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Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
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Essa posição geográfica levou a região a ser cobiçada por inúmeras potências, que tentaram conquistá-la por ser estratégica para
a passagem das mercadorias que alimentavam o mais importante comércio da época.
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Quando os comerciantes europeus se deram conta de que as rotas comerciais entre o Ocidente e o Oriente passavam
necessariamente pelo Oriente Médio, a região passou a ser extremamente importante para a economia mundial.
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A histórica disputa territorial entre israelenses e palestinos é um dos principais focos de tensão na região.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - GeografiaMédicos e civis palestinos correndo para se esconderem durante um ataque israelense sobre uma escola da ONU, em 2010. A imagem foi feita em Beit Lahia, no norte da Faixa de Gaza.-Texto de Diego VieiraAdministração Imagens Históricas
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A fundação do Estado de Israel – projeto do final do século XIX, denominado sionista, que visava à criação de um Estado (de e
para judeus) na “Terra Prometida” – criou um foco de tensão entre os países ocidentais e o mundo árabe.
Os árabes não aceitaram a partilha da Palestina, ocorrida no final da Segunda Guerra Mundial, fruto da pressão dos sionistas por
causa do extermínio em massa dos judeus executado pelos nazistas na Europa.
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As diversas guerras árabe-israelenses que ocorreram a partir de
1948 consolidaram o Estado de Israel, mas deixaram o povo
palestino sem o seu território.
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Enquanto os judeus viviam dispersos pelo mundo, suas antigas terras foram conquistadas por diversos povos. Por volta de 700
d.C. a região foi conquistada pelos muçulmanos.
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A religião nasceu na
península Arábica, onde
hoje fica a Arábia Saudita
(onde se localizam Meca e
Medina – cidades santas do
islamismo)
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Com a expansão do islamismo ocorreu também a expansão da cultura árabe.
Assim, durante séculos islamismo e cultura árabe pareceram sinônimos, mas não são.
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A aspiração palestina de formar um Estado nacional próprio motivou a formação de grupos radicais e a reação dos cidadãos
contra as forças de ocupação israelenses, em um processo chamado Intifada.
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A aspiração palestina de formar um Estado nacional próprio motivou a formação de grupos radicais e a reação dos cidadãos
contra as forças de ocupação israelenses, em um processo chamado Intifada.
Para evitar um conflito, surgiram inúmeros planos de dividir a Palestina em dois Estados: um árabe e outro judeu.
Os árabes nunca aceitaram essa ideia, pois achavam um absurdo dividir sua terra com um povo que tinha acabado de chegar,
depois de ficar dois mil anos longe desses territórios.
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No contexto da Guerra Fria, o Oriente Médio foi um dos focos de tensão entre as superpotências envolvidas.
Enquanto Israel recebeu apoio dos Estados Unidos, os países árabes buscaram
ajuda da União Soviética.
Pouco a pouco, as superpotências foram levadas a interferir no conflito.
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Os Estados Unidos passaram a apoiar Israel, pois precisavam de um aliado incondicional naquela rica região petrolífera.
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Eles temiam o nacionalismo dos árabes e abrigavam em seu território uma enorme comunidade judaico-americana (mais de 5
milhões de judeus), que influenciou essa escolha.
A União Soviética passou a apoiar alguns países árabes como forma de evitar o domínio total dos Estados Unidos na região.
Deram um forte apoio aos palestinos que viviam como refugiados.
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Em 1964, os palestinos que residiam na Faixa de Gaza e na Cisjordânia fundaram a OLP (Organização para Libertação da
Palestina) que tinha como meta inicial retomar as terras e expulsar todos os judeus.
A OLP passou então a atacar repetidamente o Estado de Israel.
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A guerra travada em Gaza tem mostrado enorme desproporção do uso da força armada de Israel.
A superioridade israelense grita e sua estratégia militar não poupa civis, incluindo crianças e
mulheres indefesas.
O Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, aprovou uma investigação independente sobre os eventos bélicos em
Gaza.
De 46 membros, 29 votaram a favor (incluindo o Brasil), um votou contra (EUA) e os demais se abstiveram (incluindo todos os
europeus).
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Em março de 2003, o Iraque foi invadido pelos Estados Unidos, pelo Reino Unido e por um grupo de países aliados, sem
autorização da ONU.
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A justificativa para a invasão foi a necessidade de combater o terrorismo e liquidar possíveis armas de destruição em massa que
existiriam no país.
EFEITO BUMERANG, apoio à déspotas em lugares distantes
acaba inevitavelmente afetando sua própria casa.
-2002 os EUA invadem o Iraque (armas químicas no país)
-EUA haviam ajudado a sustentar Saddam Hussein numa época
em que ele usava armas químicas ativamente (final década 70,
início década 80.)
(CORRUPÇÃO À AMERICANA, p.36)
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Um governo de ocupação foi instalado após a derrota iraquiana, e Saddam Hussein, ditador que governava o país, foi preso,
condenado à morte e executado.
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A resistência ao governo estrangeiro foi violenta e dirigiu-se não só aos soldados, mas também aos civis acusados de colaborar
com os invasores.
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Os exércitos estrangeiros permaneceram no país mesmo após a transferência do governo para mãos iraquianas. Os Estados
Unidos retiraram suas tropas em dezembro de 2011.
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A existência de armas de destruição em massa, no entanto, não chegou a ser provada.
Opositores da guerra afirmam que o motivo real dos
Estados Unidos para invadir o país seria garantir o
controle das jazidas de petróleo iraquianas.
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A disputa pelo poder no Iraque envolve também grupos étnicos e religiosos.
Os principais são os xiitas, maioria da população, os sunitas, a elite intelectual, e os curdos, concentrados no norte do país.
O Estado Islâmico é um grupo que ganhou força após a saída dos EUA
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Não existe bandeira grande o suficiente para cobrir a vergonha de matar pessoas inocentes!"
Esse foi o desabafo de um soldado americano após a invasão no Iraque, em 2007. Nesse protesto ele questiona o número de
pessoas inocentes mortas em batalhas. Texto de Diego Vieira/ Administração Imagens Históricas
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A Inglaterra consolidou o domínio da Índia no século XVII, após alguns anos de disputa com portugueses, franceses e holandeses.
