Trauma abdominal final

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Trauma Abdominal

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Trauma abdominal final

  1. 1. 1
  2. 2. UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMZONAS HOSPITAL UNIVERSITÁRIO GETÚLIO VARGAS FACULDADE DE MEDICINA ESTÁGIO EM CLÍNICA CIRÚRGICA TRAUMA ABDOMINAL INTERNOS: Danny Andrey Belém Gama Diego Rocha de Lucena Herrera Mascato Izabela Augusta de Oliveira Medeiros PRECEPTOR: Dr. Ivan Tramujas 13/12/13
  3. 3. ANATOMIA TOWSEND et al., 2012/ Gardner, 1988 Danny Andrey 3
  4. 4. FISIOPATOLOGIA TOWSEND et al., 2012 Danny Andrey 4
  5. 5. TRAUMA CONTUSO – – – – http://pqax.wikispaces.com/Tema%2014 • Causas: Atropelamento (47%) Colisão de veículos (27%) Queda (13%) Outros (13%) • Orgãos acometidos: – Baço: 40 a 55% – Fígado: 35 a 45% – Intestino delgado: 5 – 10% ATLS, 2008 Danny Andrey 5
  6. 6. TRAUMA CONTUSO • Diagnóstico desafiador; • Associação com trauma torácico; • Mecanismos: http://jbmoura.com/v1/wp-content/uploads/2013/07/acidente-de-carro.jpg ATLS, 2008 Danny Andrey 6
  7. 7. http://centralpesca.com.br/armas/PT58HCPLUS_g.png http://www.culturamix.com/wp-content/gallery/fotos-de-faca/faca-3.jpg TRAUMA PENETRANTE 7 Danny Andrey ATLS, 2008 85 a 97% causam lesão interna 18 a 40% causam lesão interna
  8. 8. ATLS, 2008 Danny Andrey 8
  9. 9. AVALIAÇÃO • Biomecânica •• •• •• Arma de fogo Arma de fogo Arma branca Arma branca Coompressão força de Coompressão força de cilhamento cilhamento •• Atropelamento Atropelamento •• Queda Queda • Informações Exame primário Exame primário Sintomas Sintomas Alergias Alergias Medicações Medicações Passado médico Passado médico Líquidos eealimentos Líquidos alimentos Ambiente Ambiente • Exame físico Exame secundário Exame secundário ATLS, 2008 / PHTLS, 2011 Danny Andrey 9
  10. 10. MECANISMO DO TRAUMA • Tipo de colisão • Presença de vítimas ejetadas • Morte de um dos ocupantes • Dispositivos de segurança veicular • Grau de deformação do espaço interno do veículo (volante entortado) • http://www.google.com.br/imgres?q=colisao+automobilistica&um=1 Colisão automobilistica Posição da vítima dentro do veículo ATLS, 2008 / PHTLS, 2011 Danny Andrey 10
  11. 11. MECANISMO DO TRAUMA http://www.google.com.br/imgres?q=queda+de+altura&um Atropelamento Queda • Altura • Anteparos antes de atingir o solo • Parte que primeiro sofreu o impacto ATLS, 2008 / PHTLS, 2011 Danny Andrey 11
  12. 12. Ferimentos penetrantes • Gênero do agressor • Número de lesões http://centralpesca.com.br/armas/PT58HCPLUS_g.png content/uploads/2012/08/caneta-Bic-Cristal-imagem MECANISMO DO TRAUMA • Lado e posição do corpo atingido • Tipo de arma (tamanho e diâmetro) http://bimg2.mlstatic.com/garfo-e-faca-jumbo-conjunto • Distância do disparo • Exame dos orifícios de entrada e/ou saída ATLS, 2008 / PHTLS, 2011 Danny Andrey www.barradorochanews.com.br/2010/12/adolescente 12
  13. 13. ATENÇÃO! Mecanismo de lesão compatível com desaceleração rápida ou forças de compressão significativas Volante entortado “Sinal do cinto de segurança” Choque sem etiologia evidente Sinais peritoneais Lesões de partes moles no abdome, flanco ou dorso Nível de choque maior do que o explicado por outras lesões TOWSEND et al., 2012 Danny Andrey 13
