SlideShare uma empresa Scribd logo
ROBERTY PIRES
Engenharia de Produção
Faculdade SantoAgostinho
Introdução
No final do século XX houve grande
crescimento dos sistemas ERPs (SAP/R3,
Oracle, BAAN etc.) impulsionados tanto pelo
“bug” do milênio , quanto pela adoção de
uma visão do negócio através de processos.
Passado o período dos ERPs, estamos
vivendo uma nova onda com a implantação
dos Sistemas de Supply Chain Management –
SCM.
O Artigo apresenta os resultados da pesquisa
realizadas pelo Centro de Estudos em
Logística / COPPEAD (Instituto de pós-
graduação e pesquisa em Administração da
UFRJ) sobre o estado atual(2002) de
implementações de software (SCM) no Brasil.
Software de supply chain management: Definições, aplicações e implementação por empresas Braileiras
Conceituação
Antes de se discutir os software de SCM, vamos a uma breve abordagem sobre os
sistemas ERPs.
Enterprise Resource Planning – ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia
as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das
empresas.
Serve para integrar todos os departamentos e funções de uma empresa em um só
programa de software integrado que trabalha com um único banco de dados.
É uma evolução dos sistemas MRP e MRPII, que são importantes para o
planejamento de materiais e produção, o ERP incorporou aspectos de outras áreas
(Finanças. Marketing, Recursos humanos) etc.
Características dos ERPs
Enterprise Resource Planning – ERP
Os ERPs são sistemas transacionais
que tendem a focar o nível operacional
não possui muita capacidade analítica
para tomada de decisões de
planejamento estratégico.
São ótimos para informar o que está
acontecendo, mas não o que deve estar
acontecendo.
Os ERPs podem informar qual o nível
de estoque atual de um dado produto,
mas são deficientes em determinar o
quanto de estoque é necessário para
atingir um determinado nível de serviço.
Conceituação
Software de Supply Chain Management
– SCM é um termo comercial que se
refere a toda uma gama de ferramentas
de software ou módulos utilizados na
execução de operações de cadeia de
suprimentos, gestão de relacionamento
com fornecedores e controle associados
a processos de negócios.
Após o advento do ERP, a evolução
surgiu o conceito SCM, sigla para
Gerenciamento da cadeia logística. Esta
solução veio a complementar o ERP,
gerenciando toda a cadeia logística do
cliente até o fornecedor, em resumo,
planejando e controlando as entidades
internas e externas da companhia.
Principais característicasdos SSCMs
Apesar de muitas vezes serem vistos
como concorrentes, o valor total de um
sistema ERP não pode ser alcançado
sem a capacidade de resolução de
problemas dos sistemas analíticos. Da
mesma forma, os sistemas analíticos
necessitam de dados acurados das várias
funções da organização, sendo através
do sistema ERP, uma das melhores
maneiras de obter estes dados.
Possibilidade de planejamento integral
de toda a cadeia de suprimentos do
fornecedor até o cliente de uma ou
várias empresas;
Real otimização através da definição
de alternativas, objetivos e restrições
para os problemas de planejamento com
base em métodos otimizadores ou de
heurísticas exatas;
Uso de um sistema de planejamento
hierárquico (ponderação entre
praticidade e a consideração entre a
interdependência existente entre as
tarefas de planejamento).
EstruturadeClassificaçãodesistemade
Planejamento
A gestão logística de uma empresa
envolve grande variedade de decisões
associadas a diversas atividades –
transporte, produção, estoque, etc. Com
intuito de abrangência total, os
softwares de SCM possuem alguns
módulos, geralmente relacionados ao
tipo de decisão a ser tomada e às
atividades logísticas.
De acordo com o horizonte de
planejamento e importância da decisão,
as tarefas podem ser classificadas em
três diferente níveis de planejamento:
Estratégico,Tático e Operacional.
FuncionalidadesDisponíveis
De forma generalista os sistemas SCM
possuem uma estrutura que abrange
todas as atividades de planejamento,
englobando desde módulos
Operacionais,Táticos até o Estratégico.
Os sistemas SCM possuem alguns
módulos que são focados em apenas um
nível decisório (TMS) , enquanto outros
mais de um nível decisório (Demand
Planning) ou mais de um processo
(Master Plannig). Outro ponto relevante
é que os módulos passam de
abrangência restrita e alto grau de
detalhes para mais abrangente e
estratégicos como o módulo Network
Planning.
Módulos de um SCM
Estrategic netowork planning
Planejamento Estratégico de Rede
O planejamento estratégico de rede
possui horizonte de dois anos ou
mais, e suas decisões envolvem a
definição de zonas de clientes, a
abertura ou fechamento de fábricas
e centros de distribuição, bem como
de suas capacidades necessárias.
A utilização desses sistemas passa
pela modelagem da rede em si. Essa
modelagem abrange custos fixos e
variáveis da operação, instalações
existentes (Fábricas, CDs) e
segmentação geográfica da
demanda, entre outros aspectos.
Demand planning
As aplicações de planejamento da
demanda ajudam na elaboração de
previsões de vendas, através da
utilização de ferramentas analíticas
apropriadas.
Esses sistemas utilizam como input
dados históricos de vendas e qualquer
informação existente que pode ser
relacionada com a demanda futura,
como contratos já firmados ou
projeção da taxa de inflação.
As previsões são realizadas e
monitoradas através de três
dimensões básicas, com diferentes
graus de agregação:
 De produto: produto, grupo, família,
linha;
 Geográficas: cliente, região de
vendas, venda nacional, área de
atuação de centros de distribuição;
 De tempo: dia, mês, ano ou
qualquer horizonte específico em
função de sazonlidades.
Master planning
A principal finalidade desse módulo é
sincronizar o fluxo de materiais ao
longo de toda a cadeia. Isso suporta
decisões de médio prazo como
capacidade de produção,
disponibilidade de transporte,
planejamento de suprimentos e
políticas de estoque.
A sincronização do fluxo de materiais
vem da definição das capacidades das
entidades (fábrica, CDs, frota de
veículos) que compõem a cadeia de
suprimentos. Dessa forma, é possível
obter redução nos níveis de estoque,
eliminando estoques de segurança
redundantes oriundos de
planejamento não integrado.
Distribution planning
Esse módulo trata das decisões táticas de
planejamento da operação de distribuição.
Define as regras e premissas para geração de
roteiros de transportes, observando-se as
regras de carregamento e oportunidades de
consolidação de carga entre outros.
Inventory management
Os módulos de gestão de estoque são
responsáveis pela definição e planejamento
das políticas de estoque a serem utilizadas.
Esses sistemas auxiliam no calculo dos
paramentros e na decisão da política a ser
adotada. Utiliza como paramentro: custo de
estoque e dos transporte, dos níveis de
serviços, tempo de fornecimento, de
fabricação e projeções de demanda.
Scheduling da
produção
A função desse módulo é gerar a
programação detalhada de produção
em intervalos de tempo relativamente
pequenos. Essa programação indica os
tempos de inicio e término de cada
ordem, bem como os recursos para seu
processamento, sendo este ponto
onde os software de SCM mais
agregam.
Estes sistemas buscam a melhoria da
produção através de algoritmos
otimizadores, com objetivos de
minimização ou maximização de
algum aspecto da produção. (set-ups,
custo variável, etc.)
TransportationManagement System-TMS
Esse módulo trata do gerenciamento dos
transportes, e está divido em:
Monitoramento e controle dos custos e
serviços, tais como: fretes, entregas, avarias,
etc.
Execução consistente em determinar as rotas
e modais a serem utilizados, sequencia e
tempo de paradas dos veículos.
Auditoria de fretes, mantendo uma base de
dados das tarifas de fretes praticados.
WarehouseManagement System-WMS
Esses sistema são responsáveis pela operação
do dia-a-dia de armazém e sua utilização e
decisões são todas Operacionais. Possui
funcionalidades como definição de rotas de
coletas, de endereçamento de produtos,
buscando minimizar as distâncias médias
percorridas.
Procurement
(compras)
A função desse módulo é focar o
relacionamento entre a empresa e seus
fornecedores. Seus objetivos básicos
são os de permitir um processo de
compras, eficiente e racionalizado, e
gerenciar especificações, preços,
ordens de compras e os próprios
fornecedores.
O processo de fulfilmente, ou
atendimento da demanda, determina a
data prometida de entrega para pedidos,
influenciando o leadtime e os
indicadores de pontualidade de entrega
dos mesmos, além de reduzir a perda de
vendas.
Order fulfilment
(Atendimento)
Software de supply chain management: Definições, aplicações e implementação por empresas Braileiras
