Lisboa, outubro de 2014.
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Veja mais explicações sobre o que é um REA no vídeo disponível...
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The Open Education Handbook needs your feedback
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Comunicação Online e Aprendizagem na Sociedade em Rede: Práticas Educacionais Abertas (PEA)

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Material Didático hipertextual produzido no Moodle durante atividades do Estágio Pós-Doutoral na Universidade Aberta em Portugal. Unidade Curricular Psicologia da Comunicação Online do curso de Mestrado em Pedagogia do e-Learning – semestre
2014-2015 coordenada pelo professor António Manuel Quintas-Mendes.

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Comunicação Online e Aprendizagem na Sociedade em Rede: Práticas Educacionais Abertas (PEA)

  1. 1. Lisboa, outubro de 2014. ________________________ 1. Material Didático hipertextual produzido no Moodle durante atividades do Estágio Pós- Doutoral na Universidade Aberta em Portugal. Unidade Curricular Psicologia da Comunicação Online do curso de Mestrado em Pedagogia do e-Learning – semestre 2014-2015 coordenada pelo professor António Manuel Quintas-Mendes.
  2. 2. 1 Licenciamento 2 Introdução Você já ouviu falar ou já leu sobre conteúdos de livre acesso disponíveis para utilização, modificação e adaptação para nossas necessidades pessoais e profissionais? Costuma utilizar vídeos, áudios, imagens e textos publicados na internet? Compartilha fotos e animações nas redes sociais? Essas são algumas perguntas para iniciar nosso percurso de estudos sobre os conceitos, condicionantes, implicações e características da comunicação online. Nosso desafio, ao iniciar essa unidade curricular, é refletir sobre as Práticas Educacionais Abertas (PEA) na comunicação online, especialmente, sobre o processo de integração de Recursos Educacionais Abertos (REA) nas ações de ensino e aprendizagem. Para tanto, é essencial compreender o que são recursos educacionais e quais são os princípios que sustentam a abertura. O convite está posto. Esperamos sua participação ativa no estudo dos textos e nas interações colaborativas. Durante o semestre aprenderemos junto sobre as nuances psicológicas e sociológicas, as implicações econômicas e culturais da mediação tecnológica em redes livres e abertas no âmbito da pedagogia flexível e aberta. 3 Práticas educacionais abertas como democratização da inovação Você deve estar se questionando: por que tratar sobre PEA no âmbito de uma unidade curricular tematizada pela psicologia da comunicação online? Nesse momento inicial, adentramos pela discussão em torno dos REA porque
  3. 3. nosso propósito ao longo do semestre é desenvolver conhecimento teórico-prático para análise, avaliação e reformulação de materiais e documentos produzidos e disponibilizados em formato aberto. A avaliação entre pares é outra dinâmica fundamental para estabelecer interação, colaboração, autoria e coautoria mediada pelas tecnologias digitais tanto em ambientes formais quanto informais. Assim, com esse módulo inicial, estamos nos preparando para analisar documentos produzidos por pares (estudantes de cursos acadêmicos) e realizar as modificações que julgarmos necessárias. Para tanto, quais são os fundamentos do movimento internacional das PEA e REA? Do ponto de vista do pensamento aberto como democratização da inovação (VON HIPPEL, 2005), as informações podem sofrer adaptações, reformulações, complementações e melhorias por variados autores que se tornam coautores em rede (AMIEL, 2012; BERROCOSO, 2013). Isso só se torna possível quando a produção é compartilhada e parametrizada pela abertura do código fonte. Materiais e documentos produzidos e divulgados em arquivos no formato fechado (especialmente os produzidos em softwares proprietários) dificultam adaptações e reformulações contextuais e curriculares. Segundo Cardoso (2014), "o conceito de "aberto" abrange múltiplas dimensões, tal como referido por Weller (2012): - open source (referindo-se, em particular, ao software livre, cujo movimento teve por base a educação superior), - Open Educational Resources (que descreve como a aplicação dos princípios de open source à distribuição de conteúdos educacionais), - open courses (cursos que são oferecidos online, com vários modelos de pagamento ou totalmente gratuitos), - open research (várias abordagens à investigação, entre as quais crowdsourcing e conferências online abertas e gratuitas), - open data (não só a partilha livre de dados, mas também o desenvolvimento de padrões para interligar as vastas quantidades de dados disponíveis), - open Application Programme Interfaces (que permitem aos criadores de software construir ferramentas e códigos que podem ser utilizados com os dados de uma determinada aplicação já existente, como é o caso do Facebook e Twitter) e - Open Access Publishing (a publicação online, de forma rápida e económica, disponibilizada de forma gratuita e com modelos abertos de revisão por pares)."(CARDOSO, 2014, s.p)