  14. 14. EXAME PRIMÁRIO Danny Andrey 14
  15. 15. EXAME FÍSICO • Inspeção; • Ausculta; • Percussão; • Palpação; PACHECO, 2011 Diego R. L. H. Mascato 15
  16. 16. INSPEÇÃO • Distúrbios da respiração; • Marcas do trauma; • Distensão abdominal precoce; • Sinal presuntivo de hemorragia vultosa; • Deformidades da bacia; • Alterações do períneo e genitália. FREIRE,2001 Diego R. L. H. Mascato 16
  17. 17. http://s3.amazonaws.com/magoo/ABAAAA6W4AD-2.png http://medwebstudents2.wordpress.com/2007/10/30/trauma-de-abdomen-diapositivas/ Diego R. L. H. Mascato 17
  18. 18. AUSCULTA • RHA normal: 1-5 minuto. Hemoperitônio Conteúdo gastrointestinal Lesões extra-abdominais FREIRE, 2001 Diego R. L. H. Mascato Ausência de RHA 18
  19. 19. PERCUSSÃO FREIRE, 2001 Diego R. L. H. Mascato 19
  20. 20. PALPAÇÃO • Pode revelar dor difusa; • A dor localizada é incomum. FREIRE, 2001 Diego R. L. H. Mascato 20
  21. 21. EXAME FÍSICO • Estabilidade pélvica; • Uretra; • Região perineal; • Toque retal; • Exame da vagina • Região glútea. ATLS, 2008 Diego R. L. H. Mascato 21
  22. 22. MEDIDAS AUXILIARES AO EXAME FÍSICO Sonda nasogástrica •Objetivo; •Pode sugerir; •Contraindicação •Via orogástrica http://aenfermagem.com.br ATLS, 2008 Diego R. L. H. Mascato 22
  23. 23. MEDIDAS AUXILIARES AO EXAME FÍSICO Sonda Vesical •Objetivo •Contraindicação •Sinais sugestivos de lesão do trato urinário http://krtconsultoriadeenfermagem.blogspot.com.br •Confirmação ATLS, 2008 Diego R. L. H. Mascato 23
  24. 24. EXAMES RADIOLÓGICOS DE ROTINA EM CASOS DE TRAUMA ABDOMINAL Radiografia Simples de Tórax •Identifica pneumoperitôneo; •Avalia as cúpulas diafragmáticas. PEREIRA JÚNIOR, 2007 Diego R. L. H. Mascato 24
  25. 25. EXAMES RADIOLÓGICOS DE ROTINA EM CASOS DE TRAUMA ABDOMINAL Radiografia Simples de Abdômen • Raio x de abdômen pouca utilidade diagnóstica; •Pode identificar retropneumoperitôneo; •Sugere lesão retroperitoneal com hematoma. PEREIRA JÚNIOR, 2007 Diego R. L. H. Mascato 25
  26. 26. EXAMES RADIOLÓGICOS DE ROTINA EM CASOS DE TRAUMA ABDOMINAL PEREIRA JÚNIOR, 2007 Diego R. L. H. Mascato http://www.boasaude.com.br 26
  27. 27. EXAMES RADIOLÓGICOS DE ROTINA EM CASOS DE TRAUMA ABDOMINAL Por arma de fogo •Estado hemodinâmico estável; •Corpos estranhos; •Avaliação da pelve JAYANTHI, 2011 Diego R. L. H. Mascato 27
  28. 28. EXAMES RADIOLÓGICOS DE ROTINA EM CASOS DE TRAUMA ABDOMINAL JAYANTHI, 2011 Diego R. L. H. Mascato 28
  29. 29. EXAMES RADIOLÓGICOS DE ROTINA EM CASOS DE TRAUMA ABDOMINAL JAYANTHI, 2011 Diego R. L. H. Mascato 29
  30. 30. ULTRASSONOGRAFIA ABDOMINAL (FAST) • Objetivo; • Sensibilidade está entre 80 a 99%; • Vantagens; • Desvantagens. JAYANTHI, 2011 Diego R. L. H. Mascato 30
  31. 31. ULTRASSONOGRAFIA ABDOMINAL (FAST) JAYANTHI, 2011 Diego R. L. H. Mascato 31
  32. 32. ULTRASSONOGRAFIA ABDOMINAL (FAST) JAYANTHI, 2011 Diego R. L. H. Mascato 32
  33. 33. ULTRASSONOGRAFIA ABDOMINAL (FAST) JAYANTHI, 2011 Diego R. L. H. Mascato 33
  34. 34. LAVADO PERITONEAL DIAGNÓSTICO • Objetivo • Sensibilidade de 98% • Invasivo; • Desvantagens; PEREIRA JÚNIOR, 2007 Diego R. L. H. Mascato http://pqax.wikispaces.com 34
  35. 35. LAVADO PERITONEAL DIAGNÓSTICO Indicações: •Exame físico abdominal de interpretação duvidosa; •Exame abdominal não confiável; •Impossibilidade de seguimento clínico do abdome PEREIRA JÚNIOR, 2007 Diego R. L. H. Mascato 35