Análise do processo de implantação de SSCM por
empresas brasileiras
Apresentaremos alguns resultados da
pesquisa realizada pelo CEL acerca do
atual estágio das implantações de
softwares de Supply Chain Management
(SCM) no Brasil.
A pesquisa foi realizada através de
entrevistas presenciais com os
responsáveis pela implantação dos
módulos de supply chain em suas
empresas. Um total de 62 empresas
foram contactadas, sendo que destas
apenas 13 possuíam pelo menos algum
dos sistemas considerados na pesquisa.
As entrevistas e posterior análise foram
realizadas com base nestas 13 empresas.
Escolha da Ferramenta
Nesta etapa da pesquisa buscou-se
identificar e analisar o processo pelo
qual, uma vez definida a necessidade de
uma ferramenta de SCM, se escolhe o
fornecedor.
Desta forma, foram abordados três
aspectos:
O grau de formalização do processo de
escolha;
 Os critérios utilizados para a definição;
Os fornecedores avaliados.
Processo de seleção
Neste aspecto, procurou-se avaliar o
grau de formalização do processo e
como esta pode ter afetado o resultado
da implantação. Foi considerado como
formalizado um processo no qual as
necessidades das empresas estavam
claramente definidas, em que foi
realizada a avaliação de mais de um
fornecedor, e finalmente, no qual a
escolha foi baseada em critérios
tangíveis.
Uma terceira possibilidade e a licença
mundial, que é caracterizada quando
empresas multinacionais definem uma
estratégia mundial de implantação de
determinado sistema. As subsidiárias
brasileiras não realizam seleção, ficando
restrita a implantar o software definido
pela matriz.
Critérios utilizados na definição do
fornecedor
•Os dois primeiros estão associados,
principalmente o segundo, a problemas já
encontrados pelas empresas quando da
implantação de seus sistemas integradores.
Portanto, a importância dada à integração pode
ser vista como um alinhamento com as
implantações já realizadas no passado.
•O terceiro critério diz respeito à aderência às
necessidades, ou seja, a compatibilidade com os
sistemas já existentes. Mas a busca por uma
melhor integração não deve sacrificar a
adequação da ferramenta. Um bom exemplo são
empresas que possuem o sistema integrador R/3
da SAP escolhem um software de SCM que não o
APO, também da SAP.
•Alem dos três primeiros critérios, uma outra
observação diz respeito a baixa importância
dada ao custo da ferramenta. Isto se deve ao
fato de que as empresas que implementaram
licenças mundiais, não necessitam pagar pelas
licenças, incorrendo apenas no custo de
implantação.
Fornecedores avaliados
Os processo formais de seleção, e
algumas vezes também os informais, se
caracterizam pela avaliação de mais de
um possível fornecedor. O gráfico mostra
o cruzamento do número de vezes que
cada fornecedor foi avaliado com o
número de implantação efetivas de cada
um.
A i2 implantou apenas uma, já a
Manugistics desponta com o maior
número de implantações, sendo a
escolhida em seis dos sete processos
seletivos que participou.
O APO da SAP se caracteriza por ser um
sistema que só é implantado por
empresas que já possuam o R/3. Tanto a
CAPS-BAAN quanto a Synquest também
estão muito associados.
Processodeimplantação
Com relação à implantação buscou-se
levantar quais os principais módulos que
estão sendo utilizados, bem como
analisar as características de cada
processo de implantação com o objetivo
de se identificar quais os fatores críticos
de sucesso.
Foram avaliados os seguintes aspectos:
Módulos implantados;
Composição do time de implantação;
Tempo de implantação;
Problemas encontrados ao longo deste
processo.
A-Módulos implantados
O módulo de planejamento da produção
é aquele com maior número de
ocorrências, sendo observado duas
vezes mais do que no segundo – gestão
de estoques. Com base nisto pode-se
supor que o planejamento da produção é
um problema bastante frequente e
principal fonte de implantações dos
softwares de SCM.
Ao longo das entrevistas foi identificado
que os módulos relacionados às
atividades de transporte, ou o de
estrutura de rede são normalmente
implantados em empresas que possuem
problemas específicos nestas áreas. Esta
observação explica seus baixos níveis de
implantação.
B–Composiçãodotimedeimplantação
Foi considerado que o time de
implantação pode ser composto por três
tipos de profissionais: funcionários da
própria empresa, funcionários da
empresa fornecedora do software e
consultores da empresa integradora. Foi
considerado como empresa integradora
qualquer empresa envolvida na
implantação que não a empresa cliente
(que irá usar a ferramenta) ou o
fornecedor. Normalmente este papel é
desempenhado pelas grandes
consultorias.
C– Tempodeimplantação
Para analisar o tempo de implantação de um
software de SCM considerou-se não somente o
tempo gasto na implantação em si, mas também o
utilizado nas etapas de seleção da ferramenta e de
identificação de necessidade.
Necessidades: Algumas empresas consideram esta
etapa como um marco, um mês específico, outras a
consideram mais duradoura. Na realidade, quando
de etapas mais duradouras (empresas 1 e 3), estas
estão associadas a projetos mais amplos.
Seleção: Apesar de não garantir o sucesso da
implantação, os processos com tempos de seleção
um pouco mais longos resultaram em escolhas
consideradas acertadas por parte das empresas,
principalmente no que diz respeito à aderência da
ferramenta às necessidades do negócio.
Implantação: Com relação ao tempo de
implantação, as variações são devidas aos diferentes
graus de complexidade dos projetos, incluindo-se
neste aspecto empresas que implantaram o
software em mais de um site – caso da empresa 5.
Principais problemas encontrados
Problemas Culturais: A razão para isto é o fato de
que a implantação deste tipo de sistema
invariavelmente altera o modo pelas quais certas
decisões são tomadas. Isto faz com que possam
despertar dois tipos de barreiras culturais:
Resistência à mudança ( o novo sistema não atende
a todas as necessidades) e, Sensação de perda de
poder, ou até mesmo de risco de demissão, em
função de tarefas antes realizadas manualmente
passarem a ser feitas diretamente pelo sistema.
Remodelagem de processos: A necessidade de
remodelagem de processos muitas vezes não é
prevista nas implantações. Um aspecto que
geralmente gera mudanças é a necessidade de
informações que não eram trabalhadas até então, o
que de certa forma está relacionado ao terceiro
problema no ranking, o de obtenção de dados.
Qualificação do pessoal contratado: Apesar de não
ser um aspecto entre os mais críticos, foram
frequentes as críticas à qualificação do pessoal
contratado para a implantação, seja de consultoria
ou até mesmo dos fornecedores.
Grau de satisfação com a ferramenta
A satisfação das empresas está nas
funcionalidades dos softwares: capacidade
analítica, quantidade e qualidade de
informações, aderência às necessidades. Por
outro lado, os aspectos que geram
insatisfação estão associados ao processo de
implantação ou ao pós-venda (caso de
serviços agregados).
A integração dos sistemas aos ERPs
apresenta um alto grau de satisfação, o que é
bastante relevante uma vez que esta
característica foi um dos principais critérios
de escolha das ferramentas.
O aspecto de custo com licenças, não
apresentou satisfação ou insatisfação, já o
investimento total, que engloba todo o custo
da implantação, aparece como o aspecto de
maior insatisfação, indicando que
frequentemente, os valores superaram a
previsão inicial.
Conclusão
Os resultados monstram que o processo de implantação de um software de SCM possui alto grau
de complexidade bem como inúmeros aspectos que devem ser trabalhados em vista a se obter
uma implantação de sucesso (composição do time, processo de seleção do fornecedor,
capacitação interna, etc).
Esta alta complexidade vem resultando em projetos sistematicamente fora do prazo e com
gastos superiores aos orçamentos iniciais. Entretanto, cerca de 44% dos entrevistados afirmam
que o retorno sobre o investimento do projeto como um todo foi maior ou muito maior do que o
esperado, e 34% consideram como sendo igual ao esperado. Esta satisfação quanto ao retorno
também é observado com relação ao desempenho do software após sua implantação, para o
qual apenas 18% dos entrevistados o consideram pior ou muito pior do que o esperado, e que
55% consideram igual ao esperado.
Com base em tudo o que foi visto pode-se concluir que, apesar dos inúmeros problemas
possíveis de serem encontrados ao longo de um processo de implantação de um software de
SCM, e dos custos serem frequentemente superiores aos previstos, ainda assim as empresas
estão satisfeitas com as ferramentas e obtendo retorno.
FIM
OBRIGADO!
PERGUNTAS?

