Histórico das PICs

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Curso Gestão de Práticas Integrativas - Etapa 1 - Histórico das PICs

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Histórico das PICs

  1. 1. Histórico da Acupuntura, Fitoterapia, Homeopatia, Medicina Antroposófica, Termalismo e demais PICS instituídas na PNPIC em 2017 CURSO DE GESTÃO EM PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES
  2. 2. I. Histórico da AcupunturaI. Histórico da Acupuntura Conceito: técnica milenar de inserção de agulhas em pontos específicos chamados de “Acupontos” e em vários níveis de profundidade da pele. Faz parte da Medicina Tradicional Chinesa juntamente com outras técnicas, quais sejam: Auriculoterapia; Gua-Sha (raspagem da pele); aquecimento (moxabustão); Fitoterapia (farmacoterapia); Tui-na (massagem terapêutica manipulativa) e Liang gong (ginástica terapêutica) e a utilização de laser.
  3. 3. Histórico da AcupunturaHistórico da Acupuntura Provável origem: de acordo com Ramey (2004) e Ernst (2006), remonta ao período neolítico (8000-5000 a.C.), com a prática da tatuagem, dos rituais de sangue, da perfuração da pele e introdução de adereços no corpo, em práticas de magia e curas xamânicas, com o intuito de proteção contra a possessão demoníaca e cura.
  4. 4. Histórico da AcupunturaHistórico da Acupuntura Rituais de sangrias e punção de abcessos: uso provável de pedras e ossos afiados descobertos na China, de aproximadamente 6000 aC, que foram interpretados como instrumentos de Acupuntura (Epler, 1980; Ma, 1992; Huang, 1996 Basser 1999). Agulhamento: ajustaria o fluxo vital da substância sutil chamada Qi no corpo, que circularia numa rede de 12 "canais" principais: os meridianos.
  5. 5. Histórico da AcupunturaHistórico da Acupuntura Fonte primária: Manual de Medicina Interna “Huang Di Nei Jing” também conhecido como o “Cânone do Imperador Amarelo” no século 2 aC Década de 1950 – introduzida no Brasil por Frederico Spaeth, fisioterapeuta e massoterapeuta. Criação do ensino irrestrito aos profissionais de saúde ao ministrar o primeiro Curso de Formação em Acupuntura.
  6. 6. Histórico da AcupunturaHistórico da Acupuntura 1961 – é fundado o Instituto Brasileiro de Acupuntura (IBRA), de onde sairia mais tarde a primeira diretoria da Associação Brasileira de Acupuntura (ABA). 1972 - a Acupuntura vive grande impulso em nível mundial. 2006 – é incluída na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares. O PL 7703/2006 tenta tornar a aplicação da acupuntura exclusiva à classe médica. 2007 - ABA inicia uma nova turma, aberta para médicos, fisioterapeutas, enfermeiros, dentistas e demais profissionais da área da saúde.
  7. 7. II. Histórico da FitoterapiaII. Histórico da Fitoterapia Conceito: é a terapêutica caracterizada pelo uso de plantas medicinais em suas diferentes formas farmacêuticas, sem a utilização de substâncias ativas isoladas, ainda que de origem vegetal (BRASIL, 2006).
  8. 8. Histórico da FitoterapiaHistórico da Fitoterapia Primeiros manuscritos: Papiro de Ebers (1500 aC.), que descreve centenas de plantas medicinais. No Egito, várias plantas são mencionadas nos papiros e na Grécia, Teofrasto (372-285 a.C.), discípulo de Aristóteles (384- 322 a.C.), catalogou cerca de 500 espécies vegetais.
  9. 9. Histórico da FitoterapiaHistórico da Fitoterapia Hipócrates (460-361 A.C.) utilizava drogas de origem vegetal em seus pacientes e deixou a obra Corpus Hippocraticum, considerada a mais clara e completa da Antiguidade no que se refere à utilização de plantas medicinais (ALMASSY JÚNIOR et al. 2005; ALONSO, 1998; WAGNER e WISENAUER, 2006).
  10. 10. Histórico da FitoterapiaHistórico da Fitoterapia No mundo, a Fitoterapia desenvolveu-se dentro das Medicinas Chinesa e Ayurvédica. A Fitomedicina na Europa tornou-se uma forma de tratamento predominante. No Brasil, a terapêutica popular foi desenvolvida com as contribuições dos negros, indígenas e portugueses (ALMASSY JÚNIOR et al. 2005; ALVIM et al. 2006; WAGNER e WISENAUER, 2006)
  11. 11. Histórico da FitoterapiaHistórico da Fitoterapia A partir do século XX, o desenvolvimento da indústria farmacêutica e os processos de produção sintética dos princípios ativos existentes nas plantas contribuíram para a desvalorização do conhecimento tradicional (ALMASSY JÚNIOR et al. 2005; ALONSO, 1998; WAGNER e WISENAUER, 2006).