  36. 36. LAVADO PERITONEAL DIAGNÓSTICO Contraindicações relativas: •Obesidade mórbida; •Gravidez; •Coagulopatia pré-existente. PEREIRA JÚNIOR, 2007 Diego R. L. H. Mascato 36
  37. 37. TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA • Realizado em pacientes estáveis; • Procura atenuação e descontinuidades nos órgãos parenquimatosos; • Avalia a anatomia vascular. PEREIRA JÚNIOR, 2007 Diego R. L. H. Mascato 37
  38. 38. TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA PEREIRA JÚNIOR, 2007 Diego R. L. H. Mascato 38
  39. 39. US x TC JAYANTHI, 2011 Diego R. L. H. Mascato 39
  40. 40. TRATAMENTO Tratamento Conservador não operatório: 1)Trauma contuso 2)Trauma penetrante O objetivo da adoção de uma conduta conservadora não operatória é minimizar a incidência de exploração negativa sem aumentar a morbidade de uma lesão despercebida. PEREIRA JÚNIOR, 2007 Diego R. L. H. Mascato 40
  41. 41. TRATAMENTO Tratamento cirúrgico: •Irritação peritoneal •Instabilidade hemodinâmica; •Sangramento retal após ferimentos penetrantes PEREIRA JÚNIOR, 2007 Diego R. L. H. Mascato 41
  42. 42. INDICAÇÕES DE LAPAROTOMIA EXPLORADORA • • • • • • • • • Evidência de ferimento penetrante abdominal em doente com instabilidade hemodinâmica. LPD francamente positiva em vítima de trauma fechado abdominal com hipotensão. Sinais evidentes de irritação peritoneal recente ou na evolução. Sangramento do estômago e reto em ferimentos penetrantes. Sinais de trauma abdominal com hipotensão recorrente apesar da reposição volêmica. Pneumoperitôneo na radiografia simples de tórax com cúpulas ou de abdome. Sinais radiológicos de lesão diafragmática. Lesão de alguma víscera revelada pela tomografia computadorizada. Evidência de lesão nos exames radiológicos contrastados do tubo digestivo. ATLS, 2008 Diego R. L. H. Mascato 42
  43. 43. LESÕES ORGÂNICAS ESPECÍFICAS Izabela Augusta Medeiros 43
  44. 44. POSSÍVEIS ACHADOS DA LESÃO ABDOMINAL Izabela Augusta Medeiros www.radiologyassistant.nl 44
  45. 45. TRAUMA ESPLÊNICO Grau Tipo de Lesão Descrição Subcapsular, < 10% superfície Laceração Laceração capsular, < 1cm de profundidade no parênquima Hematoma Subcapsular, 10%-50% superfície, intraparenquimatoso, < 5cm em diâmetro Laceração Laceração capsular, 1-3cm profundidade no parênquima que não compromete vasos trabeculares Hematoma Subcapsular, > 50% superfície ou em expansão; ruptura subcapsular ou hematoma parenquimatoso > 5cm ou em expansão Laceração I Hematoma > 3 cm profundidade ou envolvendo vasos trabeculares Laceração Laceração com comprometimento de vasos segmentares ou hilares produzindo desvascularização de 25% do baço Laceração Baço pulverizado II III IV V Vascular Lesão hilar com desvascularização esplênica American Association for the Surgery of Trauma (AAST) Izabela Augusta Medeiros 45
  46. 46. TRAUMA ESPLÊNICO ATLS, 2008 Izabela Augusta Medeiros 46
  47. 47. TRAUMA ESPLÊNICO ATLS, 2008 Izabela Augusta Medeiros 47
  48. 48. TRAUMA HEPÁTICO/VIAS BILIARES 48
  49. 49. TRAUMA HEPÁTICO/VIAS BILIARES *NTDB – USA 2012 Izabela Augusta Medeiros 49
  50. 50. www.trauma.org TRAUMA HEPÁTICO/VIAS BILIARES 50