A colonização britânica direcionou a produção do país para o mercado externo, colocando em segundo plano as necessidades do
mercado interno.
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Há mais de 5 mil anos já existiam sociedades organizadas onde hoje fica a Índia.
A chegada dos arianos
Entre 2000 e 1500 a.C, tribos arianas nômades procedentes da Ásia Central ou do norte do atual Irã – os árias ou arianos –
chegaram ao vale do Indo.
Lá encontraram uma população bastante empobrecida, quando comparada aos seus ancestrais.
A agricultura já não era tão produtiva, pois o uso intensivo do solo esgotara os nutrientes.
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Mal sai da barriga da mãe, um bebê indiano ganha um rótulo. Entra em uma das 4 castas de uma
hierarquia social ditada pelo hinduísmo, que pela ordem tem os sacerdotes , brâmanes, depois
reis e guerreiros (xátrias) mercadores e produtores (vaixás) e servos (sudras).
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É um esquema que divide o trabalho entre a sociedade e garante que sempre haja um grupo
cuidando da religião, da organização política, do comércio e dos serviços.
Faz tempo que isso funciona assim – praticamente desde 1.500 a.C.
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Na sociedade hindu, os intocáveis ou párias são aqueles que fazem os
trabalhos considerados indignos, sujos, que lidam com o que está morto
(animal e/ou humano), ou executam tarefas que os mantém em
constante contato com aquilo que o resto da sociedade indiana
considera nojento e desagradável.
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Eles são considerados individualmente sujos, e por isso não podem ter contato físico com os
'não sujos', as partes mais puras da sociedade. Vivem separados do resto das pessoas. Ninguém
pode interferir na sua vida social, pois os intocáveis são considerados menos que humanos.
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Os párias só podem usar as roupas que acham nos corpos dos mortos. Nas suas casas, comem
em louças quebradas.
Estão proibidos de rezar no mesmo templo e de beber da mesma água que os membros das
outras castas, pois poderiam poluir a água e indiretamente poluir as pessoas não párias que
bebessem dali.
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No século IX d.C, mercadores árabes chegaram as costas indianas e estabeleceram entrepostos comerciais. Além de
vender e comprar mercadorias, passaram a difundir sua religião, o islamismo, convertendo muitos indianos.
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Uma prova da riqueza e esplendor do domínio muçulmano na Índia é o Taj Mahal.
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Trata-se de um suntuoso monumento de mármore branco, incrustado com pedras semipreciosas. Sua cúpula é
costurada com fios de ouro. O monarca muçulmano Shah Jahan mandou construí-lo, no início do século XVII, sobre
o túmulo de sua esposa favorita, Mumtaz Mahal (a jóia do palácio), que morreu ao dar a luz o 14º filho.
Mumtaz Mahal
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Como em diversas outras colônias europeias, incluindo o Brasil, foram implantadas na Índia as grandes propriedades
monocultoras, cuja produção se destinava à exportação.
Além da fome, por causa da falta de alimentos para suprir as necessidades do próprio país, esse sistema provocou alterações no
modelo social e produtivo, dificultando a industrialização e a modernização da sociedade indiana.
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No início do século XX, o quadro de miséria impulsionou um movimento nacionalista liderado por Mohandas Gandhi (figura 3),
também conhecido como Mahatma (Grande Alma) Gandhi. Ele defendia a desobediência civil não violenta, que incluía boicote
aos produtos ingleses e recusa ao pagamento de impostos como formas de protesto e demonstração da insatisfação com a
ocupação estrangeira.
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O movimento desencadeado por Gandhi, somado aos efeitos da Segunda Guerra Mundial sobre os países europeus, facilitou a
independência da Índia em 1947.
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A situação de dependência e exploração incomodava muitos indianos.
Em 1885, intelectuais nacionalistas fundaram o Partido do Congresso, frontalmente contrário a
presença estrangeira.
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Na década de 1920, o nacionalismo cresceu sob a liderança do
advogado Mohandas Gandhi.
Pregando a resistência pacífica,
ele combateu a dominação
britânica por meio de sucessivas
campanhas nacionalistas, dentre
elas o não pagamento de
impostos e o boicote às
mercadorias inglesas.
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Depois da Segunda Guerra Mundial, a Inglaterra, muito enfraquecida pelo conflito, aceitou
transferir o poder para os indianos.
Mas a Índia era formada por hindus, muçulmanos e outras minorias que mantinham entre si
profundas divergências, o que dificultava a independência.
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A minoria muçulmana julgava-se discriminada e a maioria hindu (que
dominava a indústria, o comércio e a agricultura) não aceitava dividir o
poder no caso de a Índia tornar-se independente.
Essa rivalidade era incentivada pelos colonizadores britânicos, como
forma de dividir a população e garantir a manutenção de seus interesses
econômicos na região.
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A minoria muçulmana julgava-se discriminada e a maioria hindu (que
dominava a indústria, o comércio e a agricultura) não aceitava dividir o
poder no caso de a Índia tornar-se independente.
Essa rivalidade era incentivada pelos colonizadores britânicos, como
forma de dividir a população e garantir a manutenção de seus interesses
econômicos na região.
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Nesse clima de tensão meios muçulmanos migraram no rumo ao
noroeste em meados de 1947, pois lá existia uma grande concentração
de muçulmanos, formando praticamente uma região separada.
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Quando a Inglaterra entregou o poder (15 de agosto de 1947), ocorreu a
separação entre a Índia e essa região, agora um novo país, chamado
Paquistão, de maioria muçulmana.
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Pelo acordo que dividiu o país, 20% dos bens nacionais pertenceriam ao
Paquistão e os 80% restantes ficariam para a Índia.
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Nas bibliotecas, dividiram os volumes das coleções e enciclopédias, e
até os instrumentos das bandas marciais foram divididos.
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Alguns muçulmanos radicais exigiram que o palácio do Taj Mahal, construído por um
muçulmano, fosse levado para o Paquistão pedra por pedra.