  12. 12. Histórico da FitoterapiaHistórico da Fitoterapia Ao final da década de 1970, a Organização Mundial da Saúde (OMS) cria o Programa de Medicina Tradicional, com objetivos de proteger e promover a saúde dos povos do mundo, incentivando a preservação da cultura popular sobre os conhecimentos da utilização de plantas medicinais e da Medicina Tradicional (BRASIL, 2006; WHO, 2002;)
  13. 13. Histórico da FitoterapiaHistórico da Fitoterapia A OMS lançou três volumes de monografias de plantas medicinais, fruto de uma ampla revisão sistemática da literatura científica e revisão de especialistas do mundo inteiro, com objetivos de auxiliar a segurança e efetividade no uso da Fitoterapia nos sistemas de saúde (WHO, 1999; WHO, 2001; WHO, 2007).
  14. 14. Histórico da FitoterapiaHistórico da Fitoterapia 2006: foi criado no Brasil o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, com objetivo de “garantir à população brasileira o acesso seguro e uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos, promovendo o uso sustentável da biodiversidade, o desenvolvimento da cadeia produtiva e da indústria nacional” (BRASIL, 2006).
  15. 15. III. Histórico da HomeopatiaIII. Histórico da Homeopatia Conceito: sistema terapêutico que tem como base o princípio da semelhança enunciado por Hipócrates, no séc. IV aC., e mais tarde desenvolvido por Samuel Hahnemann no séc. XVIII. Segundo Black (1994), embora não se possa comparar a antiguidade da homeopatia com a medicina chinesa ou indiana, ela é a modalidade estabelecida de Medicina Alternativa e Complementar mais antiga da Europa.
  16. 16. Histórico da HomeopatiaHistórico da Homeopatia Hahnemann acreditava que se o paciente tinha uma doença, ela poderia ser curada com uma medicina que, se fosse ministrada a uma pessoa saudável, poderia produzir sintomas semelhantes àquela mesma doença, mas num nível mais suave. 1939 - o “Food, Drug and Cosmetic Act” dos EEUU permitia a venda livre de remédios homeopáticos no mercado. Cinco hospitais homeopáticos foram fundados no Reino Unido, em Londres e Glasgow, com unidades de internação.
  17. 17. Histórico da HomeopatiaHistórico da Homeopatia 1840 – chegou ao Brasil, com a vinda de especialistas franceses, tornando-se rapidamente uma opção de tratamento à medicina oficial vigente; 1912 - Faculdade Hahnemanniana, criada pelo Instituto Hahnemanniano; 1923 - o Conselho Superior de Ensino solicitou a mudança do nome para Escola de Medicina e Cirurgia do Instituto Hahnemanniano do Rio de Janeiro; 1932 - o Conselho Nacional de Educação determinou que o ensino da homeopatia se tornasse facultativo na referida Escola de Medicina. A homeopatia irá decair neste período e ressurge nos anos 1970.
  18. 18. Histórico da HomeopatiaHistórico da Homeopatia 1952 - foi tornado obrigatório o ensino da Farmacotécnica Homeopática em todas as faculdades de farmácia do Brasil. 1976 - foi oficializada a Farmacopeia Homeopática Brasileira. 1980 - a homeopatia foi reconhecida como especialidade médica pela Associação Médica Brasileira (AMB) e, no ano seguinte, o Conselho Federal de Medicina (CFM) a incluiu no rol de suas especialidades.
  19. 19. Histórico da HomeopatiaHistórico da Homeopatia 2006 - é incluída na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (SUS). Atualmente, as 10 doenças mais tratadas por homeopatas (em ordem de frequência) são: asma, depressão, otite média, rinite alérgica, dor de cabeça e enxaqueca, desordens neuróticas, alergias não específicas, artrite e hipertensão.
  20. 20. IV. Histórico da Medicina AntroposóficaIV. Histórico da Medicina Antroposófica (MA)(MA) A MA nasce do movimento antroposófico que o filósofo austríaco Rudolf Steiner (1861-1925) fundou como um ramo dissidente da Sociedade Teosófica. Sua filosofia se baseia numa síntese de pensamentos de Goethe, esoterismo germânico do início do século XX e esoterismo oriental. Ita Wegman (1874-1943) desenvolveu as bases desta medicina, que combina homeopatia europeia, plantas medicinais, elementos provenientes de minerais e animais, remédios naturais e elementos alopáticos.
  21. 21. Histórico da Medicina AntroposóficaHistórico da Medicina Antroposófica No Brasil: a chegada da Antroposofia ocorreu no período pós 1ª Guerra Mundial, com a formação de áreas colonizadas por imigrantes alemães na região sudeste do Brasil, com destaque para a região sul da cidade de São Paulo. Dra. Gudrun K. Burkhard - pioneira do movimento médico antroposófico é formada pela Universidade de São Paulo, começando a clinicar em 1956.
  22. 22. Histórico da Medicina AntroposóficaHistórico da Medicina Antroposófica 1969 - 1ª clínica: com o apoio da Associação Beneficente Tobias, a Dra. Gudrun inaugura a primeira clínica de Medicina Antroposófica no Brasil (Clínica Tobias), situada em São Paulo, com oito leitos para internação; 1982 - nasce a Associação Brasileira de Medicina Antroposófica (ABMA); 1993 - após processo consulta 1818/93 ao CFM (Conselho Federal de Medicina), a Medicina Antroposófica é reconhecida como prática médica através do parecer 21/93.
