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                                                      • O objetivo deste trabalho foi realizar um estudo
                                                        baseado na comparação de dois enxertos ósseos: o
                                                        Autógeno e o Alógeno;

                                                      • Avaliar suas indicações;

                                                      • Comparar as vantagens e as desvantagens.




 Almeida cita que a região posterior superior tem
  sido uma das regiões que mais dificultam a
  colocação de implantes;

 Para Misch apesar do enxerto Autógeno ser
  considerado “padrão ouro”, ele representa maiores
  riscos para o paciente;

 Cosmo afirma que o enxerto Alógeno obtido de
  Banco de Ossos acaba se tornando uma alternativa
  eficaz, viável e segura.




                                                          




                                                                                                                   1
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                                                         - A Osteogênese: acontece a síntese de um novo
                                                  tecido ósseo pelas células da superfície do leito receptor
                                                  do enxerto;

                                                        - A Osteoindução: o novo osso é produzido pelas
                                                  células da superfície do osso cortical e medular fresco,
                                                  além das células do leito receptor;

                                                        - A Osteocondução: refere-se ao biomaterial que
                                                  permite aposição óssea através do osso existente,
                                                  funcionando como um arcabouço ósseo.




 Omagari cita alguns critérios para o material             • Toledo, Cosmo e Anchieta afirmam:
  de enxerto ideal:

      - Capacidade de produzir osso;                           – É considerado “padrão ouro” em enxertias;
      - Remodelamento ósseo;
      - Manutenção de osso imaturo com o                       – É o único biomaterial que apresenta as
        passar do tempo;                                         três propriedades ideais num enxerto;
      - Capacidade de estabilizar os implantes;
      - Baixo risco de infecção;                               – Ele pode ser instalado na área receptora
      - Fácil disponibilidade;                                   em forma de blocos ou particulados.
      - Baixa antigenicidade;




                                                                                                                     2
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                                                             das melhores áreas
 A escolha das mesmas para enxertias e                      bucais doadoras;
  reconstruções ósseas dependem:

    - Do volume e da quantidade de osso                    • Pode ser utilizado
    necessário;                                              como enxerto do tipo:

    -Do tipo de defeito ósseo;                                   -“Onlay”;
                                                                 - “Inlay”;
    - Do local onde será realizada a enxertia;                   - “Sandwich”;
                                                                 - Particulado.
    - Além da morbidade da cirurgia.




                          As complicações relatadas
                           nessa área são:               Recomenda-se um
                                                          enxerto do tipo “onlay”
                                                          e/ou “inlay”;
                             -Hemorragias;
                             -Hematomas;                 Os riscos cirúrgicos e
                             -Edemas;                     complicações:
                             -Parestesia labial e/ou       - Parestesia
                               dental temporária ou          temporária ou
                               definitiva;                   permanente;
                              - Apicectomia;               - Hemorragia;
                              - Alteração no perfil        - Hematoma;
                               facial do paciente.         - Fratura Mandibular.




                        Utilizado em enxertos de:
                         - Cavidade;                    • A anestesia deve ser
                         - Pequenas fenestrações;         geral em ambiente
                         -Seio Maxilar.                   hospitalar para a
                                                          remoção do enxerto;
                        Riscos cirúrgicos e
                         complicações:                  • Riscos e complicações:
                         - Exposição do Seio Maxilar;
                         - Fístula buco-sinusal;             - Bem reduzidos;
                         -Comprometimento de                 - Há poucos relatos
                         dentes remanescentes.               de complicações;




                                                                                     3
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                               A intervenção cirúrgica
                                deve ser realizada em
                                ambiente hospitalar, com            Transporte de células vivas para o leito receptor;
                                anestesia geral;
                                                                    Ele não terá ação imunológica no organismo;
                               As complicações são:
                                                                    Menor grau de inflamação e menor possibilidade
                                                                     de infecção;
                                      Hemorragia Interna;
                                      Hematoma e edema;
                                                                    Reparação tecidual mais rápida;
                                      Parestesia
                                       parcial/definitiva da
                                       porção lateral da coxa;      Não existe nenhum risco de transmissão de
                                                                     doenças;
                                      Dor intensa.




