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CAPÍTULO III: RETORNO DA VIDA CORPÓREA À VIDA ESPIRITUAL
3.1– A ALMA APÓS A MORTE;SUA INDIVIDUALIDADE. VIDA ETERNA.
3.2– SEPARAÇÃO DA ALMA E DO CORPO
3.3– PERTURBAÇÃO ESPIRITUAL
Slides:
https://pt.slideshare.net/MartaMiranda6/a-alma-depois-da-morte
https://pt.slideshare.net/MartaMiranda6/232-separacao-da-alma-e-do-
corpo
https://pt.slideshare.net/MartaMiranda6/233-perturbacao-espiritual
3.1 – A ALMA APÓS A MORTE
149. em que se torna alma no instante da morte?
Volta a ser Espírito, quer dizer, retorna ao mundo dos Espíritos, que deixou
momentaneamente.
COMENTÁRIOS:
A nossa realidade é a espiritual.
Somos Espíritosencarnados que nos apropriamos deste corpo físico que nos
serve de instrumento para a nossa manifestação neste planeta.
Somos Espíritos que momentaneamente ocupamos um corpo.
Quando a pessoadesencarnaé apenas um momento biológico.O Espírito se
afasta naturalmente do corpo pelo esgotamento das energias vitais daquele
organismo e vai continuar sua vida no mundo espiritual utilizando somente o
corpo perispiritual.
A alma, depois da morte, volta ao plano espiritual de onde veio. É como se estivesse internada em
uma universidade, em contínuo aprendizado e, ao terminar o curso, voltasse ao campo de trabalho
maior, a fim de se sentir mais livre no exercício das suas obrigações. (Miramez)
Quando cessa a vida orgânica o que ocorre com a alma?
A alma desvinculada do corpo material volta a ser Espírito, livre no plano
espiritual.
Encarnado = alma
Desencarnou = Espírito
Volta para a erraticidade – períodoentre uma encarnação e outra. Em muitas
situações já começa a se preparar para a próxima encarnação.
150 – A alma depois da morte conserva a sua individualidade?
Sim, não a perde jamais. Que seria ela se não a conservasse?
150.a) Não tendo mais seu corpo material, como a alma constata a sua
individualidade?
Ela tem ainda um fluido que lhe é próprio,tomado da atmosferade seuplaneta
e que representa a aparência de sua última encarnação: seu perispírito.
150.b) A alma nada leva consigo deste mundo?
Nada mais do que a lembrança e o desejo de ir para um mundo melhor. Essa
lembrança é cheia de doçura ou de amargura, segundo o empregoque fez da
vida. Quanto mais pura, mais compreende a futilidade do que deixa sobre a
Terra.
COMENTÁRIOS:
Questão:
Conserva a sua individualidade.
Se porventura perdesse a individualidade, de que valeria a busca pelo
conhecimento? De que valeria procurar se melhorar, praticar o bem? No que
resultaria o esforço de cada um? Quem se esforçou e quem não se esforçou
teria imediatamente o mesmo destino. Não faz sentido a ideia da perda da
individualidade. (Teremos o mesmo destino – a perfeição,porém com o trilhar
diferente ao longo do tempo)
Letra A:
Nós somos Espíritos.Como ferramenta de aprendizado temos dois corpos:o
corpo material de carne e o corpo perispiritual, matéria quintessenciada, que
é a forma desse corpo que nós temos. O corpo material se forma de acordo
com o períspirito que é o intermediário entre o corpo de matéria mais densa e
o Espírito.
Não é o corpo perispiritual que é uma cópia do corpo físico.É o contrário. É o
corpo físico que foi formado pelo Espírito.
Quando desencarnamos, nós nos manifestamos através do períspirito.
Perdemoso corpo de carne que é sepultado e o Espírito se manifesta através
do seu períspirito.
A partir do desencarne a alma se identificaatravés do períspirito que conserva
a forma física,as características da última encarnação, porém conservatodos
os registros de todas as encarnações.
Letra B
O que levamos?
A consciência, o senso de individualidade. O que realizamos, as nossas
alegrias, as nossas tristezas, nossos aprendizados e as nossas mazelas.
O desencarne não nos transforma em outro ser. Não nos tornaremos sábios
porque desencarnamos.
Só os Espíritos evoluídos são detentores de grandes saberes, pois há uma
trajetória enriquecida de buscas de conhecimentos e experiências
acumulando saber e sabedoria.
Continuamos a ser nós mesmos. A transformação moral vem de dentro para
fora e o saber é uma busca individual.
A transformação de valores, de realização. Nós enquanto Espíritos eternos
devemos buscarvencer as mazelas, as más inclinações existentes em nosso
coração aprimorando as virtudes para viver a real transformação.
Portanto:
Do ponto de vista material não se leva nada. Exceto o períspirito.
Do ponto de vista moral se leva tudo: os pós, os contras, os amigos, os
inimigos, as emoções, as experiências bem ou mal vividas, o conhecimento
adquirido.
Essa é a nossa mala, a nossa bagagem. Como está a minha mala?
Por que levar vantagem agora se irei prestar contas depois?Se ninguém está
olhando o que estou fazendo, a minha consciênciaestá. Deus está presente.
Então eu começo amodificara minha atitude, começo a me vigiar. Começoa
ser uma pessoahonesta, uma pessoamais amável. Isso é o que satisfazer o
meu bem-estar. Levarei tudo o que fiz de bom ou não.
Em qualquer momento devemos iniciar essa mudança de comportamento. A
vida na Terra tem essa proposta: mudar para melhor.
A Doutrina Espírita nos mostra as consequências dos nossos atos. Quem de
nós conscientemente dessas consequências vai querer colher frutos
amargos?
Hoje não repito os erros que cometiontem,amanhã não repetireios equívocos
de hoje.
Não deixe para mudar na próxima existência. Vamos mudar nossos
comportamentos, atitudes, pensamentos agora.
Para quem muito é dado, muito será cobrado.
A doutrina espíritaé uma grande luz que Deus colocaem nosso caminho, pois
abre a visão do que é a vida tanto encarnado, como desencarnado.
151 – Que pensar da opinião que, após a morte, a alma retorna ao todo
universal?
O conjunto dos Espíritosnão forma um todo? Não é todo um mundo? Quando
estás numa assembleia,és parte integrante dessaassembleia e, todavia, tens
sempre a tua individualidade.
COMENTÁRIOS:
Todo universal?
1.º - Lugar que abrigaria todos os Espíritos que indo para esse lugar perderia
a sua individualidade e se tornaria apenas um elemento a mais desse todo.
Ideia equivocada. Ex: gota de chuva no oceano.
2.º - O ambiente que congregainúmeras individualidades espirituais para onde
nós iremos após o desencarne,mantendo a nossa individualidade, apenas se
unindo a esse conjunto de seres que lá já se encontram. Aí está correto.
Quando os Espíritos tratam desse“Todo”é um conjunto de Espíritosmantendo
a individualidade.
Quando retornamos ao mundo espiritual após a morte física, retornamos ao
mundo real, a comunidade de onde viemos e para a qual de fato pertencemos.
Lá é o mundo real porque a nossa essência é espiritual. Aqui é o lugar onde
fazemos estágios de aprendizado, de crescimento.
Quando chegamos à vida espiritual nos deparamos com uma vida bastante
ativa: há trabalho, escolas,estudos,diversas atividades,vida social.Cada um
se direciona conforme seu próprio interesse.
No mundo espiritual não há uma grande mistura de interesses. Em
comunidades mais elevadas estão pessoas que estão buscando o
aprendizado para crescimento navida, viver dentro do ensinamento moral que
Jesus nos ensinou, aprendendo a vivência do amor.
Há outras regiões, comunidades espirituais onde as pessoas não têm
compromisso com nada ou tem compromisso com o mal. Porém, essas
comunidades ficam separadas, pois de fato os semelhantes se atraem.
No mundo espiritual há vida social, trabalho, mas com grupos de pessoas que
se atraem através dos seus verdadeiros interesses.
O importante é que na vida espiritual mantemos a nossa individualidade,
garantindo a eternidade.
152 – Que prova poderemoster da individualidade daalma após morte?
Não tendes esta prova pelas comunicações que obtendes? Se não fôsseis
cegos,veríeis;se não fôsseis surdos,ouviríeis,pois,frequentemente,umavoz
vos fala, revelando a existência de um ser fora de vós.
A.K.: Aqueles que pensam que com a morte a alma retorna ao todo
universal, estão errados se entendem com isso que, semelhante a uma
gota d’água que cai no Oceano, ela aí perde a sua individualidade; eles
estão certos se entendem pelo todo universal o conjunto dos seres
incorpóreos do qual cada alma ou Espírito é um elemento.
Se as almas estivessem confundidas na massa, não teriam senão as
qualidades do conjunto e nada as distinguiria,uma das outras.Elas não
teriam nem inteligência nem qualidades próprias, ao passo que, em
todas as comunicações, elas acusam a consciência do seu eu e uma
vontade distinta.A infinita diversidadeque apresentam durantetodas as
comunicações é a consequência mesma das individualidades. Se não
houvesse, após a morte, senão isto que chamam o grande todo,
absorvendo todas as individualidades,este todo seria uniforme,e,desta
maneira, todas as comunicações que se recebesse do mundo invisível,
seriam idênticas. Uma vez que aí se encontram seres bons e outros
maus, sábios e ignorantes, felizes e infelizes, alegres e tristes, levianos
e sérios, etc., é evidente que são seres distintos. A individualidade se
mostra mais evidente quando esses seres provam sua identidade por
sinais incontestáveis,pordetalhespessoais relativos à sua vidaterrestre
e que podem ser constatados. Ela não pode ser colocada em dúvida
quando se mostram visíveis nas aparições. A individualidade da alma
nos era ensinada em teoria como um artigo de fé; o Espiritismo a torna
patente e, de certo modo, material.
