Fernanda e vanessa economia solidaria

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Fernanda e vanessa economia solidaria

  1. 1. Economia solidária
  2. 2. Oque é? • É uma forma de organização econômica a partir do trabalho coletivo, um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. • Na Economia Solidária não existe patrão e empregado, todos decidem em conjunto e se beneficiam igualmente.
  3. 3. Como funciona? • A economia funciona à partir de empreendimentos onde todo mundo decide em conjunto, cooperando sem hierarquias ou patrões. Ou seja, onde não existe o “trabalho-proprietário” (assalariado) que separa aquelas que produzem do fruto do seu trabalho, tirando a sua liberdade de uso e distribuição sobre o que se produz. Pratica-se, nessa outra economia, a autogestão, um processo democrático de decisão em que todas(o)s são livres e responsáveis pelo que fazem no grupo econômico do qual participam.
  4. 4. Exemplos: • Exemplos de empreendimentos solidários de consumo são: cooperativas de consumo, habitacionais, de crédito e mútuas de seguros gerais, de seguro de saúde, clubes de troca, etc.
  5. 5. História e surgimento • A Economia Solidária surgiu no início do século XIX como um movimento dos trabalhadores e trabalhadoras retirados de seus meios de produção em resposta à pobreza e ao desemprego. • No Brasil ressurgiu entre as décadas de 1970 e 1990 como resposta da massa de trabalhadores e trabalhadoras à formas de exploração e exclusão impostas pelo capitalismo e como fortalecimento das políticas públicas como políticas de Estado. • O Espírito Santo foi o primeiro Estado a ter sancionado uma Lei de Economia Solidária – Lei 8.256 e a implantar o Conselho Estadual de Economia Solidária – CEES no ano de 2006.
  6. 6. Vantagens • As vontades das pessoas são tratadas como independentes das determinações do capital, apelando–se a elas para que façam uso solidário do seu capital particular e ampliem, dessa forma, o projeto em questão • Com base em leitura crítica da tese de que essas organizações dispõem de autênticas qualidades subjetivas e que estas representam vantagens competitivas frente às empresas capitalistas, aponta–se para a mistificação do uso da solidariedade como diferencial competitivo.
  7. 7. Desvantagens • Os sócios não recebem salario ; • Na maioria das empresas opta pela certa desigualdade das retiradas, que acompanham o escalonamento vigente nas empresas capitalistas, mas com diferenças menores.
  8. 8. Organização • Os empreendimentos da economia solidária buscam implementar soluções de gestão coletivas, democráticas e autogestionárias. As decisões mais importantes costumam ser tomadas em assembleias de sócios, em que vigora o princípio de que "cada cabeça é um voto" de igual peso, sem que importe a função ou posição administrativa desse sócio no empreendimento.
  9. 9. Como funciona no Brasil • Tal resistência se manifesta primeiramente como luta pela sobrevivência, na conformação de um mercado informal crescente, onde brotam iniciativas de economia popular . • EXEMPLOS: atuação de camelôs, flanelinhas, vendedores ambulantes etc., normalmente de caráter individual ou familiar. Com a articulação de diversos atores, essa resistência também se manifesta na forma de iniciativas associativas e solidárias voltadas também à reprodução da vida, mas que vão além disso, apontando para alternativas estruturais de organização da economia, baseada em valores como a ética, a equidade e a solidariedade e não mais no lucro e acúmulo indiscriminado.
  10. 10. Conclusão • Considerando essas características, a economia solidária aponta para uma nova lógica de desenvolvimento sustentável com geração de trabalho e distribuição de renda. Seus resultados econômicos, políticos e culturais são compartilhados pelos participantes, sem distinção de gênero, idade e raça. Implica na reversão da lógica capitalista ao se opor à exploração do trabalho e dos recursos naturais, considerando o ser humano na sua integralidade como sujeito e finalidade da atividade econômica.

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