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INVEJA
CIÚME
933 – Se o homem, frequentemente, é o artífice dos seus
sofrimentos materiais, não ocorre o mesmo com os
sofrimentos morais?
Mais ainda, porque os sofrimentos materiais, algumas vezes,
são independentes da vontade; mas o orgulho ferido, a
ambição frustrada, a ansiedade da avareza, a inveja, o ciúme,
todas as paixões, em uma palavra, são torturas da alma.
A inveja e o ciúme! Felizes aqueles que não conhecem esses
dois vermes roedores! Com a inveja e o ciúme, não há calma
nem repouso possível para aquele que está atacado desse mal:
os objetos de sua cobiça, de seu ódio, de seu despeito, se
levantam diante dele como fantasmas que não lhe dão
nenhuma trégua e o perseguem até no sono. Os invejosos e os
ciumentos estão num estado de febre contínua. Portanto, está
aí uma situação desejável e não compreendeis que, com suas
paixões, o homem criou para si suplícios voluntários, e a Terra
torna-se para ele um verdadeiro inferno?
Allan Kardec:
Várias expressões pintam energicamente os efeitos de certas
paixões; diz-se: estar inchado de orgulho, morrer de inveja,
secar de ciúme ou de despeito, perder com isso a bebida e o
alimento, etc. Esse quadro não é senão muito verdadeiro.
Algumas vezes mesmo o ciúme não tem objetivo
determinado. Há pessoas ciumentas por natureza, de tudo
que se eleva, de tudo que escapa à linha vulgar, nesse caso,
mesmo que não tenham nisso nenhum interesse direto, mas
unicamente porque elas não o podem alcançar. Tudo o que
parece acima do horizonte as ofusca, e se são a maioria na
sociedade, elas querem tudo reconduzir ao seu nível. É o
ciúme somado à mediocridade.
Frequentemente, o homem não é infeliz senão pela
importância que liga às coisas deste mundo. É a vaidade, a
ambição e a cobiça frustradas que fazem sua infelicidade.
Se ele se coloca acima do círculo estreito da vida material, se
eleva seus pensamentos até o infinito, que é a sua destinação, as
vicissitudes da Humanidade lhe parecem, então, mesquinhas e
pueris, como as tristezas de uma criança que se aflige com a
perda de um brinquedo que representava a sua felicidade
suprema.
Aquele que não vê felicidade senão na satisfação do orgulho e
dos apetites grosseiros, é infeliz quando não os pode satisfazer,
ao passo que aquele que nada pede ao supérfluo é feliz com o
que os outros olham como calamidades.
Falamos do homem civilizado, porque o selvagem, tendo suas
necessidades mais limitadas, não tem os mesmos objetos de
cobiça e de angústias: sua maneira de ver as coisas é diferente.
No estado de civilização, o homem raciocina sua infelicidade e a
analisa e, por isso, é por ela mais afetado. Mas pode, também,
raciocinar e analisar os meios de consolação. Essa consolação, ele
a possui no sentimento cristão que lhe dá a esperança de um
futuro melhor, e no Espiritismo que lhe dá a certeza desse futuro.
A inveja é um processo doloroso e perturbador da alma.
As virtudes, êxitos e felicidade dos outros são para o invejoso uma
força que ameaça o seu equilíbrio emocional, enfraquecendo
terrivelmente o seu amor-próprio e a confiança. Sente-se
irredutivelmente inferiorizado perante a vida, recalcando sucessivos
fracassos e frustrações. Tal como uma criatura ferida, reage por
instinto, destilando o veneno da maledicência e do desprezo, que usa
para esconder a raiva que sente, a insegurança em que vive e a
inferioridade que o martiriza.
Invejar não é apenas desejar para si o que o outro tem
ou é, a isso chamamos cobiça. Além de cobiçar, quem
inveja pretende sobretudo que o outro não tenha ou não
seja. A grande tragédia do invejoso é interiorizar que a
sua felicidade não depende de si próprio mas sim da
infelicidade dos outros.
Apegos, medos e especialmente a insegurança pessoal,
aliados ao egoísmo são seus geradores.
