HEMATOLOGIA
TROMBOFILIA
Dr Francismar Prestes Leal (CRM/PR 18829)
Médico Hematologista (UFSM/UNIFESP)
Professor Uningá/Maringá/PR
Outubro/2013
© L. A. Burden 2005
TROMBOFILIA
• As doenças tromboembólicas são a maior causa de
morbimortalidade nas sociedades ocidentais (IAM,
AVC, TEP etc.)
• O melhor conhecimento das doenças
tromboembólicas, a descoberta de vários estados
de hipercoagulabilidade, o aparecimento de novos
fármacos antitrombóticos e de exames de
diagnóstico mais confiáveis e específicos, têm
revolucionado esta área da medicina
TROMBOFILIA
• Já no século XIX, Virchow descreveu um “estado”
que predispunha à trombose venosa e que se
caracterizava pela existência de três premissas
(tríade de Virchow):
– Estase venosa
– Lesão da parede vascular
– Alterações da coagulação sanguínea
TROMBOFILIA
• O conhecimento limitado da composição do sangue
e da formação do coágulo, além da disponibilidade
limitada de recursos diagnósticos: obstáculo para a
investigação de casos de trombose (no passado?)
• Mas mesmo nas descrições iniciais é possível
reconhecer que a noção de que fatores de risco
adquiridos contribuem para a trombose, mas que
fatores genéticos existem (história familiar) e têm
papel relevante no risco trombótico
TROMBOFILIA
• Embora a patogênese do TEV não esteja ainda
totalmente esclarecida, há evidências de que seja
influenciada pela interação de fatores de risco
genéticos e ambientais
• A caracterização destes fatores de risco é crucial
para uma melhor compreensão da trombose
• Os fatores de risco para TEV diferem dos
fatores de risco para a trombose arterial
TROMBOFILIA
• HAS, tabagismo, dislipidemia e DM, por exemplo,
são fatores de risco para a trombose arterial, mas
“não são” para o TEV
• Os fatores de risco “clássicos” para TEV
incluem: idade avançada, imobilização prolongada,
cirurgias, fraturas, uso de anticonceptivos orais,
terapêutica hormonal de substituição, gestação,
puerpério, neoplasias malignas, infecções e
síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAF)
TROMBOFILIA
• Nas últimas décadas, houve um grande progresso
no estudo dos mecanismos envolvidos no TEV
• O avanço mais significativo foi a confirmação de
que condições de hipercoagulabilidade “herdadas”
estão presentes num grande número de doentes
com TEV/TEP: >60% da predisposição para
trombose seria “genética” (hereditária)
• Trombofilia: termo usado para descrever uma
maior tendência para trombose (TEV e arterial)
TROMBOFILIA
• Pacientes “trombofílicos” têm o seu primeiro evento
trombótico (geralmente TEV) antes dos 25 anos e
as chances de recorrência aumentam com a idade
e com a associação de outros fatores de risco
• As manifestações clínicas mais frequentes são a
TVP dos membros inferiores e o TEP
• A trombose pode ocorrer em outros locais: SNC,
veias retinianas, veias intra-abdominais, membros
superiores, sistema venoso útero-placentário etc.
TROMBOFILIA
• Nos EUA, o TEV gera 260.000 hospitalizações, a
insuficiência venosa crônica atinge meio milhão de
indivíduos e a embolia pulmonar mata até100.000
pessoas, anualmente
• Uma história familiar de trombose venosa pode ser
identificada em um terço dos casos
• Os estados trombofílicos podem ser divididos em
três grupos: primários (hereditários/congênitos),
secundários (adquiridos) ou mistos
TROMBOFILIA
TROMBOFILIA
Fatores de Risco Clássicos para TEV
TROMBOFILIA
• Trombofilias primárias (hereditárias/congênitas):
– O risco de trombose é baixo antes dos 15 anos,
aumentando a partir desta idade 2-4% ao ano
– Por volta dos 50 anos, 50-70% dos pacientes já
apresentaram um episódio trombótico (metade
sem fatores de risco associados)
