GêneroGênero TreponemaTreponema
Gênero TreponemaGênero Treponema Faz  parte  dos  espiroquetídios,    que  englobam  três gêneros  de  importância  clíni...
MembranacitoplásmicaMembranaexternaFilamentos axialesESPIROQUETAS: ESTRUTURAESPIROQUETAS: ESTRUTURA
TREPONEMA PALLIDUMM. CAMPO ESCURO IFD
GêneroGênero TreponemaTreponema PATOGENICIDADE­  os  fatores  de  virulência  não  são bem  determinados  neste  gênero, ...
Infecções porInfecções por TreponemaTreponema O T. Palidum é o agente etiológico da sífilis Qualquer  tecido  ou  órgão ...
Infecções porInfecções por TreponemaTreponema Incubação­  varia  de  3  a  90  dias,  em  média  3 semanas.
Infecções porInfecções por TreponemaTreponema Incubação­  varia  de  3  a  90  dias,  em  média  3 semanas. Sífilis  Pri...
Infecções porInfecções por TreponemaTreponema Sífilis  Secundária­  ocorre  intensa  proliferação  dos microrganismos e c...
Infecções porInfecções por TreponemaTreponema Sífilis Latente­ sintomas subclínicos. Dividida em latente precoce  (até  4...
Infecções porInfecções por TreponemaTreponema Sífilis  Tardia­  incluem  alterações  do  SNC,  anomalias cardiovasculares...
Infecções porInfecções por TreponemaTreponema Sífilis  Tardia  “Benigna”­  formação  de  gomas  (lesões granulomatosas  i...
Infecções porInfecções por TreponemaTreponema Sífilis Congênita­ ocorre transmissão transplacentária a partir  do  4º  mê...
DiagnósticoDiagnóstico Na sífilis primária (antes do aparecimento de anticorpos) ,faz -se o diagnóstico laboratorial. Est...
Diagnóstico – SorologiaDiagnóstico – SorologiaPara os demais estágios da sífilisPara os demais estágios da sífilisTestes ...
Interpretação da sorologiaInterpretação da sorologiaVDRLFTA-ABS INTERPRETAÇÃO+ + Sífilis recente ou prévia+ - Falso positi...
Exame do líquorExame do líquor Celularidade, proteínas, VDRL Indicado:– Sífilis congênita– Terciária– Manifestações neur...
TratamentoTratamento A penicilina é a droga de escolha. Não se constatouresistência a Penicilina em T. Pallidum. A dosag...
Reação de Jarisch- HerxheimerReação de Jarisch- Herxheimer Reação febril Adinamia e dores articulares 8 a 12 horas após...
Acompanhamento sorológicoAcompanhamento sorológico Primária, secundária e latente recente:– 1, 3, 6, 12 e 24 meses após o...
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  1. 1. GêneroGênero TreponemaTreponema
  2. 2. Gênero TreponemaGênero Treponema Faz  parte  dos  espiroquetídios,    que  englobam  três gêneros  de  importância  clínica:  Treponema, Borrelia e Leptospira. O Gênero Treponema é composto por pelo menos 10 espécies,  sendo  que  apenas  4  são  patógenos  do homem. Sendo estas:     ­ T. Pallidum subs.  pallidum     ­ T. Pallidum subs.  endemicum     ­ T. Pallidum subs.  carateum     ­ T. Pallidum subs.  PertenueExistem também as espiroquetas orais similares a T. pallidum  (podem causar gengivite e periodontite), e os que habitam o trato intestinal podendo causar diarreias.
  3. 3. MembranacitoplásmicaMembranaexternaFilamentos axialesESPIROQUETAS: ESTRUTURAESPIROQUETAS: ESTRUTURA
  4. 4. TREPONEMA PALLIDUMM. CAMPO ESCURO IFD
  5. 5. GêneroGênero TreponemaTreponema PATOGENICIDADE­  os  fatores  de  virulência  não  são bem  determinados  neste  gênero,  porém  acredita­se  que ocorra como segue:­ A fixação­ ocorre por suas extremidades que se fixam no mucopolissacarídeos  dos  tecidos­  provável  receptor  a Fibronectina.­ A invasão­ produção da mucopolissacaridase, permitindo a passagem da bactéria pelos endotélios.­  A  cápsula­  função  antifagocítica  composta  por  ác. hialurônico e sulfato de condroitina.­ Imunossupressão do hospedeiro provavelmente induzida pelos mucopolissacarídeos bacterianos.
  6. 6. Infecções porInfecções por TreponemaTreponema O T. Palidum é o agente etiológico da sífilis Qualquer  tecido  ou  órgão  pode  ser  invadido,  incluindo SNC. De acordo com as observações clínicas podemos dividir a doença em estágios:    ­ Incubação    ­ Sífilis Primária    ­ Sífilis Secundária    ­ Sífilis Latente ou Tardia     As  complicações  podem  gerar  a    Sífilis  Tardia  e Cardiovascular Pode  ocorrer  a  transmissão  transplacentária  –  Sífilis Congênita.