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Servidores linux
Servidores linuxServidores linux
Servidores linux
Marcelo Gomes
 
Sistemas de Informações Gerenciais - SIG
Sistemas de Informações Gerenciais - SIGSistemas de Informações Gerenciais - SIG
Sistemas de Informações Gerenciais - SIG
João Filho
 
Tecnologia Da Informaçao
Tecnologia Da InformaçaoTecnologia Da Informaçao
Tecnologia Da Informaçao
Future Press, E-Press, Presentations,
 
Aula07 - Arquitetura e Manutenção de Computadores
Aula07 - Arquitetura e Manutenção de ComputadoresAula07 - Arquitetura e Manutenção de Computadores
Aula07 - Arquitetura e Manutenção de Computadores
Jorge Ávila Miranda
 
AULA IV- ANÁLISE SWOT.pptx
AULA IV- ANÁLISE SWOT.pptxAULA IV- ANÁLISE SWOT.pptx
AULA IV- ANÁLISE SWOT.pptx
Lorena Carvalho
 
Introdução à Informática - Módulo 6 - O Sistema Operacional e os Outros Softw...
Introdução à Informática - Módulo 6 - O Sistema Operacional e os Outros Softw...Introdução à Informática - Módulo 6 - O Sistema Operacional e os Outros Softw...
Introdução à Informática - Módulo 6 - O Sistema Operacional e os Outros Softw...
Ministério Público da Paraíba
 
Aula1 e aula2 - Analise e Projeto de Sistemas
Aula1 e aula2 - Analise e Projeto de SistemasAula1 e aula2 - Analise e Projeto de Sistemas
Aula1 e aula2 - Analise e Projeto de Sistemas
Gustavo Gonzalez
 
Sistemas Operativos (Operating Systems)
Sistemas Operativos (Operating Systems)Sistemas Operativos (Operating Systems)
Sistemas Operativos (Operating Systems)
Pepe Rocker
 
Sdac
SdacSdac
100 Mini Papers sobre tecnologia
100 Mini Papers sobre tecnologia100 Mini Papers sobre tecnologia
100 Mini Papers sobre tecnologia
Marcelo Sávio
 
Hardware E Software
Hardware E SoftwareHardware E Software
Hardware E Software
Daniel Matos
 
Sistemas Operacionais - Aula 08 (Sincronização e Comunicação entre Processos)
Sistemas Operacionais - Aula 08 (Sincronização e Comunicação entre Processos)Sistemas Operacionais - Aula 08 (Sincronização e Comunicação entre Processos)
Sistemas Operacionais - Aula 08 (Sincronização e Comunicação entre Processos)
Leinylson Fontinele
 
Aula 02 importância do chipset na escolha
Aula 02   importância do chipset na escolhaAula 02   importância do chipset na escolha
Aula 02 importância do chipset na escolha
Marcos Basilio
 
COMPUTAÇÃO EM NUVEM: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
COMPUTAÇÃO EM NUVEM: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃOCOMPUTAÇÃO EM NUVEM: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
COMPUTAÇÃO EM NUVEM: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Allan Reis
 
Resumo sistemas operacionais
Resumo sistemas operacionaisResumo sistemas operacionais
Resumo sistemas operacionais
Daniel Brandão
 
Tipos de sistemas de informação nas organizações
Tipos de sistemas de informação nas organizaçõesTipos de sistemas de informação nas organizações
Tipos de sistemas de informação nas organizações
Pricila Yessayan
 
Tecnologia front end back-end
Tecnologia front end back-end Tecnologia front end back-end
Tecnologia front end back-end
Andressa Silveira
 
Conceitos de sistemas operacionais
Conceitos de sistemas operacionaisConceitos de sistemas operacionais
Conceitos de sistemas operacionais
Aparicio Junior
 
Sistema de Informação na Empresa
Sistema de Informação na EmpresaSistema de Informação na Empresa
Sistema de Informação na Empresa
Adeildo Telles
 
