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Prof. Esp. Francielly M. Bordon
Prevenção e tratamento
de feridas
⦿ Também conhecida como sistema tegumentar;
⦿ A pele constitui cerca de 10% do peso corporal;
⦿ É o maior órgão do corpo;
⦿ É constituída de três camadas principais: a
epiderme, a derme e o tecido subcutâneo, as
quais possuem tipos de tecidos e funções
distintas.
Anatomia e fisiologia da pele
⦿ Epiderme: camada mais externa, fina e avascular,
com regeneração entre 4 e 6 semanas. Função:
barreira física e manutenção da integridade da
pele. Contém 5 subcamadas: estrato córneo,
estrato lúcido, estrato granuloso, estrato
espinhoso e estrato germinativo.
⦿ Derme: função de oferecer resistência, suporte,
sangue e oxigênio à pele. Contém vasos
sanguíneos, folículos pilosos, vasos linfáticos,
glândulas sebáceas e glândulas sudoríparas. É
composta de fibroblastos, colágeno e fibras
elásticas.
⦿ Tecido subcutâneo: é composto de tecido
adiposo e conjuntivo e possui grandes vasos
sanguíneos, nervos e vasos linfáticos, contribui
para impedir a perda de calor, e constitui
reserva de material nutritivo.
⦿Proteção e barreira;
⦿Sensibilidade;
⦿Termorregulação;
⦿Excreção de água e eletrólitos;
⦿Metabolismo;
⦿Imagem corporal.
Funções da pele
Estruturas da pele
⦿ O termo ferida é utilizado como sinônimo de lesão
tecidual, deformidade ou solução de continuidade;
⦿ Pode atingir desde a epiderme, até estruturas mais
profundas, como fáscias e músculos;
⦿ As feridas podem ser causadas por fatores
extrínsicos e por fatores intrínsicos;
Classificação das feridas
⦿Ferida superficial: atinge apenas a epiderme
e a derme.
Quanto a espessura:
⦿Ferida profunda: destrói a epiderme, a
derme e o tecido subcutâneo.
Quanto a espessura:
⦿Ferida profunda total: atinge o tecido
muscular e as estruturas adjacentes (tendões,
cartilagens, ossos, etc.).
Quanto a espessura:
⦿Acidental ou traumática: ocorre de maneira
imprevista, sendo provocada por objetos
cortantes, contudentes, perfurantes,
lacerantes, inoculação de venenos,
mordeduras e queimaduras em geral.
Quanto a etiologia:
Queimadura
Mordedura
De animal
⦿Patológicas: são lesões secundárias à uma
determinada doença de base.
⦿Intencional ou cirúrgica: quando é realizada
de acordo com um fim terapêutico proposto.
⦿Iatrogênicas: feridas resultantes de
procedimentos ou tratamentos (radioterapia)
⦿Fatores causais externos: feridas resultantes de
pressão contínua exercida pelo peso do corpo,
fricção, cisalhamento e umidade, como as
úlceras de pressão.
⦿Agudas: geralmente são feridas traumáticas, há
ruptura da vascularização e desencadeamento
imediato do processo de hemostasia (cortes,
escoriações, queimaduras, etc.)
Quanto a evolução:
⦿Crônicas: descritas como de longa duração ou
recorrência freqüente; ocorre um desvio na
seqüência do processo cicatricial fisiológico.
⦿Feridas limpas: são feridas não infectadas,
livres de microrganismos patogênicos.
Quanto a presença de infecção
⦿Limpas contaminadas: ocorrem em tecidos
de baixa colonização, sem contaminação
significativa prévia, ou durante o ato
cirúrgico, lesões com tempo inferior a 6h
entre o trauma e o atendimento inicial.
⦿Contaminadas: feridas acidentais recentes e
abertas, colonizadas por flora bacteriana
considerável, cirúrgicas quando a técnica
asséptica é desobedecida, feridas que o
tempo de atendimento inicial foi superior a
6h.
⦿Feridas infectadas: quando há contaminação
grosseira por detritos ou por microrganismos
como parasitas, bactérias, vírus ou fungos.
Apresentam evidências do processo
infeccioso, como tecido desvitalizado,
exsudação purulenta e odor característico.
São classificadas em 4 estágios:
⦿Estágio I: pele íntegra com sinais de
hiperemia, descoloração ou endurecimento.
⦿Estágio II: Perda parcial de tecido envolvendo
a epiderme ou derme, ulceração superficial
com presença de bolhas ou cratera rasa.
