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Lição Professor O Evangelho de Mateus
Lição 4 – Fé e cura 16 a 23 de abril
❉ Sábado à tarde Ano Bíblico: 1Rs 13, 14
VERSO PARA MEMORIZAR: “Qual é mais fácil? Dizer: Estão perdoados os teus pecados, ou dizer:
Levanta-te e anda?” (Mt 9:5).
Leituras da Semana: Mt 8; Lv 13:44-50; Dn 7:7, 8; Jo 10:10; Mt 9:1-8; 1Jo 1:9
Se você fizesse uma lista de seus maiores temores na vida, como seria ela? Para muitas pessoas, a lista
incluiria a morte de um membro da família ou mesmo a sua própria morte. Embora isso certamente seja
compreensível, esse medo está muito concentrado nas coisas da Terra e envolve apenas a nossa vida presente.
Seria a perda da vida terrestre o que mais deveríamos temer, especialmente tendo em vista que esta vida, de
qualquer forma, não dura tanto assim?
Se Deus fosse fazer uma lista do que Ele mais teme, Sua lista certamente teria que ver com nossa perda da
vida eterna e a perdição de nossos familiares.
É claro que Deus Se importa com a doença e a morte no aspecto físico, mas, acima de tudo, Ele Se importa
com a doença espiritual e a morte eterna. Embora Jesus tenha curado muitas pessoas, e até tenha trazido
mortos de volta à vida, isso foi apenas temporário. Todas essas pessoas morreram a morte física, de um jeito
ou de outro, com exceção dos santos que Jesus ressuscitou em Sua ressurreição. (Ver Comentário Bíblico
Adventista do Sétimo Dia, v. 5, p. 595 e, de Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 786.)
O plano da salvação não nos poupou da doença e da morte físicas. Consideraremos várias histórias de cura e
veremos importantes lições sobre a fé que podemos extrair delas.
Anote em sua agenda: 14 de maio será o dia do Impacto Esperança! Leia o livro Esperança Viva.
❉ Domingo - Tocando o intocável
Após pregar o Sermão do Monte, no qual descreveu os princípios do reino de Deus, Jesus Se defrontou
novamente com o reino de Satanás, um lugar frio e escuro, cheio de pessoas em decadência, gemendo em
Dúvidas; Opiniões; Sugestões:Dúvidas; Opiniões; Sugestões: Gerson G. Ramos.Gerson G. Ramos. e-mail:e-mail: ramos@advir.comramos@advir.com
busca de redenção, um lugar cujos princípios são frequentemente contrários a tudo o que Jesus defende.
Naquela época, um dos maiores exemplos do quanto o reino de Satanás havia se tornado miserável e caído
podia ser visto na enfermidade da lepra. Embora ocasionalmente usada como uma forma de punição divina,
como no caso de Miriã (Nm 12:9-12), no contexto mais amplo da Bíblia a lepra é um exemplo forte e
horripilante do que significa, exatamente, viver neste mundo caído e arruinado.
► Perg. 1. Leia Mateus 8:1-4. Que importância tem o fato de que, ao curar o leproso, Jesus o tocou (ver, por
exemplo, Lv 13:44-50)?
(Mt 8:1-4) 1 Ora, descendo ele do monte, grandes multidões o seguiram. 2 E eis que um leproso, tendo-se
aproximado, adorou-o, dizendo: Senhor, se quiseres, podes purificar-me. 3 E Jesus, estendendo a mão, tocou-
lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E imediatamente ele ficou limpo da sua lepra. 4 Disse-lhe, então, Jesus: Olha,
não o digas a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote e fazer a oferta que Moisés ordenou, para servir de
testemunho ao povo.
(Lv 13:44-50) 44 é leproso aquele homem, está imundo; o sacerdote o declarará imundo; a sua praga está na
cabeça. 45 As vestes do leproso, em quem está a praga, serão rasgadas, e os seus cabelos serão desgrenhados;
cobrirá o bigode e clamará: Imundo! Imundo! 46 Será imundo durante os dias em que a praga estiver nele; é
imundo, habitará só; a sua habitação será fora do arraial. 47 Quando também em alguma veste houver praga de
lepra, veste de lã ou de linho, 48 seja na urdidura, seja na trama, de linho ou de lã, em pele ou em qualquer
obra de peles, 49 se a praga for esverdinhada ou avermelhada na veste, ou na pele, ou na urdidura, ou na
trama, em qualquer coisa feita de pele, é a praga de lepra, e mostrar-se-á ao sacerdote. 50 O sacerdote
examinará a praga e encerrará, por sete dias, aquilo que tem a praga.
► Resp. 1. Jesus tocou o leproso e toca o corpo e o coração dos pecadores contaminados pelo pecado. Seu
poder de purificação foi mais forte que a impureza da lepra.
O leproso se ajoelhou diante de Jesus e disse: “Se quiseres, podes purificar-me.” A palavra grega para “podes”
é dunamai, de onde vem nossa palavra “dinamite”. Significa estar cheio de poder. “Se quiseres, estás cheio de
poder e podes transformar minha vida.” Jesus disse que estava disposto a curar o leproso, e o curou
imediatamente.O fato de que Jesus o tocou deve ter causado arrepios nas multidões que viram a cena.
Certamente, como fez em outras ocasiões (por exemplo, na cura registrada a seguir), Jesus poderia
simplesmente ter dito uma palavra, e o homem seria curado. Então, por que Ele o tocou?
“A obra de Cristo em purificar o leproso de sua terrível doença é uma ilustração de Sua obra em libertar do
pecado. O homem que foi a Jesus estava cheio de lepra. O mortal veneno da moléstia havia penetrado em todo
o seu corpo. Os discípulos procuraram impedir o Mestre de o tocar, pois aquele que tocava num leproso se
tornava imundo. Pondo a mão sobre o doente, porém, Jesus não sofreu nenhuma contaminação. Seu contato
comunicou poder vitalizante. A lepra foi purificada. O mesmo se dá quanto à lepra do pecado, profundamente
arraigada, mortal e impossível de ser purificada pelo poder humano”. (Ellen G. White, O Desejado de Todas as
Nações, p. 266).
Talvez, ao tocar o leproso, Jesus tivesse mostrado que, não importa a gravidade do pecado, Ele Se achegará
àqueles que estiverem dispostos a ser perdoados, curados e purificados.
Você conhece alguém que esteja sofrendo de algum tipo de “lepra”, isto é, algo que horroriza e afasta outras
pessoas, levando-as a uma atitude crítica? De que forma o exemplo de Jesus o ajuda a entender como se
relacionar com essa pessoa?
Fortaleça sua experiência com Deus. Acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/
❉ Segunda - O romano e o Messias
Há uma boa razão pela qual grande parte do livro de Daniel trata de Roma (ver Dn 7:7, 8, 19-21; Dn 8:9-12,
Dúvidas; Opiniões; Sugestões:Dúvidas; Opiniões; Sugestões: Gerson G. Ramos.Gerson G. Ramos. e-mail:e-mail: ramos@advir.comramos@advir.com
23-25), e a razão é o grande poder desse império, que era notório também no tempo de Cristo. Contudo, foi a
Jesus um oficial romano, que era tanto um símbolo quanto uma expressão do poder de Roma. O homem estava
indefeso diante das provações e das tragédias comuns que assediam todos nós. Essa é uma grande lição sobre
os limites dos poderes terrestres. Os maiores e mais influentes líderes, os homens e mulheres mais ricos, são
impotentes no que diz respeito a muitas das lutas comuns da vida. Verdadeiramente, sem a ajuda divina, que
esperança teria qualquer um de nós?
► Perg. 2. Leia Mateus 8:5-13. Que importantes verdades são reveladas nessa história sobre a fé e seu
significado? O que ela diz a nós, adventistas do sétimo dia, em vista dos privilégios que recebemos?
(Mt 8:5-13) 5 Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, apresentou-se-lhe um centurião, implorando: 6 Senhor, o
meu criado jaz em casa, de cama, paralítico, sofrendo horrivelmente. 7 Jesus lhe disse: Eu irei curá-lo. 8 Mas o
centurião respondeu: Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma
palavra, e o meu rapaz será curado. 9 Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, tenho soldados às
minhas ordens e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz. 10
Ouvindo isto, admirou-se Jesus e disse aos que o seguiam: Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel
achei fé como esta. 11 Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com
Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus. 12 Ao passo que os filhos do reino serão lançados para fora, nas
trevas; ali haverá choro e ranger de dentes. 13 Então, disse Jesus ao centurião: Vai-te, e seja feito conforme a
tua fé. E, naquela mesma hora, o servo foi curado.
► Resp. 2. Por meio da fé, Deus realiza maravilhas em nossa vida. Devemos confiar no poder divino e aceitar
a autoridade de Sua Palavra. Quando intercedemos por outras pessoas, milagres acontecem.
Um centurião era um oficial militar romano que geralmente supervisionava entre 80 a 100 soldados. Pelo fato
de atuar no exército por cerca de 20 anos, não lhe era permitido ter uma família legal. Assim, o servo desse
centurião talvez fosse sua única família.