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Alguns brâmanes indianos, por sua vez, queriam que se desviassem as águas do rio Indo, que
banharia o Paquistão muçulmano, porque as tradições sagradas do hinduísmo, os Vedas,
surgiram às suas margens 2.500 anos antes.
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Desde a independência Paquistão e
Índia não resolveram suas questões
de fronteira.
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Nesse período, os dois países, que viviam fortes rivalidades, passaram a disputar a Caxemira, região no norte da
Índia onde a maioria da população é muçulmana.
Sendo que a maior parte e os vales e nascentes de
importantes rios ficou sob o controle do governo indiano.
Raiz dos conflitos
Caxemira Região de maioria muçulmana, mas sob o domínio da Índia.
Na primeira guerra ficou dividida.
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Os muçulmanos da Caxemira esperavam um plebiscito para escolher o seu futuro, mas a Índia ocupou militarmente
a região e a declarou estado indiano. Iniciando-se os graves conflitos entre os dois países.
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Fez investimentos bem-
sucedidos em tecnologia e
formação profissional.
Tem despertado atenção.
Papel crescente de sua
economia no contexto mundial.
Soube criar oportunidades
singulares na economia
globalizada.
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Fruto de seu passado colonial, a agricultura é, mesmo nos dias atuais, a atividade econômica que emprega a maior parte da
população indiana economicamente ativa.
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O crescimento econômico da Índia nos últimos anos colocou-a entre os principais países emergentes (ou em desenvolvimento),
chamados Brics (iniciais de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), com características comuns em relação à economia.
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A expansão da economia tem mantido taxas médias de 6 a 7% ao ano.
Os mecanismos que apoiam o crescimento no mercado internacional são semelhantes
aos aplicados pela China:
• subvalorização da moeda;
• baixo custo da mão-de-obra;
• incentivos do governo;
• criação de Zonas de Processamento de Exportação.
Empresas indianas contam com mão-de-obra com fluência na língua inglesa.
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Entre 1990 e 2000, as exportações da Índia aumentaram, em média, 9% ao ano. Os setores que
mais cresceram no comércio exterior foram da industria farmacêutica e da industria têxtil.
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Mesmo havendo desenvolvimento industrial, tecnológico e científico, a Índia ainda apresenta baixa expectativa de vida (66 anos),
elevadas taxas de analfabetismo (cerca de 43%) e de mortalidade infantil (49 por mil nascidos vivos, segundo dados de 2010),
fome e desnutrição, entre outros graves problemas sociais.
O país é o segundo mais populoso do mundo e apresenta elevada densidade demográfica.
Graças a campanhas de planejamento familiar, o índice de crescimento da população tem diminuído gradualmente.
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A Índia é um país dividido religiosamente, de forma especial, entre
hindus (maioria) e muçulmanos (Paquistão)
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Os britânicos construíram uma extensa rede de ferrovias na Índia, integrando as zonas produtivas
aos portos exportadores.
A Índia tornou-se o centro estratégico do poderoso
Império Britânico.
A exploração e comércio de seus recursos e produtos
ajudaram a manter o luxo e as riquezas da corte
imperial.
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Na Índia, o estudo da matemática é uma tradição há mais de 3.000 anos.
Mercadores antigos e religiosos se preocupavam com a contagem e números, e os indianos
desenvolveram uma capacidade diferenciada nessa ciência e em outras tantas, como a
astronomia, a física e a engenharia.
O Homem que Calculava (Malba Tahan)
domínio da matemática pelos orientais
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O Homem que Calculava: aventuras de um singular
calculista persa é um romance infanto-juvenil do
escritor brasileiro Malba Tahan (heterônimo do
professor Júlio César de Mello e Souza), que narra as
aventuras e proezas matemáticas do calculista persa
Beremiz Samir na Bagdá (Iraque) do século XIII. Foi
publicado pela primeira vez em 1938 e já chegou a
sua 75ª edição.
A narrativa, dentro da paisagem do mundo islâmico
medieval, trata das peripécias matemáticas do
protagonista, que resolve e explica, de modo
extraordinário, diversos problemas, quebra-cabeças e
curiosidades da matemática.
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(...)Encontramos, três homens que discutiam acaloradamente ao pé de um lote de camelos. Por entre pragas
e impropérios, gritavam possessos, furiosos:
— Não pode ser! — Isto é um roubo! — Não aceito!
O inteligente Beremiz procurou informar-se do que se tratava.
— Somos irmãos — esclareceu o mais velho — e recebemos como herança esses 35 camelos. Segundo a
vontade expressa de meu pai, devo eu receber a metade, o meu irmão Hamed Namir uma
terça parte, e ao Harim, o mais moço, deve tocar apenas a nona parte. Não sabemos,
porém, como dividir dessa forma 35 camelos.
A cada partilha proposta, segue-se a recusa dos outros dois, pois a metade de 35 é 17 e meio! Como
fazer a partilha, se a terça parte e a nona parte de 35 também não são exatas?
— É muito simples — atalhou o “homem que calculava”. — Encarregar-me-ei de fazer com justiça essa
divisão, se permitirem que eu junte aos 35 camelos da herança este belo animal, que em boa hora aqui nos
trouxe.
Neste ponto, procurei intervir na questão: — Não posso consentir em semelhante loucura! Como
poderíamos concluir a viagem, se ficássemos sem o nosso camelo?
— Não te preocupes com o resultado, ó “bagdali”! — replicou-me, em voz baixa, Beremiz. — Sei muito bem
o que estou fazendo. (...)
— Vou, meus amigos — disse ele, dirigindo-se aos três irmãos — fazer a divisão justa e exata dos
camelos, que são agora, como vêem, em número de 36.
OS TRINTA E CINCO CAMELOS - Malba Tahan
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E voltando-se para o mais velho dos irmãos, assim falou: — Deves receber, meu amigo, a metade
de 35, isto é, 17 e meio. Receberás a metade de 36, ou seja, 18.
Nada tens a reclamar, pois é claro que saíste lucrando com esta divisão.
