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Trabalho Realizado por:
Carlos Castanheira, n.º7
Centro de Formação Profissional do Seixal
EFA NS - Curso de Instalador de Painéis Solares
Área de Competência:
Cultura, Língua e Comunicação
UFCD: CLC 7
Fundamentos de Cultura, Língua e Comunicação
Formadora: 
Carmen Pimentel
Tema:
Trabalho Realizado por:
Carlos Castanheira, n.º7
15/05/2014
Introdução ………………………………………………………….……..………………..………..... 3
Revolução Industrial ….……………………………………..……………..………….……........ 4
Revolução Industrial em Portugal ……………………………..……………..………........ 8
As Três Fases da Revolução Industrial ………………….……………..……………...... 13
Conclusão ..………………………………………………………….……………..……………...... 16
Webgrafia ..………………………………………………………….……………..……………...... 17
No âmbito do módulo de CLC 7 (Cultura, Língua e Comunicação), mais
concretamente no que diz respeito à área de Fundamentos de Cultura,
Língua e Comunicação, ministrado pela Formadora Carmen Pimentel,
coube‐me a tarefa de realizar um trabalho cujo tema é: “Revolução
Industrial”
Neste trabalho, irei tentar elaborar uma breve abordagem, dividido em
três subtemas, sobre a Revolução Industrial nas suas três fases.
3
A Revolução Industrial foi um conjunto de
mudanças tecnológicas que se iniciaram na
Europa no século XVIII e se expandiu pelo
mundo a partir do século XIX. Teve grande
impacto na economia e nas relações de
trabalho e produção, e implantou
definitivamente o sistema capitalista. Com
esta revolução deu‐se a substituição do
trabalho artesanal pelo assalariado com o
uso de máquinas, a fabricação de novos
produtos químicos, maior aproveitamento
da energia da água, o uso crescente da
Até então, a maioria da população
europeia vivia no campo e produzia o que
consumia. A produção era artesanal e o
produtor dominava todo o processo
produtivo. Países como a França e a
Inglaterra possuíam manufaturas, que
eram grandes oficinas onde diversos
artesãos realizavam tarefas manualmente
e estavam subordinados ao proprietário da
manufatura. O século XVIII foi marcado
energia a vapor e o desenvolvimento das máquinas e ferramentas, foi também
substituída a madeira e outros biocombustíveis pelo carvão.
pelo grande salto tecnológico nos transportes e máquinas. As máquinas a vapor,
principalmente os gigantes teares, revolucionaram o modo de produzir.
4
A Inglaterra foi precursora na Revolução
Industrial devido a diversos fatores,
nomeadamente, possuir grandes reservas
de carvão mineral no seu subsolo, a
principal fonte de energia para
movimentar as máquinas e as locomotivas
a vapor, ser detentora da mais importante
zona de livre comércio da Europa, e a sua
localização geográfica ser privilegiada por
se encontrar junto ao mar, o que facilitava
a exploração dos mercados ultramarinos. A
sociedade da época era dominada por uma
burguesia industrial, ansiosa por obter
maiores lucros, menores custos e produção
acelerada, procurando alternativas para
melhorar a produção de mercadorias. O
êxodo rural e o crescimento populacional
são também apontados como fatores
impulsionadores à Revolução Industrial
Inglesa.
Na Inglaterra do século XVIII, coexistiam diversas formas de trabalho industrial,
tais como:
‐ As corporações, que realizavam um trabalho artesanal, já em fase de extinção.
‐ A indústria rural ou doméstica, que funcionava na zona rural, onde as famílias
camponesas fiavam, teciam e tingiam, inicialmente para as necessidades da
família, produzindo tecidos de lã com rocas e teares de madeira. Com o
crescimento do comércio, passaram a produzir para o mercado. Surgindo o
fornecedor que recebia o produto acabado para ser comercializado.
5
O primeiro ramo da indústria a ser
mecanizado foi o da fiação e tecelagem de
algodão, com o tear hidráulico em 1769.