Naquela cultura, só um leproso seria mais desprezado do que um gentio e por isso, talvez esse oficial tivesse
entendido que Jesus não desejava entrar em sua casa, embora o Mestre tivesse dito que entraria. Ao pedir
apenas a palavra de Jesus, e não Sua presença real, o centurião demonstrou uma grande fé, que nos fala hoje
dizendo: A palavra de Jesus é tão poderosa quanto Seu toque. O centurião acreditava que, para Jesus, a cura de
alguém não era algo difícil; era semelhante a um oficial militar dando ordens a um soldado, o que acontecia o
tempo todo.
Além disso, veja o que Jesus disse em Mateus 8:11, 12. Que severa advertência àqueles que receberam
grandes privilégios! Nós, adventistas do sétimo dia, também fomos grandemente privilegiados, e devemos
prestar atenção ao que é dito ali.
Quais são suas práticas e escolhas diárias? Como essas escolhas afetam sua fé? Que decisões podem fortalecer
sua fé e ajudá-lo a aproveitar mais os privilégios que Deus nos dá?
❉ Terça - Demônios e porcos
► Perg. 3. Leia Mateus 8:25-34. O que esses dois relatos ensinam sobre o poder de Deus? Que conforto
encontramos nesses episódios, especialmente quando estamos lutando com coisas mais fortes do que nós?
(Mt 8:25-34) 25 Mas os discípulos vieram acordá-lo, clamando: Senhor, salva-nos! Perecemos! 26 Perguntou-
lhes, então, Jesus: Por que sois tímidos, homens de pequena fé? E, levantando-se, repreendeu os ventos e o
mar; e fez-se grande bonança. 27 E maravilharam-se os homens, dizendo: Quem é este que até os ventos e o
mar lhe obedecem? 28 Tendo ele chegado à outra margem, à terra dos gadarenos, vieram-lhe ao encontro dois
endemoninhados, saindo dentre os sepulcros, e a tal ponto furiosos, que ninguém podia passar por aquele
caminho. 29 E eis que gritaram: Que temos nós contigo, ó Filho de Deus! Vieste aqui atormentar-nos antes de
tempo? 30 Ora, andava pastando, não longe deles, uma grande manada de porcos. 31 Então, os demônios lhe
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rogavam: Se nos expeles, manda-nos para a manada de porcos. 32 Pois ide, ordenou-lhes Jesus. E eles, saindo,
passaram para os porcos; e eis que toda a manada se precipitou, despenhadeiro abaixo, para dentro do mar, e
nas águas pereceram. 33 Fugiram os porqueiros e, chegando à cidade, contaram todas estas coisas e o que
acontecera aos endemoninhados. 34 Então, a cidade toda saiu para encontrar-se com Jesus; e, vendo-o, lhe
rogaram que se retirasse da terra deles.
► Resp. 3. O poder divino controla a natureza e até os demônios. Em meio às tempestades da vida e ao
ataques do inimigo, Em Cristo encontramos proteção e libertação.
No pensamento judaico, governar a natureza e os demônios era prerrogativa de Deus. Depois de ter acalmado
uma violenta tempestade com uma simples palavra (Mt 8:23-27), Jesus desceu na praia oriental do Mar da
Galileia, num território que, além de ser pagão, era habitado por homens endemoninhados. Marcos 5:1-20 e
Lucas 8:26-39 acrescentam detalhes à história desses endemoninhados. Eles se identificaram como “legião”.
Uma legião do exército romano tinha seis mil soldados. Os demônios foram enviados para dois mil porcos.
Muitos têm indagado por que eles pediram permissão para ser enviados aos porcos. Uma tradição dizia que os
demônios detestavam ficar vagando em vão; preferiam uma casa de qualquer tipo, mesmo que fosse um porco
imundo. Outra tradição dizia que eles tinham medo da água. O próprio Jesus fez referências a demônios
andando por lugares áridos procurando repouso (ver Mt 12:43, NTLH). Também havia tradições judaicas que
ensinavam que os demônios poderiam ser destruídos antes do último dia apocalíptico do Senhor.
Contudo, o ponto mais importante é o seguinte: a condição destrutiva dos homens nessa história é exatamente
a condição destrutiva que Satanás deseja para os filhos de Deus. Mas Jesus transformou completamente a vida
deles. Se escolhermos nos entregar a Jesus, Ele pode e irá desfazer tudo o que Satanás procura fazer em nossa
vida. Sem Cristo, somos impotentes contra ele.
Ou estamos de um lado ou do outro no grande conflito. Não importa quanto essa verdade pareça severa e
inflexível, Jesus não a poderia ter expressado de maneira mais clara do que fez quando disse: “Quem não é por
Mim é contra Mim; e quem comigo não ajunta espalha” (Lc 11:23). Precisamos escolher de que lado
ficaremos.
Leia João 10:10. “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; Eu vim para que tenham vida e a
tenham em abundância.” Como isso se aplica não só aos endemoninhados, mas à nossa vida? De que maneira
devemos experimentar essa promessa?
❉ Quarta - “Levanta-te e anda”
Na lição de segunda, notamos que Jesus disse ao centurião que nem mesmo em Israel havia encontrado uma fé
tão grande. Mas, naquele exato momento em Israel, um homem havia chegado a um ponto em que seu desejo
de cura para o coração era muito maior do que o anseio de cura para o corpo.
► Perg. 4. Leia Mateus 9:1-8. Que grande esperança encontramos nesse relato a respeito da promessa de
perdão para nossos pecados, não importando quais tenham sido nem o dano que tenham causado? Ver também
Rm 4:7; 1Jo 1:9; 1Jo 2:12
(Mt 9:1-8) 1 Entrando Jesus num barco, passou para o outro lado e foi para a sua própria cidade. 2 E eis que
lhe trouxeram um paralítico deitado num leito. Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Tem bom ânimo,
filho; estão perdoados os teus pecados. 3 Mas alguns escribas diziam consigo: Este blasfema. 4 Jesus, porém,
conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Por que cogitais o mal no vosso coração? 5 Pois qual é mais fácil?
Dizer: Estão perdoados os teus pecados, ou dizer: Levanta-te e anda? 6 Ora, para que saibais que o Filho do
Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados—disse, então, ao paralítico: Levanta-te, toma o teu
leito e vai para tua casa. 7 E, levantando-se, partiu para sua casa. 8 Vendo isto, as multidões, possuídas de
temor, glorificaram a Deus, que dera tal autoridade aos homens.
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(Rm 4:7) Bem-aventurados aqueles cujas iniquidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos;
(1Jo 1:9) Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de
toda injustiça.
(1Jo 2:12) Filhinhos, eu vos escrevo, porque os vossos pecados são perdoados, por causa do seu nome.
► Resp. 4. Apesar dos nossos erros e suas consequências, Cristo nos perdoa, aceita e transforma. O Cristo que
morreu para nos perdoar também tem autoridade para nos curar.
É interessante o fato de que a primeira coisa da qual Jesus tratou quando o paralítico foi levado à Sua presença
foi a condição espiritual do homem. Jesus, é claro, sabia exatamente qual era o verdadeiro problema. Apesar
do estado físico miserável daquele homem, Cristo sabia que seu mais profundo problema era a culpa
relacionada a uma vida cheia de pecado. Portanto, sabendo que o homem desejava o perdão, Jesus proferiu as
palavras mais confortadoras para alguém que entende a realidade e o preço do pecado: “Estão perdoados os
teus pecados.” Ellen G. White declarou: “Não era, entretanto, o restabelecimento físico que ele desejava tanto,
mas o alívio do fardo de pecado. Se pudesse ver Jesus, e receber a certeza do perdão e a paz com o Céu,
estaria contente em viver ou morrer, segundo a vontade de Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 267).
Um pastor adventista pregava, muitas vezes, sobre a fé suficiente para não ser curado. Essa é a maior fé entre
todas: quando olhamos para além de nossas circunstâncias físicas e nos concentramos na vida eterna.
Frequentemente, nossos pedidos de oração estão relacionados às nossas necessidades físicas. Embora Deus Se
importe com essas necessidades, em Seu Sermão do Monte, Jesus disse que devemos buscar “em primeiro
lugar o Reino de Deus e a Sua justiça” (Mt 6:33, NVI). No fim das contas, apesar de nossas necessidades
físicas imediatas, neste mundo de tantas coisas temporais e fugazes, é fundamental conservar sempre diante de
nós as coisas eternas.
Sejam quais forem nossas lutas físicas, mesmo no pior cenário elas serão sempre e apenas temporais. Por que
é fundamental nunca se esquecer dessa verdade?
❉ Quinta - Deixar os mortos sepultarem os mortos
► Perg. 5. Leia Mateus 8:18-22. O que Jesus disse a respeito do que significa segui-Lo?
(Mt 8:18-22) 18 Vendo Jesus muita gente ao seu redor, ordenou que passassem para a outra margem. 19 Então,
aproximando-se dele um escriba, disse-lhe: Mestre, seguir-te-ei para onde quer que fores. 20 Mas Jesus lhe
respondeu: As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar
a cabeça. 21 E outro dos discípulos lhe disse: Senhor, permite-me ir primeiro sepultar meu pai. 22 Replicou-
lhe, porém, Jesus: Segue-me, e deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos.