Informatica aplicada à administração - aula2
Informatica aplicada à administração - aula2Informatica aplicada à administração - aula2
Informatica aplicada à administração - aula2
José Alberto
 

Mais procurados (20)

Servidores linux
Servidores linuxServidores linux
Servidores linux
 
Sistemas de Informações Gerenciais - SIG
Sistemas de Informações Gerenciais - SIGSistemas de Informações Gerenciais - SIG
Sistemas de Informações Gerenciais - SIG
 
Tecnologia Da Informaçao
Tecnologia Da InformaçaoTecnologia Da Informaçao
Tecnologia Da Informaçao
 
Aula07 - Arquitetura e Manutenção de Computadores
Aula07 - Arquitetura e Manutenção de ComputadoresAula07 - Arquitetura e Manutenção de Computadores
Aula07 - Arquitetura e Manutenção de Computadores
 
AULA IV- ANÁLISE SWOT.pptx
AULA IV- ANÁLISE SWOT.pptxAULA IV- ANÁLISE SWOT.pptx
AULA IV- ANÁLISE SWOT.pptx
 
Introdução à Informática - Módulo 6 - O Sistema Operacional e os Outros Softw...
Introdução à Informática - Módulo 6 - O Sistema Operacional e os Outros Softw...Introdução à Informática - Módulo 6 - O Sistema Operacional e os Outros Softw...
Introdução à Informática - Módulo 6 - O Sistema Operacional e os Outros Softw...
 
Aula1 e aula2 - Analise e Projeto de Sistemas
Aula1 e aula2 - Analise e Projeto de SistemasAula1 e aula2 - Analise e Projeto de Sistemas
Aula1 e aula2 - Analise e Projeto de Sistemas
 
Sistemas Operativos (Operating Systems)
Sistemas Operativos (Operating Systems)Sistemas Operativos (Operating Systems)
Sistemas Operativos (Operating Systems)
 
Sdac
SdacSdac
Sdac
 
100 Mini Papers sobre tecnologia
100 Mini Papers sobre tecnologia100 Mini Papers sobre tecnologia
100 Mini Papers sobre tecnologia
 
Hardware E Software
Hardware E SoftwareHardware E Software
Hardware E Software
 
Sistemas Operacionais - Aula 08 (Sincronização e Comunicação entre Processos)
Sistemas Operacionais - Aula 08 (Sincronização e Comunicação entre Processos)Sistemas Operacionais - Aula 08 (Sincronização e Comunicação entre Processos)
Sistemas Operacionais - Aula 08 (Sincronização e Comunicação entre Processos)
 
Aula 02 importância do chipset na escolha
Aula 02   importância do chipset na escolhaAula 02   importância do chipset na escolha
Aula 02 importância do chipset na escolha
 
COMPUTAÇÃO EM NUVEM: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
COMPUTAÇÃO EM NUVEM: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃOCOMPUTAÇÃO EM NUVEM: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
COMPUTAÇÃO EM NUVEM: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
 
Resumo sistemas operacionais
Resumo sistemas operacionaisResumo sistemas operacionais
Resumo sistemas operacionais
 
Tipos de sistemas de informação nas organizações
Tipos de sistemas de informação nas organizaçõesTipos de sistemas de informação nas organizações
Tipos de sistemas de informação nas organizações
 
Tecnologia front end back-end
Tecnologia front end back-end Tecnologia front end back-end
Tecnologia front end back-end
 
Conceitos de sistemas operacionais
Conceitos de sistemas operacionaisConceitos de sistemas operacionais
Conceitos de sistemas operacionais
 
Sistema de Informação na Empresa
Sistema de Informação na EmpresaSistema de Informação na Empresa
Sistema de Informação na Empresa
 
Informatica aplicada à administração - aula2
Informatica aplicada à administração - aula2Informatica aplicada à administração - aula2
Informatica aplicada à administração - aula2
 

Destaque

Aula 6 modelos de scm ok
Aula 6 modelos de scm okAula 6 modelos de scm ok
Aula 6 modelos de scm ok
Mitsubishi Motors Brasil
 
E gov
E govE gov
SCM
SCMSCM
SCM
nayane
 
KDD e Data Mining
KDD e Data MiningKDD e Data Mining
KDD e Data Mining
Thiago Oliveira
 
Scm
ScmScm
O modelo SCOR - PG Lean Mgt
O modelo SCOR - PG Lean Mgt O modelo SCOR - PG Lean Mgt
O modelo SCOR - PG Lean Mgt
CLT Valuebased Services
 
Conceito de Sistemas e Sistemas de Produção
Conceito de Sistemas e Sistemas de ProduçãoConceito de Sistemas e Sistemas de Produção
Conceito de Sistemas e Sistemas de Produção
Philippe Elias
 
Cadeia de Suprimentos
Cadeia de SuprimentosCadeia de Suprimentos
Cadeia de Suprimentos
Willian dos Santos Abreu
 
SCM - Supply Chain Management (Gestão da cadeia de suprimentos)
SCM - Supply Chain Management (Gestão da cadeia de suprimentos)SCM - Supply Chain Management (Gestão da cadeia de suprimentos)
SCM - Supply Chain Management (Gestão da cadeia de suprimentos)
Mauricio Mota da Silva
 
Supply Chain Management
Supply Chain ManagementSupply Chain Management
Sistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos e Distribuição
Sistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos e DistribuiçãoSistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos e Distribuição
Sistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos e Distribuição
Aline
 
04 cadeia de suprimentos
04 cadeia de suprimentos04 cadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentosCadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentos
Felippi Perez
 
Logística - Logística e Cadeia de Suprimentos - instagram.com/cursos_de_logis...
Logística - Logística e Cadeia de Suprimentos - instagram.com/cursos_de_logis...Logística - Logística e Cadeia de Suprimentos - instagram.com/cursos_de_logis...
Logística - Logística e Cadeia de Suprimentos - instagram.com/cursos_de_logis...
Daniel Camargos Frade
 
7 step strategic sourcing
7 step strategic sourcing7 step strategic sourcing
7 step strategic sourcing
Nimisis
 

Destaque (15)

Aula 6 modelos de scm ok
Aula 6 modelos de scm okAula 6 modelos de scm ok
Aula 6 modelos de scm ok
 
E gov
E govE gov
E gov
 
SCM
SCMSCM
SCM
 
KDD e Data Mining
KDD e Data MiningKDD e Data Mining
KDD e Data Mining
 
Scm
ScmScm
Scm
 
O modelo SCOR - PG Lean Mgt
O modelo SCOR - PG Lean Mgt O modelo SCOR - PG Lean Mgt
O modelo SCOR - PG Lean Mgt
 
Conceito de Sistemas e Sistemas de Produção
Conceito de Sistemas e Sistemas de ProduçãoConceito de Sistemas e Sistemas de Produção
Conceito de Sistemas e Sistemas de Produção
 
Cadeia de Suprimentos
Cadeia de SuprimentosCadeia de Suprimentos
Cadeia de Suprimentos
 
