DOENÇAS SEXUALMENTE   TRANSMISSÍVEIS     Jane Margarete Costa                Infectologia                   Medicina      ...
Diagnóstico Diferencial  de Úlceras Genitais
1) Etiologia BacterianaSífilis – Treponema pallidumCancro mole – Haemophilus ducreyiLinfogranuloma venéreo – Chlamydiatrac...
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Cancro Duro
Cancro DuroPE -CRT DST/AIDS                 Rubens Yoshiaki Matsuo
P.E.-CRT-DST/AIDS
SÍFILIS
Cancro duro
Cancro duroHIV reagente
Sífilis no HIV     Reagente
Sífilis IISifílides secundárias: a roséola                   Máculas eritematosas de                      tonalidade cúpri...
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SÍFILIS
SÍFILIS
SÍFILIS
Sífilis  no HIVReagente
Sífilis no HIV Reagente
Sífilis no HIV Reagente
Abusosexual
SÍFILIS
Diagnóstico laboratorial   Raspado das lesões   IFD ou IFI   Campo escuro   Visualizar T. pallidum   Lesões de cancro...
Treponema pallidum
Sorologia   Testes não treponêmicos    – VDRL, RPR, ART, RST, EIA, TRUST    – Positivos 1-4 semanas após o cancro      pr...
Curso da Sífilis Não Tratada
Exame do líquor   Celularidade, proteínas, VDRL   Indicado:    – Sífilis congênita    – Terciária    – Manifestações neu...
Interpretação dasorologiaVDRL   FTA-ABS         INTERPRETAÇÃO +        +      Sífilis recente ou prévia +        -      Fa...
Tratamento   Sífilis primária, secundária e latente    com menos de 1 ano de duração    – Penicilina benzatina 2.400.000 ...
Tratamento   Sífilis latente com mais de 1 ano de    duração:    – Penicilina benzatina 2.400.000 U IM 1      vez por sem...
Outras opçõesterapêuticas   Ceftriaxone   Azitromicina
Reação de Jarisch-Herxheimer   Reação febril   Adinamia e dores articulares   8 a 12 horas após tratamento   Mais comu...
Convocação etratamento dos contatos   PRIMÁRIA    – 3 meses   SECUNDÁRIA    – 6 meses   LATENTE RECENTE    – 1 ano   L...
Acompanhamentosorológico   Primária, secundária e latente recente:    – 1, 3, 6, 12 e 24 meses após o tratamento   Laten...
Resposta adequada   PRIMÁRIA    – 2 títulos (exemplo: 1:32 a 1:8) em 6 meses    – 3 títulos em 12 meses    – 4 títulos em...
Sífilis Congênita
Sífilis Congênita                                          Definiç                                          ão   Sífilis ...
Sífilis Congênita                     Transmissão/Contaminação   Via Transplacentária - qualquer momento da    gestação....
Sífilis Congênita                             Fatores de Risco   Ausência da realização do pré-natal;   Pré-natal inadeq...
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Sífilis Congênita Recente                                 Quadro Clínico   Placenta - aumento de volume, vilite ou    vas...
Sífilis Congênita Recente                                   Quadro Clínico   Lesões cutâneas - secundarismo sifilítico:  ...
Sífilis Congênita Recente                                   Quadro Clínico   Tríade de Hochsinger - fronte olímpica, nari...
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Sífilis Congênita Tardia                                   Quadro Clínico•   Lesões a partir do segundo ano de vida.•   Le...
Dentes de Hutchinson
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Citomegalovirose
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Sífilis Congênita Tardia                                Tratamen                                to   Penicilina benzatina...
Sífilis Congênita                                       Seguimen                                       to   VDRL sérico c...
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SÍFILIS
Cancro Mole (Cancróide ou         Cancro venéreo simples) Agente Etiológico:  Haemophilus ducreyi          Período de in...
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Haemophilus ducreyi
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CANCRO MOLE
CANCRO MOLE
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Granuloma Inguinal (Donovanose   ou Granuloma Venéreo Tropical) Agente Etiológico: Calymotobacterium granulomatis (cocoba...
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Calymatobacterium granulomatis
Donovanose
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Linfogranuloma Venéreo Agente Etiológico:  Chlamydia trachomatis        Período de Incubação:      de 15 a 45 dias Epid...
Linfogranuloma Venéreo Laboratório:          Imunofluorescência      Cultura-células de MacCoy      ELISA em fase líqu...