  51. 51. TOWSEND et al., 2012 Izabela Augusta Medeiros 51 www.auladeanatomia.com.br www.trauma.org TRAUMA HEPÁTICO/VIAS BILIARES
  52. 52. TRAUMA HEPÁTICO/VIAS BILIARES Grau Tipo de lesão Descrição Hematoma Subcapsular, 10% a 50% superfície: intraparenquimatoso com < 10cm de diâmetro. Avulsão capsular 1-3cm de profundidade e com < 10cm de extensão. Hematoma Subcapsular, > 50% superfície ou expansivo. Hematoma subcapsular roto com sangramento ativo. Intraparenquimatoso, > 10cm ou expansivo. > 3cm de profundidade no parênquima. Hematoma intraparenquimatoso roto com sangramento ativo. Laceração Rotura parenquimatosa de 25%-75% de um lobo ou de 1-3 segmentos de Couinaud dentro de um único lobo. Laceração IV Avulsão capsular, não sangrante, < 1cm de profundidade no parênquima. Hematoma III Laceração Laceração II Subcapsular, não expansivo, < 10% de superfície. Laceração I Hematoma Rotura parenquimatosa de > 75% de um lobo ou de > 3 segmentos de Couinaud dentro de um lobo. V Vascular VI Lesões venosas justa-hepáticas (veia cava inferior retro-hepática e veias hepáticas). Vascular Avulsão hepática. American Association for the Surgery of Trauma (AAST) Izabela Augusta Medeiros 52
  53. 53. TRAUMA HEPÁTICO/VIAS BILIARES ATLS, 2008 Izabela Augusta Medeiros 53
  54. 54. TRAUMA DE DUODENO ATLS, 2008 Izabela Augusta Medeiros 54
  55. 55. TRAUMA DE DUODENO KORTBEEK, 2008 Izabela Augusta Medeiros 55
  56. 56. TRAUMA DE DUODENO Tratamento das lesões duodenais: Grau: I e II Tratamento: < 6h: rafia simples. > 6h: descompressão duodenal (SNG). III Reparo primário do duodeno + exclusão pilórica + gastroenteroanastomose + drenagem (cirurgia de Vaughan). IV Reparo do duodeno e reparo do colédoco + tubo em T. V Duodenopancreatectomia. American Association for the Surgery of Trauma (AAST) Izabela Augusta Medeiros 56
  57. 57. TRAUMA DE DUODENO Grau I II III IV V Tipo de Injúria Descrição da Lesão Hematoma Envolvendo uma única porção do duodeno. Laceração Espessura parcial; sem perfuração. Hematoma Envolvendo mais de uma porção. Laceração < 50% da circunferência. Laceração 50 a 75% da circunferência da 2ª porção. 50 a 100% da circunferência da 1ª, 3ª e 4ª porções. Laceração > 75% da circunferência da 2ª porção. Envolvimento da ampola ou ducto biliar comum distal. Laceração Lesão maciça do complexo duodenopancreático. Vascular Desvascularização do duodeno. American Association for the Surgery of Trauma (AAST) Izabela Augusta Medeiros 57
  58. 58. TRAUMA DE PÂNCREAS ATLS, 2008 Izabela Augusta Medeiros 58
  59. 59. TRAUMA DE PÂNCREAS Grau I II III IV V Tipo de lesão Descrição da lesão Hematoma Contusão leve sem lesão ductal. Laceração Laceração superficial sem lesão ductal. Hematoma Contusão maior sem lesão ductal ou perda tecidual. Laceração Laceração maior sem lesão ductal ou perda tecidual. Laceração Transecção distal ou lesão do parênquima com lesão ductal. Laceração Transecção proximal ou lesão parenquimatosa envolvendo a ampola. Laceração Trauma maciço envolvendo a cabeça do pâncreas. American Association for the Surgery of Trauma (AAST) Izabela Augusta Medeiros 59
