SlideShare uma empresa Scribd logo
Prof. Wilson Alves de Paiva
Mestre em Filosofia e
Doutor em Filosofia da Educação
Antropologia
Filosófica
cronograma
O que é Antropologia Filosófica
Disciplina que tem como objetivo o
estudo do homem em suas
características essenciais, nas
manifestações culturais.
Reflexão filosófica sobre o homem.
Campo do conhecimento que
pretende responder à pergunta: O que
é o homem?
Observação sistemática e reflexiva
sobre o homem e sua capacidade de
criação e produção cultural
INFORMAÇÕES HISTÓRICAS
 A Antropologia Filosófica surgiu por volta de
1920 que investiga o fenômeno humano. seu
objetivo maior é saber o que é o homem. Para
isso ela usa métodos do tipo: fenomenológico,
dedutivo, histórico, e muitos outros. Diz Scheler
que o homem possui espírito, pode amar,
admirar, contemplar, enquanto que os outros
animais não dispõem de nada disso. Pois estes
contam com o instinto e aquele com a razão; a
esta diferença atribui-se a limitação dos outros
animais.
HOMEM E ANIMAL
O QUE É O HOMEM?
 Quem primeiro se inclinou a estudar o homem foi
Sócrates, filósofo grego do final do século V e IV a.C.,
que dizia “Conhece-te a ti mesmo”. Para Sócrates o
homem era alguém que podia responder com
racionalidade a uma indagação racional. Já para seu
seguidor e aluno, Platão, o homem é alma e que, com
isso, ele é imortal.
Para Aristóteles, discípulo de Platão, o homem é o
animal político.
ANTROPOCÊNTRICA
TEOCÊNTRICA
COSMOCÊNTRICA
O ESTUDO DO HOMEM
 O que é o homem?
 Como ele surgiu?
 Por que ele surgiu?
 Como ele age?
 Como deve agir?
 Como é composto? (corpo e alma =
dualismo)
 Antropologia filosófica: Estudo reflexivo sobre o fenômeno
humano e todas suas formas de existência, produção cultural, crenças,
costumes, valores e formas de pensar.
VISÃO ANTROPOCÊNTRICA
FENÔMENO HUMANO
MÚLTIPLAS MANIFESTAÇÕES DE SUA RACIONALIDADE
VÁRIOS CONCEITOS:
 Um ser racional (Descartes)
 Um Ser livre (Sartre)
 Um ser problemático (Marcel)
 Um ser religioso (Luckmann)
 Um ser de ciência (Comte)
 Um animal essencialmente social (Marx)
O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:
 Homo somaticus
 Dimensão corpórea (psíquico e somático)
 Alma (athma), corpo e espírito
 Corporeidade: “Être au monde à travers un
corps” (Merleau-Ponty, Phenoménologie de la perception, 1945, p. 357)
 Função mundanizante
O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:
 Homo vivens
 Consciente do fenômeno da vida
 O que é a vida?
Viver
Matar
Suicidar
• Organização particular da matéria?
• Organinação funcional das células?
• A vida tem sentido
• A vida tem significados
• Como viver (princípios morais)
O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:
 Homo sapiens
 Conhecimento sensitivo, intelectivo e
imaginativo
 História e memória
 Homo sapiens sapiens
 Individualidade e pessoalidade
 Consciência e autoconsciência
 Reflexão e autoreflexão
O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:
 Homo volens
 Vontade e decisão: conformismo e audácia
 Liberdade: livre arbítrio e autonomia
 Limites da vontade: religião, sociedade, etc.
 Vontade alienada: mídia, tecnologia e política
 Vontade escravizada: paixões
 Vontade, liberdade e consciência: ética
O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:
 Homo loquens
 Único animal que fala
 Origem: deuses ou criação humana?
 Homo simbolicus: signo, representação e comunicação
 Aprimoramento da linguagem: arte poética
 Linguagens e relações humanas: sociedade
O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:
Homo socialis
Sociabilidade e politicidade: família, clã, tribo,
aldeia, cidade, estado: PODER e AUTORIDADE
Questão da prioridade política: estado ou
indivíduo?
Positivismo: indivíduo e estado: progresso (Comte)
Problema do corpo: do indivíduo ou da
sociedade?
 Maior do problema da atualidade: homem e meio
O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:
 Homo culturalis
 O homem para além das estruturas físicas e
faculdades espirituais: os produtos culturais
 Definição de cultura: o conjunto de toda e qualquer
criação do intelecto humano
 Pode ser: local, regional ou geral
 A cultura é produto do homem ou o homem
produto da cultura?
 Trocas e choques culturais
O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:
 Homo faber
 Trabalho: atividade natural do homem
 Instinto (animal) e criação (humano)
 Do Trabalho manual ou artesanal
 Ócio (contemplação) e trabalho (produção)
 Cristianismo: purificação e salvação
 Revolução industrial: trabalho e escravização
 Desafio: superar o foco na mercadoria
O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:
 Homo ludens