COMENTÁRIOS:
As reuniões mediúnicas provam essa individualidade.
A mediunidade,essafaculdade fantástica,presente em todo mundo,em todas
as classes sociais, em todas as etnias, em todas as culturas, em todas as
sociedades, é um instrumento de trabalho que nos coloca em sintonia com a
espiritualidade comprovando a individualidade do Espírito.
Através da mediunidade há a comunicabilidade entre os dois planos: o
espiritual e o material.
Por meio do diálogo mediúnico, percebe-se que há uma individualidade,
apontando sua experiência,suas emoções,seus sentimentos,suas angústias,
seu ponto de vista, detentor de um conhecimento que muitas das vezes o
médium jamais teria conseguido na atual existência.
Há as visões.
Há as audições.
E outras formas de comunicação, como os efeitos físicos, materializações.
O mundo espiritual está sempre em comunicação conosco.Nós é que não os
vemos, nem os ouvimos.
A descrença em um assunto dessa natureza está baseada na falta de
conhecimento dos fatos. É não querer abrir a mente para novos
conhecimentos, para o uso da razão, muitas vezes por medo, receio de estar
blasfemando contra Deus.
Com a doutrina Espírita, o maravilhoso e o sobrenatural deixam de existir.
Tudo é natural. Tudo se enquadra nas Leis da Natureza. São Leis criadas por
Deus.
As maiores provas da individualidade da alma são as comunicações dos Espíritos que
viveram na Terra, generalizadas em todo o mundo, desde o homem primitivo às altas
civilizações do planeta. Não existe uma família sequer que não tenha um fenômeno a
contar, sobre visão ou dos sinais dos seus amigos ou familiares que já passaram para o
outro lado da vida, que voltaram para comprovar que eles não morreram com o corpo.
A reencarnação é outra prova de que a alma continua viva depois do túmulo. Depois,
poderemos passar para a análise das coisas, das leis que nos regem e da Inteligência
Suprema, que não iria preparar uma vida, qual seja a do homem, para breves momentos
desta mesma vida, pois, se Ele vive eternamente e se somos Seus filhos, temos direito a
essa vida eterna.
A própria ciência, com o tempo, é que irá propagar a existência da alma. Ela se encontra a
caminho das verdades espirituais, verdades essas que todas as religiões vêm propagando
há milênios. O Espiritismo desfraldou a bandeira da imortalidade, com provas das mais
lúcidas. Ele vem ajudar as outras religiões a sustentar que a vida continua, com mais
amplitude de consciência.
Miramez
153 – Em que sentido se deve entender a vida eterna?
É a vida do Espírito que é eterna; a do corpo é transitória e passageira.
Quando o corpo morre, a alma retorna à vida eterna.
153.a) Não seria mais exato chamar vida eterna a dos Espíritos puros,
que, atingindo o grau de perfeição, não têm mais provas a suportar?
É antes a felicidade eterna; mas isto é uma questão de palavras; chamai as
coisas como quiserdes, contanto que vos entendais.
COMENTÁRIOS:
Todos se alegram em saber que o Espírito tem vida eterna. E não poderia ser de outra
maneira. Somente a forma do corpo é que tem vida transitória. Até os elementos que
compõem o corpo têm vida eterna, porque nada se perde no universo. As formas materiais
é que se transformam, para surgirem de novo em outra dimensão, no fulgor que Deus pode
lhes dar. O cântico da criação é vida, e a vida é sintonia universal, orquestrada pela Vontade
Soberana.
Miramez
É confortante saber que jamais deixaremos de existir. Saber que a vida
continua. Que teremos infinitas oportunidades de aprendizagem, que
podemos nos aperfeiçoar sempre.
Fomos criados simples e ignorantes. Saímos em busca de uma jornada de
trabalho para conquistar a nossa perfeição, a nossa felicidade. As nossas
oportunidades de vida são sempre renovadas para que possamos aprimorar
com novas experiências e novos conhecimentos.
Somos filhos de Deus, consequentemente, somos herdeiros de Deus.
Qual é a obra de Deus?
O Universo.
Portanto, somos herdeiros do Universo.
Jesus é filho de Deus. É nosso irmão.
A Jesus foi concedida a atribuição de conduzir este planeta.
Nós também temos nossas atribuições compatíveis com o nosso nível de
evolução.
Estudar as Leis da natureza, as Leis materiais, as Leis espirituais é nossa
obrigação, faz parte da nossa responsabilidade enquanto herdeiros de Deus
para que possamos compreender a obra do Pai e nos preparar para as
missões do futuro.
Mas como anda nossa missão atual?
Temos nossos filhos para conduzir. São criações divinas confiadas a nós. É
nossa responsabilidade encaminhar essas almas confiadas a nós.
Jesus tem aproximadamente 30 bilhões de almas/Espíritos que compõe a
humanidade deste planeta para conduzir.
Estudar o espiritismo é nos preparar para a vida espiritual, quer seja
encarnado ou desencarnado.
Nessa nossa caminhada haveremos de chegar nessa perfeição que
buscamos.
Jesus nos afirmou que das ovelhas de meu Pai nenhuma se perderá.
Letra A:
Dá para entender na questão de Kardec que o fato do Espírito precisar
reencarnar quebraria a eternidade, como se fosse um bem-estar pleno.
Os Espíritos respondem que não.
Não tira do Espírito a eternidade, independentemente de estar encarnado.
Esse bem-estar pleno é o estado de felicidade que o Espírito viverá
eternamente.
O Espírito é eterno e após se tornar puro viverá em felicidade plena.
TEXTO PARA REFLEXÃO:
A BAGAGEM DA VIDA
O peso de nossa bagagem depende da nossa maneira de avaliar a
importância de cada coisa que guardamos nela...
Reflitam!!
Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina de mão...
A medidaem que os anos vão passando,a bagagem vai aumentando porque
existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho, por pensar que são
importantes.
A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável carregar
tantas coisas, pesa demais, então você pode escolher: ficar sentado a beira
do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil, pois todos que
passarem por ali já terão sua própria bagagem.
Você pode ficar a vida inteira esperando, ou você pode aliviar o peso,
esvaziando a mala.
Mas, o que tirar? Você começatirando tudo para fora... veja o que tem dentro:
Amor, Amizade... nossa! Tem bastante, curioso, não pesa nada... Tem algo
pesado... você faz força para tirar.... era a Raiva - como ela pesa!
Aí você começa a tirar, tirar e aparecem a Incompreensão, Medo,
Pessimismo...nesse momento,o Desânimo quase te puxa pra dentro da mala
.... Mas você puxa-o para fora com toda a força, e no fundo da mala aparece
um Sorriso, que estava sufocado no fundo da sua bagagem...
Pula para foraoutro sorriso e mais outro, e aí sai a Felicidade... Aí você coloca
as mãos dentro da mala de novo tira pra fora um monte de Tristeza...
Agora, você vai ter que procurar a Paciência dentro da mala, pois vai precisar
bastante...
Procure então o resto: a Força, Esperança,Coragem, Entusiasmo, Equilíbrio,
Responsabilidade, Tolerância e o Bom e Velho Humor. Tire a Preocupação
também. Deixe de lado, depois você pensa o que fazer com ela...
Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo. Mas, pense bem
o que vai colocar dentro da mala de novo.
Agora é com você. E não se esqueça de fazer essa arrumação mais vezes,
pois o caminho é MUITO, MUITO LONGO, e sua bagagem, poderá pesar
novamente.
3.2 – SEPARAÇÃO DA ALMA E DO CORPO
154 – A separação da alma e do corpo é dolorosa?
Não, o corpo sofre, frequentemente,mais durante a vida que no momento da
morte;neste a alma não toma parte.Os sofrimentosque experimenta,algumas
vezes, no momento da morte, são um prazer para o Espírito, que vê chegar
ao fim do seu exílio.
Allan Kardec: Na morte natural,que chega por esgotamentodos órgãos,
em consequência da idade,o homem deixa a vida sem o perceber;é uma
lâmpada que se apaga por falta de alimentação.
COMENTÁRIOS:
Morte – cessação da vida do corpo físico.
Desencarnação – separação da alma do corpo físico
A verdadeira pátria é a espiritual.
Após uma pequena viagem aqui pelo orbe como encarnados acumulando
experiências, buscando o crescimento, nós retornamos para a nossa
verdadeira pátria – a espiritual.
O fenômeno da “morte” (desencarne) não é doloroso para a alma.
A gente vê muitos irmãozinhos que se manifestam nas reuniões mediúnicas
lamentando seus sofrimentos, suas não realizações no campo do bem, ou
suas realizações no campo do mal, pelos bens materiais que deixaram, pela
ingratidão dos entes queridos, pelos seus erros e equívocos, suas dores
físicas (por ainda não se reconhecer como desencarnado).
Mas não se vê nas reuniões mediúnicas irmãozinhos reclamando ou dizendo
sobre as dores físicas ou dores que sofreram durante a sua desencarnação.
Não há reclamações dos espíritos que se manifestam nas reuniões
mediúnicas acerca das dores no momento da morte.
O momento da morte é apenas a passagem biológica. Não devemos estar
preocupados com esse momento.Também não devemos antecipar.Tudo tem
o seu curso natural.
As pessoas de forma geral têm medo dessa passagem, no entanto, mesmo
apesar do medo há tanto suicídio.
