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A economia solidária resgata as lutas históricas dos
trabalhadores que tiveram origem no início do século XIX, sob a
forma...
“A Economia Solidária é um ato pedagógico em si
mesma, na medida em que propõe uma nova
pratica social e um entendimento d...
No Livro “Introdução à Economia Solidária”, o professor e
economista Paul Singer descreve as origens históricas e os
princ...
Competição
* Ações Isoladas
* Objetivos Individuais
* Benefícios para
alguns
Cooperação
* Objetivos Comuns
* Ações
Compartilhadas
* Benefícios
Distribuídos
DIFERENÇA ENTRE ECOSOL E ECONOMIA CAPITALISTA
Simboliza a união
de todas e todos
sem distinção, por
um mundo
melhor.
Economia Solidária é um jeito diferente de produzir,
vender, comprar e trocar o que é preciso para viver.
Sem explorar os ...
Nesse sentido, compreende-se por economia solidária
o conjunto de atividades econômicas de produção, distribuição,
consumo...
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esforços e capacidades, a propriedade coletiva de ben...
AUTOGESTÃO: os/as participantes das organizações exercitam as
práticas participativas de autogestão dos processos de traba...
DIMENSÃO ECONÔMICA: é uma das bases de motivação da
agregação de esforços e recursos pessoais e de outras
organizações par...
SOLIDARIEDADE: O caráter de solidariedade nos empreendimentos é
expresso em diferentes dimensões:
Na justa distribuição do...
• Ajuda Mútua
• Responsabilidade
• Democracia
• Igualdade
• Equidade
• Solidariedade
• Compromisso com a comunidade
• Tran...
• Gera democratização da gestão do trabalho
• Valorização das pessoas e das relações de
cooperação
• Melhora a distribuiçã...
• Econômica; é um jeito de fazer a atividade econômica de
produção, oferta de serviços, comercialização, finanças ou
consu...
• Cultural; é também um jeito de estar no mundo e de consumir
(em casa, em eventos ou no trabalho) produtos locais, saudáv...
• Política; é um movimento social, que luta pela mudança da
sociedade, por uma forma diferente de desenvolvimento, que não...
A ECOSOL NO BRASIL
O CAMPO DA ECONOMIA SOLIDÁRIA NO BRASIL
COCRAB
MST
Economia
Solidária
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Políticas
Públicas de ES
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Prioridades da
Economia
Solidária
Comercialização
Fomento e
Assistência
tecnológica
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Solidárias
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QUAIS SÃO OS TIPOS DE FINANÇAS SOLIDÁRIAS?
Bancos Comunitários de Desenvolvimento
Fundos Rotativos Solidários
Cooperativas...
Os Empreendimentos Econômicos Solidários são
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COLETIVAS E SUPRAFAMILIARES (associações,
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PERMANENTES (não são práticas eventuais).
Além dos empreendimentos que já se encontram
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LEGAL, prevalecendo a existência real ou a vida
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São SINGULARES ou COMPLEXAS.
Ou seja, deverão ser consideradas as organizações de
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CÁRITAS
INCUBADORAS DE EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS
SENAES-MTE
SECRETÁRIAS ESTADUAIS
SECRETÁRIAS MUNICIPAIS
FÓRUNS DE ECOSOL...
OBRIGADO!
“Ninguém supera a pobreza
sozinho”
Prof. Paul Singer
BORINELLI, Benilson, LUZIO DO SANTOS, Luis Miguel, PITAGUARI, Sinival Osório (Organizadores).
ECONOMIA SOLIDÁRIA EM LONDRI...
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APRESENTAÇÃO O QUE É ECONOMIA SOLIDÁRIA

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APRESENTAÇÃO O QUE É ECONOMIA SOLIDÁRIA

  1. 1. Apoio:
  2. 2. A economia solidária resgata as lutas históricas dos trabalhadores que tiveram origem no início do século XIX, sob a forma de cooperativismo, como uma das formas de resistência contra o avanço avassalador do capitalismo industrial. No Brasil, ela ressurge no final do Século XX como resposta dos trabalhadores às novas formas de exclusão e exploração no mundo do trabalho. SURGIMENTO
  3. 3. “A Economia Solidária é um ato pedagógico em si mesma, na medida em que propõe uma nova pratica social e um entendimento dessa prática. A única maneira de aprender a construir a economia solidária é praticando”. Paul Singer
  4. 4. No Livro “Introdução à Economia Solidária”, o professor e economista Paul Singer descreve as origens históricas e os princípios da economia solidária em que a solidariedade se sobrepõe à competição e defende a ideia de que ela poderá ser uma alternativa superior ao capitalismo. O Livro tem a apresentação de Luiz Inácio Lula da Silva. E a partir daí que o movimento se fortalece com base teórica e passa a se ampliar Brasil a fora. SURGIMENTOIntrodução à Economia Solidária. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2002.
