SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 38
ATENÇÃO BÁSICA À SAÚDE /
ESF
Andrezza Beatriz Oliveira
andrezzabeatriz@gmail.com
FONTE: IBGE (2004)
A TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA NO
BRASIL
* Até 1970 dados só d e capit ais
Fonte Barbosa Silva et alii(2003)
TENDÊNCIAS DA MORTALIDADE
POR GRUPOS DE CAUSAS
BRASIL – 1930/2000
A CRISE DO MODELO DE ATENÇÃO
À SAÚDE NO SUS
 UMA SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA DE DUPLA
CARGA DA DOENÇA COM PREDOMINÂNCIA
RELATIVA DAS CONDIÇÕES CRÔNICAS
 UM MODELO DE ATENÇÃO VOLTADO PARA
AS CONDIÇÕES AGUDAS
A LÓGICA DA ATENÇÃO ÀS
CONDIÇÕES AGUDAS
ATENÇÃO
HOSPITALAR
ATENÇÃO
AMBULATORIAL
ESPECIALIZADA
ATENÇÃO
PRIMÁRIA
A
B
INTERNAÇÃO HOSPITALAR
SEVERIDADE DA
DOENÇA
TEMPO
PA
AMBULATORIA
L
AS DIFERENÇAS ENTRE AS
CONDIÇÕES AGUDAS E AS
CONDIÇÕES CRÔNICAS DE
SAÚDE
CONDIÇÕES AGUDAS
• DURAÇÃO LIMITADA
• MANIFESTAÇÃO
ABRUPTA
• AUTOLIMITADAS
• DIAGNÓSTICO E
PROGNÓSTICO
USUALMENTE
PRECISOS
• INTERVENÇÃO
USUALMENTE EFETIVA
• RESULTADO: A CURA
CONDIÇÕES CRÔNICAS
 DURAÇÃO LONGA
 MANIFESTAÇÃO GRADUAL
 NÃO AUTOLIMITADAS
 DIAGNÓSTICO E
PROGNÓSTICO
USUALMENTE INCERTOS
 INTERVENÇÃO
USUALMENTE COM
ALGUMA INCERTEZA
 RESULTADO: O CUIDADO
A MUDANÇA DO MODELO DE
ATENÇÃO À SAÚDE NO SUS
• DO MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE
VOLTADO PARA AS CONDIÇÕES AGUDAS:
OS SISTEMAS
FRAGMENTADOS DE ATENÇÃO À SAÚDE
• PARA O MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE
VOLTADO PARA AS CONDIÇÕES CRÔNICAS:
AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE
O CONCEITO DE REDE DE
ATENÇÃO À SAÚDE
É A ORGANIZAÇÃO HORIZONTAL DE
SERVIÇOS DE SAÚDE, COM O CENTRO DE
COMUNICAÇÃO
NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE, QUE
PERMITE PRESTAR UMA ASSISTÊNCIA
CONTÍNUA A DETERMINADA POPULAÇÃO
- NO TEMPO CERTO, NO LUGAR
CERTO, COM O CUSTO CERTO E COM A
QUALIDADE CERTA - E QUE SE
RESPONSABILIZA PELOS RESULTADOS
SANITÁRIOS E ECONÔMICOS RELATIVOS A
ESSA POPULAÇÃO
AS FORMAS ALTERNATIVAS DE
ORGANIZAÇÃO DO SUS
Alta
Compl.
Média
Complexidade
Atenção Básica
ORGANIZAÇÃ
O
HIERÁRQUICA
REDE
HORIZONTAL
APS
ATENÇÃO BÁSICA
 conjunto de ações de saúde no âmbito
individual e coletivo que abrangem a
promoção e proteção da saúde, prevenção
de agravos, diagnóstico, tratamento,
reabilitação e manutenção da saúde.
 considera o sujeito em sua singularidade,
complexidade, integralidade, e inserção
sociocultural e busca a promoção de sua
saúde, a prevenção e tratamento de doenças
e a redução de danos ou de sofrimentos que
possam comprometer suas possibilidades de
viver de modo saudável.
FUNDAMENTOS
 Possibilitar o acesso universal e contínuo a serviços
de saúde
 porta de entrada preferencial do sistema de saúde
 Efetivar a integralidade em seus vários aspectos
 Desenvolver relações de vínculo e
responsabilização entre as equipes e a população
garantindo a continuidade das ações de saúde e a
longitudinalidade do cuidado
 valorizar os profissionais de saúde (formação e
capacitação);
 avaliação e acompanhamento sistemático dos
resultados alcançados (planejamento e
programação);
 estimular a participação popular e o controle social.
CARACTERÍSTICAS
 é uma forma de organização dos serviços de saúde,
tendo como perspectiva as necessidades em saúde
da população;
 tem capacidade para responder a 85% das
necessidades em saúde;
 dedica-se aos problemas mais freqüentes (simples
ou complexos);
 Primeiro contato (porta de entrada ao sistema de
saúde).
PRINCÍPIOS
ORDENADORES
 Primeiro Contato
 Longitudinalidade do cuidado (ou vínculo e
responsabilização)
 Integralidade (ou abrangência)
 Coordenação do cuidado (ou organização
das respostas ao conjunto de necessidades)
 Atenção Básica -> engloba Atenção Primária;
 SUS x Atenção Básica:
 Hierarquização (1ária, 2ária e 3ária);
 Pacto pela Saúde:

Vida: saúde do idoso e Atenção Básica (qualidade de
vida com alto grau de resolutividade = PSF (ESF) +
PACS;

Gestão;
Áreas estratégicas de atuação
da Atenção Básica
 Para operacionalização da política no Brasil
utiliza-se de uma estratégia nacional
prioritária, que é a Saúde da Família de
acordo com os preceitos do Sistema Único
de Saúde.
SAÚDE DA FAMÍLIA
Estratégia prioritária de mudança de
modelo de atenção
POLÍTICA NACIONAL DA
ATENÇÃO BÁSICA (PNAB)
 Portaria nº 648/GM de 28 de março de 2006
 Estabelece a revisão de diretrizes e normas
para a organização da Atenção Básica para o
Programa Saúde da Família (PSF) e o
Programa Agentes Comunitários de Saúde
(PACS).
ESTRATÉGIA SAÚDE DA
FAMÍLIA
PRINCÍPIOS
• Integralidade
• Intersetorialidade
• Territorialização e Adscrição de
Clientela
• Equipe multiprofissional com
planejamento integrado
• Responsabilização e Vínculo da Equipe
com a população adscrita
•
Territorialização e Adscrição
de Clientela
 Território específico - área geográfica de
abrangência da Unidade / Equipe de Saúde
 Adscrição de clientela: cada equipe se
responsabiliza por cerca de 1.000 famílias dentro
da sua área geografica (de 2.400 a 4.500
habitantes)
 Campos de atuação:
• Promoção da Saúde
• Prevenção de doenças , agravos e complicações
• Tratamento
COMPOSIÇÃO
Mínimo de:
 1 Médico generalista
 1 Enfermeira
 1 Auxiliar de Enfermagem
 4 a 6 Agentes Comunitários de Saúde (ACS)
 Jornada de trabalho ↔ 8hs/dia = 40 hs semanais
EQUIPE DE SAÚDE BUCAL (ESB)
 1 Cirurgião-Dentista
 1 Auxiliar de Consultório Dentário
Equipe Multidisciplinar
Responsabilidades mínimas:
 Diagnóstico do território e população adscrita à
equipe e Unidade Básica
 Diagnóstico da situação de saúde das famílias –
aspectos socioeconômicos, demográficos,
culturais e epidemiológicos
 Elaboração do plano de Saúde integral-
atividades da equipe, redirecionamento do
modelo assistencial com participação da
comunidade
 Assistência integral a doenças prevalentes:
ações programáticas e atendimento a demanda
espontânea
Responsabilidades mínimas:
Vigilância em Saúde
Promoção da saúde e prevenção de agravos
-foco na família e comunidade
Promover ações intersetoriais com organizações
comunitárias formais e informais e ações
educativas para grupos prioritários e população
em geral
Incentivo a participação social através dos
Conselhos de Saúde
Agentes Comunitários de Saúde-
ACS
 Pessoa da comunidade, selecionado e treinado;
 Profissão regulamentada em lei;
 Trabalha com a equipe de profissionais
 Elo entre a comunidade e os serviços de saúde;
 Identifica áreas e situações de risco individual e
coletivo
 Orienta a promoção e a proteção da saúde;
 Notifica aos serviços de saúde as doenças que
necessitam de vigilância;
 Mobiliza a comunidade para a conquista de
ambientes e condições favoráveis à saúde
Agentes Comunitários de Saúde-ACS
PROCESSO DE TRABALHO
PROCESSO DE TRABALHO
 Planejamento local das atividades – deve ser
dinâmico e acompanhar as mudanças ocorridas na
comunidade
 Cadastramento das famílias – informações
demográficas, sócio-econômicas, sócio-culturais, do
meio ambiente e sanitárias
 Diagnóstico das condições de vida e de saúde –
identificação dos problemas de saúde mais
prevalentes e detecção de situações de risco
PROCESSO DE TRABALHO
 Identificação de Microáreas de risco – áreas que
possuem fatores de risco e/ou barreiras geográficas
ou culturais e indicadores de saúde ruins
 Elaboração de plano de ação
 Mapeamento da área de atuação – representação
(no papel) da área de atuação da ESF
PROCESSO DE TRABALHO
 Organização da demanda – através da identificação
de problemas, abordagem coletiva, monitoramento
das doenças crônicas, assistência domiciliar
 Trabalho em equipe
 Atenção domiciliar – a visita domiciliar é realizada
pelo ACS que garante o vínculo família-ESF
PROCESSO DE TRABALHO
 Trabalho com grupos – através dos ciclos vitais,
grupos mais vulneráveis (crianças, gestantes,
idosos...)
 Educação permanente – preferencialmente em
serviço, de forma supervisionada, contínua e eficaz
SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA
ATENÇÃO BÁSICA (SIAB)
Os instrumentos de coleta de dados são:
 Ficha A: cadastramento das famílias
 Ficha B-GES: acompanhamento de gestantes
 Ficha B-HA: acompanhamento de hipertensos
 Ficha B-DIA: acompanhamento de diabéticos
 Ficha B-TB: acompanhamento de pacientes com
tuberculose
 Ficha B-HAN: acompanhamento de pacientes com
hanseníase
 Ficha C: acompanhamento de crianças (Cartão da
Criança)
 Ficha D: registro de atividades, procedimentos e
notificações
EQUIPES DE SAÚDE DA FAMÍLIA
NO SUS – 1994/2006
Evolução da Implantação das
Equipes Saúde da Família (BRASIL,
1998)
Fonte:
MS/D.A.B.)
Evolução da Implantação das
Equipes Saúde da Família (BRASIL,
2002)
Fonte:
MS/D.A.B.)
Evolução da Implantação das
Equipes Saúde da Família BRASIL
(Julho/2007)
Fonte:
MS/D.A.B.)
Referências
Bibliográficas
 ANDRADE, S.M.; SOARES, D.A.; CORDONI
JÚNIOR, L.C. (orgs.). Bases da saúde
coletiva. Londrina: UEL, 2001.
 CONH, A.; ELIAS, P. Saúde no Brasil:
políticas e organização de serviços. 6
ed. São Paulo: Cortez, 2005.
 www.saude.gov.br
OBRIGADA!