O conhecimento da doutrina espírita fortalece o Espírito imortal, colocando
dentro da realidade, justamente para não abandonar essa viagem que é
temporária e passa a respeitar a vida.
São dois extremos: Não devemos ter medo e fugir da morte, como também,
não devemos quere-la antes da hora. Ex: o cigarro, a bebida, as substâncias
químicas (drogas e remédios), o trânsito, a alimentação, as emoções (ódio,
rancor, inveja, ciúme – desequilíbrio) – acelera o processo.
Devemos respeitaro curso natural da vida, buscando uma vida saudável, sem
excessos.
Quando fala em dor, a gente sempre liga à dor física que é o que mais nos
assusta (dor – a leitura que o cérebro faz de algo na nossa estrutura física
alertando que determinado local do corpo não está normal).
Os Espíritosnos mostram que essa dor físicanão existe mais, porque o corpo
físico perdeu a vida, mas as sensações permanecem.
Para a grande maioria dos Espíritos que estão encarnados na Terra por não
ter o conhecimento, não ter uma vida equilibrada, se apegar a matéria, não
querer morrer, quando esse momento chega causa medo, desespero e dor
que é muito mais sensações.
Para o Espírito equilibrado, consciente da sua responsabilidade, da sua
jornada, de que cumpriu as suas obrigações, se liberta. Então essas
sensações que possam ser desagradáveis não o são porque ele sabe que é
um processo de libertação e ele volta à pátria espiritual, à verdadeira vida.
As sensações estão ligadas à consciência, registrada no períspirito.
A nossa preocupação deve estar voltada para as nossas condições
psicológicas.Para morrer bem, tem que viver bem. E para viver bem,deve-se
viver conforme os ensinamentos do nosso Mestre Jesus: viver pelo caminho
do bem, fazendo o bem ao próximo, construindo um reino de amor, sem as
dores físicas,sem as dores da consciência.Enfim,vivenciar na plenitude a lei
de amor que Jesus nos ensinou.
- Teruma vida equilibrada, saudável, amando e respeitando.Fazer o deverde
casa.
“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode
começar agora e fazer um novo fim.” (Chico Xavier)
155 – Como se opera a separação da alma e do corpo?
Rompidos os laços que a retinham, ela se liberta.
155.a) A separação se opera instantaneamente e por uma transição
brusca? Há uma linha de demarcaçãobem nítida entre a vida e a morte?
Não, a alma se liberta gradualmente e não escapa como um pássaro cativo
que ganha subitamente a liberdade. Esses dois estados se tocam e se
confundem;assim o Espírito se libera pouco a pouco de seus laços: os laços
se desatam, não se quebram.
Allan Kardec:
Durante a vida, o Espírito se liga ao corpo por seu envoltório
semimaterial ou perispírito. A morte é apenas a destruição do corpo e
não desse segundo envoltório que se separa do corpo quando cessa
neste a vida orgânica. A observação prova que no instante da morte o
desligamento doperispírito não se completa subitamente; ele não opera
senão gradualmente e com uma lentidão que varia muito segundo os
indivíduos. Para alguns ele é muito rápido, e pode-se dizer que o
momento da morte é aquele do desligamento,algumashorasapós.Para
outros, aqueles sobretudo, cuja vida foi toda material e sensual, o
desligamento é muito menos rápido e dura, algumas vezes, dias,
semanas e mesmo meses, o que não implica existir no corpo a menor
vitalidade nem a possibilidade de um retorno à vida, mas uma simples
afinidade entre o corpo e o Espírito,afinidade que está sempreem razão
da preponderância que, durante a vida, o Espírito deu à matéria. Com
efeito, é racional conceber que quanto mais o Espírito se identifica com
a matéria, mais ele sofre ao se separar dela. Ao passo que a atividade
intelectuale moral,a elevaçãodos pensamentos,operam um começode
libertação mesmo durante a vida do corpo e,quando chega a morte, ela
é quase instantânea.Talé o resultadodos estudosfeitos sobretodos os
indivíduos observados no momento da morte. Essas observações
provam ainda que a afinidade persistente entre a alma e o corpo, em
certos indivíduos, algumas vezes muito penosa porque o Espírito pode
experimentar o horror da decomposição. Este caso é excepcional e
particular a certos gêneros de vida e a certos gêneros de morte; ele se
apresenta entre alguns suicidas.
COMENTÁRIOS:
Cada célula do corpo físico é ligadaao períspirito.Portanto,o períspirito é que
tem essa função de estar ligado célula a célula no corpo físico. Esses laços
vão sendo desligados a partir das extremidades (pés, mãos), terminando no
Córtex cerebral
A idade avançada, a doença prolongada favorece o rompimento lento e
gradativo dos laços,presos pelapresençado fluido vital. À medidaque o fluido
vital vai diminuindo, os laços vão se afrouxando.
Se tivermos uma vida valorizando apenas o que é material e as manifestações
da matéria, como os bens que possuímos, o título, a fama, o sexo sem
controle, iremos fazer de tudo para não abandonar o corpo, porque só vivos
nesse corpo físico é que poderemos continuar usufruindo dessas coisas que
valorizamos. Como nos apegamos ao corpo, a separação se torna
psicologicamente mais dolorosa no momento da morte.
Por outro lado, quando usufruímos das coisas materiais com equilíbrio, sem
apego, valorizando as coisas do espírito, as questões da fé, quando
praticamos a caridade, a separação do corpo com o Espírito será mais rápida
e será mais feliz, porque vai representar o retorno daquele ser para a sua
verdadeira pátria.
Portanto, a desencarnação se é mais prolongadaou mais rápida vai depender
dos interesses daquele Espírito no tocante à sua vida aqui na Terra.
DESENCARNE E O DESLIGAMENTO DO CORPO FÍSICO
Assim como reencarnar se tem auxilio de equipes espirituais destinadas a
trabalhar neste processo, o desencarne também é auxiliado por equipes
espirituais para ajudar nesta travessia do mundo físico para o mundo
espiritual. Em ambos os casos tais auxílios é quando se tem merecimento para
recebê-los.O processo de desligamento do cordão fluídico é muito difícilpara
os que estão ligados a vibração do planeta; embora poucos espíritos
encarnados podem realizar o auto desligamento do cordão fluídico.
AS EQUIPES DE DESLIGAMENTO
As equipes especialistas para este processo de desligamento realizam o
rompimento do cordão fluídico de acordo com o merecimento dos espíritos
que está desencarnando. A quantidade de integrantes das equipes varia de
acordo com o tipo de desencarne que vai auxiliar, e de acordo com o
merecimento do desencarnante.
O TRABALHO DE DESLIGAMENTO
Quando o espírito está desencarnando, e é merecedor do auxilio que as
equipes de desligamento fornece, é ajudado da seguinte forma, em caso de
morte natural, que é a cessação das forças vitais por velhice ou doenças:
PREPARAÇÃO:
Visitas diárias são realizadas dando auxílio magnético e preparando os
familiares, e o espírito desencarnante.Muitas vezes, ou na maioria das vezes
os familiares e os amigos criam uma aura que fica impedindo e criando
dificuldade para o desligamento do cordão fluídico, que são os choros,
chamados pelo desencarnante,angustias, gritos, medo,egoísmo… isto deixa
mais complicado o trabalho da equipe espiritual; para criarem barreiras de
proteção contra tais vibrações dos familiares, a equipe espiritual cria uma
melhora fictícia para neutralizar estas vibrações que prendem o espírito
desencarnante no corpo; esta melhora também serve para concluir suas
últimas tarefas e para a despedida com seus entes queridos.
DESLIGAMENTO:
Muitos motivos deixa o espírito desencarnante ligado a matéria, como o amor
aos entes queridos, ou aos bens que possuía, ou preocupações, ou
problemas… porestes motivoso processode desligamento do cordãofluídico,
é a última parte do processo de desencarne,é na maioria dos casos realizado
depois de algum tempo da morte do corpo físico dado pela ciência.
Até o rompimento do cordão o espírito fica vulnerável à influência do ambiente
em que está ficando menos consciente e fraco; depois do desligamento, o
aumento do grau de consciência e de fortalecimento vai crescendo
gradualmente. Para os espíritos mais evoluídos o desligamento é quase
imediato.Dependendo do graude desprendimento e de evolução,os espíritos
se mantém parcialmente conscientes do que acontece, sendo o caso de
espíritos de nível médio.
Por isso é comum entes queridos já desencarnados está presente neste
momento de grande transição, para tranquilizar, dar esperança, e segurança
ao espírito que está desencarnando.
Antes do desligamento:os laços que prendem o espírito ao corpo material, vai
se desligando aos poucos durante as doenças prolongadas que antecipam o
fim do corpo material, porisso os doentes tem mais facilidade parase preparar
para o desligamento.
As sensaçõesdurante o desligamento:estão relacionadas ao padrão espiritual
e ao apego a matéria. Alguns desencarnam com facilidade;inúmeros dormem
longos sonos, outros nada percebem.Os que estão despertos são colocados
para dormir,assim o impacto das energias negativas não são sentidos.Outros
fazem o exame imparcial de todos os acontecimentos de sua vida. Mas
deixando claro que, cada caso é um caso, e o merecimento e o
desprendimento são levados em consideração.
ENCAMINHAMENTO:
Quando o desligamento está concluído, o espírito é levado para o local onde
será amparado, podendo ser um posto de socorro, ou um hospital de
acolhimento dos desencarnados em uma Colônia Espiritual, que corresponde
a área geográfica que morava na Terra.