                                                                 • Steckelberg, Marzola e Cosmo afirmam:
 Existe a necessidade de 2 procedimentos cirúrgicos;

 Maior desconforto ao paciente;

 Aumento da morbidade do paciente;

 Internação hospitalar (áreas doadoras extra-bucais) ;

 Desconfortos comuns, como dores, edema,
  hematomas, hemorragias, parestesias no sítio
  doador.




• Para Resende, Cosmo, Steckelberg, Santos e Marzola:
                                                                 • Liofilização: retirada da umidade do osso,
   • É eficaz, eficiente e seguro;                                 possibilitando sua estocagem (até 5 anos), com as
                                                                   vantagens:
   • Os protocolos de retirada, conservação,
     esterilização e utilização estão estabelecidos nos          • Diminuir o risco de transmissão de doenças e a
     Bancos de Ossos;                                              antigenicidade;

   • É osteocondutivo ;                                          • As desvantagens deste processo são :

   • Possui baixa antigenicidade (ultracongelamento              • Alterações de suas propriedades mecânicas;
     ou liofilização).                                           • Baixa incorporação no leito receptor.




                                                                                                                            4
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 Para Cosmo eles estão disponíveis para fornecer   • O congelamento e o armazenamento do tecido
  tecidos adquiridos de fontes pós-morte (post-       ósseo ocorre em temperaturas de -70 ºC
  mortem) ou de doadores vivos;                       (preservando os ossos por longos períodos);

                                                    • A criopreservação promove a condução óssea com
 Resende cita que eles realizam a correta            qualidade;
  esterilização dos tecidos, através da:
                                                    • Existem 3 tipos de Banco de Ossos :
         Captação;
         Coleta;                                         • Os congelados;
         Técnica de processamento;                       • Os congelados-desidratados;
         Estocagem do osso.                              • Os descalcificados.




                                                     • Cosmo cita que diferentemente do osso
   Marzola cita que se tornaram mais populares        liofilizado, este não é desidratado no seu
    devido ao seu preparo fácil e rápido;              processamento;

                                                     • Pode ser utilizado na forma de blocos, o que
   Steckelberg afirma que existem diferentes          não ocorre com o liofilizado (desidratados);
    formas de ossos congelados:
                                                     • Steckelberg afirma que é um material efetivo
        Os frescos (FFB);                             para restaurar o volume do rebordo alveolar e
        Os congelados secos (FDB);                    posterior reabilitação com implantes
                                                       dentários;
        Os desmineralizados (DFDB).




    É biocompatível;                                    É histologicamente a melhor escolha em sítios
                                                          onde a regeneração óssea é “complicada”;

    Apresenta maior efeito osteocondutivo;
                                                         A única diferença entre eles é que o fresco
                                                          congel. desminer. sofre um processo adicional
    É considerado efetivo na produção de osso            de descalcificação, expondo BMP’s* pela
    denso e no aumento lateral do rebordo                 desmineralização do enxerto, aumentando o
    alveolar;                                             potencial osteogênico.

    Indicando segurança e eficácia no uso deste
     material.




                                                                                                              5
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                                                              Marzola e Cosmo afirmam que por ser um
   • Marzola cita que apresenta estabilidade                   material relativamente “mole”, oferece:
     mecânica e pequena capacidade osteogênica;
                                                              Pequena estabilidade mecânica;
   • Steckelberg afirma que após sua desidratação, ele
     se fragiliza (partículas);

                                                              Boa matriz óssea;
   • Santos evidencia como desvantagem desse
     processo algumas alterações de suas propriedades
     mecânicas.
                                                              Potencial de estimular a osteogênese.




