SlideShare uma empresa Scribd logo

Deficiencia intelectual

Rosana Santos
Rosana Santos
Rosana SantosProfessora na prefeitura municipal de Jacundá em prefeitura municipal de Jacundá

EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA

Deficiencia intelectual

1 de 43
Baixar para ler offline
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE
JACUNDÁ
COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E
INCLUSIVA
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL/MENTAL
Professora: Rosana
"Somos diferentes, mas não queremos ser
transformados em desiguais. As nossas vidas só
precisam ser acrescidas de recursos especiais”.
LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA – EDUCAÇÃO
ESPECIAL
 Constituição Federal: Artigos 5º; 205; 206 (incisos I e VII); 208 (incisos
 III e V).
 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN (Lei nº
 9.394, de 20 de dezembro de 1996): Artigos 4º (inciso III); 58
 (parágrafos 1º a 3º); 59 (incisos I a IV).
 Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação
 Inclusiva, MEC, 2008
 Deliberação CEE nº 68/2007
 Resolução SE nº 11/2008, alterada pela Resolução SE nº 31/2008.
 Decreto Federal nº 7.611, de 17 de novembro de 2011.
 Decreto Federal nº 7.612, de 17 de novembro de 2011.]
Todos esses documentos podem ser consultados na página do CAPE na
internet (http://cape.edunet.sp.gov.br, menu Legislação).
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL/MENTAL
Segundo D´Antino, a definição de deficiência mental mais difundida
e aceita é a da Associação Americana de Deficiência Mental, de
1992, que representa um avanço conceitual :
“Deficiência mental corresponde a um funcionamento intelectual
significativamente abaixo da média, coexistindo com outras
limitações relativas a duas ou mais das seguintes áreas de
habilidades adaptativas:
Comunicação, auto cuidado, habilidades sociais, participação
familiar e comunitária, autonomia, saúde e segurança,
funcionalidade acadêmica, lazer e trabalho, manifestando-se antes
dos dezoito anos de idade”
D´Antino (1997, p.97)
CARACTERÍSTICAS
Segundo descrição da Associação Americana sobre Deficiência Intelectual
do Desenvolvimento (AIDD), pessoas com déficit intelectual possuem o
Quociente de Inteligência (QI) inferior à média. Elas possuem limitações em
ao menos dois tipos de habilidades: comunicação, autocuidado, funções
acadêmicas, adaptação social, vida no lar, segurança e saúde, dentre
outras.
De acordo com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae),
quase sempre a deficiência intelectual costuma ser resultado de uma
alteração no cérebro causada por condições genéticas. Mas uma pessoa
com necessidades especiais também pode ter sofrido com distúrbios na
gestação, problemas no parto e até mesmo após o nascimento. Dentre os
principais tipos de deficiência intelectual estão as síndromes de Down, X-
Frágil, Prader-Willi, Angelman e Williams
"DEFICIÊNCIA MENTAL“
Segundo a educadora Ana Beatriz Araújo, da APAE de Salvador,
as deficiências intelectual e mental são sinônimos. O último
termo, porém, foi banido pela Organização das Nações Unidas
(ONU) em 2004. “São dois termos que querem dizer a mesma coisa.
Houve uma mudança de nomenclatura em relação à deficiência
intelectual para não confundir com o transtorno mental”, afirma.
A ONU optou por excluir a expressão "deficiência mental" para
evitar a confusão e a discriminação destas pessoas, que
representam 5% da população mundial, de acordo com a
Organização Mundial da Saúde (OMS
Como identificar a Deficiência Intelectual?
Observando-se duas coisas :
1- a capacidade do cérebro da pessoa para aprender, resolver problemas,
encontrar um sentido do mundo, uma inteligência do mundo que as rodeia (a
esta capacidade chama-se funcionamento cognitivo ou funcionamento intelectual
2- a competência necessária para viver com autonomia e independência na
comunidade em que se insere (a esta competência também se chama
comportamento adaptativo ou funcionamento adaptativo).
Enquanto o diagnóstico do funcionamento cognitivo é normalmente realizado
por técnicos devidamente habilitados (psicólogos, neurologistas, fonoaudiólogos,
psiquiatras, etc.), já o funcionamento adaptativo deve ser objeto de observação e
análise por parte da família, dos pais e dos educadores que convivem com a
criança.

