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PROF. FRANCIELLY BORDON
• Degenerativa: termo anteriormente usado
para doenças crônicas que provocavam
“degeneração” de diversos territórios
orgânicos (vasos sanguíneos, órgãos internos,
cérebro), desencadeadas por múltiplos
fatores causais.
• Principais exemplos destas doenças*
• não são de instalação rápida,
• não são unicausais,
• não há agente infeccioso diretamente
envolvido na sua gênese e não são
assim transmitidas,
• apresentam inflamação crônica de baixo
grau na sua fisiopatogenia.
Terminologia
 Doenças crônicas
degenerativas
 Doenças crônicas
não infecciosas
 Doenças não
transmissíveis
 Doenças crônicas
não transmissíveis
DCNT
* diabetes, hipertensão, aterosclerose, câncer
 Doenças psiquiátricas
 Violência/acidentes
 Doenças genéticas
 Doenças relacionadas à gestação e parto
 Deficiências/carências nutricionais
 Doenças imunológicas, endócrinas etc
 Doenças crônicas não transmissíveis
Nem todas as doenças não transmissíveis
estão no grupo das doenças crônicas...
Termo atribuído ao conjunto de agravos cujo processo
causal não se baseia na transmissão por agentes
conhecidos como ocorre c/ as doenças transmissíveis
DCNT
 DCNT/DANT dependem de rede causal
constituída pela interação de fatores
de natureza biológica, social etc.
 Caracterizam-se por etiologia incompletamente conhecida,
origem não infecciosa, múltiplos fatores de risco, longos
períodos de latência, curso prolongado e por levarem a
incapacidades funcionais.
SAÚDE DOENÇA
Não é uma condição “binária”
ou
SAÚDE DOENÇA
... ... ...
 Doenças cardiovasculares
 Hipertensão arterial
 Coronariopatia aterosclerótica
 Doença cerebrovascular
aterosclerótica
 Diabetes
 Neoplasias
 Doenças respiratórias crônicas
Principais grupos de DCNT
ONU, 2011
Reunião de Alto Nível
sobre DCNT
2000
WHO calls for
research,
prevention,
collaboration,
and capacity
building to
prevent and
control Non-
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Diseases
(NCD)
2005
2013
2014
2011
2008
UN High-Level
Meeting on
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Political
Declaration
2018
Marcos internacionais no controle das DCNT
UN High-
Level
Meeting
on NCD
4 Diseases and 4 Risk
Factors
2015
Publicações de vigilância de doenças crônicas não
transmissíveis, 2005 a 2015.
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PLANO DE AÇÕES
ESTRATÉGICAS PARA O
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DCNT NO BRASIL
(Ministério da Saúde)
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 Diabetes
 Neoplasias
 Doenças respiratórias crônicas
 DCNT  principais causas de morte no mundo,
correspondendo a 63% dos óbitos em 2008.
 Aproximadamente 80% das mortes por DCNT ocorrem em
países de baixa e média renda.
 Um terço dessas mortes ocorre em pessoas c/ <60 anos.
 Maioria dos óbitos por DCNT  atribuíveis às doenças do
aparelho circulatório, câncer, diabetes e às doenças
respiratórias crônicas.
Mortalidade por DCNT
Plano de Ação e Metas da OMS
 Até 2025, ↓ 25% probabilidade de mortes decorrentes de DCNT
 Brasil: ↓ 2% ao ano
OMS, 2013
 Problema de saúde de maior magnitude correspondendo a 72% das
causas de mortes.
 Atingem mais camadas pobres da população e grupos vulneráveis.
 Apesar de ainda alta, houve redução de 20% nas taxas de
mortalidade por DCNTs na última década, principalmente em relação
às doenças do aparelho circulatório e respiratórias crônicas. Porém,
a mortalidade aumentou para diabetes (↑obesidade) e câncer
(↓diagnóstico, ↓acesso tratamento).
 A redução das DCNT pode ser, em parte, atribuída à expansão da
Atenção Básica, melhoria da assistência, medicações e redução do
tabagismo nas últimas 2 décadas.