CARACTERÍSTICAS MAIS COMUNS DA INVEJA:
• Desejo manifestado dentro de nós de possuir algo
que vemos em alguém ou na propriedade de alguém;
• Crítica a alguém que pouco faz e muito possui,
comparando sua posição com os sacrifícios que a vida
nos apresenta;
• Estados de depressão, causando tristeza, sofrimento,
inconformação e revolta com a própria sorte;
• Sentimento penetrante e corrosivo que emitimos
quando assim olhamos para outrem, nos deixando
entregues a ódios infundados por deterem o que
ambicionamos.
A inveja pode se originar naquilo que pensamos que não
temos e precisamos obter para sermos felizes e em uma
autoestima pobre e machucada que sente que, se tivesse
o que outro conseguiu, aí sim seria feliz.
Invejar é desejar o que o outro tem.
• Vive de aparência;
• Gasta até o que não tem para manter um padrão de
vida acima de suas condições;
• Busca impressionar os outros com a imagem de
pessoa bem sucedida;
• Acaba pagando um preço muito alto por isso, tendo
noites mal dormidas e sendo torturada pela sombra
de suas dívidas;
• Não olha a vida com otimismo;
• Não reconhece as oportunidades que lhe são
apresentadas como possibilidades de transformação.
PESSOA INVEJOSA
• A pessoa que tem inveja passa energia negativa para o
invejado e também para as pessoas que os cercam. Ele
também é inseguro, supersensível, desconfiado, além de se
passar por superior, quando na verdade, se sente inferior.
• A vibração que o invejoso emite é de tão forte
envolvimento negativo, que, ao atingir alguém
desprotegido e desprevenido, realmente pode provocar
vários males.
• Portanto, cuidado com os nossos sentimentos de inveja que
venhamos a emitir para quem quer que seja, lembrando
sempre que colheremos para nós mesmos todo o mal que
aos outros provocarmos. (Manual Prático do Espírita)
Devemos manter a nossa sintonia no bem, controlando os
pensamentos, sentimentos, atitudes e comportamentos. Para isso
precisamos ter consciência; visando exercer o controle sobre
nossos pensamentos, palavras e ações. Só depende de nós.
- Uma pessoa que sente inveja pertinaz de alguém também é uma
obsessora
- O melhor a fazer é não se deixar contaminar pelo receio.
- Não importa se alguém sente inveja de nós, o importante é que
devemos cuidar é de nós mesmos, de nossos sentimentos e
atitudes; o que os outros pensam ou sentem é problema deles.
Mas quando sentir que está sendo vítima de inveja, pergunte a si
mesmo se não é você que está descontente consigo mesmo e está
procurando subterfúgios para seus fracassos. Isso é mais comum
do que se pensa…
Jesus nos deu um conselho simples e sucinto: “Orai e vigiai”.
Conta a lenda que a serpente começou a perseguir um vaga-lume. Este fugia rápido, com medo da feroz
predadora, mas a cobra nem pensava em desistir.
Fugiu um dia, e ela não desistia; dois dias e nada… No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume disse à cobra:
“Posso lhe fazer três perguntas”?
“Não costumo dar este precedente para ninguém, mas já que vou devorá-lo, pode perguntar”, disse a
serpente.
“Faço parte de sua cadeia alimentar”?
“Não”, respondeu a cobra.
“Fiz-lhe algum mal”?
“Não”, retrucou a serpente.
“Então, por que quer acabar comigo?”, perguntou o desesperado vaga-lume.
“Porque não suporto o seu brilho”.
Que beleza não poderia ser a vida sem a dimensão da inveja, que desde tenra idade atormenta as pessoas,
normalmente abastecida pelos adultos, porque precisam de que alguém seja melhor do que o outro.
É muito difícil, mas muito difícil mesmo, não se tornar refém da inveja, que mina o espírito do ser humano,
abalando amizades e comprometendo, quando não destruindo, o espírito de equipe.
A qualquer momento, uma cobra pode cruzar nosso caminho. Esteja sempre alerta, pois o que não faltam
são serpentes querendo nos atrapalhar. Mas, não tenha medo! Não fuja! Brilhe sempre, com muita
intensidade!
Ciúme
O espiritismo é insistente em nos apontar o orgulho e o
egoísmo como os geradores de todos os defeitos humanos. O
ciúme não escapa a essa regra. Como sentimento egoísta, o
ciúme procura roubar a liberdade do outro, tenta obrigá-lo a
seguir por um caminho delimitado ou simplesmente aprisioná-
lo.