Se um espírito não for merecedorde tal auxilio, quando desencarnanão pode
ir para os planos astrais que falamos acima como um espírito merecedor,pois
não está preparado;ficalivre pelo mundo, ou vai para o umbral, que é um local
infeliz que os que desencarnam com o padrão vibracional baixo acabam sendo
atraídos para tal lugar, sendo um local de sofrimento.
Isto volta ao mesmo ensinamentos que, tudo está nas nossas mãos, o
passado e o futuro, o como vai ser o nascimento e o desencarne,isto é o livre
arbítrio, sendo tudo produto das nossas escolhas e atitudes. Quanto mais se
conhece a Doutrina Espírita mais o temor da morte se desfaz, novos
horizontes são vistos e conhecidos, tomando conhecimento que não existe
nenhum tipo de fronteiras e nenhum mistério para a nova vida, tendo a certeza
da existência de vida depois da vida.
Morrer não dói, morrer não é nada, apenas uma grande transição para a vida
verdadeira, o que fica é a saudade, mas acima de tudo a verdade que o
reencontro vai acontecer novamente, pois Deus permite.
“Devemos aceitar a chegada da chamada morte, assim como o dia aceita a
chegadadanoite – tendo confiançaque,em breve,de novo há de raiar o sol…”
156 – A separação definitiva da alma e do corpo pode ocorrer antes de
cessação completa da vida orgânica?
Algumas vezes, na agonia, a alma já deixou o corpo e não há mais que a vida
orgânica. O homem não tem mais consciênciade si mesmo e, entretanto, lhe
resta ainda um sopro de vida. O corpo é uma máquina que o coração
movimenta; existe enquanto o coração faz circular o sangue nas veias; e para
isso não necessita da alma
157 – No momento da morte,a alma tem, algumasvezes,uma inspiração
ou êxtase que lhe faça entrever o mundo em que vai entrar?
Frequentemente, a alma sente se desatarem os laços que a ligam ao corpo;
ela faz então todos os seus esforçosparaos romperinteiramente. Já em parte
desligada da matéria, vê o futuro se desenrolar diante dela e alegra-se, por
antecipação, da situação de Espírito.
158 – O exemplo da lagarta que primeiro rasteja sobrea terra,depois se
encerra em sua crisálida sob uma morte aparente, para renascer numa
existência brilhante,pode nos dar uma ideia da vida terrestre,depois do
túmulo e, finalmente, de nossa nova existência?
Uma ideia restrita; a imagem é boa, mas é necessário não tomá-la ao pé da
letra, como sempre o fazem.
159 – Que sensação experimenta a alma no momento em que se
reconhece no mundo dos Espíritos?
Depende. Se fizeste o mal com o desejo de fazê-lo, no primeiro momento,
envergonhar-te-ás de tê-lo feito. Para o justo é bem diferente; ele se sente
como aliviado de um grande peso, pois não teme nenhum olhar perquiridor.
160 – O Espírito reencontra imediatamente aqueles que ele conheceu
sobre a Terra e que morreram antes dele?
Sim, segundo a afeição que lhes tinha e a que tinham por ele.
Frequentemente,eles o vêm receberem sua volta ao mundo dos Espíritos,e
ajudam a libertá-lo das faixas da matéria; reencontra, também, a muitos que
havia perdido de vista em sua permanência sobre a Terra. Vê aqueles que
estão na erraticidade, aqueles que estão encarnados, e os vai visitar.
161– Na morte violenta e acidental, quando os órgãos não estão, ainda,
enfraquecidos pela idade ou pelas doenças, a separação da alma e a
cessação da vida ocorrem simultaneamente?
Geralmente é assim, mas em todos os casos o instante que os separa é muito
curto.
162 – Após a decapitação, por exemplo, o homem conserva por alguns
instantes a consciência dele mesmo?
Frequentemente, ele a conserva por alguns minutos, até que a vida orgânica
esteja completamente extinta. Mas, muitas vezes, também a expectativa da
morte lhe faz perder esta consciência antes do instante do suplício.
Allan Kardec:
Trata-se aqui da consciência que o supliciado pode ter de si mesmo,
como homem e por intermédio dos órgãos e não como Espírito. Se não
perdeu esta consciência antes do suplício,pode conservá-la por alguns
instantes,que são de breve duração,e que cessa necessariamente com
a vida orgânica do cérebro,o que não quer dizer que o períspirito esteja
inteiramente desligado do corpo. Ao contrário, em todos os casos de
morte violenta, quando ela não resulta da extinção gradual das forças
vitais, os laços que prendem o corpoao períspirito são mais tenazes,e o
desligamento completo é mais lento.
3.3 – PERTURBAÇÃO ESPÍRITA
163 – A alma, deixandoo corpo,tem imediata consciência de si mesma?
Consciênciaimediata, não é bem o termo. Ela passa algum tempo em estado
de perturbação.
164 – Todos os Espíritos experimentam, no mesmo grau e durante o
mesmo tempo, a perturbação que se segue à separação da alma e do
corpo?
Não, isso depende da elevação de cada um. Aquele que já está purificado se
reconhece quase imediatamente, visto que já se libertou da matéria durante a
vida física,enquanto que o homem carnal, aquele cuja consciêncianão é pura,
conserva por tempo mais longo a impressão dessa matéria.
165 – O conhecimento do Espiritismoexerce influência sobre a duração,
mais ou menos longa, da perturbação?
Uma influência muito grande, uma vez que o Espírito já compreendia
antecipadamente a sua situação. Mas a prática do bem e a pureza da
consciência são os que exercem maior influência.
Allan Kardec:
No momento da morte tudo, a princípio, é confuso. A alma necessita de
algum tempo para se reconhecer.Ela se acha como aturdidae no estado
de um homem que,despertandode um sono profundo,procuraorientar-
se sobre sua situação.A lucidez das ideias e a memória do passado lhe
voltam,à medida que se apaga a influênciada matéria da qualse libertou,
e se dissipe a espécie de neblina que obscurece seus pensamentos.
A duração da perturbação que se segue à morte do corpo varia muito;
pode ser de algumas horas, de muitos meses e mesmo de muitos anos.
É menos longa para aquelesque desdesua vida terrenase identificaram
com o seu estado futuro, porque,então,compreendem imediatamente a
sua posição.
Essa perturbação apresenta circunstâncias particulares, segundo o
caráter dos indivíduos e, sobretudo, de acordo com o gênero de morte.
Nas mortes violentas, por suicídio, suplício, apoplexia, ferimentos, etc.,
o Espírito é surpreendido, espanta-se, e não acredita que morreu e
sustenta essa ideia com obstinação.Entretanto,vê seu corpo,sabe que
esse corpoé seu e não compreendepor que está separadodele;acerca-
se das pessoas a quem estima, fala-lhes e não compreendepor que elas
não o ouvem. Essa ilusão perdura até a inteira libertação do perispírito
e,só então,o Espírito se reconhecee compreendequenão pertencemais
ao número dos vivos. Este fenômeno se explica facilmente.
Surpreendido de improviso pela morte, o Espírito fica atordoado com a
brusca mudança que nele se operou. Para ele a morte é ainda sinônimo
de destruição, aniquilamento; ora, como ele pensa, vê e escuta, não se
considera morto. Sua ilusão é aumentada pelo fato de se ver com um
corpo de forma semelhante ao precedente, mas cuja natureza etérea
ainda não teve tempo de estudar; ele o crê sólido e compacto como o
primeiro e, quando chamam sua atenção para esse ponto, admira-se de
não poder apalpá-lo. Esse fenômeno é análogo ao dos sonâmbulos
iniciantes que não acreditam dormir. Para eles o sono é sinônimo de
suspensão das faculdades; ora, como pensam e veem, julgam que não
dormem. Certos Espíritos apresentam essa particularidade, embora a
morte não lhes tenha chegado inesperadamente;todavia,é sempremais
generalizada naqueles que, apesar de doentes, não pensam em morrer.
Vê-se, então, o singular espetáculo de um Espírito assistindo aos
próprios funerais, como se fora um estranho e deles falando como de
uma coisa que não lhe dissesse respeito, até o momento em que
compreende a verdade.
A perturbação que se segue à morte nada tem de penosa para o homem
de bem; é calma e em tudo semelhante à que acompanha um despertar
tranquilo. Para os que não têm a consciência pura, ela é cheia de
ansiedade e de angústias,que aumentam à medida queela se reconhece.
Nos casos de morte coletiva, tem-se observado que todos os que
perecem ao mesmo tempo, nem sempre se reveem imediatamente. Na
perturbação que se segue à morte, cada um vai para o seu lado ou se
preocupa apenas com aqueles que lhe interessam.
REFERÊNCIAS:
KARDEC, Allan. A Gênese: Os Milagres e as Predições Segundo o
Espiritismo. Tradução de Salvador Gentile. 52ª Ed. Araras – SP: IDE, 2018.
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de
Salvador Gentile. 365ª Ed. Araras – SP: IDE, 2009.
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Salvador Gentile. 182ª
Ed. Araras – SP: IDE, 2009.
KARDEC,Allan.O Livro dos Médiuns.Tradução de SalvadorGentile.85ª Ed.
Araras – SP: IDE, 2008.
XAVIER,Chico. A Caminho da Luz. 21ª ed. Rio de Janeiro: FEB,1995.Pelo
Espírito Emmanuel.
XAVIER,Chico. Libertação.33ª ed. Brasília: FEB, 2017.Pelo Espírito André
Luiz.
XAVIER, Chico. Nosso Lar. 61ª ed. Brasília: FEB, 2010. Pelo Espírito André
Luiz.
XAVIER, Chico. Obreiros da Vida Eterna. 35ª ed. Brasília: FEB, 2017. Pelo
Espírito André Luiz.
