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 Reações aos estímulos do ambiente;
Comportamentos biologicamente estabelecidos, não
requerem aprendizagem;
 Reflexos de Babinski e de Darwin, Reflexo Rotular.
 Comportamentos resultantes de uma história de
condicionamento, instalados através da interação com o
ambiente; (Reações Físicas).
 Os comportamentos instintivos, são geneticamente
programados e geralmente pouco influenciados pela
aprendizagem;
 Atos inatos cujo objetivo principal
é preservar a vida;
 Comportamento complexo, que
parece desenvolver-se sem os
benefícios da aprendizagem;
 O comportamento instintivo não depende em geral, de
qualquer receptor específico, envolve os efetores (são
órgãos que recebem estímulos do Sistema Nervoso e atuam
sobre um sistema muscular ou glandular) do corpo inteiro,
não se limita a só uma glândula ou a só um músculo;
 O comportamento instintivo caracteriza-se como
complexo, previsível de acordo com a espécie, automático
e mecânico, revelando muito pouca variabilidade ou
possibilidade de aprendizagem, isto é, não requerendo
condições especiais de aprendizagem para seu
aparecimento
 Conceito lançado pela primeira vez pelo Austríaco
Konrad Lorenz;
 Fenômeno exibido por vários animais jovens,
principalmente pássaros, patos e pintinhos;
 Quando saem dos seus ovos, eles
seguirão o primeiro objeto em movimento
que eles encontrarem no ambiente (o qual
pode ser a sua mãe pata ou galinha, mas
não necessariamente). Ocorre então uma
ligação social entre o filhote e este objeto
ou organismo;
 Ligação social durável com membros da espécie com a
qual travaram o primeiro contato;
 Em outros experimentos, Lorenz demonstrou que
patinhos poderiam receber o imprinting não somente de
seres humanos, mas também de objetos inanimados, tais
como um balão;
 Podemos dizer que o imprinting é um tipo de
aprendizagem, ainda que contendo um elemento inato
muito forte;
 Só se dá em um período crítico, sendo em geral nas
primeiras 12 ou 24 horas, dependendo da espécie;
 Não requer esforço primário, como o alimento;
 É um tipo de aprendizagem especial, também chamada
de primitiva;
 Comportamento que faz do equipamento genético do
organismo, mas que jamais ocorreu anteriormente;
 Estimulações sensoriais do
meio ambiente, necessárias para
a manutenção de algumas
estruturas neurais e para o
desenvolvimento normal do
organismo;
 A falta das primeiras
experiências parece restringir a capacidade da
aprendizagem e limitar o desenvolvimento normal;
 Desde os primeiros meses de vida, é possível estimular
sensorialmente as crianças através do toque, das
brincadeiras e da música ;
 O toque, é fundamental para a
formação de vínculos afetivos e
incentivo à percepção corpórea do
bebê;
 A música clássica, especialmente,
fortalece as conexões nervosas e estimula o
tato, a visão e a audição, crianças pequenas
adequadamente estimuladas têm maior
probabilidade de apresentarem melhor
desenvolvimento pelo resto da infância;
 A aprendizagem é uma classe de comportamento que
consiste em uma modificação de conduta, advinda da
repetição de uma mesma situação;
 Todos os comportamentos aprendidos e não aprendidos
são importantes no desenvolvimento dos organismos;
 O comportamento adulto, depende, fundamentalmente,
da experiência na infância;
 É importante que os órgãos dos sentidos estejam em
perfeitas condições;
 Atualmente, não se cogita mais se determinado
comportamento advém da hereditariedade ou da
aprendizagem, mas de que forma ambas colaboram para
produzi-lo.
 Um processo de associação entre uma situação
estimuladora e a resposta, (conexionista);
 O ajustamento ou adaptação do indivíduo ao ambiente,
(funcionalista);
 Um processo de reforço do comportamento;
 Um condicionamento de reações, realizado de diversas
formas;
 Aprendizagem: é o processo pelo qual uma atividade tem
origem ou é modificada pela reação a uma situação
encontrada, desde que as características da mudança de
atividade não possam ser explicadas por tendências inatas de
respostas, maturação ou estados temporários do organismo
(fadiga, drogas, etc.);
 Segundo Hilgard, os problemas nas definições podem ser
resolvidos, definindo a aprendizagem como aquilo que está de
acordo usual, socialmente aceito e que constitui parte de
nossa herança comum;
 A mais geral das definições, abrangendo o pensamento da
maioria dos autores, poderá resumir-se no seguinte:
Aprendizagem é uma modificação sistemática do
comportamento pelo exercício ou repetição, em função de
condições ambientais e condições orgânicas;
Modificação do
Comportamento
Condições Ambientais
e Orgânicas
Variável
Dependente
(Efeito)
Condições Ambientais
e Orgânicas
Variáveis
Independentes
(Causa)
Ocorrem com nosso
controle ou não.
 Desempenho: mudanças observáveis, ocorridas no
comportamento do indivíduo que aprende;
 O estudo do desempenho, possibilita a formulação das
hipóteses, das deduções que orientam os cientistas, como
também o planejamento das situações de ensino pelo
educador;
APRENDIZAGEM
≠ DESEMPENHO
 Desempenho é o comportamento através do qual se infere
a ocorrência da aprendizagem.
 Aprendizagem concebida erroneamente
apenas como adquirir habilidades em
leitura, escrita, conhecimentos de
geografia, história, etc.;
 As pessoas aprendem os
valores culturais; aprendem a
desempenhar papéis de acordo
com o sexo; aprendem a amar,
odiar, a temer e a ter confiança
em si mesmas; aprendem a ter
desejos, interesses, etc.;
Toda aprendizagem resulta da
procura do reestabelecimento de um
equilíbrio vital (equilíbrio
homeostático). A quebra deste
equilíbrio geralmente ocorre frente a
uma situação nova, podendo causar
desajustamento. O único meio de
ajustar-se é agir ou reagir até que a
resposta convincente à nova situação
venha fazer parte de seu
comportamento adquirido, o que
constitui a aprendizagem.