O ciúme é um exercício enlouquecido de poder, de dominação
e de aprisionamento do outro.
A pessoa ciumenta não sabe diferenciar imaginação e
realidade, não sabe distinguir fantasia e certeza. Qualquer
dúvida em sua cabeça logo se transforma em delírio.
A vítima do ciumento se sujeita a ter seus pertences revistados
em busca de vestígios que nem imagina do que seja.
O ciumento tem ciúme do passado do outro, dos seus
relacionamentos anteriores, e vive imaginando detalhes sobre
fatos verdadeiros ou não.
Existe o ciumento movido pelo
egoísmo, que não tem só ciúmes
de pessoas, mas de objetos
também e de tudo que outras
pessoas possam vir a ter
também.
E tem os ciumentos que só
sentem isso por determinada
pessoa, como se fosse uma
obsessão, onde pra esta pessoa
só existe uma coisa importante
neste mundo, a pessoa que eles
tanto amam.
O ciúme refere-se simplesmente a casais? Ou pode ser estendido a
relacionamentos outros, tipo: de amizade, profissional, de relacionamentos em
geral?
R: O ciúme por ser proveniente do espírito, pode sim ser extensivo a demais
pessoas, não tendo como base apenas casais, mas sim duas ou mais pessoas ligadas
num mesmo passado próximo. Ex: mãe e filho.
O ciúme é realmente o tempero do Amor? Por quê?
R: Erradamente foi criada esta afirmação, talvez seja o tempero da discórdia, das
brigas, etc. Infelizmente as pessoas acham que quando demonstram ciúmes a
pessoa amada fica feliz e se sente assim mais importante pro outro.
É verdade que "Quanto mais amor, muito menos ciúme. Quanto mais amor, é
possível até não existir o ciúme."? Por quê?
R: O amor quando é verdadeiro não há espaço para coisas pequenas como o ciúme,
porque ele como sentimento nobre, nos envolve de certa forma que fica quase
impossível vivê-los ao mesmo tempo. O ciúme é a falta ou o uso incorreto do amor.
O ciúme pode ser uma obsessão? Por quê?
R: O ciumento é um obsessor, onde há a falta de controle e certas atitudes
exclusivas para com determinadas pessoas. A obsessão pode estar por trás de um
ataque de ciúmes, mas é preciso muitas coisas acontecerem antes para que um
obsessor venha a nos incomodar e nos incentivar no ciúme. Lutar contra o ciúme é
o caminho para evitar este tipo de assédio.
CARACTERÍSTICAS DESTRUTIVAS DO CIUMENTO:
• Ciumento queixoso – Aquele que implora, falando ou em
silencio o amor que pensa não receber – usa da agressividade
com pitadas de covardia, pois se esmera em ofender de forma
dissimulada. Sente-se ofendido e frustrado e é capaz de
interpretar um papel, com cena e tudo para demonstrar sua
insatisfação.
• Ciumento trombudo – Introvertido e desconfiado por natureza,
demonstra grande imaturidade afetiva, ficando de tromba
quando o companheiro não corresponde. Usa o silencio e a
frieza para revidar quando não é correspondido – faz greves
intermináveis.
• Ciumento recriminante – com o dedo em riste este ciumento,
meio maníaco e paranoico, explica minuciosamente os motivos
de sua desconfiança. Sente-se prejudicado por não ser amado o
suficiente. Acusa e faz vexame em público, usando de
agressividade. Não aceita que o parceiro seja daquele jeito.
• Ciumento autopunitivo – é o ciumento que se sente infeliz por
amar. Inflige-se a própria tortura e desconfiança e se pune,
afastando-se de quem gosta. Dispõe-se a desaparecer se for
preciso. Deixa de comer e tenta o suicídio de maneira que não
morra. Cria todas as facilidades para que o outro o traia, para
dizer: “a culpa é sua”, criando armadilhas para o outro.
• Ciumento vingativo/destruidor – esta é da época de Moises –
“olho por olho, dente por dente “. Pensa: me traiu – me aguarde.
Sente-se abandonado e restitui o sofrimento que se julga vítima,
compete com o par e imagina represálias para punir a quem
julga amar. A frase para este ciumento: “aqui jaz o cadáver do
amor”.
