SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 16
Baixar para ler offline
UNIC – UNIVERSIDADE DE CUIABÁ 
MABI DE ALMEIDA; PATRICIA A. BARBOSA; ELLEN SUELLEN, MELISSA MONTEIRO. 
DISTÚRBIOS MENSTRUAIS 
Revisão – conceitos, tratamento com plantas medicinais de uso popular. 
Cuiabá, Setembro de 2014
MABI DE ALMEIDA; PATRICIA A. BARBOSA; ELLEN SUELLEN, MELISSA MONTEIRO. 
Distúrbios menstruais 
Revisão – conceitos, tratamento com plantas medicinais de uso popular. 
Trabalho de Farmacognosia I realizado pelos discentes do 5º semestre noturno do curso de Farmácia. 
Docente: Vanessa Fátima Gazoni 
Cuiabá, Setembro de 2014
SUMÁRIO 
INTRODUÇÃO ................................................................................................. 3 
OBJETIVOS...................................................................................................... 4 
CONCEITOS, MECANISMO QUE LEVAM A PATOLOGIA .................................... 5 
SINAIS E SINTOMAS ........................................................................................ 6 
PLANTAS MEDICINAIS DE USO POPULAR PARA O TRATAMENTO .................... 6 
FICHA DESCRITIVA COMPLETA DE ALGUMAS PLANTAS ................................... 7 
CONCLUSÃO ................................................................................................. 11 
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS ..................................................................... 12 
ANEXO ......................................................................................................... 14
3 
1. INTRODUÇÃO 
Milhões de mulheres em idade reprodutiva apresentam sintomas emocionais, cognitivos e físicos relacionados ao seu ciclo menstrual (VALADARES, Gislene C., et al. 2006). 
A ocorrência dos distúrbios menstruais, tem uma variedade complexa. Na maioria dos casos está relacionado com stress, estilo de vida, condições nutricional e tabagismo. 
É importante lembrar que de fato, os distúrbios menstruais sempre existiram. Antigamente o tratamento constituía em remédios caseiros e principalmente chás derivados de plantas de conhecimento popular, que passava-se de gerações a gerações, sem que seu uso fosse realmente eficaz ou comprovado, e que por algum motivo, algumas dessas plantas realmente funcionavam, o que despertou o interesse em saber que substancia continha na planta que aliviava as dores, ou que regularizava o ciclo menstrual. Porém, hoje, com o avanço do conhecimento e pesquisa, temos a obrigação de levar esse conhecimento para a comunidade e alertá-los quanto ao uso racional das plantas medicinais e mostrar que de fato o uso inadequado pode trazer sérios prejuízos para saúde. 
O uso de espécies vegetais para a cura de doenças e sintomas remonta ao início da civilização, desde que o homem começou a usar e modificar os recursos naturais para seu próprio benefício. Essa pratica ultrapassou todas as barreiras e obstáculo durante o processo evolutivo e chegou até os dias atuais, sendo amplamente utilizada por grande parte da população mundial como fonte de recurso terapêutico eficaz (DI STASI,1966). 
Se a intenção é usar as plantas medicinais como medicamentos, elas devem ser previamente validadas, isto é, ter sua ação comprovada e sua toxicidade potencial avaliada na espécie humana, como qualquer outro medicamento, promovendo assim seu uso racional. Não podemos afirmar que as plantas medicinais são isentas de risco, se delas obtemos uma grama de substancia medicamentosas e até mesmo toxicas, como digoxina, morfina, pilocarpina, atropina, dentre outras (DI STASI,1966). 
Neste contexto, a pratica popular deveria ser respaldada em plantas medicinais já validadas ou em plantas consagradas pelo conhecimento genuíno e empírico, repassando de geração também chamada de fototerapia tradicional, sem viés de informação ou influência da mídia, em que seus praticantes conhecem o modo de preparo, tempo de uso, indicações, contraindicação, e demais informações necessárias para sua utilização segura (ROSSATO & KRUGER,2005).
4 
2. OBJETIVO 
Esse trabalho teve como objetivo, descrever os mecanismos que levam ao surgimento da patologia e seus respectivos sinais e sintomas. Identificar métodos que as comunidades utilizam para tratamento da patologia, com uso comprobatório de plantas medicinais populares. E ao final, concluir se realmente o uso de plantas medicinais traz benefícios positivos ou negativos a saúde do indivíduo.
5 
3. CONCEITOS, MECANISMO QUE LEVAM A PATOLOGIA 
JUNQUEIRA & CARNEIRO (2004) descreve aparelho reprodutor feminino consiste em dois ovários, duas tubas uterinas, o útero, a vagina e a genitália externa. Suas funções são produzir gametas femininos (ovócitos) e manter um ovócito fertilizado durante seu desenvolvimento completo através da fase embrionárias e fetal até o nascimento. O aparelho reprodutor feminino ainda produz hormônios sexuais que controlam órgãos do aparelho reprodutor e tem influência sobre outros órgãos do corpo. A partir da menarca que é quando ocorre a primeira menstruação, o sistema reprodutor sofre modificações cíclicas em sua estrutura e atividade funcional controladas por mecanismo neuro-humorais. 
BEZNOS, et al. (1993) descreve que a função menstrual normal depende das ações coordenadas dos ovários, de hipófise, hipotálamo e sistema nervoso central. Em etapas subsequentes da puberdade se instalam fatores fisiológicos responsáveis pelos ciclos ovulatório e as adolescentes normais passam a apresentar ciclos menstruais bifásicos. Transtornos do ciclo menstrual são alterações que podem ocorrer em qualquer época da vida reprodutiva da mulher, sendo mais frequentemente observados logo após a menarca ou no período da pré e perimenopausa. 
Para VALLONE (2002), o grande número de estudos tem sido dedicado à relação entre neurotransmissores e hormônios gonadais femininos na explicação do aparecimento e do padrão de sintomas da disforia pré-menstrual. A serotonina tem sido o alvo predileto dos estudos em função da semelhança dos sintomas do Transtorno disforico pré menstrual com os quadros depressivos. Entretanto, as evidencias apontam para mecanismos múltiplos envolvidos nesse transtorno, e diversos sintomas assemelham-se não apenas a quadros depressivos, mas também a quadros compulsivos e mesmo psicóticos. O envolvimento de outros neurotransmissores e seus receptores, como a dopamina, é objeto de pesquisas recentes, visto que sintomas como alterações do humor, déficit de atenção, incoordenação motora, desânimo, descontrole do peso corporal, do tamanho e do número de refeições são mediados pela sinalização dopaminérgica em modelo animal, correspondendo a queixas importantes das mulheres com TDPM. 
Na literatura de ROBBINS & COTRAN (2011) o ciclo anovulatório é o sangramento disfuncional na maioria das vezes, a anovulação resulta em estimulação estrogênica excessiva e prolongada sem efeito compensador da fase progestacional que regularmente segue a ovulação. Na maioria das mulheres, o ciclo anovulatório não tem uma causa obvia, ocorrendo mais provavelmente devido a desequilíbrios hormonais sutis. A falha da ovulação resulta em estimulação resulta em estimulação endometrial prolongada e excessiva por estrógeno. Nessas circunstâncias, as glândulas endometriais sofrem discretas alterações arquiteturais incluindo dilatação cística, que geralmente são autolimitada pelo ciclo ovulatório seguinte. Fase lútea inadequada refere se a uma condição que acredita ser originada da função
6 
inadequada do corpo lúteo, causando uma baixa produção de progesterona, com subsequente menstruação precoce. A condição frequentemente se manifesta clinicamente como infertilidade, com aumento do sangramento ou amenorreia. 
Segundo VALE, Beatriz et al. (2014) As irregularidades menstruais (IM) são definidas como ciclo anovulatórios 3 anos após a menarca. As (IM) em jovens estão relacionadas ao hiperandrogenismo essencial, como a síndrome do ovário policístico. 
A TABELA - 1 disponível em anexo, explica os principais causas de sangramento uterino anormal. 
4. SINAIS E SINTOMAS 
STEINER (1997), diz que em função do grande número de sintomas atribuídos à distúrbio menstruais (mais de 150 relacionados a vários órgãos e sistemas), não existe um consenso quanto a uma definição mais exata e, sim, a suposição de que ocorram diversos subtipos desse distúrbio, cada um com a sua gravidade e sustentados por um complexo conjunto de fatores biológicos, psicológicos e ambientais. Devido a essa grande diversidade de sintomas, alguns autores referem-se a ela como “síndromes ou alterações pré-menstruais”. 
RODRIGUES, et al. (2006) relata que o fato de a maioria das mulheres não terem o hábito de exercer atividade física pode levar a acentuação dos sintomas, já que há tendência de mulheres que praticam exercícios terem menos sintomas pré- menstruais do que as inativa. 
Segundo GREEN & DALTON (1953), sintomas físico mais frequente e comum são: alterações no humor, cefaleia, náusea, fadiga, distúrbios no sono e apetite, irritabilidade se enquadram no transtorno pré menstrual (TPM). Dalton e Green, na década de 1950, revisaram a nomenclatura da TPM e consideraram tal termo insuficiente, sendo a tensão apenas um dentre os sintomas apresentados nesse transtorno, propondo a adoção do termo “síndrome pré-menstrual”. Também padecendo de sintomas pré-menstruais, Dalton relacionou a SPM principalmente à diminuição de progesterona durante a última quarta parte do ciclo menstrual. 
5. PLANTAS MEDICINAIS DE USO POPULAR PARA O TRATAMENTO 
Para JUNIOR et al. (2005) a utilização de plantas com fins medicinais, para o tratamento, cura e prevenção de doenças, é uma das mais antigas formas de pratica medicinal da humanidade. No início da década de 1990, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou que 65%-80% da população dos países em desenvolvimento dependiam das plantas medicinais como única forma de acesso aos cuidados básicos de saúde.
7 
LORENZI & MATOS (2002) afirma que até hoje em várias regiões carentes, mesmo em grandes cidades do mundo, plantas medicinais são comercializadas em feiras livres, mercados, casas, ervarias, e cultivadas em quintais residenciais. Os relatos e observação populares das plantas medicinais contribuem significa mente para a divulgação terapêutica dos vegetais, que normalmente são empiricamente indicados, embora de muitas dessas plantas ainda se desconheça os constituinte químicos responsáveis por seus efeitos terapêuticos. No entanto, os usuários de plantas medicinais de todo o mundo mantem o consumo destas, consagrando as informações que foram sendo acumuladas durante séculos, que desperta o interesse de pesquisadores em estudo multidisciplinares para o enriquecimento dos conhecimentos sobre a inesgotável fonte medicinal natural. 
Após uma revisão bibliográfica encontramos diversas plantas de uso popular para os distúrbios menstrual, segue na TABELA - 2 disponível em anexo, para melhor entendimento, quais são as plantas medicinais usado para o tratamento dos distúrbios menstruais. 
6. FICHA DESCRITIVA COMPLETA DE ALGUMAS PLANTAS 
ALECRIM 
Nome botânico: Rosmarinus officinalis Nome popular: alecrim-de-jardim Família: Labiateae Partes utilizadas: Folhas e sumidades floridas Princípios ativo: Óleo essencial que contem pineno, canfeno, borneol, cineol, apresenta ainda taninos, alcaloides, saponinas, flavonoides, e ácido rosmarinho. 
Indicações: Tonico do sistema nervoso central, indicado em casos de esgotamento cerebral, excesso de trabalho e depressão ligeira, dores de cabeça (origem digestiva), enxaquecas, estimulante digestivo, problemas respiratório, debilidade cardíaca, distúrbios menstruais (amenorreia, dismenorreia, e oligomenorreia). Externamente, é indicado para dores reumáticas e contusões, articulações doloridas, tônico capilar e anticaspa, seu uso, para enxague de cabelos, promove o escurecimento de cabelos castanho e da brilho. Banhos com erva são tonificante, repousantes e relaxantes. 
