Educação Musical em Projetos  Sociais e o Terceiro Setor     Drª Magali Kleber
Fundamentação TeóricaKLEBER, Magali. O. (2006). A Prática de Educação Musical em ONGs: dois estudos de caso no contexto ur...
A EPISTEMOLOGIA DO SUL As ecologias de saberes apelam a saberes contextualizados situados e   úteis, ao serviço de prática...
Movimentos sociais• Apesar do movimento social ser fruto de determinados  contextos históricos e sociais, duas definições ...
•    Pergunta-se então: Como o trabalho de mediação das ONGs    junto aos movimentos de base local pode ser direcionado ao...
TERCEIRO SETORSetores                  Governo                  Empresa          Sociedade Civil Organizada
Funções• Governo: Tem funções políticas, legislativas e administrativas, isto é, entre outras coisas, negociar com outros ...
Paradigma• O desafio torna-se ainda maior em face da crise dos  paradigmas de desenvolvimento.• temática da mudança• socia...
Lacunas•   Educação,•   Saúde,•   Cultura, esporte e lazer;•   Bem estar social    “espaço não contemplado efetivamente pe...
Surgindo o Terceiro setor           Segundo Aquino Alves (1999, p.69):“O Terceiro Setor é o espaço institucional que abrig...
A expressão “terceiro setor”• Surgiu nos Estados Unidos e sabe-se que este signo  lingüístico faz parte do vocabulário soc...
Desafios do Terceiro Setor• Suprir a lacuna deixada pela Crise do Estado?• Promover debates no âmbito Sociedade civil  org...
Organização Não GovernamentalAtuam nas mais diversas áreas.• Cultural, social, saúde, educação...• Proteção a criança e ad...
Formas Legais•   Associação•   Fundação•   Organizações não governamentais•   Cooperativas.“varias formas, para atender di...
Código Civil de 2002• Art. 44. São pessoas jurídicas de direito  privado:• I - as associações - arts 53 a 61 do CC/2002;• ...
A Perspectiva das ONGs nos movimentos sociais                                                                   :Capazes d...
Secretaria de Educação e Cultura/ MinC propõe construçãoconjunta de evento com Redes e Coletivos para discutirCultura e De...
Cooperativas     A constituição das coop. está regulamentada pela Lei 5.764/71.• uma sociedade de pessoas com forma e natu...
Histórico• No Brasil esse movimento já conta com mais  de 5 mil cooperativas, e com 5,5 milhões de  cooperados, com destaq...
Finalidades• A    cooperativa     precisa     conhecer  as  necessidades de seus cooperados para que  possa satisfazê-los,...
Tipos de Cooperativas• Cooperativa Agropecuária;• Cooperativa de Consumo;• Cooperativa Educacional;• Cooperativa de Eletri...
Princípios ....são as linhas orientadoras através das quais as  cooperativas levam os seus valores à prática:• 1 - Adesão ...
Princípios ....• 2 - Gestão democrática e livre –• controladas pelos seus membros,• que participam ativamente na formulaçã...
Princípios ....• 3 - Participação econômica dos membros –• Os membros contribuem eqüitativamente  para o capital das suas ...
Princípios ....          Destino das sobras liquidas• A - Desenvolvimento das suas  cooperativas, eventualmente através da...
Princípios ....• 4 - Autonomia e independência - As  cooperativas são organizações autônomas, de  ajuda mútua, controladas...
Princípios ....• 5 - Educação, formação e informação - de  forma que estes possam  contribuir, eficazmente, para o  desenv...
Princípios ....• 6 - Intercooperação - As cooperativas servem  de forma mais eficaz os seus membros e dão  mais -força ao ...
Fundação• é uma Entidade de Interesse Social, cuja  finalidade é assistir segmentos carentes da  população, nos mais diver...
Fundação....• A Fundação compõe o denominado Terceiro  Setor,    cada     vez    mais    presente      na  sociedade, atua...
Fundação....• Como reconhecimento pela sua atuação, o  Poder Público lhes concede benefícios como a  imunidade e isenção d...
Fundação....• Essas entidades de cunho Social contemplam  uma ampla variedade de instituições privadas  que atuam nas mais...
