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Brasil é um país que possui uma grande extensão territorial, tanto latitudinal, quanto longitudinal, portanto apresenta uma
grande variação de biomas, de vegetações.
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País com alta temperatura e umidade, o que favorece a vegetação
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-Abrange 9 países do sul da América
-Maior floresta equatorial do mundo
-Heterogêneas (gde banco heterogenético)
(Brasil possui 60% da floresta, que representa: 41%
do território Nacional), lembrando que o Brasil é o
quinto maior país do mundo
-1,7 bilhões das espécies descritas no mundo 
20% estão no Brasil (55 mil angiospermas no
Brasil/Indonésia: 20 mil, Tailândia: 15 mil/
Madagascar: 10 mil) existe no Bioma uma
biodiversidade imensa
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Fonte: Amazônia Desconhecida. Disponível em:<https://www.youtube.com/watch?v=PwhaW_CagI4>. Acesso em: 20 abr. 2107.
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Já perdemos aproximadamente 18% da
Floresta Amazônica brasileira (1% da
Amazônia é uma área maior que o estado
RJ).
Fonte: Beto Veríssimo. Pesquisador do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia)
Disponível em:https://www.youtube.com/watch?v=PwhaW_CagI4>. Acesso em: 20 abr. 2107.
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São várias as denominações dessa extensa cobertura vegetal:
-floresta latifoliada tropical, em vista de suas folhas largas;
-floresta equatorial, em decorrência do clima equatorial que a caracteriza;
-floresta pluvial, em virtude dos elevados índices pluviométricos (embora a floresta pluvial propriamente dita se localize nas
regiões onde a pluviosidade é superior aos 1.800 mm);
-floresta ombrófila, devido à presença de vegetais adaptados à elevada umidade.
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A floresta amazônica apresenta três degraus de vegetação conforme a altitude: a mata de igapó, a mata de várzea e a mata de
terra firme
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Essa floresta que ao longo desses milhões de anos está aí exuberante, se mantém porque existe uma rede muito eficiente de
manutenção desses nutrientes no sistema que é a formação no solo de pequena camada de decomposição, de no máximo 5 cm
de folhas, galhos e animais mortos, que rapidamente são convertidos em nutrientes.
O solo amazônico é bastante pobre, contendo apenas uma fina camada de nutrientes.
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Essa fina camada fértil é oriunda da própria floresta, nela os organismos (insetos, fungos, algas e bactérias) vivos reciclam os
nutrientes dispostos no ambiente.
Além disso, outros fatores contribuem para o processo, como a temperatura, que permanece alta o ano todo; a enorme umidade
relativa do ar presente na região e a restrita variação do clima. Tudo isso garante a sustentação da floresta.
A Serrapilheira é uma cobertura que se forma na superfície do solo
composta por restos de vegetação, como folhas, arbustos, caules e
cascas de frutos em diferentes estágios de decomposição, fazem parte
dela também restos de animais e suas fezes.
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Na Amazônia, a chegada de grandes projetos agropecuários implicou grandes desmatamentos.
O governo (na busca da
integração) criou uma ideia
de que, para que o país
pudesse se desenvolver, era
necessário desmatar.
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A região Amazônica era tratada como um
‘grande vazio demográfico’, que precisa ser
ocupada.
A floresta era ‘apenas mato’ que
atrapalhava o desenvolvimento do Brasil.
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No Brasil, o processo de ocupação da Amazônia intensificou-se, a partir da década de 1960, quando o governo brasileiro passou a
tomar medidas que viabilizassem maior integração da região com o restante do país, como a abertura de estradas.
PIN – Programa de Integração Nacional
Foi o mais importante instrumento de ação
no processo de integração da Amazônia às
regiões ‘mais desenvolvidas’ do país,
durante o período militar.
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Área de desmatamento da floresta amazônica de julho a agosto, no período de 1995 a 2012.
As principais causas do desmatamento na Amazônia têm sido a extração ilegal de madeiras e o avanço das
atividades agropecuárias, especialmente o cultivo de soja e a criação de gado bovino.
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Mas, atualmente, o maior responsável pelo desmatamento da Amazônia é o GADO.
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Nos últimos 40 anos, o total de cabeças de gado na região passou de 1 milhão para 60 milhões.
-São 3 bois por habitantes na Amazônia.
-Existem mais bois na região do que em toda a Europa Ocidental.
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Arco do desmatamento
A grilagem de terra na região já gerou quase 4 andares de
área do tamanho do estado do PA.
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A ocupação brasileira começa pelo litoral
(expansão marítima/ inicio da ocupação/colonização)
-Bioma mais desmatado (espaço de extrema utilização
da população/litoral)ocupação brasileira é ligada ao
litoral
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O Brasil não faz a interiorização...pelo contrário, ocorre uma forte ocupação litorânea
(as maiores cidades brasileiras estão no litoral, ou bem próximas a ele)
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A Mata Atlântica (nome é dado pois está de frente para o Oceano).
-Vegetação de altíssima biodiversidade
(maior que a Floresta Amazônica, pois
ocupa diferentes latitudes e altitudes)
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Serra do Mar e Mantiqueira no SE, Borborema no NE são relevos pelos quais a Mata Atlântica se estende (levando o bioma a
diferentes altitudes e latitudes, uma vez que ela acompanha quase todo o litoral brasileiro)....portanto a biodiversidade dessa
Mata pode ser bem maior que a da Amazônia em alguns locais....
A floresta vai acompanhando o relevo.
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-Vegetação similar a Amazônia,
-bem verde,
-muito densa...
-não tão alta quanto a Amazônia
-mas muito mais desmatada.
As altitudes interferem na temperatura...criando portanto, diferentes habitats...
Atualmente, existe apenas 6,4% de toda a Mata Atlântica....
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Efeito formiga(INPE)
Marcia Hirota explica que nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro – que apresentaram baixos índices de desmatamento – a
preocupação é com o chamado “efeito formiga“. “Não há mais desmatamentos de grandes proporções,
mas eles ainda acontecem para expansão de moradias e infraestrutura. Só não aparecem no nosso
levantamento porque são áreas menores de 3 ha“, diz ela.
Para Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, é imprescindível que todos os municípios
façam seus Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA), que reúnem e normatizam os
elementos necessários à proteção, conservação, recuperação e uso sustentável da Mata Atlântica.
“O Plano traz benefícios para a gestão ambiental e o planejamento do município. Quando o município faz o mapeamento das
áreas verdes e indica como elas serão administradas – por exemplo, se vão virar um parque ou uma área de proteção ambiental –
fica muito mais fácil conduzir processos como o de licenciamento de empreendimentos. Além disso, é uma legislação que coloca
o município muito mais próximo do cidadão, porque também estamos falando em qualidade de vida”, destaca.