– A prevalência de fatores de risco genéticos e
“mistos” (fatores da coagulação elevados) é
mostrada no quadro a seguir
TROMBOFILIA
TROMBOFILIA
• Trombofilias secundárias (adquiridas):
– Surgem em qualquer momento da vida, incluindo
a vida intrauterina
– As causas mais frequentes são: SAF, trauma,
cirurgia, imobilização longa, idade avançada,
câncer, doença mieloproliferativa, ACO/TRH,
hiperviscosidade, HPN, gravidez, puerpério,
síndrome nefrótica, hiperomocisteinemia, RPCA
não relacionada com o gene do fator V
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• Trombofilias secundárias (adquiridas):
– SA(A)F (Antifosfolípide)
TROMBOFILIA
• Quais os doentes que devem ser investigados?
– Doentes com diagnóstico de TVP, TEP ou
tromboflebite superficial, com pelo menos uma
das seguintes características:
• Idade até 55 anos?
• Trombose recorrente
• Trombose em locais pouco usuais
• História familiar de TEV/TEP
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Tratamento: Heparinização (HNF)
TROMBOFILIA
Tratamento: Heparinização (HNF)
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Tratamento: Heparinização (HBPM)
TROMBOFILIA
Tratamento: Anticoagulante Oral
• Varfarina: iniciar no primeiro dia da heparinização,
com 10mg/dia nos dois primeiros dias, ajustando a
dose conforme a RNI do terceiro dia em diante
• Não é necessário realizar testes farmacogenéticos
para guiar a terapia
• Uma vez alcançada uma anticoagulação estável
(RNI alvo 2-3, mesmo para os grupos de alto risco
de TEV), os controles com RNI podem ser feitos
com até doze semanas (3 meses) de intervalo
TROMBOFILIA
Tratamento: Anticoagulante Oral
• Em pacientes com anticoagulação estável,
variações da RNI <0,5 acima ou abaixo do alvo
terapêutico não precisam de correção da dose do
AVK, devendo a RNI ser repetida em 1-2 semanas
• Um único valor baixo de RNI não impõe o uso de
heparina (ponte) concomitante
• Em pacientes com RNI elevada e sem hemorragia,
o uso de vitamina K deve ser evitado, exceto se a
RNI é >10
TROMBOFILIA
Tratamento: Anticoagulante Oral
• Nos pacientes com RNI elevada e sangramento
importante, a anticoagulação deve ser revertida
com concentrado de fatores de coagulação
(complexo protrombínico) e vitamina K, 5-10mg EV
• Em pacientes aptos para fazer automanejo do
tratamento, o mesmo pode ser permitido (cautela)
• Evitar AINE e antiplaquetários quando possível
TROMBOFILIA
Tratamento: Anticoagulante Oral
• No preparo para cirurgias de porte médio ou
grande, o AVK deve ser interrompido 5 dias antes
do procedimento e retomado 12-24h após o mesmo
• Nas cirurgias menores (dentárias, por exemplo), o
AVK pode ser mantido, associando-se um próhemostático (antifibrinolítico)
• O tratamento deve ser mantido por pelo menos
3 meses, sendo reavaliada a extensão do mesmo
conforme o paciente
TROMBOFILIA
Tratamento: Anticoagulante Oral
• A suspensão do AVK, quando findada a terapia,
deve ser abrupta
• Em pacientes com câncer, a HBPM parece ser uma
melhor escolha do que o AVK
• Naqueles que não podem usar HBPM, o AVK ainda
parece ser melhor que as alternativas recentes
(Dabigatran ou Rivaroxaban)
TROMBOFILIA
Tratamento
PROFILAXIA: FATORES DE RISCO PARA TEV
PACIENTES CLÍNICOS HOSPITALIZADOS
(Escore de Padua: Alto risco se 4 ou mais pontos)
FATOR DE RISCO
PONTOS
Câncer em atividade
3
TEV prévio
3
Mobilidade reduzida (>3 dias)
3
Trombofilia conhecida
3
Trauma e/ou cirurgia recente (<1 mês)
2
Idade >69 anos
1
Insuficiência cardíaca e/ou respiratória
1
IAM e/ou AVCI
1
Infecção aguda e/ou doença reumática
1
Obesidade (IMC >29)
1
Terapia hormonal em uso
1
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Profilaxia (SC)
Alto risco de TEV (Padua)*