DOIS EXEMPLOS QUE PODEM NOS INDICAR  PARAMETROS SOBRE ESSA SIMBIOSE ENTRE O  PÚBLICO E O PRIVADO: Como podemos pensar o  c...
MEC                 Credenciamento e qualificação das gestoras                 Financiamento                 Definição de ...
SISTEMA SOCIAL• A associação é um sistema de organização  inserido na sociedade, e com ela interage e  estabelece relações...
........• O sistema social de uma associação subdivide-  se em três outros subsistemas:• Associados;• Dirigentes;• Colabor...
Organização Não GovernamentalA criação do conceito do Terceiro Setor e sua confusão com o conceito de ONGs trazem para as ...
Diferenças• As ONGs de desenvolvimento social haviam  incorporado como parte essencial de sua  identidade a busca de alter...
.........• vive-se um processo de amadurecimento  democrático nesta convivência, constróem-se  esferas públicas não estata...
Atividade• O que percebemos de comum e de diferente entre as  quatro entidades Apresentadas.• Qual a importância dessas so...
O que é um ProjetoProjeto é um empreendimento planejado queconsiste num conjunto de atividades inter-relacionadas e coorde...
Por que Projetos Sociais?Projetos são resultado de uma nova relaçãoentre Estado e Sociedade Civil;Mudanças no que se relac...
Processo de democratização• Descentralização do Estado• Participação da Sociedade Civil organizada• Novas fronteiras entre...
O que são Projetos Sociais?      Projetos são ferramentas de ação que     delimitam uma intervenção quanto aos   objetivos...
Um bom projeto social•   Boa articulação social e política;•   Visibilidade;•   Sustentabilidade;•   Transparência.Um bom ...
Projetos sociais - riscosFragmentação das açõesExcessiva dependênciaFalta de legitimidade ou representatividadeIndefinição...
Projetos sociais: tendências e desafiosGestão compartilhadaÊnfase na ação localGestão em redeFlexibilização de programas e...
Gestor de projetos - capacidades              para gerenciamento1. Compreender contextos políticos, sociais e   institucio...
Aspectos do gerenciamento•   Sustentabilidade do projeto•   Aspectos econômicos, RH e Identificação de fontes    financiam...
Redes Sócio-Institucionais• Tipo de rede que se institui em sistemas  organizacionais, regulamentados, visando  responder ...
Etapas de um Projeto Social          MAGALI KLEBER
PORQUE ELABORAR UM PROJETO SOCIAL EM GRUPO• AUMENTA AS CHANCES DE REALIZARMOS NOSSOS SONHOS• NINGUÉM VIVE SOZINHO: APRENDE...
ELBORAÇAO DE UM PROJETO SOCIAL•   QUEM SOMOS?•   O QUE QUEREMOS FAZER?•   ONDE VAMOS DESENVOLVER O PROJETO?•   QUAL O PROB...
ELBORAÇAO DE UM PROJETO SOCIAL• O QUE QUEREMOS FAZER? IDENTIFICA OS  DESEJOS E HABILIDADES DO GRUPO.QUAIS AS POSSIBILIDADE...
• QUAL O PROBLEMA QUEREMOS SUPERAR?Tentativa de solucionar um problema do contexto social  relacionada com o foco de atuaç...
AS INSTITUIÇÕES             E SEUS CONTEXTOS1) CONTEXTO INSTITUCIONAL – envolvendo   as dimensões burocrática, jurídica, d...
3) CONTEXTO SOCIOCULTURAL - dimensão   do espaço de circulação dos valores   simbólicos, dos encontros, das relações   int...
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OS ESPAÇOS MUSICAIS NA FAVELA GROTA DO SURUCUCU                    MAGALI KLEBER
http://somdapele.blogspot.com.br/http://www.projetogenerosidade.com.br/2011/  12/06/os-batuqueiros-do-silencio/  http://ww...
Fontes BibliográficasCORROCHARO, Maria Carla; WRASSE, Dilson. Elboração Participativade projetos: um guia para jovens. São...