Nesse mesmo ano, James Watt cria a
máquina a vapor, que passou a ser a energia
utilizada nas máquinas de fiar e tecer que
revolucionou o modo de produzir. Foi na
fabricação de tecidos que ocorreram os mais
importantes avanços técnicos no início da
industrialização. Se por um lado a máquina
substituiu o homem, gerando milhares de
desempregados, por outro baixou o preço
de mercadorias e acelerou o ritmo de
produção.
Na área de transportes, podemos destacar a
invenção das locomotivas a vapor (maria
fumaça). Com estes meios de transportes,
foi possível transportar mais mercadorias e
pessoas, num tempo mais curto e com
menores custos.
A Revolução Industrial Inglesa provocou o
crescimento das cidades, que foram
invadidas por uma enorme massa operária
que se concentrou a norte do país, Londres,
que chegou a ter 1 milhão de habitantes.
‐ As manufaturas de fiação e tecelagem de algodão, que embora não possuíssem
máquinas, assemelhavam‐se às fábricas, reunindo operários em um só local,
produzindo com certa divisão de trabalho.
6
A precariedade das condições de trabalho no
sector fabril instigou que os trabalhadores se
organizassem na luta por melhores condições
laborais. As fábricas da época, eram locais com
má iluminação, abafados e sujos. Os salários
recebidos pelos trabalhadores eram muito
baixos, trabalhava‐se até 18 horas por dia e
estavam sujeitos a castigos físicos por parte dos
patrões. Não havia direitos trabalhistas como,
por exemplo, férias, auxílio por doença,
descanso semanal remunerado ou qualquer
outro benefício. Quando desempregados,
ficavam sem nenhum tipo de auxílio e
passavam por situações de precariedade. O
descontentamento geral da classe trabalhadora
levou à existência de movimentos mais
violentos como o ludismo, também conhecidos
como "quebradores de máquinas". Os ludistas
invadiam fábricas e destruíam os seus
equipamentos numa forma de protesto e
revolta relativamente à vida dos empregados e
da mecanização do trabalho proporcionado
pelo aparecimento da Revolução Industrial. O
cartismo, outro movimento surgido na época,
era mais moderado na forma de atuação,
optava pela via política, conquistando direitos
políticos para os trabalhadores. Formaram‐se as
“trade unions” (espécie de sindicatos) com o
objetivo de melhorar as condições de trabalho
e direitos dos empregados.
7
Enquanto no decorrer do Século XIX, nações
como a Inglaterra, Alemanha, Estados Unidos e
o Japão tiveram um grande progresso na
agricultura, indústria e nos transportes, em
Portugal as inovações chegaram mais tarde.
A agricultura constituía a principal atividade
económica do país, após 1851 o alargamento
das áreas cultivadas, a introdução dos adubos
químicos, a mecanização do sector e a
fundação de instituições de crédito agrícola,
entre outros fatores, contribuíram para um
certo desenvolvimento da agricultura.
Mas vários eram os fatores que impediam que
o desenvolvimento do país chegasse ao nível
dos países da Europa ocidental.
•Instabilidade política e económica causada
pelas invasões Francesas pela Revolução
Liberal e pela independência do Brasil;
•O regime de propriedade não favorecia o
desenvolvimento da agricultura — no Sul
dominavam os proprietários absentistas e no
Norte a propriedade era parcelada e dispersa;
•Atraso das técnicas agrícolas — ausência de
mecanização, de sistemas de irrigação e de
regulação dos cursos dos rios, adubação
deficiente, falta de orientações e de apoios
oficiais na seleção de sementes e de culturas;
8
•Mercado interno pouco desenvolvido;
•População ativa escassa e com falta de instrução;
•Distribuição desigual da população, mais concentrada no Norte e no litoral;
•Dificuldades nas deslocações e transportes.
