mús...
História Teoria de Lesão frente a Atividades de Flexão x   Extensão; 1980 – Surge o Conceito de Exercícios de   estabili...
Conceito de Estabilização 1990 Maior razão de lombalgias: inabilidade dos   abdominais e paravertebrais em prover a   est...
Coluna Instável e Estável Estabilização lombar é mantida e aumentada   pelo aumento da atividade dos músculos   intrínsec...
Conceito de EstabilidadeProcesso dinâmico queinclui posições estáticas emovimento controlado.Isso inclui um alinhamentoem ...
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Sistema Passivo
Estabilidade Postural da Coluna                                Sistema Ativo: Músculos;   Músculos Intrínsecos;         ...
Estabilidade Postural da Coluna
Estabilidade Postural da Coluna
Estabilidade Postural da Coluna Ativo: Músculos;Músculos Globais                    Músculos IntrínsecosCaracterísticas: ...
Estabilidade Postural da Coluna Ativo: Músculos;Músculos Globais                        Músculos IntrínsecosRegião Lombar...
Estabilidade Postural da Coluna Ativo: Músculos;Músculos Globais            Músculos IntrínsecosRegião Cervical          ...
Pressão Intra - Abdominal                         DiafragmaTransverso do Abdome                      Coluna VertebralOblíq...
Power House / Core
Controle MotorEstabilidade Postural     da Coluna    Sistema Passivo:     vértebras, discos      intervertebrais,        ...
Estabilidade Postural da Coluna   Controle Motor:                   Controle Antecipatório:       Os Músculos do tronco...
Controle Antecipatório  Mecanismos antecipatórios ativam     resposta posturais de todos os   músculos do tronco, preceden...
InstabilidadeHá vários graus de   instabilidade, que podem   ser prevenidas e tratadas   como aumento da ZONA   NEUTRA
LombalgiaLombalgia é dor, de duração variável, sensação de   desconforto, tensão muscular ou rigidez localizada   pela mar...
CervicalgiaSíndrome caracterizada por dor e rigidez transitória na    região da coluna cervical, na maioria das vezes auto...
Zona Neutra (Coluna Neutra) Área que fica na ADM média  de um segmento da coluna   onde nenhuma estrutura  osteoligamentar...
Zona NeutraO aumento da Zona Neutra apresentaráinstabilidade e pode ser decorrente de     múltiplos fatores, tais como:   ...
Princípios de Prevenção e  Suporte Passivo:                         Tratamento Suporte externo com o    objetivo de gerare...
Suporte ativoTreinamento dinâmico  da musculatura local(intrínseca) e equilíbrioda musculatura global.
Princípios de Prevenção e TratamentoColuna Lombar                                     Ativação da Musculatura Ativar Tra...
Diretrizes da Estabilização Segmentar          Desenvolver a percepção das contrações musculares e posição           da c...
Diretrizes da Estabilização Segmentar       1. Comece treinando a conscientização de          movimentos seguros da coluna...
Diretrizes da Estabilização Segmentar       4. Aumente as repetições para melhorar a capacidade          de sustentação (r...
Diretrizes da Estabilização Segmentar       6. Progrida para o movimento de uma posição para          outra com movimentos...
Estágio 1O treinamento cinestésico para o senso de movimentos e    posições seguras precisa preceder o treinamento de    e...
Estágio 2A ativação dos músculos estabilizadores profundos (intrínsecos) do    tronco, especificamente do Transverso do Ab...
Estágio 3Os movimentos dos membros são acrescentados ao   programa de estabilização para reforçar a ativação   muscular in...
Estágio 3Os exercícios que requerem estabilização contra forças   rotacionais no plano transverso sobre a pelve   ativam, ...
Estágio 4Assim que o controle da posição for estabelecido e o    paciente puder ativar os músculos estabilizadores,    aum...
Estágio 4A fadiga é determinada pela inabilidade dos músculos do    tronco e cervical de estabilizar a coluna em posição  ...
Estágio 4 Outro modo de desenvolver resistência nos   músculos intrínsecos é começar o exercício no nível   mais difícil ...
Estágio 5Contrações isométricas alternantes entre antagonistas   e estabilização rítmica dos músculos do tronco   contra r...
Estágio 6Uma estabilização de transição se desenvolve à medida  que o individuo passa de uma posição para outra  com os mo...
Estágio 7A Atividade de perturbação (equilíbrio), em que o   exercício é feito contra forças desestabilizadoras ou   em su...
Tipos de Intervenções Técnicas de alongamento; Exercícios de desempenho muscular: força, potência e   treino de resistên...
Treinamento Funcional
Contatos    Fabio Mazzola f.mazzola@uol.com.br www.mazzolaezaparoli.com.br Facebook:      Fabio Mazzola      RPG Maz...