Chlamydia trachomatis Imunofluorescência
Linfogranuloma       venéreo
Linfogranuloma       venéreo
Linfogranuloma venéreo
Coleta de material         de úlcera
Coleta de         secreçãopurulenta da lesão
Coleta de material e distribuição em lâmina comsoro fisiológico. Proteção do material para leitura                        ...
Úlcera de bolsa escrotal
HERPES Agente Etiológico:  Vírus do Herpes simples ou  Herpesvirus hominis (DNA).        Período de Incubação:      Difí...
Herpes Genital
HERPES SIMPLEX
Herpes Genital
HERPES SIMPLEX
Aspectos clínicos      Fonte: DermAtlas - Donghoon Song, MD
Herpes Genital
Aspectos clínicosFontes: http://euclid.dne.wvfibernet.net/~jvg/Bio208/Urogen_pix/Chancroid.html e http://atlasdermatologic...
Aspectos clínicos: presença de vesículas                     Herpes genital                               Fontes:http://ww...
HERPES SIMPLEX
Herpes em paciente      HIV reagente
Herpes em paciente      HIV reagente
Herpes em paciente      HIV reagente
Escabiose nodular        infectada
CEC
Gonorréia (Esquentamento) Agente Etiológico: Neisseria gonorrhoeae (diplococos gram-negativos)        Período de Incubaç...
Neisseria gonorrhoeae
GONORRÉIA
GONORRÉIA
GonorréiaSecreção Uretral e Lesão Genital
Gonorréia cutânea
Aspectos clínicos         Fontes: http://dermatlas.med   e CRT-DST-AIDS
DST- corrimento vaginal       Fontes: http://www.medscape.com/viewarticle/408848_4
DOENÇA INFLAMATÓRIAPÉLVICA      (Mandell and Rein, Atlas of Inf. Diseases, vol 5 Sex Trans Dis)
Gonorréia (Esquentamento) Recursos Laboratoriais:     Bacterioscopia: Presença de      diplococos gram-negativos intra  ...
Gonorréia (Esquentamento) Recursos Laboratoriais:        Cultura: Meio de Thayer-      Martin, material uretral, anal,  ...
CANDIDÍASE
CANDIDÍASE
TRICOMONÍASE
GONORRÉIA
GONORRÉIA
HPV
HPV
HPV
DST não objeto da abordagem sindrômica           Verrugas anogenitais-HPV                      Fontes: http://dermatlas.me...
DST não objeto da abordagem sindrômica                   Câncer cervical - HPV         http://www.inctr.org/publications/i...
HPV
CÂNCER ANOGENITAL   NIC 3 ASSOCIADO A HPV    16
Mariel Hidalgo - Porto Alegre/RS                                                  Mariel Hidalgo - Porto Alegre/RS  Doença...
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  1. 1. DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Jane Margarete Costa Infectologia Medicina 5° Semestre
  2. 2. Diagnóstico Diferencial de Úlceras Genitais
  3. 3. 1) Etiologia BacterianaSífilis – Treponema pallidumCancro mole – Haemophilus ducreyiLinfogranuloma venéreo – Chlamydiatrachomatis, L1,L2 e L3.Donovanose – Donovania granulomatis.Gonorréia cutânea – Neisseriagonorrhoeae.(Gardnerella vaginalis e Chlamydia trachomatis – D a K).