Por que vamos, então, transformar
nossa vida num verdadeiro inferno?
Procuremos serenamente indagar o
porquê dos nossos ciúmes. Com que
sentido nos deixamos envolver por
eles? Será por carência, ou por
insegurança? Por apego ou desespero?
Localizemos as causas do
aparecimento desse fantasma que é o
ciúme.
Fantasma criado pela nossa
imaginação, que pode estar mal
informada ou até deformada, e que
precisa ser realimentada com a
confiança, a fé, o otimismo, a
esperança, a alegria, a dedicação e o
desprendimento, para sermos felizes
em profundidade, gerando felicidade e
bem-estar em volta de nós.
COBIÇA
• É querer ter o que não tem.
• Desejo de possuir aquilo que o outro tem, sem que isso
lhe cause tristeza ou prejuízo.
• É se preocupar em ter alguma coisa, muitas vezes
tendo o outro como parâmetro.
• Pode ser legítimo, quando não se prejudica ninguém.
• Às vezes é o estímulo para buscar crescimento,
melhoria da qualidade de vida. É positivo, desde que
haja equilíbrio e não cause a infelicidade do outro.
INVEJA
• Não querer que o outro tenha.
• Só é feliz com a infelicidade do outro.
• O problema não é o que eu tenho, mas o outro.
• Se preocupar com alguém que tem alguma coisa.
• É um sentimento de descontentamento ou ressentimento com base
no que outra pessoa tem.
• É um forte desejo de ter as mesmas coisas que a outra pessoa possui.
• A coisa desejada pode ser uma qualidade, uma posse, como bens,
propriedade, emprego, salário ou um atributo que pertence a outra
pessoa, especialmente a seus inimigos.
A inveja é uma das causas mais poderosas da infelicidade e tem duas
vertentes:
• A inveja torna a pessoa infeliz.
• A pessoa invejosa deseja que a outra pessoa seja igualmente infeliz.
CIÚME
• É o sentimento de posse.
• Não querer perder, medo de perder algo que se tem ou
que pelo menos acha que tem.
• Medo de perder para uma terceira pessoa.
• Pode ser real ou imaginário.
É uma emoção de três partes: a pessoa A está
preocupada com a perda da pessoa (ou coisa) B por
causa da pessoa (ou coisa) C.
Cobiça
• É querer ter o que não tem.
Inveja
• É querer ter o que não tem. Não querer
que o outro tenha.
Ciúme
• Não perder o que se tem para uma
terceira pessoa. É o sentimento de posse.
O ciúme, assim como outros sentimentos como raiva, mágoa,
inveja, desencadeia uma série de doenças. Essas doenças podem
se manifestar já nesta encarnação ou acompanhar o Espírito
imortal até uma próxima oportunidade na matéria para expurgar
essas energias negativas, esse lixo mental e emocional.
É importante que o ciumento e sua(s) vítima(s) se conscientizem
da necessidade de ajuda. Pois, além da própria personalidade
desajustada do ciumento, há interferência de Espíritos obsessores
nessas situações. Mas de nada adianta tratamento desobsessivo
ou ajuda profissional se não houver o propósito firme de uma
reforma íntima urgente. Só com a vontade real de se ajudar, de
colaborar consigo mesmo, pode ser efetivada uma melhoria
significativa. Isso vale para o ciumento, como também para as
pessoas, vitimadas pelo seu ciúme. Lembremos que ninguém é
vítima por acaso. O acaso não existe. Tudo o que nós colhemos é o
que um dia nós plantamos…
https://www.chicoxavieramericana.com.br/ciumes-na-visao-espirita/
CRÉDITOS:
Formatação: Marta Gomes P. Miranda
Referências:
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução
de Salvador Gentile. 182ª Ed. Araras – SP: IDE,
2009. Pág. 291 à 292.
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o
Espiritismo. Tradução De Salvador Gentile.
365ª Ed. Araras – SP: Ide, 2009.
KARDEC, Allan. A Gênese: Os Milagres e as
Predições Segundo o Espiritismo. Tradução de
Salvador Gentile. 52ª Ed. Araras – SP: IDE,
2008.
KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns. Tradução
De Salvador Gentile. 85ª Ed. Araras – SP: Ide,
2008.
KARDEC, Allan. O Céu e o Inferno. Tradução de
Salvador Gentile. Araras – SP: IDE, 2008.
https://www.chicoxavieramericana.com.br/ciu
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  • 2. 933 – Se o homem, frequentemente, é o artífice dos seus sofrimentos materiais, não ocorre o mesmo com os sofrimentos morais? Mais ainda, porque os sofrimentos materiais, algumas vezes, são independentes da vontade; mas o orgulho ferido, a ambição frustrada, a ansiedade da avareza, a inveja, o ciúme, todas as paixões, em uma palavra, são torturas da alma. A inveja e o ciúme! Felizes aqueles que não conhecem esses dois vermes roedores! Com a inveja e o ciúme, não há calma nem repouso possível para aquele que está atacado desse mal: os objetos de sua cobiça, de seu ódio, de seu despeito, se levantam diante dele como fantasmas que não lhe dão nenhuma trégua e o perseguem até no sono. Os invejosos e os ciumentos estão num estado de febre contínua. Portanto, está aí uma situação desejável e não compreendeis que, com suas paixões, o homem criou para si suplícios voluntários, e a Terra torna-se para ele um verdadeiro inferno?
  • 3. Allan Kardec: Várias expressões pintam energicamente os efeitos de certas paixões; diz-se: estar inchado de orgulho, morrer de inveja, secar de ciúme ou de despeito, perder com isso a bebida e o alimento, etc. Esse quadro não é senão muito verdadeiro. Algumas vezes mesmo o ciúme não tem objetivo determinado. Há pessoas ciumentas por natureza, de tudo que se eleva, de tudo que escapa à linha vulgar, nesse caso, mesmo que não tenham nisso nenhum interesse direto, mas unicamente porque elas não o podem alcançar. Tudo o que parece acima do horizonte as ofusca, e se são a maioria na sociedade, elas querem tudo reconduzir ao seu nível. É o ciúme somado à mediocridade. Frequentemente, o homem não é infeliz senão pela importância que liga às coisas deste mundo. É a vaidade, a ambição e a cobiça frustradas que fazem sua infelicidade.
  • 4. Se ele se coloca acima do círculo estreito da vida material, se eleva seus pensamentos até o infinito, que é a sua destinação, as vicissitudes da Humanidade lhe parecem, então, mesquinhas e pueris, como as tristezas de uma criança que se aflige com a perda de um brinquedo que representava a sua felicidade suprema. Aquele que não vê felicidade senão na satisfação do orgulho e dos apetites grosseiros, é infeliz quando não os pode satisfazer, ao passo que aquele que nada pede ao supérfluo é feliz com o que os outros olham como calamidades. Falamos do homem civilizado, porque o selvagem, tendo suas necessidades mais limitadas, não tem os mesmos objetos de cobiça e de angústias: sua maneira de ver as coisas é diferente. No estado de civilização, o homem raciocina sua infelicidade e a analisa e, por isso, é por ela mais afetado. Mas pode, também, raciocinar e analisar os meios de consolação. Essa consolação, ele a possui no sentimento cristão que lhe dá a esperança de um futuro melhor, e no Espiritismo que lhe dá a certeza desse futuro.
  • 5.
  • 6. A inveja é um processo doloroso e perturbador da alma. As virtudes, êxitos e felicidade dos outros são para o invejoso uma força que ameaça o seu equilíbrio emocional, enfraquecendo terrivelmente o seu amor-próprio e a confiança. Sente-se irredutivelmente inferiorizado perante a vida, recalcando sucessivos fracassos e frustrações. Tal como uma criatura ferida, reage por instinto, destilando o veneno da maledicência e do desprezo, que usa para esconder a raiva que sente, a insegurança em que vive e a inferioridade que o martiriza.
  • 7. Invejar não é apenas desejar para si o que o outro tem ou é, a isso chamamos cobiça. Além de cobiçar, quem inveja pretende sobretudo que o outro não tenha ou não seja. A grande tragédia do invejoso é interiorizar que a sua felicidade não depende de si próprio mas sim da infelicidade dos outros. Apegos, medos e especialmente a insegurança pessoal, aliados ao egoísmo são seus geradores.