Dirigindo-se ao segundo herdeiro, continuou: — E tu, Hamed Namir, devias receber um terço de
35, isto é, 11 e pouco. Vais receber um terço de 36, isto é, 12. Não poderás protestar, pois tu
também saíste com visível lucro na transação.
E disse, por fim, ao mais moço: — E tu, jovem Harim Namir, segundo a vontade de teu pai,
devias receber uma nona parte de 35, isto é, 3 e pouco. Vais receber um terço de 36,
isto é, 4. O teu lucro foi igualmente notável. Só tens a agradecer-me pelo resultado.
Numa voz pausada e clara, concluiu:— Pela vantajosa divisão feita entre os irmãos Namir — partilha em que
todos os três saíram lucrando — couberam 18 camelos ao primeiro, 12 ao segundo
e 4 ao terceiro, o que dá um total de 34 camelos.
Dos 36 camelos sobraram, portanto, dois. Um pertence, como
sabem, ao “bagdali” meu amigo e companheiro; outro, por
direito, a mim, por ter resolvido a contento de todos o
complicado problema da herança.(...)
(Malba Tahan, Seleções - Os melhores contos – Conquista, Rio,
1963)
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Tal tradição foi fundamental quando o país entrou em crise.
Instituições estrangeiras e empresários indianos começaram a investir nesse setor. Aproveitando
os conhecimentos prévios de muitos indianos, incentivaram pesquisas na área de informática e
convenceram o governo a liberar a importação de equipamentos.
Esse conjunto de circunstâncias e atitudes permitiu que a Índia se tornasse o maior produtor de
programas para computadores (softwares) do mundo.
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Atualmente, as universidades e escolas técnicas indianas formam por ano milhares de
especialistas em TI (Tecnologia de Informática). Muitos desses jovens vão trabalhar nos países
mais desenvolvidos do mundo, como Alemanha e EUA. Porém, cada vez mais, essa mão-de-obra
extremamente qualificada é absorvida no próprio país, cuja economia tem se expandido
rapidamente.
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"O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) estima que, até 2020, o volume
de resíduos procedentes de computadores abandonados crescerá 500% na Índia em relação a
2007, e 400% na China e África do Sul. Nesse mesmo ano, a quantidade de telefones celulares
abandonados na Índia e na China seria de 18 e 7 vezes maior que a atual, respectivamente,
enquanto as televisões e geladeiras sem uso em ambos os países se multiplicariam por pelo
menos dois.
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Obra do artista plástico Vik Muniz criada unicamente com peças descartadas de computador
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Imagens Históricas - Ásia
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Uma das fotos premiadas no Wolrd Press 2010.
A imagem (extremamente chocante), mostra a jovem
afegã Bibi Aisha, de 18 anos, que teve o nariz e as
orelhas decepadas pelo marido, como um castigo por
ter voltado para a casa de seus pais.
A história da jovem, diz respeito ao que ocorre no Afeganistão.
Quando tinha 12 anos, a menina e uma irmã mais nova foram
entregues pela família, como esposas, a um combatente do
Taliban, de acordo com o costume tribal da etnia pashtun, para
resolver conflitos.
Ao menstruar, tornou-se formalmente esposa.
Mas, incomformada com o tratamento violento imposto pelo
marido e pela família dele, fugiu de volta para a casa dos pais.
Algum tempo depois, milicianos talibans chegaram à casa de
seus pais exigindo sua punição por ter abandonado o marido.
Tirarram-na da família e a levaram.
Na cultura pashtun, quando um homem se envergonha da
mulher, usa-se a expressão “perdeu o nariz”.
Esse é a origem do seu castigo: o marido decidiu cortar-lhe as
orelhas e o nariz. Depois foi abandonada.
Socorrida em Cabul, capital do Afeganistão, recebeu tratamento
médico e psicológico. Mais tarde foi levada para os Estados
Unidos, saiu na capa da revista Time (09/08/2010), e ainda se
submeteu a cirurgia reparadoras.
Se você digitar “Bibi Aisha” no google, vai encontrar as fotos
dela com a face reconstruída.
Sua foto acima, apresenta uma grave denúncia ao abuso que
ainda hoje, a mulher sofre no Afeganistão. Além da imposição
da roupa, da obrigação de se esconder e até mesmo da
proibição aos estudos, existe ainda as ‘punições’ dos maridos e
até mesmo das famílias dos maridos.
Bibi Aisha, apresenta em pessoa e sofrimento essa triste
realidade.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - GeografiaHora de ponta na estação de Dhaka, Bangladesh
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Faz parte de uma campanha de uma ONG Britânica (Salve as crianças) e ‘escancara’ as diferenças de um mundo MUITO
DESIGUAL.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
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“A Índia é um país de profundas rivalidades religiosas, que com frequência explodem em banhos de sangue e selvageria. A violência, na maioria
das vezes, ocorre entre hindus (80% da população) e os muçulmanos, que representam 14% do 1 bilhão de habitantes do país, o segundo mais
populoso do mundo.”
(Veja, 2 ago. 2000. p.6)
Sobre a notícia acima:
1)Reflita sobre o trecho citado e registre suas idéias no caderno
2)Após ver a sequencia de imagens chamada: A LOTERIA DA VIDA elabore um texto tratando da sorte (e do azar) que algumas pessoas tiveram
em seu nascimento.
3)Observe as charges abaixo e reproduza seu entendimento:
Atividades
A B C
4)Qual a relação existente entre hindus e muçulmanos? É pacífica? Explique e relacione
com a criação do país chamado Paquistão.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=208778
http://www.bbc.co.uk/staticarchive/9d230051a7db7e2052034235761719501b6285de.gif
http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2015/02/27/entenda-o-que-querem-os-grupos-extremistas-que-
ameacam-o-mundo.htm
http:// www.imagenshistoricas.com.br
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  • 1. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 2. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Essa posição geográfica levou a região a ser cobiçada por inúmeras potências, que tentaram conquistá-la por ser estratégica para a passagem das mercadorias que alimentavam o mais importante comércio da época.
  • 3. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Quando os comerciantes europeus se deram conta de que as rotas comerciais entre o Ocidente e o Oriente passavam necessariamente pelo Oriente Médio, a região passou a ser extremamente importante para a economia mundial.
