DQOI - UFC Prof. Nunes
Universidade Federal do Ceará
Centro de Ciências
Departamento de Química Orgânica e Inorgânica
CE0873 - Química Orgânica Experimental
Teoria dasTeoria das
Aulas PráticasAulas Práticas
Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr.
nunes.ufc@gmail.com
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1
mar/2017
DQOI - UFC Prof. Nunes
15/mar - Biossegurança
22/mar - Discussão das Práticas (1-6)
29/mar - Encontros Universitários
AulasAulas
29/mar - Encontros Universitários
05/abr - Prática 01 - Determinação de Álcool na gasolina e efeito salting-out
12/abr - Não haverá aula
19/abr - Prática 02 - Extração de óleo essencial e da Bixina a partir de fontes vegetais
26/abr - Prática 03 - Caracterização de grupos funcionais por testes químicos
03/mai - Prática 04 - Solubilidade de compostos orgânicos
10/mai - Prática 05 - Síntese da p-nitroacetanilida
17/mai - Avaliação 1 (Práticas Biossegurança + Práticas 1-5)
24/mai - Discussão das Práticas
31/mai - Prática 06 Síntese do cloreto de terc-butila
07/jun - Prática 07 - Síntese do ácido benzóico
14/jun - Prática 08 - Sintese da dibenzalacetona
21/jun - Prática 09 - Síntese do ácido acetilsalicílico
28/jun - Avaliação 2 (Práticas 6-9).
2
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Prática 00Prática 00
BiossegurançaBiossegurança
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Em reunião realizada durante o I Workshop dos Professores da Área de Química
Orgânica do DQOI, realizado nos dias 14 e 15 de dezembro de 2011, FICOU
ESTABELECIDO que:
Regimento InternoRegimento Interno
Será tolerado o atraso de 10 (dez) minutos para a chegada do estudante.
Depois deste tempo, o estudante não poderá participar da aula prática.
O estudante só poderá participar da aula prática se estiver vestido
adequadamente (calça comprida, jaleco, calçado fechado e óculos de
segurança) e com o seu roteiro de aulas práticas.
Cada equipe deverá ter, no máximo, 03 estudantes, exceto em alguma prática
em particular.em particular.
As práticas deverão seguir INVARIAVELMENTE o calendário estabelecido.
Não será possível a realização de mais de uma prática em uma única aula.
Não haverá reposição de aulas práticas para os estudantes faltosos.
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A. Segurança no laboratório
A conscientização das responsabilidades, dos riscos, dos perigos e dos
cuidados que devemos ter, são os pilares centrais da segurança.
Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança
cuidados que devemos ter, são os pilares centrais da segurança.
Todavia, a conscientizaçãoconscientização destes pontos somente será importante se
adotarmos uma postura profissional preocupada com nossa segurança
e das demais pessoas que trabalham conosco no laboratório.
Devemos ser obedientesobedientes àsàs regrasregras dede segurançasegurança e, o mais importante
de tudo, é nos conscientizarmos de que acidente pode acontecer
inclusive conosco.
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B. Segurança é, antes de tudo, responsabilidade sua.
LaboratóriosLaboratórios químicosquímicos sãosão potencialmentepotencialmente locaislocais perigosos,perigosos, neles se
encontram:
líquidos inflamáveis,
Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança
líquidos inflamáveis,
vidrarias frágeis,
substâncias químicas tóxicas, e
equipamentos que podem estar sob vácuo ou altas pressões, e
acidentesacidentes nono laboratóriolaboratório podempodem terter conseqüênciasconseqüências
sériassérias ee trágicastrágicas..
Felizmente, oo laboratóriolaboratório nãonão seráserá maismais perigosoperigoso queque umauma cozinhacozinha ou
um banheiro
se você estiver atento aos perigos potenciais, e trabalhar com
a atenção e os cuidados devidos.
6
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Algumas linhas gerais para segurança no laboratório são
apresentadas nesta seção.
Em adição a estes princípios, você deve estar familiarizado com as
Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança
Em adição a estes princípios, você deve estar familiarizado com as
regras de segurança aplicadas pelos administradores de seu laboratório.
Seu professor ou instrutor tem a responsabilidade te lhe advertir dos
perigos associados com seu trabalho, e você deveria sempre consultá-
lo caso você não esteja seguro acerca dos perigos potenciais em seu
laboratório.
Entretanto, a suasua própriaprópria segurançasegurança ee aa dede seusseus colegascolegas nono
laboratório,laboratório, sãosão amplamenteamplamente determinadasdeterminadas pelaspelas suassuas práticaspráticas dede
trabalhotrabalho. Sempre trabalhe seguramente, use seu bom senso, e se
conforme com as regras de segurança.
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Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança
EquipamentosEquipamentos dede ProteçãoProteção IndividualIndividual (EPI)(EPI)
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Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança
HábitosHábitos IndividuaisIndividuais
Lave as mãos antes de iniciar seu trabalho.
Alerte o seu professor ou instrutor se você é alérgico a algum reagente.Alerte o seu professor ou instrutor se você é alérgico a algum reagente.
Nunca: fume, coma, beba ou corra no laboratório.
Nunca use cabelos longos soltos.
Nunca jogue papel, fósforos, fitas de medição de pH ou qualquer outro
sólido em pias para evitar entupimentos.
9
Sempre que terminar um experimento:
desligue todos os aparelhos;
lave todo o material;
guarde todos os equipamentos, reagentes e vidrarias nos locais
apropriados,
deixe a bancada limpa e desobstruída.
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Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança
ConsideraçõesConsiderações GeraisGerais
Torne-se familiar com o ambiente do laboratório.
saiba onde ficam as saídas do laboratório, os extintores e cobertores
para combate à incêndios, lava-olhos, chuveiro de segurança, estojopara combate à incêndios, lava-olhos, chuveiro de segurança, estojo
de primeiros socorros e o telefone.
também é muito importante verificar se as saídas do laboratório estão
desobstruídas e se o chão está seco.
Localize as saídas mais próximas que o levem para fora do prédio.
Em caso de incêndio, sua primeira atitude é proteger-se de qualquer
10
Em caso de incêndio, sua primeira atitude é proteger-se de qualquer
perigo e não extinguir o fogo.
Em casocaso dede queimadurasqueimaduras comcom substânciassubstâncias químicasquímicas, as áreas da pele
com as quais a substância teve contato devem ser imediatamente e
completamente lavadas com sabão e água morna.
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Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança
ConsideraçõesConsiderações GeraisGerais
Se substâncias químicas, em particular reagentes corrosivos ou quentes,
entram em contato com os olhos,
imediatamente inunde os olhos com água.imediatamente inunde os olhos com água.
Em casocaso dede cortescortes, se estes forem de pequenas extensões e
profundidades podem ser tratadas com procedimentos de primeiros
socorros.
Quando se tratar de cortescortes maismais extensosextensos e/oue/ou profundosprofundos, um
atendimento médico profissional deve ser procurado.
11
Em caso de derramamento de substâncias químicas, limpe
imediatamente.
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Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança
ConsideraçõesConsiderações GeraisGerais
Verificar as mangueirasmangueiras ee conexõesconexões para prevenir vazamentos.
Sempre que for utilizarutilizar umum aparelhoaparelho elétricoelétrico, certifique-se da voltagem
do mesmo antes de ligá-lo à rede elétrica.
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Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança
CuidadosCuidados comcom vidrariasvidrarias
Sempre verifique atentamente se as vidrarias que você utilizará
possuem imperfeições (rachaduras, trincas, arestas cortantes) que
poderão resultar em acidentes.poderão resultar em acidentes.
se você detectar imperfeições em sua vidraria, consulte seu
professor ou instrutor imediatamente para efetuar a substituição
da mesma.
As vidrarias inadequadas para o uso devem ser descartadas
em um recipiente devidamente rotulado para vidros quebrados e
vidros descartáveis.
13
vidros descartáveis.
Não tente colocar tubos de vidro e termômetros em rolhas ou
mangueiras,
sem antes lubrificá-los com vaselina e proteger as mãos
com luvas apropriadas ou toalha de pano.
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Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança
CuidadosCuidados comcom osos reagentesreagentes
ConheçaConheça asas propriedadespropriedades dasdas substânciassubstâncias utilizadas nos experimentos.
o conhecimento das propriedades das substâncias que você
utilizará em seus experimentos lhe ajudará a tomar as devidasutilizará em seus experimentos lhe ajudará a tomar as devidas
precauções quando manuseá-las, minimizando os riscos de
acidentes.
MANUSEIE TODAS AS SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS COM
MUITO CUIDADO!
Propriedades físicas e químicas, informações toxicológicas e
14
Propriedades físicas e químicas, informações toxicológicas e
ecológicas, periculosidades, dentre outras informações importantes
são encontradas em fichas de segurança de materiais, as quais
podem ser facilmente localizadas na Internet através de “sites” de
busca digitando-se “Material Safety Data Sheets” ou
simplesmente a sigla MSDS.
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Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança
CuidadosCuidados comcom osos reagentesreagentes
Sempre use luvas para manusear reagentes químicos.
em caso de contatocontato comcom dada pelepele comcom substânciassubstâncias químicasquímicas,em caso de contatocontato comcom dada pelepele comcom substânciassubstâncias químicasquímicas,
você deve lavar a área atingida com água e sabão.
nuncanunca useuse solventessolventes orgânicos,orgânicos, tais como etanol e acetona,
para enxaguar a área afetada, pois estes solventes podem
aumentar a absorção das substâncias pela pele.
Sempre use luvas para manusear reagentes químicos.
15
Evite o uso de chamas.
NuncaNunca descartedescarte líquidos orgânicos inflamáveis e imiscíveis em água, em
ralos ou piapia.
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Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança
CuidadosCuidados comcom osos reagentesreagentes
EviteEvite inalarinalar vaporesvapores de substâncias orgânicas e inorgânicas.
Leia cuidadosamente o rótulo do frasco antes de utilizá-lo.
Ao utilizar uma substância sólida ou líquida dos frascos de reagentes,
pegue-o de modo que sua mão proteja o rótulo e incline-o de modo que
o fluxo escoe do lado oposto ao rótulo.
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Muito cuidado com as tampas e os batoques dos frascos, não permita
que eles sejam contaminados ou contaminem-se.
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Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança
ManuseioManuseio dede SoluçõesSoluções
Certifique-se da concentração e da data de preparação de uma solução
antes de usá-la.
Não pipete aspirando com a boca qualquer substância no laboratório,
nem mesmo água destilada.
Não use o mesmo equipamento volumétrico para medir
simultaneamente soluções diferentes.
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Volumes de soluções padronizadas, tiradas dos recipientes de origem e
não utilizadas, devem ser descartados e nunca serem retornados ao
recipiente de origem.
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Prática 01Prática 01
Determinação de Álcool na gasolina eDeterminação de Álcool na gasolina e
EfeitoEfeito SaltingSalting--outout
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Prática 01Prática 01
Determinação de Álcool na gasolina e EfeitoDeterminação de Álcool na gasolina e Efeito SaltingSalting--outout
http://www.quimica.ufc.br/fim
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Prática 01Prática 01
Determinação de Álcool na gasolina e EfeitoDeterminação de Álcool na gasolina e Efeito SaltingSalting--outout
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Prática 01a – Determinação do Teor de Álcool na GasolinaPrática 01a – Determinação do Teor de Álcool na Gasolina
OBJETIVO
Determinar o teor de álcool na gasolina.
PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Com o auxílio de pipetas coloque 5 mL de gasolina comum em uma proveta
de 10 mL e complete o volume dessa proveta com a solução saturada de
NaCl.
2. Feche a proveta, segurando firmemente para evitar vazamentos, misturar os
líquidos invertendo a proveta por várias vezes.