 Santos e Resende afirmam que quando existe a            Diminuição de sangramentos, edema, hematomas e
  demanda de um grande volume ósseo não há a               possíveis hemorragias;
  necessidade de 2 tempos cirúrgicos;
                                                          Potencial antigênico extremamente baixo;
 Menor tempo de cirurgia (limitando-se a apenas 1);
                                                          Pode ser esterilizado quando for lavado com
 Diminuição da morbidade;                                 produtos ácidos ou antibióticos;

 Maior conforto para o paciente;                         Baixo risco de rejeição e de transmissão de doenças;

 Menor risco de infecção;                                Segurança indiscutível na Odontologia;




  Schwambach cita que o maior risco seria a
   contaminação por parte do paciente que vai             Martins cita que o PRP é considerado uma fonte
                                                           de fatores de crescimento (FC), tais como:
   receber o enxerto;

                                                            PDGF- fator de crescimento derivado de plaquetas;
  O correto processamento dos tecidos diminuem os
   riscos de transmissão de doenças*;                       TGF-beta –fator de crescimento de transformação;
                                                            IGF- fator de crescimento semelhante á insulina;
  Estudos relatam que nenhum caso de                       VEGF- fator de crescimento endotelial vascular.
   contaminação foi encontrado ;
                                                          Esses FC são críticos na estimulação do processo
                                                           de reparo da ferida cirúrgica;




                                                                                                                   6
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      Martins cita que ele participa de várias                o Martins cita que ele participa na modulação
       atividades celulares como:                                do crescimento celular;

      Reparo ósseo;
      Reparo tecidual;                                        o Estimula o reparo e a regeneração tecidual;
      Regeneração epitelial;

      Ele estimula vários processos                           o É efetivo na cicatrização de feridas cirúrgicas.
       metabólicos(síntese de proteínas e de colágeno);




• Martins cita que o IGF-II estimula a proliferação             Albuquerque cita que ele estimula a
  celular e a síntese de colágeno;                               proliferação celular;

• O IGF-I estimula a proliferação celular e a formação          E a migração de todos os tipos de células
  óssea.                                                        epidérmicas;

• Tanto o IGF-I como o IGF-II agem aumentando o                 Promove a angiogênese;
  número de células capazes de sintetizar a matriz
  óssea.




                                                           Para Maior, Albuquerque e Romeiro o PRP
                                                            promove:
    Albuquerque cita que é um produto com grande
     potencial de melhorar a integração dos enxertos;        A angiogênese;
                                                             A produção de colágeno;
    Além de estimular a cicatrização de feridas             A proliferação dos osteoblastos;
     cirúrgicas;
                                                             A produção de arcabouços celulares;
                                                             Tende a evitar infecções;
    Maior acredita que o uso PRP permite a inserção do
     implante com maior brevidade**.                         Na CTBMF o seu uso melhora a incorporação dos
                                                              enxertos;

                                                           Desvantagem: concentrações elevadas de FC podem levar a
                                                              um processo inverso;




                                                                                                                            7
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                                                            Começa com a
                                                             coleta de sangue
                                                             do paciente;




                                                    • Após a centrifugação
                                                           obtêm- se o PPP e o
                                                           PRP.




                                       Enxerto Autógeno                       Enxerto Alógeno          Propriedades Fundamentais É o único que apresenta a Apresenta                          um      ótimo
  Técnica de obtenção do        Apresenta maiores riscos para Não apresenta nenhum risco ao             presentes no material de   osteogênese, osteoindução e potencial              osteoindutivo       e
          enxerto               o paciente, pois é necessário paciente, já que o material de                    enxertia           a osteocondução.                    osteocondutivo.
                                submetê-lo      a   dois    tempos enxertia     é   proveniente   de
                                                                                                            Risco de infecção      Maior, pois expõe o paciente Menor, pois expõe o paciente
                                cirúrgicos.                        Banco de Ossos.
                                                                                                                                   a dois tempos cirúrgicos.           a   um        tempo         cirúrgico
   Morbidade do paciente        Aumenta devido a necessidade Diminui pois não é preciso                                                                                apenas.
                                  de expor o paciente a duas       submeter o paciente a dois             Tempo para ocorrer a     É   maior,         a   remodelação É    menor,         a   remodelação
                                              cirurgias.           tempos cirúrgicos.                      remodelação óssea       ocorre mais lentamente.             ocorre mais rapidamente.