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Pnab -programa nacional da Atenção básica
Pnab -programa nacional da Atenção básicaPnab -programa nacional da Atenção básica
Pnab -programa nacional da Atenção básicaJarquineide Silva
 
Aula 6 Políticas Públicas de Saúde
Aula 6 Políticas Públicas de SaúdeAula 6 Políticas Públicas de Saúde
Aula 6 Políticas Públicas de SaúdeJesiele Spindler
 
Agente comunitário de saúde
Agente comunitário de saúdeAgente comunitário de saúde
Agente comunitário de saúdeSheilla Sandes
 
1. Introdução pratica ESF e APS
1. Introdução pratica ESF e APS1. Introdução pratica ESF e APS
1. Introdução pratica ESF e APSLeonardo Savassi
 
Programa nacional de atenção integral à saúde da Mulher
Programa nacional de atenção integral à saúde da MulherPrograma nacional de atenção integral à saúde da Mulher
Programa nacional de atenção integral à saúde da MulherFernanda Marinho
 
2015 - Escala de Risco Familiar de Coelho e Savassi e o e-SUS
2015 - Escala de Risco Familiar de Coelho e Savassi e o e-SUS2015 - Escala de Risco Familiar de Coelho e Savassi e o e-SUS
2015 - Escala de Risco Familiar de Coelho e Savassi e o e-SUSLeonardo Savassi
 
3a. Aula Planejamento dos Resultados Esperados.pptx
3a. Aula Planejamento dos Resultados Esperados.pptx3a. Aula Planejamento dos Resultados Esperados.pptx
3a. Aula Planejamento dos Resultados Esperados.pptxSocorro Carneiro
 
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)resenfe2013
 
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSORIA
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSORIADOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSORIA
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSORIAAna Carolina Costa
 
Vigilância Epidemiológica e o Uso da Epidemiologia
Vigilância Epidemiológica e o Uso da Epidemiologia Vigilância Epidemiológica e o Uso da Epidemiologia
Vigilância Epidemiológica e o Uso da Epidemiologia Instituto Consciência GO
 
Método de classificação de risco pelo protocolo de manchester
Método de classificação de risco pelo protocolo de manchesterMétodo de classificação de risco pelo protocolo de manchester
Método de classificação de risco pelo protocolo de manchesterAroldo Gavioli
 
Saúde Coletica - 5. vigilância epidemiológica
Saúde Coletica - 5. vigilância epidemiológicaSaúde Coletica - 5. vigilância epidemiológica
Saúde Coletica - 5. vigilância epidemiológicaMario Gandra
 

Mais procurados (20)

Pnab -programa nacional da Atenção básica
Pnab -programa nacional da Atenção básicaPnab -programa nacional da Atenção básica
Pnab -programa nacional da Atenção básica
 
SAÚDE DO IDOSO: ENFERMAGEM
SAÚDE DO IDOSO: ENFERMAGEMSAÚDE DO IDOSO: ENFERMAGEM
SAÚDE DO IDOSO: ENFERMAGEM
 
Aula 6 Políticas Públicas de Saúde
Aula 6 Políticas Públicas de SaúdeAula 6 Políticas Públicas de Saúde
Aula 6 Políticas Públicas de Saúde
 
Agente comunitário de saúde
Agente comunitário de saúdeAgente comunitário de saúde
Agente comunitário de saúde
 
Os modelos de Atenção à Saúde_Eugenio Vilaça
Os modelos de Atenção à Saúde_Eugenio VilaçaOs modelos de Atenção à Saúde_Eugenio Vilaça
Os modelos de Atenção à Saúde_Eugenio Vilaça
 
introduçao epidemio
 introduçao epidemio introduçao epidemio
introduçao epidemio
 
1. Introdução pratica ESF e APS
1. Introdução pratica ESF e APS1. Introdução pratica ESF e APS
1. Introdução pratica ESF e APS
 
SUS
SUSSUS
SUS
 
Programa psf
Programa psfPrograma psf
Programa psf
 
Programa nacional de atenção integral à saúde da Mulher
Programa nacional de atenção integral à saúde da MulherPrograma nacional de atenção integral à saúde da Mulher
Programa nacional de atenção integral à saúde da Mulher
 