Quanto ao comprometimento
tecidual
⦿Estágio III: perda total do tecido cutâneo,
necrose do tecido subcutâneo até a fáscia
muscular.
⦿Estágio IV: grande destruição tecidual, com
necrose, atingindo músculos, tendões e
ossos.
⦿Feridas mecânicas: feridas traumáticas,
causadas por traumatismos externos, cortante
ou penetrante, inclui esmagamentos e cortes.
Tipos de feridas
⦿Feridas laceradas: apresentam margens
irregulares, como as produzidas por caco de
vidro ou arame farpado.
⦿Feridas químicas: causadas pela ação de
ácidos ou bases muito fortes e alguns sais e
gases.
⦿Feridas térmicas: feridas que se desenvolvem
como resultado do calor ou frio extremo.
⦿Feridas por eletricidade: causadas por raios ou
contato com objeto energizado, (rede elétrica).
⦿Feridas por radiação: causadas pela longa
exposição a raios solares, RX ou outro tipo de
radiação.
⦿Feridas incisas: produzidas por um
instrumento cortante, faca, bisturi, etc.
⦿Feridas contusas: produzida por ação
contundente de objetos rombos.
Caracterizam-se por traumatismos das partes
moles, hemorragias e edema.
⦿Feridas perfurantes: produzidas por arma de
fogo, ou arma branca. Produzem pequena
abertura na pele, porém podem atingir
camadas teciduais profundas e órgãos,
causando hemorragia interna.
⦿Feridas oncológicas: causadas por tumores
da pele ou metástases cutâneas.
⦿Úlcera arterial: causada por isquemia,
relacionada com a presença de doença arterial
oclusiva, os sintomas incluem dor e perda
tecidual.
⦿Úlcera por pressão: causada por isquemia
secundária a compressão, essa lesão tecidual
localizada, também é denominada úlcera de
decúbito.
Lesão por pressão
⦿Úlceras vasculogênicas: são feridas crônicas
de origem vascular como as úlceras venosas e
arteriais, causadas por distúrbios circulatórios.
Tipos de feridas
⦿Feridas vasculogênicas – pé diabético:
ferida crônica dos pés, resultante de
complicações da diabetes, como neuropatia
diabética e doença vascular periférica.
⦿Pode ocorrer diminuição da sensibilidade,
deformidades, diminuição do fluxo arterial,
que predispõem a ulceração dos pés.
⦿Fístulas: trajeto anormal que conecta
superfícies podendo ser causadas por
infecção, traumas, etc.
⦿Escoriações: a lesão surge
tangencialmente à superfície cutânea,
com arrancamento da pele.
⦿ Equimoses e hematomas: na equimose
há rompimento dos capilares, porém sem
perda da continuidade da pele, sendo que
no hematoma, o sangue extravasado
forma uma cavidade.
Fase inflamatória:
⦿ Edema, eritema, calor e dor;
⦿ Começa no momento da lesão e dura de 4 a 6 dias;
⦿ O sangramento é controlado pela hemostasia;
⦿ As bactérias presentes são destruídas por leucócitos
granulocíticos, neutrófilos polimorfonucleares;
⦿ 4 dias após a lesão os macrófagos substituem os
leucócitos, atraindo para o local células necessárias
para a reparação tecidual.
Fases da cicatrização de feridas
⦿ A fase inflamatória ocorrem em 3 etapas:
⦿ Fase trombocítica: formação de trombos,
agregação plaquetária e ativação da cascata de
coagulação.
⦿ Fase granulocítica: desbridamento da ferida e
defesa contra infecções, há grande concentração
de leucócitos, fazendo fagocitose das bactérias,
decomposição do tecido necrosado e a limpeza da
lesão.
⦿Etapa macrofágica: atuação local dos
macrófagos, que influenciam no
desbridamento da ferida e na regulação das
outras fases da cicatrização.
Fase proliferativa:
⦿dura de 4 a 24 dias;
⦿Na ferida aberta, surge o tecido de granulação:
macrófagos, fibroblastos, colágeno imaturo,
vasos sanguíneos e substância matricial;
⦿ À medida que o tecido de granulação prolifera,
os fibroblastos estimulam a produção de
colágeno, que proporciona ao tecido sua força
de tensão e sua estrutura;
⦿A etapa final desta fase é a epitelização.