  • 8. CARACTERÍSTICAS MAIS COMUNS DA INVEJA: • Desejo manifestado dentro de nós de possuir algo que vemos em alguém ou na propriedade de alguém; • Crítica a alguém que pouco faz e muito possui, comparando sua posição com os sacrifícios que a vida nos apresenta; • Estados de depressão, causando tristeza, sofrimento, inconformação e revolta com a própria sorte; • Sentimento penetrante e corrosivo que emitimos quando assim olhamos para outrem, nos deixando entregues a ódios infundados por deterem o que ambicionamos.
  • 9. A inveja pode se originar naquilo que pensamos que não temos e precisamos obter para sermos felizes e em uma autoestima pobre e machucada que sente que, se tivesse o que outro conseguiu, aí sim seria feliz. Invejar é desejar o que o outro tem.
  • 10. • Vive de aparência; • Gasta até o que não tem para manter um padrão de vida acima de suas condições; • Busca impressionar os outros com a imagem de pessoa bem sucedida; • Acaba pagando um preço muito alto por isso, tendo noites mal dormidas e sendo torturada pela sombra de suas dívidas; • Não olha a vida com otimismo; • Não reconhece as oportunidades que lhe são apresentadas como possibilidades de transformação. PESSOA INVEJOSA
  • 11. • A pessoa que tem inveja passa energia negativa para o invejado e também para as pessoas que os cercam. Ele também é inseguro, supersensível, desconfiado, além de se passar por superior, quando na verdade, se sente inferior. • A vibração que o invejoso emite é de tão forte envolvimento negativo, que, ao atingir alguém desprotegido e desprevenido, realmente pode provocar vários males. • Portanto, cuidado com os nossos sentimentos de inveja que venhamos a emitir para quem quer que seja, lembrando sempre que colheremos para nós mesmos todo o mal que aos outros provocarmos. (Manual Prático do Espírita)
  • 12. Devemos manter a nossa sintonia no bem, controlando os pensamentos, sentimentos, atitudes e comportamentos. Para isso precisamos ter consciência; visando exercer o controle sobre nossos pensamentos, palavras e ações. Só depende de nós. - Uma pessoa que sente inveja pertinaz de alguém também é uma obsessora - O melhor a fazer é não se deixar contaminar pelo receio. - Não importa se alguém sente inveja de nós, o importante é que devemos cuidar é de nós mesmos, de nossos sentimentos e atitudes; o que os outros pensam ou sentem é problema deles. Mas quando sentir que está sendo vítima de inveja, pergunte a si mesmo se não é você que está descontente consigo mesmo e está procurando subterfúgios para seus fracassos. Isso é mais comum do que se pensa… Jesus nos deu um conselho simples e sucinto: “Orai e vigiai”.
  • 13. Conta a lenda que a serpente começou a perseguir um vaga-lume. Este fugia rápido, com medo da feroz predadora, mas a cobra nem pensava em desistir. Fugiu um dia, e ela não desistia; dois dias e nada… No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume disse à cobra: “Posso lhe fazer três perguntas”? “Não costumo dar este precedente para ninguém, mas já que vou devorá-lo, pode perguntar”, disse a serpente. “Faço parte de sua cadeia alimentar”? “Não”, respondeu a cobra. “Fiz-lhe algum mal”? “Não”, retrucou a serpente. “Então, por que quer acabar comigo?”, perguntou o desesperado vaga-lume. “Porque não suporto o seu brilho”. Que beleza não poderia ser a vida sem a dimensão da inveja, que desde tenra idade atormenta as pessoas, normalmente abastecida pelos adultos, porque precisam de que alguém seja melhor do que o outro. É muito difícil, mas muito difícil mesmo, não se tornar refém da inveja, que mina o espírito do ser humano, abalando amizades e comprometendo, quando não destruindo, o espírito de equipe. A qualquer momento, uma cobra pode cruzar nosso caminho. Esteja sempre alerta, pois o que não faltam são serpentes querendo nos atrapalhar. Mas, não tenha medo! Não fuja! Brilhe sempre, com muita intensidade!