Liquemine 5000 UI 8/8h 7-10d#

CIRURGIA#

PROFILAXIA

Ortopédica (quadril ou joelho)

Liquemine 5000 UI 8/8h, 7-21d

Oncológica (curativa)

Liquemine 5000 UI 8/8h**, 7-14d

Trauma grave (raquimedular)

Liquemine 5000 UI 8/8h, 7-14d#

Cirurgia >60m + Internação >2d Liquemine 5000 UI 12/12h#
Cirurgia de pequeno porte

Deambulação precoce

** Enoxaparina 40mg/dia, alternativamente; # Até deambular
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• “CONTRAINDICAÇÕES” À ANTICOAGULAÇÃO
– Hipersensibilidade às heparinas
– trombocitopenia induzida por heparina (TIH)
– sangramento ativo
– intervenção neuro/oftalmológica recente
– HAS não controlada (>180/110mmHg)
– Outros diversos
TROMBOFILIA
• Cada caso deve ser avaliado individualmente
• Quando há elevada suspeita de TEV/TEP, a terapia
deve ser iniciada imediatamente, antes da chegada
dos resultados confirmatórios
• Havendo contraindicação à profilaxia química,
aventar métodos físicos (mecânicos)
• Contraindicações à profilaxia mecânica: fratura
exposta; infecção ou úlcera em membros inferiores;
insuficiência arterial periférica; ICC grave
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Leituras adicionais:
• Silva AS et al. Distúrbios prótrombóticos/Trombofilias. Medicina Interna (Revista
da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna)
2010;17(1):49-64
• Previtali E et al. Risk factors for thrombosis. Blood
Transfus 2011;9:120-38
• http://www.chestnet.org/Guidelines-andResources/Guidelines-and-ConsensusStatements/Antithrombotic-Guidelines-9th-Ed
Obrigado!