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Como atualmente o Brasil
cresce muito para o interior
esse bioma tem diminuído
bastante seu desmatamento
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Exemplo brasileiro para a floresta de conífera (pinheiro de natal)
Ocorre nos estados: SC,PR e RS.
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Apesar de estar em áreas mais frias elas conseguem possuir grande porte (em geral em áreas frias, as vegetações são pequenas)
-possuem folhas aciculifoliadas (pontudas)
-cobertura de cera na folha (não queima)
-possui galhos flexíveis (adaptação para a neve)
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-Essa é a vegetação mais preservada do mundo (pois aparece em áreas muito, muito frias...portanto essa área é pouco
ocupada...por exemplo: a Taiga Siberiana)
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Essa mata de araucária vem sofrendo muito
com a indústria de celulose...uma árvore média
produz 20 resmas de papel.
No Brasil, essa vegetação, por não ser muito fria, é bastante utilizada.
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Os Pampas se trata de um bioma típico de clima frio (junto com as matas de araucárias)
Vegetação sulina com um porte diferente do país... Os pampas, é um bioma restrito ao RS (63% do RS) e apenas 2% do Brasil.
O grande destaque é a pecuária....
Campo limpo (mais homogêneo, mais gramíneo)
Campo sujo (mais arbustos)
Atualmente é até difícil identificar uma área de campo original (muita gramínea importada, para o pasto)
Grande diversidade, mas com pouca representatividade no Brasil, portanto não tem apelo para sua proteção
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-Mata ‘Branca’
-único bioma exclusivamente brasileiro
-vegetação adaptada às condições de aridez
(xerófilas)
-plantas adaptadas à climas áridos (xerófitas)
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Bioma típico de semiárido.
Considerado o único bioma que encontra-se apenas em território brasileiro (apresenta características específicas
que ocorrem apenas aqui no país).
Está praticamente restrita ao sertão nordestino (60% do NE)
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Vegetação típica do Nordeste semiárido, a caatinga é bastante heterogênea.
Na caatinga seca não arbórea predominam as cactáceas e não há árvores; na caatinga seca arbórea predominam as árvores
como o pau-pereiro e arbustos isolados;
na caatinga arbustiva densa, árvores isoladas formam bosques;
na caatinga localizada em regiões de relevo mais elevado, em áreas de maior pluviosidade, os bosques são mais densos.
Brasil extremamente verde, na caatinga, ocorre um aumento da diversidade
brasileira....(plantas sem folhas, cactáceas, cor esbranquiçada, plantas xerófilas –de
clima seco, diversidade também na fauna)
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Na época das secas, muitas plantas da caatinga perdem suas folhas para diminuir a transpiração e evitar, assim, a perda de água
armazenada, produzindo uma paisagem seca e desolada.
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Da área total original da caatinga, de 1,1 milhão de km2, cerca de 49% já sofreu severa alteração antrópica.
Distribuição do desmatamento da caatinga. Fonte: Ibama. Ministério do Meio Ambiente.
-Em verde, a cobertura vegetal original;
-Em bege, o desmatamento ocorrido antes de 2002; e
-Em marrom, os novos pontos de desmate (entre 2002 e 2008).
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O sertão aliado ao dinheiro da agricultura moderna podem aumentar a devastação do bioma.
A desinformação da população não vê na caatinga sua grande diversidade.
(como se a perda da caatinga não fizesse diferente)
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O cerrado é um domínio vegetal nativo do Brasil Central, mas ocorre também
em manchas de maiores ou menores extensões em Minas Gerais, São Paulo,
porção ocidental da Bahia, sul do Maranhão, largos trechos do Piauí, Mato
Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Roraima e Pará.
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Trata-se da área de transição entre duas comunidades
(biomas).
Essa região vai apresentar características de ambas
vegetações.
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O domínio do cerrado é ultrapassado em extensão somente pela floresta amazônica.
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Apresenta vários aspectos ou fisionomias:
-o cerradão, onde predominam as árvores;
-o cerrado propriamente dito, onde as árvores se encontram distantes umas das outras e apresentam troncos tortuosos e
recobertos por cortiça espessa;
-o campo cerrado;
-o campo sujo e
-o campo limpo, onde a predominância vegetal cabe à biomassa arbustiva e herbácea (arbustos e ervas).
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O cerrado ocupava originalmente 1,9 milhão de km2. Segundo a Embrapa, o bioma já perdeu cerca de 39% de sua cobertura
original.
-bioma mais desmatado das últimas décadas (desde 1970 esse
bioma vem sendo o mais desmatado)
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Os cerrados eram vistos também como áreas “imprestáveis” para a agricultura, devido ao solo ácido, pobre em nutrientes e com
alta concentração de alumínio, elemento desfavorável às espécies vegetais agricultáveis, por apresentar certa toxicidade.
A partir das décadas de 1950 e 1960, porém, ocorreu uma significativa migração de agricultores do Rio Grande do Sul, Santa
Catarina e Paraná para os cerrados de Mato Grosso do Sul e de Goiás, onde compravam terras a preços baixos.
-avanço/modernização da agricultura
(adaptação a soja-que até então era plantada
no sul, para esse tipo de clima) propiciou o
desmate do cerrado
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No cerrado, o solo ácido e pobre em nutrientes foi corrigido e a vegetação foi
largamente substituída pelas grandes plantações de soja destinada à
exportação, pelas pastagens e pelas roças.
A baixa fertilidade do solo para a formação de pastagens foi resolvida com a
introdução de gramíneas de origem africana, rústicas e resistentes, como a
Brachiaria brizanta e a Brachiaria decumbens.
Áreas cobertas
por florestas e cerrados foram
e têm sido intensamente
substituídas por
pastagens no Brasil. Na foto
de 2003, gado no pasto
em Cumari (GO).
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Compreendida entre os estados de MT e MS, essa planície inundável passa até seis meses por ano coberta pela água.
Seus campos são naturalmente propícios á pastagem e a pecuária extensiva.
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Se trata de uma vegetação de grande misturas, não é homogêneo (Complexo do
Pantanal)
Varias características do próprio cerrado mas adaptadas à esse bioma (úmido,
alagados, secos, etc..)
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-Planície inundada (maior do planeta)
-predomínio de terras baixas
-possui vários tipos de vegetação (florestas, arbustos, áreas inundadas)
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-biodiversidade gigantesca
-forte uso da pecuária extensiva (gado solto)
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A partir dos anos 1970, o Pantanal passou a receber migrantes em maior número.
Grandes fazendas de pecuária ocuparam milhares de hectares das terras baixas.