  • 15. O espiritismo é insistente em nos apontar o orgulho e o egoísmo como os geradores de todos os defeitos humanos. O ciúme não escapa a essa regra. Como sentimento egoísta, o ciúme procura roubar a liberdade do outro, tenta obrigá-lo a seguir por um caminho delimitado ou simplesmente aprisioná- lo. O ciúme é um exercício enlouquecido de poder, de dominação e de aprisionamento do outro. A pessoa ciumenta não sabe diferenciar imaginação e realidade, não sabe distinguir fantasia e certeza. Qualquer dúvida em sua cabeça logo se transforma em delírio. A vítima do ciumento se sujeita a ter seus pertences revistados em busca de vestígios que nem imagina do que seja. O ciumento tem ciúme do passado do outro, dos seus relacionamentos anteriores, e vive imaginando detalhes sobre fatos verdadeiros ou não.
  • 16.
  • 17. Existe o ciumento movido pelo egoísmo, que não tem só ciúmes de pessoas, mas de objetos também e de tudo que outras pessoas possam vir a ter também. E tem os ciumentos que só sentem isso por determinada pessoa, como se fosse uma obsessão, onde pra esta pessoa só existe uma coisa importante neste mundo, a pessoa que eles tanto amam.
  • 18. O ciúme refere-se simplesmente a casais? Ou pode ser estendido a relacionamentos outros, tipo: de amizade, profissional, de relacionamentos em geral? R: O ciúme por ser proveniente do espírito, pode sim ser extensivo a demais pessoas, não tendo como base apenas casais, mas sim duas ou mais pessoas ligadas num mesmo passado próximo. Ex: mãe e filho. O ciúme é realmente o tempero do Amor? Por quê? R: Erradamente foi criada esta afirmação, talvez seja o tempero da discórdia, das brigas, etc. Infelizmente as pessoas acham que quando demonstram ciúmes a pessoa amada fica feliz e se sente assim mais importante pro outro. É verdade que "Quanto mais amor, muito menos ciúme. Quanto mais amor, é possível até não existir o ciúme."? Por quê? R: O amor quando é verdadeiro não há espaço para coisas pequenas como o ciúme, porque ele como sentimento nobre, nos envolve de certa forma que fica quase impossível vivê-los ao mesmo tempo. O ciúme é a falta ou o uso incorreto do amor. O ciúme pode ser uma obsessão? Por quê? R: O ciumento é um obsessor, onde há a falta de controle e certas atitudes exclusivas para com determinadas pessoas. A obsessão pode estar por trás de um ataque de ciúmes, mas é preciso muitas coisas acontecerem antes para que um obsessor venha a nos incomodar e nos incentivar no ciúme. Lutar contra o ciúme é o caminho para evitar este tipo de assédio.
  • 19. CARACTERÍSTICAS DESTRUTIVAS DO CIUMENTO: • Ciumento queixoso – Aquele que implora, falando ou em silencio o amor que pensa não receber – usa da agressividade com pitadas de covardia, pois se esmera em ofender de forma dissimulada. Sente-se ofendido e frustrado e é capaz de interpretar um papel, com cena e tudo para demonstrar sua insatisfação. • Ciumento trombudo – Introvertido e desconfiado por natureza, demonstra grande imaturidade afetiva, ficando de tromba quando o companheiro não corresponde. Usa o silencio e a frieza para revidar quando não é correspondido – faz greves intermináveis. • Ciumento recriminante – com o dedo em riste este ciumento, meio maníaco e paranoico, explica minuciosamente os motivos de sua desconfiança. Sente-se prejudicado por não ser amado o suficiente. Acusa e faz vexame em público, usando de agressividade. Não aceita que o parceiro seja daquele jeito.
  • 20. • Ciumento autopunitivo – é o ciumento que se sente infeliz por amar. Inflige-se a própria tortura e desconfiança e se pune, afastando-se de quem gosta. Dispõe-se a desaparecer se for preciso. Deixa de comer e tenta o suicídio de maneira que não morra. Cria todas as facilidades para que o outro o traia, para dizer: “a culpa é sua”, criando armadilhas para o outro. • Ciumento vingativo/destruidor – esta é da época de Moises – “olho por olho, dente por dente “. Pensa: me traiu – me aguarde. Sente-se abandonado e restitui o sofrimento que se julga vítima, compete com o par e imagina represálias para punir a quem julga amar. A frase para este ciumento: “aqui jaz o cadáver do amor”.
