Aula feridas e curativos

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avaliação de feridas; técnica de curativo; troca de curativo; tipos de feridas; debridamento; curativos de drenos e sondas; escaras de decúbito;

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  • Mr John Smith, 73 years old
    • Decubitus ulcer, 8 cm x 8 cm, 5 cm deep
    • Left hip post-surgical procedure
    • First 3 weeks, wet-to-dry dressings 3 x daily
    • No granulation, yellow slough present
    • At 3 weeks, a hydrogel was applied
    • Occlusive secondary dressing applied
    • Left intact for four days
    • On removal, more granulation tissue, less yellow slough
    • Management continued, including pressure-relieving mattress and nutritional support
    • Upon discharge after 10 days of new regime, ulcer had decreased to 5 cm x 5 cm, 2 cm deep
    • Ulcer healed 4 weeks after discharge
    Reference Jensen 1998
  • 0,9%
  • Aula feridas e curativos

    1. 1. AVALIAÇÃO E CUIDADOS PRÁTICOS INICIAIS PARA O TRATAMENTO DAS FERIDAS
    2. 2.  Qual a causaQual a causa  Há quanto tempo surgiuHá quanto tempo surgiu  História ou não de infecçãoHistória ou não de infecção  Intensidade da dor/edemaIntensidade da dor/edema  Extensão/profundidadeExtensão/profundidade  Características do leitoCaracterísticas do leito  Situação da pele ao redorSituação da pele ao redor Antes da conduta terapêutica, precisamos investigar a evolução da ferida
    3. 3.  TamanhoTamanho Avaliação das FeridasAvaliação das Feridas
    4. 4.  LocalizaçãoLocalização Avaliação das FeridasAvaliação das Feridas
    5. 5.  ProfundidadeProfundidade Avaliação das FeridasAvaliação das Feridas
    6. 6.  Exposição tendinosaExposição tendinosa Avaliação das FeridasAvaliação das Feridas
    7. 7.  Presença de túneis e cavidadesPresença de túneis e cavidades Avaliação das FeridasAvaliação das Feridas
    8. 8.  Presença de descolamentos, lojasPresença de descolamentos, lojas Avaliação das FeridasAvaliação das Feridas
    9. 9. 9  Presença de tecido necróticoPresença de tecido necrótico Avaliação das FeridasAvaliação das Feridas
    10. 10.  Remoção de tecidos necróticos/corpos estranhos do leito da ferida  Identificação e eliminação de processos infecciosos  Eliminação de espaços mortos  Absorção do excesso de exsudato  Manutenção do leito da ferida úmido  Isolamento térmico da ferida  Proteção contra traumas e contaminação bacteriana
    11. 11. LimpezaLimpeza DesbridamentoDesbridamento Curativo em siCurativo em si
    12. 12.  Soluções preferencialmente aquecidas (temperatura constante de 37o C é capaz de estimular a mitose durante a granulação e a epitelização).  Minimizar traumas mecânicos e/ou químicos. Em feridas granuladas e limpas, se preconiza uma irrigação suave, para não danificar o tecido neoformado.
    13. 13.  Para irrigações suaves de feridas mais superficiais: pode ser utilizada agulha de calibre 12 e seringa de 20 mL ou ainda um frasco de soro perfurado em diferentes locais.  Em feridas profundas,Em feridas profundas, estreitas ou com espaçoestreitas ou com espaço morto:morto: mais eficaz se realizadamais eficaz se realizada com uma seringacom uma seringa conectada a um cateter, oconectada a um cateter, o qual deverá ser introduzidoqual deverá ser introduzido com cuidado no leito dacom cuidado no leito da ferida antes de se iniciar aferida antes de se iniciar a irrigação.irrigação.