  4. 4. Butcher, Kanwar e Uvalic´-Trumbic´ (2011) ajudam-nos a entender o que são REA. Os autores explicam que REA são materiais em qualquer suporte ou mídia que estão sob domínio público ou estão licenciados de maneira aberta para que possam ser utilizados e/ou adaptados. Portanto, um princípio essencial para dinamizar a inovação nas PEA é disponibilizar e compartilhar as produções que podem ser tanto individuais quanto coletivas. Num mesmo documento várias unidades podem ser remixadas, traduzidas e adaptadas para finalidades diversas finalidades, dentre elas educacionais. Segundo Rossini e Gonzalez (2012) é esse movimento que permite transformar a educação. Starobinas (2012, p.124) ressalta que “o suporte digital, atualmente, facilita o trabalho de adaptação dos conteúdos. Na cultura digital, essa operação leva o nome de remix” que torna possível a prática da educação aberta. Okada (2014) enfatiza que o movimento de abertura da educação visa "ampliar a aprendizagem em larga escala através da eliminação das barreiras para formação superior com maximização da disponibilização de materiais educacionais livres, pesquisas científicas públicas, tecnologias e cursos gratuitos" (p. 13). Um dos potenciais dos REA reside na sua agregação aos princípios e condições operacionais da hipermídia preconizados pelos movimentos contemporâneos da renovação metodológica e inovação inspirada em recursos e ferramentas de informação e comunicação eletrônica (Figura 1). Figura 1: Princípios e condições operacionais da educação aberta Como podemos ver na sistematização da Figura 1, as inovações alicerçadas nos conhecimentos perpassam a necessidade de revisão dos modos de produção, publicação, acesso e reformulação. O conhecimento concentrado para acesso por poucas pessoas situa-se num campo de valores e concepções de cultura proprietária e consumista. As PEA são baseadas na produção, utilização e reutilização de REA. Segundo a
  5. 5. Unesco (2010) "em geral, a prática educacional aberta é definida como o uso do REA para melhoria da qualidade das experiências de ensino. O foco dos REA é no conteúdo enquanto que as PEA representam o movimento de criação de ambientes educacionais em que os REA possam ser usado ou criados como recursos de aprendizagem" (p. 1, tradução livre). Por isso, a aposta do movimento PEA é que o compartilhamento de materiais e documentos para acesso livre com possibilidade de reutilização gere, a curto ou médio prazo, atualização nos modos de comunicação entre as pessoas. Trata-se de promover condições pedagógicas e tecnológicas para que cada vez mais sejam motivadas práticas de autoria e coautoria, observância das questões dos direitos de autores, avaliação entre pares como prática colaborativa. 4 O que são recursos educacionais abertos? Para que possamos ampliar nossos conhecimentos sobre a comunicação online nos propomos à analisar e reformular recursos produzidos por outros autores. Assim, vamos estudar um pouco mais o conceito REA que é um dos pilares das PEA. Nesse módulo, faremos uma breve introdução ao assunto, pois esse tema é discutido com profundidade na Unidade Curricular Materiais e Recursos para Elearning. Conforme o portal Educação Aberta, "recursos podem ser considerados 'abertos' com base em dois princípios: 1) abertura legal, com o uso de licenças mais permissivas (como Creative Commons) e 2) abertura técnica, através de formatos e protocolos abertos ou especificados abertamente". Com base nisso, podemos afirmar que a discussão a respeito do que hoje vem sendo denominado como quatro liberdades (4Rs) dos REA retoma os princípios discutidos por Merril (2000) e Wiley, Gibson e Recker (2002). Esses autores tratam da utilização e reutilização dos objetos de ensino-aprendizagem em diferentes contextos, com base nas quatro ações: reuso, revisão, remix e redistribuição. Tarouco, Da Silva e Grando (2011, p. 01-2), explicam esses princípios da seguinte maneira: a) Reuso: fazer e reutilizar cópias do material tal como se encontra; b) Revisão: alterar ou transformar o material para que ele melhor se ajuste às necessidades educacionais em um novo contexto; c) Remixagem: mixar (combinar) o material para ajustar a necessidades educacionais diferentes;