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Da Amazônia para a caatinga, existe uma diferença climática muito grande....portanto se trata de uma área de transição..
Possui uma mata única....(com influencia da umidade amazônica e da seca da caatinga)...produz uma árvore que só tem nessa
região: os cocais (babaçu e carnaúba)
Ecótono: Área de transição entre a
Amazônia e a Caatinga
Babaçu
Carnaúba
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Área de encontro de uma área extremamente seca para outra extremamente úmida (a Mata dos Cocais apresenta características
dos dois lados, áreas úmidas como as áreas amazônicas e mais secas como a Caatinga)
Carnaúba
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-Áreas no PI e MA  áreas pobres (população pobre), donos de terras com muitas áreas (concentração) e uma população pobre
trabalhando para os grandes proprietários
Essas matas têm grande importância comercial, pois do babaçu se
extraem, entre outras substâncias, óleos, fibras e glicerina,e da
carnaúba, a cera.
-Babaçu e Carnaúba  principais árvores
Babaçu
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Como tudo dessa palmeira (Carnaúba) pode ser aproveitado (tronco, folhas, fruto, palmito, raízes e as sementes), é conhecida
como "árvore da providência".
Carnaúba
O mais importante fator de renda para os extrativistas é a
cera extraída das folhas, que é utilizada na fabricação de
cosméticos, ceras industriais e domésticas,
graxas, lubrificantes, discos, filmes
fotográficos, papel carbono e outras
aplicações.
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Por estar em uma área que há pouca ocorrência de chuvas, a palmeira da
carnaúba tem que guardar água, em cada célula de suas folha tem uma espécie de
protetor natural em relação ao sol (protetor solar), um impermeabilizante que não
deixa a água sair de dentro da palmeira.
Quando a folha seca vira um ‘pó’, que ao ser
misturado com a água e aquecido, vira uma cera de
alto valor no mercado.
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Recentemente descobriram que a cera de carnaúba é um dos melhores isolantes
para chips de computador
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O babaçu serve para tirar o óleo e fazer azeite, para temperar, como alimento (misturar com farinha e alimentar as crianças),
sabão, leite do coco do babaçu, palha serve para cobrir as casas, da palmeira se faz adubo, a massa que sai do coco utiliza-se
como remédio.
A dificuldade existente está em quebrar o coco do babaçu.
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As mulheres quebradeiras de coco-babaçu dos Estados do Maranhão, Piauí, Pará e Tocantins, na sua grande maioria, vivem numa
situação de exclusão e subalternidade. O termo quebradeira de coco assume o caráter de identidade coletiva na medida em que
as mulheres que sobrevivem dessa atividade e reconhecem sua posição e condição desvalorizada pela lógica da dominação, se
organizam em movimentos de resistência e de luta pela conquista da terra, pela libertação dos babaçuais, pela autonomia do
processo produtivo. Passam a atribuir significados ao seu trabalho e as suas experiências, tendo como principal referência sua
condição preexistente de acesso e uso dos recursos naturais.
ROCHA, M. R. T. A luta das mulheres quebradeiras de coco-babaçu, pela libertação do coco preso e pela posse da terra. In: Anais do VII Congresso Latino-Americano de Sociologia Rural, Quito,
2006 (adaptado).
Enem 2012 Questão 27
A organização do movimento das quebradeiras de coco de babaçu é resultante da
a)constante violência nos babaçuais na confluência de terras maranhenses, piauienses, paraenses e tocantinenses, região com elevado índice de
homicídios.
b)falta de identidade coletiva das trabalhadoras, migrantes das cidades e com pouco vínculo histórico com as áreas rurais do interior de Tocantins,
Pará, Maranhão e Piauí.
c)escassez de água nas regiões de veredas, ambientes naturais dos babaçus, causada pela construção de açudes particulares, impedindo o amplo
acesso público aos recursos hídricos.
d)progressiva devastação das matas dos cocais, em função do avanço da sojicultura nos chapadões do Meio-Norte brasileiro.
e)dificuldade imposta pelos fazendeiros e posseiros no acesso aos babaçuais localizados no interior de suas propriedades.
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Enem 2012 Questão 27
A organização do movimento das quebradeiras de coco de babaçu é resultante da
a)constante violência nos babaçuais na confluência de terras maranhenses, piauienses, paraenses e tocantinenses, região com elevado índice de
homicídios.
b)falta de identidade coletiva das trabalhadoras, migrantes das cidades e com pouco vínculo histórico com as áreas rurais do interior de Tocantins,
Pará, Maranhão e Piauí.
c)escassez de água nas regiões de veredas, ambientes naturais dos babaçus, causada pela construção de açudes particulares, impedindo o amplo
acesso público aos recursos hídricos.
d)progressiva devastação das matas dos cocais, em função do avanço da sojicultura nos chapadões do Meio-Norte brasileiro.
e)dificuldade imposta pelos fazendeiros e posseiros no acesso aos babaçuais localizados no interior de suas propriedades.
O controle das terras pelos fazendeiros e posseiros na
região da mata dos cocais dificulta o acesso à terra
pelas mulheres quebradeiras que coco-babaçu,
gerando uma organização em prol das quebradeiras
para manutenção cultural e subsistência das mesmas.
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Babaçu
Representa o babaçu uma grande e importante fonte de recursos no campo
do extrativismo vegetal, em especial no Estado do Maranhão, pois o óleo
extraído de suas amêndoas é muito utilizado em diversas indústrias (sabão,
margarina, produtos químicos, etc.). A casca do coquilho também tem valor
comercial, sendo aproveitado como biomassa na produção de energia.
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O extrativismo é a principal atividade econômica na Mata dos Cocais. Milhares de
pessoas vivem do extrativismo do coco de babaçu.
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A costa brasileira possui mais de 7 mil km de extensão em linha contínua e oferece vários tipos de paisagens (dunas, ilhas, praias,
recifes, costões rochosos, baías, estuários, brejos e falésias.
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-habitat de encontro da água doce
com a salgada
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área considerada um ecótono , para alguns biólogos os mangues nem se considera uma vegetação, mas um ecótono, ou seja,
uma área de transição (transição entre a água salgada, as águas doces e o ambiente terrestre).
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Bioma que ocorrem em encontros de águas (água doce dos rios e salgada dos mares)
O que faz desse bioma uma água salobra...gerando grandes lamaçais , de plantas de raízes muito
altas...
vegetação é chamada de halófila, que nada mais é do que plantas que se adaptam
à variação de sal na água e no solo
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todo o sedimento que o rio vem trazendo ao longo do seu curso praticamente fica nessa área, pois nessa região as águas já
não tem mais força, por isso o solo nessa parte do rio é mais lodoso, mais cheia de sedimentos e mais salinidade, pois quando a
maré sobe essa região é encharcada pela água do mar.