Fase de maturação:
⦿ duração entre 21 dias a 2 anos;
⦿ As fibras de colágeno se reorganizam, remodelam
e amadurecem, ganhando força de tensão;
⦿ O processo continua até que o tecido cicatricial
recupere cerca de 80% da força original da pele.
Primeira intenção:
⦿Cicatrização ideal de uma ferida;
⦿É feito a junção dos bordos da lesão por meio
de sutura ou aproximação;
⦿Reduz o potencial de infecção;
⦿Cicatriza em média em 10 dias;
⦿Ex: feridas cirúrgicas.
Tipos de cicatrização de feridas
Primeira intenção
Segunda intenção:
⦿ Tipo de cicatrização relacionada a ferimentos
infectados e a lesões com perda acentuada de
tecido;
⦿ Não é possível realizar a junção dos bordos;
⦿ Há necessidade de formação de tecido de
granulação no leito da lesão;
⦿ Ex: úlceras venosas, abscessos, etc.
Segunda intenção
Terceira intenção:
⦿ Existem fatores que retardam o processo de
cicatrização, como aplicação de drenos,
ostomias e feridas cirúrgicas infectadas;
⦿ Feridas que não foram suturadas inicialmente,
que se romperam ou tiveram que ser reabertas
para drenagens de exsudatos, e que após 3 a 5
dias serão ressuturadas.
Terceira intenção
⦿ Hematomas;
⦿ Edema;
⦿ Condições de oxigenação e perfusão tissular;
⦿ Corpo estranho;
⦿ Tecido necrótico;
⦿ Infecção;
⦿ Ressecamento;
⦿ Estado nutricional;
Fatores que dificultam a cicatrização de feridas
⦿Doenças crônicas;
⦿Tabagismo;
⦿Drogas e medicamentos;
⦿Obesidade;
⦿Idade avançada;
⦿Pressão contínua sobre uma área da lesão;
⦿Insuficiência arterial;
■ Ambiente seco: as feridas cicatrizam três a cinco
vezes mais rapidamente e com menos dor em
ambiente úmidos do que em ambiente secos. Em
um ambiente seco as células desidratam-se no
local da ferida e morrem. Isso gera a informação
de uma crosta sobre a ferida, que impede a
cicatrização. Manter a ferida hidratada com
curativos que retêm umidade potencializa a
migração celular e estimula a epitelização.
■ TRAUMATISMO E EDEMA: As feridas cicatrizam
lentamente ou, as vezes, nem cicatrizam,
quando são repetidamente traumatizadas ou
privadas de irrigação sanguínea local por
edema. O edema interfere no transporte de
oxigênio e na nutrição celular da ferida.
■ Infecção: Uma infecção sistêmica ou local pode
retardar ou prejudicar a cicatrização. A
presença de infecção – evidenciou-se por
drenagem purulenta ou exsudato, tumoração,
eritema ou febre – indica a necessidade de
realizar uma cultura bacteriológica da ferida.
■ Necrose: O tecido morto e desvitalizado
(necrótico) pode prejudicar a cicatrização.
⦿ É a proteção da lesão ou ferida, contra a ação de
agentes externos físicos, mecânicos ou biológicos;
⦿ É um meio que consiste na limpeza e aplicação de
uma cobertura estéril;
⦿ Tem a finalidade de promover a rápida cicatrização e
prevenir contaminação e infecção;
⦿ Preconiza-se a confecção de curativos úmidos,
considerando que a manutenção do meio úmido entre
ferida e cobertura favorece a cicatrização.
Curativos
⦿ Objetivos do tratamento de feridas: mantê-la
úmida, limpa e salvo de trauma físico, preservando
a integridade cutânea.
⦿ A escolha do curativo: causa, gravidade,
condições da pele, tamanho e profundidade,
localização anatômica, volume de exsudato e risco
ou presença de infecção. Condições vasculares,
nutricionais e clínicas, relação custo-benefício.
Disponibilidade do curativo, durabilidade,
adaptabilidade e usos.
⦿Manter a umidade entre ferida e curativo;
⦿Remover o excesso de secreção;
⦿Permitir a troca gasosa;
⦿Fornecer isolamento térmico;
⦿Ser impermeável às bactérias;
⦿Ser isento de partículas;
⦿Permitir a retirada do curativo sem trauma.
Objetivos na escolha do curativo
⦿Tratar e prevenir infecções;
⦿Eliminar os fatores desfavoráveis que
retardam a cicatrização;
⦿Diminuir a incidência de infecções cruzadas.