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Fonte: Schmidt, M et al 2011
2%
20%
31%
Taxas padronizadas por idade e
corrigidas p/ sub-registro
Tendências de mortalidade por DCNT
1996-200 e 2007
POF/IBGE 2008-9
(%)
HOMENS MULHERES
POF 2008-9
Vigitel 2016
Tendência da obesidade* em adultos
no Brasil
... que colabora para outras DCNTs
1. Doenças cardiovasculares
(aparelho circulatório)
2. Doenças respiratórias crônicas
1. Diabetes
2. Neoplasias
↑↑↑ OBESIDADE
 História natural prolongada
 Longo período de latência
 Fisiopatologia envolve uma multiplicidade de
fatores de risco*
 Interação de fatores conhecidos e desconhecidos
*Fatores de risco
Fatores positivamente
associados ao
desenvolvimento da
doença
HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA
Período Pré-patogênico Período Patogênico
Fase de Susceptibilidade
Fase Pré-clínica
ou
Período de
latência
Fase Clínica
Fase de Incapacidade
Início Biológico
da Doença
Início dos Sinais
e Sintomas Doenças Silenciosas!!
INVALIDEZ
TRANSMISSÍVEIS
◦ Agente infeccioso
◦ Ambiente
◦ Susceptível
(hospedeiro)
NÃO
TRANSMISSÍVEIS
◦ Fatores de risco
◦ Ambiente
◦ Susceptível
(genética)
População geral
Susceptíveis
Resistentes
Tempo de exposição a fatores de risco
Risco
Susceptibilidade genética e doença
Efeito da exposição → CUMULATIVO!
Pode haver efeito de associação entre 2 ou +
fatores de risco ou entre genética e fator de risco
 Idade
 Sexo
 Fatores genéticos e epigenéticos
 Tabagismo
 Consumo excessivo de bebidas alcoólicas
 Obesidade
 Fatores nutricionais
 Consumo insuficiente de frutas e hortaliças
 Consumo excessivo de gorduras animais
 Consumo de sal e açúcar acima da recomendação
 Inatividade física
 Exposições tóxicas ocupacionais/ambientais
OMS
Fase de
Susceptibilidade
Fase Pré-clínica
ou
Período de latência Fase Clínica
Fase de
Incapacidade
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da Doença
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e Sintomas
Obesidade Pré-
Diabetes
Diabetes Infarto
IRC
Amaurose
Amputação
Antecedente
familiar
Ganho de peso
excessivo
Discreta
 glicemia
Hiperglicemia
mantida
Complicações
crônicas
MORTE
Outros (?)
Fatores de risco
Características Clínicas das DCNTs
 Evolução insidiosa, assintomática por longo
período, requerendo diagnóstico “ativo”
 Diagnóstico tardio implica em complicações
crônicas debilitantes
 Períodos de controle e exacerbação; terapêutica
personalizada
 Geralmente sem cura
  qualidade de vida (incapacidades),  custos
individuais e aos sistemas de saúde
 Apesar de agregarem-se em famílias, não há um padrão de
herança dificultando determinar o risco de um indivíduo herdá-las.
 Continua a busca pelos genes de susceptibilidade e por
mecanismos fisiopatólógicos com vistas à prevenção e controle.
 Ainda são difíceis de tratar pois muitos fatores causais não foram
identificados.