SCM - Supply Chain Management (Gestão da cadeia de suprimentos)
SCM - Supply Chain Management (Gestão da cadeia de suprimentos)SCM - Supply Chain Management (Gestão da cadeia de suprimentos)
SCM - Supply Chain Management (Gestão da cadeia de suprimentos)
 
Supply Chain Management
Supply Chain ManagementSupply Chain Management
Supply Chain Management
 
Sistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos e Distribuição
Sistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos e DistribuiçãoSistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos e Distribuição
Sistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos e Distribuição
 
04 cadeia de suprimentos
04 cadeia de suprimentos04 cadeia de suprimentos
04 cadeia de suprimentos
 
Cadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentosCadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentos
 
Logística - Logística e Cadeia de Suprimentos - instagram.com/cursos_de_logis...
Logística - Logística e Cadeia de Suprimentos - instagram.com/cursos_de_logis...Logística - Logística e Cadeia de Suprimentos - instagram.com/cursos_de_logis...
Logística - Logística e Cadeia de Suprimentos - instagram.com/cursos_de_logis...
 
7 step strategic sourcing
7 step strategic sourcing7 step strategic sourcing
7 step strategic sourcing
 

Semelhante a Software de supply chain management: Definições, aplicações e implementação por empresas Braileiras

FEI - Modelagem de negocios - 2° semestre 2010
FEI - Modelagem de negocios - 2° semestre 2010FEI - Modelagem de negocios - 2° semestre 2010
FEI - Modelagem de negocios - 2° semestre 2010
nathan85
 
Sistemas integrados de gestão – ERP, CRM, SCM
Sistemas integrados de gestão – ERP, CRM, SCMSistemas integrados de gestão – ERP, CRM, SCM
Sistemas integrados de gestão – ERP, CRM, SCM
Hanter Duarte
 
O uso de ERP e CRM no suporte à gestão da demanda em ambientes de produção Ma...
O uso de ERP e CRM no suporte à gestão da demanda em ambientes de produção Ma...O uso de ERP e CRM no suporte à gestão da demanda em ambientes de produção Ma...
O uso de ERP e CRM no suporte à gestão da demanda em ambientes de produção Ma...
Rubens Calegari
 
Adm da produção
Adm da produçãoAdm da produção
Adm da produção
Wellington Rocha
 
Sel erp slca
Sel erp slcaSel erp slca
Sel erp slca
Maurício Botelho
 
O Modelo de Referencia SCOR
O Modelo de Referencia SCORO Modelo de Referencia SCOR
O Modelo de Referencia SCOR
CLT Valuebased Services
 
Gerencia de Decisões
Gerencia de DecisõesGerencia de Decisões
Gerencia de Decisões
marviowesley
 
Apresentação Final
Apresentação FinalApresentação Final
Apresentação Final
betinho87
 
Noções de Planeamento
Noções de PlaneamentoNoções de Planeamento
Noções de Planeamento
CLT Valuebased Services
 
Capitulo 03 tipos de sistemas de informações
Capitulo 03   tipos de sistemas de informaçõesCapitulo 03   tipos de sistemas de informações
Capitulo 03 tipos de sistemas de informações
Luciano Morato
 
PSI - ERP, CRM e Supply Chain
PSI - ERP, CRM e Supply ChainPSI - ERP, CRM e Supply Chain
PSI - ERP, CRM e Supply Chain
Claudio Barbosa
 
Erp
ErpErp
Sobre ERP CRM e Supply Chain
Sobre ERP CRM e Supply ChainSobre ERP CRM e Supply Chain
Sobre ERP CRM e Supply Chain
Claudio Barbosa
 
úLtimo dia
úLtimo diaúLtimo dia
úLtimo dia
Bruce Ds
 
Blue it
Blue itBlue it
Blue it
Bruce Ds
 
Blue it
Blue itBlue it
Blue it
Bruce Ds
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
Bruce Ds
 
Blue it
Blue itBlue it
Blue it
Bruce Ds
 
Tcc conrado e geni 2009
Tcc conrado e geni 2009Tcc conrado e geni 2009
Tcc conrado e geni 2009
Universidade de São Paulo (EEL USP)
 
Tl fundamentos da_log_s03
Tl fundamentos da_log_s03Tl fundamentos da_log_s03
Tl fundamentos da_log_s03
Valdemir Ferreira Silva
 

Semelhante a Software de supply chain management: Definições, aplicações e implementação por empresas Braileiras (20)

FEI - Modelagem de negocios - 2° semestre 2010
FEI - Modelagem de negocios - 2° semestre 2010FEI - Modelagem de negocios - 2° semestre 2010
FEI - Modelagem de negocios - 2° semestre 2010
 
Sistemas integrados de gestão – ERP, CRM, SCM
Sistemas integrados de gestão – ERP, CRM, SCMSistemas integrados de gestão – ERP, CRM, SCM
Sistemas integrados de gestão – ERP, CRM, SCM
 
O uso de ERP e CRM no suporte à gestão da demanda em ambientes de produção Ma...
O uso de ERP e CRM no suporte à gestão da demanda em ambientes de produção Ma...O uso de ERP e CRM no suporte à gestão da demanda em ambientes de produção Ma...
O uso de ERP e CRM no suporte à gestão da demanda em ambientes de produção Ma...
 
Adm da produção
Adm da produçãoAdm da produção
Adm da produção
 
Sel erp slca
Sel erp slcaSel erp slca
Sel erp slca
 
O Modelo de Referencia SCOR
O Modelo de Referencia SCORO Modelo de Referencia SCOR
O Modelo de Referencia SCOR
 
Gerencia de Decisões
Gerencia de DecisõesGerencia de Decisões
Gerencia de Decisões
 
Apresentação Final
Apresentação FinalApresentação Final
Apresentação Final
 
Noções de Planeamento
Noções de PlaneamentoNoções de Planeamento
Noções de Planeamento
 
Capitulo 03 tipos de sistemas de informações
Capitulo 03   tipos de sistemas de informaçõesCapitulo 03   tipos de sistemas de informações
Capitulo 03 tipos de sistemas de informações
 
PSI - ERP, CRM e Supply Chain
PSI - ERP, CRM e Supply ChainPSI - ERP, CRM e Supply Chain
PSI - ERP, CRM e Supply Chain
 
Erp
ErpErp
Erp
 
Sobre ERP CRM e Supply Chain
Sobre ERP CRM e Supply ChainSobre ERP CRM e Supply Chain
Sobre ERP CRM e Supply Chain
 
úLtimo dia
úLtimo diaúLtimo dia
úLtimo dia
 
Blue it
Blue itBlue it
Blue it
 
Blue it
Blue itBlue it
Blue it
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
 
Blue it
Blue itBlue it
Blue it
 
Tcc conrado e geni 2009
Tcc conrado e geni 2009Tcc conrado e geni 2009
Tcc conrado e geni 2009
 
Tl fundamentos da_log_s03
Tl fundamentos da_log_s03Tl fundamentos da_log_s03
Tl fundamentos da_log_s03
 