Contra indicação: Não deve ser usado por gestantes, prostático e com diarreias. Seu uso prolongado em altas doses pode causar irritação gastrointestinal e nefrite. Seu uso durante a noite pode alterar o sono.
8 
ARRUDA 
Nome botânico: Ruta graveolens Nome popular: arruda-fedorenta Família: Rutaceae Partes utilizadas: Folhas Princípios ativo: óleos essencial, rutina, furocumarina 
Indicações: amenorreia, dismenorreia, normaliza as funções do ciclo menstrual, varizes, flebite, verminoses. Externamente é usado em conjuntivites, piolho e sarnas. 
Contra indicação: durante a gestação, a arruda tem um efeito especial sobre o útero, levando ao aborto. Em grandes doses pode provocar hiperemia dos órgãos respiratório, vomito, salivação, gastroenterites, hemorragia grave. 
CAMOMILA 
Nome botânico: Chamomilla recutita = Matricaria chamomilla Nome popular: maçanilha, Matricaria, camomila-da-alemanha Família: Compositae Partes utilizadas: Flores Princípios ativo: óleo essencial contendo camazuleno, matricina, bisabolol (anti- inflamatório), flavonoide, e colina. 
Indicações: afecções gástrica, cólicas abdominais, insônia, distúrbios relacionados a menopausa, dores, febre, desinteira, afecções da pele, menstruação dolorosa, menstruação excessiva, inflamação nos olhos, gengivite, conservar cabelos loiros, aftas. 
Contra indicação: não recomendado para gestante, em uso interno. Algumas pessoas de pele sensíveis e alérgicas podem desenvolver dermatite de contato ou foto dermatite.
9 
CAVALINHA 
Nome botânico: Equisetum arvensis Nome popular: rabo-de-cavalo, erva-canudo Família: Equisetaceae Partes utilizadas: parte aérea Princípios ativo: ácido silícico, flavonoides, triglicerídeos, alcaloides, ácidos orgânicos, saponinas, substancias amarga, taninos. 
Indicação: possui atividades diuréticas e remineralizantes, permitindo a eliminação de substancia toxicas; afecções dos brônquios, e pulmões, arteriosclerose, hipertensão, afecções articulares, hemorragias nasais, menstruação excessiva, enfermidades renais e das vias renais, inflamação, edema, problema ósseo, uso externo para frieira, feridas, tonifica e revitaliza as unhas, pele seca, acne e queda de cabelo. 
Conta indicação: Em excesso Pode provocar carência de vitamina B1 (tiaminase). Não se recomenda o uso da das inflorescência. 
POEJO 
Nome botânico: Mentha pulegium Nome popular: poejo-das-hortas, erva-de-são-loureço, menta selvagem Família: Labiatae Partes utilizadas: parte aérea Princípios ativo: óleo essencial (carvona, pulegona e mentol) taninos 
Indicações: digestivo, tônico estomacal, estimula a secreção gástrica, gases intestinais, vermífugo, tosse, catarros, bronquite, distúrbios menstruais, debilidade geral do sistema nervoso central, insônia e hidropisia. É usada para banhos estimulantes. 
Conta indicação: Não deve ser usada durante a gestação, principalmente no primeiro trimestre.
10 
Em anexo a TABELA 3, explica segundo LUIZA & TRINDADE et al.,2000, a quantidade mínima e máxima que deve ser utilizada e sua respectiva posologia. 
Algumas recomendações são de grande importância, MARTINS et al.,1994, diz o seguinte procedimentos que são levados em considerações na hora do preparo do chás: 
 Não use vasilhas de alumínio ou teflon para fazer o chá, utilize esmalte, inox ou vidro. 
 Os chás são preparados por infusão ou decocção. 
 Infusão é o método em que se coloca a erva em agua fervente, desliga– se o fogo, espera - se de cinco a dez minuto para coar o chá. 
 Decocção é o método em que se coloca a erva em agua fria, leva se para ferver, e espera de três a cinco minutos antes de desligar o fogo. Tampa e espera de cinco a dez minuto para coar o chá. 
 As intoxicações, ocorrem quase sempre por causa do uso de quantidades excessivas de determinadas plantas, do preparo e uso inadequado e principalmente, por causa do uso de plantas com efeito toxico.
11 
7. CONCLUSÃO 
Chegamos a conclusão, em que o uso popular de plantas medicinal apresenta benefícios para a população, pois de fato várias espécies tem princípios ativos que são comprovados, além do tratamento ser fácil acesso a vantagem em seu custo ser menor. Além de diversos outros benefícios, destacamos que muitas plantas medicinais de uso popular tem a vantagem de ser profilático para várias outras doenças, além que a planta em si tem efeito em vários tipo de doença, como visto nas descrição das plantas. 
Por outro lado, seu uso indiscriminado, pela falta de informação a população tem gerado grandes números de pessoas intoxicadas nos hospitais, chegando muitas das vezes a óbito. A população por achar que as plantas são naturais e mais saudáveis, acham que elas não fazem mal algum para o organismo, e que podem tomar à-vontade sem restrição alguma, e ainda pior, acham que se tomar em grandes quantidades seu efeito será potencializado, levando a um resultado mais rápido, além disso muitos fazem os chás caseiros de forma inadequada, ou tomam algum tipo de planta que não tem estudo se realmente é benéfica, principalmente as famosas por ter efeito emagrecedores. 
A solução seria, promover ações para alertar a população quanto aos risco de uso indevido, e conscientizar para ter um uso racional, pois os mesmo efeito que um medicamento sintético tem sobre o organismo, as plantas também tem. Orientação de como deve ser feito, e como deve ser usado, respeitando sempre a quantidade indicada e a quantidade de dias de uso, não ultrapassando o mesmo. 
Segundo JUNIOR et al.(2005) [...]cabe aos pesquisadores e à mídia, científica ou não, divulgarem os riscos a que estão expostos os consumidores que se automedicam com plantas medicinais ou fitoterápicos, sem o conhecimento necessário à sua utilização. Generalizando-se o uso seguro dos medicamentos vegetais, deve-se evitar longas terapias, já que o uso de medicação natural não significa ausência de efeitos colaterais ou tóxicos; evitar o uso associado de plantas medicinais com medicação alopata; atenção deve ser dada aos produtos naturais de origem chinesa e indú, já que há possibilidade da presença de metais; deve-se adquirir o vegetal de fontes seguras; indivíduos mais vulneráveis (crianças, mulheres grávidas ou em lactação) devem evitar o consumo de plantas medicinais e, finalmente, se- guindo estes passos, se houver efeitos adversos, deve-se interromper o uso do medicamento e buscar ajuda médica.
12 
8. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS 
I. ALICE, Cecilia Ballvé. Plantas medicinais de uso popular: atlas farmacognóstico. 1995. 
II. BARCELOS, Raquel Siqueira; DE VARGAS ZANINI, Roberta; DOS SANTOS, Iná da Silva. Distúrbios menstruais entre mulheres de 15-54 anos de idade em Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil: estudo de base populacional Menstrual disorders among women 15 to 54 years of age in Pelotas, Rio Grande do Sul State, Brasil. Cad. Saúde Pública, v. 29, n. 11, p. 2333-2346, 2013. 
III. BEZNOS, Geni worcman et al., Distúrbios menstrual. COATES, V., FRANÇO S.O., LA, BEZONOS, GW, Medicina do adolescente. São Paulo: Sarvier, p. 207-210, 1993. 
IV. BERNARDES, João. Dor pélvica e dismenorreia. 2011. 
V. DI STASI, L.C., Plantas medicinais arte e ciência um guia de estudo interdisciplinar. São Paulo: UNESP, 1996. 230 p. 
VI. DE OLIVEIRA, Ranulfa Gabriela Cândida Queiroz et al. TENS de alta e baixa frequência para dismenorreia primária: estudo preliminar. ConScientiae Saúde, v. 11, n. 1, p. 149-158, 2012. 
VII. JUNIOR, Valdir F. Veiga; PINTO, Angelo C.; MACIEL, Maria Aparecida M. Plantas medicinais: cura segura. Química nova, v. 28, n. 3, p. 519-528, 2005. 
VIII. JUNQUEIRA, L.C. & CARNEIRO, J., Histologia básica. 10 ed. Rio de janeiro: Guanabara Koogan 2004.533p. 
IX. LUIZA, M.S., TRINDADE, C., RESENDE, P., REIS J.M. Cultivo orgânico de plantas medicinais ed.: Aprenda fácil, Viçosa, MG, 2000. 260 p. 
X. LORENZI, H.; MATOS, F.J. de A. Plantas medicinais no Brasil: nativas. São Paulo: Instituto Plantarum, 2002. 512p. 
XI. MARTINS, E.R., CASTRO, D.M., CASTELLANI, D.C., DIAS, J.E. Plantas medicinais. Viçosa. Imprensa universitária. 
XII. MARTINS, ROSANE; ZIN, AGUIAR; MENEGASSI, JERSO. Dismenorreia membranosa: uma doença esquecida. Rev Bras Ginecol Obstet, v. 31, n. 6, p. 305-10, 2009. 
XIII. MAIA FILHO, HUGO DA SILVA; UTERINAS, DESENVOLVIMENTO DE PATOLOGIAS. UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA.2013. 
XIV. MACIEL, Maria Aparecida M. et al. Plantas medicinais: a necessidade de estudos multidisciplinares. Química nova, v. 25, n. 3, p. 429-438, 2002.
13 
XV. PINTO, Erika de Paula Pedro; AMOROZO, Maria Christina de Mello; FURLAN, Antônio. Conhecimento popular sobre plantas medicinais em comunidades rurais de mata atlântica–Itacaré, BA, Brasil. Acta Botânica Brasilica, v. 20, n. 4, p. 751-762, 2006. 
XVI. ROCHA, Gisele Marcelino; ROCHA, Marco Eduardo do Nascimento. Uso popular de plantas medicinais. Saúde & Ambiente em Revista, v. 1, n. 2, 2009. 
XVII. ROSSATO, A.E.; KUGER, A.Z. As políticas de saúde para o uso de plantas medicinais e fitoterápicos na rede pública brasileira. Revista pesquisa e extensão em saúde, criciúmas; SC. v2, n.1, p. 45-58, 2005. 
XVIII. RODRIGUES, Isabela C.; DE OLIVEIRA, Elmar. Prevalência e convivência de mulheres com síndrome pré menstrual. 2006. 64 p. 
XIX. VALE, Beatriz et al., Distúrbios menstruais em adolescente com transtorno alimentares - meta de percentil de índice de massa corporal para resolução dos distúrbios menstruais.2014. 
XX. VALADARES, Gislene C. et al. Transtorno disforico pré-menstrual revisão: conceito, história, epidemiologia e etiologia. Revista de Psiquiatria Clínica, v. 33, n. 3, p. 117-123, 2006.
14 
9. ANEXOS 
TABELA 1: Causas de sangramento uterino anormal 
Fonte: ROBBINS & COTRAN, 2011. 
TABELA 2: Plantas medicinais para tratamento de distúrbios menstruais 
Patologia 
Plantas de tratamento 
Menstruarão dolorosa 
Camomila 
Amenorreia 
Alecrim, Algodão, Arruda, Artemísia Catinga de mulata, Marcela-do-campo, Poejo 
Dismenorreia 
Alecrim, Algodão, Arruda, Funcho, Marcela-do- campo, Poejo, cavalinha 
Oligomenorreia 
Alecrim, Marcela-do-campo, Poejo 
Hemorragias uterinas 
Algodão 
Fonte: LUIZA & TRINDADE et al.,2000. 
Faixa Etária 
Causas 
Pré-puberdade 
Puberdade precoce (origem hipotalâmica, hipofisária ou ovariana 
Adolescência 
Idade Reprodutiva 
Ciclo anovulatório, distúrbios da coagulação 
Lesões orgânicas (leiomioma, adenomeiose, pólipos, hiperplasia endometrial, carcinoma) 
Sangramento uterino disfuncional 
Perimenopausa 
Pós-menopausa 
Ciclo anovulatório 
Sangramento disfuncional ovulatório (Ex. fase lútea inadequada) 
Sangramento uterino disfuncional 
Ciclo anovulatório 
Descamação irregular 
Lesão orgânica (carcinoma, hiperplasia, pólipos) 
Atrofia endometrial 
Lesões orgânicas
15 
TABELA 3 - Quantidade mínima e máxima recomendada e sua respectiva posologia 
Planta medicinal 
Dose mínima 
Dose máxima 
Posologia 
ALECRIM (Rosmarinus officinalis) 
2 xicara ao dia 
3 xicara ao dia 
Tomar o chá até 3 vezes ao dia, em horários alternados, atenção não tomar anoite pois altera o sono 
ARRUDA (Ruta graveolens) 
3 xícara ao dia 
4 xicaras ao dia 
Tomar o chá em infusão, de 3 a 4 xícaras ao dia 
CAMOMILA (Chamomilla recutita) 
2 xícara ao dia 
3 xicaras ao dia 
Tomar duas xícaras de chá no decorrer do dia, quando necessário. 
CAVALINHA (Equisetum arvensis) 
3 xícara ao dia 
4 xicaras ao dia 
Tomar o chá em decocção, tomar três xícaras de chá ao dia, respeitar a dosagem, pois em excesso provoca deficiência em vitamina B1 
POEJO (Mentha pulegium) 
1 xícara ao dia 
3 xicaras ao dia 
Tomar 1 xícara do chá de duas a três vezes ao dia 
Fonte: LUIZA & TRINDADE et al.,2000