  23. 23. Histórico da Medicina AntroposóficaHistórico da Medicina Antroposófica 2006 - é incluída na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares como observatório. Em Belo Horizonte a MA está inserida no SUS, bem como em São João del Rey e em Juiz de Fora. Em São Paulo é aplicada no Ambulatório Social da Associação Monte Azul.
  24. 24. V. Histórico do Termalismo/CrenoterapiaV. Histórico do Termalismo/Crenoterapia Conceito: o uso das Águas Minerais para tratamento de saúde é um procedimento dos mais antigos, utilizado desde a época do Império Grego. Foi descrita por Heródoto (450 A.C), autor da primeira publicação científica termal. Termalismo: compreende as diferentes maneiras de utilização da água mineral e sua aplicação em tratamentos de saúde. Crenoterapia: consiste na indicação e uso de águas minerais com finalidade terapêutica atuando de maneira complementar aos demais tratamentos de saúde.
  25. 25. Histórico do Termalismo/CrenoterapiaHistórico do Termalismo/Crenoterapia Na Europa: Espanha, França, Itália, Alemanha e Hungria e outros adotam, desde o início do século XX, o Termalismo Social como maneira de ofertar às pessoas idosas tratamentos em estabelecimentos termais especializados , seja para recuperar ou tratar sua saúde, assim como preservá-la. No Brasil: a Crenoterapia foi introduzida junto com a colonização portuguesa. Durante algumas décadas foi disciplina conceituada e valorizada, presente em escolas médicas, como a UFMG e a UFRJ.
  26. 26. Histórico do Termalismo/Crenoterapia Década de 1920: fundação da Estância Hidromineral de Águas de São Pedro. Já havia um trabalho científico sobre as águas radioativas de Lindóia, Minas Gerais, realizado pelo médico cientista Dr. Celestino Bourroul. 1928 - a estância recebe a visita da renomada cientista polonesa, radicada na França, Madame Curie, Prêmio Nobel de Química. 1940 - O complexo hidrotermal do Barreiro, em Araxá é inaugurado. Neste ano, pesquisadores publicam os resultados da análise de águas minerais feitas pelo IPT - Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP.
  27. 27. Histórico do Termalismo/Crenoterapia 1964 – Fundação da Estância Thermas Pousada do Rio Quente. O Termalismo, contemplado nas resoluções Ciplan de 1988, manteve- se ativo em alguns serviços municipais de saúde de regiões com fontes termais como é o caso de Poços de Caldas, em Minas Gerais. Década de 1990: A Medicina Termal passou a dedicar-se a abordagens coletivas, tanto de prevenção quanto de promoção e recuperação da saúde, inserindo neste contexto o conceito de Turismo Saúde e de Termalismo Social, cujo alvo principal é a busca e a manutenção da saúde.
  28. 28. Histórico do Termalismo Social /Crenoterapia A resolução do Conselho Nacional de Saúde nº 343, de 07 de outubro de 2004, fortalece as ações governamentais que envolvem a revalorização dos mananciais das águas minerais, o seu aspecto terapêutico, a definição de mecanismos de prevenção, fiscalização, controle, além do incentivo à realização de pesquisas na área (MS, 2006). 2006 - é incluído na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares.
  29. 29. VI. Histórico da Arteterapia A Arteterapia utiliza a arte como base do processo terapêutico. Faz uso de diversas técnicas expressivas como pintura, desenho, sons, música, modelagem, colagem, mímica, tecelagem, expressão corporal, escultura, dentre outras. Pode ser realizada de forma individual ou em grupo. Baseia-se no princípio de que o processo criativo é terapêutico e enriquecedor da qualidade de vida. Por meio da criação, a reflexão é estimulada sobre possibilidades de lidar de forma mais harmônica com o stress e experiências traumáticas. A Arteterapia estimula a expressão criativa, auxilia no desenvolvimento motor, no raciocínio e no relacionamento afetivo. Através da arte é promovida a ressignificação dos conflitos, promovendo a reorganização das próprias percepções, ampliando a percepção do individuo sobre si e do mundo
  30. 30. Histórico da Arteterapia Um dos pioneiros dos estudos em arteterapia no Brasil foi Ulysses Pernambucano, no início do século XX; outro nome relevante foi Osório César, que em 1923, trabalhou com arte no hospital do Jugueri em Franco da Rocha/SP. Em 1946, Nise da Silveira, médica do Centro Psiquiátrico D. Pedro II no Rio de Janeiro/RJ, tendo como base a teoria junguiana, buscou compreender as produções artísticas dos pacientes, trazendo uma ampliação da compreensão dos sofrimentos psíquicos para a saúde, contribuindo para a Reforma Psiquiátrica Brasileira. No Brasil, há várias associações de arteterapeutas, dentre elas, a Associação de Arteterapia da Bahia, do Espírito Santo, de Minas Gerais, de Pernambuco, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul, de São Paulo, além da União Brasileira de Associações de Arteterapia (UBAAT).