3. Mantenha a proveta em repouso até a separação das duas fases.
21
3. Mantenha a proveta em repouso até a separação das duas fases.
4. Leia o volume de ambas as fases e anote.
5. Calcule a porcentagem (%) de álcool na gasolina.
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Prática 01a – Determinação do Teor de Álcool na GasolinaPrática 01a – Determinação do Teor de Álcool na Gasolina
+ NaClGasolina+Álcool
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Prática 01b – Efeito Salting-outPrática 01b – Efeito Salting-out
OBJETIVO
Estudar o efeito salting out.
PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Adicione 15 mL de água e de uma gota de corante a um tubo de ensaio
de 50 mL,tampe-o com uma rolha, e misture o conteúdo por inversão.
2. Destampe o tubo e adicione 15 mL de álcool isopropílico 70% em
seguida tampe o tubo com uma rolha e misture o conteúdo por inversão.
23
seguida tampe o tubo com uma rolha e misture o conteúdo por inversão.
3. Destampe o tubo e adicione 7 g de sulfato de amônio finamente dividido,
e misture o conteúdo agitando-o vigorosamente durante 10 segundos. Duas
camadas distintas devem se formar após 20 segundos de
repouso. Se possível, tire fotos a cada 2 segundos.
4. Anote os resultados para discuti-los em nossa aula teórica.
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Prática 01b – Efeito Salting-outPrática 01b – Efeito Salting-out
OBJETIVO
Estudar o efeito salting out.
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Prática 02Prática 02
Extração de óleo essencial e daExtração de óleo essencial e da BixinaBixina aa
partir de fontes vegetaispartir de fontes vegetais
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Prática 02a – Extração de Óleo EssencialPrática 02a – Extração de Óleo Essencial
OBJETIVOS
1. Realizar a extração de óleos essenciais pelo processo de hidrodestilação.
2. Caracterização de grupamentos funcionais presentes, como alcenos através
dos testes de bromo e de Baeyer, além da caracterização de compostosdos testes de bromo e de Baeyer, além da caracterização de compostos
carbonílicos (aldeídos ou cetonas) usando o teste da 2,4-dinitrofenilhidrazina.
PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Pese o material vegetal a ser extraído pela sua
equipe e transfira-o para um balão de 2 L.
2. Com auxílio de um becker adicione água
26
2. Com auxílio de um becker adicione água
destilada ao balão até a imersão do material
vegetal (1 L).
3. A seguir, posicione o balão em uma manta de
aquecimento.
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Prática 02a – Extração de Óleo EssencialPrática 02a – Extração de Óleo Essencial
4. Ligue o sistema de extração previamente montado pela
técnica e deixe-o ligado por aproximadamente 50
minutos, retirando, se necessário, a água acumulada no
dosador com um erlenmeyer.
5. Decorrido o tempo de extração, desliguedesligue oo sistemasistema,
espereespere oo seuseu resfriamentoresfriamento porpor umum períodoperíodo dede
aproximadamenteaproximadamente 1010 minutosminutos e meça a quantidade do
óleo essencial obtido no próprio doseador (fase superior).
6. Abra a torneira e separe o hidrolato (fase inferior) do óleo
essencial (fase superior). Trate o óleo obtido com sulfato
27
essencial (fase superior). Trate o óleo obtido com sulfato
de sódio (Na2SO4) e pese-o para o cálculo de
rendimento percentual.
7. Guarde o óleo extraído no refrigerador a fim de evitar a
sua volatilidade e/ou oxidação
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Prática 02a – Extração de Óleo EssencialPrática 02a – Extração de Óleo Essencial
7. Faça os testes de caracterização, mostrados abaixo, para o óleo essencial
extraído:
Prepare 3 tubos de ensaio (A, B e C) de acordo com a tabela abaixo e
anote os resultados.anote os resultados.
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Prática 02b – Extração da Bixina da Semente do UrucumPrática 02b – Extração da Bixina da Semente do Urucum
Uma sementesemente dede urucumurucum é composta de vários constituintes, dentre eles a
bixinabixina.
29
Devido ao seu caráter ácido, pode ser extraída seletivamente da semente com
uma solução básica, a qual gerará o salsal dede bixinabixina solúvel em água.
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Prática 02b – Extração da Bixina da Semente do UrucumPrática 02b – Extração da Bixina da Semente do Urucum
OBJETIVO
Extrair a bixina a partir de uma solução alcalina de sementes de urucum, usando
a técnica de extração líquido-líquido.
30
NaOH
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Prática 02b – Extração da Bixina da Semente do UrucumPrática 02b – Extração da Bixina da Semente do Urucum
PROCEDIMENTO
1. Com o auxílio de uma pipeta graduada, meça 10 mL de solução alcalina de
sementes de urucum e transfira-a para um funil de separação (Figura A).
2. A seguir, adicione ao mesmo funil 10 mL de clorofórmio com o auxílio de
outra pipeta graduada (Figura B).
31
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Prática 02b – Extração da Bixina da Semente do UrucumPrática 02b – Extração da Bixina da Semente do Urucum
PROCEDIMENTO
3. Tampe o funil de separação e agite-o cuidadosamente, com movimentos
leves (Figura C). Este processo deve ser acompanhado de repetidas
liberações dos gases que se formam. Consegue-se isto virando o funil deliberações dos gases que se formam. Consegue-se isto virando o funil de
separação e abrindo a torneira (Figura D).
4. Ponha o funil de separação novamente na argola e deixe-o em
repouso até que ocorra separação das duas fases (Figura E).
32
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Prática 02b – Extração da Bixina da Semente do UrucumPrática 02b – Extração da Bixina da Semente do Urucum
PROCEDIMENTO
5. Recolha e guarde a fase orgânica (inferior) em um erlenmeyer, para posterior
comparação com a próxima extração.
6. Acidifique a fase aquosa que ficou no funil até pH = 1, utilizando
aproximadamente 2,0 mL de solução de HCl a 10% (teste o pH, utilizando
papel de pH).
33
papel de pH).
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Prática 02b – Extração da Bixina da Semente do UrucumPrática 02b – Extração da Bixina da Semente do Urucum
7. Extraia a bixina da solução acidificada com 10 mL de clorofórmio. Recolha a
fase orgânica (inferior) em outro erlenmeyer limpo.
8. Compare com as fases orgânicas recolhidas nas duas extrações com
clorofórmio (meio básico e meio ácido).
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Prática 03Prática 03
Caracterização de grupos funcionais porCaracterização de grupos funcionais por
testes químicostestes químicos
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Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais
OBJETIVO
Caracterizar e identificar diferentes grupos funcionais através de testes químicos.
alceno Metil-Ar Alcano
C 3o
Alcino ROH 1o ROH 2o ROH 3o Cetona Metil
cetonas
RCHO ArOH Ésteres
Bromo
Bayer
Lucas
Jones
2,4-DFH
CHI
36
CHI3
Tollens
Fenóis
Ésteres
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Br2, CCl4
(vermelho)
Br
Br , CCl
Br Br
insaturações falsos resultados
Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais
Teste do BromoTeste do Bromo
(vermelho)
tolueno brometo de benzila
(incolor)
Br2, CCl4
(vermelho)
2-metilpropano 2-bromo-2-metilpropano
(incolor)
∆ ou hν
∆ ou hν
Br
Br2, CCl4
(vermelho)
Br Br
Br2, CCl4
(vermelho) Br
Br Br
Br
incolor
incolor
37
(incolor)
hexano hexeno
coloração
permanece descolore
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KMnO4 frio
HO-
, H2O
(violeta)
OH
OH
cicloexeno 1,2-cicloexadiol
MnO2
(marrom)
+
Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais
Teste do BayerTeste do Bayer
KMnO4 frio
HO-
, H2O
(violeta)
O
O
MnO2
(marrom)
+
2-pentino pentano-2,3-diona
KMnO4 frio
HO-, H2O
(violeta)
X
38
tolueno
2-metilpropano
(violeta)
KMnO4 frio
HO-, H2O
(violeta)
X
X
alceno/alcino
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OH
ZnCl/HCl
Cl
Reação rápida:
Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais
Teste do LucasTeste do Lucas
2-metil-2-propanol 2-cloro-2-metilpropano
Reação lenta:
OH
ZnCl/HCl
2-propanol
Cl
2-cloropropano
39
Reação muito lenta:
OH
ZnCl/HCl
etanol
Cl
cloroetano
1o 2o 3o
Após
aquecimento
Rápido
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+ 3 CrO3 + H2SO4
R
O
HR
OH
R
O
OH
+ Cr2(SO4)3
Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais
Teste de JonesTeste de Jones
R R
OH
álcoois 2o
álcoois 1o
OH
+ 3 CrO3 + H2SO4
R
O
R
+ Cr2(SO4)3
40
XR R
álcoois 3o
+ 3 CrO3 + H2SO4
1o 2o 3o
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O
O2N
N
H
O2N
NO
Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais
Teste da 2,4Teste da 2,4--dinitroidrazinadinitroidrazina
R R
R
O
H
cetonas
NO2NHH2N+
O2N
NO2NHH2N+
R
N
R
N NO2
N
N
H
O2N
NO2
41
aldeídos R H
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R
O
metilcetonas
+ 3 I2 + 4 NaOH
R
O
O- +Na
+ CHI3 + 3 NaI + 3 H2O
iodofórmio
Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais
Teste do IodofórmioTeste do Iodofórmio
R
O
R
cetonas
+
X3 I2 + 4 NaOH
R
O
O- +
Na
+ CHI3 + 3 NaI + 3 H2O
iodofórmio
R
O
metilcetonas
+ 3 I2 + 4 NaOH
R
O
O- +
Na
+ CHI3 + 3 NaI + 3 H2O
iodofórmio
42
R
OH
3 I2 + 4 NaOH
álcoois secundários
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R
O
R
cetonas
+ 2 [Ag(NH3)2]OH
X
Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais
Teste deTeste de TollensTollens
espelho de prataespelho de prata
R
O
H
aldeídos
+ 2 [Ag(NH3)2]OH
R
O
O- + NH4 + Ago
+ 3 NH3 + H2O
43
aldeído
cetona
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OHO
+ [Fe(H2O)6]3+
Fe(H2O)3(OAr)3 + 3 H3O+
ácido salicílico
Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais
Teste de FenóisTeste de Fenóis
X
ácido salicílico
AS
OO
O
+ [Fe(H2O)6]3+
Fe(H2O)3(OAr)3 + 3 H3O+
ácido acetilsalicílico
AAS
44
AS AAS Tolueno
+ [Fe(H2O)6]3+
Fe(H2O)3(OAr)3 + 3 H3O+
tolueno
X
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H2NOH.HCl
(cloridrato de
hidroxilamina)
O
O
O
N
O- +
Na
H
+ OH
HCl
O
N
OH
H
Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais
Teste de ÉsteresTeste de Ésteres
O
N
OH
H
3 FeCl3
O
N
O
H
Fe
3
OHO OO
O
45
AAS AS Tolueno
ácido salicílico
AS
ácido acetilsalicílico
AAS
tolueno
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alceno Metil-Ar Alcano
C 3o
Alcino ROH 1o ROH 2o ROH 3o Cetona Metil
cetonas
RCHO ArOH Ésteres
Bromo
Bayer
Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais
Bayer
Lucas
Jones
2,4-DFH
CHI3
Tollens
Fenóis
46
Fenóis
Ésteres
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Prática 04Prática 04
Solubilidade, Acidez eSolubilidade, Acidez e BasicidadeBasicidade
de Compostos Orgânicosde Compostos Orgânicos
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Para realizar os testes, proceda da seguinte maneira:
Coloque 0,5 mL ou 0,1 g (recebido previamente pesado) da amostra em
um tubo de ensaio e adicione 3 mL de água destilada (Figura A).
Prática 04 - Solubiliade, Acidez e BasicidadePrática 04 - Solubiliade, Acidez e Basicidade
um tubo de ensaio e adicione 3 mL de água destilada (Figura A).
Agite vigorosamente e verifique se a amostra é solúvel.
48
Se o composto for solúvel em água, faça o teste de pH (utilize um bastão
de vidro para molhar o papel de pH com uma gota da solução) (Figura B).
