Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de GeografiaFonte: Brinquedos em Guerra de Brian McCarty. Disponível em:<http://wartoysproject.com/>. Acesso em: 12 jun 2016.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
A nação consiste na reunião de pessoas que falam uma determinada língua, têm os mesmos costumes, em alguns casos, seguem
até mesmo uma religião, independentemente do território que habitam.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
A nação consiste na reunião de pessoas que falam uma determinada língua, têm os mesmos costumes, em alguns casos, seguem
até mesmo uma religião, independentemente do território que habitam.
Já o Estado é uma forma política que se estabelece sobre um território, dando a ele determinada organização.
Um Estado pode conter várias nações. Mas a existência de uma nação independe de uma organização política.
(Bascos  Espanha e França).
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O conceito de ESTADO é jurídico.
Possui como objetivo assegurar a vida humana em sociedade. O Estado deve garantir a ordem interna, assegurar a soberania na
ordem internacional, elaborar as regras de conduta e distribuir a justiça.
É o conjunto dos
cidadãos de um
país, ou seja, as
Elemento
material, espacial
ou físico do
Instância máxima
de administração,
geralmente
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
É o conjunto dos
cidadãos de um
país, ou seja, as
pessoas que
estão vinculadas
a um
determinado
regime jurídico.
Elemento
material, espacial
ou físico do
Estado.
Compreende a
superfície do solo
que o Estado
ocupa.
Instância máxima
de administração,
geralmente
reconhecida
como liderança
de um Estado ou
nação.
(Organização
necessária ao
exercício
político).
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Os conflitos na Europa são muitas vezes atribuídos a questões étnicas e religiosas, dimensões
reais das contradições existentes.
No entanto, as disputas territoriais e a aspiração separatista também estão na base dos conflitos.
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Alguns tiveram origem na criação dos Estados nacionais europeus, outros estão relacionados
com o fim dos regimes ditos socialistas e do seu controle autoritário sobre diversas
nacionalidades agrupadas artificialmente em certos territórios.
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Território Europeu ANTES de 1914
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Território
Europeu
DEPOIS
de 1918
Reino dos Sérvios Croatas
E Eslovenos
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Os Bálcãs, ou Balcãs, ou ainda Península Balcânica é o nome histórico e geográfico para designar a região sudeste da Europa que engloba a Albânia, Bósnia e Herzegovina, Bulgária, Grécia, República da
Macedônia, Montenegro, Sérvia, o autoproclamado independente Kosovo, a porção da Turquia no continente europeu, a Croácia, Romênia, Eslovênia e a Áustria.
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Após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), a Iugoslávia se
tornou uma federação socialista sob o comando do
marechal Josip Broz Tito, que conseguiu manter a
unidade das seis repúblicas (Sérvia, Croácia, Bósnia-
Herzegovina, Eslovênia,Montenegro e Macedônia) e das duas
regiões autônomas (Kosovo e Voivodina) que a compunham.
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As antigas diferenças dessas nações foram ofuscadas pela forte liderança de Tito.
Ele centralizou o poder, impedindo que líderes de cada nação expressassem qualquer rivalidade interna. Além disso,
o bom desempenho da economia e o avanço da qualidade de vida contribuíram para o sucesso de seu governo.
Mal. Josip Broz (Tito)
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Com a morte do marechal Tito (1981), a economia perde a força e os problemas
começam a se acumular.
https://yugoboy.files.wordpress.com/2011/02/folhasp_mortedotito.jpg
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Em 1991, os estados membros da federação iugoslava começaram a questionar a existência de
um país.
-A Eslovênia declara sua independência;
-Croácia declara sua independência;
-Bósnia-Herzegovina declara sua independência;
A Sérvia, a maior das nações, recusa-se a aceitar e os conflitos se iniciam.
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A causa principal era a presença de milhares de sérvios (maioria
cristão ortodoxo) na Bósnia (maioria muçulmana), que seriam
discriminados com a independência.
sérvios
bósnios
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Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Considerado o pior conflito na desintegração da Iugoslávia, a Guerra da Bósnia foi também um
dos mais sangrentos confrontos em solo europeu desde a II Guerra Mundial.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Com o fim do regime comunista, as rivalidades entre as seis repúblicas iugoslavas são avivadas,
impulsionando movimentos de independência.
Considerado o pior conflito na desintegração da Iugoslávia, a Guerra da Bósnia foi também um
dos mais sangrentos confrontos em solo europeu desde a II Guerra Mundial.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Na Bósnia-Herzegóvina, a emancipação é aprovada em plebiscito por croatas (católicos) e
bósnio-muçulmanos.
A recusa da minoria sérvia (cristã ortodoxa) em acatar a decisão causa a guerra.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Os dois lados (bósnios e sérvios) promovem ações de “limpeza étnica” –
expulsão e massacre dos grupos rivais.
Na Bósnia-Herzegóvina, a emancipação é aprovada em plebiscito por croatas (católicos) e
bósnio-muçulmanos.
A recusa da minoria sérvia (cristã ortodoxa) em acatar a decisão causa a guerra.
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Milosevic afirma que vai defender os sérvios do "genocídio provocado pelos croatas" e do
"fundamentalismo islâmico" dos muçulmanos (maioria no Kosovo e na Bósnia).
A guerra dura mais de três anos e se transforma no mais sangrento conflito na Europa desde a
Segunda Guerra Mundial.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
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O massacre de muçulmanos de Srebrenica, pelo qual o ex-comandante servo-bósnio Ratko Mladic é acusado de genocídio, é
considerada a maior atrocidade cometida na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Mladic foi preso
em 2011 depois de passar mais de 15 anos foragido.