Em 1851, iniciou‐se um período de desenvolvimento e modernização do reino, a
que se deu o nome de Regeneração ou Fontismo. Na agricultura dividiu‐se a terra,
tirando‐a à nobreza e ao clero, vendendo‐a à burguesia. Foi eliminado o direito de
"morgadio" (o filho mais velho herdava toda a propriedade). Foram introduzidas
novas técnicas de cultivo (alternância de culturas, seleção de animais e de
sementes, uso de adubos químicos). Introduziram‐se novas alfaias e máquinas
agrícolas. Foi divulgado o cultivo de novos produtos como a batata, o arroz e a
beterraba, etc.
Em 1852, foi criado o Ministério das Obras Públicas,
Comércio e Indústria, chefiado por António Maria Fontes
Pereira de Melo, ministro de D. Maria II, D. Pedro V e D. Luís I
que deu grande impulso aos transportes e às comunicações:
•Melhorou a rede viária e ferroviária, construindo centenas
de quilómetros de estradas, dezenas de pontes e o primeiro
troço do caminho‐de‐ferro.
•Introduziu o telégrafo elétrico;
•Modernizou os correios com a introdução dos selos postais.
9
A introdução da máquina a vapor nos
transportes foi uma das principais inovações.
A primeira viagem de comboio, em Portugal
teve lugar a 28 de Outubro de 1856
(Lisboa/Carregado). O comboio dinamizou a
economia, pois, levava mais pessoas, mais
mercadorias, demorava menos tempo e por
menos dinheiro, O comboio foi responsável
pela alteração de paisagens, pelo surgimento
Relativamente ao sector industrial, em meados do século XIX, o atraso era
igualmente significativo, para o qual contribuíram os seguintes fatores:
•Mercado interno pouco estimulante, devido ao baixo poder de consumo da
população;
•Necessidade de importação de matérias‐primas e maquinaria;
•Falta de interesse da burguesia em relação ao investimento na indústria;
•Falta de técnicos especializados, devido ao elevado nível de analfabetismo
existente no nosso país.
Só em 1875 se verificam progressos significativos, com a intensificação da
mecanização e com o crescimento do número de registo de patentes, o que levou
ao aumento da produtividade. Apesar do domínio dos têxteis, novos sectores se
afirmaram até finais do século XIX: vidro, tabaco. Cerâmica, moagem, indústria
química de tintas e vernizes, fósforos, cimento, conservas e sabão.
de novas localidades (Entroncamento) e novas profissões.
10
A construção de obras públicas e o investimento na modernização, trouxe
problemas financeiros ao país, que não tendo capacidade de financeira, teve de
recorrer ao empréstimo estrangeiro. Apesar disso, as medidas tomadas
possibilitaram o emprego a um maior número de pessoas e a circulação de
pessoas e mercadorias, quebrando‐se o isolamento de muitas regiões do interior.
Portugal passou a estar em contacto mais direto com a Europa e o Mundo.
A dependência económica de Portugal, sobretudo em relação a Inglaterra,
aumentou com a revolução dos transportes e com a industrialização, pois
tínhamos de importar os materiais a empregar nesses sectores. O Estado
endividado foi obrigado a conceder privilégios e exclusividade de exploração de
importantes sectores da economia nacional, tais como: transportes,
comunicações, tabacos, fósforos, água, gás, eletricidade, exploração colonial.
11
Apesar da evidente melhoria em todos os sectores, Portugal, não conseguiu a tão
desejada modernização que colocasse o país a par das grandes potências
industrializadas do mundo. Até ao início do seculo XX, as indústrias nacionais
mantiveram‐se pequenas, familiares e artesanais.
A população portuguesa aumentou rapidamente, devido a uma melhor
alimentação, ao desenvolvimento da medicina, à melhoria da higiene quer
individual quer das cidades e à não ocorrência de guerras. Porém, o povo
continuava dependente da agricultura e estava desigualmente distribuído pelo
país.