  6. 6. d) Redistribuição: compartilhar o trabalho na íntegra, revisado ou remixado. David Wiley, Lane Fischer e John Hilton III são responsáveis pelo grupo de pesquisa interdisciplinar Open Education Group interessado nos impactos dos REA. Disponibilizam uma página na internet chamada OpenContent no endereço www.opencontent.org No site encontra-se a seguinte definição para Conteúdo Aberto com acréscimo de mais uma liberdade: “O termo "conteúdo aberto", descreve qualquer (tradicionalmente excluindo software, que é descrito por outros termos como "open source") obra intelectual licenciada de uma maneira que fornece permissão livre e perpétua para exercer actividades baseadas nos cinco direitos (5R). A quinta liberdade na verdade é considerada a primeira do processo de abertura sendo definida como: “Reter - o direito de fazer e guardar cópias próprias do conteúdo (por exemplo, download, duplicar, armazenar e gerenciar)”. O compartilhamento público dos REA é regido pelo princípio colaborativo e, inclusive, o de economicidade. Do ponto de vista tecnológico, integra os argumentos centrais enfatizados pela filosofia software livre e o conceito objetos de aprendizagem. Agora, você já consegue perceber as características dos REA? A partir dos diferentes autores, podemos afirmar que REA são materiais didáticos, objetos como vídeos ou arquivos de som, imagens, livros, artigos, trabalhos de conclusão de curso. Tem como base o processo de licenciamento Creative Commons. Para tanto, os autores e coautores precisam optar pelo tipo de licenciamento, que varia entre (re)uso, revisão, remixagem e redistribuição que alternam entre opções de licenças "mais flexíveis" ou "mais restritivas"(SEBRIAM e GONSALVES, 2012). Internacionalmente, esse materiais são conhecidos como Open Educational Resources (OER). Veja mais explicações a partir de um exemplo em vídeo disponível na internet: https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=dTNnxPcY49Q Nesse contexto, podemos dizer que as PEA geram convergência tecnológica e sociocultural. Isso pode favorecer a institucionalização de métodos e práticas de ensino- aprendizagem inovadores que, baseados em REA, criam e/ou incrementam cultura de autoria e coautoria. Assim, como você se envolveria numa PEA? Quais são os passos para tornar-se coautor de REA? Inicialmente é preciso superar alguns desafios como: a) transposição de modelos de produção meramente impressos; b) ampliar o potencial interativo na comunicação online; c) acentuar o trabalho colaborativo; d) produzir materiais tecnicamente abertos; e)
  7. 7. incrementar o potencial hipermidiático da produção digital. Veja mais explicações sobre o que é um REA no vídeo disponível na internet: http://youtu.be/MTrUZfTwy_c Práticas, recursos e ambientes sustentados no princípio da educação aberta permitem configurações plurais para o processo ensino-aprendizagem ao longo da vida. Os REA são inovadores do ponto de vista da movimentação de conceitos e práticas abertas, especialmente, por estarem atrelados à transparência e à promoção do compartilhamento do conhecimento (AMIEL, 2012; UNESCO, 2011). Por isso, requerem autoria, coautoria e ambientes educacionais flexíveis (SANTANA, ROSSINI e PRETTO, 2012) para que se possa compartilhar conhecimento em rede. 5 Compartilhamento Você já parou para pensar que materiais e documentos como, por exemplo, textos, vídeos ou arquivos de som, imagens, livros, artigos, trabalhos de conclusão de curso normalmente utilizados no processo ensino-aprendizagem possuem direitos de autoria? Tendo em vista o princípio colaborativo das PEA, o compartilhamento público de REA é realizado por um processo de licenciamento aberto Creative Commons. Para tanto, os autores e coautores precisam optar pelo tipo de licenciamento, que varia entre (re)uso, revisão, remixagem e redistribuição (Figura 2). Sebriam e Gonsales (2012) ressaltam que as opções de licenças podem ser "mais flexíveis" ou "mais restritivas" (Figura 3).