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Diferentes espécies se reproduzem ali....alguns estudiosos chamam os manguezais de maternidades marinhas...(pois muitos
animais vão até esse bioma para reproduzir, colocam seus filhotes nesses locais,, os lamaçais tem muitas matérias orgânicas)
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Diferentes espécies se reproduzem ali....alguns estudiosos chamam os manguezais de maternidades marinhas...(pois muitos
animais vão até esse bioma para reproduzir, colocam seus filhotes nesses locais,, os lamaçais tem muitas matérias orgânicas)
-área ‘berçário’ de espécies (peixes, crustáceos) que usam o mangue, trama
de raízes e produzem refúgios para reprodução. Ambiente parcialmente mais
protegido que o mar...
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O cheiro dos manguezais não é bom (área com grande ocorrência de matéria decomposta, cheiro forte)...portanto, essas regiões
foram destruídas para a ocupação humana.
Esse tipo de bioma sofreu com a ocupação da sociedade (Praias)
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O cheiro dos manguezais não é bom (área com grande ocorrência de matéria decomposta, cheiro forte)...portanto, essas regiões
foram destruídas para a ocupação humana.
Esse tipo de bioma sofreu com a ocupação da sociedade (Praias)
-o crescimento vertical das cidades afeta diretamente esse tipo de
vegetação(litorânea) Uma grande quantidade de pessoas em um mesmo
espaço (produzindo lixo, produzindo esgoto) que estão muito próximos dessa
vegetação natural
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-área responsável pela FILTRAGEM de substâncias nocivas ao meio ambiente, metais pesados
(as raízes evitam tanto que a poluição saia dos rios e chegue ao mar, quanto as águas salinizadas,
que sobem não cheguem até a cidade)
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-área responsável pela FILTRAGEM de substâncias nocivas ao meio ambiente, metais pesados
(as raízes evitam tanto que a poluição saia dos rios e chegue ao mar, quanto as águas salinizadas,
que sobem não cheguem até a cidade)
O lançamento de lixo nos rios leva ao assoreamento que vão aumentar os
sedimentos nos canais, em épocas de cheias, as águas vão subir mais e
chegar até casas e lugares que antes não chegavam.
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Por causa das suas raízes aéreas, o manguezal absorve o impacto das ondas maiores e impedindo que ocorra a retirada de solo e
ajudando a evitar a erosão marinha. Além disso, reduz a velocidade das águas fluviais o que aumenta a deposição de sedimentos.
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-conjunto de formações vegetais que revestem as areias litorâneas, paisagem formada pelo areal próximo ao mar, incluindo a
vegetação.
Vegetação lenhosa e relativamente densa da parte plana mais afastada da praia, formação pioneira com influencia marinha
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-uma planície arenosa, costeira, de origem marinha, incluindo a praia, cordões arenosos, depressões entre cordões, dunas e
margens de lagunas.
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-solo arenoso (salinidade maior e mais areia),
proporcionando essa diferenciação entre a
Mata Atlântica e a Vegetação Litorânea, serem
tão diferentes, mesmo estando tão próximas...o
solo arenoso não permite segurar a umidade (o
solo arenoso não retém água)
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-vegetação de praia vegetação adaptada ao ambiente arenoso (halófila-psamófila), rasteirinha, solo salinizado, as plantas
absorvem sal para que possam absorver tb as águas que respingam do mar (salgada)
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-área de grande interesse econômico/especulação imobiliária
(muito valorizada)
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Mesmo com a existência de leis que o proíbem, o desmatamento ainda é praticado em muitas
áreas, colocando em risco, por exemplo:
■ a diversidade de espécies animais e vegetais e, portanto, o equilíbrio dos diferentes
ecossistemas;
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Mesmo com a existência de leis que o proíbem, o desmatamento ainda é praticado em muitas
áreas, colocando em risco, por exemplo:
■ a diversidade de espécies animais e vegetais e, portanto, o equilíbrio dos diferentes
ecossistemas;
■ o equilíbrio do ciclo hidrológico, que se reflete na distribuição e quantidade de chuvas em
pequena e média escala;
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Mesmo com a existência de leis que o proíbem, o desmatamento ainda é praticado em muitas
áreas, colocando em risco, por exemplo:
■ a diversidade de espécies animais e vegetais e, portanto, o equilíbrio dos diferentes
ecossistemas;
■ o equilíbrio do ciclo hidrológico, que se reflete na distribuição e quantidade de chuvas em
pequena e média escala;
■ a fertilidade dos solos ou a quantidade de terras agricultáveis devido ao processo erosivo;
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Mesmo com a existência de leis que o proíbem, o desmatamento ainda é praticado em muitas
áreas, colocando em risco, por exemplo:
■ a diversidade de espécies animais e vegetais e, portanto, o equilíbrio dos diferentes
ecossistemas;
■ o equilíbrio do ciclo hidrológico, que se reflete na distribuição e quantidade de chuvas em
pequena e média escala;
■ a fertilidade dos solos ou a quantidade de terras agricultáveis devido ao processo erosivo;
■ o controle climático em pequena, média e, por vezes, grande escala.
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No Brasil, o processo de ocupação do território e, consequentemente,
da construção do espaço geográfico levou à devastação de grande parte
da vegetação original.
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http://www.conscienciacomciencia.com.br/2009/04/25/serrapilheira-as-folhas-nao-caem-no-chao-por-acaso/
http://bsubstrato.blogspot.com.br/2011_06_01_archive.html
http://www.naturezabrasileira.com.br/foto/20883/serrapilheira___folhas_em_decomposicao___floresta_amazonica___am.aspx
http://amazonia.org.br/2014/01/riquezas-amazonicas-escondem-pobreza-dos-solos-da-regiao/
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Cap 9 vegetação do brasil

  • 1. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 2. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Brasil é um país que possui uma grande extensão territorial, tanto latitudinal, quanto longitudinal, portanto apresenta uma grande variação de biomas, de vegetações.
  • 3. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia País com alta temperatura e umidade, o que favorece a vegetação
  • 4. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 5. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -Abrange 9 países do sul da América -Maior floresta equatorial do mundo -Heterogêneas (gde banco heterogenético) (Brasil possui 60% da floresta, que representa: 41% do território Nacional), lembrando que o Brasil é o quinto maior país do mundo -1,7 bilhões das espécies descritas no mundo  20% estão no Brasil (55 mil angiospermas no Brasil/Indonésia: 20 mil, Tailândia: 15 mil/ Madagascar: 10 mil) existe no Bioma uma biodiversidade imensa
  • 6. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Fonte: Amazônia Desconhecida. Disponível em:<https://www.youtube.com/watch?v=PwhaW_CagI4>. Acesso em: 20 abr. 2107.