2015 - Escala de Risco Familiar de Coelho e Savassi e o e-SUS
2015 - Escala de Risco Familiar de Coelho e Savassi e o e-SUS2015 - Escala de Risco Familiar de Coelho e Savassi e o e-SUS
2015 - Escala de Risco Familiar de Coelho e Savassi e o e-SUS
 
SUS e Políticas de Saúde - Medicina de Família e Comunidade e Saúde Coletiva
SUS e Políticas de Saúde - Medicina de Família e Comunidade e Saúde Coletiva SUS e Políticas de Saúde - Medicina de Família e Comunidade e Saúde Coletiva
SUS e Políticas de Saúde - Medicina de Família e Comunidade e Saúde Coletiva
 
3a. Aula Planejamento dos Resultados Esperados.pptx
3a. Aula Planejamento dos Resultados Esperados.pptx3a. Aula Planejamento dos Resultados Esperados.pptx
3a. Aula Planejamento dos Resultados Esperados.pptx
 
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)
 
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSORIA
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSORIADOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSORIA
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSORIA
 
Vigilância Epidemiológica e o Uso da Epidemiologia
Vigilância Epidemiológica e o Uso da Epidemiologia Vigilância Epidemiológica e o Uso da Epidemiologia
Vigilância Epidemiológica e o Uso da Epidemiologia
 
Método de classificação de risco pelo protocolo de manchester
Método de classificação de risco pelo protocolo de manchesterMétodo de classificação de risco pelo protocolo de manchester
Método de classificação de risco pelo protocolo de manchester
 
Aula 3 - SUS
Aula 3 - SUSAula 3 - SUS
Aula 3 - SUS
 
Saúde Coletica - 5. vigilância epidemiológica
Saúde Coletica - 5. vigilância epidemiológicaSaúde Coletica - 5. vigilância epidemiológica
Saúde Coletica - 5. vigilância epidemiológica
 
A GESTÃO DO SUS
A GESTÃO DO SUSA GESTÃO DO SUS
A GESTÃO DO SUS
 

Destaque

Cuidados com o recém-nascido no pós-parto
Cuidados com o recém-nascido no pós-partoCuidados com o recém-nascido no pós-parto
Cuidados com o recém-nascido no pós-partoAmanda Thomé
 
Informações Básicas (Cuidados com o RN e Amamentação)
Informações Básicas (Cuidados com o RN e Amamentação)Informações Básicas (Cuidados com o RN e Amamentação)
Informações Básicas (Cuidados com o RN e Amamentação)Neto Pontes
 
Imunologia - Vacinas
Imunologia - VacinasImunologia - Vacinas
Imunologia - VacinasLABIMUNO UFBA
 
Assistência de enfermagem ao recém nascido prematuro
Assistência de enfermagem ao recém nascido prematuroAssistência de enfermagem ao recém nascido prematuro
Assistência de enfermagem ao recém nascido prematuroJuliana Maciel
 
Apresentação Calendário Vacinal 2016
Apresentação Calendário Vacinal 2016Apresentação Calendário Vacinal 2016
Apresentação Calendário Vacinal 2016imunizacao
 
Assistencia Enfermagem Neonatal - Enf Jesiele Spindler
Assistencia Enfermagem Neonatal - Enf Jesiele SpindlerAssistencia Enfermagem Neonatal - Enf Jesiele Spindler
Assistencia Enfermagem Neonatal - Enf Jesiele SpindlerJesiele Spindler
 
manual de assistencia ao recem nascido
manual de assistencia ao recem nascidomanual de assistencia ao recem nascido
manual de assistencia ao recem nascidoFlavia Oliveira
 
Técnicas de administração de vacinas 2016
Técnicas de administração de vacinas 2016Técnicas de administração de vacinas 2016
Técnicas de administração de vacinas 2016imunizacao
 
atenção à saúde da criança
 atenção à saúde da criança atenção à saúde da criança
atenção à saúde da criançacharlesalannet
 
Assistência de enfermagem em neonatologia
Assistência de enfermagem em neonatologiaAssistência de enfermagem em neonatologia
Assistência de enfermagem em neonatologiaAmanda Corrêa
 

Destaque (18)

Recién Nacido Patológico
Recién Nacido PatológicoRecién Nacido Patológico
Recién Nacido Patológico
 
Vacinas
VacinasVacinas
Vacinas
 
Vacinas
VacinasVacinas
Vacinas
 
Cuidados com o recém-nascido no pós-parto
Cuidados com o recém-nascido no pós-partoCuidados com o recém-nascido no pós-parto
Cuidados com o recém-nascido no pós-parto
 
Informações Básicas (Cuidados com o RN e Amamentação)
Informações Básicas (Cuidados com o RN e Amamentação)Informações Básicas (Cuidados com o RN e Amamentação)
Informações Básicas (Cuidados com o RN e Amamentação)
 
Neonatologia
NeonatologiaNeonatologia
Neonatologia
 
Imunologia - Vacinas
Imunologia - VacinasImunologia - Vacinas
Imunologia - Vacinas
 
Assistência de enfermagem ao recém nascido prematuro
Assistência de enfermagem ao recém nascido prematuroAssistência de enfermagem ao recém nascido prematuro
Assistência de enfermagem ao recém nascido prematuro
 