GRATA!magali.kleber@gmail.com        MAGALI KLEBER
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  1. 1. Educação Musical em Projetos Sociais e o Terceiro Setor Drª Magali Kleber
  2. 2. Fundamentação TeóricaKLEBER, Magali. O. (2006). A Prática de Educação Musical em ONGs: dois estudos de caso no contexto urbanobrasileiro. Tese ( Doutorado em Música). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2006).Disponível em:http://sabix.ufrgs.br/ALEPH/8MYX2IIJR5C1TE2PV59MKPIPKPC4QPUVLDKQB7S72JNA44DDM3-09504/file/start-0
  3. 3. A EPISTEMOLOGIA DO SUL As ecologias de saberes apelam a saberes contextualizados situados e úteis, ao serviço de práticas transformadoras. Por conseguinte, so podem florescer em ambientes tão próximos quanto possível dessas práticas e de um modo tal que os protagonistas da acção social sejamreconhecidos como protagonistas da criação do saber (BOAVENTURA SANTOS, 2008, p. 168)
  4. 4. Movimentos sociais• Apesar do movimento social ser fruto de determinados contextos históricos e sociais, duas definições conceituais clássicas podem ser encontradas no objetivo de acrescer à questão. A primeira delas é a de controle de ação histórica de Alain Touraine, ou seja, para ele, os movimentos sociais são a ação conflitante dos agentes das classes sociais (luta de classes). Já para Manuel Castells, movimentos sociais são sistemas de práticas sociais contraditórias de acordo com a ordem social urbana/rural, cuja natureza é a de transformar a estrutura do sistema, seja através de ações revolucionárias ou não, numa correlação classista e em última instância, o poder estatal.• http://www.authorstream.com/Presentation/henriquesacramento- 392847-trabalho-education-ppt-powerpoint/ MAGALI KLEBER
  5. 5. • Pergunta-se então: Como o trabalho de mediação das ONGs junto aos movimentos de base local pode ser direcionado ao empoderamento dos sujeitos sociais “socialmente mais excluídos”, no sentido de não estimular as hierarquias de poder? as seguintes dimensões sociais merecem estar contempladas para um trabalho de empoderamento democrático e de inclusão social das bases: o combate à exclusão em suas múltiplas faces e a respectiva luta por direitos (civis, políticos, socioeconômicos, culturais e ambientais); o reconhecimento da diversidade dos sujeitos sociais e do respectivo pluralismo das idéias; a promoção da democracia nos mecanismos de participação no interior das organizações e nos comitês da esfera pública, criando novas formas de gestão. http://www.authorstream.com/Presentation/henriquesacramen to-392847-trabalho-education-ppt-powerpoint/ MAGALI KLEBER
  6. 6. TERCEIRO SETORSetores Governo Empresa Sociedade Civil Organizada
  7. 7. Funções• Governo: Tem funções políticas, legislativas e administrativas, isto é, entre outras coisas, negociar com outros Estados ou organizações internacionais, propor leis à Assembléia da República, estudar problemas e decidir sobre eles (normalmente fazendo leis), fazer regulamentos técnicos para que as leis possam ser cumpridas, decidir onde se gasta o dinheiro público, tomar decisões administrativas para o bem comum, de acordo com a lei.
  8. 8. Paradigma• O desafio torna-se ainda maior em face da crise dos paradigmas de desenvolvimento.• temática da mudança• social cede lugar à elaboração de políticas pontuais, focalizadas, compensatórias, que são insuficientes e dirigidas apenas aos grupos mais pauperizados da sociedade• surgem várias teorias que procuram equacionar a questão social. O tema da governabilidade ganha destaque• Provocação para reformulação das pólíticas públicas e estratégias governamentais
  9. 9. Lacunas• Educação,• Saúde,• Cultura, esporte e lazer;• Bem estar social “espaço não contemplado efetivamente pelo Estado”
  10. 10. Surgindo o Terceiro setor Segundo Aquino Alves (1999, p.69):“O Terceiro Setor é o espaço institucional que abriga ações de caráter privado, associativo e voluntarista que são voltadas para a geração de bens de consumo coletivo, sem que haja qualquer tipo de apropriação particular de excedentes econômicos que sejam gerados no processo.”