► Resp. 5. O discípulo deve entender que seguir Jesus significa renunciar às coisas deste mundo, incluindo
até algum planejamento familiar. Enquanto seguimos Jesus, os mortos espiritualmente podem cuidar dos
mortos fisicamente.
Primeiro, em Mateus 8:18-22, vemos dois homens se aproximando de Jesus com o desejo de ser Seus
discípulos. Ambos são sinceros; contudo, alguma coisa parece impedi-los de seguir o Mestre. Jesus, que
conhece os pensamentos humanos, foi direto ao âmago da questão. Ele perguntou se o primeiro homem estava
realmente disposto a renunciar a tudo, inclusive a sua própria cama, para segui-Lo! Isso não significa,
necessariamente, que os seguidores de Jesus devam perder todas as posses terrestres, mas, simplesmente, que
eles devem estar prontos a perdê-las. Jesus então perguntou ao segundo homem se ele estava verdadeiramente
disposto a colocar Cristo acima de sua família. À primeira vista, Suas palavras para o segundo homem
parecem muito duras. Tudo o que o homem desejava era sepultar seu pai. Por que ele não podia fazer isso
primeiro, e depois seguir Jesus, especialmente quando, na fé judaica, garantir um sepultamento adequado para
os pais era considerado parte da obediência ao quinto mandamento?
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Contudo, alguns intérpretes argumentam que o pai do homem ainda não estava morto, ou mesmo à morte; em
vez disso, o homem estava basicamente dizendo a Jesus: Deixa-me resolver todos os meus problemas
familiares, e então Te seguirei. Por isso, Ele respondeu de modo firme.
Outro chamado ao discipulado foi feito a Mateus, um desprezado coletor de impostos (Mt 9:9-13). Jesus
conhecia o coração de Mateus, que estava obviamente aberto à verdade, como mostra sua reação ao chamado.
Jesus certamente conhecia o tipo de reação que produziria Seu chamado a alguém como Mateus, e isso
ocorreu, como o texto revela. A partir de nossa perspectiva hoje, é difícil imaginar exatamente qual seria a
reação das pessoas daquela época ao chamado de alguém como Mateus, devido ao transtorno que isso
representaria à ordem da sociedade. O que vemos aqui é outro exemplo de que o chamado do evangelho é
realmente universal.
Leia Mateus 9:13. Embora o contexto seja diferente, como esse princípio se aplica ainda hoje, mesmo quando
substituímos a ideia do sacrifício animal pelo sacrifício de Jesus? Isto é, como podemos ser cuidadosos para
não deixar que as crenças ou práticas religiosas, ainda que sejam corretas, nos impeçam de fazer o que
realmente importa para Deus?
(Mt 9:13) Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos; pois não vim chamar
justos, e sim pecadores ao arrependimento.
❉ Sexta - Estudo adicional
Leia, de Ellen G. White, “Podes Tornar-me Limpo”, em O Desejado de Todas as Nações, p. 262-271.
Os alemães têm um ditado: “Einmal ist keinmal”, que quer dizer, literalmente, “uma vez significa nenhuma
vez”. É uma expressão idiomática cujo significado é: se algo acontece apenas uma vez, não conta, não
importa. Se acontece apenas uma vez, poderia também nunca ter acontecido. Quer você concorde ou não,
pense sobre essa ideia no contexto do estudo de quinta-feira, quando Jesus disse ao homem que desejava
primeiro sepultar seu pai para depois ser discípulo: “Segue-Me, e deixa aos mortos o sepultar os seus próprios
mortos” (Mt 8:22). O que Jesus quis dizer ao deixar implícito que o homem vivo, na realidade, estava morto?
Bem, se “einmal ist keinmal”, se “uma vez significa nenhuma vez”, então viver neste mundo apenas uma vez,
sem a eternidade, seria como se uma pessoa nunca tivesse nascido. Seria a mesma coisa que estar morta (ver
Jo 3:18). Os pensadores seculares, que não creem numa vida futura, têm se queixado da falta de sentido de
uma vida que existe aqui apenas uma vez, e que, além disso, dura bem pouco antes de se dissipar por toda a
eternidade. Que sentido há, perguntam eles, se após esse curto espaço de tempo deixamos de existir e somos
esquecidos para sempre? Não é de admirar, portanto, a forte declaração de Jesus. Ele estava procurando
indicar para o homem uma realidade mais ampla do que aquela que este mundo oferece.
Perguntas para reflexão
Com base nas palavras de Jesus sobre deixar que os mortos sepultem os mortos, qual é a importância de
conservar em mente o quadro mais amplo em tudo o que fazemos? Como nossa teologia nos ajuda a entender
a amplitude desse quadro?
Nem sempre conhecemos a vontade de Deus a respeito da cura física, mas sempre sabemos qual é Sua vontade
a respeito da cura espiritual. De que forma isso deve afetar nossa vida de oração?
Quais são as coisas mais importantes para você? Faça uma lista e leve para a classe. O que vocês podem
aprender com as prioridades uns dos outros? O que nossas prioridades nos ensinam sobre nós mesmos e sobre
nosso conceito de mundo, de Deus e uns dos outros? Qual seria a diferença entre a nossa lista e a de um grupo
de ateus?
Comentários de Ellen G. White
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Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 262-271.
Auxiliar para o professor
Resumo da Lição
TEXTO-CHAVE: Mateus 9:1-8
O ALUNO DEVERÁ
Conhecer: Jesus, aquele que recompensa a fé dos que O buscam.
Sentir: O poder e a autoridade de Jesus, que solucionam os difíceis problemas da vida.
Fazer: Confiar no poder restaurador e perdoador de Jesus.
ESBOÇO
Conhecer: Jesus, Aquele que recompensa nossa fé
Quais fatores são frequentes nos milagres de cura em Mateus 8?
Por que o sábado é mencionado no centro dos milagres de Jesus? (Mt 8:16, 17; Lc 4:31-41)
Como os milagres registrados em Mateus 8:22–9:8 demonstram que Jesus Se importa com as necessidades de
cada pessoa, seja quem for?
Sentir: O poder e a autoridade de Jesus
O que Jesus fez para demonstrar que ninguém é marginalizado nem desprezado em Seu reino, seja leproso,
gentio ou mulher? (Mt 8:1-15)
Explique o chamado, a resposta e o custo envolvidos no discipulado (Mt 8:18-22).
Descreva a reação dos espectadores dos milagres de Jesus (Mt 8:23-9:1-8).
Fazer: Confiar em Jesus e servi-Lo
Cada milagre requereu confiança no poder salvador e restaurador de Jesus. Que tipo de milagre você aguarda,
e quanta confiança isso requer de você?
Em Seu ministério, Jesus tinha apenas um compromisso: ajudar, e apenas um motivo: amar. O que você
precisa fazer para que seu ministério seja como o de Cristo?
RESUMO:
O poder e a autoridade de Jesus como Messias foram utilizados para servir e erguer a humanidade. Seu reino
foi inclusivo. Quem ia a Ele se sentia aceito por Seu amor e incluído em Sua graça salvadora. O resultado foi a
admiração: “Quem é este?” (Mt 8:27)
Ciclo do aprendizado
Motivação
Focalizando as Escrituras: Mateus 9:6
Conceito-chave para o crescimento espiritual: Mateus 9:1-8 apresenta o episódio do paralítico que havia
perdido a esperança de andar. No entanto, ele tinha alguns amigos que creram em tudo que ouviram sobre
Jesus enquanto Ele exerceu o ministério na Galileia. Certo dia, quando Jesus retornou à cidade de Cafarnaum,
esses amigos agiram pela fé. Esses homens carregaram o amigo paralítico e o colocaram diante de Jesus. A
tarefa que empreenderam foi um maravilhoso exercício de fé, como observa Marcos 2:4. Como a casa estava
lotada, os amigos subiram no telhado, fizeram uma abertura nele e “baixaram o leito em que jazia o doente”.
Esse ato de fé teve resposta instantânea: perdão de pecados e cura física. A melhor coisa que a amizade cristã
pode fazer é conduzir alguém em necessidade a Jesus, o melhor amigo de todos.
Discussão de abertura
Quando Jesus disse ao paralítico que tivesse bom ânimo, assegurou-lhe duas coisas: seus pecados estavam
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perdoados e a saúde estava restaurada. Por que Jesus perguntou: “Qual é mais fácil? Dizer: Estão perdoados os
teus pecados, ou dizer: Levanta-te e anda”? (Mt 9:5)
Compreensão
Para o professor: Ao longo dos anos, a missão aos leprosos, ligada ao Christian Medical College, em Vellore,
Índia, foi a precursora de vários empreendimentos, inclusive cirurgia reconstrutiva, para levar esperança a
milhares que vivem nas vilas próximas e que sofrem com a lepra. Um desses empreendimentos foi a criação
de sandálias pretas, feitas com borracha de pneu de avião, que deveriam servir como uma espécie de almofada
para os pés, tornando a caminhada menos dolorosa.