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Dores recorrentes na infância e adolescência
Dores recorrentes na infância e adolescênciaDores recorrentes na infância e adolescência
Dores recorrentes na infância e adolescênciaLucas Stolfo Maculan
 
Semiologia 14 neonatologia - semiologia do recém-nascido pdf
Semiologia 14   neonatologia - semiologia do recém-nascido pdfSemiologia 14   neonatologia - semiologia do recém-nascido pdf
Semiologia 14 neonatologia - semiologia do recém-nascido pdfJucie Vasconcelos
 
Um quebra-cabeça chamado Obesidade
Um quebra-cabeça chamado ObesidadeUm quebra-cabeça chamado Obesidade
Um quebra-cabeça chamado ObesidadeDaniela Souza
 
Aspectos relacionados à preferência pela via de parto
Aspectos relacionados à preferência pela via de partoAspectos relacionados à preferência pela via de parto
Aspectos relacionados à preferência pela via de partoadrianomedico
 
Baixo crescimento infanto juvenil não significa só problemas genéticos
Baixo crescimento infanto juvenil não significa só problemas genéticosBaixo crescimento infanto juvenil não significa só problemas genéticos
Baixo crescimento infanto juvenil não significa só problemas genéticosVan Der Häägen Brazil
 
Margareth miranda ayres
Margareth miranda ayresMargareth miranda ayres
Margareth miranda ayresTamyslast
 
Quebras suplemento
Quebras suplementoQuebras suplemento
Quebras suplementop9pirfz149
 
Assist enf prenatal
Assist enf prenatalAssist enf prenatal
Assist enf prenatalDanubia7410
 
Actividade física na gravidez
Actividade física na gravidezActividade física na gravidez
Actividade física na gravidezPaulo Teixeira
 
Semiologia 13 ginecologia e obstetrícia - semiologia da mulher pdf
Semiologia 13   ginecologia e obstetrícia - semiologia da mulher pdfSemiologia 13   ginecologia e obstetrícia - semiologia da mulher pdf
Semiologia 13 ginecologia e obstetrícia - semiologia da mulher pdfJucie Vasconcelos
 

Mais procurados (19)

Obesos infanto juvenil
Obesos infanto juvenilObesos infanto juvenil
Obesos infanto juvenil
 
Picamalácia
PicamaláciaPicamalácia
Picamalácia
 
Dores recorrentes na infância e adolescência
Dores recorrentes na infância e adolescênciaDores recorrentes na infância e adolescência
Dores recorrentes na infância e adolescência
 
Semiologia 14 neonatologia - semiologia do recém-nascido pdf
Semiologia 14   neonatologia - semiologia do recém-nascido pdfSemiologia 14   neonatologia - semiologia do recém-nascido pdf
Semiologia 14 neonatologia - semiologia do recém-nascido pdf
 
O enfermeiro como mediador do processo da mulher.
O enfermeiro como mediador do processo da mulher.O enfermeiro como mediador do processo da mulher.
O enfermeiro como mediador do processo da mulher.
 