 Jogo e divertimento: uso alegre dos símbolos
 Brinquedo: atividade apenas infantil?
 Reconhecimento (Aristóteles) – rejeição
(Igreja) – valorização (mundo atual)
 Exploração: jogatina e competição capitalista
 Ludicidade: modo agradável e educativo de
atingir objetivos = Instrumento dos
profissionais da saúde
O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:
 Homo religiosus
 Religião: caráter universal
 Transcendência humana: sublimação e essência
 Igreja e dogma: domínio e guerras
 Fundamentalismo e teocracia
 Karl Marx: ópio do povo = materialismo
 Nietzsche: Deus está morto! = superhomem
 Fundamentos da religião:
fé, sentimentos, conversão, devoção e resignação
 Problema atual: exploração da fé e comercialização
ENFIM...
 O homem é o ser
que vive em
constante interação
com seu
meio, produzindo
cultura a partir das
coisas, dos animais
e dos outros
E O QUE É
CULTURA?
 Toda criação da
capacidade
intelectual do
homem.
 Tudo o que não é
natureza e resulta
do artifício e da
criatividade
humana
INÍCIO DA CULTURA: MITO
Relação:
homem e
fenômeno
MITOS
RITOS
MITO
 Importância:
 Exercício do intelecto
 Desenvolvimento da linguagem
 Agregação social
 Religião e transcendência
 Diversificação
 Os mitos podem ser:
 Cosmogônicos
 Antropogônicos
 Escatológicos
Para Mircea Eliade (p. 11):
“O mito conta uma história sagrada; ele
relata um acontecimento ocorrido no
tempo primordial, o tempo fabuloso do
„princípio”.
Narrativa da criação
POR QUE O MITO É IMPORTANTE?
 Demonstra a imaginação dos primeiros
povos;
 Une as tribos em torno de uma crença
comum;
 Auxilia na formação política e organização
social;
 Desenvolve a linguagem e a
comunicação;
 Registra as leituras de mundo e os
costumes das culturas primitivas.
FUNÇÃO DO MITO:
 “A principal função do mito consiste em
revelar os modelos exemplares de todos os
ritos e atividades humanas significativas:
tanto a alimentação ou o casamento, quanto
o trabalho, a educação, a arte ou a
sabedoria” (Eliade, p. 13)
HISTÓRIAS HISTÓRIAS
VERDADEIRAS FALSAS
Relatar
Conhecer
Reverenciar
Celebrar
“Nas civilizações primitivas, o mito
desempenha uma função indispensável:
ele exprime, enaltece e codifica a crença;
salvaguarda e impõe os princípios morais;
garante a eficácia do ritual e oferece
regras práticas para a orientação do
homem. O mito, portanto, é um
ingrediente vital da civilização humana;
longe de ser uma fabulação vã, ele é ao
contrário uma realidade viva, à qual se
recorre incessantemente” (p. 23)
POR FIM: GÊNESIS: MITO?
RELIGIÃO
 Menonitas: leitura da realidade /
modo de se relacionar com ela /
produção da cultura
 Povos primitivos: totem,
sacrifício, antropofagia, xamã,
curas = visão cosmocêntrica e
teocêntrica
 Caráter universal
Capacidade humana de pensar realidades
sublimadas, transcendendo sua realidade
concreta e crendo na existência de seres e
poderes sobrenaturais que interferem na vida
das pessoas.
RELIGIÃO E MAGIA
MARCONI, MARINA DE ANDRADE & PRESOTTO, ZELIA MARIA NEVES. ANTROPOLOGIA: UMA
INTRODUÇÃO. 6ª. ED. SÃO PAULO: ATLAS, 2006.
OLIVEIRA, PÉRSIO SANTOS DE. INTRODUÇÃO À SOCIOLOGIA. SÃO PAULO: ÁTICA, 2006.
(SÉRIE BRASIL). (P. 25 E P. 167)
 Religião: Edward Tylor: “Crença em seres espirituais”
 Características: universal: presente em todos os povos
 Religião e magia: identificação de uma com a outra
 Crença: aceitação que não supõe compreensão
 Ritual: sons / palavras / imagens / objetos /
vestuário / gestos DANÇAS: 1
• Dança dos índios (chuva)
• Folia de Reis (bênção)
RELIGIÃO E MAGIA
 “A religião não deve ser confundida com a
magia, embora muitas vezes se encontrem
associadas. A religião implica a crença em
seres espirituais, deuses, o sobrenatural, sendo
a oração a técnica usada pelos adeptos para
relacionar-se com eles. A atitude religiosa é de
humildade, submissão, reverência e adoração.
A magia não recorre aos seres espirituais. Vale-
se de técnicas para controlar os poderes
sobrenaturais. A atitude do mágico é arrogância
e auto-confiança, de compulsão, ou
seja, coação sobre as forças da natureza.”
FUNÇÕES DA RELIGIÃO
 Explanatória
 Interpenetrativa
• Psicológica: surgimento nos mitos
• Sociológica: surgimento nos ritos
A religião surgiu dos mitos ou
dos ritos?
Evocação de poderes e espíritos, utilizando
de objetos ou imagens para alcançar um
objetivo que vai além das capacidades
humanas.
Ex.: cabelo / dente no telhado / roupa branca / etc.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Filosofia 02 - Sócrates, Platão e Aristóteles
Filosofia 02 - Sócrates, Platão e  AristótelesFilosofia 02 - Sócrates, Platão e  Aristóteles
Filosofia 02 - Sócrates, Platão e Aristóteles
Diego Bian Filo Moreira
 