Recomendados

Deficiência Intelectual
Deficiência IntelectualDeficiência Intelectual
Deficiência IntelectualEdilene Sampaio
 
Estrategias pedagogicas com deficiente intelectual
Estrategias pedagogicas com deficiente intelectualEstrategias pedagogicas com deficiente intelectual
Estrategias pedagogicas com deficiente intelectualPaula Aparecida Alve Alves
 
Deficiência Intelectual/Mental
Deficiência Intelectual/MentalDeficiência Intelectual/Mental
Deficiência Intelectual/MentalCassia Dias
 
Dificuldades de aprendizagem
Dificuldades de aprendizagemDificuldades de aprendizagem
Dificuldades de aprendizagemDeisiane Cazaroto
 
Relatório sindrome de down
Relatório sindrome de down Relatório sindrome de down
Relatório sindrome de down Victor Said
 
Relatorio de acompanhamento do professor do aee e sala regular
Relatorio de acompanhamento do professor do aee e sala regularRelatorio de acompanhamento do professor do aee e sala regular
Relatorio de acompanhamento do professor do aee e sala regularNethy Marques
 

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Plano de Ação do AEE
Plano de Ação do AEEPlano de Ação do AEE
Plano de Ação do AEEPatricia Bampi
 
Autismo: desafios da inclusão da criança autista na escola regular
Autismo: desafios da inclusão da criança autista na escola regularAutismo: desafios da inclusão da criança autista na escola regular
Autismo: desafios da inclusão da criança autista na escola regularJanderly Reis
 
Formação para Cuidadores Educacional
Formação para Cuidadores EducacionalFormação para Cuidadores Educacional
Formação para Cuidadores EducacionalRosana Santos
 
Modelo relatório pedagogico aluno especial
Modelo relatório pedagogico aluno especialModelo relatório pedagogico aluno especial
Modelo relatório pedagogico aluno especialstraraposa
 
Deficiência Intelectual Etiologias – PEI
Deficiência Intelectual Etiologias – PEI Deficiência Intelectual Etiologias – PEI
Deficiência Intelectual Etiologias – PEI lucianacarvalho
 
Modelo de plano de desenvolvimento individual 1
Modelo  de plano de desenvolvimento individual 1Modelo  de plano de desenvolvimento individual 1
Modelo de plano de desenvolvimento individual 1Kelry Carvalho
 
Slide educação especial
Slide educação especialSlide educação especial
Slide educação especialAndreia Gomes
 
Slide Autismo
Slide   AutismoSlide   Autismo
Slide AutismoUNIME
 
81 planejamento brincando a aprendendo com a matemática autismo e educação
81 planejamento brincando a aprendendo com a matemática autismo e educação81 planejamento brincando a aprendendo com a matemática autismo e educação
81 planejamento brincando a aprendendo com a matemática autismo e educaçãoSimoneHelenDrumond
 
Caderno educacao especial miolo
Caderno educacao especial   mioloCaderno educacao especial   miolo
Caderno educacao especial mioloIsa ...
 
PLANO DE AÇÃO 2023 cei.docx
PLANO DE AÇÃO 2023 cei.docxPLANO DE AÇÃO 2023 cei.docx
PLANO DE AÇÃO 2023 cei.docxssuser6c03a6
 
Reunião pedagógica AEE
Reunião pedagógica AEEReunião pedagógica AEE
Reunião pedagógica AEEDelziene Jesus
 
Atendimento Educacional Especializado
Atendimento Educacional EspecializadoAtendimento Educacional Especializado
Atendimento Educacional Especializadoceciliaconserva
 

Mais procurados (20)

Plano de aee
Plano de aeePlano de aee
Plano de aee
 
Plano de Ação do AEE
Plano de Ação do AEEPlano de Ação do AEE
Plano de Ação do AEE
 
Autismo: desafios da inclusão da criança autista na escola regular
Autismo: desafios da inclusão da criança autista na escola regularAutismo: desafios da inclusão da criança autista na escola regular
Autismo: desafios da inclusão da criança autista na escola regular
 
Formação para Cuidadores Educacional
Formação para Cuidadores EducacionalFormação para Cuidadores Educacional
Formação para Cuidadores Educacional
 
Modelo relatório pedagogico aluno especial
Modelo relatório pedagogico aluno especialModelo relatório pedagogico aluno especial
Modelo relatório pedagogico aluno especial
 
Deficiência Intelectual Etiologias – PEI
Deficiência Intelectual Etiologias – PEI Deficiência Intelectual Etiologias – PEI
Deficiência Intelectual Etiologias – PEI
 
Deficiência Intelectual
Deficiência IntelectualDeficiência Intelectual
Deficiência Intelectual
 
Modelo de plano de desenvolvimento individual 1
Modelo  de plano de desenvolvimento individual 1Modelo  de plano de desenvolvimento individual 1
Modelo de plano de desenvolvimento individual 1
 
Slide educação especial
Slide educação especialSlide educação especial
Slide educação especial
 
educação inclusiva
educação inclusivaeducação inclusiva
educação inclusiva
 
Slide Autismo
Slide   AutismoSlide   Autismo
Slide Autismo
 
81 planejamento brincando a aprendendo com a matemática autismo e educação
81 planejamento brincando a aprendendo com a matemática autismo e educação81 planejamento brincando a aprendendo com a matemática autismo e educação
81 planejamento brincando a aprendendo com a matemática autismo e educação
 