  8. 8. Em todos os casos, a opção BY-Atribuição fica ativada, ou seja, o pensamento aberto em relação aos recursos educacionais está modelado na perspectiva do compartilhamento. Assim, professores e estudantes podem utilizar os recursos para fins de ensino, aprendizagem, pesquisa e/ou extensão sem precisar solicitar qualquer tipo de autorização ao autor original. Já quando se trata de recursos com licença fechada, sua utilização torna-se restrita e limitada. Santana (2012, p. 140) afirma que quando o material é licenciado de maneira fechada, sob a frase “todos os direitos reservados”, não pode ser utilizado para qualquer finalidade, nem gerar novos usos ou ser remixado em novos produtos, ou ser distribuído para ter seu acesso ampliado. A criatividade e a capacidade de adaptação a necessidades locais, ou a simples correção de problemas, fica vedada. Dependendo do formato em que for publicado um conteúdo, tais possibilidades, além de ilegais, podem ser tecnicamente impossíveis. Nesse contexto, licenciar recursos para reutilização, adaptação, reorganização, reformatação e novos compartilhamentos significa maior divulgação da produção e da própria autoria e, mais importante do que isso, a abertura para coautoria. Nenhuma licença Creative Commons rompe com o princípio da referência e da citação clara do autor e dos coautores da obra original. Veja mais explicações no vídeo disponibilizado no Youtube por João Henriques: https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=KZotMgqg9Ps
  9. 9. 6 Exemplos de links e sites relacionados The Open Education Handbook needs your feedback http://openeducationeuropa.eu/en/news/open-education-handbook-needs-your-feedback Educação Aberta http://educacaoaberta.org/rea/ Comunidade REA Brasil http://www.rea.net.br/site/comunidade-rea-brasil/ Cátedra de investigación de innovación en tecnología y educación del Tecnológico de Monterrey http://catedra.ruv.itesm.mx/handle/987654321/368 TEMOA: Portal de Recursos Educativos Abiertos www.temoa.info/es/rubrica Banco Internacional de Objetos Educacionais http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/ Creative Commons https://creativecommons.org/ UNESCO - Communication and Information http://www.unesco.org/new/en/communication-and-information/access-to-knowledge/open- educational-resources/ Open Content www.opencontent.org Portais de Repositórios Ranking Web of World Repositories: http://repositories.webometrics.info Educonector: www.educonector.info Redes Internacionais OportUnidad: http://www.oportunidadproject.eu/es/ OPAL: http://www.oer.quality.org CLARISE: https://sites.google.com/site/redclarise/ 7 Referências AMIEL, Tel (2013). Educação aberta: configurando ambientes, práticas e recursos educacionais. In: SANTANA; Bianca, ROSSINI, Carolina e PRETTO, Nelson De Lucca (Org.). Recursos Educacionais Abertos: práticas colaborativas políticas públicas.1. ed., 1 imp. – Salvador: Edufba; São Paulo: Casa da Cultura Digital. Disponível em: <
  10. 10. http://www.livrorea.net.br/livro/home.html> Acesso em: 08 dezembro de 2013. ANDERSON, Terry. (2004) Toward a Theory of Online Learning, in Theory and Practice of Online Learning. Disponível em http://cde.athabascau.ca/online_book/ch2.html Acesso em 30 setembro 2014. BERROCOSO, Jesús Valverde (2013). El acceso abierto al conocimiento científico. Disponível em: < http://hdl.handle.net/2445/36335 > Acesso em: 30 set. 2014. BUTCHER, N., KANWAR, A. e UVALIC´-TRUMBIC´, S. (2011) A Basic Guide to Open Educational Resources (OER). Commonwealth of Learning: Vancouver.COMMONWEALTH OF LEARNING (2005). Creating learning materials for open and distance learning: a handbook for authors and instructional designers. Vancouver, Canadá.KAFAI, Y. et al. (1999) Being Fluent with Information Technology. Disponível em: <http://www.nap.edu/catalog/6482.html>;. Acesso em: 20 jan. 2012. CARDOSO, Paula. Práticas Educacionais Abertas. Disponível em: <http://cnx.org/contents/1770796b-221c-446e-b20e-7293f2563e29@1/Pr %C3%A1ticas_Educacionais_Abertas> Acesso em: 27 outubroo de 