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O LIVRO DOS ESPÍRITOS
LIVRO SEGUNDO:
Do Mundo Espírita ou Mundo Dos Espíritos
CAPÍTULO VIII:
Emancipação da Alma
-Visitas espíritas
entre pessoas
vivas
-Transmissão
oculta do
pensamento
Questões 413 à 421
413 – Do princípio da emancipação da alma durante o sono,
parece resultar que temos uma dupla e simultânea existência: a
do corpo que nos dá a vida de relação exterior e a da alma que
nos dá a vida de relação oculta; isto é exato?
No estado de emancipação, a vida do corpo cede lugar à vida da
alma; mas não são, propriamente falando, duas existências: são
mais duas fases da mesma existência, porque o homem não vive
duplamente.
414 – Duas pessoas que se conhecem podem se visitar durante o
sono?
Sim, e muitas outras que creem não se conhecerem, se reúnem e
conversam. Podes ter, sem disso suspeitar, amigos em outro país.
O fato de ir ver, durante o sono, os amigos, os parentes, os
conhecidos, as pessoas que vos podem ser úteis, é tão frequente
que o fazeis quase todas as noites.
415 – Qual pode ser a utilidade
dessas visitas noturnas, uma
vez que delas não nos
lembramos?
Fica, comumente, ao despertar,
uma intuição que é,
frequentemente, a origem de
certas ideias que vêm
espontaneamente, sem que se
as explique, e que não são
outras que aquelas adquiridas
nessas conversas.
416 – O homem pode provocar as visitas espíritas pela
sua vontade? Pode ele, por exemplo, dizer ao dormir:
esta noite eu vou me encontrar, em Espírito, com tal
pessoa, falar-lhe e dizer-lhe tal coisa?
Eis o que se passa: o homem adormecendo, seu Espírito
desperta, e o que o homem resolveu, o Espírito,
frequentemente, está bem longe de seguir, porque a vida
do homem interessa pouco ao Espírito, quando este está
desprendido da matéria. Isto se aplica aos homens já
muito elevados; os outros passam de outra forma sua
existência espiritual: entregando-se às suas paixões ou
permanecendo na inatividade. Pode, pois, acontecer que,
segundo o motivo pelos quais se propôs, o Espírito vá
visitar as pessoas que deseja; mas sua vontade, no estado
de vigília, não é uma razão para que o faça.
417 – Um certo número de
Espíritos encarnados pode
reunir-se em assembleia?
Sem nenhuma dúvida. Os
laços de amizade, antigos
ou novos, reúnem,
frequentemente, diversos
Espíritos, ditosos de se
encontrarem em
assembleia.
Allan Kardec:
Pela palavra antigo é preciso entender os laços de amizade
contraídos em outras existências anteriores. Trazemos, ao
despertar, uma intuição das ideias que adquirimos nessas
conversas ocultas, ignorando sua fonte.
418 – Uma pessoa que
acreditasse um de seus
amigos morto, enquanto ele
não esteja, poderia se
encontrar com ele em Espírito
e saber, assim, que está vivo?
Poderia, nesse caso, ter a
intuição ao despertar?
Como Espírito, certamente,
pode vê-lo e conhecer sua
sorte. Se não lhe é imposta
como uma prova a crença na
morte do amigo, ele terá um
pressentimento da sua
existência, como poderá tê-lo
de sua morte.
TRANSMISSÃO OCULTA
DO PENSAMENTO
419 – Por que a mesma ideia, a de uma descoberta, por
exemplo, se produz sobre vários pontos ao mesmo tempo?
Já vos dissemos que, durante o sono, os Espíritos se
comunicam entre si. Pois bem, quando o corpo desperta, o
Espírito se lembra do que aprendeu e o homem acredita tê-lo
inventado. Assim, vários podem encontrar a mesma coisa a
um só tempo. Quando dizeis que uma ideia está no ar, usais
uma figura mais justa do que acreditais. Cada um contribui em
propagá-la, sem suspeitar.
Allan Kardec:
Nosso Espírito revela, assim, frequentemente, a outros
Espíritos e sem o nosso conhecimento, o que se faz objeto de
nossas preocupações durante a vigília.
420 – Podem os Espíritos
se comunicar, se o corpo
está completamente
desperto?
O Espírito não está
encerrado no corpo como
numa caixa: ele irradia por
todos os lados. Por isso,
ele pode se comunicar
com outros Espíritos
mesmo no estado de
vigília, ainda que o faça
mais dificilmente.
421 – Por que duas pessoas,
perfeitamente despertas, têm
instantaneamente a mesma ideia?
São dois Espíritos simpáticos que se
comunicam e veem, reciprocamente,
seus pensamentos, mesmo quando o
corpo não dorme.
Allan Kardec:
Há, entre os Espíritos que se
encontram, uma comunicação de
pensamentos que faz duas pessoas
se verem e se compreenderem sem
necessidade dos sinais exteriores da
linguagem. Poder-se-ia dizer que
elas falam a linguagem dos
Espíritos.
CRÉDITOS:
• Formatação: Marta Gomes P. Miranda
• Referências:
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de
Salvador Gentile. 182ª Ed. Araras – SP: IDE, 2009.
Pág. 152 à 153.