XAVIER, Chico. Os Mensageiros. 47ª ed. Brasília: FEB, 2017. Pelo Espírito
André Luiz.
ZIMMERMANN, Zalmino. Perispírito. Campinas: CEAK, 2000.
https://www.bibliaonline.com.br/
http://www.olivrodosespiritoscomentado.com/questoes.html
https://www.youtube.com/user/livrodosespiritos/videos
https://www.youtube.com/watch?v=4xRhAKctMo8&list=PLI-
OgasY7T5tz8FFyT2yr5aKTPbavF7by&index=111

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Capitulo III Retorno da vida corporea a vida espiritual

  • 1. CAPÍTULO III: RETORNO DA VIDA CORPÓREA À VIDA ESPIRITUAL 3.1– A ALMA APÓS A MORTE;SUA INDIVIDUALIDADE. VIDA ETERNA. 3.2– SEPARAÇÃO DA ALMA E DO CORPO 3.3– PERTURBAÇÃO ESPIRITUAL Slides: https://pt.slideshare.net/MartaMiranda6/a-alma-depois-da-morte https://pt.slideshare.net/MartaMiranda6/232-separacao-da-alma-e-do- corpo https://pt.slideshare.net/MartaMiranda6/233-perturbacao-espiritual 3.1 – A ALMA APÓS A MORTE 149. em que se torna alma no instante da morte? Volta a ser Espírito, quer dizer, retorna ao mundo dos Espíritos, que deixou momentaneamente. COMENTÁRIOS: A nossa realidade é a espiritual. Somos Espíritosencarnados que nos apropriamos deste corpo físico que nos serve de instrumento para a nossa manifestação neste planeta. Somos Espíritos que momentaneamente ocupamos um corpo. Quando a pessoadesencarnaé apenas um momento biológico.O Espírito se afasta naturalmente do corpo pelo esgotamento das energias vitais daquele organismo e vai continuar sua vida no mundo espiritual utilizando somente o corpo perispiritual. A alma, depois da morte, volta ao plano espiritual de onde veio. É como se estivesse internada em uma universidade, em contínuo aprendizado e, ao terminar o curso, voltasse ao campo de trabalho maior, a fim de se sentir mais livre no exercício das suas obrigações. (Miramez) Quando cessa a vida orgânica o que ocorre com a alma? A alma desvinculada do corpo material volta a ser Espírito, livre no plano espiritual. Encarnado = alma Desencarnou = Espírito Volta para a erraticidade – períodoentre uma encarnação e outra. Em muitas situações já começa a se preparar para a próxima encarnação.
  • 2. 150 – A alma depois da morte conserva a sua individualidade? Sim, não a perde jamais. Que seria ela se não a conservasse? 150.a) Não tendo mais seu corpo material, como a alma constata a sua individualidade? Ela tem ainda um fluido que lhe é próprio,tomado da atmosferade seuplaneta e que representa a aparência de sua última encarnação: seu perispírito. 150.b) A alma nada leva consigo deste mundo? Nada mais do que a lembrança e o desejo de ir para um mundo melhor. Essa lembrança é cheia de doçura ou de amargura, segundo o empregoque fez da vida. Quanto mais pura, mais compreende a futilidade do que deixa sobre a Terra. COMENTÁRIOS: Questão: Conserva a sua individualidade. Se porventura perdesse a individualidade, de que valeria a busca pelo conhecimento? De que valeria procurar se melhorar, praticar o bem? No que resultaria o esforço de cada um? Quem se esforçou e quem não se esforçou teria imediatamente o mesmo destino. Não faz sentido a ideia da perda da individualidade. (Teremos o mesmo destino – a perfeição,porém com o trilhar diferente ao longo do tempo) Letra A: Nós somos Espíritos.Como ferramenta de aprendizado temos dois corpos:o corpo material de carne e o corpo perispiritual, matéria quintessenciada, que é a forma desse corpo que nós temos. O corpo material se forma de acordo com o períspirito que é o intermediário entre o corpo de matéria mais densa e o Espírito. Não é o corpo perispiritual que é uma cópia do corpo físico.É o contrário. É o corpo físico que foi formado pelo Espírito. Quando desencarnamos, nós nos manifestamos através do períspirito. Perdemoso corpo de carne que é sepultado e o Espírito se manifesta através do seu períspirito.
  • 3. A partir do desencarne a alma se identificaatravés do períspirito que conserva a forma física,as características da última encarnação, porém conservatodos os registros de todas as encarnações. Letra B O que levamos? A consciência, o senso de individualidade. O que realizamos, as nossas alegrias, as nossas tristezas, nossos aprendizados e as nossas mazelas. O desencarne não nos transforma em outro ser. Não nos tornaremos sábios porque desencarnamos. Só os Espíritos evoluídos são detentores de grandes saberes, pois há uma trajetória enriquecida de buscas de conhecimentos e experiências acumulando saber e sabedoria. Continuamos a ser nós mesmos. A transformação moral vem de dentro para fora e o saber é uma busca individual. A transformação de valores, de realização. Nós enquanto Espíritos eternos devemos buscarvencer as mazelas, as más inclinações existentes em nosso coração aprimorando as virtudes para viver a real transformação. Portanto: Do ponto de vista material não se leva nada. Exceto o períspirito. Do ponto de vista moral se leva tudo: os pós, os contras, os amigos, os inimigos, as emoções, as experiências bem ou mal vividas, o conhecimento adquirido. Essa é a nossa mala, a nossa bagagem. Como está a minha mala? Por que levar vantagem agora se irei prestar contas depois?Se ninguém está olhando o que estou fazendo, a minha consciênciaestá. Deus está presente. Então eu começo amodificara minha atitude, começo a me vigiar. Começoa ser uma pessoahonesta, uma pessoamais amável. Isso é o que satisfazer o meu bem-estar. Levarei tudo o que fiz de bom ou não. Em qualquer momento devemos iniciar essa mudança de comportamento. A vida na Terra tem essa proposta: mudar para melhor. A Doutrina Espírita nos mostra as consequências dos nossos atos. Quem de nós conscientemente dessas consequências vai querer colher frutos amargos? Hoje não repito os erros que cometiontem,amanhã não repetireios equívocos de hoje. Não deixe para mudar na próxima existência. Vamos mudar nossos comportamentos, atitudes, pensamentos agora. Para quem muito é dado, muito será cobrado.
  • 4. A doutrina espíritaé uma grande luz que Deus colocaem nosso caminho, pois abre a visão do que é a vida tanto encarnado, como desencarnado. 151 – Que pensar da opinião que, após a morte, a alma retorna ao todo universal? O conjunto dos Espíritosnão forma um todo? Não é todo um mundo? Quando estás numa assembleia,és parte integrante dessaassembleia e, todavia, tens sempre a tua individualidade. COMENTÁRIOS: Todo universal? 1.º - Lugar que abrigaria todos os Espíritos que indo para esse lugar perderia a sua individualidade e se tornaria apenas um elemento a mais desse todo. Ideia equivocada. Ex: gota de chuva no oceano. 2.º - O ambiente que congregainúmeras individualidades espirituais para onde nós iremos após o desencarne,mantendo a nossa individualidade, apenas se unindo a esse conjunto de seres que lá já se encontram. Aí está correto. Quando os Espíritos tratam desse“Todo”é um conjunto de Espíritosmantendo a individualidade. Quando retornamos ao mundo espiritual após a morte física, retornamos ao mundo real, a comunidade de onde viemos e para a qual de fato pertencemos. Lá é o mundo real porque a nossa essência é espiritual. Aqui é o lugar onde fazemos estágios de aprendizado, de crescimento. Quando chegamos à vida espiritual nos deparamos com uma vida bastante ativa: há trabalho, escolas,estudos,diversas atividades,vida social.Cada um se direciona conforme seu próprio interesse. No mundo espiritual não há uma grande mistura de interesses. Em comunidades mais elevadas estão pessoas que estão buscando o aprendizado para crescimento navida, viver dentro do ensinamento moral que Jesus nos ensinou, aprendendo a vivência do amor. Há outras regiões, comunidades espirituais onde as pessoas não têm compromisso com nada ou tem compromisso com o mal. Porém, essas comunidades ficam separadas, pois de fato os semelhantes se atraem. No mundo espiritual há vida social, trabalho, mas com grupos de pessoas que se atraem através dos seus verdadeiros interesses.
  • 5. O importante é que na vida espiritual mantemos a nossa individualidade, garantindo a eternidade. 152 – Que prova poderemoster da individualidade daalma após morte? Não tendes esta prova pelas comunicações que obtendes? Se não fôsseis cegos,veríeis;se não fôsseis surdos,ouviríeis,pois,frequentemente,umavoz vos fala, revelando a existência de um ser fora de vós. A.K.: Aqueles que pensam que com a morte a alma retorna ao todo universal, estão errados se entendem com isso que, semelhante a uma gota d’água que cai no Oceano, ela aí perde a sua individualidade; eles estão certos se entendem pelo todo universal o conjunto dos seres incorpóreos do qual cada alma ou Espírito é um elemento. Se as almas estivessem confundidas na massa, não teriam senão as qualidades do conjunto e nada as distinguiria,uma das outras.Elas não teriam nem inteligência nem qualidades próprias, ao passo que, em todas as comunicações, elas acusam a consciência do seu eu e uma vontade distinta.A infinita diversidadeque apresentam durantetodas as comunicações é a consequência mesma das individualidades. Se não houvesse, após a morte, senão isto que chamam o grande todo, absorvendo todas as individualidades,este todo seria uniforme,e,desta maneira, todas as comunicações que se recebesse do mundo invisível, seriam idênticas. Uma vez que aí se encontram seres bons e outros maus, sábios e ignorantes, felizes e infelizes, alegres e tristes, levianos e sérios, etc., é evidente que são seres distintos. A individualidade se mostra mais evidente quando esses seres provam sua identidade por sinais incontestáveis,pordetalhespessoais relativos à sua vidaterrestre e que podem ser constatados. Ela não pode ser colocada em dúvida quando se mostram visíveis nas aparições. A individualidade da alma nos era ensinada em teoria como um artigo de fé; o Espiritismo a torna patente e, de certo modo, material. COMENTÁRIOS: As reuniões mediúnicas provam essa individualidade. A mediunidade,essafaculdade fantástica,presente em todo mundo,em todas as classes sociais, em todas as etnias, em todas as culturas, em todas as sociedades, é um instrumento de trabalho que nos coloca em sintonia com a espiritualidade comprovando a individualidade do Espírito.