Trombofilia

  • 1.
    HEMATOLOGIA TROMBOFILIA Dr Francismar PrestesLeal (CRM/PR 18829) Médico Hematologista (UFSM/UNIFESP) Professor Uningá/Maringá/PR Outubro/2013 © L. A. Burden 2005
  • 2.
    TROMBOFILIA • As doençastromboembólicas são a maior causa de morbimortalidade nas sociedades ocidentais (IAM, AVC, TEP etc.) • O melhor conhecimento das doenças tromboembólicas, a descoberta de vários estados de hipercoagulabilidade, o aparecimento de novos fármacos antitrombóticos e de exames de diagnóstico mais confiáveis e específicos, têm revolucionado esta área da medicina
  • 3.
    TROMBOFILIA • Já noséculo XIX, Virchow descreveu um “estado” que predispunha à trombose venosa e que se caracterizava pela existência de três premissas (tríade de Virchow): – Estase venosa – Lesão da parede vascular – Alterações da coagulação sanguínea
  • 4.
    TROMBOFILIA • O conhecimentolimitado da composição do sangue e da formação do coágulo, além da disponibilidade limitada de recursos diagnósticos: obstáculo para a investigação de casos de trombose (no passado?) • Mas mesmo nas descrições iniciais é possível reconhecer que a noção de que fatores de risco adquiridos contribuem para a trombose, mas que fatores genéticos existem (história familiar) e têm papel relevante no risco trombótico
  • 5.
    TROMBOFILIA • Embora apatogênese do TEV não esteja ainda totalmente esclarecida, há evidências de que seja influenciada pela interação de fatores de risco genéticos e ambientais • A caracterização destes fatores de risco é crucial para uma melhor compreensão da trombose • Os fatores de risco para TEV diferem dos fatores de risco para a trombose arterial
  • 6.
    TROMBOFILIA • HAS, tabagismo,dislipidemia e DM, por exemplo, são fatores de risco para a trombose arterial, mas “não são” para o TEV • Os fatores de risco “clássicos” para TEV incluem: idade avançada, imobilização prolongada, cirurgias, fraturas, uso de anticonceptivos orais, terapêutica hormonal de substituição, gestação, puerpério, neoplasias malignas, infecções e síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAF)
  • 7.
    TROMBOFILIA • Nas últimasdécadas, houve um grande progresso no estudo dos mecanismos envolvidos no TEV • O avanço mais significativo foi a confirmação de que condições de hipercoagulabilidade “herdadas” estão presentes num grande número de doentes com TEV/TEP: >60% da predisposição para trombose seria “genética” (hereditária) • Trombofilia: termo usado para descrever uma maior tendência para trombose (TEV e arterial)
  • 8.
    TROMBOFILIA • Pacientes “trombofílicos”têm o seu primeiro evento trombótico (geralmente TEV) antes dos 25 anos e as chances de recorrência aumentam com a idade e com a associação de outros fatores de risco • As manifestações clínicas mais frequentes são a TVP dos membros inferiores e o TEP • A trombose pode ocorrer em outros locais: SNC, veias retinianas, veias intra-abdominais, membros superiores, sistema venoso útero-placentário etc.
  • 9.
    TROMBOFILIA • Nos EUA,o TEV gera 260.000 hospitalizações, a insuficiência venosa crônica atinge meio milhão de indivíduos e a embolia pulmonar mata até100.000 pessoas, anualmente • Uma história familiar de trombose venosa pode ser identificada em um terço dos casos • Os estados trombofílicos podem ser divididos em três grupos: primários (hereditários/congênitos), secundários (adquiridos) ou mistos
  • 10.
  • 11.
    TROMBOFILIA Fatores de RiscoClássicos para TEV
  • 12.
    TROMBOFILIA • Trombofilias primárias(hereditárias/congênitas): – O risco de trombose é baixo antes dos 15 anos, aumentando a partir desta idade 2-4% ao ano – Por volta dos 50 anos, 50-70% dos pacientes já apresentaram um episódio trombótico (metade sem fatores de risco associados) – A prevalência de fatores de risco genéticos e “mistos” (fatores da coagulação elevados) é mostrada no quadro a seguir
  • 13.
  • 14.
    TROMBOFILIA • Trombofilias secundárias(adquiridas): – Surgem em qualquer momento da vida, incluindo a vida intrauterina – As causas mais frequentes são: SAF, trauma, cirurgia, imobilização longa, idade avançada, câncer, doença mieloproliferativa, ACO/TRH, hiperviscosidade, HPN, gravidez, puerpério, síndrome nefrótica, hiperomocisteinemia, RPCA não relacionada com o gene do fator V
  • 15.
    TROMBOFILIA • Trombofilias secundárias(adquiridas): – SA(A)F (Antifosfolípide)
  • 16.