Caso a amostra não se dissolva em água, abandone o tubo de ensaio em
análise, prepare outro tubo com o mesmo composto e repita o teste
utilizando outro solvente (o solvente seguinte na sequência para
baixo, ou lado, no fluxograma).
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Se o composto for solúvel em água, faça o teste de pH (utilize um bastão
de vidro para molhar o papel de pH com uma gota da solução) (Figura B).
Prática 04 - Solubiliade, Acidez e BasicidadePrática 04 - Solubiliade, Acidez e Basicidade
Amostra
solúvel
pH < 7 pH > 7pH = 7
H2O
papel indicador
• compostos 1-5 carbonos
• façam ligações de hidrogênio
49
Caso a amostra não se dissolva em água, abandone o tubo de ensaio em
análise, prepare outro tubo com o mesmo composto e repita o teste
utilizando outro solvente (o solvente seguinte na sequência para
baixo, ou lado, no próximo fluxograma).
ácidos neutros bases
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Prática 04 - Solubiliade, Acidez e BasicidadePrática 04 - Solubiliade, Acidez e Basicidade
Amostra
H2O H2O
• compostos 1-5 carbonos
• façam ligações de hidrogênio
• compostos + 5 carbonos
• não façam ligações de hidrogênio
Para cada teste, um tubo de
ensaio limpo deverá ser utilizado.
solúvel insolúvel
pH < 7 pH > 7pH = 7
ácidos neutros bases
solúvel
insolúvel
NaOH 5%
NaHCO 5%
HCl 5%
solúvel insolúvel
papel indicador
ácidos
• façam ligações de hidrogênio • não façam ligações de hidrogênio
50
NaHCO3 5%
solúvel insolúvel
ácido forte ácido fraco
solúvel insolúvel
bases
H2SO4 conc
solúvel insolúvel
compostos
neutros
compostos
inertes
ácidos
compostos
neutros e inertes
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Prática 04 - Solubiliade, Acidez e BasicidadePrática 04 - Solubiliade, Acidez e Basicidade
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Prática 05Prática 05
Preparação daPreparação da pp--NitroacetanilidaNitroacetanilida
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Prática 05 – Preparação da p-nitroacetanilidaPrática 05 – Preparação da p-nitroacetanilida
OBJETIVO
Determinar o ponto de fusão de substâncias puras e de uma substância
desconhecida.
PROCEDIMENTO
1. A um becker seco de 100 mL, adicione aproximadamente 2,5g (anote todos
os dígitos) de acetanilida seca e pulverizada (Figura A). A seguir, adicione
3,0 mL de ácido acético glacial, e agite com um bastão de vidro para obter
uma suspensão (Figura B). Adicione, sob agitação constante, 6,25mL de
53
uma suspensão (Figura B). Adicione, sob agitação constante, 6,25mL de
H2SO4 concentrado (a mistura tornar-se-á quente e límpida). (Figura C)
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Prática 05 – Preparação da p-nitroacetanilidaPrática 05 – Preparação da p-nitroacetanilida
PROCEDIMENTO
2. Resfrie a mistura reacional em banho de gelo
triturado e sal até que a temperatura chegue a
0-2 oC (A temperatura dever ser medida com o
termômetro imerso na solução).
3. Adicione à solução, ainda imersa em banho de gelo,
lentamente e com agitação constante, 2,3 mL da
mistura nitrante resfriada (1,4 mL de HNO3
concentrado e 0,9 mL de H2SO4 concentrado) já
54
concentrado e 0,9 mL de H2SO4 concentrado) já
preparada pelo técnico do laboratório e mantida em
um tudo de ensaio na geladeira.
IMPORTANTE!
A adição da solução nitrante deve ser realizada
lentamente para garantir que a temperatura reacional não
ultrapasse 10oC
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Prática 05 – Preparação da p-nitroacetanilidaPrática 05 – Preparação da p-nitroacetanilida
PROCEDIMENTO
4. Terminada a adição, deixe a mistura reacional em
repouso à temperatura ambiente por 20 minutos.
5. Em um becker de 100 mL, pese 25 g de gelo picado
e adicione sobre a mistura reacional, com agitação
vigorosa, utilizando bastão de vidro.
Haverá a precipitação do produto.
55
6. Deixe em repouso por 5 minutos e filtre à vácuo.
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Prática 05 – Preparação da p-nitroacetanilidaPrática 05 – Preparação da p-nitroacetanilida
PROCEDIMENTO
6. Lave os cristais com três porções de 250 mL água gelada descartando-a logo
após cada filtração.
7. Meça o pH a partir de terceira lavagem até que o pH da água adicionada seja
igual ao pH da água recolhida no kitassato, isto é, até que o pHpH da água
recolhida esteja entre 66--77 (500 - 750 mL).
indicativo de que impurezas ácidas não mais estão presentes no sólido.
56
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Prática 05 – Preparação da p-nitroacetanilidaPrática 05 – Preparação da p-nitroacetanilida
Recristalização da p-nitroacetanilida.
1. Dissolva o sólido obtido anterioriormente em álcool
etílico (aproximadamente 20 mL) em ebulição (utilize
uma placa de aquecimento para aquecer o álcool).uma placa de aquecimento para aquecer o álcool).
Caso existam impurezas insolúveis, filtre a
solução quente em um funil pré-aquecido em
chapa ou em estufa e recolha o filtrado em um
Becker de 100 mL (Figura I).
2. Deixe em repouso até que a p-nitroacetanilida
recristalize.
Filtre os cristais em funil de Büchner
57
3. Filtre os cristais em funil de Büchner, lavando com
álcool etílico gelado (no máximo 20 mL).
4. Escorra bem e seque em estufa a 100 oC por 5
minutos.
5. Pese o produto seco e calcule o rendido obtido na
reação.
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Prática 06Prática 06
Preparação do Cloreto dePreparação do Cloreto de tercterc--ButilaButila
Cl
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Prática 06 – Preparação do Cloreto de terc-ButilaPrática 06 – Preparação do Cloreto de terc-Butila
PROCEDIMENTO
1. Com o auxílio de uma pipeta graduada, meça 10 mL
de álcool terc-butílico e transfira para um funil de
separação (Figura A).
2. Esta parte e a seguinte do procedimento deverão
ser realizadas na capela.
59
ser realizadas na capela.
3. Com cuidado e vagarosamente, adicione 15 mL de
ácido clorídrico concentrado ao funil de separação
(Figura B).
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Feche o funil e o agite suavemente (Figura C), durante 20 minutos,
tomando o cuidado de aliviar a pressão interna depois de cada agitação
(Figura D).
Prática 06 – Preparação do Cloreto de terc-ButilaPrática 06 – Preparação do Cloreto de terc-Butila
Deixe a mistura em repouso até que as duas fases estejam
60
Deixe a mistura em repouso até que as duas fases estejam
nitidamente separadas (Figura E).
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Separe a fase inferior (ácida) e a descarte imediatamente em frasco
apropriado disposto na capela (Figura F).
Prática 06 – Preparação do Cloreto de terc-ButilaPrática 06 – Preparação do Cloreto de terc-Butila
Ao funil que ainda contém a fase superior, adicione 15 mL de uma solução
5% de bicarbonato de sódio (NaHCO3) (Figura G), agite durante alguns
instantes (Figura H), deixe que as fases se separem e descartar a fase
aquosa (NaCl) inferior (Figura I) em frasco apropriado.
61
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Ao funil que ainda contém a fase superior, adicione 15 mL de água destilada
(Figura J), agite durante alguns instantes (Figura K), deixe que as fases se
separem e descarte a fase aquosa inferior (Figura L).
Prática 06 – Preparação do Cloreto de terc-ButilaPrática 06 – Preparação do Cloreto de terc-Butila
Transfira a fase superior do funil (cloreto de terc-butila) para um béquer
de 50 mL (Figura M).
62
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Adicione ao becker, uma quantidade suficiente de sulfato de sódio anidro
para eliminar traços de água ainda presentes (Figura N).
Prática 06 – Preparação do Cloreto de terc-ButilaPrática 06 – Preparação do Cloreto de terc-Butila
Decante a fase líquida em um Becker pequeno (Figura O).
63
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Pese sua amostra e junte-a com as amostras dos demais grupos em um
balão de fundo redondo para realizar uma única destilação.
Monte um sistema de destilação simples, lembrando-se de adicionar
Prática 06 – Preparação do Cloreto de terc-ButilaPrática 06 – Preparação do Cloreto de terc-Butila
Monte um sistema de destilação simples, lembrando-se de adicionar
algumas pedras de ebulição ao balão (3 ou 4). Em seguida, destile o
produto reacional.
64
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Prática 06 – Preparação do Cloreto de terc-ButilaPrática 06 – Preparação do Cloreto de terc-Butila
Teste de confirmação
Quando o cloreto de terc-butila reage com o íon hidróxido (OH-), este substitui
o íon cloreto que é liberado no meio. O íon cloreto pode ser caracterizado no
meio através de uma reação de precipitação, na qual o íon cloreto reage com
o íon prata para formar um sal insolúvel, o cloreto de prata (AgCl).
Em um tubo de ensaio, adicione 5 gotas do material recém-preparado e 5 mL
de uma solução 5% de hidróxido de potássio (KOH).
65
de uma solução 5% de hidróxido de potássio (KOH).
Com cuidado, aqueça o tubo na lamparina por 2 minutos.
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Prática 06 – Preparação do Cloreto de terc-ButilaPrática 06 – Preparação do Cloreto de terc-Butila
Teste de confirmação
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(AgCl)
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Prática 07Prática 07
Preparação do Ácido BenzóicoPreparação do Ácido Benzóico
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Prática 07 – Preparação do Ácido BenzóicoPrática 07 – Preparação do Ácido Benzóico
Em um erlenmeyer de 125 mL, contendo uma barra magnética, adicione
1,2 mL de acetofenona e 40 mL de hipoclorito de sódio 5%.
Em seguida, com o auxílio de um agitador magnético, agitar a mistura
reacional por 30 minutos à temperatura ambiente (Figura 1).
68
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Posteriormente, adicione 0,3 g de sulfito de sódio para reagir com
hipoclorito de sódio remanescente.
Agite novamente a mistura por aproximadamente 15 minutos.
Prática 07 – Preparação do Ácido BenzóicoPrática 07 – Preparação do Ácido Benzóico
Agite novamente a mistura por aproximadamente 15 minutos.
Transfira a mistura resultante para um funil de separação e extraia com de
30 mL de acetato de etila, agitando o funil e liberando a pressão a cada
agitação (Figura 2).
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Reserve a fase aquosa (fase inferior) em um Becker.
Descarte a fase orgânica (fase superior) em frasco apropriado.
Prática 07 – Preparação do Ácido BenzóicoPrática 07 – Preparação do Ácido Benzóico
Retorne a fase aquosa, contida no Becker, ao funil de separação e adicione
mais 30 mL de acetato de etila e repita o procedimento de extração
(Figura 3).
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Recolha a fase aquosa (fase inferior) em um Becker e descarte a fase
orgânica (fase superior) em frasco apropriado.
O solvente orgânico (acetato de etila) removerá o clorofórmio
formado no meio reacional e a acetofenona que não reagiu.
Prática 07 – Preparação do Ácido BenzóicoPrática 07 – Preparação do Ácido Benzóico
formado no meio reacional e a acetofenona que não reagiu.
Em seguida, adicione à fase aquosa contida no Becker, 10 mL de uma
solução de HCl 3 M com o auxílio de uma pipeta graduada (Figura 4).
71
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Coloque o becker em banho de gelo por 15 minutos.
Um sólido branco (ácido benzóico) deverá aparecer.
Prática 07 – Preparação do Ácido BenzóicoPrática 07 – Preparação do Ácido Benzóico
Faça uma filtração a vácuo do sólido obtido em funil de Büchner, lavando
com (no máximo 60 mL) de água destilada gelada (Figura 5).
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Seque o produto em estufa a 100 oC por cerca de 5 minutos.