Vacinas
VacinasVacinas
Vacinas
 
Apresentação Calendário Vacinal 2016
Apresentação Calendário Vacinal 2016Apresentação Calendário Vacinal 2016
Apresentação Calendário Vacinal 2016
 
Assistencia Enfermagem Neonatal - Enf Jesiele Spindler
Assistencia Enfermagem Neonatal - Enf Jesiele SpindlerAssistencia Enfermagem Neonatal - Enf Jesiele Spindler
Assistencia Enfermagem Neonatal - Enf Jesiele Spindler
 
manual de assistencia ao recem nascido
manual de assistencia ao recem nascidomanual de assistencia ao recem nascido
manual de assistencia ao recem nascido
 
Cuidados ao recém nascido
Cuidados ao recém nascidoCuidados ao recém nascido
Cuidados ao recém nascido
 
Cuidados com o rn
Cuidados com o rnCuidados com o rn
Cuidados com o rn
 
Técnicas de administração de vacinas 2016
Técnicas de administração de vacinas 2016Técnicas de administração de vacinas 2016
Técnicas de administração de vacinas 2016
 
atenção à saúde da criança
 atenção à saúde da criança atenção à saúde da criança
atenção à saúde da criança
 
Trabalho vacinas
Trabalho vacinas Trabalho vacinas
Trabalho vacinas
 
Assistência de enfermagem em neonatologia
Assistência de enfermagem em neonatologiaAssistência de enfermagem em neonatologia
Assistência de enfermagem em neonatologia
 

Semelhante a Atencao basica-psf (1)

2020_Aula_APS_ESF_Farmácia_Deison_Gabriela.pdf
2020_Aula_APS_ESF_Farmácia_Deison_Gabriela.pdf2020_Aula_APS_ESF_Farmácia_Deison_Gabriela.pdf
2020_Aula_APS_ESF_Farmácia_Deison_Gabriela.pdfAndreRavienni
 
Aula_4_-modelos_de_atenção.pdf
Aula_4_-modelos_de_atenção.pdfAula_4_-modelos_de_atenção.pdf
Aula_4_-modelos_de_atenção.pdfssuser51d27c1
 
3. PROGRAMAS DE SAÚDE.ppt
3. PROGRAMAS DE SAÚDE.ppt3. PROGRAMAS DE SAÚDE.ppt
3. PROGRAMAS DE SAÚDE.pptGladys126266
 
SAÚDE COLETIVA AULA1.pdf
SAÚDE COLETIVA AULA1.pdfSAÚDE COLETIVA AULA1.pdf
SAÚDE COLETIVA AULA1.pdfAlinneFreitas4
 
NUTRIÇÃO EM SAÚDE COLETIVA
NUTRIÇÃO EM SAÚDE COLETIVA NUTRIÇÃO EM SAÚDE COLETIVA
NUTRIÇÃO EM SAÚDE COLETIVA AlexsandraFabre1
 
Fisioterapia na Atenção Básica.pptx
Fisioterapia na Atenção Básica.pptxFisioterapia na Atenção Básica.pptx
Fisioterapia na Atenção Básica.pptxKarolineRossi1
 
3 programas atencao_saude[1]
3 programas atencao_saude[1]3 programas atencao_saude[1]
3 programas atencao_saude[1]Bruna Larissa
 
Curso ACS - Atenção Primária à Saúde.pdf
Curso ACS - Atenção Primária à Saúde.pdfCurso ACS - Atenção Primária à Saúde.pdf
Curso ACS - Atenção Primária à Saúde.pdfAndreaViana41
 
Aula 14 - SAUDE COLETIVA - Programa Saúde da Família.pdf
Aula 14 - SAUDE COLETIVA -  Programa Saúde da Família.pdfAula 14 - SAUDE COLETIVA -  Programa Saúde da Família.pdf
Aula 14 - SAUDE COLETIVA - Programa Saúde da Família.pdfGiza Carla Nitz
 
PSF PROGRAMA E SAUDE DA FAMILIA.ppt
PSF PROGRAMA E SAUDE DA FAMILIA.pptPSF PROGRAMA E SAUDE DA FAMILIA.ppt
PSF PROGRAMA E SAUDE DA FAMILIA.pptLucianaSousa469679
 

Semelhante a Atencao basica-psf (1) (20)

2020_Aula_APS_ESF_Farmácia_Deison_Gabriela.pdf
2020_Aula_APS_ESF_Farmácia_Deison_Gabriela.pdf2020_Aula_APS_ESF_Farmácia_Deison_Gabriela.pdf
2020_Aula_APS_ESF_Farmácia_Deison_Gabriela.pdf
 
Aula_4_-modelos_de_atenção.pdf
Aula_4_-modelos_de_atenção.pdfAula_4_-modelos_de_atenção.pdf
Aula_4_-modelos_de_atenção.pdf
 