O litoral norte era a zona mais
povoada, devido aos solos mais
férteis á existência de portos
marítimos, de um maior
número de indústrias instaladas
e uma maior facilidade de
comunicações. Contudo, a
população do campo
continuava a viver mal, o que
levou muitas pessoas a
abandonem os campos para
irem à procura de emprego nas
nossas grandes cidades ou no
estrangeiro.
12
A Primeira Revolução Industrial esplanada
neste trabalho (1760 a 1860) evoluiu para a
Segunda Revolução industrial, no período de
1860 a 1900. Esta segunda fase é caracterizada
por desenvolvimentos dentro da indústria
química, elétrica, de petróleo e de aço. São
construídos os primeiros navios de aço
movidos a vapor, é desenvolvido o avião e a
produção de bens de consumo, o enlatamento
de comidas, refrigeração mecânica e outras
técnicas de preservação, é também inventado o telefone. A segunda revolução
industrial é essencialmente o aprimoramento e melhoramento das tecnologias
introduzidas na primeira fase da revolução. É também marcada pelo desemprego
e pela migração de trabalhadores rurais para as cidades em busca de trabalho e
melhores condições de vida. A abundância da oferta de mão‐de‐obra, incluindo
mulheres e crianças, está intimamente ligada ao rebaixamento dos salários e à
degradação das condições de trabalho.
13
Podemos distinguir a Terceira Revolução Industrial pela utilização de várias
fontes de energia, como o petróleo, hidroeléctrica, nuclear, eólica, solar, etc. e
pela crescente preocupação com a diminuição do uso das fontes de energia
poluidoras e aumento da energia limpa. São, agora, usadas tecnologias no
processo de produção, visando diminuir os custos e o tempo de produção. As
novas tecnologias trouxeram‐nos a diminuição crescente da necessidade de mão‐
de‐obra humana em prol das máquinas, sistemas automatizados, computadores
e robôs industriais. Desenvolve‐se a biotecnologia, ampliando a produção da
indústria de medicamentos e melhorando a sua qualidade e eficiência. Atingimos,
assim, a Globalização pela massificação dos produtos tecnológicos, ligados aos
meios de comunicação e Internet.
Vivemos atualmente em plena Terceira Revolução Industrial, que teve o seu
início em 1940, após o término da Segunda Guerra Mundial. Os Estados Unidos
da América tomaram a liderança neste processo, tornando‐se a grande potência
económica desta fase. Caracteriza‐se esta etapa pelo uso de tecnologias
avançadas no sistema de produção industrial e por invenções tecnológicas, tais
como: robôs industriais, satélites de telecomunicações, computador pessoal (PC),
telefone celular, tablet, softwares, sistema de GPS, etc..
14
A Globalização é um processo de integração económica, cultural, social e política
a nível mundial. Este fenómeno é originado pela necessidade crescente de
conquistar novos mercados, dando seguimento à doutrina originária da Primeira
Revolução Industrial. A ânsia na obtenção de maiores lucros, menores custos e
produção acelerada, investiga alternativas para melhorar a produção de
mercadorias. Assim, é frequente encontrarmos produtos com peças fabricadas
em várias partes do mundo, assim como, comprarmos um artigo fabricado do
outro lado do mundo, como por exemplo na China, mas onde foi utilizada a
matéria‐prima portuguesa.
A Terceira Revolução Industrial, é “O mundo num click”.
15
Face ao trabalho que me foi proposto, realizei todas as pesquisas de informação
possível no sentido de apresentar um trabalho merecedor de uma leitura
agradável e elucidativa.
Com a elaboração deste trabalho, fiquei a conhecer melhor e mais
detalhadamente as mudanças tecnológicas ocorridas ao longo dos seculos XVIII,
XIX, XX e XXI. Assim como o impacto económico, social e produtivo do conjunto
de transformações implantadas definitivamente pela Revolução Industrial no
nosso país e no mundo.