Essa boa invenção logo se transformou num instrumento de exclusão social. As sandálias incomuns
identificavam facilmente os leprosos, o que levou os restaurantes locais e outros estabelecimentos alimentícios
a se recusarem a servir centenas de homens e mulheres desfavorecidos. Tocados pelo escândalo ocasionado
pelas sandálias, médicos, enfermeiras, professores e estudantes do Christian Medical College começaram a
usar as sandálias negras, causando transtorno aos donos de restaurantes. O boicote terminou e as sandálias se
transformaram num símbolo de amor cristão.
A lição desta semana aborda o modo pelo qual Cristo tratou os desfavorecidos no ambiente em que Ele estava
inserido. Vamos estudar três incidentes, nos quais Ele tocou os intocáveis, incluiu os excluídos e libertou os
cativos.
Comentário Bíblico
I. Tocando os intocáveis (Recapitule Mateus 8:1-4 com a classe.)
“Impuro, impuro” era o brado exigido dos leprosos para manter os transeuntes à distância. Decomposição e
deformidade física, exclusão social e isolamento da comunidade transformavam os leprosos em mortos vivos.
Eles eram os intocáveis da sociedade. De acordo com a lei rabínica, pelo menos um metro e meio de distância
devia separá-los de qualquer outro ser humano. Quebrar esse limite significava ficar impuro, o que exigia
rigorosas cerimônias de purificação, supervisionadas por um sacerdote. Nossa história está inserida nesse
contexto. O leproso sabia que Jesus é o Senhor e que tem poder para curar as pessoas, mas como Ele
transporia esse limite físico? Um metro e meio era uma distância longa e o leproso estava proibido de
ultrapassar esse limite para chegar ao ponto de salvação, onde estava a cura. Mas a fé do leproso acabou com a
distância, e ao seu brado instantaneamente veio a resposta: “Quero, fica limpo! (Mt 8:3)
A história não é um simples caso de um leproso buscando cura, mas representa a humanidade pecadora e
imperfeita sem qualquer auxílio ou meios próprios para encontrar descanso, paz e redenção. O pecado gera a
maior intocabilidade. Ele é a lepra da alma, onde o ser interior está apodrecendo, a ternura do coração se torna
uma rocha fria e áspera, e a visão para o que é mais nobre e sublime se transforma num orgulhoso e altivo
egocentrismo. “Todos pecaram”, disse o apóstolo Paulo (Rm 3:23). Portanto, todos são leprosos espirituais,
intocáveis. Vista desse modo, a história de Jesus tocando o leproso nos dá esperança. Ele não cruzou uma
barreira de um metro e meio, mas o vasto abismo entre o Céu e a Terra; deixou a presença de Deus e veio à
Terra para tocar todos nós. O toque de Jesus, disponível a cada um de nós, tem poder para perdoar o pior dos
pecados, promover cura onde há degradação, e levar-nos da morte do pecado para o abraço amoroso de Deus.
Pense nisto:
“A obra de Cristo em purificar o leproso de sua terrível doença é uma ilustração de Sua obra em libertar a
pessoa do pecado” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 266). Comente com a classe.
II. Incluindo os excluídos (Recapitule Mateus 8:5-13 com a classe.)
A história do comandante romano que se aproximou de Jesus para solicitar a cura de seu servo, que estava à
beira da morte, revela quatro grandes verdades. Em primeiro lugar, o centurião, tendo o selo de César em
Cafarnaum, demonstrou que o poder e a autoridade nunca devem cegar alguém para o valor e a dignidade de
um ser humano, mesmo sendo um escravo. A lei romana dava a um escravo a mesma consideração dada a uma
Dúvidas; Opiniões; Sugestões:Dúvidas; Opiniões; Sugestões: Gerson G. Ramos.Gerson G. Ramos. e-mail:e-mail: ramos@advir.comramos@advir.com
ferramenta de trabalho, pois eram lançados fora quando ficavam inutilizáveis, mas o centurião superou essa
monstruosa cultura.
Em segundo lugar, a aceitação da graça divina por meio de Jesus estava disponível ao centurião e ao servo. Os
dois eram gentios na cultura judaica, apenas um nível acima do leproso que Jesus havia acabado de curar. A
porta de acesso a Jesus está sempre aberta e nunca é fechada para ninguém, seja gentio ou escravo. O que é
excluído pelo mundo em pecado é incluído no novo mundo criado por Jesus.
Em terceiro lugar, o sentimento de indignidade diante da graça divina é a chave para experimentar o poder
dessa graça. O centurião expressou sua indignidade quanto à presença de Jesus em seu lar e exclamou:
“Apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado” (Mt 8:8).
Em quarto lugar, o poder de Jesus, tanto naquela época quanto na nossa, deve ser identificado, não
necessariamente por Sua presença física, mas por meio da fé em Sua Palavra. O centurião tinha esse tipo de fé.
Jesus Se “admirou” com ela e disse-lhe que fosse para casa e visse a resposta à sua extraordinária fé.
Pense nisto: A expressão “admirou-Se Jesus” é usada duas vezes nos evangelhos. A primeira, no contexto da fé
do centurião. O segundo exemplo está em Marcos 6:6, onde Jesus Se “admirou” da incredulidade que levou o
povo de Nazaré a rejeitá-Lo. Com base nesse contexto, como você compreende a reação de Jesus à fé do
centurião: “Nem mesmo em Israel achei fé como esta” (Mt 8:10). Como você interpreta o veredito messiânico
nos versos 11 e 12?
III. Libertando o cativo (Recapitule Mateus 8:28-34 com a classe.)
Enquanto Mateus falou de dois homens possuídos por demônios, Marcos (5:1-20) e Lucas (8:26-29) se
referiram a um. Isso não é discrepância. Os dois últimos autores parecem focalizar o homem que interagiu
com Jesus. O importante é que a possessão demoníaca é real, e a única segurança contra esse tipo de controle
de Satanás é permanecer em Cristo. A pessoa que está ancorada em Cristo e Suas promessas resiste “ao diabo,
e ele fugirá” dela (Tg 4:7).
Em vez de se regozijar com a cura do homem possuído pelo demônio, “a cidade toda saiu” e “rogou” que
Jesus a deixasse (Mt 8:34). Essa resposta veio dos gentios. Mas João expressou a rejeição de Jesus de modo
ainda mais poderoso: “Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (Jo 1:11). Por que Cristo é
desprezado pela humanidade? Sua presença incomoda a rotina e o conforto, e coloca sob o julgamento divino
aquilo que a humanidade considera normal. Onde Ele está, o pecado não tem lugar; a injustiça não pode
mostrar sua face; a dominação egocêntrica precisa ceder à irmandade; os olhos cegados pelas cataratas da cor,
raça, casta ou gênero precisam ser submetidos a uma cirurgia de catarata; o amor, a misericórdia e a justiça
precisam marcar cada contorno da vida humana. Cristo é o “grande perturbador”. “Por que você nos perturba?
Deixe-nos em paz!”, é o brado dos que vivem nas zonas de conforto do sossego e do silêncio. Mas felizes são
os que abrem as portas e convidam o Cristo crucificado para entrar e cear com eles (Ap 3:20).
Pergunta para discussão
Diante das muitas preocupações com a sobrevivência e a vida material, você já pediu que Cristo o deixasse em
paz? Já O deixou esperando por algum tempo? Quais são os meios imperceptíveis de manter Cristo afastado?
Aplicação
Para o professor: Considere uma característica comum às três curas da lição desta semana: de acordo com a lei
judaica, o leproso era impuro por causa da doença; o servo do centurião era impuro por ser gentio; os
endemoninhados eram impuros por serem gentios, porque estavam possuídos pelo demônio e porque viviam
num cemitério. A impureza é a característica presente nos três milagres.
Pergunta para reflexão
Quem são os “impuros” atualmente, e como podemos ministrar a eles?
Dúvidas; Opiniões; Sugestões:Dúvidas; Opiniões; Sugestões: Gerson G. Ramos.Gerson G. Ramos. e-mail:e-mail: ramos@advir.comramos@advir.com
Criatividade e atividades práticas
Para o professor:
O centurião romano disse a Jesus: “Apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado” (Mt 8:8).
Confiança na Palavra de Deus é nossa urgente necessidade e o meio para alcançarmos a vitória. Para resistir ao
pecado, fugir da tentação ou buscar a cura, volte-se para a Palavra. Há poder nela. Embora não consigamos ver
Deus face a face, temos acesso a Ele por meio da oração e de Sua Palavra. Aquele que falou e tudo foi criado,
conforme Sua palavra, ainda está em nosso meio. Sua Palavra e Seu poder estão conosco.
Atividade
Peça a cada membro da classe que escreva sobre uma ocasião em que a Palavra de Deus lhes trouxe novidade
de vida. Como alternativa, peça que escrevam sobre uma história acerca do poder transformador da Palavra na
vida de alguém. Convide-os a compartilhar as histórias com o restante da classe.
Planejando atividades: O que sua classe pode fazer na próxima semana como resposta ao estudo da lição?