Em cinco dias de assassinatos em julho de 1995, até 8 mil homens e jovens muçulmanos foram
sistematicamente exterminados em Srebrenica, então sob a fraca proteção de soldados holandeses das forças
de paz da ONU, no que foi descrito pelo tribunal de crimes de guerra da ONU como "o triunfo do mal".
(...)
Milhares de civis - na maioria muçulmanos bósnios - tinham buscado refúgio em Srebrenica para escapar de outras ofensivas
sérvias no nordeste da Bósnia. Eles estavam sob proteção de apenas 100 mal equipados holandeses das forças de paz - que
provaram não ser páreo para o Exército sérvio que avançava pesadamente armado.
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As forças sérvias bombardearam Srebrenica de 6 a 11 de julho, antes de entrarem na cidade acompanhadas de equipes de filmagem. No dia seguinte, mulheres e crianças foram separadas dos
homens e colocadas em ônibus, mostraram gravações de TV da Sérvia. Os homens e meninos foram separados "para interrogatório por suspeitas de crimes de guerra". Segundo Mladic disse às
mulheres, todos seriam retirados dos ônibus para serem reunidos posteriormente em segurança.
Com pedidos de reforços negados, os holandeses das forças de paz foram forçados a testemunhar a execução dos civis enquanto as tropas sérvias agiam com o objetivo de "limpeza étnica". Nos
dias anteriores ao ataque, 30 mil muçulmanos que fugiam do avanço do Exército sérvio lotaram a cidade. Depois do massacre, não havia restado nenhum muçulmano.
Um grande número escapou, mas os que ficaram enfrentaram o pior. Milhares de homens e meninos com idades de 10 a 77 anos foram cercados e assassinados. Aqueles que tentaram se
esconder em suas casas foram, de acordo com as evidências apresentadas no julgamento do general sérvio Radislav Krstic em Haia em 2000, "caçados como cães e massacrados".
"Presenteamos a Srebrenica sérvia ao povo sérvio. Chegou o momento de vingar os 'turcos' (nome depreciativo para os muçulmanos bósnios)", disse Mladic em Srebrenica, em palavras
registradas então pelos repórteres de rádio e televisão.
Mais de 60 caminhões com os refugiados saíram de Srebrenica para locais de execução onde eles foram vendados, tiveram as mãos atadas e foram mortos por disparos de rifles automáticos.
Algumas das execuções foram feitas à noite sob a luz de refletores. Posteriormente, escavadoras industriais empurraram os corpos para valas comuns.
Alguns foram enterrados vivos, disse em 1996 ao tribunal de Haia o policial francês Jean-Rene Ruez, que coletou evidência de muçulmanos bósnios. Segundo ele, há provas de que as forças
sérvias mataram e torturaram os refugiados à vontade. Muitos cometeram suicídio para evitar que seus narizes, lábios e orelhas fossem cortados fora. Também há relatos de adultos que foram
forçados a matar seus filhos ou assistir aos soldados porem fim à vida de crianças.
Sapatos das vítimas do Massacre de Srebrenica são expostos na
Alemanha; após "facilitar" genocódio, país apoia intervenção na Síria
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Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
O Acordo de Dayton estabelece as fronteiras do país e a divisão do território em duas
entidades semiautônomas: a Federação da Bósnia (muçulmano-croata) e a República Sérvia.
Slobodan Milosevic (3º à esquerda) durante a
assinatura do Acordo de Dayton, em 1995
O Quadro Geral para a Paz na Bósnia e Herzegovina, também conhecido
como ACORDO DE DAYTON ou Protocolo de Paris é o acordo a que
se chegou na Base Aérea Wright-Patterson, perto de Dayton, no estado
norte-americano do Ohio, em Novembro de 1995 e formalmente assinado
em Paris a 14 de Dezembro desse mesmo ano. Este acordo pôs fim ao
conflito de três anos e meio na Bósnia e Herzegovina.
O conflito termina em 1995, com 200 mil mortos.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografiahttp://guerraaposguerranoticias.blogspot.com.br/
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No violento processo de dissolução da Iugoslávia, eclode a Guerra de
Kosovo, quando os albaneses da região (90% da população) iniciam uma
campanha pela independência frente à Sérvia.
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No violento processo de dissolução da Iugoslávia, eclode a Guerra de
Kosovo, quando os albaneses da região (90% da população) iniciam uma
campanha pela independência frente à Sérvia.
Embora Kosovo seja habitado por 90% de albaneses, é difícil para a Sérvia
abrir mão do território. A região abriga enclaves sérvios, sobretudo no
norte, que não aceitam viver sob um governo de maioria albanesa
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
No violento processo de dissolução da Iugoslávia, eclode a Guerra de
Kosovo, quando os albaneses da região (90% da população) iniciam uma
campanha pela independência frente à Sérvia.
Embora Kosovo seja habitado por 90% de albaneses, é difícil para a Sérvia
abrir mão do território. A região abriga enclaves sérvios, sobretudo no
norte, que não aceitam viver sob um governo de maioria albanesa
Em resposta, o presidente sérvio, Slobodan Milosevic, incentiva a
“limpeza étnica” contra albaneses.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Em março de 1999, a Otan ataca a Iugoslávia.