Resta‐me dizer que este trabalho, para além de ter estimulado a minha vontade
de pesquisar e ler, ajudou‐me na aprendizagem e aguçou a vontade de conhecer
cada vez mais, enriquecendo o meu saber cultural.
16
http://www.suapesquisa.com/industrial/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Industrial
http://www.historiadomundo.com.br/idade‐moderna/revolucao‐industrial.htm
http://revolucao‐industrial.info/
http://www.infoescola.com/historia/revolucao‐industrial/
https://repositorioaberto.uab.pt/handle/10400.2/446
http://mcquintas.paginas.sapo.pt/index46.html
http://luzdequeijas.blogs.sapo.pt/2131356.html
http://www.slideshare.net/batistarato/revoluao‐industrial
https://noseahistoria.wordpress.com/2011/05/19/a‐regeneracao‐1851‐1910‐2/
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Revolução industrial

  • 2. Centro de Formação Profissional do Seixal EFA NS - Curso de Instalador de Painéis Solares Área de Competência: Cultura, Língua e Comunicação UFCD: CLC 7 Fundamentos de Cultura, Língua e Comunicação Formadora:  Carmen Pimentel Tema: Trabalho Realizado por: Carlos Castanheira, n.º7 15/05/2014
  • 4. No âmbito do módulo de CLC 7 (Cultura, Língua e Comunicação), mais concretamente no que diz respeito à área de Fundamentos de Cultura, Língua e Comunicação, ministrado pela Formadora Carmen Pimentel, coube‐me a tarefa de realizar um trabalho cujo tema é: “Revolução Industrial” Neste trabalho, irei tentar elaborar uma breve abordagem, dividido em três subtemas, sobre a Revolução Industrial nas suas três fases. 3
  • 5. A Revolução Industrial foi um conjunto de mudanças tecnológicas que se iniciaram na Europa no século XVIII e se expandiu pelo mundo a partir do século XIX. Teve grande impacto na economia e nas relações de trabalho e produção, e implantou definitivamente o sistema capitalista. Com esta revolução deu‐se a substituição do trabalho artesanal pelo assalariado com o uso de máquinas, a fabricação de novos produtos químicos, maior aproveitamento da energia da água, o uso crescente da Até então, a maioria da população europeia vivia no campo e produzia o que consumia. A produção era artesanal e o produtor dominava todo o processo produtivo. Países como a França e a Inglaterra possuíam manufaturas, que eram grandes oficinas onde diversos artesãos realizavam tarefas manualmente e estavam subordinados ao proprietário da manufatura. O século XVIII foi marcado energia a vapor e o desenvolvimento das máquinas e ferramentas, foi também substituída a madeira e outros biocombustíveis pelo carvão. pelo grande salto tecnológico nos transportes e máquinas. As máquinas a vapor, principalmente os gigantes teares, revolucionaram o modo de produzir. 4
  • 6. A Inglaterra foi precursora na Revolução Industrial devido a diversos fatores, nomeadamente, possuir grandes reservas de carvão mineral no seu subsolo, a principal fonte de energia para movimentar as máquinas e as locomotivas a vapor, ser detentora da mais importante zona de livre comércio da Europa, e a sua localização geográfica ser privilegiada por se encontrar junto ao mar, o que facilitava a exploração dos mercados ultramarinos. A sociedade da época era dominada por uma burguesia industrial, ansiosa por obter maiores lucros, menores custos e produção acelerada, procurando alternativas para melhorar a produção de mercadorias. O êxodo rural e o crescimento populacional são também apontados como fatores impulsionadores à Revolução Industrial Inglesa. Na Inglaterra do século XVIII, coexistiam diversas formas de trabalho industrial, tais como: ‐ As corporações, que realizavam um trabalho artesanal, já em fase de extinção. ‐ A indústria rural ou doméstica, que funcionava na zona rural, onde as famílias camponesas fiavam, teciam e tingiam, inicialmente para as necessidades da família, produzindo tecidos de lã com rocas e teares de madeira. Com o crescimento do comércio, passaram a produzir para o mercado. Surgindo o fornecedor que recebia o produto acabado para ser comercializado. 5