    14. 14.  Material Necessário - Pacote estéril de curativo : 1 pinça anatômica, 1 1 pinça kelly 1 pinça dente de rato 1 anatômica
    15. 15. À medida que a ferida cronifica, a eficácia da irrigação poderá tornar-se menor, uma vez que as bactérias alojam-se mais profundamente nos tecidos. Nestes casos, considerar o uso de medidas mais agressivas, como desbridamento e antibioticoterapia.
    16. 16.  Remoção de tecidos necrosados aderidos e/ou de corpos estranhos, deixando-a em condições adequadas para a cicatrização.  Recomenda-se que qualquer tecido necrótico seja desbridado, desde que consistente com as condições clínicas do paciente.  Exceções:  Feridas isquêmicas com necrose seca (melhorar as condições vasculares)  Úlceras com escaras (poderia haver desconforto e dor)  Condições clínicas não forem boas (cicatrização seria prejudicada)
    17. 17.  utiliza os próprios leucócitos e enzimas do paciente para a degradação do tecido necrótico. Lento, porém confortável. Necessidade de meio úmido. AUTOLÍTICOAUTOLÍTICO QUÍMICO ou ENZIMÁTICOQUÍMICO ou ENZIMÁTICO  utiliza enzimas proteolíticas que estimulam a degradação do tecido necrótico. Pouco agressivo. Necessidade de meio úmido. MECÂNICOMECÂNICO  remoção do tecido necrótico com o uso de força física (fricção com gazes ou esponja ou remoção de gazes secas previamente aderidas na lesão). CIRÚRGICOCIRÚRGICO  realizado com tesoura ou lâmina de bisturi (à beira do leito, em ambulatório ou em centro cirúrgico). O mais eficaz, embora possa haver dor ou sangramento.
    18. 18.  Necessidade de escarotomia: feita para que a cobertura penetre mais facilmente na escara
    19. 19. Apendicite, usado actisorb Tec. adiposo necrose Tec.de granulação
    20. 20. Tecido pronto para enxerto
    21. 21. Dermatite Ocre Colonização Pouco tec.de granulação Tecido desvitalizado
    22. 22. Tecido de granulação
    23. 23.  Aberto: curativo em feridas sem infecção, que após tratamento permanecem abertos (sem proteção de gaze).  Fechado: São curativos que permanecem fechados com gases, sendo fixado somente nas laterais
    24. 24.  Oclusivo: curativo que após a limpeza da ferida e aplicação do medicamento é fechado ou ocluido com gaze ou atadura, pode ser seco ou úmido com soluções prescritas;  Compressivo: é o que faz compressão para estancar hemorragia ou vedar bem uma incisão.
    25. 25.  Com irrigação: nos ferimentos com infecção dentro da cavidade ou fistula, com indicação de irrigação com soluções salinas ou anti-séptico. A irrigação é feita com seringa.  Com drenagem: nos ferimentos com grande quantidade de exsudato. Coloca-se dreno de (Penrose, Kehr), tubos, cateteres ou bolsas de colostomia.