  11. 11. A expressão “terceiro setor”• Surgiu nos Estados Unidos e sabe-se que este signo lingüístico faz parte do vocabulário sociológico corrente que foi traduzido como “Third Sector”• Na Inglaterra, devido ao seu caráter tradicionalista, é utilizada a expressão “charities” (caridades) .• Na América Latina, inclusive no Brasil, hoje, o termo mais abrangente é “Organização da Sociedade Civil”
  12. 12. Desafios do Terceiro Setor• Suprir a lacuna deixada pela Crise do Estado?• Promover debates no âmbito Sociedade civil organizada.• Combater a exclusão social e, mais recentemente, proteger o meio ambiente, devido a devastação enfrentada pela exploração desenfread, violência urbana...enfim quantas temáticas e problemáticas mais?• E, em relação à educação e ao papel do músico na sociedade? Aqui cabe destacar o papel do Forum Nacional de Música e o Movimento do Cooperativismo Musical
  13. 13. Organização Não GovernamentalAtuam nas mais diversas áreas.• Cultural, social, saúde, educação...• Proteção a criança e adolescente em estado de vulnerabilidade,• Meio ambiente• Ordem social, direitos cidadãos• Mazelas Drogas, prostituição e violência...Podemos pensar que um espaço para a plataformas movediças caracteristicas do século XXI?
  14. 14. Formas Legais• Associação• Fundação• Organizações não governamentais• Cooperativas.“varias formas, para atender diversos objetivos”
  15. 15. Código Civil de 2002• Art. 44. São pessoas jurídicas de direito privado:• I - as associações - arts 53 a 61 do CC/2002;• II - as sociedades - Livro II - arts. 966 a 1.195 do CC/2002;• III - as fundações - arts. 62 a 69 do CC/2002.
  16. 16. A Perspectiva das ONGs nos movimentos sociais :Capazes de mobilização sociopolitica e, neste contexto, as práticasartísticas podem redefinir e ampliar fronteiras culturais e estéticas: redefinem também políticas e protagonistas
  17. 17. Secretaria de Educação e Cultura/ MinC propõe construçãoconjunta de evento com Redes e Coletivos para discutirCultura e Desenvolvimento A construção democrática da nova Secretária da Economia Criativa, do Ministério da Cultura, contou com mais uma etapa nesta terça- feira, 30 de agosto, em Brasília. A diretoria da SEC/MinC se reuniu com as redes e coletivos para propor a elaboração conjunta de um seminário nacional que discuta cultura e desenvolvimento junto a estes parceiros.
  18. 18. Cooperativas A constituição das coop. está regulamentada pela Lei 5.764/71.• uma sociedade de pessoas com forma e natureza jurídica própria, formada para prestar serviços a seus cooperados e terceiros.• Para sua formação é necessário que tenha no mínimo duas pessoas físicas, e trata-se de um movimento mundial que consiste na organização de pessoas para atingir objetivos comuns utilizando seus próprios recursos.
  19. 19. Histórico• No Brasil esse movimento já conta com mais de 5 mil cooperativas, e com 5,5 milhões de cooperados, com destaque nos ramos educacional, habitacional, de produção e de trabalho.• As cooperativas igualam-se às demais empresas em relação aos seus empregados contratados, para fins de legislação trabalhista e previdenciária.
  20. 20. Finalidades• A cooperativa precisa conhecer as necessidades de seus cooperados para que possa satisfazê-los, e seus resultados devem ser avaliados não pelo lucro, e sim pela qualidade dos serviços prestados. Objetivo reduzir custos, diminuir preços.
  21. 21. Tipos de Cooperativas• Cooperativa Agropecuária;• Cooperativa de Consumo;• Cooperativa Educacional;• Cooperativa de Eletrificação e Telefonia Rural;• Cooperativa de Saúde;• Cooperativas de Músicos
  22. 22. Princípios ....são as linhas orientadoras através das quais as cooperativas levam os seus valores à prática:• 1 - Adesão voluntária e livre são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas aptas a utilizar os seus serviços e assumir as responsabilidades como cooperados.
  23. 23. Princípios ....• 2 - Gestão democrática e livre –• controladas pelos seus membros,• que participam ativamente na formulação das suas políticas e na tomada de decisões.• Os homens e as mulheres, eleitos como representantes dos demais membros, são responsáveis perante estes.
  24. 24. Princípios ....• 3 - Participação econômica dos membros –• Os membros contribuem eqüitativamente para o capital das suas cooperativas• Parte desse capital é, normalmente, propriedade comum da cooperativa.• Os membros recebem uma remuneração limitada ao capital integralizado.
