Carcinoma Epidermóide

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Carcinoma Epidermóide

  1. 1. Epidemiologia e Características Clínicas do Carcinoma Espino-Celular Ac.: Thales Tieni Orientadora: Profª.Dulce Helena Cabelho Passarelli
  2. 2. Introdução <ul><li>Dentre os cânceres de boca, o carcinoma espinocelular, tem sido relatado como o mais freqüente das neoplasias malignas da boca. </li></ul><ul><li>A etiologia ainda permanece desconhecida, previamente estudos já demonstraram o álcool e o tabaco como principais fatores de risco. </li></ul><ul><li>Também estuda as características clínicas e as possíveis relações epidemiológicas entre variáveis demográficas dos estados do norte ao sul do Brasil. </li></ul>
  3. 3. Características Clínicas <ul><li>O carcinoma espino-celular é em sua maioria lesões pouco elevadas, com bordas irregulares, indolores e friáveis, apresentando–se sob a forma úlcero-vegetativa e/ou úlcero-infiltrativa com base firme à palpação, sangrante e assintomático nas fases iniciais. </li></ul>
  4. 4. Proposição <ul><li>Este trabalho propõe estudar a incidência de carcinoma espino-celular na boca e os sítios anatômicos mais freqüentes em cada região geográfica do Brasil. </li></ul>
  5. 5. Carcinoma Espino-celular Lesões Iniciais do CEC
  6. 6. Fase Tardia do CEC
  7. 7. Epidemiologia <ul><li>Neoplasia com maior incidência bucal </li></ul><ul><li>Etiologia desconhecida </li></ul><ul><li>Fatores Extrínsecos e Intrínsecos </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Traumatismos Crônicos </li></ul><ul><li>Gênero e Etnia </li></ul><ul><li>Faixa Etária </li></ul>Epidemiologia
  9. 9. Sítios Anatômicos Localização Geográfica Sítios Anatômicos mais comuns Sítios Anatômicos menos comuns RN LÍngua Assoalho PB Lábio Inferior Palato SE Língua Assoalho RJ Língua Lábio SP Língua Gengiva PA Língua Assoalho e Palato Mole RS Língua Não Relatado
  10. 10. Conclusão <ul><li>Com o estudo do presente trabalho conclui-se que: </li></ul><ul><li>O Carcinoma espino celular (CEC) é a neoplasia mais comum na cavidade bucal, em uma porcentagem de 90 a 95%, sendo o sexo masculino prevalente em todos os casos, pela maior exposição aos agentes cancerígenos, quase sempre após a 4° ou 5° décadas. </li></ul><ul><li>A prevalência do carcinoma espino celular nas regiões do norte mais freqüentes se encontram em lábio inferior, em função da exposição aos raios ultravioletas e nas regiões sul, ao consumo do chimarrão. </li></ul><ul><li>A freqüência em quase todas as regiões de carcinoma espino celular em língua explica-se pelo fato da menor quantidade de queratina em borda lateral e proximidades com assoalho bucal, local mais susceptível à desorganização celular por ter menor tecido de proteção (queratina). </li></ul>
  11. 11. Referências <ul><li>AMORIM, Filho F. S. et al. Estudo clínico – epidemiológico do carcinoma espidermóide da base da língua. Rev. Bras. Otorrinolaringol . São Paulo, v. 69, n.2, p.---- , Mar/Apr.2003. </li></ul><ul><li>BORAKS, S. Diagnóstico Bucal . Editora Artes Médicas, 1996. p.295. </li></ul><ul><li>BRENTANI, M. M.; KLINGBEIL, F. G.; BEISSEL, B. Possíveis interações entre os genes supressores de tumor PTEN e P53 e suas respectivas proteínas, em queratinócitos bucais humanos normais e células tumorais de carcinoma de boca. [S.I]: HC. USP. 2004. Disponível em: <http:/www.hcnet.usp.br/inrad/departamento/pgonco/arquivos/betinafatima.pdf> </li></ul><ul><li>Acesso em: 25 jul. 2007. </li></ul><ul><li>CAHN, L. R. Patologia da Cavidade Oral . Editora Científica, 1995. p.225 </li></ul><ul><li>DE CARVALHO, M. B. et al. Características clínico-epidemiológicas do carcinoma epidermóide de cavidade oral no sexo feminino. Rev Ass Méd Brasil , São Paulo, v.47, n.3, p. 208-14, 2001. </li></ul><ul><li>DOS ANJOS, I. A. et al. Estudo do carcinoma epidermóide de boca no estado de Sergipe. Cienc. Odontol Brás , v.6, n.2, p. 41-8, abr./jun 2003. </li></ul><ul><li>FILHO, F. S. A. et al. Estudo de variáveis demográficas, ocupacionais e co-carcinogenéticas no carcinoma epino celular da base de língua nas mulheres. Revista Brasileira de Otorrinolorangologia , v.69, n.4, p.472-8, jul./ago.2003. </li></ul><ul><li>GEDOZ, L., BOHRER, P. L. e DA ROSA, L. G. N. Perfil epidemiológico dos pacientes com tumores malignos de boca submetidos à radioterapia no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Rev. HCPA ; v.24 n.2/3, p.1-96, 2004. </li></ul><ul><li>GERVÁSIO, O. L. A. S. et al. Oral squamous cell carcinoma: A retrospective study of 740 cases in a brazilian population. Brazilian Dental Journal , v.12, n.1, p.58-61, 2001. </li></ul><ul><li>AMORIM, A. G. et al. Estudo epidemiológico do carcinoma epidermóide oral: analise de 85 casos. Odontologia. Clín.-Científ, Recife, v.1 n.1, p.01-86, jan/abr. 2002. </li></ul><ul><li>KIGNEL, S. e BIRMAN, E. G. Aspectos fúngicos do câncer bucal. Rev. Brás. De cancerologia , v.46 n.3, p.279-82, 2000. </li></ul><ul><li>RAPOPORT, A. et al. Rastreamento, diagnóstico e tratamento do câncer de boca. AMBCFM (Associação Medica brasileira e Conselho Federal de Medicina) Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço , mai 2001, p.112. </li></ul>

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