Após 78 dias e 1,2 mil mortos, os sérvios se retiram. Uma força internacional de paz, a KFOR, assume o controle
de Kosovo, e a ONU instala um governo provisório.
Sérvios abandonam a província e refugiados kosovares retornam.
ANSEIO POPULAR - Garota comemora a independência de
Kosovo, anunciada diante do Parlamento local, na capital
Pristina
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Seis anos após aprovar uma declaração unilateral de independência, a província sérvia do
Kosovo ainda tenta conquistar plena soberania internacional.
Em abril de 2013, o Kosovo obtém um importante avanço ao ter sua autoridade aceita pela Sérvia.
O acordo, porém, não significa que Belgrado tenha reconhecido a independência kosovar. Além desses entraves diplomáticos, o
governo do Kosovo enfrenta grandes desafios internos para firmar-se como um Estado capaz de manter instituições funcionais.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
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O país convive há anos com os desejos de independência dos catalães e bascos, motivados, principalmente, pelo
desejo de manter suas tradições culturais.
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Um referendo sobre a independência aconteceu em novembro de 2014;
O movimento de independência catalão é antigo. A Catalunha se considera um território a parte.
É uma comunidade autônoma, tem autossuficiência legislativa e competências executivas, além de ter o próprio idioma, o catalão.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4229413
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A Espanha já declarou que o referendo é inconstitucional.
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http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/10/141014_catalunha_independencia_voto_simbolico_rb
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Com a independência querem mais autonomia e o fortalecimento da sua cultura.
Caso isso ocorra, Barcelona, uma das principais cidades turísticas da Espanha, se
tornará a capital do novo país.
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Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Localizado no norte da Espanha, a oeste da França, busca separação desde 1959, quando nasceu o grupo separatista ETA (sigla para
“País Basco e Liberdade”).
Surge o ETA (Euzkadi Ta Askatasuna – Pátria Basca
e Liberdade), promovendo uma série de atentados violentos
desde meados dos anos 80. Muitos desses ataques têm por
alvo bascos acusados de colaborar com o governo espanhol.
 Membros do ETA lêem declaração sobre trégua em
imagem de TV espanhola
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Com língua própria e um Parlamento desde
1980, os bascos ainda não têm território.
Embora a região tenha autonomia desde a
constituição espanhola de 1978, os separatistas
querem que Espanha e França reconheçam a
independência do País Basco que compreende
os territórios de Álava, Guipúzcoa, Vizcaya,
Navarra e Baixa Navarra, Lapurdi e Zuberoa,
esses três últimos, territórios do País Basco
Francês.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
O anúncio da ETA foi feito por meio de um vídeo no qual aparecem três homens encapuzados. A gravação foi entregue e divulgada pela rede britânica "BBC". Entre os trechos, os
porta-vozes afirmam que a decisão de não realizar novas "ações armadas ofensivas" foi tomada "há vários meses", embora não especifiquem se a medida é permanente ou temporária.
 durante sua história cometeu mais de 800 assassinatos
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
A bandeira do Reino Unido (United Kingdom) é
composta pela sobreposição das 3 (três) bandeiras
dos 3 (três) países que formam o reino. São eles:
Inglaterra, Escócia, e Irlanda do Norte.
A bandeira do País de Gales não está inclusa na
bandeira do Reino Unido, por não se tratar de um
país, e sim de um Principado
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
O Reino Unido é composto por um agrupamento de 4 nações (Inglaterra, Escócia, País de Gales e
Irlanda do Norte).
Berço das instituições parlamentares modernas e da Revolução Industrial, o país encabeça, do
século XIX até meados do XX, um dos maiores impérios da história, alcançando os cinco
continentes.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Em Setembro de 2014, a Escócia realizou um plebiscito para se
tornar independente em relação ao Reino Unido.
Em um dia histórico, 53% dos eleitores votaram pelo “não”.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Em Setembro de 2014, a Escócia realizou um plebiscito para se
tornar independente em relação ao Reino Unido.
Em um dia histórico, 53% dos eleitores votaram pelo “não”.
Existiam 3 possibilidades:
-Sim
-Não
-Permanecer com uma maior autonomia.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Um personagem cercado de lendas, William Wallace, nascido entre 1272 e 12731 e
morto em 23 de agosto de 1305, foi um guerreiro escocês que liderou seus
compatriotas contra a dominação inglesa imposta pelo reinado de Eduardo I. Embora
esteja morto há sete séculos, William Wallace ainda vive na história e na imaginação
da Escócia.
http://operamundi.uol.com.br/conteudo/historia/30754/hoje+na+historia+1305+-+guerreiro+escoces+william+wallace+e+executado+por+se+opor+ao+rei+ingles.shtml
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Século 18, Inglaterra  embargo econômico a economia escocesa
Em 1907, pressionada a Escócia aprova internamente a sua união ao Reino Unido.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
O Reino Unido é liderado por um Primeiro Ministro inglês (David Cameron) e pela rainha inglesa
(Elizabeth II), não existe um sentimento de representação escocesa.
Muitos não gostam de ter que respeitar essa representação 100% inglesa
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
"Se a Escócia votar sim (à independência), o reino Unido vai dividir-se, e os nossos caminhos
separar-se-ão, talvez para sempre“.
"Peço-vos: Não partam esta família", afirmou Cameron.