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  • Uma Estrutura é estável desde que a linha de gravidade do centro de massa localize-se dentro da base de apoio
  • Segundo Panjabi10, a estabilidade da coluna decorre da interação de três sistemas: passivo, ativo e neural. O sistema passivo compõe-se das vértebras, discos intervertebrais, articulações e ligamentos, que fornecem a maior parte da estabilidade pela limitação passiva no final do movimento. O segundo, ativo, constitui-se dos músculos e tendões, que fornecem suporte e rigidez no nível intervertebral, para sustentar forças exercidas no dia-a-dia. Em situações normais, apenas uma pequena quantidade de co-ativação muscular, cerca de 10% da contração máxima, é necessária para a estabilidade. Em um segmento lesado pela frouxidão ligamentar ou pela lesão discal, um pouco mais de co-ativação pode ser necessária. O último sistema, o neural, é composto pelos sistemas nervosos central e periférico, que coordenam a atividade muscular em resposta a forças esperadas ou não, fornecendo assim estabilidade dinâmica. Esse sistema deve ativar os músculos corretos no tempo certo, para proteger a coluna de lesões e permitir o movimento.
  • Segundo Panjabi10, a estabilidade da coluna decorre da interação de três sistemas: passivo, ativo e neural. O sistema passivo compõe-se das vértebras, discos intervertebrais, articulações e ligamentos, que fornecem a maior parte da estabilidade pela limitação passiva no final do movimento. O segundo, ativo, constitui-se dos músculos e tendões, que fornecem suporte e rigidez no nível intervertebral, para sustentar forças exercidas no dia-a-dia. Em situações normais, apenas uma pequena quantidade de co-ativação muscular, cerca de 10% da contração máxima, é necessária para a estabilidade. Em um segmento lesado pela frouxidão ligamentar ou pela lesão discal, um pouco mais de co-ativação pode ser necessária. O último sistema, o neural, é composto pelos sistemas nervosos central e periférico, que coordenam a atividade muscular em resposta a forças esperadas ou não, fornecendo assim estabilidade dinâmica. Esse sistema deve ativar os músculos corretos no tempo certo, para proteger a coluna de lesões e permitir o movimento.
  • Bergmark12propôsoconceito de váriosmúsculos com diferentespapéisnaestabilidadedinâmica. A hipóteseéquehádoissistemasatuandonaestabilidade. O global consiste de grandesmúsculosprodutores de torque, atuando no troncoenacolunasemseremdiretamenteligados a ela. São elesoreto do abdome (RA), ooblíquoexterno (OE) e a parte torácica do iliocostallombar. Fornecemestabilidadeaotronco, nãosendocapazes de influenciardiretamente a coluna. O sistema local éformadopormúsculosligadosdiretamenteàvértebraeresponsáveispelaestabilidadeecontrolesegmentar. Taismúsculossãoomultífidolombar (ML), otransverso do abdome (TA) e as fibrasposteriores do oblíquointerno (OI). O quadradolombar (QL) também tem funçõesestabilizadoras, discutidasabaixo.MultífidolombarnaestabilidadeOs músculoslombaresestabilizamosegmento lombar12. Alguns, contudo, têm um potencialmaiorecontribuemmaisespecificamentenaestabilidade. Um estudomostrouqueo ML écapaz de fornecerrigidezecontrole de movimentonazona neutra13. Consisteempequenosfeixesdirigidos do sacroà C2, atingindoseumáximodesenvolvimentonalombar. No sacro, origina-se dasuperfície posterior e medial daespinhailíacapóstero-superior eligamentossacroilíacosposteriores. Na inserção, abrangeduas a quatrovértebras, inserindo-se no processoespinhoso de umavértebra acima14.Wilkeet al.15observaramque, próximoà L4-L5, o ML contribui com 2/3 do aumentodarigidezsegmentarresultantedacontração. Assim, qualquerlesão no segmentopodecomprometer a estabilidade16. Evidenciou-se uma forte relação entre a máfuncionalidade do ML e a recorrênciadadorapóscirurgia discal17.Estudos16,18,19mostraramqueocorreumadisfunção do ML após um primeiroepisódio de lombalgia unilateral. Umarápidaatrofia no ML foidemonstradaipsilateralmenteao local de dorpormeio de ultra-som18. Hides et al.16notaramque a recuperação do ML nãoocorreespontaneamentenaremissãodador. Acredita-se quepossíveismecanismospara a atrofiasejam a