2014. MALLMANN, E. M. e outros (2012). Fluência Tecnológica dos Tutores em Ambientes Virtuais. In: RENOTE - Revista Novas Tecnologias na Educação. V.10 Nº1, Julho. Disponível em: <http://seer.ufrgs.br/renote/article/view/30821/19193 >. Acesso em: 02 dezembro de 2013. MALLMANN, Elena Maria e JACQUES, Juliana Sales (2013). Recursos educacionais abertos: autoria e coautoria em rede como democratização da inovação. In: Revista Iberoamericana de Educación (RIE), vol. 2, n. 63. Disponível em: < http://www.rieoei.org/deloslectores/5846Mallmann.pdf > Acesso em 12 de dezembro de 2013. MERRIL, M. D. (2000) Knowledge objects and mental models. In: D. A. Wiley (org.) The Instructional Use of Learning Objects. Versão online. AIT/AECT. Disponível em:< http://reusability.org/read/>; Acesso em: 05 de dezembro de 2013. OKADA,Alexandra. Competências-chave para coaprendizagem na era digital: fundamentos, métodos e aplicações. Santo Tirso: Whitebooks, 2014. ROSSINI, C. e GONZALEZ, C. (2012) REA: o debate em política pública e as oportunidades para o mercado. In: SANTANA; B., ROSSINI, C. e PRETTO, N. L. (Orgs). Recursos Educacionais Abertos: práticas colaborativas políticas públicas.1. ed. Salvador: Edufba; São Paulo: Casa da Cultura Digital. Disponível em: http://livrorea.net.br Acessado em outubro de 2012. SANTANA; Bianca, ROSSINI, Carolina e PRETTO, Nelson De Lucca (Org.) (2012) Recursos Educacionais Abertos: práticas colaborativas políticas públicas.1. ed., 1 imp. – Salvador: Edufba; São Paulo: Casa da Cultura Digital. Disponível em: < http://www.livrorea.net.br/livro/home.html> Acesso em: 08 dezembro de 2013. SCHNEIDER, D. R. (2012) Prática Dialógico-Problematizadora dos Tutores na UAB/UFSM: Fluência Tecnológica no Moodle. Dissertação de Mestrado, Santa Maria: UFSM/PPGE. SEBRIAM, D. e GONSALES, P. (2012) Recursos Educacionais Abertos: origem, o que são e para que servem. In: Seminário REA. Porto Alegre. Disponível em:http://rea.net.br/site/governo- do-rs-e-projeto-rea-brasil-promovem-seminario/. Acesso: 16 dezembro de 2013. STAROBINAS, L. (2012) REA na educação básica: a colaboração como estratégia de enriquecimento dos processos de ensino-aprendizagem. In: SANTANA; B., ROSSINI, C. e PRETTO, N. L. (Orgs). Recursos Educacionais Abertos: práticas colaborativas políticas públicas.1. ed. Salvador: Edufba; São Paulo: Casa da Cultura Digital. Disponível em: http://livrorea.net.br Acessado em: 13 dezembro de 2013. TAROUCO, L. M. R; DA SILVA, C. C. G; GRANDO, A. (2011) Fatores que afetam o reuso de objetos de aprendizagem. Revista Novas Tecnologias na Educação, V. 9 Nº 1, julho. UNESCO. (2011) Recursos Educacionais Abertos. Commonwealth of Learning com colaboração da Comunidade REA-Brasil. Disponível em: <http://rea.net.br/site/o-que-e-rea/ > Acesso em: 25 de novembro 2013.
  11. 11. UNESCO.Open educational practice - approaching a definition for a new concept. Disponível em: <http://www.icde.org/filestore/Resources/OPAL/Openeducationalpractice- approachingadefinitionforanewconcept.pdf> Acesso em: 27 outubro 2014 VON HIPPEL, Eric (2005). Democratizing Innovation. Cambridge, Massachusetts: The MIT Press. WILEY, D.; GIBSON, A. S.; RECKER (2002). A reformulation of the issue of learning object granularity and its implications for the design of learning objects. Disponível em: < http://reusability.org/granularity.pdf>. Acessado em outubro de 2013. 8 Atividade relacionada no Moodle Acesse o Fórum Práticas Educacionais Abertas: características e contextos e participe da interação. Enunciado da atividade: Após responder o Questionário inicial e ter estudado o recurso Práticas Educacionais Abertas participe da interação nesse fórum com foco nas seguintes questões orientadoras: 1) Escrever trabalhos em coautoria e avaliar trabalhos de colegas pode ser considerado uma Prática Educacional Aberta (PEA)? Conhece exemplos de PEA lusófonos? Período: 03/11/2014 à 10/11/2014 Poderá iniciar um novo tópico ou responder o tópico iniciado por um dos colegas ou professores.

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