David Cameron fez o discurso mais inflamado de toda sua carreira politica, falando que o Reino Unido será
muito menor sem a Escócia.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografiahttp://www.naval.com.br/blog/2014/03/11/submarinos-perderao-base-naval-caso-escocia-declare-independencia/
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Ministros do país esperam que a transição pós-independência não leve mais de dez anos. “O governo escocês é fortemente favorável a uma abordagem convencional para a defesa do país, com Faslane
sendo a maior base naval não-nuclear”, completou o porta-voz. Caso a base naval de Clyde se torne inviável, a principal alternativa para os submarinos é a base naval de Devonport, em Playmouth, no sul da Inglaterra. Os
navios da classe Trafalgar se encontram lá, aguardando a mudança para Clyde, prevista para 2017.
O MoD britânico aponta que Faslane vem sendo o maior ponto de geração de empregos na Escócia, mobilizando 6700 postos de trabalho civis e militares. Segundo porta-voz do ministério, esse número
pode subir para 8200 até o ano de 2022, à medida em que os submarinos sejam alocados. “Não estamos traçando planos de contingência, pois acreditamos que o povo escocês votará a favor de se manter parte da família
do Reino Unido”, argumentou. “Inviabilizar Faslane como base operacional para submarinos de ataque comprometeria gravemente a defesa do Reino Unido, incluindo a Escócia”, completa. No entanto, o governo escocês
declarou que espera manter os postos de trabalho na região por conta das obras de conversão das instalações para uma base convencional.
FONTE: Herald Scotland via Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)
Em comunicado oficial, o governo da Escócia declarou que toda a frota de
submarinos do Reino Unido deverá se retirar da base naval de Clyde, no leste do país, caso a
população escocesa vote pela independência em plebiscito a ser realizado em setembro deste
ano.
Esse seria um golpe fatal nos planos do Ministério da Defesa de tornar a
base naval, conhecida também como Faslane, como alocação oficial dos 14 submarinos
nucleares nas próximas décadas. Os quatro navios da classe Trident, três da classe Trafalgar e
sete da nova classe Astute teriam que encontrar outra base no litoral da Inglaterra. O
comunicado das autoridades escocesas foi bem recebido por ativistas contra energia nuclear,
que classificam os submarinos de “usinas de Chernobyl flutuantes” desde o acidente
devastador na Ucrânia em 1986.
Em 2011, o governo da Escócia recebeu bem a decisão de basear os Astute
em Faslane por conta da geração de empregos. Porém, a decisão foi publicamente repudiada
por ativistas, levando à mudança no discurso. Agora, as autoridades dizem não haver finalidade
para submarinos nucleares em uma Escócia independente. “Não vemos interesse para a
Escócia na alocação de frotas de Astute ou Trafalgar em Faslane para além do período de
transição necessário”, declarou um porta-voz do governo.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Fica na Escócia uma das maiores reservas de gás e petróleo da Europa.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Após vencer o não, a primeira consequência foi o anuncio de um pacote de medidas autônomas para a
Escócia (e já incluindo o País de Gales e a Irlanda do Norte (mais autonomia política.)
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Os irlandeses devem realizar um plebiscito sobre a independência em relação ao Reino Unido em até quatro
anos.
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Dominada há séculos pelo Reino Unido, a Irlanda do Norte, chamada de Ulster pelos irlandeses, é durante 3 décadas palco de
grandes conflitos entre a comunidade Protestante (48% da população) e a Católica (45%).
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Enquanto os protestantes aprovam a união com a Coroa britânica (são chamados de UNIONISTAS), os católicos, que
se autodenominam republicanos) reivindicam a integração do Ulster à República da Irlanda (país de maioria católica
que ocupa a maior parte da ilha irlandesa)
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Nos séculos XVI e XVII, os irlandeses são expulsos de suas terras por colonos
ingleses. Em 1801, a Irlanda é integrada ao Reino Unido.
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No início do século XX intensifica-se a luta pela independência com a criação do movimento política Sinn Féin.
Em 1919, após a criação de um Parlamento independente, presidido por Éamon de Valera, é fundado o Exército Republicano
Irlandês (IRA), que luta pela independência. Em 1922 se constitui o Estado Livre da Irlanda, aglutinando os condados do sul, de
maioria católica. O norte da ilha, o Ulster, de maioria protestante, permanece ligado ao Reino Unido.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Em 1921, após a guerra de independência irlandesa contra o Reino Unido,
Londres assinou uma trégua com Dublin e, dois anos depois, fundou o Estado
Livre irlandês.
Nesse processo, o governo britânico ficou com seis dos nove condados que compõem a região do Ulster, província
irlandesa.
O objetivo da independência é juntar esses seis territórios à República da Irlanda. A independência é também uma das
principais bandeiras do IRA (Exército Republicano Irlandês).
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em uma manifestação católica pela liberdade de se pronunciar, o exercito inglês dispara contra manifestantes - 14 pessoas
morrem
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Em 2005, IRA anuncia o fim da luta armada.
Seria o fim oficial de um dos mais notáveis grupos separatistas do século XX e responsável por muitos ataques terroristas e mortes de civis. Sem dúvida, a medida tomada
por seus líderes foi um grande avanço para a humanidade, representando melhor expectativa no sentido da paz.
No entanto, a decisão de interromper os ataques e a luta armada não era unanime. Dissidentes da solução pacífica das questões políticas ainda
tentam conquistar vitórias através de atentados. Felizmente, suas ameaças têm sido infrutíferas nos últimos anos.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1168344

Cap 14 conflitos mundiais 1

  • 1.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de GeografiaFonte: Brinquedos em Guerra de Brian McCarty. Disponível em:<http://wartoysproject.com/>. Acesso em: 12 jun 2016.