Filósofos Pré socráticos
Filósofos Pré socráticosFilósofos Pré socráticos
Filósofos Pré socráticos
Juliana Corvino de Araújo
 
Aula 21 filosofia da ciência
Aula 21   filosofia da ciênciaAula 21   filosofia da ciência
Aula 21 filosofia da ciência
professorleo1989
 
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre A Liberdade Filosófica
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre A Liberdade FilosóficaSlides da aula de Filosofia (João Luís) sobre A Liberdade Filosófica
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre A Liberdade Filosófica
Turma Olímpica
 
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Ética e Moral
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Ética e MoralSlides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Ética e Moral
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Ética e Moral
Turma Olímpica
 
Identidade, igualdade e diferença
Identidade, igualdade e diferençaIdentidade, igualdade e diferença
Identidade, igualdade e diferença
Claudio Henrique Ramos Sales
 
Antropologia filosofica
Antropologia filosoficaAntropologia filosofica
Antropologia filosofica
Agostinhofilho
 
Filosofia Socrática
Filosofia SocráticaFilosofia Socrática
Filosofia Socrática
Juliana Corvino de Araújo
 
Introdução à filosofia
Introdução à filosofiaIntrodução à filosofia
Introdução à filosofia
José Aristides Silva Gamito
 
Aristóteles
AristótelesAristóteles
Aristóteles
DeaaSouza
 
F ilosofia contemporanea
F ilosofia contemporaneaF ilosofia contemporanea
F ilosofia contemporanea
Edirlene Fraga
 
Aula 1 o que é antropologia
Aula 1   o que é antropologiaAula 1   o que é antropologia
Aula 1 o que é antropologia
Fábio Nogueira, PhD
 
Filosofia política
Filosofia políticaFilosofia política
Filosofia política
Edirlene Fraga
 
Slide a origem da filosofia1
Slide a origem da filosofia1Slide a origem da filosofia1
Slide a origem da filosofia1
iranildespm
 
Metafísica em aristóteles
Metafísica em aristótelesMetafísica em aristóteles
Metafísica em aristóteles
Hipotese Soluções Educacionais
 
Aristóteles
AristótelesAristóteles
Aristóteles
julia marcondes
 
O que são valores?
O que são valores?O que são valores?
O que são valores?
Italo Colares
 
Aula 08 - O Empirismo
Aula 08 - O EmpirismoAula 08 - O Empirismo
Aula 08 - O Empirismo
Claudio Henrique Ramos Sales
 
Cap 2 os filosofos da natureza - postar
Cap 2   os filosofos da natureza - postarCap 2   os filosofos da natureza - postar
Cap 2 os filosofos da natureza - postar
José Ferreira Júnior
 
A teoria politica de Aristóteles
A teoria politica de AristótelesA teoria politica de Aristóteles
A teoria politica de Aristóteles
Alan
 

Mais procurados (20)

Filosofia 02 - Sócrates, Platão e Aristóteles
Filosofia 02 - Sócrates, Platão e  AristótelesFilosofia 02 - Sócrates, Platão e  Aristóteles
Filosofia 02 - Sócrates, Platão e Aristóteles
 
Filósofos Pré socráticos
Filósofos Pré socráticosFilósofos Pré socráticos
Filósofos Pré socráticos
 
Aula 21 filosofia da ciência
Aula 21   filosofia da ciênciaAula 21   filosofia da ciência
Aula 21 filosofia da ciência
 
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre A Liberdade Filosófica
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre A Liberdade FilosóficaSlides da aula de Filosofia (João Luís) sobre A Liberdade Filosófica
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre A Liberdade Filosófica
 
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Ética e Moral
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Ética e MoralSlides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Ética e Moral
Slides da aula de Filosofia (João Luís) sobre Ética e Moral
 
Identidade, igualdade e diferença
Identidade, igualdade e diferençaIdentidade, igualdade e diferença
Identidade, igualdade e diferença
 
Antropologia filosofica
Antropologia filosoficaAntropologia filosofica
Antropologia filosofica
 
Filosofia Socrática
Filosofia SocráticaFilosofia Socrática
Filosofia Socrática
 
Introdução à filosofia
Introdução à filosofiaIntrodução à filosofia
Introdução à filosofia
 
Aristóteles
AristótelesAristóteles
Aristóteles
 
F ilosofia contemporanea
F ilosofia contemporaneaF ilosofia contemporanea
F ilosofia contemporanea
 
Aula 1 o que é antropologia
Aula 1   o que é antropologiaAula 1   o que é antropologia
Aula 1 o que é antropologia
 
Filosofia política
Filosofia políticaFilosofia política
Filosofia política
 
Slide a origem da filosofia1
Slide a origem da filosofia1Slide a origem da filosofia1
Slide a origem da filosofia1
 
Metafísica em aristóteles
Metafísica em aristótelesMetafísica em aristóteles
Metafísica em aristóteles
 
Aristóteles
AristótelesAristóteles
Aristóteles
 
O que são valores?
O que são valores?O que são valores?
O que são valores?
 