  5. 5. Competição * Ações Isoladas * Objetivos Individuais * Benefícios para alguns
  6. 6. Cooperação * Objetivos Comuns * Ações Compartilhadas * Benefícios Distribuídos
  7. 7. DIFERENÇA ENTRE ECOSOL E ECONOMIA CAPITALISTA
  8. 8. Simboliza a união de todas e todos sem distinção, por um mundo melhor.
  9. 9. Economia Solidária é um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros, sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o grupo, cada um pensando no bem de todos e no próprio bem. Fonte: SENAES-MTE
  10. 10. Nesse sentido, compreende-se por economia solidária o conjunto de atividades econômicas de produção, distribuição, consumo, poupança e crédito, organizadas sob a forma de autogestão. Considerando essa concepção, a Economia Solidária possui as seguintes características: COOPERAÇÃO AÇÃO ECONÔMICA SOLIDARIEDADE AUTOGESTÃO Fonte: SENAES-MTE
  11. 11. COOPERAÇÃO: existência de interesses e objetivos comuns, a união dos esforços e capacidades, a propriedade coletiva de bens, a partilha dos resultados e a responsabilidade solidária. Envolve diversos tipos de organização coletiva: empresas autogestionárias ou recuperadas (assumida por trabalhadores); associações comunitárias de produção; redes de produção, comercialização e consumo; grupos informais produtivos de segmentos específicos (mulheres, jovens etc.); clubes de trocas etc. Na maioria dos casos, essas organizações coletivas agregam um conjunto grande de atividades individuais e familiares. CARACTERÍSTIC
  12. 12. AUTOGESTÃO: os/as participantes das organizações exercitam as práticas participativas de autogestão dos processos de trabalho, das definições estratégicas e cotidianas dos empreendimentos, da direção e coordenação das ações nos seus diversos graus e interesses, etc. Os apoios externos, de assistência técnica e gerencial, de capacitação e assessoria, não devem substituir nem impedir o protagonismo dos verdadeiros sujeitos da ação. CARACTERÍSTIC
  13. 13. DIMENSÃO ECONÔMICA: é uma das bases de motivação da agregação de esforços e recursos pessoais e de outras organizações para produção, beneficiamento, crédito, comercialização e consumo. Envolve o conjunto de elementos de viabilidade econômica, permeados por critérios de eficácia e efetividade, ao lado dos aspectos culturais, ambientais e sociais. CARACTERÍSTICA
  14. 14. SOLIDARIEDADE: O caráter de solidariedade nos empreendimentos é expresso em diferentes dimensões: Na justa distribuição dos resultados alcançados; nas oportunidades que levam ao desenvolvimento de capacidades e da melhoria das condições de vida dos participantes; no compromisso com um meio ambiente saudável; nas relações que se estabelecem com a comunidade local; na participação ativa nos processos de desenvolvimento sustentável de base territorial, regional e nacional; nas relações com os outros movimentos sociais e populares de caráter emancipatório; na preocupação com o bem estar dos trabalhadores e consumidores; e no respeito aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. CARACTERÍSTICAS
  15. 15. • Ajuda Mútua • Responsabilidade • Democracia • Igualdade • Equidade • Solidariedade • Compromisso com a comunidade • Transparência • Honestidade • Respeito ao Meio Ambiente • Valorização da Mulher PRINCÍPIOS DA ECOSOL Fonte: SENAES-MTE
  16. 16. • Gera democratização da gestão do trabalho • Valorização das pessoas e das relações de cooperação • Melhora a distribuição de renda • Gera desenvolvimento local • Melhora a qualidade de vida BENEFÍCIOS DA ECOSOL Fonte: SENAES-MTE
  17. 17. • Econômica; é um jeito de fazer a atividade econômica de produção, oferta de serviços, comercialização, finanças ou consumo baseado na democracia e na cooperação, o que chamamos de autogestão: ou seja, na Economia Solidária não existe patrão nem empregados, pois todos os/as integrantes do empreendimento (associação, cooperativa ou grupo) são ao mesmo tempo trabalhadores e donos A ECOSOL E SUAS TRÊS Fonte: SENAES-MTE
  18. 18. • Cultural; é também um jeito de estar no mundo e de consumir (em casa, em eventos ou no trabalho) produtos locais, saudáveis, da Economia Solidária, que não afetem o meio-ambiente, que não tenham transgênicos e nem beneficiem grandes empresas. Neste aspecto, também simbólico e de valores, estamos falando de mudar o paradigma da competição para o da cooperação de da inteligência coletiva, livre e partilhada. A ECOSOL E SUAS TRÊS DIMENSÕES: Fonte: SENAES-MTE