A eficiência da
aprendizagem está condicionada à
existência de problemas, que
surgem na vida do educando, que
lhe deem a impressão de fracasso e
que o levem a sentir-se compelido
a resolvê-los. Na busca e obtenção
dessas soluções, o educando
aprende, de fato, e não apenas
memoriza fórmulas feitas, sem
nenhum efeito no ajustamento de
sua personalidade.
A aprendizagem envolve o uso e o
desenvolvimento de todos os poderes,
capacidades, potencialidades do
homem, tanto físicas, quanto mentais
e afetivas. Isto significa que a
aprendizagem não pode ser
considerada somente como processo
de memorização ou que emprega
apenas o conjunto das funções
mentais ou unicamente os elementos
físicos ou emocionais, pois todos esses
aspectos são necessários.
 Atividade daquele que aprende;
 Atividades externas físicas, assim como, atividades metais e
emocionais;
 A aprendizagem é um processo que envolve a participação
total do indivíduo, em seus aspectos físicos, intelectuais,
emocional e social;
A aprendizagem escolar depende
não só do conteúdo dos livros, nem só
do que os professores ensinam, mas
muito mais da interação entre esses
fatores e o ambiente social da escola;
.
 Presente desde o início da vida;
 Na idade escolar, na
adolescência, na idade adulta e até
em idade mais avançada estará
sempre presente;
A família, a escola e todos os agentes educacionais precisam
selecionar os conteúdos e comportamentos a serem
exercitados, porque, sendo a aprendizagem um processo
contínuo, o indivíduo poderá aprender algo que venha
prejudicar seu ajustamento e o com desenvolvimento de sua
personalidade;
 Inclui sempre aspectos motores, emocionais e mentais;
 A aprendizagem envolvendo uma
mudança de comportamento, terá que
exigir a participação total e global do
indivíduo, para que todos os aspectos
constitutivos de sua personalidade
entrem em atividade no ato de
aprender, a fim de que seja
restabelecido o equilíbrio vital,
rompido pelo aparecimento de uma
situação problemática.
 Ninguém pode aprender por outrem, pois a aprendizagem
é intransferível de um indivíduo para outro;
 A maneira de aprender e o próprio ritmo da aprendizagem
variam de indivíduo para indivíduo, em razão do caráter
pessoal da aprendizagem;
 Se dá através de operações crescentemente complexas;
 A cada nova situação envolve maior número de elementos;
 Cada nova aprendizagem acresce novos elementos à
experiência anterior, numa série gradativa e ascendente;
 Este caráter gradativo repercutiu na organização dos
programas escolares, na organização dos cursos e na
seriação.
 A experiência atual aproveita-se das experiências anteriores;
 Relaciona-se a adaptação e ao ajustamento social;
 Além da maturação, a aprendizagem resulta da experiência
individual;
 Estas modificações de comportamento, resultantes da
experiência, podem levar a frustrações e perturbações
emocionais, quando não se dá a integração do comportamento,
ou seja, quando a aprendizagem não ocorre;
 A acumulação de experiências leva a organização de novos
padrões de comportamento, que são incorporados pelo sujeito;
 Daí afirma-se que quem aprende modifica o seu
comportamento;
Toda aprendizagem
resulta em alguma
mudança ocorrida no
comportamento daquele
que aprende. Observa-se
mudanças nas maneiras de
agir, de fazer coisas, de
pensar em relação às coisas
e às pessoas e de gostar, ou
não gostar, de sentir-se
atraído ou retraído
 Os produtos da aprendizagem são agrupados em
automatismos (predominam os elementos motores), elementos
cognitivos (ideativos) e elementos afetivos (apreciativos);
 O indivíduo que aprende pensa sobre o que faz, ao aprender;
forma uma noção geral do significado desse processo: se é
interessante, se constitui uma forma adequada de socialização.
Ao mesmo tempo, adquire alguns sentimentos acerca da
atividade: aprecia ou despreza, detesta ou valoriza, o atrai ou o
repele;
 Predominam os elementos de
natureza intelectual (percepção,
memória, raciocínio, etc.);
 Aprendizagem do tipo
ideativo, pois envolve a
utilização dos processos
intelectuais ou cognitivos;
 A forma que um indivíduo interpreta os estímulos do meio;
 Utiliza sua experiência, sua vivências anteriores e sua
necessidades presentes;
 O funcionamento dos órgãos dos sentidos e a atividade
mental são necessários para a percepção;
 A interpretação por quem percebe é
determinada por:
 Sua experiência anterior;
 Seu interesse nos estímulos no
momento (motivação);
 Sensibilidade dos órgãos dos
sentidos;
 Faz com que entre muitos estímulos do meio, o
indivíduo selecione e perceba somente alguns
aspectos ambientais;
 Vários fatores, tanto no estímulo, quanto no indivíduo,
contribuem para essa focalização:
 Intensidade do estímulo;
 Subtaneidade da mudança;
 Novidade;
 Relevância para as necessidades individuais
 Nenhuma situação problemática poderá ser
solucionada se o indivíduo não puder perceber
os elementos nela envolvidos, pois a mesma
nem será percebida como um problema;
 Os fatores motivacionais, a experiência anterior e o estado
emocional do momento influenciam nos processos de
percepção e de pensamento;
 Atividade mental que leva à aquisição de conhecimentos
organizados, os conceitos;
 O resultado da percepção, refere-se a uma situação
individual, particular ou específica. O conceito é geral, ou
universal; aplicando-se a todos os indivíduos da mesma
espécie, embora apresentem diferenças individuais;
 Etapas na formação de um conceito:
 Percepção de um objeto;
 Mais tarde, na ausência do objeto, sua imagem é
evocada. A perfeição dessa imagem mental depende de
uma completa e segura percepção original;
 As imagens mentais levam à formação de um
significado geral ou conceito;
 Os conceitos são expressos através de
símbolos (números) ou palavras, mas a
simples memorização de uma palavra, não
resultará na formação de um conceito;
 A linguagem é o meio pelo qual o indivíduo expressa seus
conceitos, sendo essencial aprender os significados para cada
palavra usada na comunicação social.