Dúvidas; Opiniões; Sugestões:Dúvidas; Opiniões; Sugestões: Gerson G. Ramos.Gerson G. Ramos. e-mail:e-mail: ramos@advir.comramos@advir.com

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O Evangelho de Mateus: Fé e cura

  • 1. Lição Professor O Evangelho de Mateus Lição 4 – Fé e cura 16 a 23 de abril ❉ Sábado à tarde Ano Bíblico: 1Rs 13, 14 VERSO PARA MEMORIZAR: “Qual é mais fácil? Dizer: Estão perdoados os teus pecados, ou dizer: Levanta-te e anda?” (Mt 9:5). Leituras da Semana: Mt 8; Lv 13:44-50; Dn 7:7, 8; Jo 10:10; Mt 9:1-8; 1Jo 1:9 Se você fizesse uma lista de seus maiores temores na vida, como seria ela? Para muitas pessoas, a lista incluiria a morte de um membro da família ou mesmo a sua própria morte. Embora isso certamente seja compreensível, esse medo está muito concentrado nas coisas da Terra e envolve apenas a nossa vida presente. Seria a perda da vida terrestre o que mais deveríamos temer, especialmente tendo em vista que esta vida, de qualquer forma, não dura tanto assim? Se Deus fosse fazer uma lista do que Ele mais teme, Sua lista certamente teria que ver com nossa perda da vida eterna e a perdição de nossos familiares. É claro que Deus Se importa com a doença e a morte no aspecto físico, mas, acima de tudo, Ele Se importa com a doença espiritual e a morte eterna. Embora Jesus tenha curado muitas pessoas, e até tenha trazido mortos de volta à vida, isso foi apenas temporário. Todas essas pessoas morreram a morte física, de um jeito ou de outro, com exceção dos santos que Jesus ressuscitou em Sua ressurreição. (Ver Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 5, p. 595 e, de Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 786.) O plano da salvação não nos poupou da doença e da morte físicas. Consideraremos várias histórias de cura e veremos importantes lições sobre a fé que podemos extrair delas. Anote em sua agenda: 14 de maio será o dia do Impacto Esperança! Leia o livro Esperança Viva. ❉ Domingo - Tocando o intocável Após pregar o Sermão do Monte, no qual descreveu os princípios do reino de Deus, Jesus Se defrontou novamente com o reino de Satanás, um lugar frio e escuro, cheio de pessoas em decadência, gemendo em Dúvidas; Opiniões; Sugestões:Dúvidas; Opiniões; Sugestões: Gerson G. Ramos.Gerson G. Ramos. e-mail:e-mail: ramos@advir.comramos@advir.com
  • 2. busca de redenção, um lugar cujos princípios são frequentemente contrários a tudo o que Jesus defende. Naquela época, um dos maiores exemplos do quanto o reino de Satanás havia se tornado miserável e caído podia ser visto na enfermidade da lepra. Embora ocasionalmente usada como uma forma de punição divina, como no caso de Miriã (Nm 12:9-12), no contexto mais amplo da Bíblia a lepra é um exemplo forte e horripilante do que significa, exatamente, viver neste mundo caído e arruinado. ► Perg. 1. Leia Mateus 8:1-4. Que importância tem o fato de que, ao curar o leproso, Jesus o tocou (ver, por exemplo, Lv 13:44-50)? (Mt 8:1-4) 1 Ora, descendo ele do monte, grandes multidões o seguiram. 2 E eis que um leproso, tendo-se aproximado, adorou-o, dizendo: Senhor, se quiseres, podes purificar-me. 3 E Jesus, estendendo a mão, tocou- lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E imediatamente ele ficou limpo da sua lepra. 4 Disse-lhe, então, Jesus: Olha, não o digas a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote e fazer a oferta que Moisés ordenou, para servir de testemunho ao povo. (Lv 13:44-50) 44 é leproso aquele homem, está imundo; o sacerdote o declarará imundo; a sua praga está na cabeça. 45 As vestes do leproso, em quem está a praga, serão rasgadas, e os seus cabelos serão desgrenhados; cobrirá o bigode e clamará: Imundo! Imundo! 46 Será imundo durante os dias em que a praga estiver nele; é imundo, habitará só; a sua habitação será fora do arraial. 47 Quando também em alguma veste houver praga de lepra, veste de lã ou de linho, 48 seja na urdidura, seja na trama, de linho ou de lã, em pele ou em qualquer obra de peles, 49 se a praga for esverdinhada ou avermelhada na veste, ou na pele, ou na urdidura, ou na trama, em qualquer coisa feita de pele, é a praga de lepra, e mostrar-se-á ao sacerdote. 50 O sacerdote examinará a praga e encerrará, por sete dias, aquilo que tem a praga. ► Resp. 1. Jesus tocou o leproso e toca o corpo e o coração dos pecadores contaminados pelo pecado. Seu poder de purificação foi mais forte que a impureza da lepra. O leproso se ajoelhou diante de Jesus e disse: “Se quiseres, podes purificar-me.” A palavra grega para “podes” é dunamai, de onde vem nossa palavra “dinamite”. Significa estar cheio de poder. “Se quiseres, estás cheio de poder e podes transformar minha vida.” Jesus disse que estava disposto a curar o leproso, e o curou imediatamente.O fato de que Jesus o tocou deve ter causado arrepios nas multidões que viram a cena. Certamente, como fez em outras ocasiões (por exemplo, na cura registrada a seguir), Jesus poderia simplesmente ter dito uma palavra, e o homem seria curado. Então, por que Ele o tocou? “A obra de Cristo em purificar o leproso de sua terrível doença é uma ilustração de Sua obra em libertar do pecado. O homem que foi a Jesus estava cheio de lepra. O mortal veneno da moléstia havia penetrado em todo o seu corpo. Os discípulos procuraram impedir o Mestre de o tocar, pois aquele que tocava num leproso se tornava imundo. Pondo a mão sobre o doente, porém, Jesus não sofreu nenhuma contaminação. Seu contato comunicou poder vitalizante. A lepra foi purificada. O mesmo se dá quanto à lepra do pecado, profundamente arraigada, mortal e impossível de ser purificada pelo poder humano”. (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 266). Talvez, ao tocar o leproso, Jesus tivesse mostrado que, não importa a gravidade do pecado, Ele Se achegará àqueles que estiverem dispostos a ser perdoados, curados e purificados. Você conhece alguém que esteja sofrendo de algum tipo de “lepra”, isto é, algo que horroriza e afasta outras pessoas, levando-as a uma atitude crítica? De que forma o exemplo de Jesus o ajuda a entender como se relacionar com essa pessoa? Fortaleça sua experiência com Deus. Acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/ ❉ Segunda - O romano e o Messias Há uma boa razão pela qual grande parte do livro de Daniel trata de Roma (ver Dn 7:7, 8, 19-21; Dn 8:9-12, Dúvidas; Opiniões; Sugestões:Dúvidas; Opiniões; Sugestões: Gerson G. Ramos.Gerson G. Ramos. e-mail:e-mail: ramos@advir.comramos@advir.com
  • 3. 23-25), e a razão é o grande poder desse império, que era notório também no tempo de Cristo. Contudo, foi a Jesus um oficial romano, que era tanto um símbolo quanto uma expressão do poder de Roma. O homem estava indefeso diante das provações e das tragédias comuns que assediam todos nós. Essa é uma grande lição sobre os limites dos poderes terrestres. Os maiores e mais influentes líderes, os homens e mulheres mais ricos, são impotentes no que diz respeito a muitas das lutas comuns da vida. Verdadeiramente, sem a ajuda divina, que esperança teria qualquer um de nós? ► Perg. 2. Leia Mateus 8:5-13. Que importantes verdades são reveladas nessa história sobre a fé e seu significado? O que ela diz a nós, adventistas do sétimo dia, em vista dos privilégios que recebemos? (Mt 8:5-13) 5 Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, apresentou-se-lhe um centurião, implorando: 6 Senhor, o meu criado jaz em casa, de cama, paralítico, sofrendo horrivelmente. 7 Jesus lhe disse: Eu irei curá-lo. 8 Mas o centurião respondeu: Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado. 9 Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, tenho soldados às minhas ordens e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz. 10 Ouvindo isto, admirou-se Jesus e disse aos que o seguiam: Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta. 11 Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus. 12 Ao passo que os filhos do reino serão lançados para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes. 13 Então, disse Jesus ao centurião: Vai-te, e seja feito conforme a tua fé. E, naquela mesma hora, o servo foi curado. ► Resp. 2. Por meio da fé, Deus realiza maravilhas em nossa vida. Devemos confiar no poder divino e aceitar a autoridade de Sua Palavra. Quando intercedemos por outras pessoas, milagres acontecem. Um centurião era um oficial militar romano que geralmente supervisionava entre 80 a 100 soldados. Pelo fato de atuar no exército por cerca de 20 anos, não lhe era permitido ter uma família legal. Assim, o servo desse centurião talvez fosse sua única família. Naquela cultura, só um leproso seria mais desprezado do que um gentio e por isso, talvez esse oficial tivesse entendido que Jesus não desejava entrar em sua casa, embora o Mestre tivesse dito que entraria. Ao pedir apenas a palavra de Jesus, e não Sua presença real, o centurião demonstrou uma grande fé, que nos fala hoje dizendo: A palavra de Jesus é tão poderosa quanto Seu toque. O centurião acreditava que, para Jesus, a cura de alguém não era algo difícil; era semelhante a um oficial militar dando ordens a um soldado, o que acontecia o tempo todo. Além disso, veja o que Jesus disse em Mateus 8:11, 12. Que severa advertência àqueles que receberam grandes privilégios! Nós, adventistas do sétimo dia, também fomos grandemente privilegiados, e devemos prestar atenção ao que é dito ali. Quais são suas práticas e escolhas diárias? Como essas escolhas afetam sua fé? Que decisões podem fortalecer sua fé e ajudá-lo a aproveitar mais os privilégios que Deus nos dá? ❉ Terça - Demônios e porcos ► Perg. 3. Leia Mateus 8:25-34. O que esses dois relatos ensinam sobre o poder de Deus? Que conforto encontramos nesses episódios, especialmente quando estamos lutando com coisas mais fortes do que nós? (Mt 8:25-34) 25 Mas os discípulos vieram acordá-lo, clamando: Senhor, salva-nos! Perecemos! 