  • 4. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A histórica disputa territorial entre israelenses e palestinos é um dos principais focos de tensão na região.
  • 5. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - GeografiaMédicos e civis palestinos correndo para se esconderem durante um ataque israelense sobre uma escola da ONU, em 2010. A imagem foi feita em Beit Lahia, no norte da Faixa de Gaza.-Texto de Diego VieiraAdministração Imagens Históricas
  • 6. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A fundação do Estado de Israel – projeto do final do século XIX, denominado sionista, que visava à criação de um Estado (de e para judeus) na “Terra Prometida” – criou um foco de tensão entre os países ocidentais e o mundo árabe. Os árabes não aceitaram a partilha da Palestina, ocorrida no final da Segunda Guerra Mundial, fruto da pressão dos sionistas por causa do extermínio em massa dos judeus executado pelos nazistas na Europa.
  • 7. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia As diversas guerras árabe-israelenses que ocorreram a partir de 1948 consolidaram o Estado de Israel, mas deixaram o povo palestino sem o seu território.
  • 8. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Enquanto os judeus viviam dispersos pelo mundo, suas antigas terras foram conquistadas por diversos povos. Por volta de 700 d.C. a região foi conquistada pelos muçulmanos.
  • 9. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A religião nasceu na península Arábica, onde hoje fica a Arábia Saudita (onde se localizam Meca e Medina – cidades santas do islamismo)
  • 10. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 11. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Com a expansão do islamismo ocorreu também a expansão da cultura árabe. Assim, durante séculos islamismo e cultura árabe pareceram sinônimos, mas não são.
  • 12. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A aspiração palestina de formar um Estado nacional próprio motivou a formação de grupos radicais e a reação dos cidadãos contra as forças de ocupação israelenses, em um processo chamado Intifada.
  • 13. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A aspiração palestina de formar um Estado nacional próprio motivou a formação de grupos radicais e a reação dos cidadãos contra as forças de ocupação israelenses, em um processo chamado Intifada. Para evitar um conflito, surgiram inúmeros planos de dividir a Palestina em dois Estados: um árabe e outro judeu. Os árabes nunca aceitaram essa ideia, pois achavam um absurdo dividir sua terra com um povo que tinha acabado de chegar, depois de ficar dois mil anos longe desses territórios.
  • 14. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 15. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 16. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia No contexto da Guerra Fria, o Oriente Médio foi um dos focos de tensão entre as superpotências envolvidas. Enquanto Israel recebeu apoio dos Estados Unidos, os países árabes buscaram ajuda da União Soviética. Pouco a pouco, as superpotências foram levadas a interferir no conflito.
  • 17. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Os Estados Unidos passaram a apoiar Israel, pois precisavam de um aliado incondicional naquela rica região petrolífera.
  • 18. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Eles temiam o nacionalismo dos árabes e abrigavam em seu território uma enorme comunidade judaico-americana (mais de 5 milhões de judeus), que influenciou essa escolha. A União Soviética passou a apoiar alguns países árabes como forma de evitar o domínio total dos Estados Unidos na região. Deram um forte apoio aos palestinos que viviam como refugiados.
  • 19. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Em 1964, os palestinos que residiam na Faixa de Gaza e na Cisjordânia fundaram a OLP (Organização para Libertação da Palestina) que tinha como meta inicial retomar as terras e expulsar todos os judeus. A OLP passou então a atacar repetidamente o Estado de Israel.
  • 20. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 21. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
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  • 31. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 32. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 33. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A guerra travada em Gaza tem mostrado enorme desproporção do uso da força armada de Israel. A superioridade israelense grita e sua estratégia militar não poupa civis, incluindo crianças e mulheres indefesas. O Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, aprovou uma investigação independente sobre os eventos bélicos em Gaza. De 46 membros, 29 votaram a favor (incluindo o Brasil), um votou contra (EUA) e os demais se abstiveram (incluindo todos os europeus).
  • 34. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 35. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 36. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
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  • 41. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 42. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Em março de 2003, o Iraque foi invadido pelos Estados Unidos, pelo Reino Unido e por um grupo de países aliados, sem autorização da ONU.
  • 43. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A justificativa para a invasão foi a necessidade de combater o terrorismo e liquidar possíveis armas de destruição em massa que existiriam no país. EFEITO BUMERANG, apoio à déspotas em lugares distantes acaba inevitavelmente afetando sua própria casa. -2002 os EUA invadem o Iraque (armas químicas no país) -EUA haviam ajudado a sustentar Saddam Hussein numa época em que ele usava armas químicas ativamente (final década 70, início década 80.) (CORRUPÇÃO À AMERICANA, p.36)
  • 44. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 45. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Um governo de ocupação foi instalado após a derrota iraquiana, e Saddam Hussein, ditador que governava o país, foi preso, condenado à morte e executado.
  • 46. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A resistência ao governo estrangeiro foi violenta e dirigiu-se não só aos soldados, mas também aos civis acusados de colaborar com os invasores.
  • 47. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Os exércitos estrangeiros permaneceram no país mesmo após a transferência do governo para mãos iraquianas. Os Estados Unidos retiraram suas tropas em dezembro de 2011.
  • 48. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 49. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A existência de armas de destruição em massa, no entanto, não chegou a ser provada. Opositores da guerra afirmam que o motivo real dos Estados Unidos para invadir o país seria garantir o controle das jazidas de petróleo iraquianas.
  • 50. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A disputa pelo poder no Iraque envolve também grupos étnicos e religiosos. Os principais são os xiitas, maioria da população, os sunitas, a elite intelectual, e os curdos, concentrados no norte do país. O Estado Islâmico é um grupo que ganhou força após a saída dos EUA
  • 51. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Não existe bandeira grande o suficiente para cobrir a vergonha de matar pessoas inocentes!" Esse foi o desabafo de um soldado americano após a invasão no Iraque, em 2007. Nesse protesto ele questiona o número de pessoas inocentes mortas em batalhas. Texto de Diego Vieira/ Administração Imagens Históricas
  • 52. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 53. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A Inglaterra consolidou o domínio da Índia no século XVII, após alguns anos de disputa com portugueses, franceses e holandeses. A colonização britânica direcionou a produção do país para o mercado externo, colocando em segundo plano as necessidades do mercado interno.