  • 2.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 3.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A nação consiste na reunião de pessoas que falam uma determinada língua, têm os mesmos costumes, em alguns casos, seguem até mesmo uma religião, independentemente do território que habitam.
  • 4.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A nação consiste na reunião de pessoas que falam uma determinada língua, têm os mesmos costumes, em alguns casos, seguem até mesmo uma religião, independentemente do território que habitam. Já o Estado é uma forma política que se estabelece sobre um território, dando a ele determinada organização. Um Estado pode conter várias nações. Mas a existência de uma nação independe de uma organização política. (Bascos  Espanha e França).
  • 5.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia O conceito de ESTADO é jurídico. Possui como objetivo assegurar a vida humana em sociedade. O Estado deve garantir a ordem interna, assegurar a soberania na ordem internacional, elaborar as regras de conduta e distribuir a justiça. É o conjunto dos cidadãos de um país, ou seja, as Elemento material, espacial ou físico do Instância máxima de administração, geralmente
  • 6.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia É o conjunto dos cidadãos de um país, ou seja, as pessoas que estão vinculadas a um determinado regime jurídico. Elemento material, espacial ou físico do Estado. Compreende a superfície do solo que o Estado ocupa. Instância máxima de administração, geralmente reconhecida como liderança de um Estado ou nação. (Organização necessária ao exercício político).
  • 7.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Os conflitos na Europa são muitas vezes atribuídos a questões étnicas e religiosas, dimensões reais das contradições existentes. No entanto, as disputas territoriais e a aspiração separatista também estão na base dos conflitos.
  • 8.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Alguns tiveram origem na criação dos Estados nacionais europeus, outros estão relacionados com o fim dos regimes ditos socialistas e do seu controle autoritário sobre diversas nacionalidades agrupadas artificialmente em certos territórios.
  • 9.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Território Europeu ANTES de 1914
  • 10.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Território Europeu DEPOIS de 1918 Reino dos Sérvios Croatas E Eslovenos
  • 11.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 12.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Os Bálcãs, ou Balcãs, ou ainda Península Balcânica é o nome histórico e geográfico para designar a região sudeste da Europa que engloba a Albânia, Bósnia e Herzegovina, Bulgária, Grécia, República da Macedônia, Montenegro, Sérvia, o autoproclamado independente Kosovo, a porção da Turquia no continente europeu, a Croácia, Romênia, Eslovênia e a Áustria.
  • 13.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), a Iugoslávia se tornou uma federação socialista sob o comando do marechal Josip Broz Tito, que conseguiu manter a unidade das seis repúblicas (Sérvia, Croácia, Bósnia- Herzegovina, Eslovênia,Montenegro e Macedônia) e das duas regiões autônomas (Kosovo e Voivodina) que a compunham.
  • 14.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia As antigas diferenças dessas nações foram ofuscadas pela forte liderança de Tito. Ele centralizou o poder, impedindo que líderes de cada nação expressassem qualquer rivalidade interna. Além disso, o bom desempenho da economia e o avanço da qualidade de vida contribuíram para o sucesso de seu governo. Mal. Josip Broz (Tito)
  • 15.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 16.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Com a morte do marechal Tito (1981), a economia perde a força e os problemas começam a se acumular. https://yugoboy.files.wordpress.com/2011/02/folhasp_mortedotito.jpg
  • 17.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Em 1991, os estados membros da federação iugoslava começaram a questionar a existência de um país. -A Eslovênia declara sua independência; -Croácia declara sua independência; -Bósnia-Herzegovina declara sua independência; A Sérvia, a maior das nações, recusa-se a aceitar e os conflitos se iniciam.
  • 18.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A causa principal era a presença de milhares de sérvios (maioria cristão ortodoxo) na Bósnia (maioria muçulmana), que seriam discriminados com a independência. sérvios bósnios
  • 19.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 20.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 21.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Considerado o pior conflito na desintegração da Iugoslávia, a Guerra da Bósnia foi também um dos mais sangrentos confrontos em solo europeu desde a II Guerra Mundial.
  • 22.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Com o fim do regime comunista, as rivalidades entre as seis repúblicas iugoslavas são avivadas, impulsionando movimentos de independência. Considerado o pior conflito na desintegração da Iugoslávia, a Guerra da Bósnia foi também um dos mais sangrentos confrontos em solo europeu desde a II Guerra Mundial.
  • 23.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Na Bósnia-Herzegóvina, a emancipação é aprovada em plebiscito por croatas (católicos) e bósnio-muçulmanos. A recusa da minoria sérvia (cristã ortodoxa) em acatar a decisão causa a guerra.
  • 24.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Os dois lados (bósnios e sérvios) promovem ações de “limpeza étnica” – expulsão e massacre dos grupos rivais. Na Bósnia-Herzegóvina, a emancipação é aprovada em plebiscito por croatas (católicos) e bósnio-muçulmanos. A recusa da minoria sérvia (cristã ortodoxa) em acatar a decisão causa a guerra.
  • 25.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Milosevic afirma que vai defender os sérvios do "genocídio provocado pelos croatas" e do "fundamentalismo islâmico" dos muçulmanos (maioria no Kosovo e na Bósnia). A guerra dura mais de três anos e se transforma no mais sangrento conflito na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.