 Constitui um dos fatores que colabora para o exercício das
funções do raciocínio e da generalização;
 Possibilita a memorização dos conceitos necessários para as
atividades mentais, faz com que aquilo que está sendo aprendido
seja assinalado, retido e depois lembrado pelo indivíduo, isto é,
evocado ou reconhecido quando aparece em seu campo de
consciência;
 A aprendizagem, contudo, não pode não
basear-se apenas na memória, porque suas
funções: fixação, retenção, evocação e
reconhecimento; não envolvem os demais
processos necessários para a compreensão da
realidade;
É importante
ressaltar que a evocação
está, também, sujeita a
condições emocionais do
indivíduo. A falta de
evocação pode resultar de
uma atitude de defesa
contra a lembrança da
imagem ou de uma
percepção desagradável ao
sujeito.
 A aprendizagem de ideias está
intimamente ligada à interpretação
da situação, dependente em
grande parte da percepção;
 É a percepção de todas as relações
existentes em uma situação
problemática, integrando os elementos
em um todo, de forma que
subitamente, compreende a situação;
 O discernimento súbito, significa
que a pesquisa mental, através da
concentração, da atenção, da
observação, da associação de ideias,
foi bem sucedida, levando a
compreensão da situação;
 A aprendizagem por insight é
inteligente, interpretativa e
integrativa. Leva à organização de
princípios gerais, aplicáveis a
outras situações semelhantes e não
apenas à repetição.
 Aprendizagem pela seleção de respostas
bem sucedidas;
 Descoberta da resposta certa, pela
eliminação das respostas erradas, ou seja,
comprovação das diferentes hipóteses e
seleção da hipótese adequada;
 É uma aprendizagem dirigida para algum objetivo, e cada
passo no processo, se bem sucedido ou não, é planejado;
 Não deve ser identificada como mera atividade ao acaso;
 Envolve sempre a observação, mesmo no tipo mais
elementar, até na aprendizagem animal;
 Fatores necessários a uma situação de aprendizagem por
ensaio e erro:
 Estímulo chave (problema encontrado);
 Estímulo interior (motivo ou necessidade do
indivíduo);
 Observação necessária para a percepção das relações
na situação problemática;
 Descoberta da resposta certa pela eliminação das
erradas;
 Integração da resposta certa na conduta do
indivíduo, modificando seu comportamento.
 Esse processo é utilizado tanto no processo de
aprendizagem ideativa, quanto na motora.
 Propicia ao aprendiz meios de adaptação às situações da
vida, sem exigir muito trabalho mental. A aquisição de
automatismos libera a atividade mental do indivíduo para a
solução de problemas mais complexos;
 Os automatismos são padrões fixos de conduta que
permitem o indivíduo enfrentar situações constantes e
rotineiras da vida e da profissão, com agilidade, rapidez e
economia de tempo e esforço
 Os automatismos podem ser tanto motores, quanto
mentais: Observação, a retenção mnemônica, a leitura
rápida, etc.
 Os automatismos
podem ser também
sociais: a cortesia, o
cavalheirismo, a
cooperação, etc.
A eficiente realização
de atividades dessa natureza
depende de um bom
desenvolvimento dos hábitos e
das habilidades mentais e
motoras; através da
experiência e do treino o
homem torna-se capaz de
realizar esses atos com o
máximo de rendimento, em
tempo e em qualidade, sem
mesmo necessitar concentrar
sua atenção para executá-los.
 Os padrões de desenvolvimento motor, que possibilitam a
formação de automatismos motores são classificados em:
 Primários: Movimentos globais do corpo, como
andar, correr, saltar, atirar, nadar, etc.;
 Secundários: Envolvem o controle dos músculos
menores, como escrever e usar instrumentos que
requerem a coordenação de pequenos músculos;
 Uma situação problemática nova leva o homem a estudar
os movimentos mais adequados e rápidos e a orientar, com
seu raciocínio, todas as suas ações para a descoberta dos
movimentos que levam à melhor solução dos seus problemas;
 Percepção e diferenciação de sinais e uma contínua
correção dos erros;
 Os sinais podem ser definidos como estímulos internos ou
externos que ajudam a pessoa a reconhecer o momento
exato para agir;
 Os sinais podem ser vistos, ouvidos ou sentidos;
 A percepção de maior número de sinais aumenta, com a
experiência;
 É necessário apresentar ao aprendiz as dificuldades de
forma gradativa, nos exercícios, para que possam ser
percebidos e automatizados por aquele que aprende.
 Os automatismos não podem ser aprendidos sem a prática,
o exercício;
 Um princípio, um conceito, uma ideia podem ser
adquiridos, apenas em uma experiência vivenciada, mas um
automatismo não pode;
 Ninguém aprende a escrever, a falar uma língua
estrangeira, a digitar, a repetir os números, etc. sem a
repetição dos movimentos coordenados, exigidos para
aquisição da habilidade desejada.
 É a execução do automatismo diante do aluno;
 Na fase inicial o professor deve dar uma explicação geral
da habilidade a ser praticada;
 Em uma segunda fase, deve realizar a demonstração de
cada etapa, enfatizando as partes mais difíceis da tarefa;
 finalmente, o aluno deve ser levado à execução da
atividade e o professor deve supervisionar seus movimentos,
suas coordenações, corrigindo os erros;
 Poderão ser apontados ao aprendiz também, os elementos
passíveis de transferência de aprendizagem para outra.
 Não se reduz somente à repetição automática de um
ato, mas constitui um processo mais complexo através do
qual se realiza tanto a aprendizagem de automatismos
quanto a apreciativa;
 A imitação é definida como a tendência para repetir as
ações observadas em outros;
 A imitação pode se consciente ou inconsciente;
 Na educação a imitação direta ou consciente se faz
das habilidades de rotina, como a escrita, postura,
linguagem;
Através da imitação
consciente ou inconsciente, os
comportamentos habituais, as
habilidades e os códigos morais
do meio social são integrados na
personalidade da criança. A
conduta dos pais, a personalidade
do professor, d líder escoteiro, da
literatura lida, dos filmes
constituem poderosos modelos
para imitação dos mais jovens.