  4. 4. Sífilis I Cancro duro Foto:JORGE FAGUNDES Surge cerca de 3 semanas após o contágio. Indolor, de consistência cartilaginosa, é acompanhado de adenomegalia regional não supurativa e também indolor.Cancros fora do alcance da visão podem passar desapercebidos. RIVITTI 1999: 12/13
  5. 5. Sífilis I Sífilis & Imunodeficiência Variante rara, que atualmente retoma importância com o advento da AIDS.Clinicamente caracterizada por lesões destrutivas, úlcero-necróticas, fagedênicas. RIVITTI 1999: 16/17 FOTO JORGE FAGUNDES
  6. 6. Cancro Duro
  7. 7. Cancro DuroPE -CRT DST/AIDS Rubens Yoshiaki Matsuo
  8. 8. P.E.-CRT-DST/AIDS
  9. 9. SÍFILIS
  10. 10. Cancro duro
  11. 11. Cancro duroHIV reagente
  12. 12. Sífilis no HIV Reagente
  13. 13. Sífilis IISifílides secundárias: a roséola Máculas eritematosas de tonalidade cúprica, iniciando-se no tronco e se disseminando; são em geral acompanhadas de poliadenomegalia e também acometem palmas e plantas.São lesões efêmeras. RIVITTI 1999: 14 GRAZIANSKY
  14. 14. Sífilis IISifílides secundárias pápulo-escamosas Podem surgir lesões pápulo- eritematosas, disseminadas, atingindo também regiões palmo-plantares. RIVITTI 1999: 14 Foto:Jorge Fagundes GRAZIANSKY
  15. 15. SÍFILIS
  16. 16. SÍFILIS
  17. 17. SÍFILIS
  18. 18. Sífilis no HIVReagente
  19. 19. Sífilis no HIV Reagente
  20. 20. Sífilis no HIV Reagente
  21. 21. Abusosexual
  22. 22. SÍFILIS
  23. 23. Diagnóstico laboratorial Raspado das lesões IFD ou IFI Campo escuro Visualizar T. pallidum Lesões de cancro duro, condiloma plano, e outras lesões secundárias Secreção nasal de recém-nascidos
  24. 24. Treponema pallidum
  25. 25. Sorologia Testes não treponêmicos – VDRL, RPR, ART, RST, EIA, TRUST – Positivos 1-4 semanas após o cancro primário, 6 semanas após exposição Testes treponêmicos – TP-PA, MHA-TP, FTA-ABS – Positivos antes do RPR
  26. 26. Curso da Sífilis Não Tratada
  27. 27. Exame do líquor Celularidade, proteínas, VDRL Indicado: – Sífilis congênita – Terciária – Manifestações neurológicas – Estágio latente, VDRL > 1:16 – Pessoas tratadas e sem resposta sorológica adequada – HIV+, com quadro neurológico*, ou falta de resposta sorológica ao tratamento  *AVC, anormalidades de pares cranianos e uveíte
  28. 28. Interpretação dasorologiaVDRL FTA-ABS INTERPRETAÇÃO + + Sífilis recente ou prévia + - Falso positivo - + Sífilis primária ou latente Previamente tratada ou não tratada - - Ausência de infecção ou período de incubação
  29. 29. Tratamento Sífilis primária, secundária e latente com menos de 1 ano de duração – Penicilina benzatina 2.400.000 U IM – Doxiciclina 100 mg via oral 12/12h por 14 dias – Gestantes com alergia à penicilina: Eritromicina 40 mg/Kg/dia por 14 dias
  30. 30. Tratamento Sífilis latente com mais de 1 ano de duração: – Penicilina benzatina 2.400.000 U IM 1 vez por semana por 3 semanas seguidas. – Eritromicina por 28 dias Neurossífilis: – Penicilina cristalina G 3-4 milhões U IV 4/4 h (16-24 milhões por dia) por 10-14 dias
  31. 31. Outras opçõesterapêuticas Ceftriaxone Azitromicina
  32. 32. Reação de Jarisch-Herxheimer Reação febril Adinamia e dores articulares 8 a 12 horas após tratamento Mais comum na sífilis recente Não se trata de alergia Duração de poucas horas Tratar com sintomáticos
  33. 33. Convocação etratamento dos contatos PRIMÁRIA – 3 meses SECUNDÁRIA – 6 meses LATENTE RECENTE – 1 ano LATENTE TARDIA – Avaliar cada caso/ Parceiro atual/Filhos CONGÊNITA – Mãe e parceiro(s) sexuais
  34. 34. Acompanhamentosorológico Primária, secundária e latente recente: – 1, 3, 6, 12 e 24 meses após o tratamento Latente tardia e terciária: – 12 e 24 meses após o tratamento Neurossífilis: – 6, 12 e 24 meses após o tratamento HIV+: – 1, 3, 6, 12 e 24 após tratamento e depois anualmente
  35. 35. Resposta adequada PRIMÁRIA – 2 títulos (exemplo: 1:32 a 1:8) em 6 meses – 3 títulos em 12 meses – 4 títulos em 24 meses SECUNDÁRIA – 3 títulos em 6 meses – 4 títulos em 12 meses LATENTE PRECOCE – 2 títulos em 12 meses
  36. 36. Sífilis Congênita
  37. 37. Sífilis Congênita Definiç ão Sífilis Congênita - todas as manifestações clínicas e biológicas devido a infecção “intra- útero”, pelo Treponema pallidum . Sífilis Congênita Recente (SCR) - Em que os sinais e sintomas aparecem nos primeiros dias ou meses de vida, sendo resultado de uma septicemia pelo Treponema pallidum e da formação de anticorpos pelo feto. Sífilis Congênita Tardia (SCT) - equivalente ao período do segundo-terciarismo da sífilis adquirida, quando os sinais e sintomas predominam nos ossos, órgãos dos sentidos, dentes e SNC.