Necessidade de internação             Existe quando há a            Não existe essa necessidade,       Possibilidade de transmissão Nenhuma, já que é originado É de baixa magnitude, já que
hospitalar do paciente para a    necessidade de remoção de             já que o enxerto ósseo é                de doenças          do próprio paciente.                o correto processamento dos
    obtenção do enxerto         grandes quantidades ósseas é           proveniente de Banco de                                                                         tecidos diminuem o risco de
                                preciso submetê-lo a anestesia Ossos, este que apresenta uma                                                                           infecção para o paciente.
                                     geral, já que as áreas          fonte praticamente infinita de
                                                                                                       Utilizando o PRP na técnica Ele melhora a integração dos Ele melhora a integração dos
                                 doadoras extra-bucais são o             material de enxertia.
                                                                                                               de enxertia         enxertos       e       estimula   a enxertos       e       estimula    a
                                osso ilíaco e a calota craniana.
                                                                                                                                   cicatrização           de   feridas cicatrização           de    feridas
                                                                                                                                   cirúrgicas.                         cirúrgicas.




                                                                                                                                                                                                               8
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•   Casalechi VL, Cardoso GR, Picosse LR. Levantamento do assoalho do Seio Maxilar: Contornando
    dificuldades. X Encontro Latino Americano de Iniciação Científica e VI Encontro Latino
    Americano de Pós-Graduação. Universidade do Vale do Paraíba-RJ, 2008; Pág. 803-806.

•   Almeida LPB, Coelho AVP, Shinozaki EB, Cunha VPP. Estudo comparativo das técnicas
    cirúrgicas de levantamento de Seio Maxilar em implantodontia: Revisão de Literatura. X
    Encontro Latino Americano de Iniciação Científica e VI Encontro Latino Americano de Pós-
    Graduação. Universidade do Vale do Paraíba- RJ, 2006; Pág.: 729-732.

•   Jayme S, Abutara FH. Princípios de Enxertia em Seio Maxilar- Revisão de Literatura. Revista
    Brasileira de Implantodontia & Prótese sobre Implantes. 2003; vol. 10, n. 40, pág. 341-345.

•   Cosmo LA, Macedo LGS, Pelegrine AA, Macedo NL. Enxerto Ósseo em levantamento de assoalho
    de Seio Maxilar. Rev. Implantnews. Jun. 2007; vol. 4, n. 3, pág. 249-253.

•   Misch CE. Implantes Dentários Contemporâneos. Ed. 2, Editora Santos, São Paulo, 2006.

•   Tombini D. Enxerto Autógeno em Seio Maxilar é a melhor escolha? Tese (Especialização em
    Implantodontia), Centro de Pós- Graduação da Academia de Odontologia do Rio de Janeiro- RJ,
    2007.