Termo atribuído às doenças resultantes do efeito de
múltiplos genes combinado aos efeitos de múltiplos
fatores relacionados ao ambiente e estilo de vida
Hábitos de vida interagem com genes
e modificam a predisposição genética
à obesidade e outras DCNTs
Genes não são os únicos a transmitirem
características biológicas de uma
geração à outra
Epigenética: do grego; “epi” significa “acima, perto, a seguir”
EPIGENÉTICA
 Demonstrou-se que atividade física bloqueia em parte a
susceptibilidade genética no EPIC-Norfolk Prospective Study
 Também há evidências consistentes da interação de hábitos
dietéticos com genes (ex. FTO, ApoA2) implicados na obesidade
Li S et al. PLoS Med 2010
Corella D et al Int J Obes 2010
FATORES DE RISCO DOENÇAS
1. História familiar
2. Estresse
3. Vida sedentária a. Coronariana
4. Dieta inadequada b. Cerebrovascular
5. Hipercolesterolemia c. Diabetes
6. Obesidade d. DPOC
7. Hábito de fumar e. Câncer
8. Consumo de álcool f. Cirrose hepática
9. Hipertensão arterial
10. Exposição a agentes específicos
 Tabagismo
 Consumo excessivo de bebidas alcoólicas
 Obesidade
 Fatores nutricionais
Consumo insuficiente de frutas e hortaliças
Consumo excessivo de gorduras animais
Consumo de sal e açúcar acima do recomendado
 Inatividade física
OMS
Metas
  taxa de mortalidade prematura (<70 anos) por DCNT em 2% ao ano
  prevalência de obesidade em crianças
  prevalência de obesidade em adolescentes
 deter o crescimento da obesidade em adultos
  prevalências de consumo nocivo de álcool
  prevalência de atividade física no lazer
  consumo de frutas e hortaliças
  consumo médio de sal
  prevalência de tabagismo
  cobertura de mamografia (mulheres 50-69 anos)
  cobertura de exame preventivo de Ca de colo uterino (mulheres 25-64 anos)
 tratar 100% das mulheres com diagnóstico de lesões precursoras de Ca
Necessária a prevenção de obesidade e
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  • 2. • Degenerativa: termo anteriormente usado para doenças crônicas que provocavam “degeneração” de diversos territórios orgânicos (vasos sanguíneos, órgãos internos, cérebro), desencadeadas por múltiplos fatores causais. • Principais exemplos destas doenças* • não são de instalação rápida, • não são unicausais, • não há agente infeccioso diretamente envolvido na sua gênese e não são assim transmitidas, • apresentam inflamação crônica de baixo grau na sua fisiopatogenia. Terminologia  Doenças crônicas degenerativas  Doenças crônicas não infecciosas  Doenças não transmissíveis  Doenças crônicas não transmissíveis DCNT * diabetes, hipertensão, aterosclerose, câncer
  • 3.  Doenças psiquiátricas  Violência/acidentes  Doenças genéticas  Doenças relacionadas à gestação e parto  Deficiências/carências nutricionais  Doenças imunológicas, endócrinas etc  Doenças crônicas não transmissíveis Nem todas as doenças não transmissíveis estão no grupo das doenças crônicas... Termo atribuído ao conjunto de agravos cujo processo causal não se baseia na transmissão por agentes conhecidos como ocorre c/ as doenças transmissíveis DCNT  DCNT/DANT dependem de rede causal constituída pela interação de fatores de natureza biológica, social etc.
  • 4.  Caracterizam-se por etiologia incompletamente conhecida, origem não infecciosa, múltiplos fatores de risco, longos períodos de latência, curso prolongado e por levarem a incapacidades funcionais. SAÚDE DOENÇA Não é uma condição “binária” ou SAÚDE DOENÇA ... ... ...
  • 5.  Doenças cardiovasculares  Hipertensão arterial  Coronariopatia aterosclerótica  Doença cerebrovascular aterosclerótica  Diabetes  Neoplasias  Doenças respiratórias crônicas Principais grupos de DCNT ONU, 2011 Reunião de Alto Nível sobre DCNT
  • 6. 2000 WHO calls for research, prevention, collaboration, and capacity building to prevent and control Non- communicable Diseases (NCD) 2005 2013 2014 2011 2008 UN High-Level Meeting on NCD Political Declaration 2018 Marcos internacionais no controle das DCNT UN High- Level Meeting on NCD 4 Diseases and 4 Risk Factors 2015
  • 7. Publicações de vigilância de doenças crônicas não transmissíveis, 2005 a 2015.