  38. 38. Sífilis Congênita Transmissão/Contaminação Via Transplacentária - qualquer momento da gestação. Mãe sifilítica - fase primo-secundária - Chance de 95%. Fase de latência recente - Chance de contaminação 80%. Mãe com sífilis tardia - Chance de contaminação 30%. Atenuação devido à menor quantidade de treponemas e aos anticorpos imunizantes da mãe que protegem o feto.
  39. 39. Sífilis Congênita Fatores de Risco Ausência da realização do pré-natal; Pré-natal inadequado; Mãe sem parceiro sexual fixo; Outras doenças sexualmente transmissíveis; Uso de drogas injetáveis pela mãe ou parceiros; Falta de estrutura adequada para realização do pré-natal.
  40. 40. Sífilis Congênita Sífilis Fetal Exames: amniocentese, funipunctura (coleta de sangue venoso do feto) e ultrassonografia. Líquido amniótico - pesquisa de Treponema pallidum , inoculação em testículo de coelho e PCR. Sangue venoso do feto: anemia, leucopenia, alterações de enzimas hepáticas (GGT) trombocitopenia. Ultrassonografia: placentomegalia, ascite, hidropsia e hepatoesplenomegalia.
  41. 41. Sífilis Congênita Recente Quadro Clínico Placenta - aumento de volume, vilite ou vasculite placentária, focos granulomatosos e presença do treponema. Prematuridade, déficit ponderal e baixo desenvolvimento - má nutrição do feto - lesões vasculares (endarterite obliterante). Anemia fetal - hidropsia - insuficiência cardíaca. Óbito fetal.
  42. 42. Sífilis Congênita Recente Quadro Clínico Lesões cutâneas - secundarismo sifilítico: Máculas, pápulas, bolhas (pênfigo sifilítico). Oníquia e paroníquia. Rágades (estrias cicatriciais atróficas de Parrot). Lesões mucosas - condiloma plano, rinite hemorrágica. Lesões ósseas - periostite, osteocondrite (Wegner) e osteomielite. Lesões poliostóticas e simétricas. Ossos afetados: fêmur, tíbia, úmero e fíbula. Pseudo paralisia de Parrot.
  43. 43. Sífilis Congênita Recente Quadro Clínico Tríade de Hochsinger - fronte olímpica, nariz em sela e gânglios epitrocleares. Lesões viscerais - Pneumonia alba, hepatomegalia com hepatite e icterícia, esplenomegalia, síndrome nefrótica ou nefrite. Hidropsia fetal não imune. Linfadenopatia generalizada. Anemia, leucopenia, plaquetopenia e coagulação intravascular disseminada.
  44. 44. Sífilis Congênita Recente Quadro Clínico Alterações no SNC - LCR com aumento de células e proteínas. Aumento da fração gama na eletroforese. Provas de imunização reagentes. Meningoencefalite com convulsões e hidrocefalia. Olhos: irite, iridociclite e retinocoroidite. Ouvidos: atrofia do órgão de Corti e degeneração das fibras do nervo coclear. Alterações hematológicas: anemia, alterações da hematopoiese, púrpura, petéquias e
  45. 45. Sífilis Congênita Tardia Quadro Clínico• Lesões a partir do segundo ano de vida.• Lesões cutâneas: sifílides nodulares e gomas.• Tríade de Hutchinson - queratite intersticial, surdez do oitavo par (neurolabirintite) e dentes de Hutchinson.• Queratite intersticial:fotofobia, dor e atrofia óptica.• Neurolabirintite: bilateral, surdez total.• Dentes de Hutchinson: incisivos centrais superiores.• Perfuração do septo nasal e palato.• Tíbia em lâmina de sabre e Juntas de Clutton.
  46. 46. Dentes de Hutchinson
  47. 47. Sífilis Congênita Diagnóstico Pesquisa direta de Treponema pallidum : Lesões de pele, mucosas, placenta e coto umbilical. Testes sorológicos: VDRL, RPR, FTA-Abs, ELISA,TPHA, FTA Abs com a fração 19S- IgM. Análise do T.pallidum com antígenos recombinantes. LCR. Anátomopatológico. Raio X de ossos longos. Hemograma completo,provas funcionais hepática e renal.