26 Perguntou- lhes, então, Jesus: Por que sois tímidos, homens de pequena fé? E, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar; e fez-se grande bonança. 27 E maravilharam-se os homens, dizendo: Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem? 28 Tendo ele chegado à outra margem, à terra dos gadarenos, vieram-lhe ao encontro dois endemoninhados, saindo dentre os sepulcros, e a tal ponto furiosos, que ninguém podia passar por aquele caminho. 29 E eis que gritaram: Que temos nós contigo, ó Filho de Deus! Vieste aqui atormentar-nos antes de tempo? 30 Ora, andava pastando, não longe deles, uma grande manada de porcos. 31 Então, os demônios lhe Dúvidas; Opiniões; Sugestões:Dúvidas; Opiniões; Sugestões: Gerson G. Ramos.Gerson G. Ramos. e-mail:e-mail: ramos@advir.comramos@advir.com
  • 4. rogavam: Se nos expeles, manda-nos para a manada de porcos. 32 Pois ide, ordenou-lhes Jesus. E eles, saindo, passaram para os porcos; e eis que toda a manada se precipitou, despenhadeiro abaixo, para dentro do mar, e nas águas pereceram. 33 Fugiram os porqueiros e, chegando à cidade, contaram todas estas coisas e o que acontecera aos endemoninhados. 34 Então, a cidade toda saiu para encontrar-se com Jesus; e, vendo-o, lhe rogaram que se retirasse da terra deles. ► Resp. 3. O poder divino controla a natureza e até os demônios. Em meio às tempestades da vida e ao ataques do inimigo, Em Cristo encontramos proteção e libertação. No pensamento judaico, governar a natureza e os demônios era prerrogativa de Deus. Depois de ter acalmado uma violenta tempestade com uma simples palavra (Mt 8:23-27), Jesus desceu na praia oriental do Mar da Galileia, num território que, além de ser pagão, era habitado por homens endemoninhados. Marcos 5:1-20 e Lucas 8:26-39 acrescentam detalhes à história desses endemoninhados. Eles se identificaram como “legião”. Uma legião do exército romano tinha seis mil soldados. Os demônios foram enviados para dois mil porcos. Muitos têm indagado por que eles pediram permissão para ser enviados aos porcos. Uma tradição dizia que os demônios detestavam ficar vagando em vão; preferiam uma casa de qualquer tipo, mesmo que fosse um porco imundo. Outra tradição dizia que eles tinham medo da água. O próprio Jesus fez referências a demônios andando por lugares áridos procurando repouso (ver Mt 12:43, NTLH). Também havia tradições judaicas que ensinavam que os demônios poderiam ser destruídos antes do último dia apocalíptico do Senhor. Contudo, o ponto mais importante é o seguinte: a condição destrutiva dos homens nessa história é exatamente a condição destrutiva que Satanás deseja para os filhos de Deus. Mas Jesus transformou completamente a vida deles. Se escolhermos nos entregar a Jesus, Ele pode e irá desfazer tudo o que Satanás procura fazer em nossa vida. Sem Cristo, somos impotentes contra ele. Ou estamos de um lado ou do outro no grande conflito. Não importa quanto essa verdade pareça severa e inflexível, Jesus não a poderia ter expressado de maneira mais clara do que fez quando disse: “Quem não é por Mim é contra Mim; e quem comigo não ajunta espalha” (Lc 11:23). Precisamos escolher de que lado ficaremos. Leia João 10:10. “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” Como isso se aplica não só aos endemoninhados, mas à nossa vida? De que maneira devemos experimentar essa promessa? ❉ Quarta - “Levanta-te e anda” Na lição de segunda, notamos que Jesus disse ao centurião que nem mesmo em Israel havia encontrado uma fé tão grande. Mas, naquele exato momento em Israel, um homem havia chegado a um ponto em que seu desejo de cura para o coração era muito maior do que o anseio de cura para o corpo. ► Perg. 4. Leia Mateus 9:1-8. Que grande esperança encontramos nesse relato a respeito da promessa de perdão para nossos pecados, não importando quais tenham sido nem o dano que tenham causado? Ver também Rm 4:7; 1Jo 1:9; 1Jo 2:12 (Mt 9:1-8) 1 Entrando Jesus num barco, passou para o outro lado e foi para a sua própria cidade. 2 E eis que lhe trouxeram um paralítico deitado num leito. Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Tem bom ânimo, filho; estão perdoados os teus pecados. 3 Mas alguns escribas diziam consigo: Este blasfema. 4 Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Por que cogitais o mal no vosso coração? 5 Pois qual é mais fácil? Dizer: Estão perdoados os teus pecados, ou dizer: Levanta-te e anda? 6 Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados—disse, então, ao paralítico: Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa. 7 E, levantando-se, partiu para sua casa. 8 Vendo isto, as multidões, possuídas de temor, glorificaram a Deus, que dera tal autoridade aos homens. Dúvidas; Opiniões; Sugestões:Dúvidas; Opiniões; Sugestões: Gerson G. Ramos.Gerson G. Ramos. e-mail:e-mail: ramos@advir.comramos@advir.com
  • 5. (Rm 4:7) Bem-aventurados aqueles cujas iniquidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; (1Jo 1:9) Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. (1Jo 2:12) Filhinhos, eu vos escrevo, porque os vossos pecados são perdoados, por causa do seu nome. ► Resp. 4. Apesar dos nossos erros e suas consequências, Cristo nos perdoa, aceita e transforma. O Cristo que morreu para nos perdoar também tem autoridade para nos curar. É interessante o fato de que a primeira coisa da qual Jesus tratou quando o paralítico foi levado à Sua presença foi a condição espiritual do homem. Jesus, é claro, sabia exatamente qual era o verdadeiro problema. Apesar do estado físico miserável daquele homem, Cristo sabia que seu mais profundo problema era a culpa relacionada a uma vida cheia de pecado. Portanto, sabendo que o homem desejava o perdão, Jesus proferiu as palavras mais confortadoras para alguém que entende a realidade e o preço do pecado: “Estão perdoados os teus pecados.” Ellen G. White declarou: “Não era, entretanto, o restabelecimento físico que ele desejava tanto, mas o alívio do fardo de pecado. Se pudesse ver Jesus, e receber a certeza do perdão e a paz com o Céu, estaria contente em viver ou morrer, segundo a vontade de Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 267). Um pastor adventista pregava, muitas vezes, sobre a fé suficiente para não ser curado. Essa é a maior fé entre todas: quando olhamos para além de nossas circunstâncias físicas e nos concentramos na vida eterna. Frequentemente, nossos pedidos de oração estão relacionados às nossas necessidades físicas. Embora Deus Se importe com essas necessidades, em Seu Sermão do Monte, Jesus disse que devemos buscar “em primeiro lugar o Reino de Deus e a Sua justiça” (Mt 6:33, NVI). No fim das contas, apesar de nossas necessidades físicas imediatas, neste mundo de tantas coisas temporais e fugazes, é fundamental conservar sempre diante de nós as coisas eternas. Sejam quais forem nossas lutas físicas, mesmo no pior cenário elas serão sempre e apenas temporais. Por que é fundamental nunca se esquecer dessa verdade? ❉ Quinta - Deixar os mortos sepultarem os mortos ► Perg. 5. Leia Mateus 8:18-22. O que Jesus disse a respeito do que significa segui-Lo? (Mt 8:18-22) 18 Vendo Jesus muita gente ao seu redor, ordenou que passassem para a outra margem. 19 Então, aproximando-se dele um escriba, disse-lhe: Mestre, seguir-te-ei para onde quer que fores. 