 É considerado fundamental, porque o aprendiz ainda não
tem uma percepção clara da habilidade a ser aprendida;
 O primeiro passo no desenvolvimento da habilidade,
caracteriza-se por muitos movimentos desnecessários e pelo
gasto de uma grande quantidade de energia;
 A segunda etapa é de gradativa eliminação das respostas
infrutíferas e a seleção das bem sucedidas. Onde cada
tentativa bem sucedida é um passo no caminho do progresso;
 A terceira etapa será constituída pela repetição e prática
dos movimentos selecionados, que conduzirem ao êxito;
 O ensaio-e-erro, para ser mais
econômico e eficiente, precisa ser
suplementado pela direção verbal do
professor. Por exemplo, a maneira de
segurar o lápis, de colocar o papel,
posição na carteira, etc. contribuem
para o sucesso do aluno em aprender
a escrever. O professor mostrará a
técnica ideal, que deve ser
demonstrada para o aluno imitar.
Atualmente, a
escola pretende
contribuir para a
equilibrada formação da
personalidade do aluno
e sua integração ao
ambiente sociocultural,
através do ajustamento
de seus sentimentos,
atitudes e ideais aos do
grupo a que o mesmo
pertence;
Diante de um novo
conhecimento ou habilidade a
atitude do aprendiz pode
variar, revelando-se positiva,
negativa ou mesmo indiferente.
A aprendizagem apreciativa,
emocional ou afetiva sempre
acompanha as demais, isto é, é
concomitante às outras
aprendizagens, ultrapassando o
currículo escolar e seguindo
pela vida a fora.
A aprendizagem apreciativa
compreende atitudes e valores
sociais, traduzidos por
gostos, preferências, simpatias, co
stumes, crenças, hábitos e ideais
de ação, que constituem os
princípios mais gerais de
conduta humana. Sem
emoções, sentimentos, valores e
ideais, a vida não teria sentido.
Sem essas reações as palavras
felicidade e desgraça, prazer e
dor, amor e ódio seriem
A aprendizagem apreciativa
resulta em respostas afetivas que
poderão ser proveitosas ao
indivíduo e à sociedade. Muitos
dos estados afetivos no homem,
como o amor, o respeito, a
admiração, o sentimento de
justiça, são em grande
proporção, fruto da experiência
e da educação. A escola e a
família devem exercitar essas
respostas afetivas e outras, que
desempenham papel da maior
relevância social.
A aprendizagem apreciativa pode ser positiva se
cria uma reação individual favorável ou negativa, se
provoca reação de agressividade, inibição ou aversão.
Esse tipo de aprendizagem, possibilita a formação do
caráter do aprendiz, o que se expressa na sua maneira
constante de agir, diante das diferentes situações.
O melhor índice da educação e cultura de um
indivíduo não está na sua habilidade para fazer coisas,
nem na massa de informações e conhecimentos por ele
armazenados, mas na qualidade e intensidade de seus
ideais, suas atitudes e preferencias, em relação à vida, à
cultura e ao meio social e profissional em que vive.
 Maturidade;
 Integridade dos órgãos dos sentidos;
 Capacidade de produzir reações múltiplas a uma
situação;
 Capacidade de modificar seus padrões de
comportamento;
 Plasticidade;
 Capacidade de aproveitamento da experiência
anterior;
 Influência de drogas (álcool, cafeína e tabaco),
doenças e condições de nutrição do organismo;
 Condições ambientais (ventilação, iluminação,
temperatura);
 Os padrões a serem aprendidos devem ser
estruturalmente possíveis;
 Fadiga (muscular, mental);
 Idade.
 Idade;
 Sexo;
 Inteligência;
 Experiência anterior;
 Classe social;
 Traços de personalidade;
 Condições do lar, etc.
 Aparência;
 Naturalidade;
 Entusiasmo pelo ensino;
 Bom humor;
 Cordialidade, etc.
 Mapas;
 Álbuns ilustrados;
 Projeções;
 Filmes;
 Quadro bem utilizado, etc.
 Jogos;
 Dramatizações;
 Projetos;
 Exposições;
 Excursões;
 Grupos de Trabalho;
 Competições, etc.
 Necessidade de atividade;
 Intenção para aprender;
 Envolvimento do EU;
 Processos de verificação (testes e provas);
 Conhecimento dos resultados do trabalho;
 Fracasso e censura versus sucesso e elogio;
 Competição;
 Necessidade de um padrão a ser alcançado
(expectativas, metas)
 Interesse existente e atividade já iniciada;
 Necessidade de realização (liderança, desejo de
sucesso);
 Manipulação, curiosidade, jogo (prazer em
estimular a mente);
 Necessidade de segurança ou aceitação social;
O significado do material a ser aprendido tem
grande importância no que se refere à rapidez da
aprendizagem e retenção. Quanto mais significativo for o
material a ser aprendido, mais rápida será a
aprendizagem e melhor a retenção.
 Com os termos, objetos ou ideias específicas
envolvidas na aprendizagem;
 Nenhum aprendiz deve ser levado a aprender algo
que não entende, ou algo que não seja capaz de
encontrar significação;
 Uma criança deve conhecer bem o significado de
uma palavra, para depois aprender a escrevê-la;
 Datas e nomes de pessoas não devem ser
memorizados como partes isoladas da informação.
 Se as palavras da terceira lista puderem ser dispostas
numa frase, o sentido geral da frase forma uma
estrutura de significado, o sentido geral da frase forma
uma estrutura, onde as palavras se enquadram;
 Um material bem organizado e com padrões nítidos é
muito mais facilmente aprendido e lembrado que uma
matéria não organizada ou não estruturada;
 Basta que o aprendiz perceba a “forma” (disposição),
a estrutura do que deve ser aprendido;
 A utilização de problemas e projetos no ensino torna
a aprendizagem mais significativa, em grande parte,
porque as informações, habilidades e técnicas são
aprendidas no contexto de seu uso;
 Fatos e habilidades isolados são relativamente sem
significado, pois o significado e a importância são
adquiridos no contexto da vida;
O material a ser
aprendido deve relacionar-se,
particularmente, às
necessidades, desejos,
interesses, enfim, satisfazer às
motivações do aprendiz, para
que ele possa descobrir a
utilidade daquilo que
aprende.