3. PROGRAMAS DE SAÚDE.ppt
3. PROGRAMAS DE SAÚDE.ppt3. PROGRAMAS DE SAÚDE.ppt
3. PROGRAMAS DE SAÚDE.ppt
 
SAÚDE COLETIVA.pptx
SAÚDE COLETIVA.pptxSAÚDE COLETIVA.pptx
SAÚDE COLETIVA.pptx
 
SAÚDE COLETIVA.pptx
SAÚDE COLETIVA.pptxSAÚDE COLETIVA.pptx
SAÚDE COLETIVA.pptx
 
Programa de Saúde da Família (PSF
Programa de Saúde da Família (PSFPrograma de Saúde da Família (PSF
Programa de Saúde da Família (PSF
 
Trabalho sobre o Programa de Saúde da Família
Trabalho sobre o Programa de Saúde da FamíliaTrabalho sobre o Programa de Saúde da Família
Trabalho sobre o Programa de Saúde da Família
 
SAÚDE COLETIVA AULA1.pdf
SAÚDE COLETIVA AULA1.pdfSAÚDE COLETIVA AULA1.pdf
SAÚDE COLETIVA AULA1.pdf
 
NUTRIÇÃO EM SAÚDE COLETIVA
NUTRIÇÃO EM SAÚDE COLETIVA NUTRIÇÃO EM SAÚDE COLETIVA
NUTRIÇÃO EM SAÚDE COLETIVA
 
Fisioterapia na Atenção Básica.pptx
Fisioterapia na Atenção Básica.pptxFisioterapia na Atenção Básica.pptx
Fisioterapia na Atenção Básica.pptx
 
Serviços
ServiçosServiços
Serviços
 
Modelos assistenciais
Modelos assistenciaisModelos assistenciais
Modelos assistenciais
 
Aps
ApsAps
Aps
 
3 programas atencao_saude[1]
3 programas atencao_saude[1]3 programas atencao_saude[1]
3 programas atencao_saude[1]
 
Curso ACS - Atenção Primária à Saúde.pdf
Curso ACS - Atenção Primária à Saúde.pdfCurso ACS - Atenção Primária à Saúde.pdf
Curso ACS - Atenção Primária à Saúde.pdf
 
Aula 14 - SAUDE COLETIVA - Programa Saúde da Família.pdf
Aula 14 - SAUDE COLETIVA -  Programa Saúde da Família.pdfAula 14 - SAUDE COLETIVA -  Programa Saúde da Família.pdf
Aula 14 - SAUDE COLETIVA - Programa Saúde da Família.pdf
 
Aula 1 sus resumido
Aula 1 sus resumidoAula 1 sus resumido
Aula 1 sus resumido
 
SlidesdoPSF.ppt
SlidesdoPSF.pptSlidesdoPSF.ppt
SlidesdoPSF.ppt
 
PSF PROGRAMA E SAUDE DA FAMILIA.ppt
PSF PROGRAMA E SAUDE DA FAMILIA.pptPSF PROGRAMA E SAUDE DA FAMILIA.ppt
PSF PROGRAMA E SAUDE DA FAMILIA.ppt
 
Modelo de atenção à saúde
Modelo de atenção à saúdeModelo de atenção à saúde
Modelo de atenção à saúde
 

Último

5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptxnelsontobontrujillo
 
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na ÁfricaPeriodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na Áfricajuekfuek
 
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfGramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfKelly Mendes
 
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSFormação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSPedroMatos469278
 
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfManuais Formação
 
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHASMARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHASyan1305goncalves
 
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...Eró Cunha
 
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf HitlerAlemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitlerhabiwo1978
 
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - material
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - materialFUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - material
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - materialDouglasVasconcelosMa
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfCarolineNunes80
 
Peça de teatro infantil: A cigarra e as formigas
Peça de teatro infantil: A cigarra e as formigasPeça de teatro infantil: A cigarra e as formigas
Peça de teatro infantil: A cigarra e as formigasBibliotecaViatodos
 
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PEEdital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PEblogdoelvis
 
transcrição fonética para aulas de língua
transcrição fonética para aulas de línguatranscrição fonética para aulas de língua
transcrição fonética para aulas de línguaKelly Mendes
 
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxSlides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdfApostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdflbgsouza
 
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...Manuais Formação
 
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdfaulasgege
 
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasLivro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasMonizeEvellin2
 

Último (20)

5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
 
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na ÁfricaPeriodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
 
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfGramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
 
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSFormação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
 
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
 
Poema - Aedes Aegypt.
Poema - Aedes Aegypt.Poema - Aedes Aegypt.
Poema - Aedes Aegypt.
 
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHASMARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
 
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
 
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf HitlerAlemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
 
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - material
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - materialFUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - material
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - material
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
 
Peça de teatro infantil: A cigarra e as formigas
Peça de teatro infantil: A cigarra e as formigasPeça de teatro infantil: A cigarra e as formigas
Peça de teatro infantil: A cigarra e as formigas
 
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PEEdital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
 
transcrição fonética para aulas de língua
transcrição fonética para aulas de línguatranscrição fonética para aulas de língua
transcrição fonética para aulas de língua
 
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxSlides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
 
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdfApostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
 
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
 
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
 
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasLivro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
 
662938.pdf aula digital de educação básica
662938.pdf aula digital de educação básica662938.pdf aula digital de educação básica
662938.pdf aula digital de educação básica
 

Atencao basica-psf (1)