  7. 7. Infecções porInfecções por TreponemaTreponema Incubação­  varia  de  3  a  90  dias,  em  média  3 semanas.
  8. 8. Infecções porInfecções por TreponemaTreponema Incubação­  varia  de  3  a  90  dias,  em  média  3 semanas. Sífilis  Primária­  ocorre  lesão  primária  no  local  da infecção  (geralmente  genital),  com  lesão (geralmente única) ulcerosa (cancro duro. As lesões desaparecem espontaneamente dentro de 2  a  8  semanas,  mas  podem  persistir  por  períodos mais longos, especialmente em imunossuprimidos;
  9. 9. Infecções porInfecções por TreponemaTreponema Sífilis  Secundária­  ocorre  intensa  proliferação  dos microrganismos e caracteriza a etapa mais ostensiva da doença.  Erupção  disseminada  macular  ou  não, maculopapular ou pustulosa. Tipicamente na palma das mãos, planta dos pés e em áreas úmidas e alopécia. Nesse  momento  a  resposta  imune  se  torna  bastante intensa  e  então  pode  se  desenvolver  um  quadro  de glomerulonefrite;
  10. 10. Infecções porInfecções por TreponemaTreponema Sífilis Latente­ sintomas subclínicos. Dividida em latente precoce  (até  4  nos)  e  latente  tardio  (sem  duração definida). Nesta  fase  podem  ocorrer  recidivas,  geralmente  na latente precoce.
  11. 11. Infecções porInfecções por TreponemaTreponema Sífilis  Tardia­  incluem  alterações  do  SNC,  anomalias cardiovasculares,  lesões  granulomatosas  em  qualquer órgão  (gomas).  Pode  acorrer  a  sífilis  neuromuscular sintomática ou assintomática.
  12. 12. Infecções porInfecções por TreponemaTreponema Sífilis  Tardia  “Benigna”­  formação  de  gomas  (lesões granulomatosas  inespecíficas).  Clinicamente  são  lesões maciças  destrutivas  que  podem  se  confundir  com carcinomas, porém trata­se de uma resposta imune ativa.
  13. 13. Infecções porInfecções por TreponemaTreponema Sífilis Congênita­ ocorre transmissão transplacentária a partir  do  4º  mês  de  gravidez.  A  maioria  do  fetos infectados morrem ou são assintomáticos. Caracteriza­se  por  hepatoesplenomegalia,  meningite, trombocitopenia e lesões ósseas.
  14. 14. DiagnósticoDiagnóstico Na sífilis primária (antes do aparecimento de anticorpos) ,faz -se o diagnóstico laboratorial. Este baseia-se nadetecção direta do patógeno a partir de lesões (cancro) emmicroscopia de campo escuro ou por DFA-TP ( método deanticorpos fluorescente direto).
  15. 15. Diagnóstico – SorologiaDiagnóstico – SorologiaPara os demais estágios da sífilisPara os demais estágios da sífilisTestes não Treponêmicos (utilizam acardiolipina como antígeno, usados comotriagem)– VDRL (Veneral Disease Reasearch Laboratory),RPR (Rapid Plasmie Reagim Test), ART(Automated Reagim Test).– Positivos 1-4 semanas após o cancro primário, 6semanas após exposiçãoTestes Treponêmicos (testes de confirmação)– TP-PA (Treponema pallidum particle), MHA-TP
  16. 16. Interpretação da sorologiaInterpretação da sorologiaVDRLFTA-ABS INTERPRETAÇÃO+ + Sífilis recente ou prévia+ - Falso positivo- + Sífilis primária ou latentePreviamente tratada ou não tratada- - Ausência de infecção ou período deincubação
  17. 17. Exame do líquorExame do líquor Celularidade, proteínas, VDRL Indicado:– Sífilis congênita– Terciária– Manifestações neurológicas– Estágio latente, VDRL > 1:16– Pessoas tratadas e sem resposta sorológica adequada– HIV+, com quadro neurológico*, ou falta deresposta sorológica ao tratamento *AVC, anormalidades de pares cranianos e uveíte
  18. 18. TratamentoTratamento A penicilina é a droga de escolha. Não se constatouresistência a Penicilina em T. Pallidum. A dosagem depende do estágio da doença.– Em caso de alergia a Penicilina se recomendamas Cefalosporinas, Tetraciclinas e Eritromicina.– Gestantes com alergia à penicilina: EritromicinaOutras opções terapêuticasOutras opções terapêuticas Ceftriaxone ou Azitromicina
  19. 19. Reação de Jarisch- HerxheimerReação de Jarisch- Herxheimer Reação febril Adinamia e dores articulares 8 a 12 horas após tratamento Mais comum na sífilis recente Não se trata de alergia Duração de poucas horas Tratar com sintomáticos
  20. 20. Acompanhamento sorológicoAcompanhamento sorológico Primária, secundária e latente recente:– 1, 3, 6, 12 e 24 meses após o tratamento Latente tardia e terciária:– 12 e 24 meses após o tratamento Neurossífilis:– 6, 12 e 24 meses após o tratamento HIV+:– 1, 3, 6, 12 e 24 após tratamento e depoisanualmente

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