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Comportamentos Aprendidos e Instintivos

  • 1.
  • 2.
  • 3.  Reações aos estímulos do ambiente;
  • 4.
  • 5.
  • 6. Comportamentos biologicamente estabelecidos, não requerem aprendizagem;  Reflexos de Babinski e de Darwin, Reflexo Rotular.
  • 7.
  • 8.  Comportamentos resultantes de uma história de condicionamento, instalados através da interação com o ambiente; (Reações Físicas).
  • 9.  Os comportamentos instintivos, são geneticamente programados e geralmente pouco influenciados pela aprendizagem;  Atos inatos cujo objetivo principal é preservar a vida;  Comportamento complexo, que parece desenvolver-se sem os benefícios da aprendizagem;
  • 10.  O comportamento instintivo não depende em geral, de qualquer receptor específico, envolve os efetores (são órgãos que recebem estímulos do Sistema Nervoso e atuam sobre um sistema muscular ou glandular) do corpo inteiro, não se limita a só uma glândula ou a só um músculo;  O comportamento instintivo caracteriza-se como complexo, previsível de acordo com a espécie, automático e mecânico, revelando muito pouca variabilidade ou possibilidade de aprendizagem, isto é, não requerendo condições especiais de aprendizagem para seu aparecimento
  • 11.  Conceito lançado pela primeira vez pelo Austríaco Konrad Lorenz;  Fenômeno exibido por vários animais jovens, principalmente pássaros, patos e pintinhos;
  • 12.  Quando saem dos seus ovos, eles seguirão o primeiro objeto em movimento que eles encontrarem no ambiente (o qual pode ser a sua mãe pata ou galinha, mas não necessariamente). Ocorre então uma ligação social entre o filhote e este objeto ou organismo;  Ligação social durável com membros da espécie com a qual travaram o primeiro contato;
  • 13.  Em outros experimentos, Lorenz demonstrou que patinhos poderiam receber o imprinting não somente de seres humanos, mas também de objetos inanimados, tais como um balão;  Podemos dizer que o imprinting é um tipo de aprendizagem, ainda que contendo um elemento inato muito forte;
  • 14.  Só se dá em um período crítico, sendo em geral nas primeiras 12 ou 24 horas, dependendo da espécie;  Não requer esforço primário, como o alimento;  É um tipo de aprendizagem especial, também chamada de primitiva;
  • 15.  Comportamento que faz do equipamento genético do organismo, mas que jamais ocorreu anteriormente;  Estimulações sensoriais do meio ambiente, necessárias para a manutenção de algumas estruturas neurais e para o desenvolvimento normal do organismo;  A falta das primeiras experiências parece restringir a capacidade da aprendizagem e limitar o desenvolvimento normal;
  • 16.  Desde os primeiros meses de vida, é possível estimular sensorialmente as crianças através do toque, das brincadeiras e da música ;  O toque, é fundamental para a formação de vínculos afetivos e incentivo à percepção corpórea do bebê;  A música clássica, especialmente, fortalece as conexões nervosas e estimula o tato, a visão e a audição, crianças pequenas adequadamente estimuladas têm maior probabilidade de apresentarem melhor desenvolvimento pelo resto da infância;
  • 17.  A aprendizagem é uma classe de comportamento que consiste em uma modificação de conduta, advinda da repetição de uma mesma situação;  Todos os comportamentos aprendidos e não aprendidos são importantes no desenvolvimento dos organismos;  O comportamento adulto, depende, fundamentalmente, da experiência na infância;  É importante que os órgãos dos sentidos estejam em perfeitas condições;  Atualmente, não se cogita mais se determinado comportamento advém da hereditariedade ou da aprendizagem, mas de que forma ambas colaboram para produzi-lo.
  • 18.
  • 19.  Um processo de associação entre uma situação estimuladora e a resposta, (conexionista);  O ajustamento ou adaptação do indivíduo ao ambiente, (funcionalista);  Um processo de reforço do comportamento;  Um condicionamento de reações, realizado de diversas formas;
  • 20.  Aprendizagem: é o processo pelo qual uma atividade tem origem ou é modificada pela reação a uma situação encontrada, desde que as características da mudança de atividade não possam ser explicadas por tendências inatas de respostas, maturação ou estados temporários do organismo (fadiga, drogas, etc.);  Segundo Hilgard, os problemas nas definições podem ser resolvidos, definindo a aprendizagem como aquilo que está de acordo usual, socialmente aceito e que constitui parte de nossa herança comum;
  • 21.  A mais geral das definições, abrangendo o pensamento da maioria dos autores, poderá resumir-se no seguinte: Aprendizagem é uma modificação sistemática do comportamento pelo exercício ou repetição, em função de condições ambientais e condições orgânicas; Modificação do Comportamento Condições Ambientais e Orgânicas Variável Dependente (Efeito) Condições Ambientais e Orgânicas Variáveis Independentes (Causa) Ocorrem com nosso controle ou não.
  • 22.  Desempenho: mudanças observáveis, ocorridas no comportamento do indivíduo que aprende;  O estudo do desempenho, possibilita a formulação das hipóteses, das deduções que orientam os cientistas, como também o planejamento das situações de ensino pelo educador; APRENDIZAGEM ≠ DESEMPENHO  Desempenho é o comportamento através do qual se infere a ocorrência da aprendizagem.
  • 23.  Aprendizagem concebida erroneamente apenas como adquirir habilidades em leitura, escrita, conhecimentos de geografia, história, etc.;  As pessoas aprendem os valores culturais; aprendem a desempenhar papéis de acordo com o sexo; aprendem a amar, odiar, a temer e a ter confiança em si mesmas; aprendem a ter desejos, interesses, etc.;
  • 24. Toda aprendizagem resulta da procura do reestabelecimento de um equilíbrio vital (equilíbrio homeostático). A quebra deste equilíbrio geralmente ocorre frente a uma situação nova, podendo causar desajustamento. O único meio de ajustar-se é agir ou reagir até que a resposta convincente à nova situação venha fazer parte de seu comportamento adquirido, o que constitui a aprendizagem.