  • 54. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Há mais de 5 mil anos já existiam sociedades organizadas onde hoje fica a Índia. A chegada dos arianos Entre 2000 e 1500 a.C, tribos arianas nômades procedentes da Ásia Central ou do norte do atual Irã – os árias ou arianos – chegaram ao vale do Indo. Lá encontraram uma população bastante empobrecida, quando comparada aos seus ancestrais. A agricultura já não era tão produtiva, pois o uso intensivo do solo esgotara os nutrientes.
  • 55. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Mal sai da barriga da mãe, um bebê indiano ganha um rótulo. Entra em uma das 4 castas de uma hierarquia social ditada pelo hinduísmo, que pela ordem tem os sacerdotes , brâmanes, depois reis e guerreiros (xátrias) mercadores e produtores (vaixás) e servos (sudras).
  • 56. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia É um esquema que divide o trabalho entre a sociedade e garante que sempre haja um grupo cuidando da religião, da organização política, do comércio e dos serviços. Faz tempo que isso funciona assim – praticamente desde 1.500 a.C.
  • 57. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Na sociedade hindu, os intocáveis ou párias são aqueles que fazem os trabalhos considerados indignos, sujos, que lidam com o que está morto (animal e/ou humano), ou executam tarefas que os mantém em constante contato com aquilo que o resto da sociedade indiana considera nojento e desagradável.
  • 58. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Eles são considerados individualmente sujos, e por isso não podem ter contato físico com os 'não sujos', as partes mais puras da sociedade. Vivem separados do resto das pessoas. Ninguém pode interferir na sua vida social, pois os intocáveis são considerados menos que humanos.
  • 59. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Os párias só podem usar as roupas que acham nos corpos dos mortos. Nas suas casas, comem em louças quebradas. Estão proibidos de rezar no mesmo templo e de beber da mesma água que os membros das outras castas, pois poderiam poluir a água e indiretamente poluir as pessoas não párias que bebessem dali.
  • 60. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
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  • 66. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia No século IX d.C, mercadores árabes chegaram as costas indianas e estabeleceram entrepostos comerciais. Além de vender e comprar mercadorias, passaram a difundir sua religião, o islamismo, convertendo muitos indianos.
  • 67. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Uma prova da riqueza e esplendor do domínio muçulmano na Índia é o Taj Mahal.
  • 68. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Trata-se de um suntuoso monumento de mármore branco, incrustado com pedras semipreciosas. Sua cúpula é costurada com fios de ouro. O monarca muçulmano Shah Jahan mandou construí-lo, no início do século XVII, sobre o túmulo de sua esposa favorita, Mumtaz Mahal (a jóia do palácio), que morreu ao dar a luz o 14º filho. Mumtaz Mahal
  • 69. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Como em diversas outras colônias europeias, incluindo o Brasil, foram implantadas na Índia as grandes propriedades monocultoras, cuja produção se destinava à exportação. Além da fome, por causa da falta de alimentos para suprir as necessidades do próprio país, esse sistema provocou alterações no modelo social e produtivo, dificultando a industrialização e a modernização da sociedade indiana.
  • 70. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia No início do século XX, o quadro de miséria impulsionou um movimento nacionalista liderado por Mohandas Gandhi (figura 3), também conhecido como Mahatma (Grande Alma) Gandhi. Ele defendia a desobediência civil não violenta, que incluía boicote aos produtos ingleses e recusa ao pagamento de impostos como formas de protesto e demonstração da insatisfação com a ocupação estrangeira.
  • 71. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O movimento desencadeado por Gandhi, somado aos efeitos da Segunda Guerra Mundial sobre os países europeus, facilitou a independência da Índia em 1947.
  • 72. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A situação de dependência e exploração incomodava muitos indianos. Em 1885, intelectuais nacionalistas fundaram o Partido do Congresso, frontalmente contrário a presença estrangeira.
  • 73. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Na década de 1920, o nacionalismo cresceu sob a liderança do advogado Mohandas Gandhi. Pregando a resistência pacífica, ele combateu a dominação britânica por meio de sucessivas campanhas nacionalistas, dentre elas o não pagamento de impostos e o boicote às mercadorias inglesas.
  • 74. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Depois da Segunda Guerra Mundial, a Inglaterra, muito enfraquecida pelo conflito, aceitou transferir o poder para os indianos. Mas a Índia era formada por hindus, muçulmanos e outras minorias que mantinham entre si profundas divergências, o que dificultava a independência.
  • 75. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 76. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A minoria muçulmana julgava-se discriminada e a maioria hindu (que dominava a indústria, o comércio e a agricultura) não aceitava dividir o poder no caso de a Índia tornar-se independente. Essa rivalidade era incentivada pelos colonizadores britânicos, como forma de dividir a população e garantir a manutenção de seus interesses econômicos na região.
  • 77. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A minoria muçulmana julgava-se discriminada e a maioria hindu (que dominava a indústria, o comércio e a agricultura) não aceitava dividir o poder no caso de a Índia tornar-se independente. Essa rivalidade era incentivada pelos colonizadores britânicos, como forma de dividir a população e garantir a manutenção de seus interesses econômicos na região.
  • 78. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Nesse clima de tensão meios muçulmanos migraram no rumo ao noroeste em meados de 1947, pois lá existia uma grande concentração de muçulmanos, formando praticamente uma região separada.
  • 79. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Quando a Inglaterra entregou o poder (15 de agosto de 1947), ocorreu a separação entre a Índia e essa região, agora um novo país, chamado Paquistão, de maioria muçulmana.
  • 80. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Pelo acordo que dividiu o país, 20% dos bens nacionais pertenceriam ao Paquistão e os 80% restantes ficariam para a Índia.
  • 81. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Nas bibliotecas, dividiram os volumes das coleções e enciclopédias, e até os instrumentos das bandas marciais foram divididos.