Aula 08 - O Empirismo
Aula 08 - O EmpirismoAula 08 - O Empirismo
Aula 08 - O Empirismo
 
Cap 2 os filosofos da natureza - postar
Cap 2   os filosofos da natureza - postarCap 2   os filosofos da natureza - postar
Cap 2 os filosofos da natureza - postar
 
A teoria politica de Aristóteles
A teoria politica de AristótelesA teoria politica de Aristóteles
A teoria politica de Aristóteles
 

Destaque

Antropologia filosófica 2- homo somaticus
Antropologia filosófica 2-     homo somaticusAntropologia filosófica 2-     homo somaticus
Antropologia filosófica 2- homo somaticus
Mário Correia
 
Antropologia introdução
Antropologia introduçãoAntropologia introdução
Antropologia introdução
Flávia De Mattos Motta
 
Cap 1 introdução
Cap 1 introduçãoCap 1 introdução
Cap 1 introdução
Joao Balbi
 
Conceito e origem da antropologia
Conceito e origem da antropologiaConceito e origem da antropologia
Conceito e origem da antropologia
Arare Carvalho Júnior
 
Antropologia: conceitos basicos
 Antropologia: conceitos basicos Antropologia: conceitos basicos
Antropologia: conceitos basicos
Flávia De Mattos Motta
 
Aula cinesio coluna 2013
Aula cinesio coluna 2013Aula cinesio coluna 2013
Aula cinesio coluna 2013
paraiba1974
 
Scheuermann kyphosis crete 2009 - Kύφωση
Scheuermann kyphosis crete 2009 - KύφωσηScheuermann kyphosis crete 2009 - Kύφωση
Scheuermann kyphosis crete 2009 - Kύφωση
Zoi Tsapou
 
O ramo brasileiro da Antropologia Cognitiva Canadense
O ramo brasileiro da Antropologia Cognitiva CanadenseO ramo brasileiro da Antropologia Cognitiva Canadense
O ramo brasileiro da Antropologia Cognitiva Canadense
Carlos Nepomuceno (Nepô)
 
Bate Papo sobre a busca da Felicidade
Bate Papo sobre a busca da FelicidadeBate Papo sobre a busca da Felicidade
Bate Papo sobre a busca da Felicidade
Felipe Girão
 
Antropologia Filosófica e Educação - Cap 3 a 5 (FL)
Antropologia Filosófica e Educação - Cap 3 a 5 (FL)Antropologia Filosófica e Educação - Cap 3 a 5 (FL)
Antropologia Filosófica e Educação - Cap 3 a 5 (FL)
Jonas Bach Jr.
 
Introdução à Antropologia
Introdução à AntropologiaIntrodução à Antropologia
Introdução à Antropologia
CursoDeFerias
 
A moral antiga e a moral moderna, de Victor Brochard
A moral antiga e a moral moderna, de Victor BrochardA moral antiga e a moral moderna, de Victor Brochard
A moral antiga e a moral moderna, de Victor Brochard
Jaimir Conte
 
Quadro de analise filosofando feito pelos pcn ps
Quadro de analise filosofando feito pelos pcn psQuadro de analise filosofando feito pelos pcn ps
Quadro de analise filosofando feito pelos pcn ps
Erica Frau
 
Antropologia filosófica
Antropologia filosóficaAntropologia filosófica
Antropologia filosófica
Marianlilian Cless
 
Capacitacao em Marketing Digital, Midias Sociais e WhatsApp - PEIEX - FIEC
Capacitacao em Marketing Digital, Midias Sociais e WhatsApp - PEIEX - FIECCapacitacao em Marketing Digital, Midias Sociais e WhatsApp - PEIEX - FIEC
Capacitacao em Marketing Digital, Midias Sociais e WhatsApp - PEIEX - FIEC
Felipe Girão
 
Aula1
Aula1Aula1
A revolução francesa
A revolução francesaA revolução francesa
A revolução francesa
humanitas.pt.vu
 
Psicologia aula 5 a enfermagem e o outro
Psicologia aula 5 a enfermagem e o outroPsicologia aula 5 a enfermagem e o outro
Psicologia aula 5 a enfermagem e o outro
Cintia Colotoni
 
Aula M1(16 a 17 anos) (26/04/12) - O valor da vida
Aula M1(16 a 17 anos) (26/04/12) - O valor da vida Aula M1(16 a 17 anos) (26/04/12) - O valor da vida
Aula M1(16 a 17 anos) (26/04/12) - O valor da vida
Mocidade Espírita União Fraternal
 
A busca da felicidade 1
A busca da felicidade 1A busca da felicidade 1
A busca da felicidade 1
ctollin
 

Destaque (20)

Antropologia filosófica 2- homo somaticus
Antropologia filosófica 2-     homo somaticusAntropologia filosófica 2-     homo somaticus
Antropologia filosófica 2- homo somaticus
 
Antropologia introdução
Antropologia introduçãoAntropologia introdução
Antropologia introdução
 
Cap 1 introdução
Cap 1 introduçãoCap 1 introdução
Cap 1 introdução
 
Conceito e origem da antropologia
Conceito e origem da antropologiaConceito e origem da antropologia
Conceito e origem da antropologia
 
Antropologia: conceitos basicos
 Antropologia: conceitos basicos Antropologia: conceitos basicos
Antropologia: conceitos basicos
 
Aula cinesio coluna 2013
Aula cinesio coluna 2013Aula cinesio coluna 2013
Aula cinesio coluna 2013
 
Scheuermann kyphosis crete 2009 - Kύφωση
Scheuermann kyphosis crete 2009 - KύφωσηScheuermann kyphosis crete 2009 - Kύφωση
Scheuermann kyphosis crete 2009 - Kύφωση
 
O ramo brasileiro da Antropologia Cognitiva Canadense
O ramo brasileiro da Antropologia Cognitiva CanadenseO ramo brasileiro da Antropologia Cognitiva Canadense
O ramo brasileiro da Antropologia Cognitiva Canadense
 
