Assistência de Enfermagem na dor

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Assistência de Enfermagem na dor

  1. 1. TIPOS DE DOR:  Aguda;  Crônica;  Cutânea;  Somática;  Vísceral.
  2. 2. Quais problemas podem acarretar?
  3. 3. Introdução  A dor é uma experiência multidimensional pessoal, e engloba muitos componentes sensoriais e afetivos.
  4. 4. OBJETIVO DA AVALIAÇÃO DA DOR  A avaliação da dor é a base para a prescrição terapêutica e para avaliação dos resultados obtidos;  As avaliações devem ser bem documentadas, seqüenciais e sistematizadas e em intervalos regulares.
  5. 5. EFETUANDO UMA ADEQUADA AVALIAÇÃO DA DOR Para estabelecer uma adequada avaliação deve-se conhecer: HISTÓRIA DETALHADA EXAME FÍSICO EXAMESADICIONAIS
  6. 6. AVALIAÇÃO DA DOR CRÔNICA E AGUDA  Dor aguda  Dor crônica Tem uma fonte detectável, foco no alívio do problema; A causa ou fonte não é bem definida, avaliação é voltada para os aspectos psicossocioculturais. É importante salientar que as avaliações de Dor crônica e aguda são diferentes;
  7. 7. HISTÓRIA DA DOR:  Uma historia clinica detalhada é a parte mais importante na avaliação;  Traz informações importantes sobre mecanismos Fisiológicos, emocional e psicológico do paciente.
  8. 8. A historia da dor completa deve conter as seguintes informações:
  9. 9. INICIO DA DOR Como foi o inicio da dor; O tempo do inicio é importante para diferenciar o tipo de tratamento.
  10. 10. PERÍODO E DURAÇÃO DOS EPISÓDIOS  Qual período do dia que a dor se manifesta;  Se a dor é continua ou episódica;  A duração da dor e as suas características.
  11. 11.  Oferece pistas sobre o tipo de dor;  Direciona o tratamento.
  12. 12. INTENSIDADE DA DOR  Observar a intensidade da dor segundo as ferramentas de mensuração que serão apresentadas posteriormente.
  13. 13. LOCAL DA DOR  Observar se a dor se restringe ao seu sitio original, ou se espalha para além dessa área;  Deve-se usar um diagrama corporal para o paciente apontar o local da dor.
  14. 14. SINAIS E SINTOMAS ASSOCIADOS Questionar:  Incapacidade do uso de um membro;  Disfunção intestinal;  Edema;  Sensação de frio ou dormência.
  15. 15. FATORES DE PIORA OU MELHORA DA DOR  Descobrir quais estímulos produzem dor e quais minimizam;  Desenvolvendo assim ações não farmacológicas em tratamentos.
  16. 16. TRATAMENTO PRÉVIO  Relacionar se houve tratamentos prévios;  Duração do tratamento;  Resultados do tratamentos. OUTROS  Padrões de sono;  Hábitos do paciente;  Antecedentes familiares;
  17. 17.  A dor pode ser mensurada utilizando- se uma escala de um numero ou de um valor;  Estas escalas podem ser divididas em unidirecionais e multidimensionais.
  18. 18. UNIDIMENSIONAIS: As escalas unidimensionais são utilizadas para avaliar a intensidade da dor ou seu alívio. Escala de categoria numérica:  0 – 5 ou 0 – 10; sendo 0 nenhuma dor e 5 ou 10 pior dor. Escala analógico-visual:
  19. 19. ESCALAS MULTIDIMENSIONAIS  Inventário inicial de avaliação de dor: Esse instrumento é capaz de obter informações sobre as características da dor, a maneira como o paciente expressa a dor e seus efeitos. Possui também uma escala de categoria verbal- numérica.  Inventário breve de dor: Esse inventario é capaz de avaliar a intensidade e a incapacidade a ela associada.
  20. 20.  Diagrama corporal de localização e distribuição espacial da dor: Consiste em uma representação esquemática do corpo humano, de frente e de costas, sobre qual o paciente indica onde a dor está localizada, seu tipo e sua intensidade;  Questionário McGill de dor: é considerado um dos instrumentos mais fáceis de mais utilizados para a avaliação da dor, pelo fato de ser fidedigno, válido, sensitivo e preciso. Avalia a dor em três dimensões: sensorial, afetiva e avaliativa.
  21. 21. Realizado de forma Cefalocaudal, devendo conter o EXAME GERAL e a AVALIAÇÃO ESPECÍFICA DA DOR.
  22. 22. OBSERVAR:  Modo do paciente despir- se;  Caminhar;  Mudar de decúbito;  Comprometimento motor e destreza.
  23. 23. Atentar-se para o aspecto geral do cliente:  As fáceis;  A postura;  Estado nutricional;  Sinais vitais. INSPEÇÃO DE PELE E FÂNEROS NA REGIÃO DA DOR
  24. 24. EXAME NEUROLÓGICO:  Sensibilidade, motricidade, função dos nervos cranianos e do psiquismo, abrangendo o estado mental, o raciocínio, alterações do equilíbrio e da marcha, e movimentos involuntários.  Palpação do tônus muscular (movimentação /processo passivo).
  25. 25. OBSERVAR:  Padrão respiratório (F.R.; amplitude da expansão torácica; simetria da cx torácica);  Ritmo e freqüência cardíaca;  Marcha com postura rígida, flexão da coluna lombar;  Caretas faciais e vocalização.
  26. 26.  BARROS, Alba Lucia Botura Leite de. Anamnese e Exame Físico - Avaliação Diagnóstica de Enfermagem no Adulto. Editora: ARTMED; 2. ed.- Porto Alegre, 2010.  PORTO, C.C. Semiologia médica. 5ª ed. –Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

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