PEI
PEIPEI
PEI
 
Caderno educacao especial miolo
Caderno educacao especial   mioloCaderno educacao especial   miolo
Caderno educacao especial miolo
 
inclusão escolar
inclusão escolarinclusão escolar
inclusão escolar
 
PLANO DE AÇÃO 2023 cei.docx
PLANO DE AÇÃO 2023 cei.docxPLANO DE AÇÃO 2023 cei.docx
PLANO DE AÇÃO 2023 cei.docx
 
Reunião pedagógica AEE
Reunião pedagógica AEEReunião pedagógica AEE
Reunião pedagógica AEE
 
Atendimento Educacional Especializado
Atendimento Educacional EspecializadoAtendimento Educacional Especializado
Atendimento Educacional Especializado
 
Inclusão
InclusãoInclusão
Inclusão
 
Aee. sala multifuncional
Aee. sala multifuncionalAee. sala multifuncional
Aee. sala multifuncional
 

Destaque

Tapiri def. intelectual
Tapiri def. intelectualTapiri def. intelectual
Tapiri def. intelectualdonnassol
 
Alfabetização com inclusão de crianças com deficiência intelectual
Alfabetização com inclusão de crianças com deficiência intelectualAlfabetização com inclusão de crianças com deficiência intelectual
Alfabetização com inclusão de crianças com deficiência intelectualJaime Balbino
 
Orientações Pedagógicas: Deficiências
Orientações Pedagógicas: Deficiências Orientações Pedagógicas: Deficiências
Orientações Pedagógicas: Deficiências Jardeane Fontenele
 
Cadernodeatividades
CadernodeatividadesCadernodeatividades
CadernodeatividadesIsa ...
 
Atividades Pedagógicas 1_2_ano_Alfabetização
Atividades Pedagógicas 1_2_ano_AlfabetizaçãoAtividades Pedagógicas 1_2_ano_Alfabetização
Atividades Pedagógicas 1_2_ano_Alfabetizaçãosrentesupor
 
Jogos e brincadeiras a deficientes
Jogos e brincadeiras a deficientesJogos e brincadeiras a deficientes
Jogos e brincadeiras a deficientesAna Sebastião
 
Curriculos Alternativos
Curriculos AlternativosCurriculos Alternativos
Curriculos Alternativosguestb20a74
 
Mini Dicionário de Inglês ampliado
Mini Dicionário de Inglês ampliadoMini Dicionário de Inglês ampliado
Mini Dicionário de Inglês ampliadoIsa ...
 
Portfolio adaptação curricular
Portfolio adaptação curricularPortfolio adaptação curricular
Portfolio adaptação curricularJuvenal Alves
 
75 jogos e brincadeiras na aprendizagem do autista por simone helen drumond
75 jogos e brincadeiras na aprendizagem do  autista por simone helen drumond75 jogos e brincadeiras na aprendizagem do  autista por simone helen drumond
75 jogos e brincadeiras na aprendizagem do autista por simone helen drumondSimoneHelenDrumond
 
Contos maravilhosos para criar história
Contos maravilhosos para criar históriaContos maravilhosos para criar história
Contos maravilhosos para criar históriaIsa ...
 
Atividades_rótulos
Atividades_rótulosAtividades_rótulos
Atividades_rótulosIsa ...
 
Materiais produzidos adaptados pela professora da sala de recursos multifunci...
Materiais produzidos adaptados pela professora da sala de recursos multifunci...Materiais produzidos adaptados pela professora da sala de recursos multifunci...
Materiais produzidos adaptados pela professora da sala de recursos multifunci...Isa ...
 
Apostila da matemática_alfabetização2015
Apostila da matemática_alfabetização2015Apostila da matemática_alfabetização2015
Apostila da matemática_alfabetização2015Isa ...
 

Destaque (17)

Tapiri def. intelectual
Tapiri def. intelectualTapiri def. intelectual
Tapiri def. intelectual
 
Alfabetização com inclusão de crianças com deficiência intelectual
Alfabetização com inclusão de crianças com deficiência intelectualAlfabetização com inclusão de crianças com deficiência intelectual
Alfabetização com inclusão de crianças com deficiência intelectual
 
Orientações Pedagógicas: Deficiências
Orientações Pedagógicas: Deficiências Orientações Pedagógicas: Deficiências
Orientações Pedagógicas: Deficiências
 
Cadernodeatividades
CadernodeatividadesCadernodeatividades
Cadernodeatividades
 
Atividades Pedagógicas 1_2_ano_Alfabetização
Atividades Pedagógicas 1_2_ano_AlfabetizaçãoAtividades Pedagógicas 1_2_ano_Alfabetização
Atividades Pedagógicas 1_2_ano_Alfabetização
 
Síntese do caderno
Síntese do cadernoSíntese do caderno
Síntese do caderno
 
Jogos e brincadeiras a deficientes
Jogos e brincadeiras a deficientesJogos e brincadeiras a deficientes
Jogos e brincadeiras a deficientes
 