  31. 31. VII. Histórico da Ayurveda O Ayurveda, considerado uma das mais antigas abordagens de cuidado do mundo, foi desenvolvido na Índia durante o período de 2000-1000 a.C. Os antigos sábios da Índia usaram de observação, experiência e os recursos naturais para desenvolver um sistema único de cuidado. O nome Ayurveda, provém de duas palavras sânscritas: yus, que significa vida, poder vital, vigor, saúde, vida longa; e veda que significa conhecimento ou sabedoria, se referindo principalmente ao conhecimento sagrado. Assim, Ayurveda significa a Ciência ou Conhecimento da Vida. Este conhecimento estruturado agrega em si mesmo princípios relativos à saúde do corpo físico, de forma a não desvinculá-los e considerando os campos energético, mental e espiritual.
  32. 32. Histórico da Ayurveda Esta prática, que tem sido realizada a milhares de anos na Índia, se espalhou por diversos países do sudeste da Ásia, com adaptações socioculturais próprias. Além destes países vizinhos, fortemente influenciados pela cultura indiana, países Europeus e das Américas também absorveram o Ayurveda e outras práticas indianas. A Organização Mundial de Saúde descreve sucintamente o Ayurveda, reconhecendo sua utilização para prevenir e curar doenças, e reconhece que esta não é apenas um sistema terapêutico, mas também uma maneira de viver. .
  33. 33. Histórico da Ayurveda No Ayurveda a investigação diagnóstica leva em consideração tecidos corporais afetados, humores, local em que a doença está localizada, resistência e vitalidade, rotina diária, hábitos alimentares, gravidade das condições clínicas, condição de digestão, detalhes pessoais, sociais, situação econômica e ambiental da pessoa. Considera que a doença inicia-se muito antes de ser percebida no corpo, aumentando o papel preventivo do sistema, tornando possível tomar medidas adequadas e eficazes com antecedência.
  34. 34. VIII. Histórico da Biodança Rolando Toro Arañeda é o criador da Biodança. Psicólogo e Antropólogo, nasceu no Chile em 1924. Ocupou a cátedra de Psicologia da Arte e da Expressão na Pontifícia Universidade Católica em Santiago e foi docente do Centro de Antropologia Médica da Escola de Medicina da Universidade do Chile. Começou suas pesquisas em 1965, como membro do Centro de Investigações Psiquiátricas do Hospital Psiquiátrico e como investigador adjunto na Penitenciária de Santiago. Nessa época, a partir de suas experiências com doentes mentais, elaborou um Modelo Teórico inicial com base em pesquisas científicas sobre respostas neurovegetativas a determinados movimentos.
  35. 35. Histórico da Biodança Seus estudos diziam de certa vinculação de determinados exercícios a ações reguladoras em nível visceral, com ativação do sistema simpático-adrenérgico ou do parassimpático-colinérgico. Toro afirmava que certos exercícios deflagravam vivências específicas cujos efeitos sobre a percepção de si mesmo e sobre o estilo de comunicação com outras pessoas eram altamente significativos. A Biodança criada na década de 1960 chega ao Brasil na década de 70, onde teve grande aceitação. Hoje está presente em quase todos os países da América e da Europa, num total de 36 países. Atualmente existem milhares de praticantes e, além destes, existem 159 escolas de formação de facilitadores, das quais 19 funcionam no Brasil.
  36. 36. IX. Histórico da Dança Circular Danças Circulares Sagradas ou Dança dos Povos, ou simplesmente Dança Circular é uma prática de dança em roda, tradicional e contemporânea, originária de diferentes culturas que favorece a aprendizagem e a interconexão harmoniosa entre os participantes. As pessoas dançam juntas, em círculos e aos poucos começam a internalizar os movimentos, liberar a mente, o coração, o corpo e o espírito. Por meio do ritmo, da melodia e dos movimentos delicados e profundos os integrantes da roda são estimulados a respeitar, aceitar e honrar as diversidades. O principal enfoque na Dança Circular não é a técnica e sim o sentimento de união de grupo, o espírito comunitário que se instala a partir do momento em que todos, de mãos dadas, apoiam e auxiliam os companheiros.
  37. 37. Histórico da Dança Circular O movimento nasceu com o coreógrafo alemão/polonês Bernhard Wosien em 1976, chegando ao Brasil em 1984. Desde então, tem se espalhado por todo o país, formando rodas em parques, escolas, universidades, hospitais, presídios, abrigos, órgãos públicos, instituições e empresas dos mais variados segmentos. Tem sido objeto de estudos e pesquisas em dissertações de mestrado e doutorado e projetos de extensão em universidades brasileiras e de diversos países, que investigam o potencial da prática como mobilizadora da expressão de afetos e de reflexões que resultem na ampliação da consciência dos sujeitos.
  38. 38. X. Histórico da Meditação A meditação é o processo de conhecer-se a si mesmo direta e experimentalmente, que conduz à autorrealização. Um bem da humanidade, presente em distintas tradições espirituais do universo, fruto da experiência interna do ser. Uma ferramenta de penetração na essência das coisas; ou seja, de “assimilação” do real (ELIADE, 1996). Deste modo, um poderoso instrumento transformador de estados mentais e da consciência na promoção de saúde e bem-estar. Assim, a meditação promove um estado de autoconsciência que compreende ter discernimento em relação às demandas internas do ser que embalam o fluxo psíquico/emoções – os estados mentais - e o direcionamento que lhes será dado na construção e manutenção de interações sociais funcionais e saudáveis que assegurem o bem-estar e a saúde coletiva.