  • 7. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Já perdemos aproximadamente 18% da Floresta Amazônica brasileira (1% da Amazônia é uma área maior que o estado RJ). Fonte: Beto Veríssimo. Pesquisador do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) Disponível em:https://www.youtube.com/watch?v=PwhaW_CagI4>. Acesso em: 20 abr. 2107.
  • 8. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia São várias as denominações dessa extensa cobertura vegetal: -floresta latifoliada tropical, em vista de suas folhas largas; -floresta equatorial, em decorrência do clima equatorial que a caracteriza; -floresta pluvial, em virtude dos elevados índices pluviométricos (embora a floresta pluvial propriamente dita se localize nas regiões onde a pluviosidade é superior aos 1.800 mm); -floresta ombrófila, devido à presença de vegetais adaptados à elevada umidade.
  • 9. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A floresta amazônica apresenta três degraus de vegetação conforme a altitude: a mata de igapó, a mata de várzea e a mata de terra firme
  • 10. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 11. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 12. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 13. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Essa floresta que ao longo desses milhões de anos está aí exuberante, se mantém porque existe uma rede muito eficiente de manutenção desses nutrientes no sistema que é a formação no solo de pequena camada de decomposição, de no máximo 5 cm de folhas, galhos e animais mortos, que rapidamente são convertidos em nutrientes. O solo amazônico é bastante pobre, contendo apenas uma fina camada de nutrientes.
  • 14. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Essa fina camada fértil é oriunda da própria floresta, nela os organismos (insetos, fungos, algas e bactérias) vivos reciclam os nutrientes dispostos no ambiente. Além disso, outros fatores contribuem para o processo, como a temperatura, que permanece alta o ano todo; a enorme umidade relativa do ar presente na região e a restrita variação do clima. Tudo isso garante a sustentação da floresta. A Serrapilheira é uma cobertura que se forma na superfície do solo composta por restos de vegetação, como folhas, arbustos, caules e cascas de frutos em diferentes estágios de decomposição, fazem parte dela também restos de animais e suas fezes.
  • 15. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Na Amazônia, a chegada de grandes projetos agropecuários implicou grandes desmatamentos. O governo (na busca da integração) criou uma ideia de que, para que o país pudesse se desenvolver, era necessário desmatar.
  • 16. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A região Amazônica era tratada como um ‘grande vazio demográfico’, que precisa ser ocupada. A floresta era ‘apenas mato’ que atrapalhava o desenvolvimento do Brasil.
  • 17. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia No Brasil, o processo de ocupação da Amazônia intensificou-se, a partir da década de 1960, quando o governo brasileiro passou a tomar medidas que viabilizassem maior integração da região com o restante do país, como a abertura de estradas. PIN – Programa de Integração Nacional Foi o mais importante instrumento de ação no processo de integração da Amazônia às regiões ‘mais desenvolvidas’ do país, durante o período militar.
  • 18. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 19. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 20. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Área de desmatamento da floresta amazônica de julho a agosto, no período de 1995 a 2012. As principais causas do desmatamento na Amazônia têm sido a extração ilegal de madeiras e o avanço das atividades agropecuárias, especialmente o cultivo de soja e a criação de gado bovino.
  • 21. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografiahttp://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/desmatamento-leva-p-nico-ao-ma/
  • 22. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Mas, atualmente, o maior responsável pelo desmatamento da Amazônia é o GADO.
  • 23. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Nos últimos 40 anos, o total de cabeças de gado na região passou de 1 milhão para 60 milhões. -São 3 bois por habitantes na Amazônia. -Existem mais bois na região do que em toda a Europa Ocidental.
  • 24. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Arco do desmatamento A grilagem de terra na região já gerou quase 4 andares de área do tamanho do estado do PA.
  • 25. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 26. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A ocupação brasileira começa pelo litoral (expansão marítima/ inicio da ocupação/colonização) -Bioma mais desmatado (espaço de extrema utilização da população/litoral)ocupação brasileira é ligada ao litoral
  • 27. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O Brasil não faz a interiorização...pelo contrário, ocorre uma forte ocupação litorânea (as maiores cidades brasileiras estão no litoral, ou bem próximas a ele)
  • 28. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A Mata Atlântica (nome é dado pois está de frente para o Oceano). -Vegetação de altíssima biodiversidade (maior que a Floresta Amazônica, pois ocupa diferentes latitudes e altitudes)
  • 29. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Serra do Mar e Mantiqueira no SE, Borborema no NE são relevos pelos quais a Mata Atlântica se estende (levando o bioma a diferentes altitudes e latitudes, uma vez que ela acompanha quase todo o litoral brasileiro)....portanto a biodiversidade dessa Mata pode ser bem maior que a da Amazônia em alguns locais.... A floresta vai acompanhando o relevo.
  • 30. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -Vegetação similar a Amazônia, -bem verde, -muito densa... -não tão alta quanto a Amazônia -mas muito mais desmatada. As altitudes interferem na temperatura...criando portanto, diferentes habitats... Atualmente, existe apenas 6,4% de toda a Mata Atlântica....
  • 31. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Efeito formiga(INPE) Marcia Hirota explica que nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro – que apresentaram baixos índices de desmatamento – a preocupação é com o chamado “efeito formiga“. “Não há mais desmatamentos de grandes proporções, mas eles ainda acontecem para expansão de moradias e infraestrutura. Só não aparecem no nosso levantamento porque são áreas menores de 3 ha“, diz ela. Para Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, é imprescindível que todos os municípios façam seus Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA), que reúnem e normatizam os elementos necessários à proteção, conservação, recuperação e uso sustentável da Mata Atlântica. “O Plano traz benefícios para a gestão ambiental e o planejamento do município. Quando o município faz o mapeamento das áreas verdes e indica como elas serão administradas – por exemplo, se vão virar um parque ou uma área de proteção ambiental – fica muito mais fácil conduzir processos como o de licenciamento de empreendimentos. Além disso, é uma legislação que coloca o município muito mais próximo do cidadão, porque também estamos falando em qualidade de vida”, destaca.
  • 32. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 33. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 34. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 35. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 36. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 37. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 38. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 39. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 40. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Como atualmente o Brasil cresce muito para o interior esse bioma tem diminuído bastante seu desmatamento
  • 41. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 42. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 43. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 44. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 45. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Exemplo brasileiro para a floresta de conífera (pinheiro de natal) Ocorre nos estados: SC,PR e RS.