  • 7. O primeiro ramo da indústria a ser mecanizado foi o da fiação e tecelagem de algodão, com o tear hidráulico em 1769. Nesse mesmo ano, James Watt cria a máquina a vapor, que passou a ser a energia utilizada nas máquinas de fiar e tecer que revolucionou o modo de produzir. Foi na fabricação de tecidos que ocorreram os mais importantes avanços técnicos no início da industrialização. Se por um lado a máquina substituiu o homem, gerando milhares de desempregados, por outro baixou o preço de mercadorias e acelerou o ritmo de produção. Na área de transportes, podemos destacar a invenção das locomotivas a vapor (maria fumaça). Com estes meios de transportes, foi possível transportar mais mercadorias e pessoas, num tempo mais curto e com menores custos. A Revolução Industrial Inglesa provocou o crescimento das cidades, que foram invadidas por uma enorme massa operária que se concentrou a norte do país, Londres, que chegou a ter 1 milhão de habitantes. ‐ As manufaturas de fiação e tecelagem de algodão, que embora não possuíssem máquinas, assemelhavam‐se às fábricas, reunindo operários em um só local, produzindo com certa divisão de trabalho. 6
  • 8. A precariedade das condições de trabalho no sector fabril instigou que os trabalhadores se organizassem na luta por melhores condições laborais. As fábricas da época, eram locais com má iluminação, abafados e sujos. Os salários recebidos pelos trabalhadores eram muito baixos, trabalhava‐se até 18 horas por dia e estavam sujeitos a castigos físicos por parte dos patrões. Não havia direitos trabalhistas como, por exemplo, férias, auxílio por doença, descanso semanal remunerado ou qualquer outro benefício. Quando desempregados, ficavam sem nenhum tipo de auxílio e passavam por situações de precariedade. O descontentamento geral da classe trabalhadora levou à existência de movimentos mais violentos como o ludismo, também conhecidos como "quebradores de máquinas". Os ludistas invadiam fábricas e destruíam os seus equipamentos numa forma de protesto e revolta relativamente à vida dos empregados e da mecanização do trabalho proporcionado pelo aparecimento da Revolução Industrial. O cartismo, outro movimento surgido na época, era mais moderado na forma de atuação, optava pela via política, conquistando direitos políticos para os trabalhadores. Formaram‐se as “trade unions” (espécie de sindicatos) com o objetivo de melhorar as condições de trabalho e direitos dos empregados. 7
  • 9. Enquanto no decorrer do Século XIX, nações como a Inglaterra, Alemanha, Estados Unidos e o Japão tiveram um grande progresso na agricultura, indústria e nos transportes, em Portugal as inovações chegaram mais tarde. A agricultura constituía a principal atividade económica do país, após 1851 o alargamento das áreas cultivadas, a introdução dos adubos químicos, a mecanização do sector e a fundação de instituições de crédito agrícola, entre outros fatores, contribuíram para um certo desenvolvimento da agricultura. Mas vários eram os fatores que impediam que o desenvolvimento do país chegasse ao nível dos países da Europa ocidental. •Instabilidade política e económica causada pelas invasões Francesas pela Revolução Liberal e pela independência do Brasil; •O regime de propriedade não favorecia o desenvolvimento da agricultura — no Sul dominavam os proprietários absentistas e no Norte a propriedade era parcelada e dispersa; •Atraso das técnicas agrícolas — ausência de mecanização, de sistemas de irrigação e de regulação dos cursos dos rios, adubação deficiente, falta de orientações e de apoios oficiais na seleção de sementes e de culturas; 8
