O documento discute o uso de plantas medicinais durante a gravidez e lactação, destacando que seu uso deve ser evitado devido aos riscos potenciais de estimular contrações uterinas, causar abortos ou partos prematuros, além de possíveis efeitos hormonais, mutagênicos ou teratogênicos no feto. Ele também lista exemplos de plantas comuns e seus possíveis riscos, como aloe vera que pode causar hemorragia e aborto.