  • 82. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Alguns muçulmanos radicais exigiram que o palácio do Taj Mahal, construído por um muçulmano, fosse levado para o Paquistão pedra por pedra.
  • 83. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Alguns brâmanes indianos, por sua vez, queriam que se desviassem as águas do rio Indo, que banharia o Paquistão muçulmano, porque as tradições sagradas do hinduísmo, os Vedas, surgiram às suas margens 2.500 anos antes.
  • 84. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 85. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Desde a independência Paquistão e Índia não resolveram suas questões de fronteira.
  • 86. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Nesse período, os dois países, que viviam fortes rivalidades, passaram a disputar a Caxemira, região no norte da Índia onde a maioria da população é muçulmana. Sendo que a maior parte e os vales e nascentes de importantes rios ficou sob o controle do governo indiano. Raiz dos conflitos Caxemira Região de maioria muçulmana, mas sob o domínio da Índia. Na primeira guerra ficou dividida.
  • 87. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Os muçulmanos da Caxemira esperavam um plebiscito para escolher o seu futuro, mas a Índia ocupou militarmente a região e a declarou estado indiano. Iniciando-se os graves conflitos entre os dois países.
  • 88. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 89. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Fez investimentos bem- sucedidos em tecnologia e formação profissional. Tem despertado atenção. Papel crescente de sua economia no contexto mundial. Soube criar oportunidades singulares na economia globalizada.
  • 90. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Fruto de seu passado colonial, a agricultura é, mesmo nos dias atuais, a atividade econômica que emprega a maior parte da população indiana economicamente ativa.
  • 91. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O crescimento econômico da Índia nos últimos anos colocou-a entre os principais países emergentes (ou em desenvolvimento), chamados Brics (iniciais de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), com características comuns em relação à economia.
  • 92. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A expansão da economia tem mantido taxas médias de 6 a 7% ao ano. Os mecanismos que apoiam o crescimento no mercado internacional são semelhantes aos aplicados pela China: • subvalorização da moeda; • baixo custo da mão-de-obra; • incentivos do governo; • criação de Zonas de Processamento de Exportação. Empresas indianas contam com mão-de-obra com fluência na língua inglesa.
  • 93. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Entre 1990 e 2000, as exportações da Índia aumentaram, em média, 9% ao ano. Os setores que mais cresceram no comércio exterior foram da industria farmacêutica e da industria têxtil.
  • 94. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Mesmo havendo desenvolvimento industrial, tecnológico e científico, a Índia ainda apresenta baixa expectativa de vida (66 anos), elevadas taxas de analfabetismo (cerca de 43%) e de mortalidade infantil (49 por mil nascidos vivos, segundo dados de 2010), fome e desnutrição, entre outros graves problemas sociais. O país é o segundo mais populoso do mundo e apresenta elevada densidade demográfica. Graças a campanhas de planejamento familiar, o índice de crescimento da população tem diminuído gradualmente.
  • 95. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A Índia é um país dividido religiosamente, de forma especial, entre hindus (maioria) e muçulmanos (Paquistão)
  • 96. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Os britânicos construíram uma extensa rede de ferrovias na Índia, integrando as zonas produtivas aos portos exportadores. A Índia tornou-se o centro estratégico do poderoso Império Britânico. A exploração e comércio de seus recursos e produtos ajudaram a manter o luxo e as riquezas da corte imperial.
  • 97. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Na Índia, o estudo da matemática é uma tradição há mais de 3.000 anos. Mercadores antigos e religiosos se preocupavam com a contagem e números, e os indianos desenvolveram uma capacidade diferenciada nessa ciência e em outras tantas, como a astronomia, a física e a engenharia. O Homem que Calculava (Malba Tahan) domínio da matemática pelos orientais
  • 98. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O Homem que Calculava: aventuras de um singular calculista persa é um romance infanto-juvenil do escritor brasileiro Malba Tahan (heterônimo do professor Júlio César de Mello e Souza), que narra as aventuras e proezas matemáticas do calculista persa Beremiz Samir na Bagdá (Iraque) do século XIII. Foi publicado pela primeira vez em 1938 e já chegou a sua 75ª edição. A narrativa, dentro da paisagem do mundo islâmico medieval, trata das peripécias matemáticas do protagonista, que resolve e explica, de modo extraordinário, diversos problemas, quebra-cabeças e curiosidades da matemática.
  • 99. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia (...)Encontramos, três homens que discutiam acaloradamente ao pé de um lote de camelos. Por entre pragas e impropérios, gritavam possessos, furiosos: — Não pode ser! — Isto é um roubo! — Não aceito! O inteligente Beremiz procurou informar-se do que se tratava. — Somos irmãos — esclareceu o mais velho — e recebemos como herança esses 35 camelos. Segundo a vontade expressa de meu pai, devo eu receber a metade, o meu irmão Hamed Namir uma terça parte, e ao Harim, o mais moço, deve tocar apenas a nona parte. Não sabemos, porém, como dividir dessa forma 35 camelos. A cada partilha proposta, segue-se a recusa dos outros dois, pois a metade de 35 é 17 e meio! Como fazer a partilha, se a terça parte e a nona parte de 35 também não são exatas? — É muito simples — atalhou o “homem que calculava”. — Encarregar-me-ei de fazer com justiça essa divisão, se permitirem que eu junte aos 35 camelos da herança este belo animal, que em boa hora aqui nos trouxe. Neste ponto, procurei intervir na questão: — Não posso consentir em semelhante loucura! Como poderíamos concluir a viagem, se ficássemos sem o nosso camelo? — Não te preocupes com o resultado, ó “bagdali”! — replicou-me, em voz baixa, Beremiz. — Sei muito bem o que estou fazendo. (...) — Vou, meus amigos — disse ele, dirigindo-se aos três irmãos — fazer a divisão justa e exata dos camelos, que são agora, como vêem, em número de 36. OS TRINTA E CINCO CAMELOS - Malba Tahan
  • 100. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia E voltando-se para o mais velho dos irmãos, assim falou: — Deves receber, meu amigo, a metade de 35, isto é, 17 e meio. Receberás a metade de 36, ou seja, 18. Nada tens a reclamar, pois é claro que saíste lucrando com esta divisão. Dirigindo-se ao segundo herdeiro, continuou: — E tu, Hamed Namir, devias receber um terço de 35, isto é, 11 e pouco. Vais receber um terço de 36, isto é, 12. Não poderás protestar, pois tu também saíste com visível lucro na transação. E disse, por fim, ao mais moço: — E tu, jovem Harim Namir, segundo a vontade de teu pai, devias receber uma nona parte de 35, isto é, 3 e pouco. Vais receber um terço de 36, isto é, 4. O teu lucro foi igualmente notável. Só tens a agradecer-me pelo resultado. Numa voz pausada e clara, concluiu:— Pela vantajosa divisão feita entre os irmãos Namir — partilha em que todos os três saíram lucrando — couberam 18 camelos ao primeiro, 12 ao segundo e 4 ao terceiro, o que dá um total de 34 camelos. Dos 36 camelos sobraram, portanto, dois. Um pertence, como sabem, ao “bagdali” meu amigo e companheiro; outro, por direito, a mim, por ter resolvido a contento de todos o complicado problema da herança.(...) (Malba Tahan, Seleções - Os melhores contos – Conquista, Rio, 1963)
  • 101. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Tal tradição foi fundamental quando o país entrou em crise. Instituições estrangeiras e empresários indianos começaram a investir nesse setor. Aproveitando os conhecimentos prévios de muitos indianos, incentivaram pesquisas na área de informática e convenceram o governo a liberar a importação de equipamentos. Esse conjunto de circunstâncias e atitudes permitiu que a Índia se tornasse o maior produtor de programas para computadores (softwares) do mundo.