  39. 39. Histórico da Meditação De acordo com Willard Johnson, em seu livro (Do Xamanismo à Ciência - Uma história da meditação, de publicação em 1990), foi apresentado amplo levantamento histórico sobre o tema, encontrando descrições precoces do método, tanto em textos taoístas quanto em textos hindus. Segundo levantamentos, na antiga China, por volta de 300 a.C., a literatura taoísta, com mestres como Lao-Tzu e Chuang-Tzu, já expunha exercícios meditativos, de forma sistematizada. A literatura mística do norte da Índia, entre 1500 e 1000 a.C., também já apresentava técnicas de meditação.
  40. 40. XI. Histórico do Yoga O Yoga é uma prática de origem indiana que envolve diversos aspectos, do corpo, mente e espírito. Na sua cosmovisão de origem, estes aspectos não são divisíveis. O termo Yoga provém da raiz sânscrita yug e tem várias acepções. Nos textos que tratam da prática yóguica, significa unir (reunir, juntar) a alma individual com a alma universal. Patanjali, o sistematizador do yoga no Período Clássico, define o Yoga como ausência de flutuações mentais. Os primeiros estudos científicos sobre Yoga foram conduzidos, em 1924, pelo Swami Kuvalayananda, que é considerado o pioneiro da yogaterapia. O Yoga atua como exercício físico, respiratório e mental; relaxa e contrai músculos, ocasionando automassagem sobre o sistema endócrino; expande a capacidade respiratória; e exercita a parte cognitiva e a atenção.
  41. 41. Histórico do Yoga Um conjunto cuidadosamente adaptado de ásanas pode reduzir a dor lombar e melhorar diversas funções corporais. Também, preconiza o autocuidado sem excessos nem vícios, uma alimentação saudável e vegetariana, a prática de uma ética e, sobretudo, a não-violência. Outros estudos, também sugerem que a prática de yoga pode melhorar a qualidade de vida; reduzir o estresse; diminuir a frequência cardíaca e a pressão arterial; aliviar a ansiedade, depressão e insônia; melhorar a aptidão física, força e flexibilidade geral. O Yoga, possibilita a ampliação e qualificação das opções terapêuticas no Sistema Único de Saúde.
  42. 42. XII. Histórico da Musicoterapia Musicoterapia é a utilização da música e/ou seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia), em grupo ou de forma individualizada, num processo para facilitar, e promover a comunicação, relação, aprendizagem, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, no sentido de alcançar necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A Musicoterapia objetiva desenvolver potenciais e/ou restabelecer funções do indivíduo para que ele/ela possa alcançar uma melhor integração intra e/ou interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida, pela prevenção, reabilitação ou tratamento (UBAM, 2016).
  43. 43. Histórico da Musicoterapia A utilização sistematizada da música como terapia surgiu após a década de 1940, nos Estados Unidos, embora evidências em papiros egípcios datados de 1500 a.C., encontrados no século 19, já mencionassem seus efeitos terapêuticos. Em 1944, foi criado o primeiro curso universitário de Musicoterapia na Michigan State University. Seis anos mais tarde, foi fundada a Associação Nacional para Terapia Musical nos Estados Unidos e em 1968, na Argentina, houve a Primeira Jornada Latino-Americana de Musicoterapia. No Brasil, o início da musicoterapia se deu na cidade do Rio de Janeiro/RJ, onde foi criada em 1968 a Associação Brasileira de Musicoterapia pela iniciativa de profissionais ligados ao hospital psiquiátrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
  44. 44. Histórico da Musicoterapia Em 1972 foi iniciado o primeiro curso de graduação em musicoterapia no Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro, dando início à formação de musicoterapeutas brasileiros que disseminaram essa prática terapêutica pelo país e também contribuíram posteriormente para o desenvolvimento de novos cursos em outros estados. Desde seu início no país a musicoterapia procura atender as demandas de saúde da população, contribuindo para a integralidade da assistência no nosso país.
  45. 45. XIII. Histórico da Naturopatia A Naturopatia tem sua origem fundamentada nos saberes de cuidado da saúde de diversas culturas, incluindo a indiana, chinesa, grega, árabe, egípcia e europeia. É entendida como a arte, a filosofia e a ciência que avalia e trata do processo vida-saúde- adoecimento, por meio de métodos e recursos naturais que apoiam e estimulam a capacidade intrínseca do corpo para curar-se. Assim, integra não somente várias técnicas, mas também filosofias, ciências e princípios destas diferentes culturas, particularmente aquelas relacionadas ao vitalismo. Por vitalismo entende-se atuar no fortalecimento das habilidades próprias de cada indivíduo (ou organismo) para que a homeostase se restabeleça.