  48. 48. Sífilis Congênita Recente Diagnóstico Diferencial• Toxoplasmose;• Rubéola;• Doença de Chagas;• Citomegalovirose;• Herpes simples;• Incompatibilidade sangüínea;• Malária congênita.
  49. 49. Citomegalovirose
  50. 50. Sífilis Congênita Recente Tratamento• SCR com alterações do LCR:• Penicilina G Cristalina aquosa - 50.000UI/kg/IM ou IV. Dividida em duas dose diárias, durante 10 dias.• Penicilina G procaína - 50.000UI/kg/IM/dia, durante 10 dias.• SCR sem alterações do LCR:• Penicilina benzatina - 50.000UI/kg/IM, dose única.
  51. 51. Sífilis Congênita Tardia Tratamen to Penicilina benzatina - 50.000UI/kg/IM, dose semanal, durante três semanas consecutivas. Comprometimento auditivo ou ocular - Uso de corticosteróides.
  52. 52. Sífilis Congênita Seguimen to VDRL sérico com 1,3,6,12,18 e 24 meses de idade. LCR - nos casos de neurossífilis, com 6 e 12 meses. Acompanhamento neurológico - com 6 e 12 meses de idade (interconsulta com neuropediatra). Acompanhamento audiológico - aos seis e 24 meses de vida. Exame oftalmológico - uma vez no primeiro ano e uma vez no segundo ano de vida (fundoscopia). Exame anti-HIV. Na 1ª consulta, 3,6,9,12 meses de idade.
  53. 53. Sífilis Congênita Evoluçã oO prognóstico do RN com SCR é, em geral, bom, exceto:  Na forma septicêmica maciça e/ou com acometimento do SNC.  A Penicilina cura a doença.  Permanência dos estigmas - fronte olímpica, nariz em sela, rágades periorificiais, tíbia em lâmina de sabre, palato em ogiva,dentes de Hutchinson e nódulos de Parrot no crânio
  54. 54. Sífilis Congênita Prevenç ão Exceto pelas lesões cutâneo-mucosas em fase aguda, o RN com SCR não é infectante por contato. Não há necessidade de isolamento. Uso regular de preservativos. Diagnóstico precoce em mulheres em idade reprodutiva e seus parceiros. Tratamento imediato do caso diagnosticado e parceiro. VDRL em mulheres que pretendem engravidar.
  55. 55. Sífilis Congênita Estratégias para o Controle Oferecer pré-natal precoce e com qualidade; Oferecer VDRL na primeira consulta, no segundo e terceiro trimestres e no momento do parto; Oferecer tratamento adequado à gestante, ao parceiro e à criança; Informar sobre prevenção e controle; Proporcionar infra-estrutura adequada de atendimento ao pré-natal.
  56. 56. SÍFILIS
  57. 57. Cancro Mole (Cancróide ou Cancro venéreo simples) Agente Etiológico: Haemophilus ducreyi  Período de incubação: 2 a 4 dias
  58. 58. Cancro Mole (Cancróide ou Cancro venéreo simples) Recursos Laboratoriais  Bacterioscopia: Revela bacilos gram negativos com características morfotintoriais do gênero Haemophilus.  Cultura: Meio de Thayer-Martin desprovido de antibióticos.  Intradermoreação de Ito- Reenstierna (não utilizada).
  59. 59. Haemophilus ducreyi
  60. 60. Cancro mole
  61. 61. CANCRO MOLE
  62. 62. CANCRO MOLE
  63. 63. Cancro mole
  64. 64. Granuloma Inguinal (Donovanose ou Granuloma Venéreo Tropical) Agente Etiológico: Calymotobacterium granulomatis (cocobacilos gram-negativos).  Período de Incubação: 3 a 12 semanas.