inibiçãoreflexaou a inibiçãodador via arco reflexo18. Emvirtude dos efeitosindiretosdainibiçãoteremsidovistosnaausência de dor, omecanismomaisprovávelfoioreflexo de inibição19.Uma das explicaçõespara a altataxa de recidivasemlombálgicospode ser ofato de o ML nãorecuperaro volume mesmoapós a reduçãodador, comprometendo a estabilidade16. Hides et al.20mostraramqueosexercíciosespecíficos de ESL parao ML podemaumentarseu volume emlombálgicos, diminuindo a atrofia. Nesseestudo, indivíduos com oprimeiroepisódio de lombalgia unilateral com atrofia do ML foramdivididosemgrupocontrole, recebendoorientação postural ecuidados, etratadosrealizandotreinamentoespecíficoparao ML. Nosdoisgruposnotaram-se melhorasnadoremquatrosemanas. No controle, a área de secçãotransversa (AST) do ML permaneceuinalteradaapósquatrosemanas, aopassoque, no tratado, a AST voltouaosníveisnormaisapósquatrosemanas de tratamento. Um acompanhamentoemlongoprazorevelouque 84% dos pacientes do controletiveramrecorrência dolorosa em um ano, contrastando com 30% do tratado. Ainda, ocontrolemostrounovevezesmais chances de recidiva do queogruposubmetidoà ESL, apóstrêsanos.Transverso do abdomecomoestabilizadorO TA atuaprimariamentenamanutençãodapressão intra-abdominal (PIA), aoconferirtensãoàvértebralombarpormeiodafásciatoracolombar (FTL)21. As fibras do TA corremhorizontalmenteaoredor do abdome, ligando-se via FTL aoprocessotransverso de cadavértebra lombar22. O aumentona PIA enatensãoda FTL foiinicialmenteatribuídoàdiminuiçãodacarganacolunapormeiodaprodução de um momento extensor do tronco23. Essateoriafoi largamente refutada24e, subseqüentemente, cresceu a idéia de que a contração do TA pudesseaumentar a estabilização25. McGill e Norman25sugeriramque a contração do TA cria um cilindro, resultandoemrigidezespinhal. Do mesmomodo, espera-se que a tensão lateral pormeio do processotransversodavértebraresulteemlimitaçãodatranslaçãoedarotação vertebral26.Háevidencias de queo TA eosmúsculosprofundoslombaressãopreferencialmenteafetadosnapresença de lombalgia16, dorlombar crônica27e instabilidade28. Hodges e Richardson29observaramqueo TA se ativa antes do deltóidenaflexão, extensãoeabdução do ombroemindivíduossemlombalgia, demonstrando a antecipaçãodessemúsculonaregiãolombarparaosmovimentos do membro superior. Emsujeitoslombálgicos, a ativação do TA foimaislentaqueodeltóidenosmesmosmovimentos. Notou-se queo RA, OE e OI raramenteprecediamomovimento do membro. Houveentão fortes indicativos de quehádiferença de função entre osabdominaissuperficiaiseprofundos no sentidoda ESL.O TA tem um papel fundamental naantecipação. Previamenteàexecução de movimentosgerais, essemúsculoativa-se, evitandoperturbaçõesposturais. Essasrespostasqueantecedemomovimentopodem ser pré-programadaspelosistemanervoso central einiciadascomo parte de um comando motor para a ação.Hides et al. observaram, correlacionando ultra-someressonânciamagnética, que a corretacontração do TA melhorava a estabilidade lombar30. Emoutrotrabalho, a ativação do TA diminuiusignificativamente a lassidãosacroilíaca, oquenãofoiobservadoquandoosoutrosmúsculosabdominais se contraíram31.
  • Segundo Panjabi10, a estabilidade da coluna decorre da interação de três sistemas: passivo, ativo e neural. O sistema passivo compõe-se das vértebras, discos intervertebrais, articulações e ligamentos, que fornecem a maior parte da estabilidade pela limitação passiva no final do movimento. O segundo, ativo, constitui-se dos músculos e tendões, que fornecem suporte e rigidez no nível intervertebral, para sustentar forças exercidas no dia-a-dia. Em situações normais, apenas uma pequena quantidade de co-ativação muscular, cerca de 10% da contração máxima, é necessária para a estabilidade. Em um segmento lesado pela frouxidão ligamentar ou pela lesão discal, um pouco mais de co-ativação pode ser necessária. O último sistema, o neural, é composto pelos sistemas nervosos central e periférico, que coordenam a atividade muscular em resposta a forças esperadas ou não, fornecendo assim estabilidade dinâmica. Esse sistema deve ativar os músculos corretos no tempo certo, para proteger a coluna de lesões e permitir o movimento.