20 Mas Jesus lhe respondeu: As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça. 21 E outro dos discípulos lhe disse: Senhor, permite-me ir primeiro sepultar meu pai. 22 Replicou- lhe, porém, Jesus: Segue-me, e deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. ► Resp. 5. O discípulo deve entender que seguir Jesus significa renunciar às coisas deste mundo, incluindo até algum planejamento familiar. Enquanto seguimos Jesus, os mortos espiritualmente podem cuidar dos mortos fisicamente. Primeiro, em Mateus 8:18-22, vemos dois homens se aproximando de Jesus com o desejo de ser Seus discípulos. Ambos são sinceros; contudo, alguma coisa parece impedi-los de seguir o Mestre. Jesus, que conhece os pensamentos humanos, foi direto ao âmago da questão. Ele perguntou se o primeiro homem estava realmente disposto a renunciar a tudo, inclusive a sua própria cama, para segui-Lo! Isso não significa, necessariamente, que os seguidores de Jesus devam perder todas as posses terrestres, mas, simplesmente, que eles devem estar prontos a perdê-las. Jesus então perguntou ao segundo homem se ele estava verdadeiramente disposto a colocar Cristo acima de sua família. À primeira vista, Suas palavras para o segundo homem parecem muito duras. Tudo o que o homem desejava era sepultar seu pai. Por que ele não podia fazer isso primeiro, e depois seguir Jesus, especialmente quando, na fé judaica, garantir um sepultamento adequado para os pais era considerado parte da obediência ao quinto mandamento? Dúvidas; Opiniões; Sugestões:Dúvidas; Opiniões; Sugestões: Gerson G. Ramos.Gerson G. Ramos. e-mail:e-mail: ramos@advir.comramos@advir.com
  • 6. Contudo, alguns intérpretes argumentam que o pai do homem ainda não estava morto, ou mesmo à morte; em vez disso, o homem estava basicamente dizendo a Jesus: Deixa-me resolver todos os meus problemas familiares, e então Te seguirei. Por isso, Ele respondeu de modo firme. Outro chamado ao discipulado foi feito a Mateus, um desprezado coletor de impostos (Mt 9:9-13). Jesus conhecia o coração de Mateus, que estava obviamente aberto à verdade, como mostra sua reação ao chamado. Jesus certamente conhecia o tipo de reação que produziria Seu chamado a alguém como Mateus, e isso ocorreu, como o texto revela. A partir de nossa perspectiva hoje, é difícil imaginar exatamente qual seria a reação das pessoas daquela época ao chamado de alguém como Mateus, devido ao transtorno que isso representaria à ordem da sociedade. O que vemos aqui é outro exemplo de que o chamado do evangelho é realmente universal. Leia Mateus 9:13. Embora o contexto seja diferente, como esse princípio se aplica ainda hoje, mesmo quando substituímos a ideia do sacrifício animal pelo sacrifício de Jesus? Isto é, como podemos ser cuidadosos para não deixar que as crenças ou práticas religiosas, ainda que sejam corretas, nos impeçam de fazer o que realmente importa para Deus? (Mt 9:13) Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos; pois não vim chamar justos, e sim pecadores ao arrependimento. ❉ Sexta - Estudo adicional Leia, de Ellen G. White, “Podes Tornar-me Limpo”, em O Desejado de Todas as Nações, p. 262-271. Os alemães têm um ditado: “Einmal ist keinmal”, que quer dizer, literalmente, “uma vez significa nenhuma vez”. É uma expressão idiomática cujo significado é: se algo acontece apenas uma vez, não conta, não importa. Se acontece apenas uma vez, poderia também nunca ter acontecido. Quer você concorde ou não, pense sobre essa ideia no contexto do estudo de quinta-feira, quando Jesus disse ao homem que desejava primeiro sepultar seu pai para depois ser discípulo: “Segue-Me, e deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos” (Mt 8:22). O que Jesus quis dizer ao deixar implícito que o homem vivo, na realidade, estava morto? Bem, se “einmal ist keinmal”, se “uma vez significa nenhuma vez”, então viver neste mundo apenas uma vez, sem a eternidade, seria como se uma pessoa nunca tivesse nascido. Seria a mesma coisa que estar morta (ver Jo 3:18). Os pensadores seculares, que não creem numa vida futura, têm se queixado da falta de sentido de uma vida que existe aqui apenas uma vez, e que, além disso, dura bem pouco antes de se dissipar por toda a eternidade. Que sentido há, perguntam eles, se após esse curto espaço de tempo deixamos de existir e somos esquecidos para sempre? Não é de admirar, portanto, a forte declaração de Jesus. Ele estava procurando indicar para o homem uma realidade mais ampla do que aquela que este mundo oferece. Perguntas para reflexão Com base nas palavras de Jesus sobre deixar que os mortos sepultem os mortos, qual é a importância de conservar em mente o quadro mais amplo em tudo o que fazemos? Como nossa teologia nos ajuda a entender a amplitude desse quadro? Nem sempre conhecemos a vontade de Deus a respeito da cura física, mas sempre sabemos qual é Sua vontade a respeito da cura espiritual. De que forma isso deve afetar nossa vida de oração? Quais são as coisas mais importantes para você? Faça uma lista e leve para a classe. O que vocês podem aprender com as prioridades uns dos outros? O que nossas prioridades nos ensinam sobre nós mesmos e sobre nosso conceito de mundo, de Deus e uns dos outros? Qual seria a diferença entre a nossa lista e a de um grupo de ateus? Comentários de Ellen G. White Dúvidas; Opiniões; Sugestões:Dúvidas; Opiniões; Sugestões: Gerson G. Ramos.Gerson G. Ramos. e-mail:e-mail: ramos@advir.comramos@advir.com
  • 7. Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 262-271. Auxiliar para o professor Resumo da Lição TEXTO-CHAVE: Mateus 9:1-8 O ALUNO DEVERÁ Conhecer: Jesus, aquele que recompensa a fé dos que O buscam. Sentir: O poder e a autoridade de Jesus, que solucionam os difíceis problemas da vida. Fazer: Confiar no poder restaurador e perdoador de Jesus. ESBOÇO Conhecer: Jesus, Aquele que recompensa nossa fé Quais fatores são frequentes nos milagres de cura em Mateus 8? Por que o sábado é mencionado no centro dos milagres de Jesus? (Mt 8:16, 17; Lc 4:31-41) Como os milagres registrados em Mateus 8:22–9:8 demonstram que Jesus Se importa com as necessidades de cada pessoa, seja quem for? Sentir: O poder e a autoridade de Jesus O que Jesus fez para demonstrar que ninguém é marginalizado nem desprezado em Seu reino, seja leproso, gentio ou mulher? (Mt 8:1-15) Explique o chamado, a resposta e o custo envolvidos no discipulado (Mt 8:18-22). Descreva a reação dos espectadores dos milagres de Jesus (Mt 8:23-9:1-8). Fazer: Confiar em Jesus e servi-Lo Cada milagre requereu confiança no poder salvador e restaurador de Jesus. Que tipo de milagre você aguarda, e quanta confiança isso requer de você? Em Seu ministério, Jesus tinha apenas um compromisso: ajudar, e apenas um motivo: amar. O que você precisa fazer para que seu ministério seja como o de Cristo? RESUMO: O poder e a autoridade de Jesus como Messias foram utilizados para servir e erguer a humanidade. Seu reino foi inclusivo. Quem ia a Ele se sentia aceito por Seu amor e incluído em Sua graça salvadora. O resultado foi a admiração: “Quem é este?” (Mt 8:27) Ciclo do aprendizado Motivação Focalizando as Escrituras: Mateus 9:6 Conceito-chave para o crescimento espiritual: Mateus 9:1-8 apresenta o episódio do paralítico que havia perdido a esperança de andar. No entanto, ele tinha alguns amigos que creram em tudo que ouviram sobre Jesus enquanto Ele exerceu o ministério na Galileia. Certo dia, quando Jesus retornou à cidade de Cafarnaum, esses amigos agiram pela fé. Esses homens carregaram o amigo paralítico e o colocaram diante de Jesus. A tarefa que empreenderam foi um maravilhoso exercício de fé, como observa Marcos 2:4. Como a casa estava lotada, os amigos subiram no telhado, fizeram uma abertura nele e “baixaram o leito em que jazia o doente”. Esse ato de fé teve resposta instantânea: perdão de pecados e cura física. A melhor coisa que a amizade cristã pode fazer é conduzir alguém em necessidade a Jesus, o melhor amigo de todos. Discussão de abertura Quando Jesus disse ao paralítico que tivesse bom ânimo, assegurou-lhe duas coisas: seus pecados estavam Dúvidas; Opiniões; Sugestões:Dúvidas; Opiniões; Sugestões: Gerson G. Ramos.Gerson G. Ramos. e-mail:e-mail: ramos@advir.comramos@advir.com