Doenças
DoençasDoenças
Doenças
 
Um quebra-cabeça chamado Obesidade
Um quebra-cabeça chamado ObesidadeUm quebra-cabeça chamado Obesidade
Um quebra-cabeça chamado Obesidade
 
Aspectos relacionados à preferência pela via de parto
Aspectos relacionados à preferência pela via de partoAspectos relacionados à preferência pela via de parto
Aspectos relacionados à preferência pela via de parto
 
Incentivando
IncentivandoIncentivando
Incentivando
 
Baixo crescimento infanto juvenil não significa só problemas genéticos
Baixo crescimento infanto juvenil não significa só problemas genéticosBaixo crescimento infanto juvenil não significa só problemas genéticos
Baixo crescimento infanto juvenil não significa só problemas genéticos
 
Margareth miranda ayres
Margareth miranda ayresMargareth miranda ayres
Margareth miranda ayres
 
Alojamento conjunto indicações e vantagens
Alojamento conjunto indicações e vantagensAlojamento conjunto indicações e vantagens
Alojamento conjunto indicações e vantagens
 
Quebras suplemento
Quebras suplementoQuebras suplemento
Quebras suplemento
 
Manual de neonatologia
Manual de neonatologia Manual de neonatologia
Manual de neonatologia
 
Assist enf prenatal
Assist enf prenatalAssist enf prenatal
Assist enf prenatal
 
Actividade física na gravidez
Actividade física na gravidezActividade física na gravidez
Actividade física na gravidez
 
Semiologia 13 ginecologia e obstetrícia - semiologia da mulher pdf
Semiologia 13   ginecologia e obstetrícia - semiologia da mulher pdfSemiologia 13   ginecologia e obstetrícia - semiologia da mulher pdf
Semiologia 13 ginecologia e obstetrícia - semiologia da mulher pdf
 
Semiologia geral final
Semiologia geral finalSemiologia geral final
Semiologia geral final
 
AUTISMO x Alergia alimentar: existe relação!?
AUTISMO x Alergia alimentar: existe relação!? AUTISMO x Alergia alimentar: existe relação!?
AUTISMO x Alergia alimentar: existe relação!?
 

Destaque

Alecrim - Vanessa Henriques e Rafaela - 5ºC
Alecrim - Vanessa Henriques e Rafaela - 5ºCAlecrim - Vanessa Henriques e Rafaela - 5ºC
Alecrim - Vanessa Henriques e Rafaela - 5ºCMaria João São Pedro
 
Apresentação do alecrim 2
Apresentação do alecrim 2Apresentação do alecrim 2
Apresentação do alecrim 2leocadio_correia
 
Trabalho faculdade catanese
Trabalho faculdade cataneseTrabalho faculdade catanese
Trabalho faculdade catanesecatagerio
 
Materiais didáticos de botânica contribuição na formação de discentes do curs...
Materiais didáticos de botânica contribuição na formação de discentes do curs...Materiais didáticos de botânica contribuição na formação de discentes do curs...
Materiais didáticos de botânica contribuição na formação de discentes do curs...bio_fecli
 
Ervas aromáticas
Ervas aromáticasErvas aromáticas
Ervas aromáticaspiefmania
 
Ervas Medicinais - Erva Doce; Chá Verde; Chá Preto e Pariri
Ervas Medicinais - Erva Doce; Chá Verde; Chá Preto e PaririErvas Medicinais - Erva Doce; Chá Verde; Chá Preto e Pariri
Ervas Medicinais - Erva Doce; Chá Verde; Chá Preto e PaririCarlos Carvalho
 
Doc pdf - vitaminas
Doc  pdf - vitaminasDoc  pdf - vitaminas
Doc pdf - vitaminasSid Siqueira
 
Ervas AromáTicas E Medicinais
Ervas AromáTicas E MedicinaisErvas AromáTicas E Medicinais
Ervas AromáTicas E Medicinaisosbenjamins
 
Trabalho bioquímica
Trabalho bioquímicaTrabalho bioquímica
Trabalho bioquímicaingrid2x
 
Vitaminas lipossolúveis
Vitaminas lipossolúveisVitaminas lipossolúveis
Vitaminas lipossolúveisCamila Martins
 
Plantas Medicinais
Plantas MedicinaisPlantas Medicinais
Plantas MedicinaisTereza Silva
 
Vitaminas Lipossolúveis
Vitaminas LipossolúveisVitaminas Lipossolúveis
Vitaminas LipossolúveisDavi Montagens
 
Farmacognosia- drogas e princípio ativos
Farmacognosia- drogas e princípio ativosFarmacognosia- drogas e princípio ativos
Farmacognosia- drogas e princípio ativosMaria Luiza
 
Apresentação vitaminas lipossoluveis
Apresentação vitaminas lipossoluveisApresentação vitaminas lipossoluveis
Apresentação vitaminas lipossoluveisingrid2x
 
Vitaminas Hidrossolúveis B1, B2, B3, B5, e B6
Vitaminas Hidrossolúveis  B1, B2, B3, B5, e B6Vitaminas Hidrossolúveis  B1, B2, B3, B5, e B6
Vitaminas Hidrossolúveis B1, B2, B3, B5, e B6nenhuma
 

Destaque (20)

Plantas medicinais
Plantas medicinaisPlantas medicinais
Plantas medicinais
 
Alecrim - Vanessa Henriques e Rafaela - 5ºC
Alecrim - Vanessa Henriques e Rafaela - 5ºCAlecrim - Vanessa Henriques e Rafaela - 5ºC
Alecrim - Vanessa Henriques e Rafaela - 5ºC
 
Apresentação do alecrim 2
Apresentação do alecrim 2Apresentação do alecrim 2
Apresentação do alecrim 2
 
Trabalho faculdade catanese
Trabalho faculdade cataneseTrabalho faculdade catanese
Trabalho faculdade catanese
 
Materiais didáticos de botânica contribuição na formação de discentes do curs...
Materiais didáticos de botânica contribuição na formação de discentes do curs...Materiais didáticos de botânica contribuição na formação de discentes do curs...
Materiais didáticos de botânica contribuição na formação de discentes do curs...
 
Ervas aromáticas
Ervas aromáticasErvas aromáticas
Ervas aromáticas
 
Ervas aromáticas
Ervas aromáticasErvas aromáticas
Ervas aromáticas
 
Ervas Medicinais - Erva Doce; Chá Verde; Chá Preto e Pariri
Ervas Medicinais - Erva Doce; Chá Verde; Chá Preto e PaririErvas Medicinais - Erva Doce; Chá Verde; Chá Preto e Pariri
Ervas Medicinais - Erva Doce; Chá Verde; Chá Preto e Pariri
 
Doc pdf - vitaminas
Doc  pdf - vitaminasDoc  pdf - vitaminas
Doc pdf - vitaminas
 
Ervas AromáTicas E Medicinais
Ervas AromáTicas E MedicinaisErvas AromáTicas E Medicinais
Ervas AromáTicas E Medicinais
 
Trabalho bioquímica
Trabalho bioquímicaTrabalho bioquímica
Trabalho bioquímica
 
Vitaminas lipossolúveis
Vitaminas lipossolúveisVitaminas lipossolúveis
Vitaminas lipossolúveis
 
Plantas Medicinais
Plantas MedicinaisPlantas Medicinais
Plantas Medicinais
 
Vitaminas Lipossolúveis
Vitaminas LipossolúveisVitaminas Lipossolúveis
Vitaminas Lipossolúveis
 
Novo manual tcc versão-1 2012
Novo manual tcc   versão-1 2012Novo manual tcc   versão-1 2012
Novo manual tcc versão-1 2012
 
Farmacognosia- drogas e princípio ativos
Farmacognosia- drogas e princípio ativosFarmacognosia- drogas e princípio ativos
Farmacognosia- drogas e princípio ativos
 
Vitaminas hidrosoluveis
Vitaminas hidrosoluveisVitaminas hidrosoluveis
Vitaminas hidrosoluveis
 