  • Sugere-se que os três sistemas de estabilização, passivo, ativo e neural, sejam interdependentes, e que um sistema possa compensar défices em outro. A instabilidade poderia ser o resultado de uma lesão tecidual, tornando o segmento mais instável, com força ou resistência (endurance) insuficientes, ou fraco controle muscular10. Instabilidade pode ser definida como diminuição na capacidade de estabilizar os sistemas da coluna para manter as zonas neutras dentro de limites fisiológicos, sem deformidade, sem deficit neurológico ou sem dor incapacitante.A instabilidade lombar tem sido sugerida como causa de desordens funcionais e tensões, assim como dor. A força de deformação dos ligamentos e dos discos induzida por cargas passivas da coluna dessensibiliza os mecanoceptores teciduais, diminuindo ou eliminando a força estabilizadora muscular reflexa no ML34. Panjabi propôs que a disfunção muscular ao longo do tempo pode levar à lombalgia crônica via lesão adicional de mecanoceptores e inflamação do tecido neural35
  • ExercíciosespecíficosparaosestabilizadoreslombaresHáevidências de queosexercíciostradicionaisprescritospara a lombalgiatenham um importantecomponente lesivo34. Um exemploé a realização de retroversãodapelveduranteexercíciospara a colunalombar, queaumentaorisco de lesãoporcomprimir as articulaçõeseaumentar a carganasestruturaspassivas. McGill6concluiuqueexercíciosemsériepara a lombar, realizadosemaparelhos com carga, podemproduzirherniações.Músculosmais fortes parecemnãoter valor profiláticonaredução de problemaslombares. Os músculos de resistência (endurance) têmsidoevidenciadoscomoprotetores. Maiormobilidadedacolunalombar, aocontrário do que se pensava, aumenta as chances de problemas no segmento36. McGill6sugeriuqueomaisseguromodelo de estabilizaçãolombarnãoseriaoexercício de força, massimo de resistência, quemanteria a colunaemumaposiçãoneutra, enquantoencorajariaopaciente a co-contrações dos estabilizadores.Emvirtude das evidênciasdaimportância dos músculoslocais TA, ML e QL naestabilização, assimcomosuasdisfunçõesemepisódios de lombalgia, sugere-se focar a atenção nesses músculos8. O desenvolvimento de testes eexercíciosreprodutíveisnaclínicaestabeleceu a ESL comoprática no tratamento de disfunções lombares37. O treino de estabilização local tem sidoaplicadotambémnareabilitação do ombropormeio de exercíciosparaosmúsculosdabainharotatóriae escápula39, bemcomo dos flexoresprofundos do pescoço40.O papel dos estabilizadoressegmentaresconsisteemfornecerproteçãoesuporteàsarticulaçõespormeio do controlefisiológicoetranslacionalexcessivo do movimento41. Os músculosglobaisatuamencurtando-se oualongando-se egerando torque emovimentoàsarticulações. Os locaisligam-se de vértebra a vértebraesãoresponsáveispelamanutençãodaposição dos segmentoslombaresdurantemovimentosfuncionais. Essasdemandasindicamqueexercíciosisométricossãomaisbenéficosporatuaremnareeducação dos músculosprofundos. Em um estágiomaisavançado de treino, a isometriapode ser combinada com exercíciosdinâmicosparaoutraspartes do corpo8.A co-contraçãoe a estabilidadeA co-contraçãoéoutromecanismoquepodefornecerrigidezpormeio de músculosantagonistase, assim, manter a estabilidadenapresença de cargasexternaseinternasnas articulações42.Háposiçõesemque a co-contração dos músculosprofundospode ser realizadaenquanto se mantêmosglobaisrelaxadose a colunaemposição neutra8. A co-ativaçãopode ser alcançadapelainibiçãoativa dos interneurôniosemvias recíprocas43. A co-contração dos antagonistas do troncoénecessáriaparamanteroequilíbriomecânico estável4. O controle do equilíbrioeestabilidademecânicarequerrecrutamento muscular apropriadoe tempo ótimo de recrutamento muscular (timing). Disfunção muscular eerros no controle motor têmsidosugeridoscomopossíveiscausas de desordensagudase crônicas44. McDonald et al.45questionam a falta de evidênciasda co-contração do TA e do ML duranteatividadesabdominais.
  • Slideshre cinesioterapia fisioterapia do trabalho e ergonomia fevereiro 2013

    1. 1. Fabio MazzolaESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU - FISIOTERAPIA DO TRABALHO E ERGONOMIA - FEVEREIRO/2013
    2. 2. A Arte de Curar A cinesioterapiaédefinidaetimologicamentecomo a arte de curar, utilizandotodas as técnicas do movimento. Licht (1965) definiuexercícioterapêuticocomo “movimento do corpoou das partescorporaisparaalívio de sintomasoumelhorar a função”.
    3. 3.  AugusteGeorgii (1847), aoutilizarotermo cinesioterapia, propunhaestadefinição:“Otratamento das doençasatravés do movimento”;
    4. 4.  Boris Doltopropôsoutradefiniçãoopostaàprimeira, que era a seguinte: ”A cinesioterapianãoé um tratamentoatravés do movimento, masotratamento do movimento”;
    5. 5. Exercício Terapêutico Conceito também expressado pelo termo Cinesioterapia, é o treinamento planejado e sistemático de movimentos corporais, posturas ou atividades físicas como meio de proporcionar ao paciente/cliente meios de: Tratar ou prevenir comprometimentos; Melhorar, restaurar ou potencializar a função física; Prevenir ou reduzir fatores de risco ligados à saúde; Otimizar o estado de saúde geral, seu preparo físico ou sensação de bem-estar.