  • 10. •Mercado interno pouco desenvolvido; •População ativa escassa e com falta de instrução; •Distribuição desigual da população, mais concentrada no Norte e no litoral; •Dificuldades nas deslocações e transportes. Em 1851, iniciou‐se um período de desenvolvimento e modernização do reino, a que se deu o nome de Regeneração ou Fontismo. Na agricultura dividiu‐se a terra, tirando‐a à nobreza e ao clero, vendendo‐a à burguesia. Foi eliminado o direito de "morgadio" (o filho mais velho herdava toda a propriedade). Foram introduzidas novas técnicas de cultivo (alternância de culturas, seleção de animais e de sementes, uso de adubos químicos). Introduziram‐se novas alfaias e máquinas agrícolas. Foi divulgado o cultivo de novos produtos como a batata, o arroz e a beterraba, etc. Em 1852, foi criado o Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, chefiado por António Maria Fontes Pereira de Melo, ministro de D. Maria II, D. Pedro V e D. Luís I que deu grande impulso aos transportes e às comunicações: •Melhorou a rede viária e ferroviária, construindo centenas de quilómetros de estradas, dezenas de pontes e o primeiro troço do caminho‐de‐ferro. •Introduziu o telégrafo elétrico; •Modernizou os correios com a introdução dos selos postais. 9
  • 11. A introdução da máquina a vapor nos transportes foi uma das principais inovações. A primeira viagem de comboio, em Portugal teve lugar a 28 de Outubro de 1856 (Lisboa/Carregado). O comboio dinamizou a economia, pois, levava mais pessoas, mais mercadorias, demorava menos tempo e por menos dinheiro, O comboio foi responsável pela alteração de paisagens, pelo surgimento Relativamente ao sector industrial, em meados do século XIX, o atraso era igualmente significativo, para o qual contribuíram os seguintes fatores: •Mercado interno pouco estimulante, devido ao baixo poder de consumo da população; •Necessidade de importação de matérias‐primas e maquinaria; •Falta de interesse da burguesia em relação ao investimento na indústria; •Falta de técnicos especializados, devido ao elevado nível de analfabetismo existente no nosso país. Só em 1875 se verificam progressos significativos, com a intensificação da mecanização e com o crescimento do número de registo de patentes, o que levou ao aumento da produtividade. Apesar do domínio dos têxteis, novos sectores se afirmaram até finais do século XIX: vidro, tabaco. Cerâmica, moagem, indústria química de tintas e vernizes, fósforos, cimento, conservas e sabão. de novas localidades (Entroncamento) e novas profissões. 10
  • 12. A construção de obras públicas e o investimento na modernização, trouxe problemas financeiros ao país, que não tendo capacidade de financeira, teve de recorrer ao empréstimo estrangeiro. Apesar disso, as medidas tomadas possibilitaram o emprego a um maior número de pessoas e a circulação de pessoas e mercadorias, quebrando‐se o isolamento de muitas regiões do interior. Portugal passou a estar em contacto mais direto com a Europa e o Mundo. A dependência económica de Portugal, sobretudo em relação a Inglaterra, aumentou com a revolução dos transportes e com a industrialização, pois tínhamos de importar os materiais a empregar nesses sectores. O Estado endividado foi obrigado a conceder privilégios e exclusividade de exploração de importantes sectores da economia nacional, tais como: transportes, comunicações, tabacos, fósforos, água, gás, eletricidade, exploração colonial. 11
  • 13. Apesar da evidente melhoria em todos os sectores, Portugal, não conseguiu a tão desejada modernização que colocasse o país a par das grandes potências industrializadas do mundo. Até ao início do seculo XX, as indústrias nacionais mantiveram‐se pequenas, familiares e artesanais. A população portuguesa aumentou rapidamente, devido a uma melhor alimentação, ao desenvolvimento da medicina, à melhoria da higiene quer individual quer das cidades e à não ocorrência de guerras. Porém, o povo continuava dependente da agricultura e estava desigualmente distribuído pelo país. O litoral norte era a zona mais povoada, devido aos solos mais férteis á existência de portos marítimos, de um maior número de indústrias instaladas e uma maior facilidade de comunicações. Contudo, a população do campo continuava a viver mal, o que levou muitas pessoas a abandonem os campos para irem à procura de emprego nas nossas grandes cidades ou no estrangeiro. 12