⦿Boa tolerância térmica;
⦿Boa absorção para garantir a drenagem das
secreções;
⦿Proteção contra infecções;
⦿Não adesão à ferida;
⦿Permeabilidade ao raio x;
⦿Ser econômico.
Requisitos do curativo
⦿ Remover corpos estranhos;
⦿ Reaproximar bordas separadas;
⦿ Proteger a ferida contra contaminação e
infecções e promover a hemostasia;
⦿ Preencher espaços mortos e evitar a formação de
sero-hematomas;
⦿ Favorecer a aplicação de medicação tópica;
⦿ Fazer desbridamento mecânico e remover tecido
necrótico;
Finalidades do curativo
⦿ Reduzir o edema;
⦿ Absorver e facilitar a drenagem de exsudatos;
⦿ Manter a umidade da superfície da ferida;
⦿ Fornecer isolamento térmico;
⦿ Promover e proteger a cicatrização da ferida;
⦿ Limitar a movimentação dos tecidos em torno da
ferida;
⦿ Dar conforto psicológico;
⦿ Diminuir a intensidade da dor.
⦿ Curativos úmidos não são indicados em locais de
catéteres, fixadores, drenos e introdutores;
⦿ SF 0,9% limpa e umedece a ferida, favorece a
formação de tecido de granulação e amolece os
tecidos desvitalizados;
⦿ O calor é importante no processo de cicatrização
(SF 0,9% aquecido);
⦿ Proteção da ferida;
⦿ Remoção de detritos;
⦿ Remoção de corpos estranhos;
⦿ Remoção de microorganismos da superfície da
lesão;
⦿ Remover excesso de exsudatos e de tecido
necrosado.
Objetivos da limpeza
Técnica limpa: recomendada para cuidados
locais de feridas abertas, maioria das feridas
crônicas, cirúrgicas e não cirúrgicas;
Técnica estéril: indicada para clientes com
infecção sistêmica e imunodeprimidos.
Técnicas de limpeza
■ O desbridamento envolve a remoção de
tecido necrótico, para permitir a
regeneração do tecido saudável subjacente.
Dependendo do tipo de lesão, pode ser
usada uma combinação de técnicas de
desbridamento.
Desbridamento
⦿ Desbridamento instrumental:
- conservador: realizada uma retirada seletiva
de tecido necrosado, sem atingir tecidos vivos;
- cirúrgico: retirada maciça de material
necrosado ou desvitalizado (proc. Médico).
⦿ Desbridamento mecânico: não seletivo, consiste
em remover tecidos necrosados e corpos
estranhos, feito por fricção com gaze ou esponja
macia, ou através do uso de instrumentos.
⦿Desbridamento químico: ação de enzimas,
atóxicas não irritantes (colagenase, papaína).
⦿Desbridamento autolítico: desbridamento
natural da ferida, ocorre por autodesintegração
das células degeneradas pela ação de leucócitos
e enzimas, manter o local úmido (hidrocolóides,
ácidos graxos).
• Aberto - É aquele no qual utiliza-se apenas o
anti-séptico, mantendo a ferida exposta. Ex:
ferida cirúrgica limpa.
• Oclusivo - Curativo que após a limpeza da ferida
e aplicação do medicamento é fechado ou
ocluído com gaze ou atadura.
Tipos de curativo
⦿ Compressivo - É aquele no qual é mantida
compressão sobre a ferida para estancar
hemorragias, etc.
⦿ Drenagens - Nos ferimentos com grande
quantidade de exsudato coloca-se dreno
(Penrose, Keer), tubos, cateteres ou bolsas de
colostomia.
⦿ O curativo úmido:
- protege as terminações nervosas superficiais,
reduzindo a dor,
- acelera o processo cicatricial,
- previne a desidratação tecidual e a morte
celular;
⦿ O curativo seco:
- é recomendado em feridas cirúrgicas limpas,
com sutura direta. A troca é, geralmente, diária,
até a retirada dos pontos.
GEOVANINI, Telma et al. Manual de
curativos. São Paulo: Corpus. 2007.
HESS, C. T. Tratamento de feridas e
úlceras. 4ª ed. Rio de Janeiro, Reichman &
Affonso editores, 2002.
PIANUCCI, Ana. Saber cuidar:
procedimentos básicos de enfermagem. 2
ed. São Paulo: Senac, 2003.