                                                                                                          9

Enxertos ósseos

  • 1.
    07/04/2013 • O objetivo deste trabalho foi realizar um estudo baseado na comparação de dois enxertos ósseos: o Autógeno e o Alógeno; • Avaliar suas indicações; • Comparar as vantagens e as desvantagens.  Almeida cita que a região posterior superior tem sido uma das regiões que mais dificultam a colocação de implantes;  Para Misch apesar do enxerto Autógeno ser considerado “padrão ouro”, ele representa maiores riscos para o paciente;  Cosmo afirma que o enxerto Alógeno obtido de Banco de Ossos acaba se tornando uma alternativa eficaz, viável e segura.  1
  • 2.
    07/04/2013 - A Osteogênese: acontece a síntese de um novo tecido ósseo pelas células da superfície do leito receptor do enxerto; - A Osteoindução: o novo osso é produzido pelas células da superfície do osso cortical e medular fresco, além das células do leito receptor; - A Osteocondução: refere-se ao biomaterial que permite aposição óssea através do osso existente, funcionando como um arcabouço ósseo.  Omagari cita alguns critérios para o material • Toledo, Cosmo e Anchieta afirmam: de enxerto ideal: - Capacidade de produzir osso; – É considerado “padrão ouro” em enxertias; - Remodelamento ósseo; - Manutenção de osso imaturo com o – É o único biomaterial que apresenta as passar do tempo; três propriedades ideais num enxerto; - Capacidade de estabilizar os implantes; - Baixo risco de infecção; – Ele pode ser instalado na área receptora - Fácil disponibilidade; em forma de blocos ou particulados. - Baixa antigenicidade; 2
  • 3.
    07/04/2013 • É considerado uma das melhores áreas  A escolha das mesmas para enxertias e bucais doadoras; reconstruções ósseas dependem: - Do volume e da quantidade de osso • Pode ser utilizado necessário; como enxerto do tipo: -Do tipo de defeito ósseo; -“Onlay”; - “Inlay”; - Do local onde será realizada a enxertia; - “Sandwich”; - Particulado. - Além da morbidade da cirurgia.  As complicações relatadas nessa área são:  Recomenda-se um enxerto do tipo “onlay” e/ou “inlay”; -Hemorragias; -Hematomas;  Os riscos cirúrgicos e -Edemas; complicações: -Parestesia labial e/ou - Parestesia dental temporária ou temporária ou definitiva; permanente; - Apicectomia; - Hemorragia; - Alteração no perfil - Hematoma; facial do paciente. - Fratura Mandibular.  Utilizado em enxertos de: - Cavidade; • A anestesia deve ser - Pequenas fenestrações; geral em ambiente -Seio Maxilar. hospitalar para a remoção do enxerto;  Riscos cirúrgicos e complicações: • Riscos e complicações: - Exposição do Seio Maxilar; - Fístula buco-sinusal; - Bem reduzidos; -Comprometimento de - Há poucos relatos dentes remanescentes. de complicações; 3
  • 4.
    07/04/2013  A intervenção cirúrgica deve ser realizada em ambiente hospitalar, com  Transporte de células vivas para o leito receptor; anestesia geral;  Ele não terá ação imunológica no organismo;  As complicações são:  Menor grau de inflamação e menor possibilidade de infecção;  Hemorragia Interna;  Hematoma e edema;  Reparação tecidual mais rápida;  Parestesia parcial/definitiva da porção lateral da coxa;  Não existe nenhum risco de transmissão de doenças;  Dor intensa. • Steckelberg, Marzola e Cosmo afirmam:  Existe a necessidade de 2 procedimentos cirúrgicos;  Maior desconforto ao paciente;  Aumento da morbidade do paciente;  Internação hospitalar (áreas doadoras extra-bucais) ;  Desconfortos comuns, como dores, edema, hematomas, hemorragias, parestesias no sítio doador. • Para Resende, Cosmo, Steckelberg, Santos e Marzola: • Liofilização: retirada da umidade do osso, • É eficaz, eficiente e seguro; possibilitando sua estocagem (até 5 anos), com as vantagens: • Os protocolos de retirada, conservação, esterilização e utilização estão estabelecidos nos • Diminuir o risco de transmissão de doenças e a Bancos de Ossos; antigenicidade; • É osteocondutivo ; • As desvantagens deste processo são : • Possui baixa antigenicidade (ultracongelamento • Alterações de suas propriedades mecânicas; ou liofilização). • Baixa incorporação no leito receptor. 4