    6. 6. Aspectos da Função Equilibrío / Controle PosturalDesempenho Muscular Estabilidade FUNÇÃO ControleResistência / NeuromuscularCardiopulmar / Coordenação Mobilidade / Flexibilidade
    7. 7. Tipos de Intervenções Condicionamento aeróbico e recondicionamento; Técnicas de alongamento; Exercícios de desempenho muscular: força, potência e treino de resistência a fadiga; Técnicas de mobilização articular; Técnicas de inibição e facilitação e treino de percepção postural; Exercícios de estabilização; Exercícios de equilíbrio e treino de agilidade; Exercícios de relaxamento; Exercícios respiratórios; Treinamento funcional.
    8. 8. Tipos de Intervenções Técnicas de alongamento; Exercícios de desempenho muscular: força, potência e treino de resistência a fadiga; Técnicas de mobilização articular; Técnicas de inibição e facilitação e treino de percepção postural; Exercícios de estabilização; Treinamento funcional.
    9. 9. Técnicas de Alongamento Propriedades dos tecidos moles; Conceito de termos relacionados; Determinantes, tipos e efeitos.
    10. 10. Propriedades dos tecidos moles Há necessidade de reconhecermos que as ações estáticas e dinâmicas das unidades funcionais e anexos do sistema músculo esquelético, dependem dos conhecimentos dos folhetos, do superficial e do profundo, da morfologia dos tecidos e da biomecânica globalizada de todo o sistema.
    11. 11. Propriedades Musculares Excitabilidade; Contratilidade; Elasticidade; Tonicidade.  ProduzirMovimento;  GerarCalor;  Manter a Postura;  Estabilizar as articulações.
    12. 12. Excitabilidade  Inibição Recíproca:  Reflexo Miotático;  Reflexo Miotático Inverso;  Reflexo Flexor e Extensor cruzado.Mazzola & Zaparoli
    13. 13. Excitabilidade Inibição Recíproca:  Reflexo Miotático;  Reflexo Miotático Inverso;  Reflexo Flexor e Extensor cruzado.
    14. 14. Elasticidade
    15. 15. Pesquisa Científica
    16. 16. Tecido ConjuntivoO tecido conjuntivo é o componente anatômicoque envolve e une todas as células, estruturas esistemas do Corpo Humano, sendo o principalresponsável pela forma que temos e por nossacapacidade de adaptação ao campo gravitacional.
    17. 17. Constituintes do Tecido Conjuntivo  Diferentes tipos de células;  Diferentes tipos de Fibras;  Substância Fundamental Amorfa.
    18. 18. Tecido Conjuntivo Componente elástico: Componentealteração temporária do plástico:(permanente) Após comprimento do tecido estiramento,parte do comprimento ou quando sujeito a estiramento. extensibilidade ganha permanece após um tempo. Não há recolhimento Há recolhimento posterior. posterior, por quebra das fibras e pontes cruzadas de colágeno.
    19. 19. Técnicas de Alongamento Propriedades dos tecidos moles; Conceito de termos relacionados; Determinantes, tipos e efeitos.
    20. 20. Conceito de termos relacionados  Flexibilidade / Elasticidade;  Retração Encurtamento;  Contratura / Distensão;
    21. 21. Técnicas de Alongamento Propriedades dos tecidos moles; Conceito de termos relacionados; Determinantes, tipos e efeitos.
    22. 22. Determinantes, tipos e efeitos Intensidade; Duração; Velocidade; Frequência; Abrangência.
    23. 23. Tipos de Intervenções Técnicas de alongamento; Exercícios de desempenho muscular: força, potência e treino de resistência a fadiga; Técnicas de mobilização articular; Técnicas de inibição e facilitação e treino de percepção postural; Exercícios de estabilização; Treinamento funcional.
    24. 24. Exercícios de desempenho muscular  Imagens;
    25. 25. Desempenho muscular Capacidade do músculo de produzir trabalho (força x distância)  Força (massa x aceleração);  Potência (força x distância/tempo);  Resistência a fadiga.
    26. 26. Exercício resistido Qualquer forma de exercício ativo na qual uma contração muscular dinâmica ou estática é resistida por uma força externa aplicada de modo manual, mecânico ou anti-gravitacional.
    27. 27. Determinantes do exercícios resistidos  Intensidade;  Volume;  Ordem dos exercícios;  Frequência;  Duração;  Intervalo de repouso;  Periodização;  Integração da função.