  25. 25. Princípios .... Destino das sobras liquidas• A - Desenvolvimento das suas cooperativas, eventualmente através da criação de reservas, parte das quais, pelo menos será, indivisível.• B - Benefícios aos membros na proporção das suas transações com a cooperativa.• C -Apoio a outras atividades aprovadas pelos membros.• D - Educação e Treinamento
  26. 26. Princípios ....• 4 - Autonomia e independência - As cooperativas são organizações autônomas, de ajuda mútua, controladas pelos seus membros.
  27. 27. Princípios ....• 5 - Educação, formação e informação - de forma que estes possam contribuir, eficazmente, para o desenvolvimento das suas cooperativas. Informam o público em geral, particularmente os jovens e os líderes de opinião, sobre a natureza e as vantagens da cooperação.
  28. 28. Princípios ....• 6 - Intercooperação - As cooperativas servem de forma mais eficaz os seus membros e dão mais -força ao movimento cooperativo, trabalhando em conjunto, através das estruturas locais, regionais, nacionais e internacionais.• 7 - Interesse pela comunidade - As cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentado das suas comunidades através de políticas aprovadas pelos membros.
  29. 29. Fundação• é uma Entidade de Interesse Social, cuja finalidade é assistir segmentos carentes da população, nos mais diversos aspectos da necessidade humana, suprindo deficiências do Estado, promovendo conscientização sobre o papel das instituições e das pessoas no meio cultural, científico, ambiental, econômico e político-social.
  30. 30. Fundação....• A Fundação compõe o denominado Terceiro Setor, cada vez mais presente na sociedade, atuando junto ao Estado no cumprimento de seu papel de promotor do bem estar social e de fiscalizador das ações dos agentes por ele constituídos.• As Entidades de Interesse Social são pessoas jurídicas de direito privado reguladas, quanto a sua criação e funcionamento, pelo Código Civil.
  31. 31. Fundação....• Como reconhecimento pela sua atuação, o Poder Público lhes concede benefícios como a imunidade e isenção de tributos, além da concessão de títulos como de utilidade pública, registro e certificado nos conselhos de assistência social e de organização da sociedade civil de interesse público.
  32. 32. Fundação....• Essas entidades de cunho Social contemplam uma ampla variedade de instituições privadas que atuam nas mais diversas áreas de interesse público, tais como:• promoção da assistência social,• educação• saúde• defesa do meio ambiente e pesquisas cientificas.
  33. 33. DOIS EXEMPLOS QUE PODEM NOS INDICAR PARAMETROS SOBRE ESSA SIMBIOSE ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO: Como podemos pensar o conceito de INOVAÇAO E A APROPRIAÇÃO DO ENTENDIMENTO DE APROPRIAÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS NO CAMPO DA HUMANIDADES?E NA EDUCAÇÃO?NAS ARTES?SERÁ QUE CORREMOS O RISCO DE ESTAR EMPRESTANDO SENTIDOS DE OUTRAS ÁREAS DO CONHECIMENTO PARA PODERMOS TER CONDIÇÕES DE CONCORRER ?OU ESTAMOS AVANÇANDO NO CAMPO DA EPISTEMOLOGIA DO CONHECIMENTO E CONSTRUINDO NOSSOS PRÓPRIOS PARADIGMAS NÃO MENOS CONSISTENTES DO QUE AS ÁREAS JÁ TRADIC IONAIS LIGADAS ÀS TECNOLOGIAS DE MAGALI KLEBER
  34. 34. MEC Credenciamento e qualificação das gestoras Financiamento Definição de Parâmetros Consultoria Pedagógica Gestoras I.E.P. TecnologiaProjeto Pedagógico Avaliação Gestão Certificação Acompanhamento Unidade Formadora Empresas do Seleção e manutenção Setor Produtivo, de alunos de comércio e Infra-estrutura de serviços Custos decorrentes
  35. 35. SISTEMA SOCIAL• A associação é um sistema de organização inserido na sociedade, e com ela interage e estabelece relações de trocas sociais, políticas, legais, tecnológicas, econômicas, etc, influindo e sofrendo influências.