  • 14. A Primeira Revolução Industrial esplanada neste trabalho (1760 a 1860) evoluiu para a Segunda Revolução industrial, no período de 1860 a 1900. Esta segunda fase é caracterizada por desenvolvimentos dentro da indústria química, elétrica, de petróleo e de aço. São construídos os primeiros navios de aço movidos a vapor, é desenvolvido o avião e a produção de bens de consumo, o enlatamento de comidas, refrigeração mecânica e outras técnicas de preservação, é também inventado o telefone. A segunda revolução industrial é essencialmente o aprimoramento e melhoramento das tecnologias introduzidas na primeira fase da revolução. É também marcada pelo desemprego e pela migração de trabalhadores rurais para as cidades em busca de trabalho e melhores condições de vida. A abundância da oferta de mão‐de‐obra, incluindo mulheres e crianças, está intimamente ligada ao rebaixamento dos salários e à degradação das condições de trabalho. 13
  • 15. Podemos distinguir a Terceira Revolução Industrial pela utilização de várias fontes de energia, como o petróleo, hidroeléctrica, nuclear, eólica, solar, etc. e pela crescente preocupação com a diminuição do uso das fontes de energia poluidoras e aumento da energia limpa. São, agora, usadas tecnologias no processo de produção, visando diminuir os custos e o tempo de produção. As novas tecnologias trouxeram‐nos a diminuição crescente da necessidade de mão‐ de‐obra humana em prol das máquinas, sistemas automatizados, computadores e robôs industriais. Desenvolve‐se a biotecnologia, ampliando a produção da indústria de medicamentos e melhorando a sua qualidade e eficiência. Atingimos, assim, a Globalização pela massificação dos produtos tecnológicos, ligados aos meios de comunicação e Internet. Vivemos atualmente em plena Terceira Revolução Industrial, que teve o seu início em 1940, após o término da Segunda Guerra Mundial. Os Estados Unidos da América tomaram a liderança neste processo, tornando‐se a grande potência económica desta fase. Caracteriza‐se esta etapa pelo uso de tecnologias avançadas no sistema de produção industrial e por invenções tecnológicas, tais como: robôs industriais, satélites de telecomunicações, computador pessoal (PC), telefone celular, tablet, softwares, sistema de GPS, etc.. 14
  • 16. A Globalização é um processo de integração económica, cultural, social e política a nível mundial. Este fenómeno é originado pela necessidade crescente de conquistar novos mercados, dando seguimento à doutrina originária da Primeira Revolução Industrial. A ânsia na obtenção de maiores lucros, menores custos e produção acelerada, investiga alternativas para melhorar a produção de mercadorias. Assim, é frequente encontrarmos produtos com peças fabricadas em várias partes do mundo, assim como, comprarmos um artigo fabricado do outro lado do mundo, como por exemplo na China, mas onde foi utilizada a matéria‐prima portuguesa. A Terceira Revolução Industrial, é “O mundo num click”. 15
  • 17. Face ao trabalho que me foi proposto, realizei todas as pesquisas de informação possível no sentido de apresentar um trabalho merecedor de uma leitura agradável e elucidativa. Com a elaboração deste trabalho, fiquei a conhecer melhor e mais detalhadamente as mudanças tecnológicas ocorridas ao longo dos seculos XVIII, XIX, XX e XXI. Assim como o impacto económico, social e produtivo do conjunto de transformações implantadas definitivamente pela Revolução Industrial no nosso país e no mundo. Resta‐me dizer que este trabalho, para além de ter estimulado a minha vontade de pesquisar e ler, ajudou‐me na aprendizagem e aguçou a vontade de conhecer cada vez mais, enriquecendo o meu saber cultural. 16