    28. 28. Tipos de exercícios resistidos Isométrico (estático);  Resistência constante;  Cadeia cinética aberta;  Cadeia cinética fechada;  Resistência variável;  Resistência constante;  Cadeia cinética aberta;  Cadeia cinética fechada;
    29. 29. Tipos de exercícios resistidos Isotônico (dinâmico);  Concêntrico;  Resistência constante;  Cadeia cinética aberta;  Cadeia cinética fechada;  Resistência variável;  Resistência constante;  Cadeia cinética aberta;  Cadeia cinética fechada;
    30. 30. Tipos de exercícios resistidos Isotônico (dinâmico);  Excêntrico;  Resistência constante;  Cadeia cinética aberta;  Cadeia cinética fechada;  Resistência variável;  Resistência constante;  Cadeia cinética aberta;  Cadeia cinética fechada;
    31. 31. Progressão do treinamento resistidoFatores ProgressãoIntensidade Submáxima – Máxima Carga baixa – Carga altaPosição do corpo Variável: depende da patologia, comprometimentos, restrições de apoio (dor, edema, instabilidade) e metas.Repetições e Séries Volume baixo – Volume altoFrequência Variável: depende da intensidade e volume do exercícioTipo de contração Estático - DinâmicoPlano de movimento Uniplanar - MultiplanarPadrões de Movimentos funcionais Simples – Complexo Uniarticular – Multiarticular Controle
    32. 32. Tipos de Intervenções Técnicas de alongamento; Exercícios de desempenho muscular: força, potência e treino de resistência a fadiga; Técnicas de mobilização articular; Técnicas de inibição e facilitação e treino de percepção postural; Exercícios de estabilização; Treinamento funcional.
    33. 33. Técnicas de Inibição
    34. 34. Tipos de Intervenções Técnicas de alongamento; Exercícios de desempenho muscular: força, potência e treino de resistência a fadiga; Técnicas de mobilização articular; Técnicas de inibição e facilitação e treino de percepção postural; Exercícios de estabilização; Treinamento funcional.
    35. 35. Exercícios de Estabilização Teoria de Lesão frente a Atividades de Flexão x Extensão; 1980 – Surge o Conceito de Exercícios de estabilização no Instituto da Coluna de São Francisco – EUA. 1990.... – Diferentes modelos biomecânicos propostos afim de aumentar a proteção articular da coluna vertebral.
    36. 36. História ..... 1980 Manobras de Contenção:  Enfatizar a retroversão pélvica;  Coluna neutra e trabalho de todos músculos abdominais. Gerar o controle proximal e estabilidade do movimento da coluna vertebral antes da progressão nas atividades.
    37. 37. História Teoria de Lesão frente a Atividades de Flexão x Extensão; 1980 – Surge o Conceito de Exercícios de estabilização no Instituto da Coluna de São Francisco – EUA. 1990.... – Diferentes modelos biomecânicos propostos afim de aumentar a proteção articular da coluna vertebral.
    38. 38. Conceito de Estabilização 1990 Maior razão de lombalgias: inabilidade dos abdominais e paravertebrais em prover a estabilidade necessária dos diferentes segmentos da coluna. (Hides et al 1994; Hodges e Richardson 1996, 1998; Richardson et al 1999; O’Sullivan 2000) Proposta do “Conceito de Instabilidade e Estabilidade da Coluna”. (Penjabi 1992; Bergmark 1989; Cholewick, Pejanbi e Khachatryan 1997; jull e Richardon Feb 2000; Macgill e Cholewick 2001; Fritz, Erhard e Hagen 1998)
    39. 39. Coluna Instável e Estável Estabilização lombar é mantida e aumentada pelo aumento da atividade dos músculos intrínsecos lombares. Dois sistemas musculares geram a estabilidade da coluna:  Sistema Global;  Sistema Local. Importância do Controle motor na coordenação dos dois sistemas musculares durante atividades funcionais.
    40. 40. Conceito de EstabilidadeProcesso dinâmico queinclui posições estáticas emovimento controlado.Isso inclui um alinhamentoem posições sustentadas epadrões de movimentoque reduzam a tensãotecidual, evitem causas detrauma para asarticulações ou tecidosmoles, e forneçam açãomuscular eficiente.
    41. 41. Controle MotorEstabilidade Postural da Coluna Sistema Passivo:vértebras, discosintervertebrais, Estabilidadearticulações, ligamentos e damúsculos; Coluna Sistema Ativo: músculos,tendões; Sistema Passivo Sistema Ativo Controle Motor.
    42. 42. Estabilidade Postural da Coluna Sistema Passivo:vértebras, discosintervertebrais,articulações, ligamentos emúsculos; Sistema Ativo: músculos,tendões; Controle Motor.
    43. 43. Estabilidade Postural da Coluna ADM  Sistema Passivo: Facetas Articulares; Processos Espinhosos; Zona Neutra Zona Elástica Costelas; Discos Interevertebrais; Ligamentos; Mínima Mínima Máxima Máxima resitência estabilidade resitência estabilidade Fáscia Toracolombar; Músculos.
    44. 44. Sistema Passivo
    45. 45. Estabilidade Postural da Coluna  Sistema Ativo: Músculos; Músculos Intrínsecos;  Músculos Globais: Respondem a cargas que  Respondem a cargas que não deslocam o centro de deslocam o centro de massa independente da massa em direções direção e proporcionam específicas, sendo assim suporte dinâmico a em termos gerais não segmentos individuais. estabilizam estruturas segmentares mas sim de forma global.