  • 1. ATENÇÃO BÁSICA À SAÚDE / ESF Andrezza Beatriz Oliveira andrezzabeatriz@gmail.com
  • 2. FONTE: IBGE (2004) A TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA NO BRASIL
  • 3.
  • 4. * Até 1970 dados só d e capit ais Fonte Barbosa Silva et alii(2003) TENDÊNCIAS DA MORTALIDADE POR GRUPOS DE CAUSAS BRASIL – 1930/2000
  • 5. A CRISE DO MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE NO SUS  UMA SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA DE DUPLA CARGA DA DOENÇA COM PREDOMINÂNCIA RELATIVA DAS CONDIÇÕES CRÔNICAS  UM MODELO DE ATENÇÃO VOLTADO PARA AS CONDIÇÕES AGUDAS
  • 6. A LÓGICA DA ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS ATENÇÃO HOSPITALAR ATENÇÃO AMBULATORIAL ESPECIALIZADA ATENÇÃO PRIMÁRIA A B INTERNAÇÃO HOSPITALAR SEVERIDADE DA DOENÇA TEMPO PA AMBULATORIA L
  • 7. AS DIFERENÇAS ENTRE AS CONDIÇÕES AGUDAS E AS CONDIÇÕES CRÔNICAS DE SAÚDE CONDIÇÕES AGUDAS • DURAÇÃO LIMITADA • MANIFESTAÇÃO ABRUPTA • AUTOLIMITADAS • DIAGNÓSTICO E PROGNÓSTICO USUALMENTE PRECISOS • INTERVENÇÃO USUALMENTE EFETIVA • RESULTADO: A CURA CONDIÇÕES CRÔNICAS  DURAÇÃO LONGA  MANIFESTAÇÃO GRADUAL  NÃO AUTOLIMITADAS  DIAGNÓSTICO E PROGNÓSTICO USUALMENTE INCERTOS  INTERVENÇÃO USUALMENTE COM ALGUMA INCERTEZA  RESULTADO: O CUIDADO
  • 8. A MUDANÇA DO MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE NO SUS • DO MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE VOLTADO PARA AS CONDIÇÕES AGUDAS: OS SISTEMAS FRAGMENTADOS DE ATENÇÃO À SAÚDE • PARA O MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE VOLTADO PARA AS CONDIÇÕES CRÔNICAS: AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE
  • 9. O CONCEITO DE REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE É A ORGANIZAÇÃO HORIZONTAL DE SERVIÇOS DE SAÚDE, COM O CENTRO DE COMUNICAÇÃO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE, QUE PERMITE PRESTAR UMA ASSISTÊNCIA CONTÍNUA A DETERMINADA POPULAÇÃO - NO TEMPO CERTO, NO LUGAR CERTO, COM O CUSTO CERTO E COM A QUALIDADE CERTA - E QUE SE RESPONSABILIZA PELOS RESULTADOS SANITÁRIOS E ECONÔMICOS RELATIVOS A ESSA POPULAÇÃO
  • 10. AS FORMAS ALTERNATIVAS DE ORGANIZAÇÃO DO SUS Alta Compl. Média Complexidade Atenção Básica ORGANIZAÇÃ O HIERÁRQUICA REDE HORIZONTAL APS
  • 11. ATENÇÃO BÁSICA  conjunto de ações de saúde no âmbito individual e coletivo que abrangem a promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde.  considera o sujeito em sua singularidade, complexidade, integralidade, e inserção sociocultural e busca a promoção de sua saúde, a prevenção e tratamento de doenças e a redução de danos ou de sofrimentos que possam comprometer suas possibilidades de viver de modo saudável.
  • 12. FUNDAMENTOS  Possibilitar o acesso universal e contínuo a serviços de saúde  porta de entrada preferencial do sistema de saúde  Efetivar a integralidade em seus vários aspectos  Desenvolver relações de vínculo e responsabilização entre as equipes e a população garantindo a continuidade das ações de saúde e a longitudinalidade do cuidado  valorizar os profissionais de saúde (formação e capacitação);  avaliação e acompanhamento sistemático dos resultados alcançados (planejamento e programação);  estimular a participação popular e o controle social.
  • 13. CARACTERÍSTICAS  é uma forma de organização dos serviços de saúde, tendo como perspectiva as necessidades em saúde da população;  tem capacidade para responder a 85% das necessidades em saúde;  dedica-se aos problemas mais freqüentes (simples ou complexos);  Primeiro contato (porta de entrada ao sistema de saúde).
  • 14. PRINCÍPIOS ORDENADORES  Primeiro Contato  Longitudinalidade do cuidado (ou vínculo e responsabilização)  Integralidade (ou abrangência)  Coordenação do cuidado (ou organização das respostas ao conjunto de necessidades)
  • 15.  Atenção Básica -> engloba Atenção Primária;  SUS x Atenção Básica:  Hierarquização (1ária, 2ária e 3ária);  Pacto pela Saúde:  Vida: saúde do idoso e Atenção Básica (qualidade de vida com alto grau de resolutividade = PSF (ESF) + PACS;  Gestão;
  • 16. Áreas estratégicas de atuação da Atenção Básica
  • 17.  Para operacionalização da política no Brasil utiliza-se de uma estratégia nacional prioritária, que é a Saúde da Família de acordo com os preceitos do Sistema Único de Saúde. SAÚDE DA FAMÍLIA Estratégia prioritária de mudança de modelo de atenção
  • 18. POLÍTICA NACIONAL DA ATENÇÃO BÁSICA (PNAB)  Portaria nº 648/GM de 28 de março de 2006  Estabelece a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica para o Programa Saúde da Família (PSF) e o Programa Agentes Comunitários de Saúde (PACS).