  • 102. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Atualmente, as universidades e escolas técnicas indianas formam por ano milhares de especialistas em TI (Tecnologia de Informática). Muitos desses jovens vão trabalhar nos países mais desenvolvidos do mundo, como Alemanha e EUA. Porém, cada vez mais, essa mão-de-obra extremamente qualificada é absorvida no próprio país, cuja economia tem se expandido rapidamente.
  • 103. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 104. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia "O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) estima que, até 2020, o volume de resíduos procedentes de computadores abandonados crescerá 500% na Índia em relação a 2007, e 400% na China e África do Sul. Nesse mesmo ano, a quantidade de telefones celulares abandonados na Índia e na China seria de 18 e 7 vezes maior que a atual, respectivamente, enquanto as televisões e geladeiras sem uso em ambos os países se multiplicariam por pelo menos dois.
  • 105. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Obra do artista plástico Vik Muniz criada unicamente com peças descartadas de computador
  • 106. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Imagens Históricas - Ásia
  • 107. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Uma das fotos premiadas no Wolrd Press 2010. A imagem (extremamente chocante), mostra a jovem afegã Bibi Aisha, de 18 anos, que teve o nariz e as orelhas decepadas pelo marido, como um castigo por ter voltado para a casa de seus pais. A história da jovem, diz respeito ao que ocorre no Afeganistão. Quando tinha 12 anos, a menina e uma irmã mais nova foram entregues pela família, como esposas, a um combatente do Taliban, de acordo com o costume tribal da etnia pashtun, para resolver conflitos. Ao menstruar, tornou-se formalmente esposa. Mas, incomformada com o tratamento violento imposto pelo marido e pela família dele, fugiu de volta para a casa dos pais. Algum tempo depois, milicianos talibans chegaram à casa de seus pais exigindo sua punição por ter abandonado o marido. Tirarram-na da família e a levaram. Na cultura pashtun, quando um homem se envergonha da mulher, usa-se a expressão “perdeu o nariz”. Esse é a origem do seu castigo: o marido decidiu cortar-lhe as orelhas e o nariz. Depois foi abandonada. Socorrida em Cabul, capital do Afeganistão, recebeu tratamento médico e psicológico. Mais tarde foi levada para os Estados Unidos, saiu na capa da revista Time (09/08/2010), e ainda se submeteu a cirurgia reparadoras. Se você digitar “Bibi Aisha” no google, vai encontrar as fotos dela com a face reconstruída. Sua foto acima, apresenta uma grave denúncia ao abuso que ainda hoje, a mulher sofre no Afeganistão. Além da imposição da roupa, da obrigação de se esconder e até mesmo da proibição aos estudos, existe ainda as ‘punições’ dos maridos e até mesmo das famílias dos maridos. Bibi Aisha, apresenta em pessoa e sofrimento essa triste realidade.
  • 108. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - GeografiaHora de ponta na estação de Dhaka, Bangladesh
  • 109. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Faz parte de uma campanha de uma ONG Britânica (Salve as crianças) e ‘escancara’ as diferenças de um mundo MUITO DESIGUAL.
  • 110. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 111. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 112. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 113. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 114. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia “A Índia é um país de profundas rivalidades religiosas, que com frequência explodem em banhos de sangue e selvageria. A violência, na maioria das vezes, ocorre entre hindus (80% da população) e os muçulmanos, que representam 14% do 1 bilhão de habitantes do país, o segundo mais populoso do mundo.” (Veja, 2 ago. 2000. p.6) Sobre a notícia acima: 1)Reflita sobre o trecho citado e registre suas idéias no caderno 2)Após ver a sequencia de imagens chamada: A LOTERIA DA VIDA elabore um texto tratando da sorte (e do azar) que algumas pessoas tiveram em seu nascimento. 3)Observe as charges abaixo e reproduza seu entendimento: Atividades A B C 4)Qual a relação existente entre hindus e muçulmanos? É pacífica? Explique e relacione com a criação do país chamado Paquistão.
  • 115. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=208778 http://www.bbc.co.uk/staticarchive/9d230051a7db7e2052034235761719501b6285de.gif http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2015/02/27/entenda-o-que-querem-os-grupos-extremistas-que- ameacam-o-mundo.htm http:// www.imagenshistoricas.com.br http:// www.unoi.com.br http:// www.novaescola.com.br http://almanaqueabril.com.br http://guiadoestudante.com.br