E finalmente, pese o produto e calcule os rendimentos teórico e prático
da reação.
Prática 07 – Preparação do Ácido BenzóicoPrática 07 – Preparação do Ácido Benzóico
da reação.
Determine o ponto de fusão do ácido benzóico obtido pelo método capilar e
compare com o valor relatado na literatura (122 oC).
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Prática 08Prática 08
Preparação daPreparação da DibenzalacetonaDibenzalacetona
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Prática 08 – Preparação da DibenzalacetonaPrática 08 – Preparação da Dibenzalacetona
PROCEDIMENTO
Em um erlenmeyer de 125 mL (Figura A) adicione com o auxílio de uma
pipeta graduada, 2,5 ml benzaldeído e 1 mL acetona em 25 mL de etanol.
Acrescente 5 mL de uma solução de hidróxido de sódio a 10% (Figura
B), 20 mL de água destilada e uma barra magnética (Figura C). Tampe o
frasco com um béquer e mantenha sob agitação magnética durante 10
minutos. De tempo em tempo alivie a pressão, destampando o frasco
Figura D
75
(Figura D).
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Prática 08 – Preparação da DibenzalacetonaPrática 08 – Preparação da Dibenzalacetona
Transcorrido o tempo reacional de 10 minutos, deixe a mistura em
repouso durante mais 10 minutos com agitação manual ocasional.
Em seguida coloque o erlenmeyer com o produto reacional em umEm seguida coloque o erlenmeyer com o produto reacional em um
banho de gelo
e aguarde a completa precipitação do produto (Figura E).
Transcorrida a precipitação, faça uma filtração a vácuo utilizando um funil
de Büchner, contendo dois papéis de filtro.
Lave o produto com pequenas porções de água destilada e gelada.(no
máximo 100 mL) (Figura F).
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Prática 08 – Preparação da DibenzalacetonaPrática 08 – Preparação da Dibenzalacetona
RecristalizaçãoRecristalização dada DibenzalacetonaDibenzalacetona ProduzidaProduzida
a) Transfira o produto obtido para um Becker de 100 mL (Figura G).
Aqueça 20 mL de álcool em outro becker de 100 mL e adicione o produto em
pequenas porções ao etanol quente até a dissolução completa da
dibenzalacetona (Figura H).
77
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Prática 08 – Preparação da DibenzalacetonaPrática 08 – Preparação da Dibenzalacetona
b) Após a dissolução, deixe a solução resfriar lentamente e em repouso
para que ocorra a recristalização da dibenzalacetona. Quando o material
atingir a temperatura ambiente, complete o resfriamento em um banho
de gelo (Figura I).de gelo (Figura I).
c) Prepare um sistema de filtração a vácuo, colocando dois papeis de filtro
78
c) Prepare um sistema de filtração a vácuo, colocando dois papeis de filtro
no funil de Büchner.
d) Transfira todo o material para o funil de Büchner e faça a filtração a
vácuo. Se necessário utilize o etanol da filtração (água mãe) para lavagem
do erlenmeyer (Figura J).
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Prática 08 – Preparação da DibenzalacetonaPrática 08 – Preparação da Dibenzalacetona
CASO EXISTAM IMPUREZAS INSOLÚVEIS EM SUSPENSÃO APÓS A DISSOLUÇÃO A
QUENTE
e) Filtre imediatamente o produto, ainda quente, em um erlenmeyer de
125 mL, usando funil comum pré-aquecido, contendo uma fina camada de125 mL, usando funil comum pré-aquecido, contendo uma fina camada de
algodão (Figura L).
79
Em seguida, conclua a recristalização utilizando os mesmos procedimentos
constantes nos itens (b), (c) e (d).
Finalmente, seque completamente os cristais de dibenzalacetona
purificada em estufa a 100 oC por 5 minutos. Em seguida, pese-os e
calcule os rendimentos teórico e prático. Guarde o produto obtido em frasco
apropriado e descarte os resíduos produzidos nos frascos adequados.
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Prática 09Prática 09
Preparação do Ácido AcetilsalicílicoPreparação do Ácido Acetilsalicílico
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Prática 03a – RecristalizaçãoPrática 03a – Recristalização
OBJETIVO
Purificar a acetanilida através de uma recristalização, utilizando a água como
solvente.
PROCEDIMENTOPROCEDIMENTO
1. Pese aproximadamente de 4,0 g de acetanilida em um
béquer de 250 mL e, a seguir, adicione 80 mL de água
com o auxílio de uma proveta.
2. Aqueça a suspensão em uma chapa aquecedora,
agitando com um bastão de vidro, até dissolver o máximo
de sólido possível.
Dissolver acetanilida + impurezas
81
Dissolver acetanilida + impurezas
3. A seguir, filtre a solução em um funil comum, previamente
aquecido, utilizando uma pequena quantidade de
algodão como filtro.
Filtrar impurezas insolúveis
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Prática 09 – Preparação do Ácido AcetilsalicílicoPrática 09 – Preparação do Ácido Acetilsalicílico
PROCEDIMENTO
Em um balão de 125 mL coloque: 2,5 g de ácido
salicílico e 5 mL de anidrido acético adicionando
lentamente e sob agitação manual e 4 gotas de ácido
sulfúrico concentrado (H2SO4). Acrescente uma barra
magnética.
Adapte ao balão um condensador na posição de refluxo
82
(Figura A). Aqueça o balão contendo a mistura em
banho-maria a 50-60 °C com agitação magnética por 30
minutos.
Controle a temperatura do banho-maria com um
termômetro, como mostra a figura A.
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Prática 09 – Preparação do Ácido AcetilsalicílicoPrática 09 – Preparação do Ácido Acetilsalicílico
Decorrido o tempo, deixe resfriar lentamente, até chegar à temperatura
ambiente, quando será observada a formação de um precipitado branco.
Adicione, com agitação, 25 mL de água destilada gelada e faça uma
filtração a vácuo utilizando um funil de Büchner, lavando o precipitado com
(no máximo 50 mL) de água destilada gelada (Figura B).
83
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Prática 09 – Preparação do Ácido AcetilsalicílicoPrática 09 – Preparação do Ácido Acetilsalicílico
Recristalização do AAS
a) Aqueça 50 mL de água destilada em um becker de 100 mL e adicione o
produto (que está no funil de Büchner) em pequenas porções ao becker queproduto (que está no funil de Büchner) em pequenas porções ao becker que
contém a água,
agitando com um bastão de vidro, até que todo o
precipitado se dissolva. (temperatura em torno de 70 °C)
(Figura C).
b) Caso o material não se dissolva completamente, acrescente 2,5 mL
etanol (Figura D).
84
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Prática 09 – Preparação do Ácido AcetilsalicílicoPrática 09 – Preparação do Ácido Acetilsalicílico
c) Resfrie lentamente a solução em repouso, para que ocorra a
recristalização do AAS.
Quando o material atingir a temperatura ambiente, complete oQuando o material atingir a temperatura ambiente, complete o
resfriamento em banho de gelo (Figura E).
Transfira todo o material para o funil de Büchner e faça a filtração a vácuo,
lavando com água destilada gelada (máximo 60 mL) (Figura F).
85
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Prática 09 – Preparação do Ácido AcetilsalicílicoPrática 09 – Preparação do Ácido Acetilsalicílico
CASO EXISTAM IMPUREZAS INSOLÚVEIS EM SUSPENSÃO APÓS A DISSOLUÇÃO A
QUENTE
d) Filtre imediatamente o produto, ainda quente, em um erlenmeyer de
125 mL, usando funil comum pré-aquecido, contendo uma fina camada de125 mL, usando funil comum pré-aquecido, contendo uma fina camada de
algodão (Figura L).
86
Em seguida, conclua a recristalização utilizando os mesmos procedimentos
constantes nos itens (b), (c) e (d).
Finalmente, seque completamente os cristais de dibenzalacetona
purificada em estufa a 100 oC por 5 minutos. Em seguida, pese-os e
calcule os rendimentos teórico e prático. Guarde o produto obtido em frasco
apropriado e descarte os resíduos produzidos nos frascos adequados.
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Prática 09 – Preparação do Ácido AcetilsalicílicoPrática 09 – Preparação do Ácido Acetilsalicílico
ReaçãoReação dede ConfirmaçãoConfirmação
Em um tubo de ensaio, dissolva alguns cristais de ácido
salicílico em 1 mL de etanol.salicílico em 1 mL de etanol.
A seguir, adicione 3 gotas de cloreto férrico.
Agite a mistura e observe a cor produzida:
compostos fenólicos dão coloração azul, vermelho, violeta
ou verde quando em presença de íons Fe3+.
Repita o procedimento utilizando o produto da reação e
87
Repita o procedimento utilizando o produto da reação e
compare o resultado dos dois testes.
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Prática 03a – RecristalizaçãoPrática 03a – Recristalização
4. Deixe o sistema em repouso até atingir a temperatura
ambiente.
Dissolver acetanilida + impurezas
Caso a acetanilida não recristalize, coloque o erlenmeyer
para esfriar em um banho de gelo (com um pouco depara esfriar em um banho de gelo (com um pouco de
água) por 10 minutos.
5. Decorrido este tempo, filtre a vácuo os cristais fazendo
uso de papel de filtro, funil de Büchner e um kitassato.
Filtrar a acetanilida
89
6. Lave os cristais com 3 porções de 20 mL de água
destilada gelada e mantenha o sistema sob vácuo
durante 5 minutos. A solução remanescente contida no
kitassato, denominada "água mãe", deve ser
armazenada em um recipiente apropriado.
Remoção de impurezas sobre o sólido.
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Prática 03a – RecristalizaçãoPrática 03a – Recristalização
7. Pese os cristais em um vidro de relógio e calcule o
rendimento percentual.
8. Guarde o material recristalizado em um recipiente8. Guarde o material recristalizado em um recipiente
apropriado.
90
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Prática 03b – Determinação do Ponto de FusãoPrática 03b – Determinação do Ponto de Fusão
OBJETIVO
Determinar o ponto de fusão de substâncias puras e de uma substância
desconhecida.
PROCEDIMENTOPROCEDIMENTO
1. Adapte o tubo capilar com a amostra a um termômetro
utilizando uma liga de borracha, de modo que a ponta
inferior atinja aproximadamente a metade do bulbo de
mercúrio.
2. Mergulhe o termômetro no banho de fusão (Becker com
água, óleo ou glicerina em aquecimento). Em caso de
dúvida, consulte o professor a posição correta do capilar
no banho.
91
no banho.
3. Aqueça o banho em chapa aquecedora com agitação
magnética.
A agitação constante homogeneíza a temperatura
do banho.
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Prática 03b – Determinação do Ponto de FusãoPrática 03b – Determinação do Ponto de Fusão
4. O controle da temperatura do banho é realizado através da leitura no
termômetro.
5. Anote a temperatura marcada no termômetro no momento em que a
substância começar a fundir e observe a fusão completa (passagem do
estado sólido para o líquido). Essa é a temperatura de fusão da
substância.
6. Consulte a tabela abaixo, compare os valores de ponto de fusão
determinados com aqueles da tabela e identifique sua amostra.
92

Teoria das práticas CE0873

  • 1.
    DQOI - UFCProf. Nunes Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Departamento de Química Orgânica e Inorgânica CE0873 - Química Orgânica Experimental Teoria dasTeoria das Aulas PráticasAulas Práticas Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com 1 mar/2017
  • 2.