  60. 60. TRAUMA DE PÂNCREAS Conduta das lesões pancreáticas: Grau I II III IV e V Conduta Conservadora. Sem lesão de parênquima: conservadora. Com lesão de parênquima: debridamento + hemostasia + drenagem Pancreatectomia distal. Duodenopancreatectomia (cirurgia de Whipple). American Association for the Surgery of Trauma (AAST) Izabela Augusta Medeiros 60
  61. 61. 61
  62. 62. TRAUMA DE INTESTINO DELGADO ATLS, 2008 Izabela Augusta Medeiros 62 www.trauma.org
  63. 63. TRAUMA DE CÓLON E RETO KORTBEEK, 2008 Izabela Augusta Medeiros 63
  64. 64. TRAUMA DE URETRA ATLS, 2008 Izabela Augusta Medeiros 64
  65. 65. TRAUMA RENAL ATLS, 2008 Izabela Augusta Medeiros 65
  66. 66. TRAUMA RENAL Classificação de Lesão Renal Classe I Contusão: hematúria macro ou microscópica, estudos urológicos normais Hematoma subcapsular não expansivo, sem laceração renal Classe II Hematoma perirrenal não expansivo confinado ao retroperitônio renal Laceração cortical < 1cm de profundidade sem extravasametno urinário www.trauma.org Classe III Laceração cortical > 1cm de profundidade sem ruptura do sistema coletor e sem extravasamento urinário Classe IV Laceração estendendo-se através da junção corticomedular e sistema coletor Vascular: lesão da artéria renal ou da veia renal, com hemorragia contida. Classe V Laceração: fragmentação total do rim Vascular: avulsão do hilo (pedículo) renal, que desvasculariza o rim American Association for the Surgery of Trauma (AAST) Izabela Augusta Medeiros 66
  67. 67. TRAUMA URETERAL ATLS, 2008 Izabela Augusta Medeiros 67
  68. 68. TRAUMA DE BEXIGA ATLS, 2008 Izabela Augusta Medeiros 68
  69. 69. FRATURAS PÉLVICAS ATLS, 2008 Izabela Augusta Medeiros 69
  70. 70. 70 www.trauma.org
  71. 71. FRATURAS PÉLVICAS ATLS, 2008 Izabela Augusta Medeiros 71
  72. 72. FRATURAS PÉLVICAS ATLS, 2008 Izabela Augusta Medeiros 72
  73. 73. TRAUMA VASCULAR ABDOMINAL KORTBEEK, 2008 Izabela Augusta Medeiros 73
  74. 74. BIBLIOGRAFIA • • • • • • • • • • PACHECO, A.F.; Trauma de abdomen. Rev. Med. Clin. Condes. Vol. 22, n. 5, p. 623-630. 2011. PEREIRA JÚNIOR, G.A. et al; Abordagem geral trauma abdominal. Medicina, Ribeirão Preto. Vol. 40, n. 4, p. 518-30, out./dez. 2007. JAYANTHI, S. K.; Imagem no traumatismo abdominal. Rev. Med., São Paulo. Vol. 90, n. 4, p. 195-200, out-dez. 2011. TOWSEND, C; et al. Sabiston Textbook of Surgery. 18 ed. Philadelphia: Elsevier; 2007. SUPORTE AVANÇADO DE VIDA NO TRAUMA – ATLS – COLÉGIO AMERICANO DE CIRURGIÕES – Manual do Curso para Alunos, 8ª edição. PHTLS.Prehospital Trauma Life Support. NAEMT (Nacional Association of Emergency Medical Technicians). 2008- 7ª edição– Rio de Janeiro KORTBEEK, JB et al. Advanced Trauma Life Suport, 8th ed, The Evidence for Change. J. Trauma. 2008;64: 1638-1650. Petrosoniak A, Engels PT, Hamilton P, Tien HC Detection of significant bowel and mesenteric injuries in blunt abdominal trauma with 64-slice computed tomography. J Trauma Acute Care Surg - Apr 2013; 74(4); 1081-6. Nishijima DK, Simel DL, Wisner DH, Holmes JF - Does this adult patient have a blunt intra-abdominal injury? - JAMA - Apr 2012; 307(14); 1517-27 FREIRE, E.; Trauma: a doença dos séculos. 1. ed. São Paulo: Atheneu,2001. 74
  75. 75. FOTO PARA DISCUSSÃO Sinal do cinto de segurança: equimose extensa localizada em tórax/abdome na topografia correspondente à posição do cinto de segurança. 75
  76. 76. OBRIGADO! 76

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