  65. 65. Granuloma Inguinal (Donovanose ou Granuloma Venéreo Tropical)  Recursos Laboratoriais  Citologia: raspado de lesão com coloração pelo Leishman ou Giemsa  Histopatologia
  66. 66. Calymatobacterium granulomatis
  67. 67. Donovanose
  68. 68. Donovanose
  69. 69. Linfogranuloma Venéreo Agente Etiológico: Chlamydia trachomatis  Período de Incubação: de 15 a 45 dias Epidemiologia: Diminuição da incidência Clínica: Drenagem dos gânglios
  70. 70. Linfogranuloma Venéreo Laboratório:  Imunofluorescência  Cultura-células de MacCoy  ELISA em fase líquida  PCR  Terapêutica: Ceftriaxona e Azitromicina
  71. 71. Chlamydia trachomatis Imunofluorescência
  72. 72. Linfogranuloma venéreo
  73. 73. Linfogranuloma venéreo
  74. 74. Linfogranuloma venéreo
  75. 75. Coleta de material de úlcera
  76. 76. Coleta de secreçãopurulenta da lesão
  77. 77. Coleta de material e distribuição em lâmina comsoro fisiológico. Proteção do material para leitura com lamínula.
  78. 78. Úlcera de bolsa escrotal
  79. 79. HERPES Agente Etiológico: Vírus do Herpes simples ou Herpesvirus hominis (DNA).  Período de Incubação: Difícil a determinação precisa.
  80. 80. Herpes Genital
  81. 81. HERPES SIMPLEX
  82. 82. Herpes Genital
  83. 83. HERPES SIMPLEX
  84. 84. Aspectos clínicos Fonte: DermAtlas - Donghoon Song, MD
  85. 85. Herpes Genital
  86. 86. Aspectos clínicosFontes: http://euclid.dne.wvfibernet.net/~jvg/Bio208/Urogen_pix/Chancroid.html e http://atlasdermatologico.com.br/listar.asp?acao=mostrar&arquivo=chancroid6.JPG
  87. 87. Aspectos clínicos: presença de vesículas Herpes genital Fontes:http://www.mf.uni-lj.si/acta-apa/acta-apa-00-1/rogl.html http://www.girl.com.au/herpesweek.htme;http://www.yourinfonow.com/acha/slide17.html
  88. 88. HERPES SIMPLEX
  89. 89. Herpes em paciente HIV reagente
  90. 90. Herpes em paciente HIV reagente
  91. 91. Herpes em paciente HIV reagente
  92. 92. Escabiose nodular infectada
  93. 93. CEC
  94. 94. Gonorréia (Esquentamento) Agente Etiológico: Neisseria gonorrhoeae (diplococos gram-negativos)  Período de Incubação: de 3 a 10 dias
  95. 95. Neisseria gonorrhoeae
  96. 96. GONORRÉIA
  97. 97. GONORRÉIA
  98. 98. GonorréiaSecreção Uretral e Lesão Genital
  99. 99. Gonorréia cutânea
  100. 100. Aspectos clínicos Fontes: http://dermatlas.med e CRT-DST-AIDS
  101. 101. DST- corrimento vaginal Fontes: http://www.medscape.com/viewarticle/408848_4
  102. 102. DOENÇA INFLAMATÓRIAPÉLVICA (Mandell and Rein, Atlas of Inf. Diseases, vol 5 Sex Trans Dis)
  103. 103. Gonorréia (Esquentamento) Recursos Laboratoriais:  Bacterioscopia: Presença de diplococos gram-negativos intra e extracelulares em secreção uretral, endocervix, faringeana e anal.
  104. 104. Gonorréia (Esquentamento) Recursos Laboratoriais:  Cultura: Meio de Thayer- Martin, material uretral, anal, endocervix e faringeano. Quando indicado se faz coleta de líquido sinovial para cultura.
  105. 105. CANDIDÍASE
  106. 106. CANDIDÍASE
  107. 107. TRICOMONÍASE
  108. 108. GONORRÉIA
  109. 109. GONORRÉIA
  110. 110. HPV
  111. 111. HPV
  112. 112. HPV
  113. 113. DST não objeto da abordagem sindrômica Verrugas anogenitais-HPV Fontes: http://dermatlas.med e CRT-DST-Aids
  114. 114. DST não objeto da abordagem sindrômica Câncer cervical - HPV http://www.inctr.org/publications/images/2003_v03_n03_w03.jpg
  115. 115. HPV
  116. 116. CÂNCER ANOGENITAL NIC 3 ASSOCIADO A HPV 16
  117. 117. Mariel Hidalgo - Porto Alegre/RS Mariel Hidalgo - Porto Alegre/RS Doenças Sexualmente Transmissíveis - DST Fotos Pediculose pubiana Provocada pelo inseto Phthirius pubis, vulgarmente chamado de chato. São pequenos piolhos que se instalam nos pêlos pubianos provocando coceira.http://cienciahoje.uol.com.br/images/ch%20on-line/2004/Piolho.jpg

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