  • 21. Por que vamos, então, transformar nossa vida num verdadeiro inferno? Procuremos serenamente indagar o porquê dos nossos ciúmes. Com que sentido nos deixamos envolver por eles? Será por carência, ou por insegurança? Por apego ou desespero? Localizemos as causas do aparecimento desse fantasma que é o ciúme. Fantasma criado pela nossa imaginação, que pode estar mal informada ou até deformada, e que precisa ser realimentada com a confiança, a fé, o otimismo, a esperança, a alegria, a dedicação e o desprendimento, para sermos felizes em profundidade, gerando felicidade e bem-estar em volta de nós.
  • 22. COBIÇA • É querer ter o que não tem. • Desejo de possuir aquilo que o outro tem, sem que isso lhe cause tristeza ou prejuízo. • É se preocupar em ter alguma coisa, muitas vezes tendo o outro como parâmetro. • Pode ser legítimo, quando não se prejudica ninguém. • Às vezes é o estímulo para buscar crescimento, melhoria da qualidade de vida. É positivo, desde que haja equilíbrio e não cause a infelicidade do outro.
  • 23. INVEJA • Não querer que o outro tenha. • Só é feliz com a infelicidade do outro. • O problema não é o que eu tenho, mas o outro. • Se preocupar com alguém que tem alguma coisa. • É um sentimento de descontentamento ou ressentimento com base no que outra pessoa tem. • É um forte desejo de ter as mesmas coisas que a outra pessoa possui. • A coisa desejada pode ser uma qualidade, uma posse, como bens, propriedade, emprego, salário ou um atributo que pertence a outra pessoa, especialmente a seus inimigos. A inveja é uma das causas mais poderosas da infelicidade e tem duas vertentes: • A inveja torna a pessoa infeliz. • A pessoa invejosa deseja que a outra pessoa seja igualmente infeliz.
  • 24. CIÚME • É o sentimento de posse. • Não querer perder, medo de perder algo que se tem ou que pelo menos acha que tem. • Medo de perder para uma terceira pessoa. • Pode ser real ou imaginário. É uma emoção de três partes: a pessoa A está preocupada com a perda da pessoa (ou coisa) B por causa da pessoa (ou coisa) C.
  • 25. Cobiça • É querer ter o que não tem. Inveja • É querer ter o que não tem. Não querer que o outro tenha. Ciúme • Não perder o que se tem para uma terceira pessoa. É o sentimento de posse.
  • 26. O ciúme, assim como outros sentimentos como raiva, mágoa, inveja, desencadeia uma série de doenças. Essas doenças podem se manifestar já nesta encarnação ou acompanhar o Espírito imortal até uma próxima oportunidade na matéria para expurgar essas energias negativas, esse lixo mental e emocional. É importante que o ciumento e sua(s) vítima(s) se conscientizem da necessidade de ajuda. Pois, além da própria personalidade desajustada do ciumento, há interferência de Espíritos obsessores nessas situações. Mas de nada adianta tratamento desobsessivo ou ajuda profissional se não houver o propósito firme de uma reforma íntima urgente. Só com a vontade real de se ajudar, de colaborar consigo mesmo, pode ser efetivada uma melhoria significativa. Isso vale para o ciumento, como também para as pessoas, vitimadas pelo seu ciúme. Lembremos que ninguém é vítima por acaso. O acaso não existe. Tudo o que nós colhemos é o que um dia nós plantamos… https://www.chicoxavieramericana.com.br/ciumes-na-visao-espirita/
  • 27.
  • 28. CRÉDITOS: Formatação: Marta Gomes P. Miranda Referências: KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Salvador Gentile. 182ª Ed. Araras – SP: IDE, 2009. Pág. 291 à 292. KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução De Salvador Gentile. 365ª Ed. Araras – SP: Ide, 2009. KARDEC, Allan. A Gênese: Os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo. Tradução de Salvador Gentile. 52ª Ed. Araras – SP: IDE, 2008. KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns. Tradução De Salvador Gentile. 85ª Ed. Araras – SP: Ide, 2008. KARDEC, Allan. O Céu e o Inferno. Tradução de Salvador Gentile. Araras – SP: IDE, 2008. https://www.chicoxavieramericana.com.br/ciu mes-na-visao-espirita/