Bate Papo sobre a busca da Felicidade
Bate Papo sobre a busca da FelicidadeBate Papo sobre a busca da Felicidade
Bate Papo sobre a busca da Felicidade
 
Antropologia Filosófica e Educação - Cap 3 a 5 (FL)
Antropologia Filosófica e Educação - Cap 3 a 5 (FL)Antropologia Filosófica e Educação - Cap 3 a 5 (FL)
Antropologia Filosófica e Educação - Cap 3 a 5 (FL)
 
Introdução à Antropologia
Introdução à AntropologiaIntrodução à Antropologia
Introdução à Antropologia
 
A moral antiga e a moral moderna, de Victor Brochard
A moral antiga e a moral moderna, de Victor BrochardA moral antiga e a moral moderna, de Victor Brochard
A moral antiga e a moral moderna, de Victor Brochard
 
Quadro de analise filosofando feito pelos pcn ps
Quadro de analise filosofando feito pelos pcn psQuadro de analise filosofando feito pelos pcn ps
Quadro de analise filosofando feito pelos pcn ps
 
Antropologia filosófica
Antropologia filosóficaAntropologia filosófica
Antropologia filosófica
 
Capacitacao em Marketing Digital, Midias Sociais e WhatsApp - PEIEX - FIEC
Capacitacao em Marketing Digital, Midias Sociais e WhatsApp - PEIEX - FIECCapacitacao em Marketing Digital, Midias Sociais e WhatsApp - PEIEX - FIEC
Capacitacao em Marketing Digital, Midias Sociais e WhatsApp - PEIEX - FIEC
 
Aula1
Aula1Aula1
Aula1
 
A revolução francesa
A revolução francesaA revolução francesa
A revolução francesa
 
Psicologia aula 5 a enfermagem e o outro
Psicologia aula 5 a enfermagem e o outroPsicologia aula 5 a enfermagem e o outro
Psicologia aula 5 a enfermagem e o outro
 
Aula M1(16 a 17 anos) (26/04/12) - O valor da vida
Aula M1(16 a 17 anos) (26/04/12) - O valor da vida Aula M1(16 a 17 anos) (26/04/12) - O valor da vida
Aula M1(16 a 17 anos) (26/04/12) - O valor da vida
 
A busca da felicidade 1
A busca da felicidade 1A busca da felicidade 1
A busca da felicidade 1
 

Semelhante a antropologia filosofica a origem do homem

Cap 21 religião, mitos e magia
Cap 21 religião, mitos e magiaCap 21 religião, mitos e magia
Cap 21 religião, mitos e magia
Joao Balbi
 
Cap 21 religião, mitos e magias
Cap 21 religião, mitos e magiasCap 21 religião, mitos e magias
Cap 21 religião, mitos e magias
Joao Balbi
 
Apresentacao de antropologia psicologia
Apresentacao de antropologia psicologia  Apresentacao de antropologia psicologia
Apresentacao de antropologia psicologia
faculdade11
 
Aula de filosofia antiga, tema: Antropogênese
Aula de filosofia antiga, tema: AntropogêneseAula de filosofia antiga, tema: Antropogênese
Aula de filosofia antiga, tema: Antropogênese
Leandro Nazareth Souto
 
Trabalho Conclusão Didática - UNIRIO
Trabalho Conclusão Didática - UNIRIOTrabalho Conclusão Didática - UNIRIO
Trabalho Conclusão Didática - UNIRIO
Fabiana Melo Sousa
 
Antorpologia filosofica
Antorpologia filosoficaAntorpologia filosofica
Antorpologia filosofica
celio correa
 
Cap 4 antropologia cultural
Cap 4 antropologia culturalCap 4 antropologia cultural
Cap 4 antropologia cultural
Joao Balbi
 
Cap 4 antropologia cultural
Cap 4 antropologia culturalCap 4 antropologia cultural
Cap 4 antropologia cultural
Joao Balbi
 
Aula 01 FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA
Aula 01 FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIAAula 01 FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA
Aula 01 FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA
ANA CAROLINA SOUSA BORGES
 
Antropologiajurdica anotaesdeaula-130226213353-phpapp02
Antropologiajurdica anotaesdeaula-130226213353-phpapp02Antropologiajurdica anotaesdeaula-130226213353-phpapp02
Antropologiajurdica anotaesdeaula-130226213353-phpapp02
Claudia araujo
 
Conhecimento Religioso
Conhecimento ReligiosoConhecimento Religioso
Curso De Direitos Humanos Aula Itesp Dia 03 MarçO De 2010
Curso De Direitos Humanos   Aula Itesp Dia 03 MarçO De 2010Curso De Direitos Humanos   Aula Itesp Dia 03 MarçO De 2010
Curso De Direitos Humanos Aula Itesp Dia 03 MarçO De 2010
ElenitaPimentel
 
Filosofia intro
Filosofia introFilosofia intro
Filosofia intro
Vinícius Vieira
 
A evolução da reflexão humana.
A evolução da reflexão humana.A evolução da reflexão humana.
A evolução da reflexão humana.
PatriciaKarla
 
Apostila básica filosofia
Apostila básica   filosofiaApostila básica   filosofia
Apostila básica filosofia
aloirmd
 