    DQOI - UFCProf. Nunes 15/mar - Biossegurança 22/mar - Discussão das Práticas (1-6) 29/mar - Encontros Universitários AulasAulas 29/mar - Encontros Universitários 05/abr - Prática 01 - Determinação de Álcool na gasolina e efeito salting-out 12/abr - Não haverá aula 19/abr - Prática 02 - Extração de óleo essencial e da Bixina a partir de fontes vegetais 26/abr - Prática 03 - Caracterização de grupos funcionais por testes químicos 03/mai - Prática 04 - Solubilidade de compostos orgânicos 10/mai - Prática 05 - Síntese da p-nitroacetanilida 17/mai - Avaliação 1 (Práticas Biossegurança + Práticas 1-5) 24/mai - Discussão das Práticas 31/mai - Prática 06 Síntese do cloreto de terc-butila 07/jun - Prática 07 - Síntese do ácido benzóico 14/jun - Prática 08 - Sintese da dibenzalacetona 21/jun - Prática 09 - Síntese do ácido acetilsalicílico 28/jun - Avaliação 2 (Práticas 6-9). 2
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    DQOI - UFCProf. Nunes Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Departamento de Química Orgânica e Inorgânica CE0873 - Química Orgânica Experimental Prática 00Prática 00 BiossegurançaBiossegurança Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com 3
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    DQOI - UFCProf. Nunes Em reunião realizada durante o I Workshop dos Professores da Área de Química Orgânica do DQOI, realizado nos dias 14 e 15 de dezembro de 2011, FICOU ESTABELECIDO que: Regimento InternoRegimento Interno Será tolerado o atraso de 10 (dez) minutos para a chegada do estudante. Depois deste tempo, o estudante não poderá participar da aula prática. O estudante só poderá participar da aula prática se estiver vestido adequadamente (calça comprida, jaleco, calçado fechado e óculos de segurança) e com o seu roteiro de aulas práticas. Cada equipe deverá ter, no máximo, 03 estudantes, exceto em alguma prática em particular.em particular. As práticas deverão seguir INVARIAVELMENTE o calendário estabelecido. Não será possível a realização de mais de uma prática em uma única aula. Não haverá reposição de aulas práticas para os estudantes faltosos. 4
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    DQOI - UFCProf. Nunes A. Segurança no laboratório A conscientização das responsabilidades, dos riscos, dos perigos e dos cuidados que devemos ter, são os pilares centrais da segurança. Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança cuidados que devemos ter, são os pilares centrais da segurança. Todavia, a conscientizaçãoconscientização destes pontos somente será importante se adotarmos uma postura profissional preocupada com nossa segurança e das demais pessoas que trabalham conosco no laboratório. Devemos ser obedientesobedientes àsàs regrasregras dede segurançasegurança e, o mais importante de tudo, é nos conscientizarmos de que acidente pode acontecer inclusive conosco. 5
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    DQOI - UFCProf. Nunes B. Segurança é, antes de tudo, responsabilidade sua. LaboratóriosLaboratórios químicosquímicos sãosão potencialmentepotencialmente locaislocais perigosos,perigosos, neles se encontram: líquidos inflamáveis, Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança líquidos inflamáveis, vidrarias frágeis, substâncias químicas tóxicas, e equipamentos que podem estar sob vácuo ou altas pressões, e acidentesacidentes nono laboratóriolaboratório podempodem terter conseqüênciasconseqüências sériassérias ee trágicastrágicas.. Felizmente, oo laboratóriolaboratório nãonão seráserá maismais perigosoperigoso queque umauma cozinhacozinha ou um banheiro se você estiver atento aos perigos potenciais, e trabalhar com a atenção e os cuidados devidos. 6
  • 7.
    DQOI - UFCProf. Nunes Algumas linhas gerais para segurança no laboratório são apresentadas nesta seção. Em adição a estes princípios, você deve estar familiarizado com as Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança Em adição a estes princípios, você deve estar familiarizado com as regras de segurança aplicadas pelos administradores de seu laboratório. Seu professor ou instrutor tem a responsabilidade te lhe advertir dos perigos associados com seu trabalho, e você deveria sempre consultá- lo caso você não esteja seguro acerca dos perigos potenciais em seu laboratório. Entretanto, a suasua própriaprópria segurançasegurança ee aa dede seusseus colegascolegas nono laboratório,laboratório, sãosão amplamenteamplamente determinadasdeterminadas pelaspelas suassuas práticaspráticas dede trabalhotrabalho. Sempre trabalhe seguramente, use seu bom senso, e se conforme com as regras de segurança. 7
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    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança EquipamentosEquipamentos dede ProteçãoProteção IndividualIndividual (EPI)(EPI) 8
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    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança HábitosHábitos IndividuaisIndividuais Lave as mãos antes de iniciar seu trabalho. Alerte o seu professor ou instrutor se você é alérgico a algum reagente.Alerte o seu professor ou instrutor se você é alérgico a algum reagente. Nunca: fume, coma, beba ou corra no laboratório. Nunca use cabelos longos soltos. Nunca jogue papel, fósforos, fitas de medição de pH ou qualquer outro sólido em pias para evitar entupimentos. 9 Sempre que terminar um experimento: desligue todos os aparelhos; lave todo o material; guarde todos os equipamentos, reagentes e vidrarias nos locais apropriados, deixe a bancada limpa e desobstruída.
  • 10.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança ConsideraçõesConsiderações GeraisGerais Torne-se familiar com o ambiente do laboratório. saiba onde ficam as saídas do laboratório, os extintores e cobertores para combate à incêndios, lava-olhos, chuveiro de segurança, estojopara combate à incêndios, lava-olhos, chuveiro de segurança, estojo de primeiros socorros e o telefone. também é muito importante verificar se as saídas do laboratório estão desobstruídas e se o chão está seco. Localize as saídas mais próximas que o levem para fora do prédio. Em caso de incêndio, sua primeira atitude é proteger-se de qualquer 10 Em caso de incêndio, sua primeira atitude é proteger-se de qualquer perigo e não extinguir o fogo. Em casocaso dede queimadurasqueimaduras comcom substânciassubstâncias químicasquímicas, as áreas da pele com as quais a substância teve contato devem ser imediatamente e completamente lavadas com sabão e água morna.
  • 11.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança ConsideraçõesConsiderações GeraisGerais Se substâncias químicas, em particular reagentes corrosivos ou quentes, entram em contato com os olhos, imediatamente inunde os olhos com água.imediatamente inunde os olhos com água. Em casocaso dede cortescortes, se estes forem de pequenas extensões e profundidades podem ser tratadas com procedimentos de primeiros socorros. Quando se tratar de cortescortes maismais extensosextensos e/oue/ou profundosprofundos, um atendimento médico profissional deve ser procurado. 11 Em caso de derramamento de substâncias químicas, limpe imediatamente.
  • 12.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança ConsideraçõesConsiderações GeraisGerais Verificar as mangueirasmangueiras ee conexõesconexões para prevenir vazamentos. Sempre que for utilizarutilizar umum aparelhoaparelho elétricoelétrico, certifique-se da voltagem do mesmo antes de ligá-lo à rede elétrica. 12
  • 13.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança CuidadosCuidados comcom vidrariasvidrarias Sempre verifique atentamente se as vidrarias que você utilizará possuem imperfeições (rachaduras, trincas, arestas cortantes) que poderão resultar em acidentes.poderão resultar em acidentes. se você detectar imperfeições em sua vidraria, consulte seu professor ou instrutor imediatamente para efetuar a substituição da mesma. As vidrarias inadequadas para o uso devem ser descartadas em um recipiente devidamente rotulado para vidros quebrados e vidros descartáveis. 13 vidros descartáveis. Não tente colocar tubos de vidro e termômetros em rolhas ou mangueiras, sem antes lubrificá-los com vaselina e proteger as mãos com luvas apropriadas ou toalha de pano.
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    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança CuidadosCuidados comcom osos reagentesreagentes ConheçaConheça asas propriedadespropriedades dasdas substânciassubstâncias utilizadas nos experimentos. o conhecimento das propriedades das substâncias que você utilizará em seus experimentos lhe ajudará a tomar as devidasutilizará em seus experimentos lhe ajudará a tomar as devidas precauções quando manuseá-las, minimizando os riscos de acidentes. MANUSEIE TODAS AS SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS COM MUITO CUIDADO! Propriedades físicas e químicas, informações toxicológicas e 14 Propriedades físicas e químicas, informações toxicológicas e ecológicas, periculosidades, dentre outras informações importantes são encontradas em fichas de segurança de materiais, as quais podem ser facilmente localizadas na Internet através de “sites” de busca digitando-se “Material Safety Data Sheets” ou simplesmente a sigla MSDS.
  • 15.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança CuidadosCuidados comcom osos reagentesreagentes Sempre use luvas para manusear reagentes químicos. em caso de contatocontato comcom dada pelepele comcom substânciassubstâncias químicasquímicas,em caso de contatocontato comcom dada pelepele comcom substânciassubstâncias químicasquímicas, você deve lavar a área atingida com água e sabão. nuncanunca useuse solventessolventes orgânicos,orgânicos, tais como etanol e acetona, para enxaguar a área afetada, pois estes solventes podem aumentar a absorção das substâncias pela pele. Sempre use luvas para manusear reagentes químicos. 15 Evite o uso de chamas. NuncaNunca descartedescarte líquidos orgânicos inflamáveis e imiscíveis em água, em ralos ou piapia.
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    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança CuidadosCuidados comcom osos reagentesreagentes EviteEvite inalarinalar vaporesvapores de substâncias orgânicas e inorgânicas. Leia cuidadosamente o rótulo do frasco antes de utilizá-lo. Ao utilizar uma substância sólida ou líquida dos frascos de reagentes, pegue-o de modo que sua mão proteja o rótulo e incline-o de modo que o fluxo escoe do lado oposto ao rótulo. 16 Muito cuidado com as tampas e os batoques dos frascos, não permita que eles sejam contaminados ou contaminem-se.
  • 17.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 00 - BiossegurançaPrática 00 - Biossegurança ManuseioManuseio dede SoluçõesSoluções Certifique-se da concentração e da data de preparação de uma solução antes de usá-la. Não pipete aspirando com a boca qualquer substância no laboratório, nem mesmo água destilada. Não use o mesmo equipamento volumétrico para medir simultaneamente soluções diferentes. 17 Volumes de soluções padronizadas, tiradas dos recipientes de origem e não utilizadas, devem ser descartados e nunca serem retornados ao recipiente de origem.
  • 18.
    DQOI - UFCProf. Nunes Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Departamento de Química Orgânica e Inorgânica CE0873 - Química Orgânica Experimental Prática 01Prática 01 Determinação de Álcool na gasolina eDeterminação de Álcool na gasolina e EfeitoEfeito SaltingSalting--outout Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com 18
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    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 01Prática 01 Determinação de Álcool na gasolina e EfeitoDeterminação de Álcool na gasolina e Efeito SaltingSalting--outout http://www.quimica.ufc.br/fim 19
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    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 01Prática 01 Determinação de Álcool na gasolina e EfeitoDeterminação de Álcool na gasolina e Efeito SaltingSalting--outout 20
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    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 01a – Determinação do Teor de Álcool na GasolinaPrática 01a – Determinação do Teor de Álcool na Gasolina OBJETIVO Determinar o teor de álcool na gasolina. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 1. Com o auxílio de pipetas coloque 5 mL de gasolina comum em uma proveta de 10 mL e complete o volume dessa proveta com a solução saturada de NaCl. 2. Feche a proveta, segurando firmemente para evitar vazamentos, misturar os líquidos invertendo a proveta por várias vezes. 3. Mantenha a proveta em repouso até a separação das duas fases. 21 3. Mantenha a proveta em repouso até a separação das duas fases. 4. Leia o volume de ambas as fases e anote. 5. Calcule a porcentagem (%) de álcool na gasolina.
  • 22.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 01a – Determinação do Teor de Álcool na GasolinaPrática 01a – Determinação do Teor de Álcool na Gasolina + NaClGasolina+Álcool 22
  • 23.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 01b – Efeito Salting-outPrática 01b – Efeito Salting-out OBJETIVO Estudar o efeito salting out. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 1. Adicione 15 mL de água e de uma gota de corante a um tubo de ensaio de 50 mL,tampe-o com uma rolha, e misture o conteúdo por inversão. 2. Destampe o tubo e adicione 15 mL de álcool isopropílico 70% em seguida tampe o tubo com uma rolha e misture o conteúdo por inversão. 23 seguida tampe o tubo com uma rolha e misture o conteúdo por inversão. 3. Destampe o tubo e adicione 7 g de sulfato de amônio finamente dividido, e misture o conteúdo agitando-o vigorosamente durante 10 segundos. Duas camadas distintas devem se formar após 20 segundos de repouso. Se possível, tire fotos a cada 2 segundos. 4. Anote os resultados para discuti-los em nossa aula teórica.