  36. 36. ........• O sistema social de uma associação subdivide- se em três outros subsistemas:• Associados;• Dirigentes;• Colaboradores (empregados).“associação visa um fim comum, para um grupo e ou uma classe”
  37. 37. Organização Não GovernamentalA criação do conceito do Terceiro Setor e sua confusão com o conceito de ONGs trazem para as próprias ONGs um questionamento de sua identidade e objetivos
  38. 38. Diferenças• As ONGs de desenvolvimento social haviam incorporado como parte essencial de sua identidade a busca de alternativas democráticas de desenvolvimento baseadas no conceito de justiça social, o que as diferenciava de outras instituições meramente assistenciais.
  39. 39. .........• vive-se um processo de amadurecimento democrático nesta convivência, constróem-se esferas públicas não estatais e uma nova agenda em torno das questões sociais.
  40. 40. Atividade• O que percebemos de comum e de diferente entre as quatro entidades Apresentadas.• Qual a importância dessas sociedades simples para a sociedade.• Qual a contribuição para o associado que participam destas sociedades.• Qual a importância do contador para o terceiro setor• Atividade para ser entregue
  41. 41. O que é um ProjetoProjeto é um empreendimento planejado queconsiste num conjunto de atividades inter-relacionadas e coordenadas para alcançarobjetivos específicos dentro dos limites deorçamento e de um período de tempo dados.Definição da ONU, de 1984, por Rolando Franco e EsnestoCohen MAGALI KLEBER
  42. 42. Por que Projetos Sociais?Projetos são resultado de uma nova relaçãoentre Estado e Sociedade Civil;Mudanças no que se relaciona à implantação depolíticas sociais;Constroem a partir de novos perfis e desafios na questão social brasileira.Trata-se de um processo de democratização MAGALI KLEBER
  43. 43. Processo de democratização• Descentralização do Estado• Participação da Sociedade Civil organizada• Novas fronteiras entre público e privado• Políticas sociais mais complexas• Redefinição de estratégias de articulaçãodestas políticas MAGALI KLEBER
  44. 44. O que são Projetos Sociais? Projetos são ferramentas de ação que delimitam uma intervenção quanto aos objetivos, metas, formas de atuação, prazos, recursos, responsabilidades e avaliação. Projetos sociais são uma forma de organizar ações para transformardeterminada realidade social ou alguma instituição. MAGALI KLEBER
  45. 45. Um bom projeto social• Boa articulação social e política;• Visibilidade;• Sustentabilidade;• Transparência.Um bom projeto produz aprendizagemindividual, social e institutional MAGALI KLEBER
  46. 46. Projetos sociais - riscosFragmentação das açõesExcessiva dependênciaFalta de legitimidade ou representatividadeIndefinição de responsabilidades e méritosDescontinuidade de ações, pessoasBaixo controle da efetividade das açõesDificuldade de interpretar desdobramentos MAGALI KLEBER
  47. 47. Projetos sociais: tendências e desafiosGestão compartilhadaÊnfase na ação localGestão em redeFlexibilização de programas e serviçosParticipação social nas decisões, controle eexecução de projetos ou programas MAGALI KLEBER
  48. 48. Gestor de projetos - capacidades para gerenciamento1. Compreender contextos políticos, sociais e institucionais2. Comunicar e negociar3. Definir, delegar e promover o comprometimento do grupo diante das responsabilidades4. Avaliar e propor mudanças com agilidade5. Motivar pessoas, administrar conflitos6. Valorizar e promover a visibilidade do projeto e seus resultados MAGALI KLEBER