  • 26.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 27.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia O massacre de muçulmanos de Srebrenica, pelo qual o ex-comandante servo-bósnio Ratko Mladic é acusado de genocídio, é considerada a maior atrocidade cometida na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Mladic foi preso em 2011 depois de passar mais de 15 anos foragido. Em cinco dias de assassinatos em julho de 1995, até 8 mil homens e jovens muçulmanos foram sistematicamente exterminados em Srebrenica, então sob a fraca proteção de soldados holandeses das forças de paz da ONU, no que foi descrito pelo tribunal de crimes de guerra da ONU como "o triunfo do mal". (...) Milhares de civis - na maioria muçulmanos bósnios - tinham buscado refúgio em Srebrenica para escapar de outras ofensivas sérvias no nordeste da Bósnia. Eles estavam sob proteção de apenas 100 mal equipados holandeses das forças de paz - que provaram não ser páreo para o Exército sérvio que avançava pesadamente armado.
  • 28.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia As forças sérvias bombardearam Srebrenica de 6 a 11 de julho, antes de entrarem na cidade acompanhadas de equipes de filmagem. No dia seguinte, mulheres e crianças foram separadas dos homens e colocadas em ônibus, mostraram gravações de TV da Sérvia. Os homens e meninos foram separados "para interrogatório por suspeitas de crimes de guerra". Segundo Mladic disse às mulheres, todos seriam retirados dos ônibus para serem reunidos posteriormente em segurança. Com pedidos de reforços negados, os holandeses das forças de paz foram forçados a testemunhar a execução dos civis enquanto as tropas sérvias agiam com o objetivo de "limpeza étnica". Nos dias anteriores ao ataque, 30 mil muçulmanos que fugiam do avanço do Exército sérvio lotaram a cidade. Depois do massacre, não havia restado nenhum muçulmano. Um grande número escapou, mas os que ficaram enfrentaram o pior. Milhares de homens e meninos com idades de 10 a 77 anos foram cercados e assassinados. Aqueles que tentaram se esconder em suas casas foram, de acordo com as evidências apresentadas no julgamento do general sérvio Radislav Krstic em Haia em 2000, "caçados como cães e massacrados". "Presenteamos a Srebrenica sérvia ao povo sérvio. Chegou o momento de vingar os 'turcos' (nome depreciativo para os muçulmanos bósnios)", disse Mladic em Srebrenica, em palavras registradas então pelos repórteres de rádio e televisão. Mais de 60 caminhões com os refugiados saíram de Srebrenica para locais de execução onde eles foram vendados, tiveram as mãos atadas e foram mortos por disparos de rifles automáticos. Algumas das execuções foram feitas à noite sob a luz de refletores. Posteriormente, escavadoras industriais empurraram os corpos para valas comuns. Alguns foram enterrados vivos, disse em 1996 ao tribunal de Haia o policial francês Jean-Rene Ruez, que coletou evidência de muçulmanos bósnios. Segundo ele, há provas de que as forças sérvias mataram e torturaram os refugiados à vontade. Muitos cometeram suicídio para evitar que seus narizes, lábios e orelhas fossem cortados fora. Também há relatos de adultos que foram forçados a matar seus filhos ou assistir aos soldados porem fim à vida de crianças. Sapatos das vítimas do Massacre de Srebrenica são expostos na Alemanha; após "facilitar" genocódio, país apoia intervenção na Síria
  • 29.
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  • 30.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia O Acordo de Dayton estabelece as fronteiras do país e a divisão do território em duas entidades semiautônomas: a Federação da Bósnia (muçulmano-croata) e a República Sérvia. Slobodan Milosevic (3º à esquerda) durante a assinatura do Acordo de Dayton, em 1995 O Quadro Geral para a Paz na Bósnia e Herzegovina, também conhecido como ACORDO DE DAYTON ou Protocolo de Paris é o acordo a que se chegou na Base Aérea Wright-Patterson, perto de Dayton, no estado norte-americano do Ohio, em Novembro de 1995 e formalmente assinado em Paris a 14 de Dezembro desse mesmo ano. Este acordo pôs fim ao conflito de três anos e meio na Bósnia e Herzegovina. O conflito termina em 1995, com 200 mil mortos.
  • 31.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografiahttp://guerraaposguerranoticias.blogspot.com.br/
  • 32.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 33.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia No violento processo de dissolução da Iugoslávia, eclode a Guerra de Kosovo, quando os albaneses da região (90% da população) iniciam uma campanha pela independência frente à Sérvia.
  • 34.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia No violento processo de dissolução da Iugoslávia, eclode a Guerra de Kosovo, quando os albaneses da região (90% da população) iniciam uma campanha pela independência frente à Sérvia. Embora Kosovo seja habitado por 90% de albaneses, é difícil para a Sérvia abrir mão do território. A região abriga enclaves sérvios, sobretudo no norte, que não aceitam viver sob um governo de maioria albanesa
  • 35.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia No violento processo de dissolução da Iugoslávia, eclode a Guerra de Kosovo, quando os albaneses da região (90% da população) iniciam uma campanha pela independência frente à Sérvia. Embora Kosovo seja habitado por 90% de albaneses, é difícil para a Sérvia abrir mão do território. A região abriga enclaves sérvios, sobretudo no norte, que não aceitam viver sob um governo de maioria albanesa Em resposta, o presidente sérvio, Slobodan Milosevic, incentiva a “limpeza étnica” contra albaneses.