Último

Apostila GOOGLE MEU NEGÓCIO-Passo a passo detalhado para criar um novo perfil
Apostila GOOGLE MEU NEGÓCIO-Passo a passo detalhado para criar um novo perfilApostila GOOGLE MEU NEGÓCIO-Passo a passo detalhado para criar um novo perfil
Apostila GOOGLE MEU NEGÓCIO-Passo a passo detalhado para criar um novo perfil
Carlos Eduardo Coan Junior
 
O legado democrático de Portugal no Brasil, enfatizando sua contribuição para...
O legado democrático de Portugal no Brasil, enfatizando sua contribuição para...O legado democrático de Portugal no Brasil, enfatizando sua contribuição para...
O legado democrático de Portugal no Brasil, enfatizando sua contribuição para...
Paulo Dalla Nora Macedo
 
RESTAURANT MANORA HOTEL SINDBAD HAMMAMET
RESTAURANT MANORA HOTEL SINDBAD HAMMAMETRESTAURANT MANORA HOTEL SINDBAD HAMMAMET
RESTAURANT MANORA HOTEL SINDBAD HAMMAMET
rihabkorbi24
 
A ADEQUAÇÃO À LGPD DA UNIVERSIDADE UNIVAZADA: UM ESTUDO DE CASO FICTÍCIO DE U...
A ADEQUAÇÃO À LGPD DA UNIVERSIDADE UNIVAZADA: UM ESTUDO DE CASO FICTÍCIO DE U...A ADEQUAÇÃO À LGPD DA UNIVERSIDADE UNIVAZADA: UM ESTUDO DE CASO FICTÍCIO DE U...
A ADEQUAÇÃO À LGPD DA UNIVERSIDADE UNIVAZADA: UM ESTUDO DE CASO FICTÍCIO DE U...
Paulo Emerson Pereira
 
Estudo de caso apresenta ao Projeto Integrado Multidisciplinar - TCC
Estudo de caso apresenta ao Projeto Integrado Multidisciplinar - TCCEstudo de caso apresenta ao Projeto Integrado Multidisciplinar - TCC
Estudo de caso apresenta ao Projeto Integrado Multidisciplinar - TCC
Paulo Emerson Pereira
 
Informativo Agronômico n11 v1.0 - Seringueira (ppt).pdf
Informativo Agronômico n11 v1.0 - Seringueira (ppt).pdfInformativo Agronômico n11 v1.0 - Seringueira (ppt).pdf
Informativo Agronômico n11 v1.0 - Seringueira (ppt).pdf
edsonfrancojunior99
 

Último (6)

Apostila GOOGLE MEU NEGÓCIO-Passo a passo detalhado para criar um novo perfil
Apostila GOOGLE MEU NEGÓCIO-Passo a passo detalhado para criar um novo perfilApostila GOOGLE MEU NEGÓCIO-Passo a passo detalhado para criar um novo perfil
Apostila GOOGLE MEU NEGÓCIO-Passo a passo detalhado para criar um novo perfil
 
O legado democrático de Portugal no Brasil, enfatizando sua contribuição para...
O legado democrático de Portugal no Brasil, enfatizando sua contribuição para...O legado democrático de Portugal no Brasil, enfatizando sua contribuição para...
O legado democrático de Portugal no Brasil, enfatizando sua contribuição para...
 
RESTAURANT MANORA HOTEL SINDBAD HAMMAMET
RESTAURANT MANORA HOTEL SINDBAD HAMMAMETRESTAURANT MANORA HOTEL SINDBAD HAMMAMET
RESTAURANT MANORA HOTEL SINDBAD HAMMAMET
 
A ADEQUAÇÃO À LGPD DA UNIVERSIDADE UNIVAZADA: UM ESTUDO DE CASO FICTÍCIO DE U...
A ADEQUAÇÃO À LGPD DA UNIVERSIDADE UNIVAZADA: UM ESTUDO DE CASO FICTÍCIO DE U...A ADEQUAÇÃO À LGPD DA UNIVERSIDADE UNIVAZADA: UM ESTUDO DE CASO FICTÍCIO DE U...
A ADEQUAÇÃO À LGPD DA UNIVERSIDADE UNIVAZADA: UM ESTUDO DE CASO FICTÍCIO DE U...
 
Estudo de caso apresenta ao Projeto Integrado Multidisciplinar - TCC
Estudo de caso apresenta ao Projeto Integrado Multidisciplinar - TCCEstudo de caso apresenta ao Projeto Integrado Multidisciplinar - TCC
Estudo de caso apresenta ao Projeto Integrado Multidisciplinar - TCC
 
Informativo Agronômico n11 v1.0 - Seringueira (ppt).pdf
Informativo Agronômico n11 v1.0 - Seringueira (ppt).pdfInformativo Agronômico n11 v1.0 - Seringueira (ppt).pdf
Informativo Agronômico n11 v1.0 - Seringueira (ppt).pdf
 

Software de supply chain management: Definições, aplicações e implementação por empresas Braileiras