  • 9. DCNT no Brasil PLANO DE AÇÕES ESTRATÉGICAS PARA O ENFRENTAMENTO DAS DCNT NO BRASIL (Ministério da Saúde) Definir e priorizar ações e investimentos necessários p/ preparar o país p/ enfrentar e deter as DCNT nos próximos 10 anos Atuação nesses grupos de doenças trará benefícios p/ as demais DCNT PLANO DE AÇÕES ESTRATÉGICAS PARA O ENFRENTAMENTO DAS DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS (DCNT) NO BRASIL, 2011-2022  Doenças cardiovasculares  Hipertensão arterial  Coronariopatia aterosclerótica  Deonça cerebrovascular aterosclerótica  Diabetes  Neoplasias  Doenças respiratórias crônicas
  • 10.  DCNT  principais causas de morte no mundo, correspondendo a 63% dos óbitos em 2008.  Aproximadamente 80% das mortes por DCNT ocorrem em países de baixa e média renda.  Um terço dessas mortes ocorre em pessoas c/ <60 anos.  Maioria dos óbitos por DCNT  atribuíveis às doenças do aparelho circulatório, câncer, diabetes e às doenças respiratórias crônicas. Mortalidade por DCNT Plano de Ação e Metas da OMS  Até 2025, ↓ 25% probabilidade de mortes decorrentes de DCNT  Brasil: ↓ 2% ao ano OMS, 2013
  • 11.  Problema de saúde de maior magnitude correspondendo a 72% das causas de mortes.  Atingem mais camadas pobres da população e grupos vulneráveis.  Apesar de ainda alta, houve redução de 20% nas taxas de mortalidade por DCNTs na última década, principalmente em relação às doenças do aparelho circulatório e respiratórias crônicas. Porém, a mortalidade aumentou para diabetes (↑obesidade) e câncer (↓diagnóstico, ↓acesso tratamento).  A redução das DCNT pode ser, em parte, atribuída à expansão da Atenção Básica, melhoria da assistência, medicações e redução do tabagismo nas últimas 2 décadas. DCNT no Brasil PLANO DE AÇÕES ESTRATÉGICAS PARA O ENFRENTAMENTO DAS DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS (DCNT) NO BRASIL, 2011-2022
  • 12. Cartilha do Plano de Enfrentamento de DCNT no Brasil 2011-2022 Fonte: Schmidt, M et al 2011 2% 20% 31% Taxas padronizadas por idade e corrigidas p/ sub-registro Tendências de mortalidade por DCNT 1996-200 e 2007
  • 14. Vigitel 2016 Tendência da obesidade* em adultos no Brasil ... que colabora para outras DCNTs
  • 15.
  • 16. 1. Doenças cardiovasculares (aparelho circulatório) 2. Doenças respiratórias crônicas
  • 18.  História natural prolongada  Longo período de latência  Fisiopatologia envolve uma multiplicidade de fatores de risco*  Interação de fatores conhecidos e desconhecidos *Fatores de risco Fatores positivamente associados ao desenvolvimento da doença
  • 19. HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA Período Pré-patogênico Período Patogênico Fase de Susceptibilidade Fase Pré-clínica ou Período de latência Fase Clínica Fase de Incapacidade Início Biológico da Doença Início dos Sinais e Sintomas Doenças Silenciosas!! INVALIDEZ
  • 20. TRANSMISSÍVEIS ◦ Agente infeccioso ◦ Ambiente ◦ Susceptível (hospedeiro) NÃO TRANSMISSÍVEIS ◦ Fatores de risco ◦ Ambiente ◦ Susceptível (genética)
  • 21. População geral Susceptíveis Resistentes Tempo de exposição a fatores de risco Risco Susceptibilidade genética e doença Efeito da exposição → CUMULATIVO! Pode haver efeito de associação entre 2 ou + fatores de risco ou entre genética e fator de risco
  • 22.  Idade  Sexo  Fatores genéticos e epigenéticos  Tabagismo  Consumo excessivo de bebidas alcoólicas  Obesidade  Fatores nutricionais  Consumo insuficiente de frutas e hortaliças  Consumo excessivo de gorduras animais  Consumo de sal e açúcar acima da recomendação  Inatividade física  Exposições tóxicas ocupacionais/ambientais OMS
  • 23. Fase de Susceptibilidade Fase Pré-clínica ou Período de latência Fase Clínica Fase de Incapacidade Início Biológico da Doença Início dos Sinais e Sintomas Obesidade Pré- Diabetes Diabetes Infarto IRC Amaurose Amputação Antecedente familiar Ganho de peso excessivo Discreta  glicemia Hiperglicemia mantida Complicações crônicas MORTE Outros (?) Fatores de risco
  • 24. Características Clínicas das DCNTs  Evolução insidiosa, assintomática por longo período, requerendo diagnóstico “ativo”  Diagnóstico tardio implica em complicações crônicas debilitantes  Períodos de controle e exacerbação; terapêutica personalizada  Geralmente sem cura   qualidade de vida (incapacidades),  custos individuais e aos sistemas de saúde