  46. 46. Histórico da Naturopatia A Naturopatia se propõe a restaurar o bem-estar e a qualidade de vida por meio da educação em saúde, adequações do estilo de vida e por meio de terapias naturais, reintegrando aspectos do corpo, da mente e da emoção (multidimensionalidade) com a natureza e a sociedade e, assim restabelecer a saúde e bem-estar. A Naturopatia não se distingue pela utilização de uma prática específica, uma vez que dispõe de um amplo leque de modalidades terapêuticas, como por exemplo, terapia floral, acupuntura,
  47. 47. Histórico da Naturopatia A prática é embasada na relação de interagência e em seis princípios fundamentais: primeiramente, não fazer mal, por meio do uso de métodos que minimizam o risco de efeitos colaterais; identificar e tratar as causas fundamentais da doença, identificando e removendo as causas subjacentes das doenças ao invés de suprimir os sintomas; ensinar os princípios de uma vida saudável e uma prática promocionista, compartilhando conhecimentos com os pacientes e os encorajando a ter responsabilidade sob sua própria saúde;
  48. 48. Histórico da Naturopatia Em 1902, Bennedict Lust usou o termo Naturopatia pela primeira vez para descrever uma atividade que combinava diversas práticas naturais e sistemas terapêuticos que se utilizam do potencial dos recursos da natureza (vis medicatrix naturae), pautando-se em um movimento que floresceu na Europa por volta de 1800. Atualmente, a Naturopatia é praticada em diversos países, dentre eles: Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Grã-Bretanha, Austrália, Nova Zelândia, Índia, Brasil. No Brasil, existem formações na área da Naturopatia em nível técnico, superior (bacharelado em Naturologia) e de pós- graduação.
  49. 49. XIV. Histórico da Osteopatia A Osteopatia é um método diagnóstico e terapêutico manual das disfunções de mobilidade articular e teciduais em geral, no que consiste em sua participação no aparecimento das enfermidades. Este método baseado no conhecimento profundo da anatomia, fisiologia e biomecânica do corpo foi criado pelo médico americano Dr. Andrew Taylor Still em 1874. A palavra osteopatia vem do grego osteon (osso) e pathos (efeitos que vem do interior), portanto significa “os efeitos internos originários da estrutura”. O seu criador, acreditava que as enfermidades, suas causas e tratamentos advêm de desequilíbrios internos que repercutem sobre o corpo, impedindo a comunicação livre entre o sistema nervoso central e todos os outros tecidos.
  50. 50. Histórico da Osteopatia A filosofia osteopática envolve o profundo conhecimento anatômico e fisiológico global, relacionando todos os sistemas para formular hipóteses de diagnóstico e aplicar os tratamentos de forma eficaz. Desta forma, a osteopatia diferencia-se de outros métodos de terapia manual, pois busca trabalhar de forma integral proporcionando condições para que o próprio organismo busque o equilíbrio/homeostase. Os profissionais osteopáticos usam seu entendimento da relação entre a estrutura e a função para otimizar a capacidade de autorregulação do corpo e a autocura. Esta abordagem holística para os cuidados do paciente e cura se baseia no conceito de que o ser humano é uma unidade funcional dinâmica, em que todas as partes se inter-relacionam e que possui seus próprios mecanismos para a autorregulação e a autocura.
  51. 51. XV. Histórico da Quiropraxia A Quiropraxia atua na promoção, na prevenção e na proteção da saúde, bem como no tratamento das disfunções articulares que interferem no sistema nervoso e musculoesquelético por meio do ajuste articular visando a correção do Complexo de Subluxação. O ajuste articular é o procedimento terapêutico quiroprático que se utiliza de força controlada, alavanca, direção específica, baixa amplitude e alta velocidade que é aplicado em segmentos articulares específicos e nos tecidos adjacentes com objetivo de causar influência nas funções articulares e neurofisiológicas a fim de corrigir o Complexo de Subluxação, cujo modelo é descrito como uma disfunção motora segmentar, o qual incorpora a interação de alterações patológicas em tecidos nervosos, musculares, ligamentosos, vasculares e conectivos.
  52. 52. Histórico da Quiropraxia As técnicas de manipulação de Alta Velocidade e Baixa Amplitude (HVLAT – high velocity low amplitude technique) são enormemente empregadas no mundo todo, sendo uma das mais antigas intervenções da medicina. Referências médicas antigas datam de 4000 anos atrás, com discussões encontradas em papiros egípcios (papiro de Edwin Smith) e nas esculturas Thai antigas consagradas. O próprio Hipócrates, considerado o pai da medicina, descreveu a anatomia, a manipulação vertebral, e a redução de deslocamentos e fraturas com técnicas manipulativas, que foram canonizadas nos escritos do médico romano Galeno. A descoberta da Quiropraxia é datada em 18 de Setembro de 1895, quando foi considerado o primeiro ajuste quiropráxico, realizado por Daniel David Palmer no zelador Harvey Lillard.
  53. 53. XVI. Histórico da Reflexoterapia A Reflexologia baseia-se em teorias semelhantes às da Medicina Tradicional Chinesa/Acupuntura. Os estudiosos da reflexologia, acreditam que o corpo se encontra atravessado por meridianos que o dividem em diferentes regiões. Cada uma destas regiões tem o seu reflexo nos pés ou nas mãos. Pelos meridianos, circula uma energia que se conhece pelo nome de Chi ou Qui. Essa energia deve fluir com naturalidade: quando isso não acontece, desenvolve-se uma doença ou outro problema de saúde. Através da reflexologia, são massageados pontos-chave que permitem a reativação do fluxo do Chi naquelas regiões do corpo nas quais há algum tipo de bloqueio ou inconveniente.