    46. 46. Estabilidade Postural da Coluna
    47. 47. Estabilidade Postural da Coluna
    48. 48. Estabilidade Postural da Coluna Ativo: Músculos;Músculos Globais Músculos IntrínsecosCaracterísticas: Características:• Superficiais; • Profundos;•Poliarticulares; • Inserem-se em cada segmento• Produzem movimentos amplos; vertebral;• Produzem cargas compressivas em • Controlam a mobilidade segmentarsinergia
    49. 49. Estabilidade Postural da Coluna Ativo: Músculos;Músculos Globais Músculos IntrínsecosRegião Lombar: Região Lombar• Reto do Abdome; • Transverso do abdome;• Oblíquos externo e interno; •Multífidio;• Quadrado lombar (Fibras Diagonais); • Rotador curto e longo;• Eretor espinhal; • Quadrado lombar (Fibras Verticais)•Iliopsoas.
    50. 50. Estabilidade Postural da Coluna Ativo: Músculos;Músculos Globais Músculos IntrínsecosRegião Cervical Região Cervical• ECOM; • Reto anterior cabeça;• Escalenos; • Longo do Pescoço• Levantador da escápula; • Reto Posterior maior e menor da• Trapézio descendente; cabeça;• Eretor espinhal. • Oblíquo superior da cabeça; •Intertransversários.
    51. 51. Pressão Intra - Abdominal DiafragmaTransverso do Abdome Coluna VertebralOblíquo Interno Transversos Espinais Assoalho Pélvico
    52. 52. Power House / Core
    53. 53. Controle MotorEstabilidade Postural da Coluna Sistema Passivo: vértebras, discos intervertebrais, Estabilidadearticulações, ligamentos e da músculos; Coluna Sistema Ativo: músculos, tendões; Sistema Passivo Sistema Ativo  Controle Motor.
    54. 54. Estabilidade Postural da Coluna Controle Motor:  Controle Antecipatório:  Os Músculos do tronco e  O SNC ativa músculos do da cervical são ativados e tronco em antecipação à controlados pelo SN que é carga imposta pelo infuenciado pelos movimento dos membros mecanismos periféricos e para manter a estabilidade centrais em resposta às da coluna. forças e atividades flutuantes.
    55. 55. Controle Antecipatório Mecanismos antecipatórios ativam resposta posturais de todos os músculos do tronco, precedendo aatividade nos músculos dos membros eantecipatória do MÚSCULO MULTÍFIDIO, ROTADOR CURTO, ROTADOR LONGO e do MÚSCULO TRANSVERSO DOABDOME é independente da direção ou velocidade do distúrbio postural.
    56. 56. InstabilidadeHá vários graus de instabilidade, que podem ser prevenidas e tratadas como aumento da ZONA NEUTRA
    57. 57. LombalgiaLombalgia é dor, de duração variável, sensação de desconforto, tensão muscular ou rigidez localizada pela margem dorsal e acima da prega glútea inferior, com ou sem dor isquiática.
    58. 58. CervicalgiaSíndrome caracterizada por dor e rigidez transitória na região da coluna cervical, na maioria das vezes auto limitada. Acomete 12 a 34% de uma população adulta em alguma fase da vida, tendo maior incidência no sexo feminino.
    59. 59. Zona Neutra (Coluna Neutra) Área que fica na ADM média de um segmento da coluna onde nenhuma estrutura osteoligamentar passiva étensionada. Na coluna a Zona Neutra é relativamente pequena e é controlada sobretudo pela tensão dinâmica da musculatura intrínseca.
    60. 60. Zona NeutraO aumento da Zona Neutra apresentaráinstabilidade e pode ser decorrente de múltiplos fatores, tais como: • Alterações Estruturais: •Degeneração Discal; •Espondilólise; •Espondilolistese; •Frouxidão Ligamentar; •Baixo Controle Neuromuscular: •Fadiga; •Padrão de recrutamento alterado; •Inibição reflexa (dor/patologia)
    61. 61. Princípios de Prevenção e Suporte Passivo: Tratamento Suporte externo com o objetivo de gerarestabilidade e reduzir a a iminência de dor em situações de retorno parcial a atividade em paralelo comtreinamento dinâmico da musculatura intrínseca. * Suporte Ativo.
    62. 62. Suporte ativoTreinamento dinâmico da musculatura local(intrínseca) e equilíbrioda musculatura global.
    63. 63. Princípios de Prevenção e TratamentoColuna Lombar  Ativação da Musculatura Ativar Transverso do Intrínseca: abdome e Multífido  Estímulos verbais; (Períneo).  Estímulos táteis;  Manguito deColuna Cervical pressão/Eletromiografia Ativar Reto anterior e (biofeedback); lateral da cabeça e o Longo  Ultra-som. do pescoço.
    64. 64. Diretrizes da Estabilização Segmentar  Desenvolver a percepção das contrações musculares e posição da coluna;  Desenvolver controle em padrões de exercícios simples;  Desenvolver controle em padrões de exercícios complexos;  Desenvolver controle em atividades funcionais simples;  Desenvolver controle em atividades funcionais complexas;  Desenvolver controle em atividades funcionais complexas não planejadas.