Curriculos Alternativos
Curriculos AlternativosCurriculos Alternativos
Curriculos Alternativos
 
Mini Dicionário de Inglês ampliado
Mini Dicionário de Inglês ampliadoMini Dicionário de Inglês ampliado
Mini Dicionário de Inglês ampliado
 
Deficiência Intelectual na Escola
Deficiência Intelectual na EscolaDeficiência Intelectual na Escola
Deficiência Intelectual na Escola
 
Sugestões de Materiais e Recursos
Sugestões de Materiais e RecursosSugestões de Materiais e Recursos
Sugestões de Materiais e Recursos
 
Portfolio adaptação curricular
Portfolio adaptação curricularPortfolio adaptação curricular
Portfolio adaptação curricular
 
75 jogos e brincadeiras na aprendizagem do autista por simone helen drumond
75 jogos e brincadeiras na aprendizagem do  autista por simone helen drumond75 jogos e brincadeiras na aprendizagem do  autista por simone helen drumond
75 jogos e brincadeiras na aprendizagem do autista por simone helen drumond
 
Contos maravilhosos para criar história
Contos maravilhosos para criar históriaContos maravilhosos para criar história
Contos maravilhosos para criar história
 
Atividades_rótulos
Atividades_rótulosAtividades_rótulos
Atividades_rótulos
 
Materiais produzidos adaptados pela professora da sala de recursos multifunci...
Materiais produzidos adaptados pela professora da sala de recursos multifunci...Materiais produzidos adaptados pela professora da sala de recursos multifunci...
Materiais produzidos adaptados pela professora da sala de recursos multifunci...
 
Apostila da matemática_alfabetização2015
Apostila da matemática_alfabetização2015Apostila da matemática_alfabetização2015
Apostila da matemática_alfabetização2015
 

Semelhante a Deficiencia intelectual

Jorge Barbosa - II Encontro DiáRIo de Leitores
Jorge Barbosa - II Encontro DiáRIo de LeitoresJorge Barbosa - II Encontro DiáRIo de Leitores
Jorge Barbosa - II Encontro DiáRIo de LeitoresAndreia Carla Lobo
 
Intelectual
IntelectualIntelectual
IntelectualPatikaka
 
Educação inclusiva deficiência intelectual
Educação inclusiva deficiência intelectualEducação inclusiva deficiência intelectual
Educação inclusiva deficiência intelectualPatricia Ronconi da Rocha
 
Cópia de salas de recursos multifuncionais saee blog
Cópia de salas de recursos multifuncionais  saee blogCópia de salas de recursos multifuncionais  saee blog
Cópia de salas de recursos multifuncionais saee blogMarli Gomes
 
Cópia de salas de recursos multifuncionais saee blog
Cópia de salas de recursos multifuncionais  saee blogCópia de salas de recursos multifuncionais  saee blog
Cópia de salas de recursos multifuncionais saee blogMarli Gomes
 
Sala de Recursos blog
Sala de Recursos  blogSala de Recursos  blog
Sala de Recursos blogMarli Gomes
 
Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda
Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma todaSugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda
Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma todaProfª Fabi Sobrenome
 
Práticas no processo de ensino aprendizagem da criança com deficiência
Práticas no processo de ensino aprendizagem da criança com deficiênciaPráticas no processo de ensino aprendizagem da criança com deficiência
Práticas no processo de ensino aprendizagem da criança com deficiênciaunidadebetinho
 
Projeto integrador - Educação Especial.
Projeto integrador - Educação Especial.Projeto integrador - Educação Especial.
Projeto integrador - Educação Especial.Stefanie Rodrigues
 
Crianças com dificuldade de aprendizagem
Crianças com dificuldade de aprendizagemCrianças com dificuldade de aprendizagem
Crianças com dificuldade de aprendizagemJanison Correia
 
O papel da equipe multidisciplinar na inclusão de alunos com NEEs
O papel da equipe multidisciplinar na inclusão de alunos com NEEsO papel da equipe multidisciplinar na inclusão de alunos com NEEs
O papel da equipe multidisciplinar na inclusão de alunos com NEEsRosemeire Fernanda
 
A Deficiência Mental “Níveis e Tipos”
A Deficiência Mental “Níveis e Tipos”A Deficiência Mental “Níveis e Tipos”
A Deficiência Mental “Níveis e Tipos”andreadc
 
Apresentação ebm osmar cunha canasvieiras
Apresentação ebm osmar cunha   canasvieirasApresentação ebm osmar cunha   canasvieiras
Apresentação ebm osmar cunha canasvieirasosmarcunha
 
Paradigma da inclusão
Paradigma da inclusãoParadigma da inclusão
Paradigma da inclusãoSilvana Eloisa
 

Semelhante a Deficiencia intelectual (20)