  54. 54. Histórico da Reflexoterapia Com sua origem principalmente na China antiga, há cerca de 4000 anos, como contribuições das culturas babilônica e sobre tudo no Egito, foi encontrado o documento mais antigo, onde um pictograma datado de 2500 a 2330, Ankmahor, em Saquara realizava estímulos nos pés de um “paciente”. Também empregada na Índia, Japão e em comunidades indígenas, já se conhecia e se utilizava a pressão nas mãos, nos pés e em outras áreas do corpo para alívio de dores. De acordo com esta doutrina, as massagens que se aplicam em certos pontos do corpo provocam um reflexo noutras regiões corporais, permitindo o alívio de um mal-estar.
  55. 55. XVII. Histórico do Reiki É uma prática que usa a imposição das mãos para canalizar a Energia Vital Universal promovendo o equilíbrio energético e a melhoria das condições gerais do corpo e da mente de forma integral; parte da visão e do reconhecimento da dimensão energética, qual seja a de que todo ser vivo é composto de energia vital. A concepção vitalista de saúde e doença presente em sistemas terapêuticos como a homeopatia e a acupuntura, baseia- se na ideia de equilíbrio ou desequilíbrio dessa energia vital que os japoneses chamam de Ki, os chineses de Chi, os indianos de Prana, os hebreus de Ruach.
  56. 56. Histórico do Reiki Desenvolvido no Japão por Mikao Usui, em 1922; Reiki é o encontro de duas energias: a Universal e a Vital, a junção dos fonemas: Rei e Ki. Rei significa energia vital universal. Ki é usado com as conotações de energia vital individual. A prática está voltada para a prevenção de agravos, promoção e recuperação da saúde, promove a harmonização entre as dimensões físicas, mentais e espirituais. Estimula a energização dos órgãos e centros energéticos. Diversos serviços ofertam esta prática; além de estar presente em diversos grupos de pesquisa de instituições de ensino e estar incluso em Políticas municipais e estaduais de PICS.
  57. 57. XVIII. Histórico da Shantala Com origem na Índia, a técnica milenar da Shantala, passada verbalmente de mãe para filha, geração após geração; é composta por uma série de movimentos pelo corpo do bebê, que permite o despertar e ampliação do vínculo mãe e bebê. Além disso, promove a saúde integral, reforçando vínculos afetivos, a cooperação, confiança, criatividade, segurança, equilíbrio físico e emocional (BRÊTAS, 1999). Foi trazida para o ocidente através do obstetra francês Fréderick Leboyer, que observou, em Calcutá, na Índia, uma mãe que massageava seu bebê. O vigor e a beleza dos movimentos, o encantaram. Sistematizou a prática e batizou a sequência de movimentos com o nome da mulher que a realizava: Shantala.
  58. 58. Histórico da Shantala A Shantala promove e fortalece o vínculo afetivo, harmoniza e equilibra os sistemas imunológico, respiratório, digestivo, e os sistemas circulatório e linfático. Permite ao bebê a estimulação das articulações e da musculatura auxiliando significativamente no desenvolvimento motor, facilitando movimentos como rolar, sentar, engatinhar e andar. Esta prática foi introduzida no Brasil ainda na década de 70, por Claudio Basbaum, seguidor de Fréderick Lebboyer. A professora de yoga Maria de Lourdes da Silva Teixeira, conhecida como Fadynha, iniciou a prática junto às gestantes e puérperas as quais acompanhava durante o período gravídico-puerperal nessa mesma década.
  59. 59. XIX. Histórico da Terapia Comunitária Integrativa A Terapia Comunitária Integrativa (TCI) é uma prática criada e desenvolvida no Departamento de Saúde Comunitária da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará, no final da década de 80, sob coordenação do psiquiatra, antropólogo e teólogo Prof. Dr. Adalberto de Paula Barreto. Invertendo o processo habitual de receber pessoas da comunidade para atendimento na Universidade, Adalberto Barreto levou a Universidade para a comunidade. Iniciou, dessa forma, um trabalho de inclusão, possibilitando o acolhimento da diversidade, favorecendo o empoderamento pessoal e comunitário e a descoberta da possibilidade de superação frente ao sofrimento.
  60. 60. Histórico da Terapia Comunitária Integrativa A TCI é uma metodologia de intervenção nos grupos sociais e objetiva a criação e o fortalecimento de redes sociais solidárias. Aproveita os recursos da própria comunidade e baseia-se no princípio de que se a comunidade e o indivíduo possuem problemas também desenvolvem recursos, competências e estratégias para criar soluções que provem de dificuldades superadas. É um espaço de acolhimento do sofrimento psíquico que favorece a troca de experiências entre as pessoas. A Terapia Comunitária Integrativa está fundamentada em cinco eixos teóricos que são: a Pedagogia de Paulo Freire, a Teoria da Comunicação, o Pensamento Sistêmico, a Antropologia Cultural e a Resiliência.