13
IMAGENS
• Capa – Vídeo – https://mixkit.co
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  • 2. CAPÍTULO VIII: Emancipação da Alma -Visitas espíritas entre pessoas vivas -Transmissão oculta do pensamento Questões 413 à 421
  • 3. 413 – Do princípio da emancipação da alma durante o sono, parece resultar que temos uma dupla e simultânea existência: a do corpo que nos dá a vida de relação exterior e a da alma que nos dá a vida de relação oculta; isto é exato? No estado de emancipação, a vida do corpo cede lugar à vida da alma; mas não são, propriamente falando, duas existências: são mais duas fases da mesma existência, porque o homem não vive duplamente.
  • 4. 414 – Duas pessoas que se conhecem podem se visitar durante o sono? Sim, e muitas outras que creem não se conhecerem, se reúnem e conversam. Podes ter, sem disso suspeitar, amigos em outro país. O fato de ir ver, durante o sono, os amigos, os parentes, os conhecidos, as pessoas que vos podem ser úteis, é tão frequente que o fazeis quase todas as noites.
  • 5. 415 – Qual pode ser a utilidade dessas visitas noturnas, uma vez que delas não nos lembramos? Fica, comumente, ao despertar, uma intuição que é, frequentemente, a origem de certas ideias que vêm espontaneamente, sem que se as explique, e que não são outras que aquelas adquiridas nessas conversas.
  • 6. 416 – O homem pode provocar as visitas espíritas pela sua vontade? Pode ele, por exemplo, dizer ao dormir: esta noite eu vou me encontrar, em Espírito, com tal pessoa, falar-lhe e dizer-lhe tal coisa? Eis o que se passa: o homem adormecendo, seu Espírito desperta, e o que o homem resolveu, o Espírito, frequentemente, está bem longe de seguir, porque a vida do homem interessa pouco ao Espírito, quando este está desprendido da matéria. Isto se aplica aos homens já muito elevados; os outros passam de outra forma sua existência espiritual: entregando-se às suas paixões ou permanecendo na inatividade. Pode, pois, acontecer que, segundo o motivo pelos quais se propôs, o Espírito vá visitar as pessoas que deseja; mas sua vontade, no estado de vigília, não é uma razão para que o faça.
  • 7. 417 – Um certo número de Espíritos encarnados pode reunir-se em assembleia? Sem nenhuma dúvida. Os laços de amizade, antigos ou novos, reúnem, frequentemente, diversos Espíritos, ditosos de se encontrarem em assembleia. Allan Kardec: Pela palavra antigo é preciso entender os laços de amizade contraídos em outras existências anteriores. Trazemos, ao despertar, uma intuição das ideias que adquirimos nessas conversas ocultas, ignorando sua fonte.
  • 8. 418 – Uma pessoa que acreditasse um de seus amigos morto, enquanto ele não esteja, poderia se encontrar com ele em Espírito e saber, assim, que está vivo? Poderia, nesse caso, ter a intuição ao despertar? Como Espírito, certamente, pode vê-lo e conhecer sua sorte. Se não lhe é imposta como uma prova a crença na morte do amigo, ele terá um pressentimento da sua existência, como poderá tê-lo de sua morte.
  • 10. 419 – Por que a mesma ideia, a de uma descoberta, por exemplo, se produz sobre vários pontos ao mesmo tempo? Já vos dissemos que, durante o sono, os Espíritos se comunicam entre si. Pois bem, quando o corpo desperta, o Espírito se lembra do que aprendeu e o homem acredita tê-lo inventado. Assim, vários podem encontrar a mesma coisa a um só tempo. Quando dizeis que uma ideia está no ar, usais uma figura mais justa do que acreditais. Cada um contribui em propagá-la, sem suspeitar. Allan Kardec: Nosso Espírito revela, assim, frequentemente, a outros Espíritos e sem o nosso conhecimento, o que se faz objeto de nossas preocupações durante a vigília.
  • 11. 420 – Podem os Espíritos se comunicar, se o corpo está completamente desperto? O Espírito não está encerrado no corpo como numa caixa: ele irradia por todos os lados. Por isso, ele pode se comunicar com outros Espíritos mesmo no estado de vigília, ainda que o faça mais dificilmente.
  • 12. 421 – Por que duas pessoas, perfeitamente despertas, têm instantaneamente a mesma ideia? São dois Espíritos simpáticos que se comunicam e veem, reciprocamente, seus pensamentos, mesmo quando o corpo não dorme. Allan Kardec: Há, entre os Espíritos que se encontram, uma comunicação de pensamentos que faz duas pessoas se verem e se compreenderem sem necessidade dos sinais exteriores da linguagem. Poder-se-ia dizer que elas falam a linguagem dos Espíritos.
  • 13. CRÉDITOS: • Formatação: Marta Gomes P. Miranda • Referências: KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Salvador Gentile. 182ª Ed. Araras – SP: IDE, 2009. Pág. 152 à 153. 13
  • 14. IMAGENS • Capa – Vídeo – https://mixkit.co • Estrada com cerca e folhas amareladas - https://br.pinterest.com/pin/743727325962692365/ • Moça em desdobramento - https://br.pinterest.com/pin/617767273890235526/ • Lâmpada - https://br.pinterest.com/pin/617767273890235905/ • Anjos e Terra - https://br.pinterest.com/pin/617767273890240338/ • Banco vazio - https://br.pinterest.com/pin/675258537876856795/ • Transmissão do pensamento - https://br.pinterest.com/pin/453808099930755152/ • Banco com casal - https://br.pinterest.com/pin/34691859605622579/ • Celular - https://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/fotos/whatsapp-aprenda-7- truques-para-digitar-muito-mais-rapido-29082018 • Ponte - https://br.pinterest.com/pin/70439181648230203/ 14