  • 36.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Em março de 1999, a Otan ataca a Iugoslávia. Após 78 dias e 1,2 mil mortos, os sérvios se retiram. Uma força internacional de paz, a KFOR, assume o controle de Kosovo, e a ONU instala um governo provisório. Sérvios abandonam a província e refugiados kosovares retornam. ANSEIO POPULAR - Garota comemora a independência de Kosovo, anunciada diante do Parlamento local, na capital Pristina
  • 37.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Seis anos após aprovar uma declaração unilateral de independência, a província sérvia do Kosovo ainda tenta conquistar plena soberania internacional. Em abril de 2013, o Kosovo obtém um importante avanço ao ter sua autoridade aceita pela Sérvia. O acordo, porém, não significa que Belgrado tenha reconhecido a independência kosovar. Além desses entraves diplomáticos, o governo do Kosovo enfrenta grandes desafios internos para firmar-se como um Estado capaz de manter instituições funcionais.
  • 38.
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  • 39.
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  • 40.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 41.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia O país convive há anos com os desejos de independência dos catalães e bascos, motivados, principalmente, pelo desejo de manter suas tradições culturais.
  • 42.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Um referendo sobre a independência aconteceu em novembro de 2014; O movimento de independência catalão é antigo. A Catalunha se considera um território a parte. É uma comunidade autônoma, tem autossuficiência legislativa e competências executivas, além de ter o próprio idioma, o catalão. http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4229413
  • 43.
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  • 44.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A Espanha já declarou que o referendo é inconstitucional.
  • 45.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/10/141014_catalunha_independencia_voto_simbolico_rb
  • 46.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Com a independência querem mais autonomia e o fortalecimento da sua cultura. Caso isso ocorra, Barcelona, uma das principais cidades turísticas da Espanha, se tornará a capital do novo país.
  • 47.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 48.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Localizado no norte da Espanha, a oeste da França, busca separação desde 1959, quando nasceu o grupo separatista ETA (sigla para “País Basco e Liberdade”). Surge o ETA (Euzkadi Ta Askatasuna – Pátria Basca e Liberdade), promovendo uma série de atentados violentos desde meados dos anos 80. Muitos desses ataques têm por alvo bascos acusados de colaborar com o governo espanhol.  Membros do ETA lêem declaração sobre trégua em imagem de TV espanhola
  • 49.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Com língua própria e um Parlamento desde 1980, os bascos ainda não têm território. Embora a região tenha autonomia desde a constituição espanhola de 1978, os separatistas querem que Espanha e França reconheçam a independência do País Basco que compreende os territórios de Álava, Guipúzcoa, Vizcaya, Navarra e Baixa Navarra, Lapurdi e Zuberoa, esses três últimos, territórios do País Basco Francês.
  • 50.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia O anúncio da ETA foi feito por meio de um vídeo no qual aparecem três homens encapuzados. A gravação foi entregue e divulgada pela rede britânica "BBC". Entre os trechos, os porta-vozes afirmam que a decisão de não realizar novas "ações armadas ofensivas" foi tomada "há vários meses", embora não especifiquem se a medida é permanente ou temporária.  durante sua história cometeu mais de 800 assassinatos
  • 51.
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  • 52.
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  • 53.
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  • 54.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 55.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A bandeira do Reino Unido (United Kingdom) é composta pela sobreposição das 3 (três) bandeiras dos 3 (três) países que formam o reino. São eles: Inglaterra, Escócia, e Irlanda do Norte. A bandeira do País de Gales não está inclusa na bandeira do Reino Unido, por não se tratar de um país, e sim de um Principado
  • 56.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia O Reino Unido é composto por um agrupamento de 4 nações (Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte). Berço das instituições parlamentares modernas e da Revolução Industrial, o país encabeça, do século XIX até meados do XX, um dos maiores impérios da história, alcançando os cinco continentes.
  • 57.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 58.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Em Setembro de 2014, a Escócia realizou um plebiscito para se tornar independente em relação ao Reino Unido. Em um dia histórico, 53% dos eleitores votaram pelo “não”.
  • 59.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Em Setembro de 2014, a Escócia realizou um plebiscito para se tornar independente em relação ao Reino Unido. Em um dia histórico, 53% dos eleitores votaram pelo “não”. Existiam 3 possibilidades: -Sim -Não -Permanecer com uma maior autonomia.
  • 60.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Um personagem cercado de lendas, William Wallace, nascido entre 1272 e 12731 e morto em 23 de agosto de 1305, foi um guerreiro escocês que liderou seus compatriotas contra a dominação inglesa imposta pelo reinado de Eduardo I. Embora esteja morto há sete séculos, William Wallace ainda vive na história e na imaginação da Escócia. http://operamundi.uol.com.br/conteudo/historia/30754/hoje+na+historia+1305+-+guerreiro+escoces+william+wallace+e+executado+por+se+opor+ao+rei+ingles.shtml
  • 61.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Século 18, Inglaterra  embargo econômico a economia escocesa Em 1907, pressionada a Escócia aprova internamente a sua união ao Reino Unido.
  • 62.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia O Reino Unido é liderado por um Primeiro Ministro inglês (David Cameron) e pela rainha inglesa (Elizabeth II), não existe um sentimento de representação escocesa. Muitos não gostam de ter que respeitar essa representação 100% inglesa
  • 63.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia "Se a Escócia votar sim (à independência), o reino Unido vai dividir-se, e os nossos caminhos separar-se-ão, talvez para sempre“. "Peço-vos: Não partam esta família", afirmou Cameron. David Cameron fez o discurso mais inflamado de toda sua carreira politica, falando que o Reino Unido será muito menor sem a Escócia.