  • 24.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 01b – Efeito Salting-outPrática 01b – Efeito Salting-out OBJETIVO Estudar o efeito salting out. 24
  • 25.
    DQOI - UFCProf. Nunes Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Departamento de Química Orgânica e Inorgânica CE0873 - Química Orgânica Experimental Prática 02Prática 02 Extração de óleo essencial e daExtração de óleo essencial e da BixinaBixina aa partir de fontes vegetaispartir de fontes vegetais Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com 25
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    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 02a – Extração de Óleo EssencialPrática 02a – Extração de Óleo Essencial OBJETIVOS 1. Realizar a extração de óleos essenciais pelo processo de hidrodestilação. 2. Caracterização de grupamentos funcionais presentes, como alcenos através dos testes de bromo e de Baeyer, além da caracterização de compostosdos testes de bromo e de Baeyer, além da caracterização de compostos carbonílicos (aldeídos ou cetonas) usando o teste da 2,4-dinitrofenilhidrazina. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 1. Pese o material vegetal a ser extraído pela sua equipe e transfira-o para um balão de 2 L. 2. Com auxílio de um becker adicione água 26 2. Com auxílio de um becker adicione água destilada ao balão até a imersão do material vegetal (1 L). 3. A seguir, posicione o balão em uma manta de aquecimento.
  • 27.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 02a – Extração de Óleo EssencialPrática 02a – Extração de Óleo Essencial 4. Ligue o sistema de extração previamente montado pela técnica e deixe-o ligado por aproximadamente 50 minutos, retirando, se necessário, a água acumulada no dosador com um erlenmeyer. 5. Decorrido o tempo de extração, desliguedesligue oo sistemasistema, espereespere oo seuseu resfriamentoresfriamento porpor umum períodoperíodo dede aproximadamenteaproximadamente 1010 minutosminutos e meça a quantidade do óleo essencial obtido no próprio doseador (fase superior). 6. Abra a torneira e separe o hidrolato (fase inferior) do óleo essencial (fase superior). Trate o óleo obtido com sulfato 27 essencial (fase superior). Trate o óleo obtido com sulfato de sódio (Na2SO4) e pese-o para o cálculo de rendimento percentual. 7. Guarde o óleo extraído no refrigerador a fim de evitar a sua volatilidade e/ou oxidação
  • 28.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 02a – Extração de Óleo EssencialPrática 02a – Extração de Óleo Essencial 7. Faça os testes de caracterização, mostrados abaixo, para o óleo essencial extraído: Prepare 3 tubos de ensaio (A, B e C) de acordo com a tabela abaixo e anote os resultados.anote os resultados. 28
  • 29.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 02b – Extração da Bixina da Semente do UrucumPrática 02b – Extração da Bixina da Semente do Urucum Uma sementesemente dede urucumurucum é composta de vários constituintes, dentre eles a bixinabixina. 29 Devido ao seu caráter ácido, pode ser extraída seletivamente da semente com uma solução básica, a qual gerará o salsal dede bixinabixina solúvel em água.
  • 30.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 02b – Extração da Bixina da Semente do UrucumPrática 02b – Extração da Bixina da Semente do Urucum OBJETIVO Extrair a bixina a partir de uma solução alcalina de sementes de urucum, usando a técnica de extração líquido-líquido. 30 NaOH
  • 31.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 02b – Extração da Bixina da Semente do UrucumPrática 02b – Extração da Bixina da Semente do Urucum PROCEDIMENTO 1. Com o auxílio de uma pipeta graduada, meça 10 mL de solução alcalina de sementes de urucum e transfira-a para um funil de separação (Figura A). 2. A seguir, adicione ao mesmo funil 10 mL de clorofórmio com o auxílio de outra pipeta graduada (Figura B). 31
  • 32.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 02b – Extração da Bixina da Semente do UrucumPrática 02b – Extração da Bixina da Semente do Urucum PROCEDIMENTO 3. Tampe o funil de separação e agite-o cuidadosamente, com movimentos leves (Figura C). Este processo deve ser acompanhado de repetidas liberações dos gases que se formam. Consegue-se isto virando o funil deliberações dos gases que se formam. Consegue-se isto virando o funil de separação e abrindo a torneira (Figura D). 4. Ponha o funil de separação novamente na argola e deixe-o em repouso até que ocorra separação das duas fases (Figura E). 32
  • 33.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 02b – Extração da Bixina da Semente do UrucumPrática 02b – Extração da Bixina da Semente do Urucum PROCEDIMENTO 5. Recolha e guarde a fase orgânica (inferior) em um erlenmeyer, para posterior comparação com a próxima extração. 6. Acidifique a fase aquosa que ficou no funil até pH = 1, utilizando aproximadamente 2,0 mL de solução de HCl a 10% (teste o pH, utilizando papel de pH). 33 papel de pH).
  • 34.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 02b – Extração da Bixina da Semente do UrucumPrática 02b – Extração da Bixina da Semente do Urucum 7. Extraia a bixina da solução acidificada com 10 mL de clorofórmio. Recolha a fase orgânica (inferior) em outro erlenmeyer limpo. 8. Compare com as fases orgânicas recolhidas nas duas extrações com clorofórmio (meio básico e meio ácido). 34
  • 35.
    DQOI - UFCProf. Nunes Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Departamento de Química Orgânica e Inorgânica CE0873 - Química Orgânica Experimental Prática 03Prática 03 Caracterização de grupos funcionais porCaracterização de grupos funcionais por testes químicostestes químicos Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com 35
  • 36.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais OBJETIVO Caracterizar e identificar diferentes grupos funcionais através de testes químicos. alceno Metil-Ar Alcano C 3o Alcino ROH 1o ROH 2o ROH 3o Cetona Metil cetonas RCHO ArOH Ésteres Bromo Bayer Lucas Jones 2,4-DFH CHI 36 CHI3 Tollens Fenóis Ésteres
  • 37.
    DQOI - UFCProf. Nunes Br2, CCl4 (vermelho) Br Br , CCl Br Br insaturações falsos resultados Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais Teste do BromoTeste do Bromo (vermelho) tolueno brometo de benzila (incolor) Br2, CCl4 (vermelho) 2-metilpropano 2-bromo-2-metilpropano (incolor) ∆ ou hν ∆ ou hν Br Br2, CCl4 (vermelho) Br Br Br2, CCl4 (vermelho) Br Br Br Br incolor incolor 37 (incolor) hexano hexeno coloração permanece descolore
  • 38.
    DQOI - UFCProf. Nunes KMnO4 frio HO- , H2O (violeta) OH OH cicloexeno 1,2-cicloexadiol MnO2 (marrom) + Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais Teste do BayerTeste do Bayer KMnO4 frio HO- , H2O (violeta) O O MnO2 (marrom) + 2-pentino pentano-2,3-diona KMnO4 frio HO-, H2O (violeta) X 38 tolueno 2-metilpropano (violeta) KMnO4 frio HO-, H2O (violeta) X X alceno/alcino
  • 39.
    DQOI - UFCProf. Nunes OH ZnCl/HCl Cl Reação rápida: Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais Teste do LucasTeste do Lucas 2-metil-2-propanol 2-cloro-2-metilpropano Reação lenta: OH ZnCl/HCl 2-propanol Cl 2-cloropropano 39 Reação muito lenta: OH ZnCl/HCl etanol Cl cloroetano 1o 2o 3o Após aquecimento Rápido
  • 40.
    DQOI - UFCProf. Nunes + 3 CrO3 + H2SO4 R O HR OH R O OH + Cr2(SO4)3 Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais Teste de JonesTeste de Jones R R OH álcoois 2o álcoois 1o OH + 3 CrO3 + H2SO4 R O R + Cr2(SO4)3 40 XR R álcoois 3o + 3 CrO3 + H2SO4 1o 2o 3o
  • 41.
    DQOI - UFCProf. Nunes O O2N N H O2N NO Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais Teste da 2,4Teste da 2,4--dinitroidrazinadinitroidrazina R R R O H cetonas NO2NHH2N+ O2N NO2NHH2N+ R N R N NO2 N N H O2N NO2 41 aldeídos R H
  • 42.
    DQOI - UFCProf. Nunes R O metilcetonas + 3 I2 + 4 NaOH R O O- +Na + CHI3 + 3 NaI + 3 H2O iodofórmio Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais Teste do IodofórmioTeste do Iodofórmio R O R cetonas + X3 I2 + 4 NaOH R O O- + Na + CHI3 + 3 NaI + 3 H2O iodofórmio R O metilcetonas + 3 I2 + 4 NaOH R O O- + Na + CHI3 + 3 NaI + 3 H2O iodofórmio 42 R OH 3 I2 + 4 NaOH álcoois secundários
  • 43.
    DQOI - UFCProf. Nunes R O R cetonas + 2 [Ag(NH3)2]OH X Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais Teste deTeste de TollensTollens espelho de prataespelho de prata R O H aldeídos + 2 [Ag(NH3)2]OH R O O- + NH4 + Ago + 3 NH3 + H2O 43 aldeído cetona
  • 44.
    DQOI - UFCProf. Nunes OHO + [Fe(H2O)6]3+ Fe(H2O)3(OAr)3 + 3 H3O+ ácido salicílico Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais Teste de FenóisTeste de Fenóis X ácido salicílico AS OO O + [Fe(H2O)6]3+ Fe(H2O)3(OAr)3 + 3 H3O+ ácido acetilsalicílico AAS 44 AS AAS Tolueno + [Fe(H2O)6]3+ Fe(H2O)3(OAr)3 + 3 H3O+ tolueno X
  • 45.
    DQOI - UFCProf. Nunes H2NOH.HCl (cloridrato de hidroxilamina) O O O N O- + Na H + OH HCl O N OH H Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais Teste de ÉsteresTeste de Ésteres O N OH H 3 FeCl3 O N O H Fe 3 OHO OO O 45 AAS AS Tolueno ácido salicílico AS ácido acetilsalicílico AAS tolueno
  • 46.
    DQOI - UFCProf. Nunes alceno Metil-Ar Alcano C 3o Alcino ROH 1o ROH 2o ROH 3o Cetona Metil cetonas RCHO ArOH Ésteres Bromo Bayer Prática 03 – Caracterização de Grupos FuncionaisPrática 03 – Caracterização de Grupos Funcionais Bayer Lucas Jones 2,4-DFH CHI3 Tollens Fenóis 46 Fenóis Ésteres
  • 47.
    DQOI - UFCProf. Nunes Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Departamento de Química Orgânica e Inorgânica CE0873 - Química Orgânica Experimental Prática 04Prática 04 Solubilidade, Acidez eSolubilidade, Acidez e BasicidadeBasicidade de Compostos Orgânicosde Compostos Orgânicos Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com 47
  • 48.
    DQOI - UFCProf. Nunes Para realizar os testes, proceda da seguinte maneira: Coloque 0,5 mL ou 0,1 g (recebido previamente pesado) da amostra em um tubo de ensaio e adicione 3 mL de água destilada (Figura A). Prática 04 - Solubiliade, Acidez e BasicidadePrática 04 - Solubiliade, Acidez e Basicidade um tubo de ensaio e adicione 3 mL de água destilada (Figura A). Agite vigorosamente e verifique se a amostra é solúvel. 48 Se o composto for solúvel em água, faça o teste de pH (utilize um bastão de vidro para molhar o papel de pH com uma gota da solução) (Figura B). Caso a amostra não se dissolva em água, abandone o tubo de ensaio em análise, prepare outro tubo com o mesmo composto e repita o teste utilizando outro solvente (o solvente seguinte na sequência para baixo, ou lado, no fluxograma).