  • 25. A eficiência da aprendizagem está condicionada à existência de problemas, que surgem na vida do educando, que lhe deem a impressão de fracasso e que o levem a sentir-se compelido a resolvê-los. Na busca e obtenção dessas soluções, o educando aprende, de fato, e não apenas memoriza fórmulas feitas, sem nenhum efeito no ajustamento de sua personalidade.
  • 26. A aprendizagem envolve o uso e o desenvolvimento de todos os poderes, capacidades, potencialidades do homem, tanto físicas, quanto mentais e afetivas. Isto significa que a aprendizagem não pode ser considerada somente como processo de memorização ou que emprega apenas o conjunto das funções mentais ou unicamente os elementos físicos ou emocionais, pois todos esses aspectos são necessários.
  • 27.  Atividade daquele que aprende;  Atividades externas físicas, assim como, atividades metais e emocionais;  A aprendizagem é um processo que envolve a participação total do indivíduo, em seus aspectos físicos, intelectuais, emocional e social; A aprendizagem escolar depende não só do conteúdo dos livros, nem só do que os professores ensinam, mas muito mais da interação entre esses fatores e o ambiente social da escola; .
  • 28.  Presente desde o início da vida;  Na idade escolar, na adolescência, na idade adulta e até em idade mais avançada estará sempre presente; A família, a escola e todos os agentes educacionais precisam selecionar os conteúdos e comportamentos a serem exercitados, porque, sendo a aprendizagem um processo contínuo, o indivíduo poderá aprender algo que venha prejudicar seu ajustamento e o com desenvolvimento de sua personalidade;
  • 29.  Inclui sempre aspectos motores, emocionais e mentais;  A aprendizagem envolvendo uma mudança de comportamento, terá que exigir a participação total e global do indivíduo, para que todos os aspectos constitutivos de sua personalidade entrem em atividade no ato de aprender, a fim de que seja restabelecido o equilíbrio vital, rompido pelo aparecimento de uma situação problemática.
  • 30.  Ninguém pode aprender por outrem, pois a aprendizagem é intransferível de um indivíduo para outro;  A maneira de aprender e o próprio ritmo da aprendizagem variam de indivíduo para indivíduo, em razão do caráter pessoal da aprendizagem;
  • 31.  Se dá através de operações crescentemente complexas;  A cada nova situação envolve maior número de elementos;  Cada nova aprendizagem acresce novos elementos à experiência anterior, numa série gradativa e ascendente;  Este caráter gradativo repercutiu na organização dos programas escolares, na organização dos cursos e na seriação.
  • 32.  A experiência atual aproveita-se das experiências anteriores;  Relaciona-se a adaptação e ao ajustamento social;  Além da maturação, a aprendizagem resulta da experiência individual;  Estas modificações de comportamento, resultantes da experiência, podem levar a frustrações e perturbações emocionais, quando não se dá a integração do comportamento, ou seja, quando a aprendizagem não ocorre;  A acumulação de experiências leva a organização de novos padrões de comportamento, que são incorporados pelo sujeito;  Daí afirma-se que quem aprende modifica o seu comportamento;
  • 33.
  • 34. Toda aprendizagem resulta em alguma mudança ocorrida no comportamento daquele que aprende. Observa-se mudanças nas maneiras de agir, de fazer coisas, de pensar em relação às coisas e às pessoas e de gostar, ou não gostar, de sentir-se atraído ou retraído
  • 35.  Os produtos da aprendizagem são agrupados em automatismos (predominam os elementos motores), elementos cognitivos (ideativos) e elementos afetivos (apreciativos);  O indivíduo que aprende pensa sobre o que faz, ao aprender; forma uma noção geral do significado desse processo: se é interessante, se constitui uma forma adequada de socialização. Ao mesmo tempo, adquire alguns sentimentos acerca da atividade: aprecia ou despreza, detesta ou valoriza, o atrai ou o repele;
  • 36.
  • 37.  Predominam os elementos de natureza intelectual (percepção, memória, raciocínio, etc.);  Aprendizagem do tipo ideativo, pois envolve a utilização dos processos intelectuais ou cognitivos;
  • 38.
  • 39.  A forma que um indivíduo interpreta os estímulos do meio;  Utiliza sua experiência, sua vivências anteriores e sua necessidades presentes;  O funcionamento dos órgãos dos sentidos e a atividade mental são necessários para a percepção;  A interpretação por quem percebe é determinada por:  Sua experiência anterior;  Seu interesse nos estímulos no momento (motivação);  Sensibilidade dos órgãos dos sentidos;
  • 40.  Faz com que entre muitos estímulos do meio, o indivíduo selecione e perceba somente alguns aspectos ambientais;  Vários fatores, tanto no estímulo, quanto no indivíduo, contribuem para essa focalização:  Intensidade do estímulo;  Subtaneidade da mudança;  Novidade;  Relevância para as necessidades individuais
  • 41.  Nenhuma situação problemática poderá ser solucionada se o indivíduo não puder perceber os elementos nela envolvidos, pois a mesma nem será percebida como um problema;  Os fatores motivacionais, a experiência anterior e o estado emocional do momento influenciam nos processos de percepção e de pensamento;
  • 42.  Atividade mental que leva à aquisição de conhecimentos organizados, os conceitos;  O resultado da percepção, refere-se a uma situação individual, particular ou específica. O conceito é geral, ou universal; aplicando-se a todos os indivíduos da mesma espécie, embora apresentem diferenças individuais;  Etapas na formação de um conceito:  Percepção de um objeto;  Mais tarde, na ausência do objeto, sua imagem é evocada. A perfeição dessa imagem mental depende de uma completa e segura percepção original;
  • 43.  As imagens mentais levam à formação de um significado geral ou conceito;  Os conceitos são expressos através de símbolos (números) ou palavras, mas a simples memorização de uma palavra, não resultará na formação de um conceito;  A linguagem é o meio pelo qual o indivíduo expressa seus conceitos, sendo essencial aprender os significados para cada palavra usada na comunicação social.