  • 64.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografiahttp://www.naval.com.br/blog/2014/03/11/submarinos-perderao-base-naval-caso-escocia-declare-independencia/
  • 65.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Ministros do país esperam que a transição pós-independência não leve mais de dez anos. “O governo escocês é fortemente favorável a uma abordagem convencional para a defesa do país, com Faslane sendo a maior base naval não-nuclear”, completou o porta-voz. Caso a base naval de Clyde se torne inviável, a principal alternativa para os submarinos é a base naval de Devonport, em Playmouth, no sul da Inglaterra. Os navios da classe Trafalgar se encontram lá, aguardando a mudança para Clyde, prevista para 2017. O MoD britânico aponta que Faslane vem sendo o maior ponto de geração de empregos na Escócia, mobilizando 6700 postos de trabalho civis e militares. Segundo porta-voz do ministério, esse número pode subir para 8200 até o ano de 2022, à medida em que os submarinos sejam alocados. “Não estamos traçando planos de contingência, pois acreditamos que o povo escocês votará a favor de se manter parte da família do Reino Unido”, argumentou. “Inviabilizar Faslane como base operacional para submarinos de ataque comprometeria gravemente a defesa do Reino Unido, incluindo a Escócia”, completa. No entanto, o governo escocês declarou que espera manter os postos de trabalho na região por conta das obras de conversão das instalações para uma base convencional. FONTE: Herald Scotland via Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês) Em comunicado oficial, o governo da Escócia declarou que toda a frota de submarinos do Reino Unido deverá se retirar da base naval de Clyde, no leste do país, caso a população escocesa vote pela independência em plebiscito a ser realizado em setembro deste ano. Esse seria um golpe fatal nos planos do Ministério da Defesa de tornar a base naval, conhecida também como Faslane, como alocação oficial dos 14 submarinos nucleares nas próximas décadas. Os quatro navios da classe Trident, três da classe Trafalgar e sete da nova classe Astute teriam que encontrar outra base no litoral da Inglaterra. O comunicado das autoridades escocesas foi bem recebido por ativistas contra energia nuclear, que classificam os submarinos de “usinas de Chernobyl flutuantes” desde o acidente devastador na Ucrânia em 1986. Em 2011, o governo da Escócia recebeu bem a decisão de basear os Astute em Faslane por conta da geração de empregos. Porém, a decisão foi publicamente repudiada por ativistas, levando à mudança no discurso. Agora, as autoridades dizem não haver finalidade para submarinos nucleares em uma Escócia independente. “Não vemos interesse para a Escócia na alocação de frotas de Astute ou Trafalgar em Faslane para além do período de transição necessário”, declarou um porta-voz do governo.
  • 66.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Fica na Escócia uma das maiores reservas de gás e petróleo da Europa.
  • 67.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Após vencer o não, a primeira consequência foi o anuncio de um pacote de medidas autônomas para a Escócia (e já incluindo o País de Gales e a Irlanda do Norte (mais autonomia política.)
  • 68.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 69.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Os irlandeses devem realizar um plebiscito sobre a independência em relação ao Reino Unido em até quatro anos.
  • 70.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Dominada há séculos pelo Reino Unido, a Irlanda do Norte, chamada de Ulster pelos irlandeses, é durante 3 décadas palco de grandes conflitos entre a comunidade Protestante (48% da população) e a Católica (45%).
  • 71.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Enquanto os protestantes aprovam a união com a Coroa britânica (são chamados de UNIONISTAS), os católicos, que se autodenominam republicanos) reivindicam a integração do Ulster à República da Irlanda (país de maioria católica que ocupa a maior parte da ilha irlandesa)
  • 72.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Nos séculos XVI e XVII, os irlandeses são expulsos de suas terras por colonos ingleses. Em 1801, a Irlanda é integrada ao Reino Unido.
  • 73.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia No início do século XX intensifica-se a luta pela independência com a criação do movimento política Sinn Féin. Em 1919, após a criação de um Parlamento independente, presidido por Éamon de Valera, é fundado o Exército Republicano Irlandês (IRA), que luta pela independência. Em 1922 se constitui o Estado Livre da Irlanda, aglutinando os condados do sul, de maioria católica. O norte da ilha, o Ulster, de maioria protestante, permanece ligado ao Reino Unido.
  • 74.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Em 1921, após a guerra de independência irlandesa contra o Reino Unido, Londres assinou uma trégua com Dublin e, dois anos depois, fundou o Estado Livre irlandês. Nesse processo, o governo britânico ficou com seis dos nove condados que compõem a região do Ulster, província irlandesa. O objetivo da independência é juntar esses seis territórios à República da Irlanda. A independência é também uma das principais bandeiras do IRA (Exército Republicano Irlandês).
  • 75.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia em uma manifestação católica pela liberdade de se pronunciar, o exercito inglês dispara contra manifestantes - 14 pessoas morrem
  • 76.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 77.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Em 2005, IRA anuncia o fim da luta armada. Seria o fim oficial de um dos mais notáveis grupos separatistas do século XX e responsável por muitos ataques terroristas e mortes de civis. Sem dúvida, a medida tomada por seus líderes foi um grande avanço para a humanidade, representando melhor expectativa no sentido da paz. No entanto, a decisão de interromper os ataques e a luta armada não era unanime. Dissidentes da solução pacífica das questões políticas ainda tentam conquistar vitórias através de atentados. Felizmente, suas ameaças têm sido infrutíferas nos últimos anos. http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1168344