  • 5.
    07/04/2013  Para Cosmoeles estão disponíveis para fornecer • O congelamento e o armazenamento do tecido tecidos adquiridos de fontes pós-morte (post- ósseo ocorre em temperaturas de -70 ºC mortem) ou de doadores vivos; (preservando os ossos por longos períodos); • A criopreservação promove a condução óssea com  Resende cita que eles realizam a correta qualidade; esterilização dos tecidos, através da: • Existem 3 tipos de Banco de Ossos : Captação; Coleta; • Os congelados; Técnica de processamento; • Os congelados-desidratados; Estocagem do osso. • Os descalcificados. • Cosmo cita que diferentemente do osso  Marzola cita que se tornaram mais populares liofilizado, este não é desidratado no seu devido ao seu preparo fácil e rápido; processamento; • Pode ser utilizado na forma de blocos, o que  Steckelberg afirma que existem diferentes não ocorre com o liofilizado (desidratados); formas de ossos congelados: • Steckelberg afirma que é um material efetivo Os frescos (FFB); para restaurar o volume do rebordo alveolar e Os congelados secos (FDB); posterior reabilitação com implantes dentários; Os desmineralizados (DFDB).  É biocompatível;  É histologicamente a melhor escolha em sítios onde a regeneração óssea é “complicada”;  Apresenta maior efeito osteocondutivo;  A única diferença entre eles é que o fresco congel. desminer. sofre um processo adicional  É considerado efetivo na produção de osso de descalcificação, expondo BMP’s* pela denso e no aumento lateral do rebordo desmineralização do enxerto, aumentando o alveolar; potencial osteogênico.  Indicando segurança e eficácia no uso deste material. 5
  • 6.
    07/04/2013  Marzola e Cosmo afirmam que por ser um • Marzola cita que apresenta estabilidade material relativamente “mole”, oferece: mecânica e pequena capacidade osteogênica;  Pequena estabilidade mecânica; • Steckelberg afirma que após sua desidratação, ele se fragiliza (partículas);  Boa matriz óssea; • Santos evidencia como desvantagem desse processo algumas alterações de suas propriedades mecânicas.  Potencial de estimular a osteogênese.  Santos e Resende afirmam que quando existe a  Diminuição de sangramentos, edema, hematomas e demanda de um grande volume ósseo não há a possíveis hemorragias; necessidade de 2 tempos cirúrgicos;  Potencial antigênico extremamente baixo;  Menor tempo de cirurgia (limitando-se a apenas 1);  Pode ser esterilizado quando for lavado com  Diminuição da morbidade; produtos ácidos ou antibióticos;  Maior conforto para o paciente;  Baixo risco de rejeição e de transmissão de doenças;  Menor risco de infecção;  Segurança indiscutível na Odontologia;  Schwambach cita que o maior risco seria a contaminação por parte do paciente que vai  Martins cita que o PRP é considerado uma fonte de fatores de crescimento (FC), tais como: receber o enxerto;  PDGF- fator de crescimento derivado de plaquetas;  O correto processamento dos tecidos diminuem os riscos de transmissão de doenças*;  TGF-beta –fator de crescimento de transformação;  IGF- fator de crescimento semelhante á insulina;  Estudos relatam que nenhum caso de  VEGF- fator de crescimento endotelial vascular. contaminação foi encontrado ;  Esses FC são críticos na estimulação do processo de reparo da ferida cirúrgica; 6
  • 7.