Apresentação vitaminas lipossoluveis
Apresentação vitaminas lipossoluveisApresentação vitaminas lipossoluveis
Apresentação vitaminas lipossoluveis
 
trabalhos escolares
trabalhos escolarestrabalhos escolares
trabalhos escolares
 
Vitaminas Hidrossolúveis B1, B2, B3, B5, e B6
Vitaminas Hidrossolúveis  B1, B2, B3, B5, e B6Vitaminas Hidrossolúveis  B1, B2, B3, B5, e B6
Vitaminas Hidrossolúveis B1, B2, B3, B5, e B6
 

Semelhante a Trabalho farmacognosia

REPOSIÇÃO HORMONAL-SINDROME DE CLIMATÉRIO, PERI-MENOPAUSA, MENOPAUSA, TERAPIA...
REPOSIÇÃO HORMONAL-SINDROME DE CLIMATÉRIO, PERI-MENOPAUSA, MENOPAUSA, TERAPIA...REPOSIÇÃO HORMONAL-SINDROME DE CLIMATÉRIO, PERI-MENOPAUSA, MENOPAUSA, TERAPIA...
REPOSIÇÃO HORMONAL-SINDROME DE CLIMATÉRIO, PERI-MENOPAUSA, MENOPAUSA, TERAPIA...Van Der Häägen Brazil
 
O termo pré menopausa muitas vezes utilizado para se referir a um ou dois ano...
O termo pré menopausa muitas vezes utilizado para se referir a um ou dois ano...O termo pré menopausa muitas vezes utilizado para se referir a um ou dois ano...
O termo pré menopausa muitas vezes utilizado para se referir a um ou dois ano...Van Der Häägen Brazil
 
Menopausa e Climatério
Menopausa e Climatério Menopausa e Climatério
Menopausa e Climatério Laís Lucas
 
Uso de medicamentos durante a gravidez
Uso de medicamentos durante a gravidezUso de medicamentos durante a gravidez
Uso de medicamentos durante a gravidezSou Enfermagem
 
Menopausa climatério perimenopausa um tormento para as mulheres, atenuante em...
Menopausa climatério perimenopausa um tormento para as mulheres, atenuante em...Menopausa climatério perimenopausa um tormento para as mulheres, atenuante em...
Menopausa climatério perimenopausa um tormento para as mulheres, atenuante em...Van Der Häägen Brazil
 
Estudo sobre o uso de anorexígenos
Estudo sobre o uso de anorexígenos Estudo sobre o uso de anorexígenos
Estudo sobre o uso de anorexígenos TCC_FARMACIA_FEF
 
Estudo sobre o uso de anorexígenos
Estudo sobre o uso de anorexígenos Estudo sobre o uso de anorexígenos
Estudo sobre o uso de anorexígenos Giovanni Oliveira
 
2010 simposio tacs_gabriela
2010 simposio tacs_gabriela2010 simposio tacs_gabriela
2010 simposio tacs_gabrielauniversitária
 
Perimenopausa menopausa obesidade sem controle hipotireoidismo subclínico inf...
Perimenopausa menopausa obesidade sem controle hipotireoidismo subclínico inf...Perimenopausa menopausa obesidade sem controle hipotireoidismo subclínico inf...
Perimenopausa menopausa obesidade sem controle hipotireoidismo subclínico inf...Van Der Häägen Brazil
 
O uso de anticoncepcionais revisão bibliográfica
O uso de anticoncepcionais revisão bibliográficaO uso de anticoncepcionais revisão bibliográfica
O uso de anticoncepcionais revisão bibliográficaTCC_FARMACIA_FEF
 
O uso de anticoncepcionais revisão bibliográfica
O uso de anticoncepcionais revisão bibliográficaO uso de anticoncepcionais revisão bibliográfica
O uso de anticoncepcionais revisão bibliográficaGiovanni Oliveira
 
Avaliação dos efeitos dos contraceptivos orais sobre os níveis tensionais
Avaliação dos efeitos dos contraceptivos orais sobre os níveis tensionaisAvaliação dos efeitos dos contraceptivos orais sobre os níveis tensionais
Avaliação dos efeitos dos contraceptivos orais sobre os níveis tensionaisAnderson Wilbur Lopes Andrade
 
Hormônios Esteroides
Hormônios EsteroidesHormônios Esteroides
Hormônios EsteroidesYasmin Casini
 

Semelhante a Trabalho farmacognosia (20)

REPOSIÇÃO HORMONAL-SINDROME DE CLIMATÉRIO, PERI-MENOPAUSA, MENOPAUSA, TERAPIA...
REPOSIÇÃO HORMONAL-SINDROME DE CLIMATÉRIO, PERI-MENOPAUSA, MENOPAUSA, TERAPIA...REPOSIÇÃO HORMONAL-SINDROME DE CLIMATÉRIO, PERI-MENOPAUSA, MENOPAUSA, TERAPIA...
REPOSIÇÃO HORMONAL-SINDROME DE CLIMATÉRIO, PERI-MENOPAUSA, MENOPAUSA, TERAPIA...
 
O termo pré menopausa muitas vezes utilizado para se referir a um ou dois ano...
O termo pré menopausa muitas vezes utilizado para se referir a um ou dois ano...O termo pré menopausa muitas vezes utilizado para se referir a um ou dois ano...
O termo pré menopausa muitas vezes utilizado para se referir a um ou dois ano...
 
Menopausa e Climatério
Menopausa e Climatério Menopausa e Climatério
Menopausa e Climatério
 
Uso de medicamentos durante a gravidez
Uso de medicamentos durante a gravidezUso de medicamentos durante a gravidez
Uso de medicamentos durante a gravidez
 
Sindrome Pré Menstrual
Sindrome Pré MenstrualSindrome Pré Menstrual
Sindrome Pré Menstrual
 
Menopausa
MenopausaMenopausa
Menopausa
 
Menopausa climatério perimenopausa um tormento para as mulheres, atenuante em...
Menopausa climatério perimenopausa um tormento para as mulheres, atenuante em...Menopausa climatério perimenopausa um tormento para as mulheres, atenuante em...
Menopausa climatério perimenopausa um tormento para as mulheres, atenuante em...
 
Nutrição & Epigenética
Nutrição  & EpigenéticaNutrição  & Epigenética
Nutrição & Epigenética
 
Paism slider
Paism sliderPaism slider
Paism slider
 
Estudo sobre o uso de anorexígenos
Estudo sobre o uso de anorexígenos Estudo sobre o uso de anorexígenos
Estudo sobre o uso de anorexígenos
 
Estudo sobre o uso de anorexígenos
Estudo sobre o uso de anorexígenos Estudo sobre o uso de anorexígenos
Estudo sobre o uso de anorexígenos
 
Anticoncepcionais
Anticoncepcionais Anticoncepcionais
Anticoncepcionais
 
2010 simposio tacs_gabriela
2010 simposio tacs_gabriela2010 simposio tacs_gabriela
2010 simposio tacs_gabriela
 
Como são os transtornos do uso de substâncias e a mulher no período perinatal?
Como são os transtornos do uso de substâncias e a mulher no período perinatal?Como são os transtornos do uso de substâncias e a mulher no período perinatal?
Como são os transtornos do uso de substâncias e a mulher no período perinatal?
 
Perimenopausa menopausa obesidade sem controle hipotireoidismo subclínico inf...
Perimenopausa menopausa obesidade sem controle hipotireoidismo subclínico inf...Perimenopausa menopausa obesidade sem controle hipotireoidismo subclínico inf...
Perimenopausa menopausa obesidade sem controle hipotireoidismo subclínico inf...
 
O uso de anticoncepcionais revisão bibliográfica
O uso de anticoncepcionais revisão bibliográficaO uso de anticoncepcionais revisão bibliográfica
O uso de anticoncepcionais revisão bibliográfica
 
O uso de anticoncepcionais revisão bibliográfica
O uso de anticoncepcionais revisão bibliográficaO uso de anticoncepcionais revisão bibliográfica
O uso de anticoncepcionais revisão bibliográfica
 
Avaliação dos efeitos dos contraceptivos orais sobre os níveis tensionais
Avaliação dos efeitos dos contraceptivos orais sobre os níveis tensionaisAvaliação dos efeitos dos contraceptivos orais sobre os níveis tensionais
Avaliação dos efeitos dos contraceptivos orais sobre os níveis tensionais
 
Amenorréia prmfc 2014
Amenorréia prmfc 2014Amenorréia prmfc 2014
Amenorréia prmfc 2014
 
Hormônios Esteroides
Hormônios EsteroidesHormônios Esteroides
Hormônios Esteroides
 

Mais de Mabi Almeida

Plano de negócios
Plano de negóciosPlano de negócios
Plano de negóciosMabi Almeida
 
Trabalho de estagio 1
Trabalho de estagio 1Trabalho de estagio 1
Trabalho de estagio 1Mabi Almeida
 
Metododaderpdf1 20141026175011
Metododaderpdf1 20141026175011Metododaderpdf1 20141026175011
Metododaderpdf1 20141026175011Mabi Almeida
 
Farmacognosia nova técnica de extração de alcaloides
Farmacognosia   nova técnica de extração de alcaloidesFarmacognosia   nova técnica de extração de alcaloides
Farmacognosia nova técnica de extração de alcaloidesMabi Almeida
 
Triagem fitoquimica copia
Triagem fitoquimica   copiaTriagem fitoquimica   copia
Triagem fitoquimica copiaMabi Almeida
 