DESAFIOS PROFESSOR.pdf
DESAFIOS PROFESSOR.pdfDESAFIOS PROFESSOR.pdf
DESAFIOS PROFESSOR.pdf
 
Jorge Barbosa - II Encontro DiáRIo de Leitores
Jorge Barbosa - II Encontro DiáRIo de LeitoresJorge Barbosa - II Encontro DiáRIo de Leitores
Jorge Barbosa - II Encontro DiáRIo de Leitores
 
Intelectual
IntelectualIntelectual
Intelectual
 
Atendimento
AtendimentoAtendimento
Atendimento
 
Educação inclusiva deficiência intelectual
Educação inclusiva deficiência intelectualEducação inclusiva deficiência intelectual
Educação inclusiva deficiência intelectual
 
Progestão modulo 4
Progestão modulo 4Progestão modulo 4
Progestão modulo 4
 
Curso completo jp
Curso completo jpCurso completo jp
Curso completo jp
 
Cópia de salas de recursos multifuncionais saee blog
Cópia de salas de recursos multifuncionais  saee blogCópia de salas de recursos multifuncionais  saee blog
Cópia de salas de recursos multifuncionais saee blog
 
Cópia de salas de recursos multifuncionais saee blog
Cópia de salas de recursos multifuncionais  saee blogCópia de salas de recursos multifuncionais  saee blog
Cópia de salas de recursos multifuncionais saee blog
 
Sala de Recursos blog
Sala de Recursos  blogSala de Recursos  blog
Sala de Recursos blog
 
Inclusão deficiência intelectual
Inclusão deficiência intelectualInclusão deficiência intelectual
Inclusão deficiência intelectual
 
E D Especial
E D  EspecialE D  Especial
E D Especial
 
Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda
Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma todaSugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda
Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda
 
Práticas no processo de ensino aprendizagem da criança com deficiência
Práticas no processo de ensino aprendizagem da criança com deficiênciaPráticas no processo de ensino aprendizagem da criança com deficiência
Práticas no processo de ensino aprendizagem da criança com deficiência
 
Projeto integrador - Educação Especial.
Projeto integrador - Educação Especial.Projeto integrador - Educação Especial.
Projeto integrador - Educação Especial.
 
Crianças com dificuldade de aprendizagem
Crianças com dificuldade de aprendizagemCrianças com dificuldade de aprendizagem
Crianças com dificuldade de aprendizagem
 
O papel da equipe multidisciplinar na inclusão de alunos com NEEs
O papel da equipe multidisciplinar na inclusão de alunos com NEEsO papel da equipe multidisciplinar na inclusão de alunos com NEEs
O papel da equipe multidisciplinar na inclusão de alunos com NEEs
 
A Deficiência Mental “Níveis e Tipos”
A Deficiência Mental “Níveis e Tipos”A Deficiência Mental “Níveis e Tipos”
A Deficiência Mental “Níveis e Tipos”
 
Apresentação ebm osmar cunha canasvieiras
Apresentação ebm osmar cunha   canasvieirasApresentação ebm osmar cunha   canasvieiras
Apresentação ebm osmar cunha canasvieiras
 
Paradigma da inclusão
Paradigma da inclusãoParadigma da inclusão
Paradigma da inclusão
 

Último

Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...
Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...
Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...AaAssessoriadll
 
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...azulassessoriaacadem3
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...azulassessoriaacadem3
 
Acróstico - Maria da Penha Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
Acróstico - Maria da Penha    Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006Acróstico - Maria da Penha    Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
Acróstico - Maria da Penha Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006Mary Alvarenga
 
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...azulassessoriaacadem3
 
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...azulassessoriaacadem3
 
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...azulassessoriaacadem3
 
Slides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptx
Slides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptxSlides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptx
Slides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdfCOSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdfalexandrerodriguespk
 
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...excellenceeducaciona
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 7º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 7º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 7º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 7º ANO.pdfkeiciany
 
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...manoelaarmani
 
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!Psyc company
 
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptxSlides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docxPROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docxssuser86fd77
 
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdfkelvindasilvadiasw
 
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...azulassessoriaacadem3
 
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.azulassessoriaacadem3
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...azulassessoriaacadem3
 
MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024
MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024
MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024assedlsam
 

Último (20)

Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...
Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...
Quando iniciamos os estudos sobre a história da Educação de Jovens e Adultos,...
 
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
2. Considerando todas as informações que você obteve, descritas acima, sabend...
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
 
Acróstico - Maria da Penha Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
Acróstico - Maria da Penha    Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006Acróstico - Maria da Penha    Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
Acróstico - Maria da Penha Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
 
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
 
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
ATIVIDADE PROPOSTA: Considerando o "estudo de caso" apresentado na disciplina...
 
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
Discuta as principais mudanças e desafios enfrentados pelos profissionais de ...
 
Slides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptx
Slides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptxSlides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptx
Slides Lição 8, Betel, Família, uma Obra em permanente construção, 1Tr24.pptx
 
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdfCOSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
COSMOLOGIA DA ENERGIA ESTRELAS - VOLUME 6. EDIÇÃO 2^^.pdf
 
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
a. Cite e explique os três princípios básicos da progressão do treinamento de...
 