  • 49.
    DQOI - UFCProf. Nunes Se o composto for solúvel em água, faça o teste de pH (utilize um bastão de vidro para molhar o papel de pH com uma gota da solução) (Figura B). Prática 04 - Solubiliade, Acidez e BasicidadePrática 04 - Solubiliade, Acidez e Basicidade Amostra solúvel pH < 7 pH > 7pH = 7 H2O papel indicador • compostos 1-5 carbonos • façam ligações de hidrogênio 49 Caso a amostra não se dissolva em água, abandone o tubo de ensaio em análise, prepare outro tubo com o mesmo composto e repita o teste utilizando outro solvente (o solvente seguinte na sequência para baixo, ou lado, no próximo fluxograma). ácidos neutros bases
  • 50.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 04 - Solubiliade, Acidez e BasicidadePrática 04 - Solubiliade, Acidez e Basicidade Amostra H2O H2O • compostos 1-5 carbonos • façam ligações de hidrogênio • compostos + 5 carbonos • não façam ligações de hidrogênio Para cada teste, um tubo de ensaio limpo deverá ser utilizado. solúvel insolúvel pH < 7 pH > 7pH = 7 ácidos neutros bases solúvel insolúvel NaOH 5% NaHCO 5% HCl 5% solúvel insolúvel papel indicador ácidos • façam ligações de hidrogênio • não façam ligações de hidrogênio 50 NaHCO3 5% solúvel insolúvel ácido forte ácido fraco solúvel insolúvel bases H2SO4 conc solúvel insolúvel compostos neutros compostos inertes ácidos compostos neutros e inertes
  • 51.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 04 - Solubiliade, Acidez e BasicidadePrática 04 - Solubiliade, Acidez e Basicidade 51
  • 52.
    DQOI - UFCProf. Nunes Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Departamento de Química Orgânica e Inorgânica CE0873 - Química Orgânica Experimental Prática 05Prática 05 Preparação daPreparação da pp--NitroacetanilidaNitroacetanilida Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com 52
  • 53.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 05 – Preparação da p-nitroacetanilidaPrática 05 – Preparação da p-nitroacetanilida OBJETIVO Determinar o ponto de fusão de substâncias puras e de uma substância desconhecida. PROCEDIMENTO 1. A um becker seco de 100 mL, adicione aproximadamente 2,5g (anote todos os dígitos) de acetanilida seca e pulverizada (Figura A). A seguir, adicione 3,0 mL de ácido acético glacial, e agite com um bastão de vidro para obter uma suspensão (Figura B). Adicione, sob agitação constante, 6,25mL de 53 uma suspensão (Figura B). Adicione, sob agitação constante, 6,25mL de H2SO4 concentrado (a mistura tornar-se-á quente e límpida). (Figura C)
  • 54.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 05 – Preparação da p-nitroacetanilidaPrática 05 – Preparação da p-nitroacetanilida PROCEDIMENTO 2. Resfrie a mistura reacional em banho de gelo triturado e sal até que a temperatura chegue a 0-2 oC (A temperatura dever ser medida com o termômetro imerso na solução). 3. Adicione à solução, ainda imersa em banho de gelo, lentamente e com agitação constante, 2,3 mL da mistura nitrante resfriada (1,4 mL de HNO3 concentrado e 0,9 mL de H2SO4 concentrado) já 54 concentrado e 0,9 mL de H2SO4 concentrado) já preparada pelo técnico do laboratório e mantida em um tudo de ensaio na geladeira. IMPORTANTE! A adição da solução nitrante deve ser realizada lentamente para garantir que a temperatura reacional não ultrapasse 10oC
  • 55.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 05 – Preparação da p-nitroacetanilidaPrática 05 – Preparação da p-nitroacetanilida PROCEDIMENTO 4. Terminada a adição, deixe a mistura reacional em repouso à temperatura ambiente por 20 minutos. 5. Em um becker de 100 mL, pese 25 g de gelo picado e adicione sobre a mistura reacional, com agitação vigorosa, utilizando bastão de vidro. Haverá a precipitação do produto. 55 6. Deixe em repouso por 5 minutos e filtre à vácuo.
  • 56.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 05 – Preparação da p-nitroacetanilidaPrática 05 – Preparação da p-nitroacetanilida PROCEDIMENTO 6. Lave os cristais com três porções de 250 mL água gelada descartando-a logo após cada filtração. 7. Meça o pH a partir de terceira lavagem até que o pH da água adicionada seja igual ao pH da água recolhida no kitassato, isto é, até que o pHpH da água recolhida esteja entre 66--77 (500 - 750 mL). indicativo de que impurezas ácidas não mais estão presentes no sólido. 56
  • 57.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 05 – Preparação da p-nitroacetanilidaPrática 05 – Preparação da p-nitroacetanilida Recristalização da p-nitroacetanilida. 1. Dissolva o sólido obtido anterioriormente em álcool etílico (aproximadamente 20 mL) em ebulição (utilize uma placa de aquecimento para aquecer o álcool).uma placa de aquecimento para aquecer o álcool). Caso existam impurezas insolúveis, filtre a solução quente em um funil pré-aquecido em chapa ou em estufa e recolha o filtrado em um Becker de 100 mL (Figura I). 2. Deixe em repouso até que a p-nitroacetanilida recristalize. Filtre os cristais em funil de Büchner 57 3. Filtre os cristais em funil de Büchner, lavando com álcool etílico gelado (no máximo 20 mL). 4. Escorra bem e seque em estufa a 100 oC por 5 minutos. 5. Pese o produto seco e calcule o rendido obtido na reação.
  • 58.
    DQOI - UFCProf. Nunes Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Departamento de Química Orgânica e Inorgânica CE0873 - Química Orgânica Experimental Prática 06Prática 06 Preparação do Cloreto dePreparação do Cloreto de tercterc--ButilaButila Cl Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com 58
  • 59.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 06 – Preparação do Cloreto de terc-ButilaPrática 06 – Preparação do Cloreto de terc-Butila PROCEDIMENTO 1. Com o auxílio de uma pipeta graduada, meça 10 mL de álcool terc-butílico e transfira para um funil de separação (Figura A). 2. Esta parte e a seguinte do procedimento deverão ser realizadas na capela. 59 ser realizadas na capela. 3. Com cuidado e vagarosamente, adicione 15 mL de ácido clorídrico concentrado ao funil de separação (Figura B).
  • 60.
    DQOI - UFCProf. Nunes Feche o funil e o agite suavemente (Figura C), durante 20 minutos, tomando o cuidado de aliviar a pressão interna depois de cada agitação (Figura D). Prática 06 – Preparação do Cloreto de terc-ButilaPrática 06 – Preparação do Cloreto de terc-Butila Deixe a mistura em repouso até que as duas fases estejam 60 Deixe a mistura em repouso até que as duas fases estejam nitidamente separadas (Figura E).
  • 61.
    DQOI - UFCProf. Nunes Separe a fase inferior (ácida) e a descarte imediatamente em frasco apropriado disposto na capela (Figura F). Prática 06 – Preparação do Cloreto de terc-ButilaPrática 06 – Preparação do Cloreto de terc-Butila Ao funil que ainda contém a fase superior, adicione 15 mL de uma solução 5% de bicarbonato de sódio (NaHCO3) (Figura G), agite durante alguns instantes (Figura H), deixe que as fases se separem e descartar a fase aquosa (NaCl) inferior (Figura I) em frasco apropriado. 61
  • 62.
    DQOI - UFCProf. Nunes Ao funil que ainda contém a fase superior, adicione 15 mL de água destilada (Figura J), agite durante alguns instantes (Figura K), deixe que as fases se separem e descarte a fase aquosa inferior (Figura L). Prática 06 – Preparação do Cloreto de terc-ButilaPrática 06 – Preparação do Cloreto de terc-Butila Transfira a fase superior do funil (cloreto de terc-butila) para um béquer de 50 mL (Figura M). 62
  • 63.
    DQOI - UFCProf. Nunes Adicione ao becker, uma quantidade suficiente de sulfato de sódio anidro para eliminar traços de água ainda presentes (Figura N). Prática 06 – Preparação do Cloreto de terc-ButilaPrática 06 – Preparação do Cloreto de terc-Butila Decante a fase líquida em um Becker pequeno (Figura O). 63
  • 64.
    DQOI - UFCProf. Nunes Pese sua amostra e junte-a com as amostras dos demais grupos em um balão de fundo redondo para realizar uma única destilação. Monte um sistema de destilação simples, lembrando-se de adicionar Prática 06 – Preparação do Cloreto de terc-ButilaPrática 06 – Preparação do Cloreto de terc-Butila Monte um sistema de destilação simples, lembrando-se de adicionar algumas pedras de ebulição ao balão (3 ou 4). Em seguida, destile o produto reacional. 64
  • 65.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 06 – Preparação do Cloreto de terc-ButilaPrática 06 – Preparação do Cloreto de terc-Butila Teste de confirmação Quando o cloreto de terc-butila reage com o íon hidróxido (OH-), este substitui o íon cloreto que é liberado no meio. O íon cloreto pode ser caracterizado no meio através de uma reação de precipitação, na qual o íon cloreto reage com o íon prata para formar um sal insolúvel, o cloreto de prata (AgCl). Em um tubo de ensaio, adicione 5 gotas do material recém-preparado e 5 mL de uma solução 5% de hidróxido de potássio (KOH). 65 de uma solução 5% de hidróxido de potássio (KOH). Com cuidado, aqueça o tubo na lamparina por 2 minutos.
  • 66.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 06 – Preparação do Cloreto de terc-ButilaPrática 06 – Preparação do Cloreto de terc-Butila Teste de confirmação 66 (AgCl)
  • 67.
    DQOI - UFCProf. Nunes Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Departamento de Química Orgânica e Inorgânica CE0873 - Química Orgânica Experimental Prática 07Prática 07 Preparação do Ácido BenzóicoPreparação do Ácido Benzóico Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com 67
  • 68.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 07 – Preparação do Ácido BenzóicoPrática 07 – Preparação do Ácido Benzóico Em um erlenmeyer de 125 mL, contendo uma barra magnética, adicione 1,2 mL de acetofenona e 40 mL de hipoclorito de sódio 5%. Em seguida, com o auxílio de um agitador magnético, agitar a mistura reacional por 30 minutos à temperatura ambiente (Figura 1). 68
  • 69.
    DQOI - UFCProf. Nunes Posteriormente, adicione 0,3 g de sulfito de sódio para reagir com hipoclorito de sódio remanescente. Agite novamente a mistura por aproximadamente 15 minutos. Prática 07 – Preparação do Ácido BenzóicoPrática 07 – Preparação do Ácido Benzóico Agite novamente a mistura por aproximadamente 15 minutos. Transfira a mistura resultante para um funil de separação e extraia com de 30 mL de acetato de etila, agitando o funil e liberando a pressão a cada agitação (Figura 2). 69
  • 70.
    DQOI - UFCProf. Nunes Reserve a fase aquosa (fase inferior) em um Becker. Descarte a fase orgânica (fase superior) em frasco apropriado. Prática 07 – Preparação do Ácido BenzóicoPrática 07 – Preparação do Ácido Benzóico Retorne a fase aquosa, contida no Becker, ao funil de separação e adicione mais 30 mL de acetato de etila e repita o procedimento de extração (Figura 3). 70
  • 71.
    DQOI - UFCProf. Nunes Recolha a fase aquosa (fase inferior) em um Becker e descarte a fase orgânica (fase superior) em frasco apropriado. O solvente orgânico (acetato de etila) removerá o clorofórmio formado no meio reacional e a acetofenona que não reagiu. Prática 07 – Preparação do Ácido BenzóicoPrática 07 – Preparação do Ácido Benzóico formado no meio reacional e a acetofenona que não reagiu. Em seguida, adicione à fase aquosa contida no Becker, 10 mL de uma solução de HCl 3 M com o auxílio de uma pipeta graduada (Figura 4). 71
  • 72.