  • 46. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Apesar de estar em áreas mais frias elas conseguem possuir grande porte (em geral em áreas frias, as vegetações são pequenas) -possuem folhas aciculifoliadas (pontudas) -cobertura de cera na folha (não queima) -possui galhos flexíveis (adaptação para a neve)
  • 47. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -Essa é a vegetação mais preservada do mundo (pois aparece em áreas muito, muito frias...portanto essa área é pouco ocupada...por exemplo: a Taiga Siberiana)
  • 48. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 49. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Essa mata de araucária vem sofrendo muito com a indústria de celulose...uma árvore média produz 20 resmas de papel. No Brasil, essa vegetação, por não ser muito fria, é bastante utilizada.
  • 50. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 51. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Os Pampas se trata de um bioma típico de clima frio (junto com as matas de araucárias) Vegetação sulina com um porte diferente do país... Os pampas, é um bioma restrito ao RS (63% do RS) e apenas 2% do Brasil. O grande destaque é a pecuária.... Campo limpo (mais homogêneo, mais gramíneo) Campo sujo (mais arbustos) Atualmente é até difícil identificar uma área de campo original (muita gramínea importada, para o pasto) Grande diversidade, mas com pouca representatividade no Brasil, portanto não tem apelo para sua proteção
  • 52. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 53. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -Mata ‘Branca’ -único bioma exclusivamente brasileiro -vegetação adaptada às condições de aridez (xerófilas) -plantas adaptadas à climas áridos (xerófitas)
  • 54. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Bioma típico de semiárido. Considerado o único bioma que encontra-se apenas em território brasileiro (apresenta características específicas que ocorrem apenas aqui no país). Está praticamente restrita ao sertão nordestino (60% do NE)
  • 55. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Vegetação típica do Nordeste semiárido, a caatinga é bastante heterogênea. Na caatinga seca não arbórea predominam as cactáceas e não há árvores; na caatinga seca arbórea predominam as árvores como o pau-pereiro e arbustos isolados; na caatinga arbustiva densa, árvores isoladas formam bosques; na caatinga localizada em regiões de relevo mais elevado, em áreas de maior pluviosidade, os bosques são mais densos. Brasil extremamente verde, na caatinga, ocorre um aumento da diversidade brasileira....(plantas sem folhas, cactáceas, cor esbranquiçada, plantas xerófilas –de clima seco, diversidade também na fauna)
  • 56. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Na época das secas, muitas plantas da caatinga perdem suas folhas para diminuir a transpiração e evitar, assim, a perda de água armazenada, produzindo uma paisagem seca e desolada.
  • 57. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Da área total original da caatinga, de 1,1 milhão de km2, cerca de 49% já sofreu severa alteração antrópica. Distribuição do desmatamento da caatinga. Fonte: Ibama. Ministério do Meio Ambiente. -Em verde, a cobertura vegetal original; -Em bege, o desmatamento ocorrido antes de 2002; e -Em marrom, os novos pontos de desmate (entre 2002 e 2008).
  • 58. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O sertão aliado ao dinheiro da agricultura moderna podem aumentar a devastação do bioma. A desinformação da população não vê na caatinga sua grande diversidade. (como se a perda da caatinga não fizesse diferente)
  • 59. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 60. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 61. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 62. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O cerrado é um domínio vegetal nativo do Brasil Central, mas ocorre também em manchas de maiores ou menores extensões em Minas Gerais, São Paulo, porção ocidental da Bahia, sul do Maranhão, largos trechos do Piauí, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Roraima e Pará.
  • 63. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Trata-se da área de transição entre duas comunidades (biomas). Essa região vai apresentar características de ambas vegetações.
  • 64. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O domínio do cerrado é ultrapassado em extensão somente pela floresta amazônica.
  • 65. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Apresenta vários aspectos ou fisionomias: -o cerradão, onde predominam as árvores; -o cerrado propriamente dito, onde as árvores se encontram distantes umas das outras e apresentam troncos tortuosos e recobertos por cortiça espessa; -o campo cerrado; -o campo sujo e -o campo limpo, onde a predominância vegetal cabe à biomassa arbustiva e herbácea (arbustos e ervas).
  • 66. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O cerrado ocupava originalmente 1,9 milhão de km2. Segundo a Embrapa, o bioma já perdeu cerca de 39% de sua cobertura original. -bioma mais desmatado das últimas décadas (desde 1970 esse bioma vem sendo o mais desmatado)
  • 67. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Os cerrados eram vistos também como áreas “imprestáveis” para a agricultura, devido ao solo ácido, pobre em nutrientes e com alta concentração de alumínio, elemento desfavorável às espécies vegetais agricultáveis, por apresentar certa toxicidade. A partir das décadas de 1950 e 1960, porém, ocorreu uma significativa migração de agricultores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná para os cerrados de Mato Grosso do Sul e de Goiás, onde compravam terras a preços baixos. -avanço/modernização da agricultura (adaptação a soja-que até então era plantada no sul, para esse tipo de clima) propiciou o desmate do cerrado
  • 68. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia No cerrado, o solo ácido e pobre em nutrientes foi corrigido e a vegetação foi largamente substituída pelas grandes plantações de soja destinada à exportação, pelas pastagens e pelas roças. A baixa fertilidade do solo para a formação de pastagens foi resolvida com a introdução de gramíneas de origem africana, rústicas e resistentes, como a Brachiaria brizanta e a Brachiaria decumbens. Áreas cobertas por florestas e cerrados foram e têm sido intensamente substituídas por pastagens no Brasil. Na foto de 2003, gado no pasto em Cumari (GO).
  • 69. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 70. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Compreendida entre os estados de MT e MS, essa planície inundável passa até seis meses por ano coberta pela água. Seus campos são naturalmente propícios á pastagem e a pecuária extensiva.
  • 71. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Se trata de uma vegetação de grande misturas, não é homogêneo (Complexo do Pantanal) Varias características do próprio cerrado mas adaptadas à esse bioma (úmido, alagados, secos, etc..)
  • 72. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -Planície inundada (maior do planeta) -predomínio de terras baixas -possui vários tipos de vegetação (florestas, arbustos, áreas inundadas)
  • 73. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -biodiversidade gigantesca -forte uso da pecuária extensiva (gado solto)
  • 74. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A partir dos anos 1970, o Pantanal passou a receber migrantes em maior número. Grandes fazendas de pecuária ocuparam milhares de hectares das terras baixas.