  • 6. Através da mediunidade há a comunicabilidade entre os dois planos: o espiritual e o material. Por meio do diálogo mediúnico, percebe-se que há uma individualidade, apontando sua experiência,suas emoções,seus sentimentos,suas angústias, seu ponto de vista, detentor de um conhecimento que muitas das vezes o médium jamais teria conseguido na atual existência. Há as visões. Há as audições. E outras formas de comunicação, como os efeitos físicos, materializações. O mundo espiritual está sempre em comunicação conosco.Nós é que não os vemos, nem os ouvimos. A descrença em um assunto dessa natureza está baseada na falta de conhecimento dos fatos. É não querer abrir a mente para novos conhecimentos, para o uso da razão, muitas vezes por medo, receio de estar blasfemando contra Deus. Com a doutrina Espírita, o maravilhoso e o sobrenatural deixam de existir. Tudo é natural. Tudo se enquadra nas Leis da Natureza. São Leis criadas por Deus. As maiores provas da individualidade da alma são as comunicações dos Espíritos que viveram na Terra, generalizadas em todo o mundo, desde o homem primitivo às altas civilizações do planeta. Não existe uma família sequer que não tenha um fenômeno a contar, sobre visão ou dos sinais dos seus amigos ou familiares que já passaram para o outro lado da vida, que voltaram para comprovar que eles não morreram com o corpo. A reencarnação é outra prova de que a alma continua viva depois do túmulo. Depois, poderemos passar para a análise das coisas, das leis que nos regem e da Inteligência Suprema, que não iria preparar uma vida, qual seja a do homem, para breves momentos desta mesma vida, pois, se Ele vive eternamente e se somos Seus filhos, temos direito a essa vida eterna. A própria ciência, com o tempo, é que irá propagar a existência da alma. Ela se encontra a caminho das verdades espirituais, verdades essas que todas as religiões vêm propagando há milênios. O Espiritismo desfraldou a bandeira da imortalidade, com provas das mais lúcidas. Ele vem ajudar as outras religiões a sustentar que a vida continua, com mais amplitude de consciência. Miramez 153 – Em que sentido se deve entender a vida eterna? É a vida do Espírito que é eterna; a do corpo é transitória e passageira. Quando o corpo morre, a alma retorna à vida eterna. 153.a) Não seria mais exato chamar vida eterna a dos Espíritos puros, que, atingindo o grau de perfeição, não têm mais provas a suportar?
  • 7. É antes a felicidade eterna; mas isto é uma questão de palavras; chamai as coisas como quiserdes, contanto que vos entendais. COMENTÁRIOS: Todos se alegram em saber que o Espírito tem vida eterna. E não poderia ser de outra maneira. Somente a forma do corpo é que tem vida transitória. Até os elementos que compõem o corpo têm vida eterna, porque nada se perde no universo. As formas materiais é que se transformam, para surgirem de novo em outra dimensão, no fulgor que Deus pode lhes dar. O cântico da criação é vida, e a vida é sintonia universal, orquestrada pela Vontade Soberana. Miramez É confortante saber que jamais deixaremos de existir. Saber que a vida continua. Que teremos infinitas oportunidades de aprendizagem, que podemos nos aperfeiçoar sempre. Fomos criados simples e ignorantes. Saímos em busca de uma jornada de trabalho para conquistar a nossa perfeição, a nossa felicidade. As nossas oportunidades de vida são sempre renovadas para que possamos aprimorar com novas experiências e novos conhecimentos. Somos filhos de Deus, consequentemente, somos herdeiros de Deus. Qual é a obra de Deus? O Universo. Portanto, somos herdeiros do Universo. Jesus é filho de Deus. É nosso irmão. A Jesus foi concedida a atribuição de conduzir este planeta. Nós também temos nossas atribuições compatíveis com o nosso nível de evolução. Estudar as Leis da natureza, as Leis materiais, as Leis espirituais é nossa obrigação, faz parte da nossa responsabilidade enquanto herdeiros de Deus para que possamos compreender a obra do Pai e nos preparar para as missões do futuro. Mas como anda nossa missão atual? Temos nossos filhos para conduzir. São criações divinas confiadas a nós. É nossa responsabilidade encaminhar essas almas confiadas a nós. Jesus tem aproximadamente 30 bilhões de almas/Espíritos que compõe a humanidade deste planeta para conduzir. Estudar o espiritismo é nos preparar para a vida espiritual, quer seja encarnado ou desencarnado. Nessa nossa caminhada haveremos de chegar nessa perfeição que buscamos.
  • 8. Jesus nos afirmou que das ovelhas de meu Pai nenhuma se perderá. Letra A: Dá para entender na questão de Kardec que o fato do Espírito precisar reencarnar quebraria a eternidade, como se fosse um bem-estar pleno. Os Espíritos respondem que não. Não tira do Espírito a eternidade, independentemente de estar encarnado. Esse bem-estar pleno é o estado de felicidade que o Espírito viverá eternamente. O Espírito é eterno e após se tornar puro viverá em felicidade plena. TEXTO PARA REFLEXÃO: A BAGAGEM DA VIDA O peso de nossa bagagem depende da nossa maneira de avaliar a importância de cada coisa que guardamos nela... Reflitam!! Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina de mão... A medidaem que os anos vão passando,a bagagem vai aumentando porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho, por pensar que são importantes. A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável carregar tantas coisas, pesa demais, então você pode escolher: ficar sentado a beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil, pois todos que passarem por ali já terão sua própria bagagem. Você pode ficar a vida inteira esperando, ou você pode aliviar o peso, esvaziando a mala. Mas, o que tirar? Você começatirando tudo para fora... veja o que tem dentro: Amor, Amizade... nossa! Tem bastante, curioso, não pesa nada... Tem algo pesado... você faz força para tirar.... era a Raiva - como ela pesa! Aí você começa a tirar, tirar e aparecem a Incompreensão, Medo, Pessimismo...nesse momento,o Desânimo quase te puxa pra dentro da mala .... Mas você puxa-o para fora com toda a força, e no fundo da mala aparece um Sorriso, que estava sufocado no fundo da sua bagagem... Pula para foraoutro sorriso e mais outro, e aí sai a Felicidade... Aí você coloca as mãos dentro da mala de novo tira pra fora um monte de Tristeza... Agora, você vai ter que procurar a Paciência dentro da mala, pois vai precisar bastante... Procure então o resto: a Força, Esperança,Coragem, Entusiasmo, Equilíbrio,
  • 9. Responsabilidade, Tolerância e o Bom e Velho Humor. Tire a Preocupação também. Deixe de lado, depois você pensa o que fazer com ela... Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo. Mas, pense bem o que vai colocar dentro da mala de novo. Agora é com você. E não se esqueça de fazer essa arrumação mais vezes, pois o caminho é MUITO, MUITO LONGO, e sua bagagem, poderá pesar novamente. 3.2 – SEPARAÇÃO DA ALMA E DO CORPO 154 – A separação da alma e do corpo é dolorosa? Não, o corpo sofre, frequentemente,mais durante a vida que no momento da morte;neste a alma não toma parte.Os sofrimentosque experimenta,algumas vezes, no momento da morte, são um prazer para o Espírito, que vê chegar ao fim do seu exílio. Allan Kardec: Na morte natural,que chega por esgotamentodos órgãos, em consequência da idade,o homem deixa a vida sem o perceber;é uma lâmpada que se apaga por falta de alimentação. COMENTÁRIOS: Morte – cessação da vida do corpo físico. Desencarnação – separação da alma do corpo físico A verdadeira pátria é a espiritual. Após uma pequena viagem aqui pelo orbe como encarnados acumulando experiências, buscando o crescimento, nós retornamos para a nossa verdadeira pátria – a espiritual. O fenômeno da “morte” (desencarne) não é doloroso para a alma. A gente vê muitos irmãozinhos que se manifestam nas reuniões mediúnicas lamentando seus sofrimentos, suas não realizações no campo do bem, ou suas realizações no campo do mal, pelos bens materiais que deixaram, pela ingratidão dos entes queridos, pelos seus erros e equívocos, suas dores físicas (por ainda não se reconhecer como desencarnado). Mas não se vê nas reuniões mediúnicas irmãozinhos reclamando ou dizendo sobre as dores físicas ou dores que sofreram durante a sua desencarnação. Não há reclamações dos espíritos que se manifestam nas reuniões mediúnicas acerca das dores no momento da morte.