Espiritualidade
EspiritualidadeEspiritualidade
Espiritualidade
ACMelzer
 
1 ano slides
1 ano slides1 ano slides
1 ano slides
Victor França
 
O Ser Humano e sua Dimensão Cultural (1).pdf
O Ser Humano e sua Dimensão Cultural (1).pdfO Ser Humano e sua Dimensão Cultural (1).pdf
O Ser Humano e sua Dimensão Cultural (1).pdf
Luziane Santos
 
Antropologia jurídica.
Antropologia jurídica. Antropologia jurídica.
Antropologia jurídica.
Direito2012sl08
 
Introdução a Filosofia - Ética
Introdução a Filosofia - ÉticaIntrodução a Filosofia - Ética

Semelhante a antropologia filosofica a origem do homem (20)

Cap 21 religião, mitos e magia
Cap 21 religião, mitos e magiaCap 21 religião, mitos e magia
Cap 21 religião, mitos e magia
 
Cap 21 religião, mitos e magias
Cap 21 religião, mitos e magiasCap 21 religião, mitos e magias
Cap 21 religião, mitos e magias
 
Apresentacao de antropologia psicologia
Apresentacao de antropologia psicologia  Apresentacao de antropologia psicologia
Apresentacao de antropologia psicologia
 
Aula de filosofia antiga, tema: Antropogênese
Aula de filosofia antiga, tema: AntropogêneseAula de filosofia antiga, tema: Antropogênese
Aula de filosofia antiga, tema: Antropogênese
 
Trabalho Conclusão Didática - UNIRIO
Trabalho Conclusão Didática - UNIRIOTrabalho Conclusão Didática - UNIRIO
Trabalho Conclusão Didática - UNIRIO
 
Antorpologia filosofica
Antorpologia filosoficaAntorpologia filosofica
Antorpologia filosofica
 
Cap 4 antropologia cultural
Cap 4 antropologia culturalCap 4 antropologia cultural
Cap 4 antropologia cultural
 
Cap 4 antropologia cultural
Cap 4 antropologia culturalCap 4 antropologia cultural
Cap 4 antropologia cultural
 
Aula 01 FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA
Aula 01 FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIAAula 01 FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA
Aula 01 FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA
 
Antropologiajurdica anotaesdeaula-130226213353-phpapp02
Antropologiajurdica anotaesdeaula-130226213353-phpapp02Antropologiajurdica anotaesdeaula-130226213353-phpapp02
Antropologiajurdica anotaesdeaula-130226213353-phpapp02
 
Conhecimento Religioso
Conhecimento ReligiosoConhecimento Religioso
Conhecimento Religioso
 
Curso De Direitos Humanos Aula Itesp Dia 03 MarçO De 2010
Curso De Direitos Humanos   Aula Itesp Dia 03 MarçO De 2010Curso De Direitos Humanos   Aula Itesp Dia 03 MarçO De 2010
Curso De Direitos Humanos Aula Itesp Dia 03 MarçO De 2010
 
Filosofia intro
Filosofia introFilosofia intro
Filosofia intro
 
A evolução da reflexão humana.
A evolução da reflexão humana.A evolução da reflexão humana.
A evolução da reflexão humana.
 
Apostila básica filosofia
Apostila básica   filosofiaApostila básica   filosofia
Apostila básica filosofia
 
Espiritualidade
EspiritualidadeEspiritualidade
Espiritualidade
 
1 ano slides
1 ano slides1 ano slides
1 ano slides
 
O Ser Humano e sua Dimensão Cultural (1).pdf
O Ser Humano e sua Dimensão Cultural (1).pdfO Ser Humano e sua Dimensão Cultural (1).pdf
O Ser Humano e sua Dimensão Cultural (1).pdf
 
Antropologia jurídica.
Antropologia jurídica. Antropologia jurídica.
Antropologia jurídica.
 
Introdução a Filosofia - Ética
Introdução a Filosofia - ÉticaIntrodução a Filosofia - Ética
Introdução a Filosofia - Ética
 

Mais de paraiba1974

Cotovelo e antebraço
Cotovelo e antebraçoCotovelo e antebraço
Cotovelo e antebraço
paraiba1974
 
Complexo do ombro 2013 - 2
Complexo do ombro   2013 - 2Complexo do ombro   2013 - 2
Complexo do ombro 2013 - 2
paraiba1974
 
Historia do basquete
Historia do basqueteHistoria do basquete
Historia do basquete
paraiba1974
 
13 legislacao estruturante do sus
13   legislacao estruturante do sus13   legislacao estruturante do sus
13 legislacao estruturante do sus
paraiba1974
 
4 assistencia de media e alta complexidade
4   assistencia de media e alta complexidade4   assistencia de media e alta complexidade
4 assistencia de media e alta complexidade
paraiba1974
 
3 atencao primaria e promocao da saude
3   atencao primaria e promocao da saude3   atencao primaria e promocao da saude
3 atencao primaria e promocao da saude
paraiba1974
 
1 sistema unico de saude
1   sistema unico de saude1   sistema unico de saude
1 sistema unico de saude
paraiba1974
 

Mais de paraiba1974 (7)

Cotovelo e antebraço
Cotovelo e antebraçoCotovelo e antebraço
Cotovelo e antebraço
 
Complexo do ombro 2013 - 2
Complexo do ombro   2013 - 2Complexo do ombro   2013 - 2
Complexo do ombro 2013 - 2
 
Historia do basquete
Historia do basqueteHistoria do basquete
Historia do basquete
 
13 legislacao estruturante do sus
13   legislacao estruturante do sus13   legislacao estruturante do sus
13 legislacao estruturante do sus
 