  • 75. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 76. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Da Amazônia para a caatinga, existe uma diferença climática muito grande....portanto se trata de uma área de transição.. Possui uma mata única....(com influencia da umidade amazônica e da seca da caatinga)...produz uma árvore que só tem nessa região: os cocais (babaçu e carnaúba) Ecótono: Área de transição entre a Amazônia e a Caatinga Babaçu Carnaúba
  • 77. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Área de encontro de uma área extremamente seca para outra extremamente úmida (a Mata dos Cocais apresenta características dos dois lados, áreas úmidas como as áreas amazônicas e mais secas como a Caatinga) Carnaúba
  • 78. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -Áreas no PI e MA  áreas pobres (população pobre), donos de terras com muitas áreas (concentração) e uma população pobre trabalhando para os grandes proprietários Essas matas têm grande importância comercial, pois do babaçu se extraem, entre outras substâncias, óleos, fibras e glicerina,e da carnaúba, a cera. -Babaçu e Carnaúba  principais árvores Babaçu
  • 79. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Como tudo dessa palmeira (Carnaúba) pode ser aproveitado (tronco, folhas, fruto, palmito, raízes e as sementes), é conhecida como "árvore da providência". Carnaúba O mais importante fator de renda para os extrativistas é a cera extraída das folhas, que é utilizada na fabricação de cosméticos, ceras industriais e domésticas, graxas, lubrificantes, discos, filmes fotográficos, papel carbono e outras aplicações.
  • 80. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Por estar em uma área que há pouca ocorrência de chuvas, a palmeira da carnaúba tem que guardar água, em cada célula de suas folha tem uma espécie de protetor natural em relação ao sol (protetor solar), um impermeabilizante que não deixa a água sair de dentro da palmeira. Quando a folha seca vira um ‘pó’, que ao ser misturado com a água e aquecido, vira uma cera de alto valor no mercado.
  • 81. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Recentemente descobriram que a cera de carnaúba é um dos melhores isolantes para chips de computador
  • 82. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O babaçu serve para tirar o óleo e fazer azeite, para temperar, como alimento (misturar com farinha e alimentar as crianças), sabão, leite do coco do babaçu, palha serve para cobrir as casas, da palmeira se faz adubo, a massa que sai do coco utiliza-se como remédio. A dificuldade existente está em quebrar o coco do babaçu.
  • 83. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 84. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia As mulheres quebradeiras de coco-babaçu dos Estados do Maranhão, Piauí, Pará e Tocantins, na sua grande maioria, vivem numa situação de exclusão e subalternidade. O termo quebradeira de coco assume o caráter de identidade coletiva na medida em que as mulheres que sobrevivem dessa atividade e reconhecem sua posição e condição desvalorizada pela lógica da dominação, se organizam em movimentos de resistência e de luta pela conquista da terra, pela libertação dos babaçuais, pela autonomia do processo produtivo. Passam a atribuir significados ao seu trabalho e as suas experiências, tendo como principal referência sua condição preexistente de acesso e uso dos recursos naturais. ROCHA, M. R. T. A luta das mulheres quebradeiras de coco-babaçu, pela libertação do coco preso e pela posse da terra. In: Anais do VII Congresso Latino-Americano de Sociologia Rural, Quito, 2006 (adaptado). Enem 2012 Questão 27 A organização do movimento das quebradeiras de coco de babaçu é resultante da a)constante violência nos babaçuais na confluência de terras maranhenses, piauienses, paraenses e tocantinenses, região com elevado índice de homicídios. b)falta de identidade coletiva das trabalhadoras, migrantes das cidades e com pouco vínculo histórico com as áreas rurais do interior de Tocantins, Pará, Maranhão e Piauí. c)escassez de água nas regiões de veredas, ambientes naturais dos babaçus, causada pela construção de açudes particulares, impedindo o amplo acesso público aos recursos hídricos. d)progressiva devastação das matas dos cocais, em função do avanço da sojicultura nos chapadões do Meio-Norte brasileiro. e)dificuldade imposta pelos fazendeiros e posseiros no acesso aos babaçuais localizados no interior de suas propriedades.
  • 85. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Enem 2012 Questão 27 A organização do movimento das quebradeiras de coco de babaçu é resultante da a)constante violência nos babaçuais na confluência de terras maranhenses, piauienses, paraenses e tocantinenses, região com elevado índice de homicídios. b)falta de identidade coletiva das trabalhadoras, migrantes das cidades e com pouco vínculo histórico com as áreas rurais do interior de Tocantins, Pará, Maranhão e Piauí. c)escassez de água nas regiões de veredas, ambientes naturais dos babaçus, causada pela construção de açudes particulares, impedindo o amplo acesso público aos recursos hídricos. d)progressiva devastação das matas dos cocais, em função do avanço da sojicultura nos chapadões do Meio-Norte brasileiro. e)dificuldade imposta pelos fazendeiros e posseiros no acesso aos babaçuais localizados no interior de suas propriedades. O controle das terras pelos fazendeiros e posseiros na região da mata dos cocais dificulta o acesso à terra pelas mulheres quebradeiras que coco-babaçu, gerando uma organização em prol das quebradeiras para manutenção cultural e subsistência das mesmas.
  • 86. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Babaçu Representa o babaçu uma grande e importante fonte de recursos no campo do extrativismo vegetal, em especial no Estado do Maranhão, pois o óleo extraído de suas amêndoas é muito utilizado em diversas indústrias (sabão, margarina, produtos químicos, etc.). A casca do coquilho também tem valor comercial, sendo aproveitado como biomassa na produção de energia.
  • 87. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O extrativismo é a principal atividade econômica na Mata dos Cocais. Milhares de pessoas vivem do extrativismo do coco de babaçu.
  • 88. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 89. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia A costa brasileira possui mais de 7 mil km de extensão em linha contínua e oferece vários tipos de paisagens (dunas, ilhas, praias, recifes, costões rochosos, baías, estuários, brejos e falésias.
  • 90. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -habitat de encontro da água doce com a salgada
  • 91. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia área considerada um ecótono , para alguns biólogos os mangues nem se considera uma vegetação, mas um ecótono, ou seja, uma área de transição (transição entre a água salgada, as águas doces e o ambiente terrestre).
  • 92. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Bioma que ocorrem em encontros de águas (água doce dos rios e salgada dos mares) O que faz desse bioma uma água salobra...gerando grandes lamaçais , de plantas de raízes muito altas... vegetação é chamada de halófila, que nada mais é do que plantas que se adaptam à variação de sal na água e no solo
  • 93. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia todo o sedimento que o rio vem trazendo ao longo do seu curso praticamente fica nessa área, pois nessa região as águas já não tem mais força, por isso o solo nessa parte do rio é mais lodoso, mais cheia de sedimentos e mais salinidade, pois quando a maré sobe essa região é encharcada pela água do mar.