  • 10. O momento da morte é apenas a passagem biológica. Não devemos estar preocupados com esse momento.Também não devemos antecipar.Tudo tem o seu curso natural. As pessoas de forma geral têm medo dessa passagem, no entanto, mesmo apesar do medo há tanto suicídio. O conhecimento da doutrina espírita fortalece o Espírito imortal, colocando dentro da realidade, justamente para não abandonar essa viagem que é temporária e passa a respeitar a vida. São dois extremos: Não devemos ter medo e fugir da morte, como também, não devemos quere-la antes da hora. Ex: o cigarro, a bebida, as substâncias químicas (drogas e remédios), o trânsito, a alimentação, as emoções (ódio, rancor, inveja, ciúme – desequilíbrio) – acelera o processo. Devemos respeitaro curso natural da vida, buscando uma vida saudável, sem excessos. Quando fala em dor, a gente sempre liga à dor física que é o que mais nos assusta (dor – a leitura que o cérebro faz de algo na nossa estrutura física alertando que determinado local do corpo não está normal). Os Espíritosnos mostram que essa dor físicanão existe mais, porque o corpo físico perdeu a vida, mas as sensações permanecem. Para a grande maioria dos Espíritos que estão encarnados na Terra por não ter o conhecimento, não ter uma vida equilibrada, se apegar a matéria, não querer morrer, quando esse momento chega causa medo, desespero e dor que é muito mais sensações. Para o Espírito equilibrado, consciente da sua responsabilidade, da sua jornada, de que cumpriu as suas obrigações, se liberta. Então essas sensações que possam ser desagradáveis não o são porque ele sabe que é um processo de libertação e ele volta à pátria espiritual, à verdadeira vida. As sensações estão ligadas à consciência, registrada no períspirito. A nossa preocupação deve estar voltada para as nossas condições psicológicas.Para morrer bem, tem que viver bem. E para viver bem,deve-se viver conforme os ensinamentos do nosso Mestre Jesus: viver pelo caminho do bem, fazendo o bem ao próximo, construindo um reino de amor, sem as dores físicas,sem as dores da consciência.Enfim,vivenciar na plenitude a lei de amor que Jesus nos ensinou. - Teruma vida equilibrada, saudável, amando e respeitando.Fazer o deverde casa. “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.” (Chico Xavier)
  • 11. 155 – Como se opera a separação da alma e do corpo? Rompidos os laços que a retinham, ela se liberta. 155.a) A separação se opera instantaneamente e por uma transição brusca? Há uma linha de demarcaçãobem nítida entre a vida e a morte? Não, a alma se liberta gradualmente e não escapa como um pássaro cativo que ganha subitamente a liberdade. Esses dois estados se tocam e se confundem;assim o Espírito se libera pouco a pouco de seus laços: os laços se desatam, não se quebram. Allan Kardec: Durante a vida, o Espírito se liga ao corpo por seu envoltório semimaterial ou perispírito. A morte é apenas a destruição do corpo e não desse segundo envoltório que se separa do corpo quando cessa neste a vida orgânica. A observação prova que no instante da morte o desligamento doperispírito não se completa subitamente; ele não opera senão gradualmente e com uma lentidão que varia muito segundo os indivíduos. Para alguns ele é muito rápido, e pode-se dizer que o momento da morte é aquele do desligamento,algumashorasapós.Para outros, aqueles sobretudo, cuja vida foi toda material e sensual, o desligamento é muito menos rápido e dura, algumas vezes, dias, semanas e mesmo meses, o que não implica existir no corpo a menor vitalidade nem a possibilidade de um retorno à vida, mas uma simples afinidade entre o corpo e o Espírito,afinidade que está sempreem razão da preponderância que, durante a vida, o Espírito deu à matéria. Com efeito, é racional conceber que quanto mais o Espírito se identifica com a matéria, mais ele sofre ao se separar dela. Ao passo que a atividade intelectuale moral,a elevaçãodos pensamentos,operam um começode libertação mesmo durante a vida do corpo e,quando chega a morte, ela é quase instantânea.Talé o resultadodos estudosfeitos sobretodos os indivíduos observados no momento da morte. Essas observações provam ainda que a afinidade persistente entre a alma e o corpo, em certos indivíduos, algumas vezes muito penosa porque o Espírito pode experimentar o horror da decomposição. Este caso é excepcional e particular a certos gêneros de vida e a certos gêneros de morte; ele se apresenta entre alguns suicidas. COMENTÁRIOS: Cada célula do corpo físico é ligadaao períspirito.Portanto,o períspirito é que tem essa função de estar ligado célula a célula no corpo físico. Esses laços vão sendo desligados a partir das extremidades (pés, mãos), terminando no Córtex cerebral
  • 12. A idade avançada, a doença prolongada favorece o rompimento lento e gradativo dos laços,presos pelapresençado fluido vital. À medidaque o fluido vital vai diminuindo, os laços vão se afrouxando. Se tivermos uma vida valorizando apenas o que é material e as manifestações da matéria, como os bens que possuímos, o título, a fama, o sexo sem controle, iremos fazer de tudo para não abandonar o corpo, porque só vivos nesse corpo físico é que poderemos continuar usufruindo dessas coisas que valorizamos. Como nos apegamos ao corpo, a separação se torna psicologicamente mais dolorosa no momento da morte. Por outro lado, quando usufruímos das coisas materiais com equilíbrio, sem apego, valorizando as coisas do espírito, as questões da fé, quando praticamos a caridade, a separação do corpo com o Espírito será mais rápida e será mais feliz, porque vai representar o retorno daquele ser para a sua verdadeira pátria. Portanto, a desencarnação se é mais prolongadaou mais rápida vai depender dos interesses daquele Espírito no tocante à sua vida aqui na Terra. DESENCARNE E O DESLIGAMENTO DO CORPO FÍSICO Assim como reencarnar se tem auxilio de equipes espirituais destinadas a trabalhar neste processo, o desencarne também é auxiliado por equipes espirituais para ajudar nesta travessia do mundo físico para o mundo espiritual. Em ambos os casos tais auxílios é quando se tem merecimento para recebê-los.O processo de desligamento do cordão fluídico é muito difícilpara os que estão ligados a vibração do planeta; embora poucos espíritos encarnados podem realizar o auto desligamento do cordão fluídico. AS EQUIPES DE DESLIGAMENTO As equipes especialistas para este processo de desligamento realizam o rompimento do cordão fluídico de acordo com o merecimento dos espíritos que está desencarnando. A quantidade de integrantes das equipes varia de acordo com o tipo de desencarne que vai auxiliar, e de acordo com o merecimento do desencarnante. O TRABALHO DE DESLIGAMENTO Quando o espírito está desencarnando, e é merecedor do auxilio que as equipes de desligamento fornece, é ajudado da seguinte forma, em caso de morte natural, que é a cessação das forças vitais por velhice ou doenças:
  • 13. PREPARAÇÃO: Visitas diárias são realizadas dando auxílio magnético e preparando os familiares, e o espírito desencarnante.Muitas vezes, ou na maioria das vezes os familiares e os amigos criam uma aura que fica impedindo e criando dificuldade para o desligamento do cordão fluídico, que são os choros, chamados pelo desencarnante,angustias, gritos, medo,egoísmo… isto deixa mais complicado o trabalho da equipe espiritual; para criarem barreiras de proteção contra tais vibrações dos familiares, a equipe espiritual cria uma melhora fictícia para neutralizar estas vibrações que prendem o espírito desencarnante no corpo; esta melhora também serve para concluir suas últimas tarefas e para a despedida com seus entes queridos. DESLIGAMENTO: Muitos motivos deixa o espírito desencarnante ligado a matéria, como o amor aos entes queridos, ou aos bens que possuía, ou preocupações, ou problemas… porestes motivoso processode desligamento do cordãofluídico, é a última parte do processo de desencarne,é na maioria dos casos realizado depois de algum tempo da morte do corpo físico dado pela ciência. Até o rompimento do cordão o espírito fica vulnerável à influência do ambiente em que está ficando menos consciente e fraco; depois do desligamento, o aumento do grau de consciência e de fortalecimento vai crescendo gradualmente. Para os espíritos mais evoluídos o desligamento é quase imediato.Dependendo do graude desprendimento e de evolução,os espíritos se mantém parcialmente conscientes do que acontece, sendo o caso de espíritos de nível médio. Por isso é comum entes queridos já desencarnados está presente neste momento de grande transição, para tranquilizar, dar esperança, e segurança ao espírito que está desencarnando. Antes do desligamento:os laços que prendem o espírito ao corpo material, vai se desligando aos poucos durante as doenças prolongadas que antecipam o fim do corpo material, porisso os doentes tem mais facilidade parase preparar para o desligamento. As sensaçõesdurante o desligamento:estão relacionadas ao padrão espiritual e ao apego a matéria. Alguns desencarnam com facilidade;inúmeros dormem longos sonos, outros nada percebem.Os que estão despertos são colocados para dormir,assim o impacto das energias negativas não são sentidos.Outros fazem o exame imparcial de todos os acontecimentos de sua vida. Mas deixando claro que, cada caso é um caso, e o merecimento e o desprendimento são levados em consideração.