  • 25.  Apesar de agregarem-se em famílias, não há um padrão de herança dificultando determinar o risco de um indivíduo herdá-las.  Continua a busca pelos genes de susceptibilidade e por mecanismos fisiopatólógicos com vistas à prevenção e controle.  Ainda são difíceis de tratar pois muitos fatores causais não foram identificados. Termo atribuído às doenças resultantes do efeito de múltiplos genes combinado aos efeitos de múltiplos fatores relacionados ao ambiente e estilo de vida
  • 26. Hábitos de vida interagem com genes e modificam a predisposição genética à obesidade e outras DCNTs Genes não são os únicos a transmitirem características biológicas de uma geração à outra Epigenética: do grego; “epi” significa “acima, perto, a seguir” EPIGENÉTICA  Demonstrou-se que atividade física bloqueia em parte a susceptibilidade genética no EPIC-Norfolk Prospective Study  Também há evidências consistentes da interação de hábitos dietéticos com genes (ex. FTO, ApoA2) implicados na obesidade Li S et al. PLoS Med 2010 Corella D et al Int J Obes 2010
  • 27. FATORES DE RISCO DOENÇAS 1. História familiar 2. Estresse 3. Vida sedentária a. Coronariana 4. Dieta inadequada b. Cerebrovascular 5. Hipercolesterolemia c. Diabetes 6. Obesidade d. DPOC 7. Hábito de fumar e. Câncer 8. Consumo de álcool f. Cirrose hepática 9. Hipertensão arterial 10. Exposição a agentes específicos
  • 28.  Tabagismo  Consumo excessivo de bebidas alcoólicas  Obesidade  Fatores nutricionais Consumo insuficiente de frutas e hortaliças Consumo excessivo de gorduras animais Consumo de sal e açúcar acima do recomendado  Inatividade física OMS
  • 29. Metas   taxa de mortalidade prematura (<70 anos) por DCNT em 2% ao ano   prevalência de obesidade em crianças   prevalência de obesidade em adolescentes  deter o crescimento da obesidade em adultos   prevalências de consumo nocivo de álcool   prevalência de atividade física no lazer   consumo de frutas e hortaliças   consumo médio de sal   prevalência de tabagismo   cobertura de mamografia (mulheres 50-69 anos)   cobertura de exame preventivo de Ca de colo uterino (mulheres 25-64 anos)  tratar 100% das mulheres com diagnóstico de lesões precursoras de Ca
  • 30. Necessária a prevenção de obesidade e DCNTs em diferentes níveis

Notas do Editor

  1. Termo foi instituído agrupando um conjunto de agravos os quais o processo causal não está baseado em mecanimos de transmissão de agentes etiológicos, como ocorre com as doenças transmissíveis. As DANT dependem de uma rede causal constituída pela interação de diversos fatores de natureza biológica, social, etc. Incluem-se nesse rol as doenças do aparelho circulatório, os vários tipos de câncer, a obesidade, os transtornos mentais, a violência e os acidentes.
  2. The Global Burden of Disease Study (GBD) is a comprehensive regional and global research program of disease burden that assesses mortality and disability from major diseases, injuries, and risk factors. GBD is a collaboration of over 1,800 researchers from 127 countries. GBD is based out of the Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME) at the University of Washington. It provides a tool to quantify health loss from hundreds of diseases, injuries, and risk factors, so that health systems can be improved and disparities can be eliminated.
  3. Embora a avaliação da mortalidade bruta por DCNT indique um aumento de 5% de 1996 para 2007, de 442 para 463 mortes por 100 mil habitantes, quando essas taxas são padronizadas por idade para a população-padrão da OMS e corrigidas para sub-registro com redistribuição das causas mal definidas de morte, a comparação ao longo do tempo mostra que a mortalidade por DCNT diminuiu em 20% de 1996 para 2007 (Figura 1). Nesse período, a redução foi de 31% para as doenças do aparelho circulatório e de 38% para as respiratórias crônicas (28% doença pulmonar obstrutiva crônica e 34% asma); para o diabetes verificou-se aumento de 2% e para outras doenças crônicas, diminuição de 2% (SCHMIDT et al, 2011).↑
  4. No mesmo período, as pesquisas epidemiológicas no Brasil comprovam este cenário. Apesar da boa noticia de reduçao do déficit de peso vivenciamos um crescimento acelerado da prevalência de excesso de peso.
  5. História natural = sequencia de interrelacoes do ambiente e indivíduo para desenvolvimento da doenca