  • 94. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Diferentes espécies se reproduzem ali....alguns estudiosos chamam os manguezais de maternidades marinhas...(pois muitos animais vão até esse bioma para reproduzir, colocam seus filhotes nesses locais,, os lamaçais tem muitas matérias orgânicas)
  • 95. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Diferentes espécies se reproduzem ali....alguns estudiosos chamam os manguezais de maternidades marinhas...(pois muitos animais vão até esse bioma para reproduzir, colocam seus filhotes nesses locais,, os lamaçais tem muitas matérias orgânicas) -área ‘berçário’ de espécies (peixes, crustáceos) que usam o mangue, trama de raízes e produzem refúgios para reprodução. Ambiente parcialmente mais protegido que o mar...
  • 96. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O cheiro dos manguezais não é bom (área com grande ocorrência de matéria decomposta, cheiro forte)...portanto, essas regiões foram destruídas para a ocupação humana. Esse tipo de bioma sofreu com a ocupação da sociedade (Praias)
  • 97. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia O cheiro dos manguezais não é bom (área com grande ocorrência de matéria decomposta, cheiro forte)...portanto, essas regiões foram destruídas para a ocupação humana. Esse tipo de bioma sofreu com a ocupação da sociedade (Praias) -o crescimento vertical das cidades afeta diretamente esse tipo de vegetação(litorânea) Uma grande quantidade de pessoas em um mesmo espaço (produzindo lixo, produzindo esgoto) que estão muito próximos dessa vegetação natural
  • 98. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -área responsável pela FILTRAGEM de substâncias nocivas ao meio ambiente, metais pesados (as raízes evitam tanto que a poluição saia dos rios e chegue ao mar, quanto as águas salinizadas, que sobem não cheguem até a cidade)
  • 99. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -área responsável pela FILTRAGEM de substâncias nocivas ao meio ambiente, metais pesados (as raízes evitam tanto que a poluição saia dos rios e chegue ao mar, quanto as águas salinizadas, que sobem não cheguem até a cidade) O lançamento de lixo nos rios leva ao assoreamento que vão aumentar os sedimentos nos canais, em épocas de cheias, as águas vão subir mais e chegar até casas e lugares que antes não chegavam.
  • 100. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Por causa das suas raízes aéreas, o manguezal absorve o impacto das ondas maiores e impedindo que ocorra a retirada de solo e ajudando a evitar a erosão marinha. Além disso, reduz a velocidade das águas fluviais o que aumenta a deposição de sedimentos.
  • 101. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -conjunto de formações vegetais que revestem as areias litorâneas, paisagem formada pelo areal próximo ao mar, incluindo a vegetação. Vegetação lenhosa e relativamente densa da parte plana mais afastada da praia, formação pioneira com influencia marinha
  • 102. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -uma planície arenosa, costeira, de origem marinha, incluindo a praia, cordões arenosos, depressões entre cordões, dunas e margens de lagunas.
  • 103. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -solo arenoso (salinidade maior e mais areia), proporcionando essa diferenciação entre a Mata Atlântica e a Vegetação Litorânea, serem tão diferentes, mesmo estando tão próximas...o solo arenoso não permite segurar a umidade (o solo arenoso não retém água)
  • 104. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -vegetação de praia vegetação adaptada ao ambiente arenoso (halófila-psamófila), rasteirinha, solo salinizado, as plantas absorvem sal para que possam absorver tb as águas que respingam do mar (salgada)
  • 105. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia -área de grande interesse econômico/especulação imobiliária (muito valorizada)
  • 106. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 107. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 108. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Mesmo com a existência de leis que o proíbem, o desmatamento ainda é praticado em muitas áreas, colocando em risco, por exemplo: ■ a diversidade de espécies animais e vegetais e, portanto, o equilíbrio dos diferentes ecossistemas;
  • 109. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Mesmo com a existência de leis que o proíbem, o desmatamento ainda é praticado em muitas áreas, colocando em risco, por exemplo: ■ a diversidade de espécies animais e vegetais e, portanto, o equilíbrio dos diferentes ecossistemas; ■ o equilíbrio do ciclo hidrológico, que se reflete na distribuição e quantidade de chuvas em pequena e média escala;
  • 110. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Mesmo com a existência de leis que o proíbem, o desmatamento ainda é praticado em muitas áreas, colocando em risco, por exemplo: ■ a diversidade de espécies animais e vegetais e, portanto, o equilíbrio dos diferentes ecossistemas; ■ o equilíbrio do ciclo hidrológico, que se reflete na distribuição e quantidade de chuvas em pequena e média escala; ■ a fertilidade dos solos ou a quantidade de terras agricultáveis devido ao processo erosivo;
  • 111. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia Mesmo com a existência de leis que o proíbem, o desmatamento ainda é praticado em muitas áreas, colocando em risco, por exemplo: ■ a diversidade de espécies animais e vegetais e, portanto, o equilíbrio dos diferentes ecossistemas; ■ o equilíbrio do ciclo hidrológico, que se reflete na distribuição e quantidade de chuvas em pequena e média escala; ■ a fertilidade dos solos ou a quantidade de terras agricultáveis devido ao processo erosivo; ■ o controle climático em pequena, média e, por vezes, grande escala.
  • 112. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia No Brasil, o processo de ocupação do território e, consequentemente, da construção do espaço geográfico levou à devastação de grande parte da vegetação original.
  • 113. Aula elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia - SAS http://www.ibflorestas.org.br/news/relatorio/relatorio.pdf http://especiais.ne10.uol.com.br/vocemais20/007-degradacao-do-solo-e-desertificacao.html http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/conteudo_400972.shtml http://pt.slideshare.net/Maiconbio/biomas-brasileiros-15223688?related=4 http://pt.slideshare.net/leandromdemoura/biomas-brasileiros-33850944?related=3 http://pt.slideshare.net/norivalfp/biomas-brasileiros-completo-1?related=2 http://pt.slideshare.net/JadeCorte/apresentao-mata-cocais http://cienciahoje.uol.com.br/especiais/reuniao-anual-da-sbpc-2007/o-nascimento-da-floresta http://www.brasilescola.com/brasil/o-solo-amazonia-pobre-nutrientes.htm http://www.conscienciacomciencia.com.br/2009/04/25/serrapilheira-as-folhas-nao-caem-no-chao-por-acaso/ http://bsubstrato.blogspot.com.br/2011_06_01_archive.html http://www.naturezabrasileira.com.br/foto/20883/serrapilheira___folhas_em_decomposicao___floresta_amazonica___am.aspx http://amazonia.org.br/2014/01/riquezas-amazonicas-escondem-pobreza-dos-solos-da-regiao/ http://professoralexeinowatzki.webnode.com.br/biogeografia/biomas-terrestres/