  • 14. ENCAMINHAMENTO: Quando o desligamento está concluído, o espírito é levado para o local onde será amparado, podendo ser um posto de socorro, ou um hospital de acolhimento dos desencarnados em uma Colônia Espiritual, que corresponde a área geográfica que morava na Terra. Se um espírito não for merecedorde tal auxilio, quando desencarnanão pode ir para os planos astrais que falamos acima como um espírito merecedor,pois não está preparado;ficalivre pelo mundo, ou vai para o umbral, que é um local infeliz que os que desencarnam com o padrão vibracional baixo acabam sendo atraídos para tal lugar, sendo um local de sofrimento. Isto volta ao mesmo ensinamentos que, tudo está nas nossas mãos, o passado e o futuro, o como vai ser o nascimento e o desencarne,isto é o livre arbítrio, sendo tudo produto das nossas escolhas e atitudes. Quanto mais se conhece a Doutrina Espírita mais o temor da morte se desfaz, novos horizontes são vistos e conhecidos, tomando conhecimento que não existe nenhum tipo de fronteiras e nenhum mistério para a nova vida, tendo a certeza da existência de vida depois da vida. Morrer não dói, morrer não é nada, apenas uma grande transição para a vida verdadeira, o que fica é a saudade, mas acima de tudo a verdade que o reencontro vai acontecer novamente, pois Deus permite. “Devemos aceitar a chegada da chamada morte, assim como o dia aceita a chegadadanoite – tendo confiançaque,em breve,de novo há de raiar o sol…” 156 – A separação definitiva da alma e do corpo pode ocorrer antes de cessação completa da vida orgânica? Algumas vezes, na agonia, a alma já deixou o corpo e não há mais que a vida orgânica. O homem não tem mais consciênciade si mesmo e, entretanto, lhe resta ainda um sopro de vida. O corpo é uma máquina que o coração movimenta; existe enquanto o coração faz circular o sangue nas veias; e para isso não necessita da alma 157 – No momento da morte,a alma tem, algumasvezes,uma inspiração ou êxtase que lhe faça entrever o mundo em que vai entrar? Frequentemente, a alma sente se desatarem os laços que a ligam ao corpo; ela faz então todos os seus esforçosparaos romperinteiramente. Já em parte desligada da matéria, vê o futuro se desenrolar diante dela e alegra-se, por antecipação, da situação de Espírito.
  • 15. 158 – O exemplo da lagarta que primeiro rasteja sobrea terra,depois se encerra em sua crisálida sob uma morte aparente, para renascer numa existência brilhante,pode nos dar uma ideia da vida terrestre,depois do túmulo e, finalmente, de nossa nova existência? Uma ideia restrita; a imagem é boa, mas é necessário não tomá-la ao pé da letra, como sempre o fazem. 159 – Que sensação experimenta a alma no momento em que se reconhece no mundo dos Espíritos? Depende. Se fizeste o mal com o desejo de fazê-lo, no primeiro momento, envergonhar-te-ás de tê-lo feito. Para o justo é bem diferente; ele se sente como aliviado de um grande peso, pois não teme nenhum olhar perquiridor. 160 – O Espírito reencontra imediatamente aqueles que ele conheceu sobre a Terra e que morreram antes dele? Sim, segundo a afeição que lhes tinha e a que tinham por ele. Frequentemente,eles o vêm receberem sua volta ao mundo dos Espíritos,e ajudam a libertá-lo das faixas da matéria; reencontra, também, a muitos que havia perdido de vista em sua permanência sobre a Terra. Vê aqueles que estão na erraticidade, aqueles que estão encarnados, e os vai visitar. 161– Na morte violenta e acidental, quando os órgãos não estão, ainda, enfraquecidos pela idade ou pelas doenças, a separação da alma e a cessação da vida ocorrem simultaneamente? Geralmente é assim, mas em todos os casos o instante que os separa é muito curto. 162 – Após a decapitação, por exemplo, o homem conserva por alguns instantes a consciência dele mesmo? Frequentemente, ele a conserva por alguns minutos, até que a vida orgânica esteja completamente extinta. Mas, muitas vezes, também a expectativa da morte lhe faz perder esta consciência antes do instante do suplício. Allan Kardec: Trata-se aqui da consciência que o supliciado pode ter de si mesmo, como homem e por intermédio dos órgãos e não como Espírito. Se não perdeu esta consciência antes do suplício,pode conservá-la por alguns
  • 16. instantes,que são de breve duração,e que cessa necessariamente com a vida orgânica do cérebro,o que não quer dizer que o períspirito esteja inteiramente desligado do corpo. Ao contrário, em todos os casos de morte violenta, quando ela não resulta da extinção gradual das forças vitais, os laços que prendem o corpoao períspirito são mais tenazes,e o desligamento completo é mais lento.
  • 17. 3.3 – PERTURBAÇÃO ESPÍRITA 163 – A alma, deixandoo corpo,tem imediata consciência de si mesma? Consciênciaimediata, não é bem o termo. Ela passa algum tempo em estado de perturbação. 164 – Todos os Espíritos experimentam, no mesmo grau e durante o mesmo tempo, a perturbação que se segue à separação da alma e do corpo? Não, isso depende da elevação de cada um. Aquele que já está purificado se reconhece quase imediatamente, visto que já se libertou da matéria durante a vida física,enquanto que o homem carnal, aquele cuja consciêncianão é pura, conserva por tempo mais longo a impressão dessa matéria. 165 – O conhecimento do Espiritismoexerce influência sobre a duração, mais ou menos longa, da perturbação? Uma influência muito grande, uma vez que o Espírito já compreendia antecipadamente a sua situação. Mas a prática do bem e a pureza da consciência são os que exercem maior influência. Allan Kardec: No momento da morte tudo, a princípio, é confuso. A alma necessita de algum tempo para se reconhecer.Ela se acha como aturdidae no estado de um homem que,despertandode um sono profundo,procuraorientar- se sobre sua situação.A lucidez das ideias e a memória do passado lhe voltam,à medida que se apaga a influênciada matéria da qualse libertou, e se dissipe a espécie de neblina que obscurece seus pensamentos. A duração da perturbação que se segue à morte do corpo varia muito; pode ser de algumas horas, de muitos meses e mesmo de muitos anos. É menos longa para aquelesque desdesua vida terrenase identificaram com o seu estado futuro, porque,então,compreendem imediatamente a sua posição. Essa perturbação apresenta circunstâncias particulares, segundo o caráter dos indivíduos e, sobretudo, de acordo com o gênero de morte. Nas mortes violentas, por suicídio, suplício, apoplexia, ferimentos, etc., o Espírito é surpreendido, espanta-se, e não acredita que morreu e sustenta essa ideia com obstinação.Entretanto,vê seu corpo,sabe que esse corpoé seu e não compreendepor que está separadodele;acerca-
  • 18. se das pessoas a quem estima, fala-lhes e não compreendepor que elas não o ouvem. Essa ilusão perdura até a inteira libertação do perispírito e,só então,o Espírito se reconhecee compreendequenão pertencemais ao número dos vivos. Este fenômeno se explica facilmente. Surpreendido de improviso pela morte, o Espírito fica atordoado com a brusca mudança que nele se operou. Para ele a morte é ainda sinônimo de destruição, aniquilamento; ora, como ele pensa, vê e escuta, não se considera morto. Sua ilusão é aumentada pelo fato de se ver com um corpo de forma semelhante ao precedente, mas cuja natureza etérea ainda não teve tempo de estudar; ele o crê sólido e compacto como o primeiro e, quando chamam sua atenção para esse ponto, admira-se de não poder apalpá-lo. Esse fenômeno é análogo ao dos sonâmbulos iniciantes que não acreditam dormir. Para eles o sono é sinônimo de suspensão das faculdades; ora, como pensam e veem, julgam que não dormem. Certos Espíritos apresentam essa particularidade, embora a morte não lhes tenha chegado inesperadamente;todavia,é sempremais generalizada naqueles que, apesar de doentes, não pensam em morrer. Vê-se, então, o singular espetáculo de um Espírito assistindo aos próprios funerais, como se fora um estranho e deles falando como de uma coisa que não lhe dissesse respeito, até o momento em que compreende a verdade. A perturbação que se segue à morte nada tem de penosa para o homem de bem; é calma e em tudo semelhante à que acompanha um despertar tranquilo. Para os que não têm a consciência pura, ela é cheia de ansiedade e de angústias,que aumentam à medida queela se reconhece. Nos casos de morte coletiva, tem-se observado que todos os que perecem ao mesmo tempo, nem sempre se reveem imediatamente. Na perturbação que se segue à morte, cada um vai para o seu lado ou se preocupa apenas com aqueles que lhe interessam.
  • 19. REFERÊNCIAS: KARDEC, Allan. A Gênese: Os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo. Tradução de Salvador Gentile. 52ª Ed. Araras – SP: IDE, 2018. KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Salvador Gentile. 365ª Ed. Araras – SP: IDE, 2009. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Salvador Gentile. 182ª Ed. Araras – SP: IDE, 2009. KARDEC,Allan.O Livro dos Médiuns.Tradução de SalvadorGentile.85ª Ed. Araras – SP: IDE, 2008. XAVIER,Chico. A Caminho da Luz. 21ª ed. Rio de Janeiro: FEB,1995.Pelo Espírito Emmanuel. XAVIER,Chico. Libertação.33ª ed. Brasília: FEB, 2017.Pelo Espírito André Luiz. XAVIER, Chico. Nosso Lar. 61ª ed. Brasília: FEB, 2010. Pelo Espírito André Luiz. XAVIER, Chico. Obreiros da Vida Eterna. 35ª ed. Brasília: FEB, 2017. Pelo Espírito André Luiz. XAVIER, Chico. Os Mensageiros. 47ª ed. Brasília: FEB, 2017. Pelo Espírito André Luiz. ZIMMERMANN, Zalmino. Perispírito. Campinas: CEAK, 2000. https://www.bibliaonline.com.br/ http://www.olivrodosespiritoscomentado.com/questoes.html https://www.youtube.com/user/livrodosespiritos/videos https://www.youtube.com/watch?v=4xRhAKctMo8&list=PLI- OgasY7T5tz8FFyT2yr5aKTPbavF7by&index=111