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 7º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 7º ANO.pdfPLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 7º ANO.pdf
PLANO DE CURSO 2O24- ENSINO RELIGIOSO 7º ANO.pdf
 
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
Minimalismo Fitness Simplifique sua Rotina de Exercícios e Maximize Resultado...
 
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
O Guia Definitivo para Investir em Bitcoin: Domine o Mercado Hoje!
 
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptxSlides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja, 1Tr24.pptx
 
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docxPROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
PROJETO INTERDISCIPLINAR 6º AO 9º ANOS - 2.docx
 
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
1° ENSINO MÉDIO PLANO ANUAL ARTES 2024.pdf
 
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
1. Solicitar ao entrevistado uma breve apresentação da organização, mencionan...
 
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
1) Cite os componentes que devem fazer parte de uma sessão de treinamento.
 
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
2) Descreva os princípios fundamentais para uma prescrição de exercícios físi...
 
MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024
MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024
MAPA - BEDU - ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA - 51/2024
 

Deficiencia intelectual

  • 1. SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE JACUNDÁ COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL/MENTAL Professora: Rosana "Somos diferentes, mas não queremos ser transformados em desiguais. As nossas vidas só precisam ser acrescidas de recursos especiais”.
  • 2. LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA – EDUCAÇÃO ESPECIAL  Constituição Federal: Artigos 5º; 205; 206 (incisos I e VII); 208 (incisos  III e V).  Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN (Lei nº  9.394, de 20 de dezembro de 1996): Artigos 4º (inciso III); 58  (parágrafos 1º a 3º); 59 (incisos I a IV).  Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação  Inclusiva, MEC, 2008  Deliberação CEE nº 68/2007  Resolução SE nº 11/2008, alterada pela Resolução SE nº 31/2008.  Decreto Federal nº 7.611, de 17 de novembro de 2011.  Decreto Federal nº 7.612, de 17 de novembro de 2011.] Todos esses documentos podem ser consultados na página do CAPE na internet (http://cape.edunet.sp.gov.br, menu Legislação).
  • 3. DEFICIÊNCIA INTELECTUAL/MENTAL Segundo D´Antino, a definição de deficiência mental mais difundida e aceita é a da Associação Americana de Deficiência Mental, de 1992, que representa um avanço conceitual : “Deficiência mental corresponde a um funcionamento intelectual significativamente abaixo da média, coexistindo com outras limitações relativas a duas ou mais das seguintes áreas de habilidades adaptativas: Comunicação, auto cuidado, habilidades sociais, participação familiar e comunitária, autonomia, saúde e segurança, funcionalidade acadêmica, lazer e trabalho, manifestando-se antes dos dezoito anos de idade” D´Antino (1997, p.97)
  • 4. CARACTERÍSTICAS Segundo descrição da Associação Americana sobre Deficiência Intelectual do Desenvolvimento (AIDD), pessoas com déficit intelectual possuem o Quociente de Inteligência (QI) inferior à média. Elas possuem limitações em ao menos dois tipos de habilidades: comunicação, autocuidado, funções acadêmicas, adaptação social, vida no lar, segurança e saúde, dentre outras. De acordo com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), quase sempre a deficiência intelectual costuma ser resultado de uma alteração no cérebro causada por condições genéticas. Mas uma pessoa com necessidades especiais também pode ter sofrido com distúrbios na gestação, problemas no parto e até mesmo após o nascimento. Dentre os principais tipos de deficiência intelectual estão as síndromes de Down, X- Frágil, Prader-Willi, Angelman e Williams
  • 5. "DEFICIÊNCIA MENTAL“ Segundo a educadora Ana Beatriz Araújo, da APAE de Salvador, as deficiências intelectual e mental são sinônimos. O último termo, porém, foi banido pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2004. “São dois termos que querem dizer a mesma coisa. Houve uma mudança de nomenclatura em relação à deficiência intelectual para não confundir com o transtorno mental”, afirma. A ONU optou por excluir a expressão "deficiência mental" para evitar a confusão e a discriminação destas pessoas, que representam 5% da população mundial, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS
  • 6. Como identificar a Deficiência Intelectual? Observando-se duas coisas : 1- a capacidade do cérebro da pessoa para aprender, resolver problemas, encontrar um sentido do mundo, uma inteligência do mundo que as rodeia (a esta capacidade chama-se funcionamento cognitivo ou funcionamento intelectual 2- a competência necessária para viver com autonomia e independência na comunidade em que se insere (a esta competência também se chama comportamento adaptativo ou funcionamento adaptativo). Enquanto o diagnóstico do funcionamento cognitivo é normalmente realizado por técnicos devidamente habilitados (psicólogos, neurologistas, fonoaudiólogos, psiquiatras, etc.), já o funcionamento adaptativo deve ser objeto de observação e análise por parte da família, dos pais e dos educadores que convivem com a criança.
  • 7. COMO LIDAR COM ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA ESCOLA? As limitações impostas pela deficiência dependem muito do desenvolvimento do indivíduo nas relações sociais e de seus aprendizados, variando bastante de uma criança para outra. Em geral, a deficiência intelectual traz mais dificuldades para que a criança interprete conteúdos abstratos. Isso exige estratégias diferenciadas por parte do professor, que diversifica os modos de exposição nas aulas, relacionando os conteúdos curriculares a situações do cotidiano, e mostrar exemplos concretos para ilustrar idéias mais complexas. O professor é capaz de identificar rapidamente o que o aluno não é capaz de fazer. O melhor caminho para se trabalhar, no entanto, é identificar as competências e habilidades que o aluno tem. Propor atividades paralelas com conteúdos mais simples ou diferentes, não caracteriza uma situação de inclusão.
  • 8. É preciso redimensionar o conteúdo com relação ás formas de exposição, flexibilizar o tempo para a realização das atividades e usar estratégias diversificadas, como a ajuda dos colegas de sala o que também contribui para a integração e para a socialização do aluno. Em sala, também é importante a mediação do adulto no que diz respeito à organização da rotina. Falar para o aluno com deficiência intelectual, previamente, o que será necessário para realizar determinada tarefa e quais etapas devem ser seguidas é fundamental.
  • 9. MOTIVAÇÃO Os fatores motivacionais afetam o desempenho de alunos com Deficiência Intelectual. Dentre esses fatores se destacam a qualidade das relações sociais, as interações sociais negativas, a expectativa de fracasso, a dependência dos outros e a baixa autoestima. No plano pedagógico: 1- Reconhecer o esforço do aluno; 2- Acompanhar o aluno em seu percurso de resolução de problema quando ele apresenta dificuldade, mas jamais fazer a tarefa em seu lugar; 3- Propor ao aluno problemas compatíveis com o seu nível de desenvolvimento (zona de desenvolvimento proximal);
  • 10. ATENÇÃO Na deficiência intelectual o sujeito possui déficit de atenção, sente dificuldade em orientar sua atenção para aquilo que realmente interessa, comprometendo o desenvolvimento do aluno:  No ritmo de aprendizagem;  Na resolução de problemas;  Na transferência de informações no interior de um procedimento. No plano pedagógico, é fundamental: 1- Dar orientações breves e precisas aos alunos; 2- Solicitar ao aluno que explore sistematicamente e descreva o material sobre o qual ele deve trabalhar; 3- Explicar para o aluno exatamente o que está sendo solicitado dele (compreensão do problema); 4- propor atividades de aprendizagem significativas e de interesse do aluno; 5- orientar o aluno a verificar suas respostas.
  • 11. MEMÓRIA Os sujeitos com deficiência intelectual possuem dificuldades no processo da memória. Suas causas podem ser tanto de natureza estrutural como na ausência de utilização de estratégias cognitivas de reagrupamento ou de repetição interna que dificulta o processamento da memória a curto prazo. No plano pedagógico: 1- Solicitar que o aluno formule com suas próprias palavras a demanda do professor ; 2- Perguntar ao aluno se ele já realizou aprendizagens ou problemas semelhantes; 3- interrogar frequentemente o aluno sobre as orientações para a realização da tarefa; 4- Solicitar ao aluno que verifique se ele respeitou as orientações para a realização da tarefa; 5- Pedir ao aluno que organize as informações, reagrupando-as de maneira que possibilite a conservação da informação; 6- Ajudar ao aluno a dar sentido ao seu percurso
  • 12. O QUE CONSIDERAR ENTÃO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA? 1. Desenvolvimento de habilidades/recursos que estão em conexão com o ensino voltado para as diferenças. 2. Análise dos objetivos que estão sendo perseguidos com relação ao ensino voltado para as diferenças. 3. Identificação das principais estratégias de ensino que desenvolve em sala de aula. 4. Compreensão das estratégias utilizadas. 5. Reflexão sobre a eficácia das estratégias e atividades no atendimento às diferenças. 6. Reflexão sobre a leitura que faz da dinâmica dos seus alunos desde que estão sujeitos a esse contexto de ensino.