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Pele, feridas e cicatrização

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Pele, feridas e cicatrização

  • 1. Prof. Esp. Francielly M. Bordon Prevenção e tratamento de feridas
  • 2. ⦿ Também conhecida como sistema tegumentar; ⦿ A pele constitui cerca de 10% do peso corporal; ⦿ É o maior órgão do corpo; ⦿ É constituída de três camadas principais: a epiderme, a derme e o tecido subcutâneo, as quais possuem tipos de tecidos e funções distintas. Anatomia e fisiologia da pele
  • 3. ⦿ Epiderme: camada mais externa, fina e avascular, com regeneração entre 4 e 6 semanas. Função: barreira física e manutenção da integridade da pele. Contém 5 subcamadas: estrato córneo, estrato lúcido, estrato granuloso, estrato espinhoso e estrato germinativo.
  • 4. ⦿ Derme: função de oferecer resistência, suporte, sangue e oxigênio à pele. Contém vasos sanguíneos, folículos pilosos, vasos linfáticos, glândulas sebáceas e glândulas sudoríparas. É composta de fibroblastos, colágeno e fibras elásticas.
  • 5. ⦿ Tecido subcutâneo: é composto de tecido adiposo e conjuntivo e possui grandes vasos sanguíneos, nervos e vasos linfáticos, contribui para impedir a perda de calor, e constitui reserva de material nutritivo.
  • 6. ⦿Proteção e barreira; ⦿Sensibilidade; ⦿Termorregulação; ⦿Excreção de água e eletrólitos; ⦿Metabolismo; ⦿Imagem corporal. Funções da pele
  • 8. ⦿ O termo ferida é utilizado como sinônimo de lesão tecidual, deformidade ou solução de continuidade; ⦿ Pode atingir desde a epiderme, até estruturas mais profundas, como fáscias e músculos; ⦿ As feridas podem ser causadas por fatores extrínsicos e por fatores intrínsicos; Classificação das feridas
  • 9. ⦿Ferida superficial: atinge apenas a epiderme e a derme. Quanto a espessura:
  • 10. ⦿Ferida profunda: destrói a epiderme, a derme e o tecido subcutâneo. Quanto a espessura:
  • 11. ⦿Ferida profunda total: atinge o tecido muscular e as estruturas adjacentes (tendões, cartilagens, ossos, etc.). Quanto a espessura:
  • 12. ⦿Acidental ou traumática: ocorre de maneira imprevista, sendo provocada por objetos cortantes, contudentes, perfurantes, lacerantes, inoculação de venenos, mordeduras e queimaduras em geral. Quanto a etiologia:
  • 14. ⦿Patológicas: são lesões secundárias à uma determinada doença de base.
  • 15. ⦿Intencional ou cirúrgica: quando é realizada de acordo com um fim terapêutico proposto.
  • 16. ⦿Iatrogênicas: feridas resultantes de procedimentos ou tratamentos (radioterapia)
  • 17. ⦿Fatores causais externos: feridas resultantes de pressão contínua exercida pelo peso do corpo, fricção, cisalhamento e umidade, como as úlceras de pressão.
  • 18. ⦿Agudas: geralmente são feridas traumáticas, há ruptura da vascularização e desencadeamento imediato do processo de hemostasia (cortes, escoriações, queimaduras, etc.) Quanto a evolução:
  • 19. ⦿Crônicas: descritas como de longa duração ou recorrência freqüente; ocorre um desvio na seqüência do processo cicatricial fisiológico.
  • 20. ⦿Feridas limpas: são feridas não infectadas, livres de microrganismos patogênicos. Quanto a presença de infecção
  • 21. ⦿Limpas contaminadas: ocorrem em tecidos de baixa colonização, sem contaminação significativa prévia, ou durante o ato cirúrgico, lesões com tempo inferior a 6h entre o trauma e o atendimento inicial.
  • 22. ⦿Contaminadas: feridas acidentais recentes e abertas, colonizadas por flora bacteriana considerável, cirúrgicas quando a técnica asséptica é desobedecida, feridas que o tempo de atendimento inicial foi superior a 6h.
  • 23. ⦿Feridas infectadas: quando há contaminação grosseira por detritos ou por microrganismos como parasitas, bactérias, vírus ou fungos. Apresentam evidências do processo infeccioso, como tecido desvitalizado, exsudação purulenta e odor característico.
  • 24. São classificadas em 4 estágios: ⦿Estágio I: pele íntegra com sinais de hiperemia, descoloração ou endurecimento. ⦿Estágio II: Perda parcial de tecido envolvendo a epiderme ou derme, ulceração superficial com presença de bolhas ou cratera rasa. Quanto ao comprometimento tecidual
  • 25. ⦿Estágio III: perda total do tecido cutâneo, necrose do tecido subcutâneo até a fáscia muscular. ⦿Estágio IV: grande destruição tecidual, com necrose, atingindo músculos, tendões e ossos.