  • 8. perdoados e a saúde estava restaurada. Por que Jesus perguntou: “Qual é mais fácil? Dizer: Estão perdoados os teus pecados, ou dizer: Levanta-te e anda”? (Mt 9:5) Compreensão Para o professor: Ao longo dos anos, a missão aos leprosos, ligada ao Christian Medical College, em Vellore, Índia, foi a precursora de vários empreendimentos, inclusive cirurgia reconstrutiva, para levar esperança a milhares que vivem nas vilas próximas e que sofrem com a lepra. Um desses empreendimentos foi a criação de sandálias pretas, feitas com borracha de pneu de avião, que deveriam servir como uma espécie de almofada para os pés, tornando a caminhada menos dolorosa. Essa boa invenção logo se transformou num instrumento de exclusão social. As sandálias incomuns identificavam facilmente os leprosos, o que levou os restaurantes locais e outros estabelecimentos alimentícios a se recusarem a servir centenas de homens e mulheres desfavorecidos. Tocados pelo escândalo ocasionado pelas sandálias, médicos, enfermeiras, professores e estudantes do Christian Medical College começaram a usar as sandálias negras, causando transtorno aos donos de restaurantes. O boicote terminou e as sandálias se transformaram num símbolo de amor cristão. A lição desta semana aborda o modo pelo qual Cristo tratou os desfavorecidos no ambiente em que Ele estava inserido. Vamos estudar três incidentes, nos quais Ele tocou os intocáveis, incluiu os excluídos e libertou os cativos. Comentário Bíblico I. Tocando os intocáveis (Recapitule Mateus 8:1-4 com a classe.) “Impuro, impuro” era o brado exigido dos leprosos para manter os transeuntes à distância. Decomposição e deformidade física, exclusão social e isolamento da comunidade transformavam os leprosos em mortos vivos. Eles eram os intocáveis da sociedade. De acordo com a lei rabínica, pelo menos um metro e meio de distância devia separá-los de qualquer outro ser humano. Quebrar esse limite significava ficar impuro, o que exigia rigorosas cerimônias de purificação, supervisionadas por um sacerdote. Nossa história está inserida nesse contexto. O leproso sabia que Jesus é o Senhor e que tem poder para curar as pessoas, mas como Ele transporia esse limite físico? Um metro e meio era uma distância longa e o leproso estava proibido de ultrapassar esse limite para chegar ao ponto de salvação, onde estava a cura. Mas a fé do leproso acabou com a distância, e ao seu brado instantaneamente veio a resposta: “Quero, fica limpo! (Mt 8:3) A história não é um simples caso de um leproso buscando cura, mas representa a humanidade pecadora e imperfeita sem qualquer auxílio ou meios próprios para encontrar descanso, paz e redenção. O pecado gera a maior intocabilidade. Ele é a lepra da alma, onde o ser interior está apodrecendo, a ternura do coração se torna uma rocha fria e áspera, e a visão para o que é mais nobre e sublime se transforma num orgulhoso e altivo egocentrismo. “Todos pecaram”, disse o apóstolo Paulo (Rm 3:23). Portanto, todos são leprosos espirituais, intocáveis. Vista desse modo, a história de Jesus tocando o leproso nos dá esperança. Ele não cruzou uma barreira de um metro e meio, mas o vasto abismo entre o Céu e a Terra; deixou a presença de Deus e veio à Terra para tocar todos nós. O toque de Jesus, disponível a cada um de nós, tem poder para perdoar o pior dos pecados, promover cura onde há degradação, e levar-nos da morte do pecado para o abraço amoroso de Deus. Pense nisto: “A obra de Cristo em purificar o leproso de sua terrível doença é uma ilustração de Sua obra em libertar a pessoa do pecado” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 266). Comente com a classe. II. Incluindo os excluídos (Recapitule Mateus 8:5-13 com a classe.) A história do comandante romano que se aproximou de Jesus para solicitar a cura de seu servo, que estava à beira da morte, revela quatro grandes verdades. Em primeiro lugar, o centurião, tendo o selo de César em Cafarnaum, demonstrou que o poder e a autoridade nunca devem cegar alguém para o valor e a dignidade de um ser humano, mesmo sendo um escravo. A lei romana dava a um escravo a mesma consideração dada a uma Dúvidas; Opiniões; Sugestões:Dúvidas; Opiniões; Sugestões: Gerson G. Ramos.Gerson G. Ramos. e-mail:e-mail: ramos@advir.comramos@advir.com
  • 9. ferramenta de trabalho, pois eram lançados fora quando ficavam inutilizáveis, mas o centurião superou essa monstruosa cultura. Em segundo lugar, a aceitação da graça divina por meio de Jesus estava disponível ao centurião e ao servo. Os dois eram gentios na cultura judaica, apenas um nível acima do leproso que Jesus havia acabado de curar. A porta de acesso a Jesus está sempre aberta e nunca é fechada para ninguém, seja gentio ou escravo. O que é excluído pelo mundo em pecado é incluído no novo mundo criado por Jesus. Em terceiro lugar, o sentimento de indignidade diante da graça divina é a chave para experimentar o poder dessa graça. O centurião expressou sua indignidade quanto à presença de Jesus em seu lar e exclamou: “Apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado” (Mt 8:8). Em quarto lugar, o poder de Jesus, tanto naquela época quanto na nossa, deve ser identificado, não necessariamente por Sua presença física, mas por meio da fé em Sua Palavra. O centurião tinha esse tipo de fé. Jesus Se “admirou” com ela e disse-lhe que fosse para casa e visse a resposta à sua extraordinária fé. Pense nisto: A expressão “admirou-Se Jesus” é usada duas vezes nos evangelhos. A primeira, no contexto da fé do centurião. O segundo exemplo está em Marcos 6:6, onde Jesus Se “admirou” da incredulidade que levou o povo de Nazaré a rejeitá-Lo. Com base nesse contexto, como você compreende a reação de Jesus à fé do centurião: “Nem mesmo em Israel achei fé como esta” (Mt 8:10). Como você interpreta o veredito messiânico nos versos 11 e 12? III. Libertando o cativo (Recapitule Mateus 8:28-34 com a classe.) Enquanto Mateus falou de dois homens possuídos por demônios, Marcos (5:1-20) e Lucas (8:26-29) se referiram a um. Isso não é discrepância. Os dois últimos autores parecem focalizar o homem que interagiu com Jesus. O importante é que a possessão demoníaca é real, e a única segurança contra esse tipo de controle de Satanás é permanecer em Cristo. A pessoa que está ancorada em Cristo e Suas promessas resiste “ao diabo, e ele fugirá” dela (Tg 4:7). Em vez de se regozijar com a cura do homem possuído pelo demônio, “a cidade toda saiu” e “rogou” que Jesus a deixasse (Mt 8:34). Essa resposta veio dos gentios. Mas João expressou a rejeição de Jesus de modo ainda mais poderoso: “Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (Jo 1:11). Por que Cristo é desprezado pela humanidade? Sua presença incomoda a rotina e o conforto, e coloca sob o julgamento divino aquilo que a humanidade considera normal. Onde Ele está, o pecado não tem lugar; a injustiça não pode mostrar sua face; a dominação egocêntrica precisa ceder à irmandade; os olhos cegados pelas cataratas da cor, raça, casta ou gênero precisam ser submetidos a uma cirurgia de catarata; o amor, a misericórdia e a justiça precisam marcar cada contorno da vida humana. Cristo é o “grande perturbador”. “Por que você nos perturba? Deixe-nos em paz!”, é o brado dos que vivem nas zonas de conforto do sossego e do silêncio. Mas felizes são os que abrem as portas e convidam o Cristo crucificado para entrar e cear com eles (Ap 3:20). Pergunta para discussão Diante das muitas preocupações com a sobrevivência e a vida material, você já pediu que Cristo o deixasse em paz? Já O deixou esperando por algum tempo? Quais são os meios imperceptíveis de manter Cristo afastado? Aplicação Para o professor: Considere uma característica comum às três curas da lição desta semana: de acordo com a lei judaica, o leproso era impuro por causa da doença; o servo do centurião era impuro por ser gentio; os endemoninhados eram impuros por serem gentios, porque estavam possuídos pelo demônio e porque viviam num cemitério. A impureza é a característica presente nos três milagres. Pergunta para reflexão Quem são os “impuros” atualmente, e como podemos ministrar a eles? Dúvidas; Opiniões; Sugestões:Dúvidas; Opiniões; Sugestões: Gerson G. Ramos.Gerson G. Ramos. e-mail:e-mail: ramos@advir.comramos@advir.com
  • 10. Criatividade e atividades práticas Para o professor: O centurião romano disse a Jesus: “Apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado” (Mt 8:8). Confiança na Palavra de Deus é nossa urgente necessidade e o meio para alcançarmos a vitória. Para resistir ao pecado, fugir da tentação ou buscar a cura, volte-se para a Palavra. Há poder nela. Embora não consigamos ver Deus face a face, temos acesso a Ele por meio da oração e de Sua Palavra. Aquele que falou e tudo foi criado, conforme Sua palavra, ainda está em nosso meio. Sua Palavra e Seu poder estão conosco. Atividade Peça a cada membro da classe que escreva sobre uma ocasião em que a Palavra de Deus lhes trouxe novidade de vida. Como alternativa, peça que escrevam sobre uma história acerca do poder transformador da Palavra na vida de alguém. Convide-os a compartilhar as histórias com o restante da classe. Planejando atividades: O que sua classe pode fazer na próxima semana como resposta ao estudo da lição? Dúvidas; Opiniões; Sugestões:Dúvidas; Opiniões; Sugestões: Gerson G. Ramos.Gerson G. Ramos. e-mail:e-mail: ramos@advir.comramos@advir.com