  • 1. ROBERTY PIRES Engenharia de Produção Faculdade SantoAgostinho
  • 2. Introdução No final do século XX houve grande crescimento dos sistemas ERPs (SAP/R3, Oracle, BAAN etc.) impulsionados tanto pelo “bug” do milênio , quanto pela adoção de uma visão do negócio através de processos. Passado o período dos ERPs, estamos vivendo uma nova onda com a implantação dos Sistemas de Supply Chain Management – SCM. O Artigo apresenta os resultados da pesquisa realizadas pelo Centro de Estudos em Logística / COPPEAD (Instituto de pós- graduação e pesquisa em Administração da UFRJ) sobre o estado atual(2002) de implementações de software (SCM) no Brasil.
  • 4. Conceituação Antes de se discutir os software de SCM, vamos a uma breve abordagem sobre os sistemas ERPs. Enterprise Resource Planning – ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas. Serve para integrar todos os departamentos e funções de uma empresa em um só programa de software integrado que trabalha com um único banco de dados. É uma evolução dos sistemas MRP e MRPII, que são importantes para o planejamento de materiais e produção, o ERP incorporou aspectos de outras áreas (Finanças. Marketing, Recursos humanos) etc.
  • 5. Características dos ERPs Enterprise Resource Planning – ERP Os ERPs são sistemas transacionais que tendem a focar o nível operacional não possui muita capacidade analítica para tomada de decisões de planejamento estratégico. São ótimos para informar o que está acontecendo, mas não o que deve estar acontecendo. Os ERPs podem informar qual o nível de estoque atual de um dado produto, mas são deficientes em determinar o quanto de estoque é necessário para atingir um determinado nível de serviço.
  • 6. Conceituação Software de Supply Chain Management – SCM é um termo comercial que se refere a toda uma gama de ferramentas de software ou módulos utilizados na execução de operações de cadeia de suprimentos, gestão de relacionamento com fornecedores e controle associados a processos de negócios. Após o advento do ERP, a evolução surgiu o conceito SCM, sigla para Gerenciamento da cadeia logística. Esta solução veio a complementar o ERP, gerenciando toda a cadeia logística do cliente até o fornecedor, em resumo, planejando e controlando as entidades internas e externas da companhia.
  • 7. Principais característicasdos SSCMs Apesar de muitas vezes serem vistos como concorrentes, o valor total de um sistema ERP não pode ser alcançado sem a capacidade de resolução de problemas dos sistemas analíticos. Da mesma forma, os sistemas analíticos necessitam de dados acurados das várias funções da organização, sendo através do sistema ERP, uma das melhores maneiras de obter estes dados. Possibilidade de planejamento integral de toda a cadeia de suprimentos do fornecedor até o cliente de uma ou várias empresas; Real otimização através da definição de alternativas, objetivos e restrições para os problemas de planejamento com base em métodos otimizadores ou de heurísticas exatas; Uso de um sistema de planejamento hierárquico (ponderação entre praticidade e a consideração entre a interdependência existente entre as tarefas de planejamento).
  • 8. EstruturadeClassificaçãodesistemade Planejamento A gestão logística de uma empresa envolve grande variedade de decisões associadas a diversas atividades – transporte, produção, estoque, etc. Com intuito de abrangência total, os softwares de SCM possuem alguns módulos, geralmente relacionados ao tipo de decisão a ser tomada e às atividades logísticas. De acordo com o horizonte de planejamento e importância da decisão, as tarefas podem ser classificadas em três diferente níveis de planejamento: Estratégico,Tático e Operacional.
  • 9. FuncionalidadesDisponíveis De forma generalista os sistemas SCM possuem uma estrutura que abrange todas as atividades de planejamento, englobando desde módulos Operacionais,Táticos até o Estratégico. Os sistemas SCM possuem alguns módulos que são focados em apenas um nível decisório (TMS) , enquanto outros mais de um nível decisório (Demand Planning) ou mais de um processo (Master Plannig). Outro ponto relevante é que os módulos passam de abrangência restrita e alto grau de detalhes para mais abrangente e estratégicos como o módulo Network Planning. Módulos de um SCM
  • 10. Estrategic netowork planning Planejamento Estratégico de Rede O planejamento estratégico de rede possui horizonte de dois anos ou mais, e suas decisões envolvem a definição de zonas de clientes, a abertura ou fechamento de fábricas e centros de distribuição, bem como de suas capacidades necessárias. A utilização desses sistemas passa pela modelagem da rede em si. Essa modelagem abrange custos fixos e variáveis da operação, instalações existentes (Fábricas, CDs) e segmentação geográfica da demanda, entre outros aspectos.
  • 11. Demand planning As aplicações de planejamento da demanda ajudam na elaboração de previsões de vendas, através da utilização de ferramentas analíticas apropriadas. Esses sistemas utilizam como input dados históricos de vendas e qualquer informação existente que pode ser relacionada com a demanda futura, como contratos já firmados ou projeção da taxa de inflação. As previsões são realizadas e monitoradas através de três dimensões básicas, com diferentes graus de agregação:  De produto: produto, grupo, família, linha;  Geográficas: cliente, região de vendas, venda nacional, área de atuação de centros de distribuição;  De tempo: dia, mês, ano ou qualquer horizonte específico em função de sazonlidades.
  • 12. Master planning A principal finalidade desse módulo é sincronizar o fluxo de materiais ao longo de toda a cadeia. Isso suporta decisões de médio prazo como capacidade de produção, disponibilidade de transporte, planejamento de suprimentos e políticas de estoque. A sincronização do fluxo de materiais vem da definição das capacidades das entidades (fábrica, CDs, frota de veículos) que compõem a cadeia de suprimentos. Dessa forma, é possível obter redução nos níveis de estoque, eliminando estoques de segurança redundantes oriundos de planejamento não integrado. Distribution planning Esse módulo trata das decisões táticas de planejamento da operação de distribuição. Define as regras e premissas para geração de roteiros de transportes, observando-se as regras de carregamento e oportunidades de consolidação de carga entre outros. Inventory management Os módulos de gestão de estoque são responsáveis pela definição e planejamento das políticas de estoque a serem utilizadas. Esses sistemas auxiliam no calculo dos paramentros e na decisão da política a ser adotada. Utiliza como paramentro: custo de estoque e dos transporte, dos níveis de serviços, tempo de fornecimento, de fabricação e projeções de demanda.
  • 13. Scheduling da produção A função desse módulo é gerar a programação detalhada de produção em intervalos de tempo relativamente pequenos. Essa programação indica os tempos de inicio e término de cada ordem, bem como os recursos para seu processamento, sendo este ponto onde os software de SCM mais agregam. Estes sistemas buscam a melhoria da produção através de algoritmos otimizadores, com objetivos de minimização ou maximização de algum aspecto da produção. (set-ups, custo variável, etc.) TransportationManagement System-TMS Esse módulo trata do gerenciamento dos transportes, e está divido em: Monitoramento e controle dos custos e serviços, tais como: fretes, entregas, avarias, etc. Execução consistente em determinar as rotas e modais a serem utilizados, sequencia e tempo de paradas dos veículos. Auditoria de fretes, mantendo uma base de dados das tarifas de fretes praticados. WarehouseManagement System-WMS Esses sistema são responsáveis pela operação do dia-a-dia de armazém e sua utilização e decisões são todas Operacionais. Possui funcionalidades como definição de rotas de coletas, de endereçamento de produtos, buscando minimizar as distâncias médias percorridas.
  • 14. Procurement (compras) A função desse módulo é focar o relacionamento entre a empresa e seus fornecedores. Seus objetivos básicos são os de permitir um processo de compras, eficiente e racionalizado, e gerenciar especificações, preços, ordens de compras e os próprios fornecedores. O processo de fulfilmente, ou atendimento da demanda, determina a data prometida de entrega para pedidos, influenciando o leadtime e os indicadores de pontualidade de entrega dos mesmos, além de reduzir a perda de vendas. Order fulfilment (Atendimento)