4 assistencia de media e alta complexidade
4   assistencia de media e alta complexidade4   assistencia de media e alta complexidade
4 assistencia de media e alta complexidade
 
3 atencao primaria e promocao da saude
3   atencao primaria e promocao da saude3   atencao primaria e promocao da saude
3 atencao primaria e promocao da saude
 
1 sistema unico de saude
1   sistema unico de saude1   sistema unico de saude
1 sistema unico de saude
 

Último

Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
Marlene Cunhada
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
WelberMerlinCardoso
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
CarinaSantos916505
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
livrosjovert
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
wagnermorais28
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
MateusTavares54
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
PatriciaZanoli
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
LucianaCristina58
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
YeniferGarcia36
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
SILVIAREGINANAZARECA
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
JoeteCarvalho
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 

Último (20)

Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 

antropologia filosofica a origem do homem

  • 1. Prof. Wilson Alves de Paiva Mestre em Filosofia e Doutor em Filosofia da Educação Antropologia Filosófica
  • 3. O que é Antropologia Filosófica Disciplina que tem como objetivo o estudo do homem em suas características essenciais, nas manifestações culturais. Reflexão filosófica sobre o homem. Campo do conhecimento que pretende responder à pergunta: O que é o homem? Observação sistemática e reflexiva sobre o homem e sua capacidade de criação e produção cultural
  • 4. INFORMAÇÕES HISTÓRICAS  A Antropologia Filosófica surgiu por volta de 1920 que investiga o fenômeno humano. seu objetivo maior é saber o que é o homem. Para isso ela usa métodos do tipo: fenomenológico, dedutivo, histórico, e muitos outros. Diz Scheler que o homem possui espírito, pode amar, admirar, contemplar, enquanto que os outros animais não dispõem de nada disso. Pois estes contam com o instinto e aquele com a razão; a esta diferença atribui-se a limitação dos outros animais.
  • 5.
  • 7. O QUE É O HOMEM?  Quem primeiro se inclinou a estudar o homem foi Sócrates, filósofo grego do final do século V e IV a.C., que dizia “Conhece-te a ti mesmo”. Para Sócrates o homem era alguém que podia responder com racionalidade a uma indagação racional. Já para seu seguidor e aluno, Platão, o homem é alma e que, com isso, ele é imortal. Para Aristóteles, discípulo de Platão, o homem é o animal político. ANTROPOCÊNTRICA TEOCÊNTRICA COSMOCÊNTRICA
  • 8. O ESTUDO DO HOMEM  O que é o homem?  Como ele surgiu?  Por que ele surgiu?  Como ele age?  Como deve agir?  Como é composto? (corpo e alma = dualismo)  Antropologia filosófica: Estudo reflexivo sobre o fenômeno humano e todas suas formas de existência, produção cultural, crenças, costumes, valores e formas de pensar.
  • 9. VISÃO ANTROPOCÊNTRICA FENÔMENO HUMANO MÚLTIPLAS MANIFESTAÇÕES DE SUA RACIONALIDADE
  • 10. VÁRIOS CONCEITOS:  Um ser racional (Descartes)  Um Ser livre (Sartre)  Um ser problemático (Marcel)  Um ser religioso (Luckmann)  Um ser de ciência (Comte)  Um animal essencialmente social (Marx)
  • 11. O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:  Homo somaticus  Dimensão corpórea (psíquico e somático)  Alma (athma), corpo e espírito  Corporeidade: “Être au monde à travers un corps” (Merleau-Ponty, Phenoménologie de la perception, 1945, p. 357)  Função mundanizante
  • 12. O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:  Homo vivens  Consciente do fenômeno da vida  O que é a vida? Viver Matar Suicidar • Organização particular da matéria? • Organinação funcional das células? • A vida tem sentido • A vida tem significados • Como viver (princípios morais)
  • 13. O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:  Homo sapiens  Conhecimento sensitivo, intelectivo e imaginativo  História e memória  Homo sapiens sapiens  Individualidade e pessoalidade  Consciência e autoconsciência  Reflexão e autoreflexão
  • 14. O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:  Homo volens  Vontade e decisão: conformismo e audácia  Liberdade: livre arbítrio e autonomia  Limites da vontade: religião, sociedade, etc.  Vontade alienada: mídia, tecnologia e política  Vontade escravizada: paixões  Vontade, liberdade e consciência: ética
  • 15. O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:  Homo loquens  Único animal que fala  Origem: deuses ou criação humana?  Homo simbolicus: signo, representação e comunicação  Aprimoramento da linguagem: arte poética  Linguagens e relações humanas: sociedade
  • 16. O HOMEM E SUAS DIMENSÕES: Homo socialis Sociabilidade e politicidade: família, clã, tribo, aldeia, cidade, estado: PODER e AUTORIDADE Questão da prioridade política: estado ou indivíduo? Positivismo: indivíduo e estado: progresso (Comte) Problema do corpo: do indivíduo ou da sociedade?  Maior do problema da atualidade: homem e meio