    07/04/2013  Martins cita que ele participa de várias o Martins cita que ele participa na modulação atividades celulares como: do crescimento celular;  Reparo ósseo;  Reparo tecidual; o Estimula o reparo e a regeneração tecidual;  Regeneração epitelial;  Ele estimula vários processos o É efetivo na cicatrização de feridas cirúrgicas. metabólicos(síntese de proteínas e de colágeno); • Martins cita que o IGF-II estimula a proliferação  Albuquerque cita que ele estimula a celular e a síntese de colágeno; proliferação celular; • O IGF-I estimula a proliferação celular e a formação  E a migração de todos os tipos de células óssea. epidérmicas; • Tanto o IGF-I como o IGF-II agem aumentando o  Promove a angiogênese; número de células capazes de sintetizar a matriz óssea.  Para Maior, Albuquerque e Romeiro o PRP promove:  Albuquerque cita que é um produto com grande potencial de melhorar a integração dos enxertos;  A angiogênese;  A produção de colágeno;  Além de estimular a cicatrização de feridas  A proliferação dos osteoblastos; cirúrgicas;  A produção de arcabouços celulares;  Tende a evitar infecções;  Maior acredita que o uso PRP permite a inserção do implante com maior brevidade**.  Na CTBMF o seu uso melhora a incorporação dos enxertos;  Desvantagem: concentrações elevadas de FC podem levar a um processo inverso; 7
  • 8.
    07/04/2013  Começa com a coleta de sangue do paciente; • Após a centrifugação obtêm- se o PPP e o PRP. Enxerto Autógeno Enxerto Alógeno Propriedades Fundamentais É o único que apresenta a Apresenta um ótimo Técnica de obtenção do Apresenta maiores riscos para Não apresenta nenhum risco ao presentes no material de osteogênese, osteoindução e potencial osteoindutivo e enxerto o paciente, pois é necessário paciente, já que o material de enxertia a osteocondução. osteocondutivo. submetê-lo a dois tempos enxertia é proveniente de Risco de infecção Maior, pois expõe o paciente Menor, pois expõe o paciente cirúrgicos. Banco de Ossos. a dois tempos cirúrgicos. a um tempo cirúrgico Morbidade do paciente Aumenta devido a necessidade Diminui pois não é preciso apenas. de expor o paciente a duas submeter o paciente a dois Tempo para ocorrer a É maior, a remodelação É menor, a remodelação cirurgias. tempos cirúrgicos. remodelação óssea ocorre mais lentamente. ocorre mais rapidamente. Necessidade de internação Existe quando há a Não existe essa necessidade, Possibilidade de transmissão Nenhuma, já que é originado É de baixa magnitude, já que hospitalar do paciente para a necessidade de remoção de já que o enxerto ósseo é de doenças do próprio paciente. o correto processamento dos obtenção do enxerto grandes quantidades ósseas é proveniente de Banco de tecidos diminuem o risco de preciso submetê-lo a anestesia Ossos, este que apresenta uma infecção para o paciente. geral, já que as áreas fonte praticamente infinita de Utilizando o PRP na técnica Ele melhora a integração dos Ele melhora a integração dos doadoras extra-bucais são o material de enxertia. de enxertia enxertos e estimula a enxertos e estimula a osso ilíaco e a calota craniana. cicatrização de feridas cicatrização de feridas cirúrgicas. cirúrgicas. 8
  • 9.
    07/04/2013 • Casalechi VL, Cardoso GR, Picosse LR. Levantamento do assoalho do Seio Maxilar: Contornando dificuldades. X Encontro Latino Americano de Iniciação Científica e VI Encontro Latino Americano de Pós-Graduação. Universidade do Vale do Paraíba-RJ, 2008; Pág. 803-806. • Almeida LPB, Coelho AVP, Shinozaki EB, Cunha VPP. Estudo comparativo das técnicas cirúrgicas de levantamento de Seio Maxilar em implantodontia: Revisão de Literatura. X Encontro Latino Americano de Iniciação Científica e VI Encontro Latino Americano de Pós- Graduação. Universidade do Vale do Paraíba- RJ, 2006; Pág.: 729-732. • Jayme S, Abutara FH. Princípios de Enxertia em Seio Maxilar- Revisão de Literatura. Revista Brasileira de Implantodontia & Prótese sobre Implantes. 2003; vol. 10, n. 40, pág. 341-345. • Cosmo LA, Macedo LGS, Pelegrine AA, Macedo NL. Enxerto Ósseo em levantamento de assoalho de Seio Maxilar. Rev. Implantnews. Jun. 2007; vol. 4, n. 3, pág. 249-253. • Misch CE. Implantes Dentários Contemporâneos. Ed. 2, Editora Santos, São Paulo, 2006. • Tombini D. Enxerto Autógeno em Seio Maxilar é a melhor escolha? Tese (Especialização em Implantodontia), Centro de Pós- Graduação da Academia de Odontologia do Rio de Janeiro- RJ, 2007. 9