Trabalho de hospitalar Radiofarmacos
Trabalho de hospitalar Radiofarmacos Trabalho de hospitalar Radiofarmacos
Trabalho de hospitalar Radiofarmacos Mabi Almeida
 

Mais de Mabi Almeida (9)

Plano de negócios
Plano de negóciosPlano de negócios
Plano de negócios
 
Trabalho de estagio 1
Trabalho de estagio 1Trabalho de estagio 1
Trabalho de estagio 1
 
Metododaderpdf1 20141026175011
Metododaderpdf1 20141026175011Metododaderpdf1 20141026175011
Metododaderpdf1 20141026175011
 
Herbicidas
HerbicidasHerbicidas
Herbicidas
 
Farmacognosia nova técnica de extração de alcaloides
Farmacognosia   nova técnica de extração de alcaloidesFarmacognosia   nova técnica de extração de alcaloides
Farmacognosia nova técnica de extração de alcaloides
 
Triagem fitoquimica copia
Triagem fitoquimica   copiaTriagem fitoquimica   copia
Triagem fitoquimica copia
 
Trabalho de hospitalar Radiofarmacos
Trabalho de hospitalar Radiofarmacos Trabalho de hospitalar Radiofarmacos
Trabalho de hospitalar Radiofarmacos
 
Cromatografia ccd
Cromatografia ccdCromatografia ccd
Cromatografia ccd
 
Mabi
MabiMabi
Mabi
 

Último

Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfGuia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfEyshilaKelly1
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasCassio Meira Jr.
 
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasMesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasRicardo Diniz campos
 
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosBingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosAntnyoAllysson
 
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdfO guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdfErasmo Portavoz
 
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024Jeanoliveira597523
 
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 anoAdelmaTorres2
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxAula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxBiancaNogueira42
 
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimir
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimirFCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimir
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimirIedaGoethe
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxDeyvidBriel
 
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Centro Jacques Delors
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundogeografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundonialb
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxconcelhovdragons
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPanandatss1
 
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasHabilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasCassio Meira Jr.
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfEditoraEnovus
 
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOLEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOColégio Santa Teresinha
 

Último (20)

Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfGuia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
 
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasMesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
 
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosBingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
 
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdfO guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
O guia definitivo para conquistar a aprovação em concurso público.pdf
 
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
 
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxAula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
 
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimir
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimirFCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimir
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimir
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
 
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
 
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundogeografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SP
 
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasHabilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
 
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOLEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
 