  61. 61. Referências bibliográficas: (ACUP) • Ernst E. Acupuncture a critical analysis. J Intern Med. 2006; 259(2): 125-137. • Ramey D, Buell PD. A true history of acupuncture. Focus Altern Complement Ther. 2004; 9: 269-273. • Epler D. Bloodletting in early Chinese medicine and its relation to the origin of acupuncture. Bull Hist Med. 1980; 54: 357-367. • Ma KW. The roots and development of Chinese acupuncture: from prehistory to early 20th century. Acupunct Med. 1992; 10(Suppl): 92-99. • Huang KC. Acupuncture: The Past and the Present. New York: Vantage; 1996. • Basser S. Acupuncture: a history. Sci Rev Altern Med. 1999; 3: 34-41. • Associação Brasileira de Acupuntura (ABA) – disponível em: • http://www.abapuntura.com.br/2011-10-26-20-37-46/2011-10-26-20-38-55/historia- da- acupuntura.html [acesso 6 dez 2013].
  62. 62. Referências bibliográficas: (FITO) • ALMASSY JÚNIOR, Alexandre; LOPES, Reginalda Célia; ARMOND, Cíntia; da SILVA, Francieli; CASALI, Vicente Wagner Dias. Folhas de Chá – plantas medicinais na Terapêutica Humana. UFV: Viçosa, 2005. • ALONSO, Jorge. Tratado de Fitomedicina: Bases clínicas e farmacológicas. Argentina, Rosário: Corpus Libros, 1998. • ALVIM et al. O uso de plantas medicinais como recurso terapêutico: das influências da formação profissional às implicações éticas e legais de sua aplicabilidade como extensão da prática de cuidar realizada pela enfermeira. Latino-am Enfermagem, v.14, n.3, mai./jun. 2006. • Associação Paulista de Naturologia (Apanat), disponível em: http://www.apanat.org.br/site/fitoterapia/ [acesso em 6 dez 2013]. • BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Brasília, DF, 2006b. • WAGNER, Hildebert e WISENAUER, Markus. Fitoterapia – Fitofármacos, Farmacologia e Aplicações Clínicas. 2.ed. São Paulo: Pharmabooks, 2006. • WHO. Guidelines for the appropriate use of herbal medicines. Manila: WHO, 1998. • ______. Who Monographs on Selected Medicinal Plants, v. 1. Geneva: WHO, 1999.; v.2. 2001; v.3. 2007. • ______. Traditional medicine strategy 2002-2005. Geneva, 2002.65p.
  63. 63. Referências bibliográficas: (Homeopatia) • http://www.amhb.org.br/conteudo/206/157/institucional.html http://homeopatia.bvs.br/php/level.php?lang=pt&component=35&item=2 • Irvine Loudon. A brief history of homeopathy. J R Soc Med. 2006 December; 99(12): 607–610. • Black D. Complementary Medicine. In: Walter J, Walton L, Jeremiah A, Barondess JA, Lock S (eds). The Oxford Medical Companion. Oxford: Oxford University Press, 1994. Referências bibliográficas: (Medicina Antroposófica) • http://www.abmanacional.com.br/index.php?link=8&id=1 • http://www.abmarj.com.br/?pg=quem-somos • Referências bibliográficas: (Termalismo/Crenoterapia) • Brasil, MS. PNPIC, 2006 • Ortiz AD, Tuono B. et al. Reestruturação do Balneário para o atrativo turístico em Águas de São Pedro. Águas de S. Pedro, 2005. • Lima GTN. O natural e o construído: a estação balneárea de Araxá nos anos 1920-1940. Rev. Bras. Hist. [serial online] 2006, vol.26, n.51 [cited 2010-05-20], pp. 227-250 .
  64. 64. Referências bibliográficas (demais PICS) - AZEVEDO, E. Desafios da Naturologia frente à saúde coletiva e a política nacional de práticas integrativas e complementares. In: RODRIGUES, D. M. O.; HELLMANN, F.; DARÉ, P. K.; WEDEKIN, L. M. (orgs). Naturologia Diálogos e Perspectivas. Palhoça: Unisul, - ELIADE, Mircea. Yoga: Imortalidade e Liberdade. São Paulo: Palas Athena, 1996. - RINPOCHE, Sogyal. Livro Tibetano Do Viver e Do Morrer. São Paulo: Palas Athena, 2013. - UBAM – União Brasileira de Associações de Musicoterapia . Quem somos. O que é Musicoterapia. http://www.musicoterapia.mus.br/quemsomos.php. Acessado em 28 de maio de 2017. - BARRETO, A.P. e LAZARTE, R. – Uma introdução à Terapia Comunitária Integrativa: conceito, bases teóricas e métodos, in Terapia Comunitária Integrativa – uma construção coletiva de conhecimento, João Pessoa: Editora Universitária da UFPB, 2013. - BRÊTAS, JRS; A Arte de Massagear Bebês: a Qualidade no Tocar. Acta Paul. Enf., São Paulo, v. 12, n.2, p. 16-26, 1999.

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