  • 26. ⦿Feridas mecânicas: feridas traumáticas, causadas por traumatismos externos, cortante ou penetrante, inclui esmagamentos e cortes. Tipos de feridas
  • 27. ⦿Feridas laceradas: apresentam margens irregulares, como as produzidas por caco de vidro ou arame farpado.
  • 28. ⦿Feridas químicas: causadas pela ação de ácidos ou bases muito fortes e alguns sais e gases.
  • 29. ⦿Feridas térmicas: feridas que se desenvolvem como resultado do calor ou frio extremo.
  • 30. ⦿Feridas por eletricidade: causadas por raios ou contato com objeto energizado, (rede elétrica).
  • 31. ⦿Feridas por radiação: causadas pela longa exposição a raios solares, RX ou outro tipo de radiação.
  • 32. ⦿Feridas incisas: produzidas por um instrumento cortante, faca, bisturi, etc.
  • 33. ⦿Feridas contusas: produzida por ação contundente de objetos rombos. Caracterizam-se por traumatismos das partes moles, hemorragias e edema.
  • 34. ⦿Feridas perfurantes: produzidas por arma de fogo, ou arma branca. Produzem pequena abertura na pele, porém podem atingir camadas teciduais profundas e órgãos, causando hemorragia interna.
  • 35. ⦿Feridas oncológicas: causadas por tumores da pele ou metástases cutâneas.
  • 36. ⦿Úlcera arterial: causada por isquemia, relacionada com a presença de doença arterial oclusiva, os sintomas incluem dor e perda tecidual.
  • 37. ⦿Úlcera por pressão: causada por isquemia secundária a compressão, essa lesão tecidual localizada, também é denominada úlcera de decúbito.
  • 39.
  • 40. ⦿Úlceras vasculogênicas: são feridas crônicas de origem vascular como as úlceras venosas e arteriais, causadas por distúrbios circulatórios. Tipos de feridas
  • 41. ⦿Feridas vasculogênicas – pé diabético: ferida crônica dos pés, resultante de complicações da diabetes, como neuropatia diabética e doença vascular periférica. ⦿Pode ocorrer diminuição da sensibilidade, deformidades, diminuição do fluxo arterial, que predispõem a ulceração dos pés.
  • 42.
  • 43. ⦿Fístulas: trajeto anormal que conecta superfícies podendo ser causadas por infecção, traumas, etc.
  • 44. ⦿Escoriações: a lesão surge tangencialmente à superfície cutânea, com arrancamento da pele.
  • 45. ⦿ Equimoses e hematomas: na equimose há rompimento dos capilares, porém sem perda da continuidade da pele, sendo que no hematoma, o sangue extravasado forma uma cavidade.
  • 46. Fase inflamatória: ⦿ Edema, eritema, calor e dor; ⦿ Começa no momento da lesão e dura de 4 a 6 dias; ⦿ O sangramento é controlado pela hemostasia; ⦿ As bactérias presentes são destruídas por leucócitos granulocíticos, neutrófilos polimorfonucleares; ⦿ 4 dias após a lesão os macrófagos substituem os leucócitos, atraindo para o local células necessárias para a reparação tecidual. Fases da cicatrização de feridas
  • 47. ⦿ A fase inflamatória ocorrem em 3 etapas: ⦿ Fase trombocítica: formação de trombos, agregação plaquetária e ativação da cascata de coagulação. ⦿ Fase granulocítica: desbridamento da ferida e defesa contra infecções, há grande concentração de leucócitos, fazendo fagocitose das bactérias, decomposição do tecido necrosado e a limpeza da lesão.
  • 48. ⦿Etapa macrofágica: atuação local dos macrófagos, que influenciam no desbridamento da ferida e na regulação das outras fases da cicatrização.
  • 49. Fase proliferativa: ⦿dura de 4 a 24 dias; ⦿Na ferida aberta, surge o tecido de granulação: macrófagos, fibroblastos, colágeno imaturo, vasos sanguíneos e substância matricial; ⦿ À medida que o tecido de granulação prolifera, os fibroblastos estimulam a produção de colágeno, que proporciona ao tecido sua força de tensão e sua estrutura; ⦿A etapa final desta fase é a epitelização.