  • 20. PRINCÍPIOS • Integralidade • Intersetorialidade • Territorialização e Adscrição de Clientela • Equipe multiprofissional com planejamento integrado • Responsabilização e Vínculo da Equipe com a população adscrita •
  • 21. Territorialização e Adscrição de Clientela  Território específico - área geográfica de abrangência da Unidade / Equipe de Saúde  Adscrição de clientela: cada equipe se responsabiliza por cerca de 1.000 famílias dentro da sua área geografica (de 2.400 a 4.500 habitantes)  Campos de atuação: • Promoção da Saúde • Prevenção de doenças , agravos e complicações • Tratamento
  • 22. COMPOSIÇÃO Mínimo de:  1 Médico generalista  1 Enfermeira  1 Auxiliar de Enfermagem  4 a 6 Agentes Comunitários de Saúde (ACS)  Jornada de trabalho ↔ 8hs/dia = 40 hs semanais EQUIPE DE SAÚDE BUCAL (ESB)  1 Cirurgião-Dentista  1 Auxiliar de Consultório Dentário Equipe Multidisciplinar
  • 23. Responsabilidades mínimas:  Diagnóstico do território e população adscrita à equipe e Unidade Básica  Diagnóstico da situação de saúde das famílias – aspectos socioeconômicos, demográficos, culturais e epidemiológicos  Elaboração do plano de Saúde integral- atividades da equipe, redirecionamento do modelo assistencial com participação da comunidade  Assistência integral a doenças prevalentes: ações programáticas e atendimento a demanda espontânea
  • 24. Responsabilidades mínimas: Vigilância em Saúde Promoção da saúde e prevenção de agravos -foco na família e comunidade Promover ações intersetoriais com organizações comunitárias formais e informais e ações educativas para grupos prioritários e população em geral Incentivo a participação social através dos Conselhos de Saúde
  • 25. Agentes Comunitários de Saúde- ACS  Pessoa da comunidade, selecionado e treinado;  Profissão regulamentada em lei;  Trabalha com a equipe de profissionais  Elo entre a comunidade e os serviços de saúde;  Identifica áreas e situações de risco individual e coletivo  Orienta a promoção e a proteção da saúde;  Notifica aos serviços de saúde as doenças que necessitam de vigilância;  Mobiliza a comunidade para a conquista de ambientes e condições favoráveis à saúde
  • 28. PROCESSO DE TRABALHO  Planejamento local das atividades – deve ser dinâmico e acompanhar as mudanças ocorridas na comunidade  Cadastramento das famílias – informações demográficas, sócio-econômicas, sócio-culturais, do meio ambiente e sanitárias  Diagnóstico das condições de vida e de saúde – identificação dos problemas de saúde mais prevalentes e detecção de situações de risco
  • 29. PROCESSO DE TRABALHO  Identificação de Microáreas de risco – áreas que possuem fatores de risco e/ou barreiras geográficas ou culturais e indicadores de saúde ruins  Elaboração de plano de ação  Mapeamento da área de atuação – representação (no papel) da área de atuação da ESF
  • 30. PROCESSO DE TRABALHO  Organização da demanda – através da identificação de problemas, abordagem coletiva, monitoramento das doenças crônicas, assistência domiciliar  Trabalho em equipe  Atenção domiciliar – a visita domiciliar é realizada pelo ACS que garante o vínculo família-ESF
  • 31. PROCESSO DE TRABALHO  Trabalho com grupos – através dos ciclos vitais, grupos mais vulneráveis (crianças, gestantes, idosos...)  Educação permanente – preferencialmente em serviço, de forma supervisionada, contínua e eficaz
  • 32. SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA (SIAB) Os instrumentos de coleta de dados são:  Ficha A: cadastramento das famílias  Ficha B-GES: acompanhamento de gestantes  Ficha B-HA: acompanhamento de hipertensos  Ficha B-DIA: acompanhamento de diabéticos  Ficha B-TB: acompanhamento de pacientes com tuberculose  Ficha B-HAN: acompanhamento de pacientes com hanseníase  Ficha C: acompanhamento de crianças (Cartão da Criança)  Ficha D: registro de atividades, procedimentos e notificações
  • 33. EQUIPES DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO SUS – 1994/2006
  • 34. Evolução da Implantação das Equipes Saúde da Família (BRASIL, 1998) Fonte: MS/D.A.B.)
  • 35. Evolução da Implantação das Equipes Saúde da Família (BRASIL, 2002) Fonte: MS/D.A.B.)
  • 36. Evolução da Implantação das Equipes Saúde da Família BRASIL (Julho/2007) Fonte: MS/D.A.B.)
  • 37. Referências Bibliográficas  ANDRADE, S.M.; SOARES, D.A.; CORDONI JÚNIOR, L.C. (orgs.). Bases da saúde coletiva. Londrina: UEL, 2001.  CONH, A.; ELIAS, P. Saúde no Brasil: políticas e organização de serviços. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2005.  www.saude.gov.br