Trabalho farmacognosia

  • 1. UNIC – UNIVERSIDADE DE CUIABÁ MABI DE ALMEIDA; PATRICIA A. BARBOSA; ELLEN SUELLEN, MELISSA MONTEIRO. DISTÚRBIOS MENSTRUAIS Revisão – conceitos, tratamento com plantas medicinais de uso popular. Cuiabá, Setembro de 2014
  • 2. MABI DE ALMEIDA; PATRICIA A. BARBOSA; ELLEN SUELLEN, MELISSA MONTEIRO. Distúrbios menstruais Revisão – conceitos, tratamento com plantas medicinais de uso popular. Trabalho de Farmacognosia I realizado pelos discentes do 5º semestre noturno do curso de Farmácia. Docente: Vanessa Fátima Gazoni Cuiabá, Setembro de 2014
  • 3. SUMÁRIO INTRODUÇÃO ................................................................................................. 3 OBJETIVOS...................................................................................................... 4 CONCEITOS, MECANISMO QUE LEVAM A PATOLOGIA .................................... 5 SINAIS E SINTOMAS ........................................................................................ 6 PLANTAS MEDICINAIS DE USO POPULAR PARA O TRATAMENTO .................... 6 FICHA DESCRITIVA COMPLETA DE ALGUMAS PLANTAS ................................... 7 CONCLUSÃO ................................................................................................. 11 REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS ..................................................................... 12 ANEXO ......................................................................................................... 14
  • 4. 3 1. INTRODUÇÃO Milhões de mulheres em idade reprodutiva apresentam sintomas emocionais, cognitivos e físicos relacionados ao seu ciclo menstrual (VALADARES, Gislene C., et al. 2006). A ocorrência dos distúrbios menstruais, tem uma variedade complexa. Na maioria dos casos está relacionado com stress, estilo de vida, condições nutricional e tabagismo. É importante lembrar que de fato, os distúrbios menstruais sempre existiram. Antigamente o tratamento constituía em remédios caseiros e principalmente chás derivados de plantas de conhecimento popular, que passava-se de gerações a gerações, sem que seu uso fosse realmente eficaz ou comprovado, e que por algum motivo, algumas dessas plantas realmente funcionavam, o que despertou o interesse em saber que substancia continha na planta que aliviava as dores, ou que regularizava o ciclo menstrual. Porém, hoje, com o avanço do conhecimento e pesquisa, temos a obrigação de levar esse conhecimento para a comunidade e alertá-los quanto ao uso racional das plantas medicinais e mostrar que de fato o uso inadequado pode trazer sérios prejuízos para saúde. O uso de espécies vegetais para a cura de doenças e sintomas remonta ao início da civilização, desde que o homem começou a usar e modificar os recursos naturais para seu próprio benefício. Essa pratica ultrapassou todas as barreiras e obstáculo durante o processo evolutivo e chegou até os dias atuais, sendo amplamente utilizada por grande parte da população mundial como fonte de recurso terapêutico eficaz (DI STASI,1966). Se a intenção é usar as plantas medicinais como medicamentos, elas devem ser previamente validadas, isto é, ter sua ação comprovada e sua toxicidade potencial avaliada na espécie humana, como qualquer outro medicamento, promovendo assim seu uso racional. Não podemos afirmar que as plantas medicinais são isentas de risco, se delas obtemos uma grama de substancia medicamentosas e até mesmo toxicas, como digoxina, morfina, pilocarpina, atropina, dentre outras (DI STASI,1966). Neste contexto, a pratica popular deveria ser respaldada em plantas medicinais já validadas ou em plantas consagradas pelo conhecimento genuíno e empírico, repassando de geração também chamada de fototerapia tradicional, sem viés de informação ou influência da mídia, em que seus praticantes conhecem o modo de preparo, tempo de uso, indicações, contraindicação, e demais informações necessárias para sua utilização segura (ROSSATO & KRUGER,2005).
  • 5. 4 2. OBJETIVO Esse trabalho teve como objetivo, descrever os mecanismos que levam ao surgimento da patologia e seus respectivos sinais e sintomas. Identificar métodos que as comunidades utilizam para tratamento da patologia, com uso comprobatório de plantas medicinais populares. E ao final, concluir se realmente o uso de plantas medicinais traz benefícios positivos ou negativos a saúde do indivíduo.
  • 6. 5 3. CONCEITOS, MECANISMO QUE LEVAM A PATOLOGIA JUNQUEIRA & CARNEIRO (2004) descreve aparelho reprodutor feminino consiste em dois ovários, duas tubas uterinas, o útero, a vagina e a genitália externa. Suas funções são produzir gametas femininos (ovócitos) e manter um ovócito fertilizado durante seu desenvolvimento completo através da fase embrionárias e fetal até o nascimento. O aparelho reprodutor feminino ainda produz hormônios sexuais que controlam órgãos do aparelho reprodutor e tem influência sobre outros órgãos do corpo. A partir da menarca que é quando ocorre a primeira menstruação, o sistema reprodutor sofre modificações cíclicas em sua estrutura e atividade funcional controladas por mecanismo neuro-humorais. BEZNOS, et al. (1993) descreve que a função menstrual normal depende das ações coordenadas dos ovários, de hipófise, hipotálamo e sistema nervoso central. Em etapas subsequentes da puberdade se instalam fatores fisiológicos responsáveis pelos ciclos ovulatório e as adolescentes normais passam a apresentar ciclos menstruais bifásicos. Transtornos do ciclo menstrual são alterações que podem ocorrer em qualquer época da vida reprodutiva da mulher, sendo mais frequentemente observados logo após a menarca ou no período da pré e perimenopausa. Para VALLONE (2002), o grande número de estudos tem sido dedicado à relação entre neurotransmissores e hormônios gonadais femininos na explicação do aparecimento e do padrão de sintomas da disforia pré-menstrual. A serotonina tem sido o alvo predileto dos estudos em função da semelhança dos sintomas do Transtorno disforico pré menstrual com os quadros depressivos. Entretanto, as evidencias apontam para mecanismos múltiplos envolvidos nesse transtorno, e diversos sintomas assemelham-se não apenas a quadros depressivos, mas também a quadros compulsivos e mesmo psicóticos. O envolvimento de outros neurotransmissores e seus receptores, como a dopamina, é objeto de pesquisas recentes, visto que sintomas como alterações do humor, déficit de atenção, incoordenação motora, desânimo, descontrole do peso corporal, do tamanho e do número de refeições são mediados pela sinalização dopaminérgica em modelo animal, correspondendo a queixas importantes das mulheres com TDPM. Na literatura de ROBBINS & COTRAN (2011) o ciclo anovulatório é o sangramento disfuncional na maioria das vezes, a anovulação resulta em estimulação estrogênica excessiva e prolongada sem efeito compensador da fase progestacional que regularmente segue a ovulação. Na maioria das mulheres, o ciclo anovulatório não tem uma causa obvia, ocorrendo mais provavelmente devido a desequilíbrios hormonais sutis. A falha da ovulação resulta em estimulação resulta em estimulação endometrial prolongada e excessiva por estrógeno. Nessas circunstâncias, as glândulas endometriais sofrem discretas alterações arquiteturais incluindo dilatação cística, que geralmente são autolimitada pelo ciclo ovulatório seguinte. Fase lútea inadequada refere se a uma condição que acredita ser originada da função
  • 7. 6 inadequada do corpo lúteo, causando uma baixa produção de progesterona, com subsequente menstruação precoce. A condição frequentemente se manifesta clinicamente como infertilidade, com aumento do sangramento ou amenorreia. Segundo VALE, Beatriz et al. (2014) As irregularidades menstruais (IM) são definidas como ciclo anovulatórios 3 anos após a menarca. As (IM) em jovens estão relacionadas ao hiperandrogenismo essencial, como a síndrome do ovário policístico. A TABELA - 1 disponível em anexo, explica os principais causas de sangramento uterino anormal. 4. SINAIS E SINTOMAS STEINER (1997), diz que em função do grande número de sintomas atribuídos à distúrbio menstruais (mais de 150 relacionados a vários órgãos e sistemas), não existe um consenso quanto a uma definição mais exata e, sim, a suposição de que ocorram diversos subtipos desse distúrbio, cada um com a sua gravidade e sustentados por um complexo conjunto de fatores biológicos, psicológicos e ambientais. Devido a essa grande diversidade de sintomas, alguns autores referem-se a ela como “síndromes ou alterações pré-menstruais”. RODRIGUES, et al. (2006) relata que o fato de a maioria das mulheres não terem o hábito de exercer atividade física pode levar a acentuação dos sintomas, já que há tendência de mulheres que praticam exercícios terem menos sintomas pré- menstruais do que as inativa. Segundo GREEN & DALTON (1953), sintomas físico mais frequente e comum são: alterações no humor, cefaleia, náusea, fadiga, distúrbios no sono e apetite, irritabilidade se enquadram no transtorno pré menstrual (TPM). Dalton e Green, na década de 1950, revisaram a nomenclatura da TPM e consideraram tal termo insuficiente, sendo a tensão apenas um dentre os sintomas apresentados nesse transtorno, propondo a adoção do termo “síndrome pré-menstrual”. Também padecendo de sintomas pré-menstruais, Dalton relacionou a SPM principalmente à diminuição de progesterona durante a última quarta parte do ciclo menstrual. 5. PLANTAS MEDICINAIS DE USO POPULAR PARA O TRATAMENTO Para JUNIOR et al. (2005) a utilização de plantas com fins medicinais, para o tratamento, cura e prevenção de doenças, é uma das mais antigas formas de pratica medicinal da humanidade. No início da década de 1990, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou que 65%-80% da população dos países em desenvolvimento dependiam das plantas medicinais como única forma de acesso aos cuidados básicos de saúde.
  • 8. 7 LORENZI & MATOS (2002) afirma que até hoje em várias regiões carentes, mesmo em grandes cidades do mundo, plantas medicinais são comercializadas em feiras livres, mercados, casas, ervarias, e cultivadas em quintais residenciais. Os relatos e observação populares das plantas medicinais contribuem significa mente para a divulgação terapêutica dos vegetais, que normalmente são empiricamente indicados, embora de muitas dessas plantas ainda se desconheça os constituinte químicos responsáveis por seus efeitos terapêuticos. No entanto, os usuários de plantas medicinais de todo o mundo mantem o consumo destas, consagrando as informações que foram sendo acumuladas durante séculos, que desperta o interesse de pesquisadores em estudo multidisciplinares para o enriquecimento dos conhecimentos sobre a inesgotável fonte medicinal natural. Após uma revisão bibliográfica encontramos diversas plantas de uso popular para os distúrbios menstrual, segue na TABELA - 2 disponível em anexo, para melhor entendimento, quais são as plantas medicinais usado para o tratamento dos distúrbios menstruais. 6. FICHA DESCRITIVA COMPLETA DE ALGUMAS PLANTAS ALECRIM Nome botânico: Rosmarinus officinalis Nome popular: alecrim-de-jardim Família: Labiateae Partes utilizadas: Folhas e sumidades floridas Princípios ativo: Óleo essencial que contem pineno, canfeno, borneol, cineol, apresenta ainda taninos, alcaloides, saponinas, flavonoides, e ácido rosmarinho. Indicações: Tonico do sistema nervoso central, indicado em casos de esgotamento cerebral, excesso de trabalho e depressão ligeira, dores de cabeça (origem digestiva), enxaquecas, estimulante digestivo, problemas respiratório, debilidade cardíaca, distúrbios menstruais (amenorreia, dismenorreia, e oligomenorreia). Externamente, é indicado para dores reumáticas e contusões, articulações doloridas, tônico capilar e anticaspa, seu uso, para enxague de cabelos, promove o escurecimento de cabelos castanho e da brilho. Banhos com erva são tonificante, repousantes e relaxantes. Contra indicação: Não deve ser usado por gestantes, prostático e com diarreias. Seu uso prolongado em altas doses pode causar irritação gastrointestinal e nefrite. Seu uso durante a noite pode alterar o sono.