  • 44.  Constitui um dos fatores que colabora para o exercício das funções do raciocínio e da generalização;  Possibilita a memorização dos conceitos necessários para as atividades mentais, faz com que aquilo que está sendo aprendido seja assinalado, retido e depois lembrado pelo indivíduo, isto é, evocado ou reconhecido quando aparece em seu campo de consciência;  A aprendizagem, contudo, não pode não basear-se apenas na memória, porque suas funções: fixação, retenção, evocação e reconhecimento; não envolvem os demais processos necessários para a compreensão da realidade;
  • 45. É importante ressaltar que a evocação está, também, sujeita a condições emocionais do indivíduo. A falta de evocação pode resultar de uma atitude de defesa contra a lembrança da imagem ou de uma percepção desagradável ao sujeito.
  • 46.
  • 47.  A aprendizagem de ideias está intimamente ligada à interpretação da situação, dependente em grande parte da percepção;  É a percepção de todas as relações existentes em uma situação problemática, integrando os elementos em um todo, de forma que subitamente, compreende a situação;
  • 48.  O discernimento súbito, significa que a pesquisa mental, através da concentração, da atenção, da observação, da associação de ideias, foi bem sucedida, levando a compreensão da situação;  A aprendizagem por insight é inteligente, interpretativa e integrativa. Leva à organização de princípios gerais, aplicáveis a outras situações semelhantes e não apenas à repetição.
  • 49.  Aprendizagem pela seleção de respostas bem sucedidas;  Descoberta da resposta certa, pela eliminação das respostas erradas, ou seja, comprovação das diferentes hipóteses e seleção da hipótese adequada;  É uma aprendizagem dirigida para algum objetivo, e cada passo no processo, se bem sucedido ou não, é planejado;  Não deve ser identificada como mera atividade ao acaso;  Envolve sempre a observação, mesmo no tipo mais elementar, até na aprendizagem animal;
  • 50.
  • 51.  Fatores necessários a uma situação de aprendizagem por ensaio e erro:  Estímulo chave (problema encontrado);  Estímulo interior (motivo ou necessidade do indivíduo);  Observação necessária para a percepção das relações na situação problemática;  Descoberta da resposta certa pela eliminação das erradas;  Integração da resposta certa na conduta do indivíduo, modificando seu comportamento.  Esse processo é utilizado tanto no processo de aprendizagem ideativa, quanto na motora.
  • 52.
  • 53.  Propicia ao aprendiz meios de adaptação às situações da vida, sem exigir muito trabalho mental. A aquisição de automatismos libera a atividade mental do indivíduo para a solução de problemas mais complexos;  Os automatismos são padrões fixos de conduta que permitem o indivíduo enfrentar situações constantes e rotineiras da vida e da profissão, com agilidade, rapidez e economia de tempo e esforço
  • 54.  Os automatismos podem ser tanto motores, quanto mentais: Observação, a retenção mnemônica, a leitura rápida, etc.  Os automatismos podem ser também sociais: a cortesia, o cavalheirismo, a cooperação, etc.
  • 55. A eficiente realização de atividades dessa natureza depende de um bom desenvolvimento dos hábitos e das habilidades mentais e motoras; através da experiência e do treino o homem torna-se capaz de realizar esses atos com o máximo de rendimento, em tempo e em qualidade, sem mesmo necessitar concentrar sua atenção para executá-los.
  • 56.  Os padrões de desenvolvimento motor, que possibilitam a formação de automatismos motores são classificados em:  Primários: Movimentos globais do corpo, como andar, correr, saltar, atirar, nadar, etc.;  Secundários: Envolvem o controle dos músculos menores, como escrever e usar instrumentos que requerem a coordenação de pequenos músculos;  Uma situação problemática nova leva o homem a estudar os movimentos mais adequados e rápidos e a orientar, com seu raciocínio, todas as suas ações para a descoberta dos movimentos que levam à melhor solução dos seus problemas;
  • 57.  Percepção e diferenciação de sinais e uma contínua correção dos erros;  Os sinais podem ser definidos como estímulos internos ou externos que ajudam a pessoa a reconhecer o momento exato para agir;  Os sinais podem ser vistos, ouvidos ou sentidos;  A percepção de maior número de sinais aumenta, com a experiência;  É necessário apresentar ao aprendiz as dificuldades de forma gradativa, nos exercícios, para que possam ser percebidos e automatizados por aquele que aprende.
  • 58.  Os automatismos não podem ser aprendidos sem a prática, o exercício;  Um princípio, um conceito, uma ideia podem ser adquiridos, apenas em uma experiência vivenciada, mas um automatismo não pode;  Ninguém aprende a escrever, a falar uma língua estrangeira, a digitar, a repetir os números, etc. sem a repetição dos movimentos coordenados, exigidos para aquisição da habilidade desejada.
  • 59.  É a execução do automatismo diante do aluno;  Na fase inicial o professor deve dar uma explicação geral da habilidade a ser praticada;  Em uma segunda fase, deve realizar a demonstração de cada etapa, enfatizando as partes mais difíceis da tarefa;  finalmente, o aluno deve ser levado à execução da atividade e o professor deve supervisionar seus movimentos, suas coordenações, corrigindo os erros;  Poderão ser apontados ao aprendiz também, os elementos passíveis de transferência de aprendizagem para outra.
  • 60.  Não se reduz somente à repetição automática de um ato, mas constitui um processo mais complexo através do qual se realiza tanto a aprendizagem de automatismos quanto a apreciativa;  A imitação é definida como a tendência para repetir as ações observadas em outros;  A imitação pode se consciente ou inconsciente;  Na educação a imitação direta ou consciente se faz das habilidades de rotina, como a escrita, postura, linguagem;
  • 61. Através da imitação consciente ou inconsciente, os comportamentos habituais, as habilidades e os códigos morais do meio social são integrados na personalidade da criança. A conduta dos pais, a personalidade do professor, d líder escoteiro, da literatura lida, dos filmes constituem poderosos modelos para imitação dos mais jovens.