    DQOI - UFCProf. Nunes Coloque o becker em banho de gelo por 15 minutos. Um sólido branco (ácido benzóico) deverá aparecer. Prática 07 – Preparação do Ácido BenzóicoPrática 07 – Preparação do Ácido Benzóico Faça uma filtração a vácuo do sólido obtido em funil de Büchner, lavando com (no máximo 60 mL) de água destilada gelada (Figura 5). 72
  • 73.
    DQOI - UFCProf. Nunes Seque o produto em estufa a 100 oC por cerca de 5 minutos. E finalmente, pese o produto e calcule os rendimentos teórico e prático da reação. Prática 07 – Preparação do Ácido BenzóicoPrática 07 – Preparação do Ácido Benzóico da reação. Determine o ponto de fusão do ácido benzóico obtido pelo método capilar e compare com o valor relatado na literatura (122 oC). 73
  • 74.
    DQOI - UFCProf. Nunes Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Departamento de Química Orgânica e Inorgânica CE0873 - Química Orgânica Experimental Prática 08Prática 08 Preparação daPreparação da DibenzalacetonaDibenzalacetona Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com 74
  • 75.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 08 – Preparação da DibenzalacetonaPrática 08 – Preparação da Dibenzalacetona PROCEDIMENTO Em um erlenmeyer de 125 mL (Figura A) adicione com o auxílio de uma pipeta graduada, 2,5 ml benzaldeído e 1 mL acetona em 25 mL de etanol. Acrescente 5 mL de uma solução de hidróxido de sódio a 10% (Figura B), 20 mL de água destilada e uma barra magnética (Figura C). Tampe o frasco com um béquer e mantenha sob agitação magnética durante 10 minutos. De tempo em tempo alivie a pressão, destampando o frasco Figura D 75 (Figura D).
  • 76.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 08 – Preparação da DibenzalacetonaPrática 08 – Preparação da Dibenzalacetona Transcorrido o tempo reacional de 10 minutos, deixe a mistura em repouso durante mais 10 minutos com agitação manual ocasional. Em seguida coloque o erlenmeyer com o produto reacional em umEm seguida coloque o erlenmeyer com o produto reacional em um banho de gelo e aguarde a completa precipitação do produto (Figura E). Transcorrida a precipitação, faça uma filtração a vácuo utilizando um funil de Büchner, contendo dois papéis de filtro. Lave o produto com pequenas porções de água destilada e gelada.(no máximo 100 mL) (Figura F). 76
  • 77.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 08 – Preparação da DibenzalacetonaPrática 08 – Preparação da Dibenzalacetona RecristalizaçãoRecristalização dada DibenzalacetonaDibenzalacetona ProduzidaProduzida a) Transfira o produto obtido para um Becker de 100 mL (Figura G). Aqueça 20 mL de álcool em outro becker de 100 mL e adicione o produto em pequenas porções ao etanol quente até a dissolução completa da dibenzalacetona (Figura H). 77
  • 78.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 08 – Preparação da DibenzalacetonaPrática 08 – Preparação da Dibenzalacetona b) Após a dissolução, deixe a solução resfriar lentamente e em repouso para que ocorra a recristalização da dibenzalacetona. Quando o material atingir a temperatura ambiente, complete o resfriamento em um banho de gelo (Figura I).de gelo (Figura I). c) Prepare um sistema de filtração a vácuo, colocando dois papeis de filtro 78 c) Prepare um sistema de filtração a vácuo, colocando dois papeis de filtro no funil de Büchner. d) Transfira todo o material para o funil de Büchner e faça a filtração a vácuo. Se necessário utilize o etanol da filtração (água mãe) para lavagem do erlenmeyer (Figura J).
  • 79.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 08 – Preparação da DibenzalacetonaPrática 08 – Preparação da Dibenzalacetona CASO EXISTAM IMPUREZAS INSOLÚVEIS EM SUSPENSÃO APÓS A DISSOLUÇÃO A QUENTE e) Filtre imediatamente o produto, ainda quente, em um erlenmeyer de 125 mL, usando funil comum pré-aquecido, contendo uma fina camada de125 mL, usando funil comum pré-aquecido, contendo uma fina camada de algodão (Figura L). 79 Em seguida, conclua a recristalização utilizando os mesmos procedimentos constantes nos itens (b), (c) e (d). Finalmente, seque completamente os cristais de dibenzalacetona purificada em estufa a 100 oC por 5 minutos. Em seguida, pese-os e calcule os rendimentos teórico e prático. Guarde o produto obtido em frasco apropriado e descarte os resíduos produzidos nos frascos adequados.
  • 80.
    DQOI - UFCProf. Nunes Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Departamento de Química Orgânica e Inorgânica CE0873 - Química Orgânica Experimental Prática 09Prática 09 Preparação do Ácido AcetilsalicílicoPreparação do Ácido Acetilsalicílico Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com 80
  • 81.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 03a – RecristalizaçãoPrática 03a – Recristalização OBJETIVO Purificar a acetanilida através de uma recristalização, utilizando a água como solvente. PROCEDIMENTOPROCEDIMENTO 1. Pese aproximadamente de 4,0 g de acetanilida em um béquer de 250 mL e, a seguir, adicione 80 mL de água com o auxílio de uma proveta. 2. Aqueça a suspensão em uma chapa aquecedora, agitando com um bastão de vidro, até dissolver o máximo de sólido possível. Dissolver acetanilida + impurezas 81 Dissolver acetanilida + impurezas 3. A seguir, filtre a solução em um funil comum, previamente aquecido, utilizando uma pequena quantidade de algodão como filtro. Filtrar impurezas insolúveis
  • 82.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 09 – Preparação do Ácido AcetilsalicílicoPrática 09 – Preparação do Ácido Acetilsalicílico PROCEDIMENTO Em um balão de 125 mL coloque: 2,5 g de ácido salicílico e 5 mL de anidrido acético adicionando lentamente e sob agitação manual e 4 gotas de ácido sulfúrico concentrado (H2SO4). Acrescente uma barra magnética. Adapte ao balão um condensador na posição de refluxo 82 (Figura A). Aqueça o balão contendo a mistura em banho-maria a 50-60 °C com agitação magnética por 30 minutos. Controle a temperatura do banho-maria com um termômetro, como mostra a figura A.
  • 83.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 09 – Preparação do Ácido AcetilsalicílicoPrática 09 – Preparação do Ácido Acetilsalicílico Decorrido o tempo, deixe resfriar lentamente, até chegar à temperatura ambiente, quando será observada a formação de um precipitado branco. Adicione, com agitação, 25 mL de água destilada gelada e faça uma filtração a vácuo utilizando um funil de Büchner, lavando o precipitado com (no máximo 50 mL) de água destilada gelada (Figura B). 83
  • 84.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 09 – Preparação do Ácido AcetilsalicílicoPrática 09 – Preparação do Ácido Acetilsalicílico Recristalização do AAS a) Aqueça 50 mL de água destilada em um becker de 100 mL e adicione o produto (que está no funil de Büchner) em pequenas porções ao becker queproduto (que está no funil de Büchner) em pequenas porções ao becker que contém a água, agitando com um bastão de vidro, até que todo o precipitado se dissolva. (temperatura em torno de 70 °C) (Figura C). b) Caso o material não se dissolva completamente, acrescente 2,5 mL etanol (Figura D). 84
  • 85.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 09 – Preparação do Ácido AcetilsalicílicoPrática 09 – Preparação do Ácido Acetilsalicílico c) Resfrie lentamente a solução em repouso, para que ocorra a recristalização do AAS. Quando o material atingir a temperatura ambiente, complete oQuando o material atingir a temperatura ambiente, complete o resfriamento em banho de gelo (Figura E). Transfira todo o material para o funil de Büchner e faça a filtração a vácuo, lavando com água destilada gelada (máximo 60 mL) (Figura F). 85
  • 86.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 09 – Preparação do Ácido AcetilsalicílicoPrática 09 – Preparação do Ácido Acetilsalicílico CASO EXISTAM IMPUREZAS INSOLÚVEIS EM SUSPENSÃO APÓS A DISSOLUÇÃO A QUENTE d) Filtre imediatamente o produto, ainda quente, em um erlenmeyer de 125 mL, usando funil comum pré-aquecido, contendo uma fina camada de125 mL, usando funil comum pré-aquecido, contendo uma fina camada de algodão (Figura L). 86 Em seguida, conclua a recristalização utilizando os mesmos procedimentos constantes nos itens (b), (c) e (d). Finalmente, seque completamente os cristais de dibenzalacetona purificada em estufa a 100 oC por 5 minutos. Em seguida, pese-os e calcule os rendimentos teórico e prático. Guarde o produto obtido em frasco apropriado e descarte os resíduos produzidos nos frascos adequados.
  • 87.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 09 – Preparação do Ácido AcetilsalicílicoPrática 09 – Preparação do Ácido Acetilsalicílico ReaçãoReação dede ConfirmaçãoConfirmação Em um tubo de ensaio, dissolva alguns cristais de ácido salicílico em 1 mL de etanol.salicílico em 1 mL de etanol. A seguir, adicione 3 gotas de cloreto férrico. Agite a mistura e observe a cor produzida: compostos fenólicos dão coloração azul, vermelho, violeta ou verde quando em presença de íons Fe3+. Repita o procedimento utilizando o produto da reação e 87 Repita o procedimento utilizando o produto da reação e compare o resultado dos dois testes.
  • 88.
    DQOI - UFCProf. Nunes Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Departamento de Química Orgânica e Inorgânica CE0873 - Química Orgânica Experimental FIMFIM Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com Prof. Dr. José Nunes da Silva Jr. nunes.ufc@gmail.com 88
  • 89.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 03a – RecristalizaçãoPrática 03a – Recristalização 4. Deixe o sistema em repouso até atingir a temperatura ambiente. Dissolver acetanilida + impurezas Caso a acetanilida não recristalize, coloque o erlenmeyer para esfriar em um banho de gelo (com um pouco depara esfriar em um banho de gelo (com um pouco de água) por 10 minutos. 5. Decorrido este tempo, filtre a vácuo os cristais fazendo uso de papel de filtro, funil de Büchner e um kitassato. Filtrar a acetanilida 89 6. Lave os cristais com 3 porções de 20 mL de água destilada gelada e mantenha o sistema sob vácuo durante 5 minutos. A solução remanescente contida no kitassato, denominada "água mãe", deve ser armazenada em um recipiente apropriado. Remoção de impurezas sobre o sólido.
  • 90.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 03a – RecristalizaçãoPrática 03a – Recristalização 7. Pese os cristais em um vidro de relógio e calcule o rendimento percentual. 8. Guarde o material recristalizado em um recipiente8. Guarde o material recristalizado em um recipiente apropriado. 90
  • 91.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 03b – Determinação do Ponto de FusãoPrática 03b – Determinação do Ponto de Fusão OBJETIVO Determinar o ponto de fusão de substâncias puras e de uma substância desconhecida. PROCEDIMENTOPROCEDIMENTO 1. Adapte o tubo capilar com a amostra a um termômetro utilizando uma liga de borracha, de modo que a ponta inferior atinja aproximadamente a metade do bulbo de mercúrio. 2. Mergulhe o termômetro no banho de fusão (Becker com água, óleo ou glicerina em aquecimento). Em caso de dúvida, consulte o professor a posição correta do capilar no banho. 91 no banho. 3. Aqueça o banho em chapa aquecedora com agitação magnética. A agitação constante homogeneíza a temperatura do banho.
  • 92.
    DQOI - UFCProf. Nunes Prática 03b – Determinação do Ponto de FusãoPrática 03b – Determinação do Ponto de Fusão 4. O controle da temperatura do banho é realizado através da leitura no termômetro. 5. Anote a temperatura marcada no termômetro no momento em que a substância começar a fundir e observe a fusão completa (passagem do estado sólido para o líquido). Essa é a temperatura de fusão da substância. 6. Consulte a tabela abaixo, compare os valores de ponto de fusão determinados com aqueles da tabela e identifique sua amostra. 92