  • 9. 8 ARRUDA Nome botânico: Ruta graveolens Nome popular: arruda-fedorenta Família: Rutaceae Partes utilizadas: Folhas Princípios ativo: óleos essencial, rutina, furocumarina Indicações: amenorreia, dismenorreia, normaliza as funções do ciclo menstrual, varizes, flebite, verminoses. Externamente é usado em conjuntivites, piolho e sarnas. Contra indicação: durante a gestação, a arruda tem um efeito especial sobre o útero, levando ao aborto. Em grandes doses pode provocar hiperemia dos órgãos respiratório, vomito, salivação, gastroenterites, hemorragia grave. CAMOMILA Nome botânico: Chamomilla recutita = Matricaria chamomilla Nome popular: maçanilha, Matricaria, camomila-da-alemanha Família: Compositae Partes utilizadas: Flores Princípios ativo: óleo essencial contendo camazuleno, matricina, bisabolol (anti- inflamatório), flavonoide, e colina. Indicações: afecções gástrica, cólicas abdominais, insônia, distúrbios relacionados a menopausa, dores, febre, desinteira, afecções da pele, menstruação dolorosa, menstruação excessiva, inflamação nos olhos, gengivite, conservar cabelos loiros, aftas. Contra indicação: não recomendado para gestante, em uso interno. Algumas pessoas de pele sensíveis e alérgicas podem desenvolver dermatite de contato ou foto dermatite.
  • 10. 9 CAVALINHA Nome botânico: Equisetum arvensis Nome popular: rabo-de-cavalo, erva-canudo Família: Equisetaceae Partes utilizadas: parte aérea Princípios ativo: ácido silícico, flavonoides, triglicerídeos, alcaloides, ácidos orgânicos, saponinas, substancias amarga, taninos. Indicação: possui atividades diuréticas e remineralizantes, permitindo a eliminação de substancia toxicas; afecções dos brônquios, e pulmões, arteriosclerose, hipertensão, afecções articulares, hemorragias nasais, menstruação excessiva, enfermidades renais e das vias renais, inflamação, edema, problema ósseo, uso externo para frieira, feridas, tonifica e revitaliza as unhas, pele seca, acne e queda de cabelo. Conta indicação: Em excesso Pode provocar carência de vitamina B1 (tiaminase). Não se recomenda o uso da das inflorescência. POEJO Nome botânico: Mentha pulegium Nome popular: poejo-das-hortas, erva-de-são-loureço, menta selvagem Família: Labiatae Partes utilizadas: parte aérea Princípios ativo: óleo essencial (carvona, pulegona e mentol) taninos Indicações: digestivo, tônico estomacal, estimula a secreção gástrica, gases intestinais, vermífugo, tosse, catarros, bronquite, distúrbios menstruais, debilidade geral do sistema nervoso central, insônia e hidropisia. É usada para banhos estimulantes. Conta indicação: Não deve ser usada durante a gestação, principalmente no primeiro trimestre.
  • 11. 10 Em anexo a TABELA 3, explica segundo LUIZA & TRINDADE et al.,2000, a quantidade mínima e máxima que deve ser utilizada e sua respectiva posologia. Algumas recomendações são de grande importância, MARTINS et al.,1994, diz o seguinte procedimentos que são levados em considerações na hora do preparo do chás:  Não use vasilhas de alumínio ou teflon para fazer o chá, utilize esmalte, inox ou vidro.  Os chás são preparados por infusão ou decocção.  Infusão é o método em que se coloca a erva em agua fervente, desliga– se o fogo, espera - se de cinco a dez minuto para coar o chá.  Decocção é o método em que se coloca a erva em agua fria, leva se para ferver, e espera de três a cinco minutos antes de desligar o fogo. Tampa e espera de cinco a dez minuto para coar o chá.  As intoxicações, ocorrem quase sempre por causa do uso de quantidades excessivas de determinadas plantas, do preparo e uso inadequado e principalmente, por causa do uso de plantas com efeito toxico.
  • 12. 11 7. CONCLUSÃO Chegamos a conclusão, em que o uso popular de plantas medicinal apresenta benefícios para a população, pois de fato várias espécies tem princípios ativos que são comprovados, além do tratamento ser fácil acesso a vantagem em seu custo ser menor. Além de diversos outros benefícios, destacamos que muitas plantas medicinais de uso popular tem a vantagem de ser profilático para várias outras doenças, além que a planta em si tem efeito em vários tipo de doença, como visto nas descrição das plantas. Por outro lado, seu uso indiscriminado, pela falta de informação a população tem gerado grandes números de pessoas intoxicadas nos hospitais, chegando muitas das vezes a óbito. A população por achar que as plantas são naturais e mais saudáveis, acham que elas não fazem mal algum para o organismo, e que podem tomar à-vontade sem restrição alguma, e ainda pior, acham que se tomar em grandes quantidades seu efeito será potencializado, levando a um resultado mais rápido, além disso muitos fazem os chás caseiros de forma inadequada, ou tomam algum tipo de planta que não tem estudo se realmente é benéfica, principalmente as famosas por ter efeito emagrecedores. A solução seria, promover ações para alertar a população quanto aos risco de uso indevido, e conscientizar para ter um uso racional, pois os mesmo efeito que um medicamento sintético tem sobre o organismo, as plantas também tem. Orientação de como deve ser feito, e como deve ser usado, respeitando sempre a quantidade indicada e a quantidade de dias de uso, não ultrapassando o mesmo. Segundo JUNIOR et al.(2005) [...]cabe aos pesquisadores e à mídia, científica ou não, divulgarem os riscos a que estão expostos os consumidores que se automedicam com plantas medicinais ou fitoterápicos, sem o conhecimento necessário à sua utilização. Generalizando-se o uso seguro dos medicamentos vegetais, deve-se evitar longas terapias, já que o uso de medicação natural não significa ausência de efeitos colaterais ou tóxicos; evitar o uso associado de plantas medicinais com medicação alopata; atenção deve ser dada aos produtos naturais de origem chinesa e indú, já que há possibilidade da presença de metais; deve-se adquirir o vegetal de fontes seguras; indivíduos mais vulneráveis (crianças, mulheres grávidas ou em lactação) devem evitar o consumo de plantas medicinais e, finalmente, se- guindo estes passos, se houver efeitos adversos, deve-se interromper o uso do medicamento e buscar ajuda médica.
  • 13. 12 8. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS I. ALICE, Cecilia Ballvé. Plantas medicinais de uso popular: atlas farmacognóstico. 1995. II. BARCELOS, Raquel Siqueira; DE VARGAS ZANINI, Roberta; DOS SANTOS, Iná da Silva. Distúrbios menstruais entre mulheres de 15-54 anos de idade em Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil: estudo de base populacional Menstrual disorders among women 15 to 54 years of age in Pelotas, Rio Grande do Sul State, Brasil. Cad. Saúde Pública, v. 29, n. 11, p. 2333-2346, 2013. III. BEZNOS, Geni worcman et al., Distúrbios menstrual. COATES, V., FRANÇO S.O., LA, BEZONOS, GW, Medicina do adolescente. São Paulo: Sarvier, p. 207-210, 1993. IV. BERNARDES, João. Dor pélvica e dismenorreia. 2011. V. DI STASI, L.C., Plantas medicinais arte e ciência um guia de estudo interdisciplinar. São Paulo: UNESP, 1996. 230 p. VI. DE OLIVEIRA, Ranulfa Gabriela Cândida Queiroz et al. TENS de alta e baixa frequência para dismenorreia primária: estudo preliminar. ConScientiae Saúde, v. 11, n. 1, p. 149-158, 2012. VII. JUNIOR, Valdir F. Veiga; PINTO, Angelo C.; MACIEL, Maria Aparecida M. Plantas medicinais: cura segura. Química nova, v. 28, n. 3, p. 519-528, 2005. VIII. JUNQUEIRA, L.C. & CARNEIRO, J., Histologia básica. 10 ed. Rio de janeiro: Guanabara Koogan 2004.533p. IX. LUIZA, M.S., TRINDADE, C., RESENDE, P., REIS J.M. Cultivo orgânico de plantas medicinais ed.: Aprenda fácil, Viçosa, MG, 2000. 260 p. X. LORENZI, H.; MATOS, F.J. de A. Plantas medicinais no Brasil: nativas. São Paulo: Instituto Plantarum, 2002. 512p. XI. MARTINS, E.R., CASTRO, D.M., CASTELLANI, D.C., DIAS, J.E. Plantas medicinais. Viçosa. Imprensa universitária. XII. MARTINS, ROSANE; ZIN, AGUIAR; MENEGASSI, JERSO. Dismenorreia membranosa: uma doença esquecida. Rev Bras Ginecol Obstet, v. 31, n. 6, p. 305-10, 2009. XIII. MAIA FILHO, HUGO DA SILVA; UTERINAS, DESENVOLVIMENTO DE PATOLOGIAS. UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA.2013. XIV. MACIEL, Maria Aparecida M. et al. Plantas medicinais: a necessidade de estudos multidisciplinares. Química nova, v. 25, n. 3, p. 429-438, 2002.
  • 14. 13 XV. PINTO, Erika de Paula Pedro; AMOROZO, Maria Christina de Mello; FURLAN, Antônio. Conhecimento popular sobre plantas medicinais em comunidades rurais de mata atlântica–Itacaré, BA, Brasil. Acta Botânica Brasilica, v. 20, n. 4, p. 751-762, 2006. XVI. ROCHA, Gisele Marcelino; ROCHA, Marco Eduardo do Nascimento. Uso popular de plantas medicinais. Saúde & Ambiente em Revista, v. 1, n. 2, 2009. XVII. ROSSATO, A.E.; KUGER, A.Z. As políticas de saúde para o uso de plantas medicinais e fitoterápicos na rede pública brasileira. Revista pesquisa e extensão em saúde, criciúmas; SC. v2, n.1, p. 45-58, 2005. XVIII. RODRIGUES, Isabela C.; DE OLIVEIRA, Elmar. Prevalência e convivência de mulheres com síndrome pré menstrual. 2006. 64 p. XIX. VALE, Beatriz et al., Distúrbios menstruais em adolescente com transtorno alimentares - meta de percentil de índice de massa corporal para resolução dos distúrbios menstruais.2014. XX. VALADARES, Gislene C. et al. Transtorno disforico pré-menstrual revisão: conceito, história, epidemiologia e etiologia. Revista de Psiquiatria Clínica, v. 33, n. 3, p. 117-123, 2006.
  • 15. 14 9. ANEXOS TABELA 1: Causas de sangramento uterino anormal Fonte: ROBBINS & COTRAN, 2011. TABELA 2: Plantas medicinais para tratamento de distúrbios menstruais Patologia Plantas de tratamento Menstruarão dolorosa Camomila Amenorreia Alecrim, Algodão, Arruda, Artemísia Catinga de mulata, Marcela-do-campo, Poejo Dismenorreia Alecrim, Algodão, Arruda, Funcho, Marcela-do- campo, Poejo, cavalinha Oligomenorreia Alecrim, Marcela-do-campo, Poejo Hemorragias uterinas Algodão Fonte: LUIZA & TRINDADE et al.,2000. Faixa Etária Causas Pré-puberdade Puberdade precoce (origem hipotalâmica, hipofisária ou ovariana Adolescência Idade Reprodutiva Ciclo anovulatório, distúrbios da coagulação Lesões orgânicas (leiomioma, adenomeiose, pólipos, hiperplasia endometrial, carcinoma) Sangramento uterino disfuncional Perimenopausa Pós-menopausa Ciclo anovulatório Sangramento disfuncional ovulatório (Ex. fase lútea inadequada) Sangramento uterino disfuncional Ciclo anovulatório Descamação irregular Lesão orgânica (carcinoma, hiperplasia, pólipos) Atrofia endometrial Lesões orgânicas
  • 16. 15 TABELA 3 - Quantidade mínima e máxima recomendada e sua respectiva posologia Planta medicinal Dose mínima Dose máxima Posologia ALECRIM (Rosmarinus officinalis) 2 xicara ao dia 3 xicara ao dia Tomar o chá até 3 vezes ao dia, em horários alternados, atenção não tomar anoite pois altera o sono ARRUDA (Ruta graveolens) 3 xícara ao dia 4 xicaras ao dia Tomar o chá em infusão, de 3 a 4 xícaras ao dia CAMOMILA (Chamomilla recutita) 2 xícara ao dia 3 xicaras ao dia Tomar duas xícaras de chá no decorrer do dia, quando necessário. CAVALINHA (Equisetum arvensis) 3 xícara ao dia 4 xicaras ao dia Tomar o chá em decocção, tomar três xícaras de chá ao dia, respeitar a dosagem, pois em excesso provoca deficiência em vitamina B1 POEJO (Mentha pulegium) 1 xícara ao dia 3 xicaras ao dia Tomar 1 xícara do chá de duas a três vezes ao dia Fonte: LUIZA & TRINDADE et al.,2000