  • 50. Fase de maturação: ⦿ duração entre 21 dias a 2 anos; ⦿ As fibras de colágeno se reorganizam, remodelam e amadurecem, ganhando força de tensão; ⦿ O processo continua até que o tecido cicatricial recupere cerca de 80% da força original da pele.
  • 51. Primeira intenção: ⦿Cicatrização ideal de uma ferida; ⦿É feito a junção dos bordos da lesão por meio de sutura ou aproximação; ⦿Reduz o potencial de infecção; ⦿Cicatriza em média em 10 dias; ⦿Ex: feridas cirúrgicas. Tipos de cicatrização de feridas
  • 53. Segunda intenção: ⦿ Tipo de cicatrização relacionada a ferimentos infectados e a lesões com perda acentuada de tecido; ⦿ Não é possível realizar a junção dos bordos; ⦿ Há necessidade de formação de tecido de granulação no leito da lesão; ⦿ Ex: úlceras venosas, abscessos, etc.
  • 55. Terceira intenção: ⦿ Existem fatores que retardam o processo de cicatrização, como aplicação de drenos, ostomias e feridas cirúrgicas infectadas; ⦿ Feridas que não foram suturadas inicialmente, que se romperam ou tiveram que ser reabertas para drenagens de exsudatos, e que após 3 a 5 dias serão ressuturadas.
  • 57. ⦿ Hematomas; ⦿ Edema; ⦿ Condições de oxigenação e perfusão tissular; ⦿ Corpo estranho; ⦿ Tecido necrótico; ⦿ Infecção; ⦿ Ressecamento; ⦿ Estado nutricional; Fatores que dificultam a cicatrização de feridas
  • 58. ⦿Doenças crônicas; ⦿Tabagismo; ⦿Drogas e medicamentos; ⦿Obesidade; ⦿Idade avançada; ⦿Pressão contínua sobre uma área da lesão; ⦿Insuficiência arterial;
  • 59. ■ Ambiente seco: as feridas cicatrizam três a cinco vezes mais rapidamente e com menos dor em ambiente úmidos do que em ambiente secos. Em um ambiente seco as células desidratam-se no local da ferida e morrem. Isso gera a informação de uma crosta sobre a ferida, que impede a cicatrização. Manter a ferida hidratada com curativos que retêm umidade potencializa a migração celular e estimula a epitelização.
  • 60. ■ TRAUMATISMO E EDEMA: As feridas cicatrizam lentamente ou, as vezes, nem cicatrizam, quando são repetidamente traumatizadas ou privadas de irrigação sanguínea local por edema. O edema interfere no transporte de oxigênio e na nutrição celular da ferida.
  • 61. ■ Infecção: Uma infecção sistêmica ou local pode retardar ou prejudicar a cicatrização. A presença de infecção – evidenciou-se por drenagem purulenta ou exsudato, tumoração, eritema ou febre – indica a necessidade de realizar uma cultura bacteriológica da ferida.
  • 62. ■ Necrose: O tecido morto e desvitalizado (necrótico) pode prejudicar a cicatrização.
  • 63. ⦿ É a proteção da lesão ou ferida, contra a ação de agentes externos físicos, mecânicos ou biológicos; ⦿ É um meio que consiste na limpeza e aplicação de uma cobertura estéril; ⦿ Tem a finalidade de promover a rápida cicatrização e prevenir contaminação e infecção; ⦿ Preconiza-se a confecção de curativos úmidos, considerando que a manutenção do meio úmido entre ferida e cobertura favorece a cicatrização. Curativos
  • 64. ⦿ Objetivos do tratamento de feridas: mantê-la úmida, limpa e salvo de trauma físico, preservando a integridade cutânea. ⦿ A escolha do curativo: causa, gravidade, condições da pele, tamanho e profundidade, localização anatômica, volume de exsudato e risco ou presença de infecção. Condições vasculares, nutricionais e clínicas, relação custo-benefício. Disponibilidade do curativo, durabilidade, adaptabilidade e usos.
  • 65. ⦿Manter a umidade entre ferida e curativo; ⦿Remover o excesso de secreção; ⦿Permitir a troca gasosa; ⦿Fornecer isolamento térmico; ⦿Ser impermeável às bactérias; ⦿Ser isento de partículas; ⦿Permitir a retirada do curativo sem trauma. Objetivos na escolha do curativo
  • 66. ⦿Tratar e prevenir infecções; ⦿Eliminar os fatores desfavoráveis que retardam a cicatrização; ⦿Diminuir a incidência de infecções cruzadas.