  • 62.  É considerado fundamental, porque o aprendiz ainda não tem uma percepção clara da habilidade a ser aprendida;  O primeiro passo no desenvolvimento da habilidade, caracteriza-se por muitos movimentos desnecessários e pelo gasto de uma grande quantidade de energia;  A segunda etapa é de gradativa eliminação das respostas infrutíferas e a seleção das bem sucedidas. Onde cada tentativa bem sucedida é um passo no caminho do progresso;  A terceira etapa será constituída pela repetição e prática dos movimentos selecionados, que conduzirem ao êxito;
  • 63.  O ensaio-e-erro, para ser mais econômico e eficiente, precisa ser suplementado pela direção verbal do professor. Por exemplo, a maneira de segurar o lápis, de colocar o papel, posição na carteira, etc. contribuem para o sucesso do aluno em aprender a escrever. O professor mostrará a técnica ideal, que deve ser demonstrada para o aluno imitar.
  • 64.
  • 65. Atualmente, a escola pretende contribuir para a equilibrada formação da personalidade do aluno e sua integração ao ambiente sociocultural, através do ajustamento de seus sentimentos, atitudes e ideais aos do grupo a que o mesmo pertence;
  • 66. Diante de um novo conhecimento ou habilidade a atitude do aprendiz pode variar, revelando-se positiva, negativa ou mesmo indiferente. A aprendizagem apreciativa, emocional ou afetiva sempre acompanha as demais, isto é, é concomitante às outras aprendizagens, ultrapassando o currículo escolar e seguindo pela vida a fora.
  • 67. A aprendizagem apreciativa compreende atitudes e valores sociais, traduzidos por gostos, preferências, simpatias, co stumes, crenças, hábitos e ideais de ação, que constituem os princípios mais gerais de conduta humana. Sem emoções, sentimentos, valores e ideais, a vida não teria sentido. Sem essas reações as palavras felicidade e desgraça, prazer e dor, amor e ódio seriem
  • 68. A aprendizagem apreciativa resulta em respostas afetivas que poderão ser proveitosas ao indivíduo e à sociedade. Muitos dos estados afetivos no homem, como o amor, o respeito, a admiração, o sentimento de justiça, são em grande proporção, fruto da experiência e da educação. A escola e a família devem exercitar essas respostas afetivas e outras, que desempenham papel da maior relevância social.
  • 69. A aprendizagem apreciativa pode ser positiva se cria uma reação individual favorável ou negativa, se provoca reação de agressividade, inibição ou aversão. Esse tipo de aprendizagem, possibilita a formação do caráter do aprendiz, o que se expressa na sua maneira constante de agir, diante das diferentes situações.
  • 70. O melhor índice da educação e cultura de um indivíduo não está na sua habilidade para fazer coisas, nem na massa de informações e conhecimentos por ele armazenados, mas na qualidade e intensidade de seus ideais, suas atitudes e preferencias, em relação à vida, à cultura e ao meio social e profissional em que vive.
  • 71.
  • 72.  Maturidade;  Integridade dos órgãos dos sentidos;  Capacidade de produzir reações múltiplas a uma situação;  Capacidade de modificar seus padrões de comportamento;  Plasticidade;  Capacidade de aproveitamento da experiência anterior;
  • 73.  Influência de drogas (álcool, cafeína e tabaco), doenças e condições de nutrição do organismo;  Condições ambientais (ventilação, iluminação, temperatura);  Os padrões a serem aprendidos devem ser estruturalmente possíveis;  Fadiga (muscular, mental);  Idade.
  • 74.
  • 75.  Idade;  Sexo;  Inteligência;  Experiência anterior;  Classe social;  Traços de personalidade;  Condições do lar, etc.
  • 76.  Aparência;  Naturalidade;  Entusiasmo pelo ensino;  Bom humor;  Cordialidade, etc.
  • 77.  Mapas;  Álbuns ilustrados;  Projeções;  Filmes;  Quadro bem utilizado, etc.
  • 78.  Jogos;  Dramatizações;  Projetos;  Exposições;  Excursões;  Grupos de Trabalho;  Competições, etc.
  • 79.  Necessidade de atividade;  Intenção para aprender;  Envolvimento do EU;  Processos de verificação (testes e provas);  Conhecimento dos resultados do trabalho;  Fracasso e censura versus sucesso e elogio;  Competição;
  • 80.  Necessidade de um padrão a ser alcançado (expectativas, metas)  Interesse existente e atividade já iniciada;  Necessidade de realização (liderança, desejo de sucesso);  Manipulação, curiosidade, jogo (prazer em estimular a mente);  Necessidade de segurança ou aceitação social;
  • 81.
  • 82.
  • 83. O significado do material a ser aprendido tem grande importância no que se refere à rapidez da aprendizagem e retenção. Quanto mais significativo for o material a ser aprendido, mais rápida será a aprendizagem e melhor a retenção.
  • 84.  Com os termos, objetos ou ideias específicas envolvidas na aprendizagem;  Nenhum aprendiz deve ser levado a aprender algo que não entende, ou algo que não seja capaz de encontrar significação;  Uma criança deve conhecer bem o significado de uma palavra, para depois aprender a escrevê-la;  Datas e nomes de pessoas não devem ser memorizados como partes isoladas da informação.
  • 85.
  • 86.  Se as palavras da terceira lista puderem ser dispostas numa frase, o sentido geral da frase forma uma estrutura de significado, o sentido geral da frase forma uma estrutura, onde as palavras se enquadram;  Um material bem organizado e com padrões nítidos é muito mais facilmente aprendido e lembrado que uma matéria não organizada ou não estruturada;  Basta que o aprendiz perceba a “forma” (disposição), a estrutura do que deve ser aprendido;
  • 87.  A utilização de problemas e projetos no ensino torna a aprendizagem mais significativa, em grande parte, porque as informações, habilidades e técnicas são aprendidas no contexto de seu uso;  Fatos e habilidades isolados são relativamente sem significado, pois o significado e a importância são adquiridos no contexto da vida;
  • 88. O material a ser aprendido deve relacionar-se, particularmente, às necessidades, desejos, interesses, enfim, satisfazer às motivações do aprendiz, para que ele possa descobrir a utilidade daquilo que aprende.