  49. 49. Aspectos do gerenciamento• Sustentabilidade do projeto• Aspectos econômicos, RH e Identificação de fontes financiamento;• Conhecimento dos procedimentos e condições da logística e das fontes de recursos;• Indicação de possibilidades de contrapartida;• Planejamento estratégico de sustentabilidade. MAGALI KLEBER
  50. 50. Redes Sócio-Institucionais• Tipo de rede que se institui em sistemas organizacionais, regulamentados, visando responder a demandas e conflitos verticais, surgidos de baixo para cima mas, também, horizontais entre agências governamentais e não governamentais;• Atores implicados: Governo, ONG,s, associações locais, lideranças comunitárias e Instituições Cientificas. MAGALI KLEBER
  51. 51. Etapas de um Projeto Social MAGALI KLEBER
  52. 52. PORQUE ELABORAR UM PROJETO SOCIAL EM GRUPO• AUMENTA AS CHANCES DE REALIZARMOS NOSSOS SONHOS• NINGUÉM VIVE SOZINHO: APRENDE-SE A LIDAR COM O DIFERENTE E COM SITUAÇÕES CONFLITUOSAS• PRATICA-SE A CLAREZA NO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO• APRENDE-SE A REALIZAR UM PLANO DE TRABALHO COLETIVO• PRATICA-SE A DISCUSSÃO PARA SE CHEGAR AO CONSENSO: TEM QUE SE TER CLAREZA DO QUE O GRUPO QUER MAGALI KLEBER
  53. 53. ELBORAÇAO DE UM PROJETO SOCIAL• QUEM SOMOS?• O QUE QUEREMOS FAZER?• ONDE VAMOS DESENVOLVER O PROJETO?• QUAL O PROBLEMA QUEREMOS SUPERAR?• PARA QUÊ?• PARA QUEM?• COMO VAMOS CONCRETIZAR?• COMO SABEREMOS SE O PROJETO DEU CERTO?• QUANTO TEMPO TEMOS?• DO QUE PRECISAMOS PARA VIABILIZAR O PROJETO? MAGALI KLEBER
  54. 54. ELBORAÇAO DE UM PROJETO SOCIAL• O QUE QUEREMOS FAZER? IDENTIFICA OS DESEJOS E HABILIDADES DO GRUPO.QUAIS AS POSSIBILIDADES QUE TEMOS E O FOCO QUE QUEREMOS DESTACAR? IMPLICA TER NOÇÃO DO MAPA DE CONTEXTO PARA PROCEDER ESCOLHAS VIÁVEIS DE SEREM REALIZADAS. MAGALI KLEBER
  55. 55. • QUAL O PROBLEMA QUEREMOS SUPERAR?Tentativa de solucionar um problema do contexto social relacionada com o foco de atuação e habilidades do grupo.Qual é o problema principal que o grupo deseja e pode contribuir para solucioná-lo com a execução do projeto? Como identificá-lo?Todas essas questões estão relacionadas com o diagnóstico, uma etapa que permite avaliar com mais clareza a realidade onde se vai atuar MAGALI KLEBER
  56. 56. AS INSTITUIÇÕES E SEUS CONTEXTOS1) CONTEXTO INSTITUCIONAL – envolvendo as dimensões burocrática, jurídica, disciplinar, morfológica (a forma de funcionamento, o espaço físico e sua organização)2) CONTEXTO HISTÓRICO – dimensão do processo histórico da constituição das ONGs, mediante as histórias, relatos, entrevistas e conversas com os participantes da pesquisa, protagonistas dessa construção material e simbólica
  57. 57. 3) CONTEXTO SOCIOCULTURAL - dimensão do espaço de circulação dos valores simbólicos, dos encontros, das relações intersubjetivas e inter-institucionais, dos conflitos e das negociações4) CONTEXTO DE ENSINO E APRENDIZAGEMMUSICAL – focalizando as ações relacionadas acomo, por que e para que se ensina e se aprendemúsica naquele determinado espaço.
  58. 58. MAGALI KLEBER
  59. 59. MAGALI KLEBER
  60. 60. MAGALI KLEBER
  61. 61. MAGALI KLEBER
  62. 62. OS ESPAÇOS MUSICAIS NA FAVELA GROTA DO SURUCUCU MAGALI KLEBER
  63. 63. http://somdapele.blogspot.com.br/http://www.projetogenerosidade.com.br/2011/ 12/06/os-batuqueiros-do-silencio/ http://www.projetogenerosidade.com.br /2011/05/06/como-voce-imagina-seu- futuro/ MAGALI KLEBER
  64. 64. Fontes BibliográficasCORROCHARO, Maria Carla; WRASSE, Dilson. Elboração Participativade projetos: um guia para jovens. São Paulo: Ação EducativaAssessoria, 2002.KISIL, Rosana. Elaboração de projetos e propostas da sociedadecivil. 2ª. Ed. São Paulo: Global, 2002. MAGALI KLEBER
  65. 65. GRATA!magali.kleber@gmail.com MAGALI KLEBER

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