  • 67. ⦿Boa tolerância térmica; ⦿Boa absorção para garantir a drenagem das secreções; ⦿Proteção contra infecções; ⦿Não adesão à ferida; ⦿Permeabilidade ao raio x; ⦿Ser econômico. Requisitos do curativo
  • 68. ⦿ Remover corpos estranhos; ⦿ Reaproximar bordas separadas; ⦿ Proteger a ferida contra contaminação e infecções e promover a hemostasia; ⦿ Preencher espaços mortos e evitar a formação de sero-hematomas; ⦿ Favorecer a aplicação de medicação tópica; ⦿ Fazer desbridamento mecânico e remover tecido necrótico; Finalidades do curativo
  • 69. ⦿ Reduzir o edema; ⦿ Absorver e facilitar a drenagem de exsudatos; ⦿ Manter a umidade da superfície da ferida; ⦿ Fornecer isolamento térmico; ⦿ Promover e proteger a cicatrização da ferida; ⦿ Limitar a movimentação dos tecidos em torno da ferida; ⦿ Dar conforto psicológico; ⦿ Diminuir a intensidade da dor.
  • 70. ⦿ Curativos úmidos não são indicados em locais de catéteres, fixadores, drenos e introdutores; ⦿ SF 0,9% limpa e umedece a ferida, favorece a formação de tecido de granulação e amolece os tecidos desvitalizados; ⦿ O calor é importante no processo de cicatrização (SF 0,9% aquecido);
  • 71. ⦿ Proteção da ferida; ⦿ Remoção de detritos; ⦿ Remoção de corpos estranhos; ⦿ Remoção de microorganismos da superfície da lesão; ⦿ Remover excesso de exsudatos e de tecido necrosado. Objetivos da limpeza
  • 72. Técnica limpa: recomendada para cuidados locais de feridas abertas, maioria das feridas crônicas, cirúrgicas e não cirúrgicas; Técnica estéril: indicada para clientes com infecção sistêmica e imunodeprimidos. Técnicas de limpeza
  • 73. ■ O desbridamento envolve a remoção de tecido necrótico, para permitir a regeneração do tecido saudável subjacente. Dependendo do tipo de lesão, pode ser usada uma combinação de técnicas de desbridamento. Desbridamento
  • 74. ⦿ Desbridamento instrumental: - conservador: realizada uma retirada seletiva de tecido necrosado, sem atingir tecidos vivos; - cirúrgico: retirada maciça de material necrosado ou desvitalizado (proc. Médico). ⦿ Desbridamento mecânico: não seletivo, consiste em remover tecidos necrosados e corpos estranhos, feito por fricção com gaze ou esponja macia, ou através do uso de instrumentos.
  • 75. ⦿Desbridamento químico: ação de enzimas, atóxicas não irritantes (colagenase, papaína). ⦿Desbridamento autolítico: desbridamento natural da ferida, ocorre por autodesintegração das células degeneradas pela ação de leucócitos e enzimas, manter o local úmido (hidrocolóides, ácidos graxos).
  • 76. • Aberto - É aquele no qual utiliza-se apenas o anti-séptico, mantendo a ferida exposta. Ex: ferida cirúrgica limpa. • Oclusivo - Curativo que após a limpeza da ferida e aplicação do medicamento é fechado ou ocluído com gaze ou atadura. Tipos de curativo
  • 77. ⦿ Compressivo - É aquele no qual é mantida compressão sobre a ferida para estancar hemorragias, etc. ⦿ Drenagens - Nos ferimentos com grande quantidade de exsudato coloca-se dreno (Penrose, Keer), tubos, cateteres ou bolsas de colostomia.
  • 78. ⦿ O curativo úmido: - protege as terminações nervosas superficiais, reduzindo a dor, - acelera o processo cicatricial, - previne a desidratação tecidual e a morte celular; ⦿ O curativo seco: - é recomendado em feridas cirúrgicas limpas, com sutura direta. A troca é, geralmente, diária, até a retirada dos pontos.
  • 79. GEOVANINI, Telma et al. Manual de curativos. São Paulo: Corpus. 2007. HESS, C. T. Tratamento de feridas e úlceras. 4ª ed. Rio de Janeiro, Reichman & Affonso editores, 2002. PIANUCCI, Ana. Saber cuidar: procedimentos básicos de enfermagem. 2 ed. São Paulo: Senac, 2003. Referencias