  • 16. Análise do processo de implantação de SSCM por empresas brasileiras Apresentaremos alguns resultados da pesquisa realizada pelo CEL acerca do atual estágio das implantações de softwares de Supply Chain Management (SCM) no Brasil. A pesquisa foi realizada através de entrevistas presenciais com os responsáveis pela implantação dos módulos de supply chain em suas empresas. Um total de 62 empresas foram contactadas, sendo que destas apenas 13 possuíam pelo menos algum dos sistemas considerados na pesquisa. As entrevistas e posterior análise foram realizadas com base nestas 13 empresas. Escolha da Ferramenta Nesta etapa da pesquisa buscou-se identificar e analisar o processo pelo qual, uma vez definida a necessidade de uma ferramenta de SCM, se escolhe o fornecedor. Desta forma, foram abordados três aspectos: O grau de formalização do processo de escolha;  Os critérios utilizados para a definição; Os fornecedores avaliados.
  • 17. Processo de seleção Neste aspecto, procurou-se avaliar o grau de formalização do processo e como esta pode ter afetado o resultado da implantação. Foi considerado como formalizado um processo no qual as necessidades das empresas estavam claramente definidas, em que foi realizada a avaliação de mais de um fornecedor, e finalmente, no qual a escolha foi baseada em critérios tangíveis. Uma terceira possibilidade e a licença mundial, que é caracterizada quando empresas multinacionais definem uma estratégia mundial de implantação de determinado sistema. As subsidiárias brasileiras não realizam seleção, ficando restrita a implantar o software definido pela matriz.
  • 18. Critérios utilizados na definição do fornecedor •Os dois primeiros estão associados, principalmente o segundo, a problemas já encontrados pelas empresas quando da implantação de seus sistemas integradores. Portanto, a importância dada à integração pode ser vista como um alinhamento com as implantações já realizadas no passado. •O terceiro critério diz respeito à aderência às necessidades, ou seja, a compatibilidade com os sistemas já existentes. Mas a busca por uma melhor integração não deve sacrificar a adequação da ferramenta. Um bom exemplo são empresas que possuem o sistema integrador R/3 da SAP escolhem um software de SCM que não o APO, também da SAP. •Alem dos três primeiros critérios, uma outra observação diz respeito a baixa importância dada ao custo da ferramenta. Isto se deve ao fato de que as empresas que implementaram licenças mundiais, não necessitam pagar pelas licenças, incorrendo apenas no custo de implantação.
  • 19. Fornecedores avaliados Os processo formais de seleção, e algumas vezes também os informais, se caracterizam pela avaliação de mais de um possível fornecedor. O gráfico mostra o cruzamento do número de vezes que cada fornecedor foi avaliado com o número de implantação efetivas de cada um. A i2 implantou apenas uma, já a Manugistics desponta com o maior número de implantações, sendo a escolhida em seis dos sete processos seletivos que participou. O APO da SAP se caracteriza por ser um sistema que só é implantado por empresas que já possuam o R/3. Tanto a CAPS-BAAN quanto a Synquest também estão muito associados.
  • 20. Processodeimplantação Com relação à implantação buscou-se levantar quais os principais módulos que estão sendo utilizados, bem como analisar as características de cada processo de implantação com o objetivo de se identificar quais os fatores críticos de sucesso. Foram avaliados os seguintes aspectos: Módulos implantados; Composição do time de implantação; Tempo de implantação; Problemas encontrados ao longo deste processo.
  • 21. A-Módulos implantados O módulo de planejamento da produção é aquele com maior número de ocorrências, sendo observado duas vezes mais do que no segundo – gestão de estoques. Com base nisto pode-se supor que o planejamento da produção é um problema bastante frequente e principal fonte de implantações dos softwares de SCM. Ao longo das entrevistas foi identificado que os módulos relacionados às atividades de transporte, ou o de estrutura de rede são normalmente implantados em empresas que possuem problemas específicos nestas áreas. Esta observação explica seus baixos níveis de implantação.
  • 22. B–Composiçãodotimedeimplantação Foi considerado que o time de implantação pode ser composto por três tipos de profissionais: funcionários da própria empresa, funcionários da empresa fornecedora do software e consultores da empresa integradora. Foi considerado como empresa integradora qualquer empresa envolvida na implantação que não a empresa cliente (que irá usar a ferramenta) ou o fornecedor. Normalmente este papel é desempenhado pelas grandes consultorias.
  • 23. C– Tempodeimplantação Para analisar o tempo de implantação de um software de SCM considerou-se não somente o tempo gasto na implantação em si, mas também o utilizado nas etapas de seleção da ferramenta e de identificação de necessidade. Necessidades: Algumas empresas consideram esta etapa como um marco, um mês específico, outras a consideram mais duradoura. Na realidade, quando de etapas mais duradouras (empresas 1 e 3), estas estão associadas a projetos mais amplos. Seleção: Apesar de não garantir o sucesso da implantação, os processos com tempos de seleção um pouco mais longos resultaram em escolhas consideradas acertadas por parte das empresas, principalmente no que diz respeito à aderência da ferramenta às necessidades do negócio. Implantação: Com relação ao tempo de implantação, as variações são devidas aos diferentes graus de complexidade dos projetos, incluindo-se neste aspecto empresas que implantaram o software em mais de um site – caso da empresa 5.
  • 24. Principais problemas encontrados Problemas Culturais: A razão para isto é o fato de que a implantação deste tipo de sistema invariavelmente altera o modo pelas quais certas decisões são tomadas. Isto faz com que possam despertar dois tipos de barreiras culturais: Resistência à mudança ( o novo sistema não atende a todas as necessidades) e, Sensação de perda de poder, ou até mesmo de risco de demissão, em função de tarefas antes realizadas manualmente passarem a ser feitas diretamente pelo sistema. Remodelagem de processos: A necessidade de remodelagem de processos muitas vezes não é prevista nas implantações. Um aspecto que geralmente gera mudanças é a necessidade de informações que não eram trabalhadas até então, o que de certa forma está relacionado ao terceiro problema no ranking, o de obtenção de dados. Qualificação do pessoal contratado: Apesar de não ser um aspecto entre os mais críticos, foram frequentes as críticas à qualificação do pessoal contratado para a implantação, seja de consultoria ou até mesmo dos fornecedores.
  • 25. Grau de satisfação com a ferramenta A satisfação das empresas está nas funcionalidades dos softwares: capacidade analítica, quantidade e qualidade de informações, aderência às necessidades. Por outro lado, os aspectos que geram insatisfação estão associados ao processo de implantação ou ao pós-venda (caso de serviços agregados). A integração dos sistemas aos ERPs apresenta um alto grau de satisfação, o que é bastante relevante uma vez que esta característica foi um dos principais critérios de escolha das ferramentas. O aspecto de custo com licenças, não apresentou satisfação ou insatisfação, já o investimento total, que engloba todo o custo da implantação, aparece como o aspecto de maior insatisfação, indicando que frequentemente, os valores superaram a previsão inicial.
  • 26. Conclusão Os resultados monstram que o processo de implantação de um software de SCM possui alto grau de complexidade bem como inúmeros aspectos que devem ser trabalhados em vista a se obter uma implantação de sucesso (composição do time, processo de seleção do fornecedor, capacitação interna, etc). Esta alta complexidade vem resultando em projetos sistematicamente fora do prazo e com gastos superiores aos orçamentos iniciais. Entretanto, cerca de 44% dos entrevistados afirmam que o retorno sobre o investimento do projeto como um todo foi maior ou muito maior do que o esperado, e 34% consideram como sendo igual ao esperado. Esta satisfação quanto ao retorno também é observado com relação ao desempenho do software após sua implantação, para o qual apenas 18% dos entrevistados o consideram pior ou muito pior do que o esperado, e que 55% consideram igual ao esperado. Com base em tudo o que foi visto pode-se concluir que, apesar dos inúmeros problemas possíveis de serem encontrados ao longo de um processo de implantação de um software de SCM, e dos custos serem frequentemente superiores aos previstos, ainda assim as empresas estão satisfeitas com as ferramentas e obtendo retorno.