  • 13. AS AULAS DEVEM...  Partir de um planejamento que envolva a organização da rotina, o clima social da aula, as estratégias e os recursos pedagógicos.  Ajudar os alunos a atribuir significado pessoal à aprendizagem.  Explorar as idéias prévias antes de iniciar nova aprendizagem.  Adotar uma variedade de estratégias e possibilidades de escolha.  Utilizar estratégias de aprendizagem cooperativa.  Dar oportunidade para que os alunos pratiquem e apliquem com autonomia o que foi aprendido.  Preparar e organizar os materiais e recursos de aprendizagem.  Monitorar permanentemente o processo de aprendizagem dos alunos para ajustar o ensino.
  • 14. COMO SUPERAR ESSES DESAFIOS? •Pautar-se pelas potencialidades dos alunos; •Implementar atividades cooperativas/colaborativas (Aprendizagem cooperativa); •Considerar os diferentes níveis, ritmos e estilos de aprendizagem; •Rever concepções; •Romper com o modelo conservador de ensino; •Oferecer opções de materiais diferenciados para a realização de uma mesma atividade; •Fortalecer as Interações entre professor-aluno e dos alunos entre si; •Estabelecer expectativas positivas.
  • 15. COMO PASSAR INFORMAÇÕES DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA PARA A COORDENAÇÃO? Faça um relatório com a adequação curricular e os objetivos do trabalho, de maneira a ajudar o professor do ano seguinte a planejar novos desafios de acordo com as possibilidades do estudante. Em uma ficha, relate suas habilidades, os atendimentos que recebe, as instituições que já frequentou, as ações que deram certo e as aprendizagens alcançadas. Inclua os registros dos cuidadores e dos profissionais do Atendimento Especializado (AEE). A ficha pode ser anexada ao protocolo de AEE.
  • 17. VOCÊ PENSA VOCÊ ESCREVE O aluno não sabe. O aluno não adquiriu os conceitos, está em fase de aprendizado Não tem limites é nervoso. Apresenta dificuldades de auto-regulação, pois... Ainda não desenvolveu habilidades para o convívio no ambiente escolar, pois... Tem o costume de roubar é agressivo. Apresenta dificuldades de autocontrole quando... É bagunceiro relaxado, porco não sabe nada. Ainda não desenvolveu hábitos próprios de higiene e de cuidados com seus pertences. a Aprendeu algumas noções, mais necessita desenvolver... É largado da família. Apresenta ser desassistido pela família, pois...
  • 18. VOCÊ PENSA VOCÊ ESCREVE É agressivo. Demonstra agressividade em situações de conflito; usa de meios físicos para alcançar o que deseja. É desobediente. Costuma não aceitar e compreender as solicitações dos adultos; tem dificuldades em cumprir regras... É apático, distraído. Ainda não demonstra interesse em participar das atividades propostas; muitas vezes parece se desligar da realidade, envolvido em seus pensamentos. É mentiroso. Costuma utilizar inverdade para justificar seus atos ou relatar as atitudes dos colegas. É fofoqueiro. Costuma se preocupar com os hábitos e atitudes dos colegas. É chiclete. É muito afetuoso; demonstra constantemente seu carinho.
  • 19. É egoísta Ainda não sabe dividir o espaço e os materiais de forma coletiva. É sonso e dissimulado. Em situações de conflito coloca-se como espectador, mesmo quando está clara a sua participação. É preguiçoso. Não realiza as tarefas, aparentando desânimo e cansaço, porém logo parte para brincadeiras e outras atividades. É mimado. Aparenta desejar atenções diferenciadas para si, solicitando que sejam feitas todas as suas vontades. É deprimido, isolado, antissocial. Evita o contato e o diálogo com os colegas e professores preferindo permanecer sozinho; Ainda não desenvolveu hábitos e atitudes próprias do convívio social. É tagarela. Costuma falar mais do que o necessário, não respeitando os momentos em que o grupo necessita de silêncio. Tem a boca suja. Utiliza-se de palavras pouco cordiais para repelir ou afrontar. Possui distúrbio de comportamento. Apresenta comportamento pouco comum para sua idade o que desfavorece o seu convívio no grupo, tais como...
  • 21. Exemplo de algumas atividades adaptadas
  • 25. ATIVIDADES DE PORTUGUÊS PRODUÇÃO TEXTUAL ILUSTRADA MELHOR COMPREENSÃO PARA O ALUNO COM DEFICIENIA INTELECTUAL.
  • 29. ATIVIDADES DE PORTUGUÊS COM INTERPRETAÇÃO DE TEXTO PARECE SER BEM SIMPLES E BASTANTE COMPREENSÍVEL, MAS PARA UM ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NÃO TEM MUITO SENTIDO.
  • 33. OBESERVE AS ATIVIDADES DE MATMÁTICA A SEGUIR E COMPARE, UMA É DE CONTINHAS DE ADIÇÃO QUE NORMALMENTE OS PROFESSORES USAM NA SALA DE AULA COMUM, MAS SERÁ QUE TEM ALGUM SENTIDO PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL, OU ATÉ MESMO PARA AQUELES COM DIFICULDADES DE APRENDER CÁLCULOS, SERÁ QUE A PROXIMA ATIVIDADE É MAIS FACIL PARA ELES?
  • 42. O PROCESSO DE FORMAÇÃO DOCENTE FRENTE À ESCOLA INCLUSIVA: FACES E INTERFACES
  • 43. “ GENTE NÃO NASCE PRONTA E VAI SE GASTANDO; GENTE NASCE NÃO PRONTA E VAI SE FAZENDO.”  Cortella, 2009