    65. 65. Diretrizes da Estabilização Segmentar 1. Comece treinando a conscientização de movimentos seguros da coluna e a posição neutra; 2. Faça o individuo aprender a ativar a musculatura estabilizadora profunda (intrínseca) enquanto estiver na posição neutra; 3. Acrescente movimentos dos membros para oferecer uma carga à musculatura global enquanto mantém a posição neutra estável da coluna (estabilização dinâmica);
    66. 66. Diretrizes da Estabilização Segmentar 4. Aumente as repetições para melhorar a capacidade de sustentação (resistência a fadiga) na musculatura estabilizadora; aumente a carga (modifique o braço de alavanca ou acrescente resistência) para melhorar a força enquanto mantém a coluna em uma posição estável; 5. Use contrações isométricas alternantes e técnicas de estabilização rítmica para favorecer a estabilização e o equilíbrio com cargas flutuantes;
    67. 67. Diretrizes da Estabilização Segmentar 6. Progrida para o movimento de uma posição para outra com movimentos dos membros, ao mesmo tempo mantendo a coluna em posição neutra e estável; 7. Use superfícies instáveis para melhorar a resposta estabilizadora e o equilíbrio.
    68. 68. Estágio 1O treinamento cinestésico para o senso de movimentos e posições seguras precisa preceder o treinamento de estabilização. É importante reconhecer que essa posição não é estática; nem é a mesma para todas as pessoas e pode mudar a medida que a flexibilidade aumenta
    69. 69. Estágio 2A ativação dos músculos estabilizadores profundos (intrínsecos) do tronco, especificamente do Transverso do Abdome e Multífido, em geral encontra-se atrasada ou ausente. Aprender a ativar de maneira consciente os estabilizadores intrínsecos sem contrair a musculatura global é o primeiro passo para a estabilização habitual de coluna. Esta contração deve ser realizada durante todas as atividades. Lombar – “Encolher a barriga” Cervical – “Crescer a cabeça e encaixar o queixo”
    70. 70. Estágio 3Os movimentos dos membros são acrescentados ao programa de estabilização para reforçar a ativação muscular intrínseca e coordenar a atividade muscular global. Os movimentos são feitos dentro da tolerância dos músculos do tronco ou cervical para controlar a posição neutra.
    71. 71. Estágio 3Os exercícios que requerem estabilização contra forças rotacionais no plano transverso sobre a pelve ativam, de modo mais constante, mais músculos oblíquos do abdome e estabilizadores profundos da coluna do que as forças resistivas no plano sagital.
    72. 72. Estágio 4Assim que o controle da posição for estabelecido e o paciente puder ativar os músculos estabilizadores, aumentam-se as repetições dos movimentos e aplica-se cargas desafiadoras progressivas dentro da habilidade de controlar a posição neutra.
    73. 73. Estágio 4A fadiga é determinada pela inabilidade dos músculos do tronco e cervical de estabilizar a coluna em posição neutra. Comece com uma atividade que possa ser mantida por 30 a 60 segundos; progrida até atingir 3 minutos. Avance aumentando o braço de alavanca dos membros; inicialmente diminua o tempo e depois avance outra vez, realizando a nova atividade por 1 a 3 minutos;
    74. 74. Estágio 4 Outro modo de desenvolver resistência nos músculos intrínsecos é começar o exercício no nível mais difícil para aquele individuo e passar para níveis mais simples de resistência à medida que ele comece a fadigar-se. Importante que nunca perca o controle da posição funcional.
    75. 75. Estágio 5Contrações isométricas alternantes entre antagonistas e estabilização rítmica dos músculos do tronco contra resistência aumentam as contrações estabilizadoras. Quando feitas na posição sentada ou bi-pedestação desenvolvem o controle do equilíbrio.
    76. 76. Estágio 6Uma estabilização de transição se desenvolve à medida que o individuo passa de uma posição para outra com os movimentos dos membros. Isso requer contrações graduadas e ajustes entre flexores e extensores do tronco e exige maior percepção e contração.
    77. 77. Estágio 7A Atividade de perturbação (equilíbrio), em que o exercício é feito contra forças desestabilizadoras ou em superfícies instáveis, desenvolve as respostas neuromusculares para melhora do equilíbrio.
    78. 78. Tipos de Intervenções Técnicas de alongamento; Exercícios de desempenho muscular: força, potência e treino de resistência a fadiga; Técnicas de mobilização articular; Técnicas de inibição e facilitação e treino de percepção postural; Exercícios de estabilização; Treinamento funcional.
    79. 79. Treinamento Funcional
    80. 80. Contatos  Fabio Mazzola f.mazzola@uol.com.br www.mazzolaezaparoli.com.br Facebook:  Fabio Mazzola  RPG Mazzola e Zaparoli RPG Mazzola e Zaparoli

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