  19. 19. • Política; é um movimento social, que luta pela mudança da sociedade, por uma forma diferente de desenvolvimento, que não seja baseado nas grandes empresas nem nos latifúndios com seus proprietários e acionistas, mas sim um desenvolvimento para as pessoas e construída pela população a partir dos valores da solidariedade, da democracia, da cooperação, da preservação ambiental e dos direitos humanos. A ECOSOL E SUAS TRÊS Fonte: SENAES-MTE
  20. 20. A ECOSOL NO BRASIL
  21. 21. O CAMPO DA ECONOMIA SOLIDÁRIA NO BRASIL COCRAB MST Economia Solidária Instâncias de Políticas Públicas de ES Governo Federal Fórum Brasileiro de ES Igrejas e Pastorais Sociais ONG’s, Oscips Incubadoras Universitárias de ES Governos Municipais e Estaduais Organizações de Finanças Solidárias Empresas Recuperadas Cooperativismo popular Associações, Clubes de Trocas, Grupos Redes de Empreendimentos Ligas ou Uniões de EES UNISOL UNICAFES ANTEAG Frentes Parlamentares Fóruns, Redes e Frentes Rede de Gestores Públicos Entidades de Apoio e Fomento Movimento Sindical Empreendimentos Econômicos Solidários - EES ANCOSOL Redes de ES Fóruns Estaduais Conselhos de Economia Solidária SENAES Setoriais de Economia Solidária
  22. 22. Prioridades da Economia Solidária Comercialização Fomento e Assistência tecnológica Finanças Solidárias Redes de Economia Solidária Formação e ConhecimentoReconhecimento Jurídico e institucional
  23. 23. QUAIS SÃO OS TIPOS DE FINANÇAS SOLIDÁRIAS? Bancos Comunitários de Desenvolvimento Fundos Rotativos Solidários Cooperativas de Crédito Clubes de Trocas Solidárias Moedas Sociais
  24. 24. Os Empreendimentos Econômicos Solidários são aquelas organizações: COLETIVAS E SUPRAFAMILIARES (associações, cooperativas, empresas autogestionárias, grupos de produção, clubes de trocas etc.), cujos participantes são trabalhadores dos meios urbano e rural que exercem a autogestão das atividades e da alocação dos seus resultados. EES
  25. 25. PERMANENTES (não são práticas eventuais). Além dos empreendimentos que já se encontram implantados, em operação, devem-se incluir aqueles em processo de implantação quando o grupo de participantes já estiver constituído definido sua atividade econômica. EES
  26. 26. Que podem dispor ou não de REGISTRO LEGAL, prevalecendo a existência real ou a vida regular da organização. EES
  27. 27. Que realizam atividades econômicas de produção de bens, de prestação de serviços, de fundos de crédito (cooperativas de crédito e os fundos rotativos populares), de comercialização (compra, venda e troca de insumos, produtos e serviços) e de consumo solidário. As atividades econômicas devem ser permanentes ou principais, ou seja, a razão de ser da organização. EES
  28. 28. São SINGULARES ou COMPLEXAS. Ou seja, deverão ser consideradas as organizações de diferentes graus ou níveis, desde que cumpridas as características acima identificadas. As organizações econômicas complexas são as centrais de associação ou de cooperativas, complexos cooperativos, redes de empreendimentos e similares. EES Fonte: SENAES-MTE
  29. 29. 11 % 45 %11 % 16 % 17% 21.859 EES 1.634.375 Participantes 64% Homens 36% Mulheres • 52% dos municípios mapeados EES
  30. 30. Consideram-se Entidades de Apoio, Assessoria e Fomento à Economia Solidária as organizações públicas e privadas sem fins lucrativos que desenvolvem ações nas várias modalidades de apoio direto, capacitação, assessoria, incubação, assistência técnica e de gestão e acompanhamento junto aos Empreendimentos de Economia Solidária. ENTIDADES DE APOIO Fonte: SENAES-MTE
  31. 31. CÁRITAS INCUBADORAS DE EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS SENAES-MTE SECRETÁRIAS ESTADUAIS SECRETÁRIAS MUNICIPAIS FÓRUNS DE ECOSOL ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL ENTIDADES DE APOIO Fonte: SENAES-MTE
  32. 32. OBRIGADO! “Ninguém supera a pobreza sozinho” Prof. Paul Singer
  33. 33. BORINELLI, Benilson, LUZIO DO SANTOS, Luis Miguel, PITAGUARI, Sinival Osório (Organizadores). ECONOMIA SOLIDÁRIA EM LONDRINA ASPECTOS CONCEITUAIS E A EXPERIÊNCIA INSTITUCIONAL. Universidade Estadual de Londrina Londrina. 2010. SINGER, Paul. Introdução à Economia Solidária. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2002. pg 127. SITE do CPCC. Disponível em: <http://cpcc.webnode.com.br/bcd-jardim-bot%C3%A2nico/bcd-jardim- bot%C3%A2nico/>. Acesso em: 22-06-2014. SITE do MTE. Disponível em: <http://portal.mte.gov.br/ecosolidaria/a-economia-solidaria/>. Acesso em: 22- 06-2014. SITE do CIRANDAS. Disponível em: <http://cirandas.net/>. Acesso em: 22-06-2014. SITE do FBES. Disponível em: <http://www.fbes.org.br/>. Acesso em: 22-06-2014.

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