  • 17. O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:  Homo culturalis  O homem para além das estruturas físicas e faculdades espirituais: os produtos culturais  Definição de cultura: o conjunto de toda e qualquer criação do intelecto humano  Pode ser: local, regional ou geral  A cultura é produto do homem ou o homem produto da cultura?  Trocas e choques culturais
  • 18. O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:  Homo faber  Trabalho: atividade natural do homem  Instinto (animal) e criação (humano)  Do Trabalho manual ou artesanal  Ócio (contemplação) e trabalho (produção)  Cristianismo: purificação e salvação  Revolução industrial: trabalho e escravização  Desafio: superar o foco na mercadoria
  • 19. O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:  Homo ludens  Jogo e divertimento: uso alegre dos símbolos  Brinquedo: atividade apenas infantil?  Reconhecimento (Aristóteles) – rejeição (Igreja) – valorização (mundo atual)  Exploração: jogatina e competição capitalista  Ludicidade: modo agradável e educativo de atingir objetivos = Instrumento dos profissionais da saúde
  • 20. O HOMEM E SUAS DIMENSÕES:  Homo religiosus  Religião: caráter universal  Transcendência humana: sublimação e essência  Igreja e dogma: domínio e guerras  Fundamentalismo e teocracia  Karl Marx: ópio do povo = materialismo  Nietzsche: Deus está morto! = superhomem  Fundamentos da religião: fé, sentimentos, conversão, devoção e resignação  Problema atual: exploração da fé e comercialização
  • 21. ENFIM...  O homem é o ser que vive em constante interação com seu meio, produzindo cultura a partir das coisas, dos animais e dos outros
  • 22. E O QUE É CULTURA?  Toda criação da capacidade intelectual do homem.  Tudo o que não é natureza e resulta do artifício e da criatividade humana
  • 23. INÍCIO DA CULTURA: MITO Relação: homem e fenômeno MITOS RITOS
  • 24. MITO  Importância:  Exercício do intelecto  Desenvolvimento da linguagem  Agregação social  Religião e transcendência  Diversificação  Os mitos podem ser:  Cosmogônicos  Antropogônicos  Escatológicos Para Mircea Eliade (p. 11): “O mito conta uma história sagrada; ele relata um acontecimento ocorrido no tempo primordial, o tempo fabuloso do „princípio”. Narrativa da criação
  • 25. POR QUE O MITO É IMPORTANTE?  Demonstra a imaginação dos primeiros povos;  Une as tribos em torno de uma crença comum;  Auxilia na formação política e organização social;  Desenvolve a linguagem e a comunicação;  Registra as leituras de mundo e os costumes das culturas primitivas.
  • 26. FUNÇÃO DO MITO:  “A principal função do mito consiste em revelar os modelos exemplares de todos os ritos e atividades humanas significativas: tanto a alimentação ou o casamento, quanto o trabalho, a educação, a arte ou a sabedoria” (Eliade, p. 13)
  • 27. HISTÓRIAS HISTÓRIAS VERDADEIRAS FALSAS Relatar Conhecer Reverenciar Celebrar “Nas civilizações primitivas, o mito desempenha uma função indispensável: ele exprime, enaltece e codifica a crença; salvaguarda e impõe os princípios morais; garante a eficácia do ritual e oferece regras práticas para a orientação do homem. O mito, portanto, é um ingrediente vital da civilização humana; longe de ser uma fabulação vã, ele é ao contrário uma realidade viva, à qual se recorre incessantemente” (p. 23)
  • 29. RELIGIÃO  Menonitas: leitura da realidade / modo de se relacionar com ela / produção da cultura  Povos primitivos: totem, sacrifício, antropofagia, xamã, curas = visão cosmocêntrica e teocêntrica  Caráter universal Capacidade humana de pensar realidades sublimadas, transcendendo sua realidade concreta e crendo na existência de seres e poderes sobrenaturais que interferem na vida das pessoas.
  • 30. RELIGIÃO E MAGIA MARCONI, MARINA DE ANDRADE & PRESOTTO, ZELIA MARIA NEVES. ANTROPOLOGIA: UMA INTRODUÇÃO. 6ª. ED. SÃO PAULO: ATLAS, 2006. OLIVEIRA, PÉRSIO SANTOS DE. INTRODUÇÃO À SOCIOLOGIA. SÃO PAULO: ÁTICA, 2006. (SÉRIE BRASIL). (P. 25 E P. 167)  Religião: Edward Tylor: “Crença em seres espirituais”  Características: universal: presente em todos os povos  Religião e magia: identificação de uma com a outra  Crença: aceitação que não supõe compreensão  Ritual: sons / palavras / imagens / objetos / vestuário / gestos DANÇAS: 1 • Dança dos índios (chuva) • Folia de Reis (bênção)
  • 31. RELIGIÃO E MAGIA  “A religião não deve ser confundida com a magia, embora muitas vezes se encontrem associadas. A religião implica a crença em seres espirituais, deuses, o sobrenatural, sendo a oração a técnica usada pelos adeptos para relacionar-se com eles. A atitude religiosa é de humildade, submissão, reverência e adoração. A magia não recorre aos seres espirituais. Vale- se de técnicas para controlar os poderes sobrenaturais. A atitude do mágico é arrogância e auto-confiança, de compulsão, ou seja, coação sobre as forças da natureza.”
  • 32. FUNÇÕES DA RELIGIÃO  Explanatória  Interpenetrativa • Psicológica: surgimento nos mitos • Sociológica: surgimento nos ritos A religião surgiu dos mitos ou dos ritos?
  • 33. Evocação de poderes e espíritos, utilizando de objetos ou imagens para alcançar um objetivo que vai além das capacidades humanas. Ex.: cabelo / dente no telhado / roupa branca / etc.