    26. 26. Relato de Casos
    27. 27. 03.04.20 08
    28. 28. E FINALMENTE... O CURATIVOE FINALMENTE... O CURATIVO Este não seria o termo mais adequado, uma vez que a palavra "curar" englobaria também todos osEste não seria o termo mais adequado, uma vez que a palavra "curar" englobaria também todos os procedimentos anteriores. A adoção do termo cobertura parece então ser mais adequadaprocedimentos anteriores. A adoção do termo cobertura parece então ser mais adequada 1. Manter elevada umidade entre a ferida e a cobertura. 2. Remover o excesso de exudação. 3. Permitir as trocas gasosas. 4. Manter o isolamento térmico. 5. Manter impermeabilidade a bactérias. 6. Ser asséptica. 7. Permitir sua remoção sem traumas. Características fundamentais de qualquer coberturaCaracterísticas fundamentais de qualquer cobertura Algoritmo de Turner, 1982
    29. 29. 66 COBERTURASCOBERTURAS MAIS DE 400 TIPOS NO MERCADOMAIS DE 400 TIPOS NO MERCADO PASSIVASPASSIVAS  LIMPEZA / ABSORÇÃO / PROTEÇÃOLIMPEZA / ABSORÇÃO / PROTEÇÃO INTERATIVASINTERATIVAS  UMIDADE / pH BACTERIANO / OXIGÊNIOUMIDADE / pH BACTERIANO / OXIGÊNIO BIOATIVASBIOATIVAS  FATORES DE CRESCIMENTO EQUIVALENTE ÀFATORES DE CRESCIMENTO EQUIVALENTE À PELE HUMANAPELE HUMANA
    30. 30. 67 CoberturasCoberturas DUODERM 2ND SKIN AQUACEL BIOFILL TIELLE COMFEEL TEGASORB TEGAGEN ALLEVYN CARBOFLEX NU-GEL ACTISORB PLUS ADAPTIC FIBRACOL PLUS
    31. 31. Drenos abertos: Eliminam secreções para dentro do curativo ou coletores específicos, normalmente são inseridos por meio de incisão cirúrgica.
    32. 32.  Drenos abertos  Penrose:  Consiste numa “fita” de látex semelhante ao dedo de luva;  Tamanho variado;  Utilizado principalmente para secreções  Da cavidade abdominal em cirurgias contaminadas; 
    33. 33.   Por ser aberto, constitui porta de entrada para bactérias; Deve-se realizar curativo, trocar bolsa coletora adesiva quando a drenagem é volumosa. Técnica de limpeza do dreno da ferida -Retirar o curativo anterior; -Limpar pele ao redor do dreno e depois dreno se presença de infecção, caso contrário, primeiro o dreno.
    34. 34. - Usar SF 0,9%; - PVPI, esperar 2 minutos e retirar com SF 0,9%; - Aplicar gaze e fechar com esparadrapo, deixando a gaze exposta para observação de drenagem. Dreno Kehr Inserido no canal colédoco para drenagem de bile, sua extremidade tem forma de T
    35. 35. - Deve-se observar a pele ao redor, que pode ser irritada pela bile se esta extravasar; - Realizar a limpeza da mesma forma que se faz com o dreno suctor; - Trocar o vaso coletor anotando aspecto e quantidade de drenagem;
    36. 36. Drenos Fechados Suctor / Portovac: - Drena a secreção atraves do efeito de vácuo provocado pelo seu coletor, através de sucção; -Por ser um sistema fechado, tem baixo Índice de infecção; Possui coletor acoplado em forma de “sanfona”.
    37. 37. Técnicas de limpeza de dreno suctor: -Retirar o curativo com gaze embebida em éter; -Limpar a pele ao redor do dreno com SF 0,9%; -Limpar parte do dreno em contato com a pele com SF 0,9%; -Fechar com curativo; -Pinçar extensão do dreno; -Esvaziar o coletor em recipiente, lavando-o com SF 0,9% e em seguida fechá-lo.
    38. 38.  Observar funcionamento do dreno ,anotar débito e a coloração da secreção drenada.  Observar a extensão do dreno e evitar dobras e toções;  Observar sinais de infecção em pele peri-dreno;  Trocar diariamente o curativo do local de inserção do dreno;  Manter o dreno com vácuo (sucção).
    39. 39. Dreno de tórax – Tudo inserido no tórax para drenagem de ar ( pneumotrax) ou secreções ( hemotórax , empiema). -O fim de sua extensão fica submerso em recipiente com SF 0,9% (selo d’água); -Realizar o curativo do local de inserção do dreno com SF 0,9%, aplicar PVPI, esperar 2 minutos e retirar com SF 0,9% e ocluir; - Pinçar dreno para evitar a entrada de ar no sistema; - Desprezar o soro com secreções do recipiente, lavando-o e colocando soro suficiente para deixar o dreno imerso.

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