    TROMBOFILIA • Quais osdoentes que devem ser investigados? – Doentes com diagnóstico de TVP, TEP ou tromboflebite superficial, com pelo menos uma das seguintes características: • Idade até 55 anos? • Trombose recorrente • Trombose em locais pouco usuais • História familiar de TEV/TEP
  • 17.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
    TROMBOFILIA Tratamento: Anticoagulante Oral •Varfarina: iniciar no primeiro dia da heparinização, com 10mg/dia nos dois primeiros dias, ajustando a dose conforme a RNI do terceiro dia em diante • Não é necessário realizar testes farmacogenéticos para guiar a terapia • Uma vez alcançada uma anticoagulação estável (RNI alvo 2-3, mesmo para os grupos de alto risco de TEV), os controles com RNI podem ser feitos com até doze semanas (3 meses) de intervalo
  • 22.
    TROMBOFILIA Tratamento: Anticoagulante Oral •Em pacientes com anticoagulação estável, variações da RNI <0,5 acima ou abaixo do alvo terapêutico não precisam de correção da dose do AVK, devendo a RNI ser repetida em 1-2 semanas • Um único valor baixo de RNI não impõe o uso de heparina (ponte) concomitante • Em pacientes com RNI elevada e sem hemorragia, o uso de vitamina K deve ser evitado, exceto se a RNI é >10
  • 23.
    TROMBOFILIA Tratamento: Anticoagulante Oral •Nos pacientes com RNI elevada e sangramento importante, a anticoagulação deve ser revertida com concentrado de fatores de coagulação (complexo protrombínico) e vitamina K, 5-10mg EV • Em pacientes aptos para fazer automanejo do tratamento, o mesmo pode ser permitido (cautela) • Evitar AINE e antiplaquetários quando possível
  • 24.
    TROMBOFILIA Tratamento: Anticoagulante Oral •No preparo para cirurgias de porte médio ou grande, o AVK deve ser interrompido 5 dias antes do procedimento e retomado 12-24h após o mesmo • Nas cirurgias menores (dentárias, por exemplo), o AVK pode ser mantido, associando-se um próhemostático (antifibrinolítico) • O tratamento deve ser mantido por pelo menos 3 meses, sendo reavaliada a extensão do mesmo conforme o paciente
  • 25.
    TROMBOFILIA Tratamento: Anticoagulante Oral •A suspensão do AVK, quando findada a terapia, deve ser abrupta • Em pacientes com câncer, a HBPM parece ser uma melhor escolha do que o AVK • Naqueles que não podem usar HBPM, o AVK ainda parece ser melhor que as alternativas recentes (Dabigatran ou Rivaroxaban)
  • 26.
  • 27.
    PROFILAXIA: FATORES DERISCO PARA TEV PACIENTES CLÍNICOS HOSPITALIZADOS (Escore de Padua: Alto risco se 4 ou mais pontos) FATOR DE RISCO PONTOS Câncer em atividade 3 TEV prévio 3 Mobilidade reduzida (>3 dias) 3 Trombofilia conhecida 3 Trauma e/ou cirurgia recente (<1 mês) 2 Idade >69 anos 1 Insuficiência cardíaca e/ou respiratória 1 IAM e/ou AVCI 1 Infecção aguda e/ou doença reumática 1 Obesidade (IMC >29) 1 Terapia hormonal em uso 1
  • 28.
    TROMBOFILIA Profilaxia (SC) Alto riscode TEV (Padua)* Liquemine 5000 UI 8/8h 7-10d# CIRURGIA# PROFILAXIA Ortopédica (quadril ou joelho) Liquemine 5000 UI 8/8h, 7-21d Oncológica (curativa) Liquemine 5000 UI 8/8h**, 7-14d Trauma grave (raquimedular) Liquemine 5000 UI 8/8h, 7-14d# Cirurgia >60m + Internação >2d Liquemine 5000 UI 12/12h# Cirurgia de pequeno porte Deambulação precoce ** Enoxaparina 40mg/dia, alternativamente; # Até deambular
  • 29.
    TROMBOFILIA • “CONTRAINDICAÇÕES” ÀANTICOAGULAÇÃO – Hipersensibilidade às heparinas – trombocitopenia induzida por heparina (TIH) – sangramento ativo – intervenção neuro/oftalmológica recente – HAS não controlada (>180/110mmHg) – Outros diversos
  • 30.
    TROMBOFILIA • Cada casodeve ser avaliado individualmente • Quando há elevada suspeita de TEV/TEP, a terapia deve ser iniciada imediatamente, antes da chegada dos resultados confirmatórios • Havendo contraindicação à profilaxia química, aventar métodos físicos (mecânicos) • Contraindicações à profilaxia mecânica: fratura exposta; infecção ou úlcera em membros inferiores; insuficiência arterial periférica; ICC grave
  • 31.
    TROMBOFILIA Leituras adicionais: • SilvaAS et al. Distúrbios prótrombóticos/Trombofilias. Medicina Interna (Revista da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna) 2010;17(1):49-64 • Previtali E et al. Risk factors for thrombosis. Blood Transfus 2011;9:120-38 • http://www.chestnet.org/Guidelines-andResources/Guidelines-and-ConsensusStatements/Antithrombotic-Guidelines-9th-Ed
  • 32.

Notas do Editor