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REVOLUCAO INDUSTRIAL
O que é a revolução industrial? É o conjunto de  transformações técnicas,  económicas e sociais  caracterizadas pela  substituição da energia  física pela mecânica,  da ferramenta pela  máquina e da  manufactura pela fábrica.
Localização temporal e espacial Inglaterra, no inicio do séc. XVIII alargando-se gradualmente a vários países  da Europa e da América do Norte na  segunda metade do  séc. XIX.
Início:   ING, séc XVIII . Fases: 1ª REV. INDUSTRIAL 2ª REV. INDUSTRIAL 1760 - 1860 1860 – 1914 ING, FRA e BEL ALE, ITA, RUS, EUA, JAP FERRO – CARVÃO - VAPOR AÇO – PETRÓLEO - ELETRICIDADE CAPITALISMO LIBERAL  E INDUSTRIAL CAPITALISMO FINANCEIRO E MONOPOLISTA
Revolução agrícola Melhorias técnicas:  - Introdução de novas culturas. - Selecção de sementes e de  animais reprodutores - Enriquecimento dos solos .  - Sistema  de rotação quadrienal. Aumento da área cultivada: - Formação de grandes propriedades (enclosures) - Drenagem de pântanos
Consequências Aumento da produtividade Melhoria na alimentação Aumento demográfico Aumento da mão de obra Crescimento urbano
Condições da prioridade inglesa: Abundância de matérias primas Muita mão de obra disponível Desenvolvimento das manufacturas (como a lançadeira volante; o tear mecânico e a maquina a vapor)  Vasto mercado de escoamento dos produtos. (metrópole e colónias) Boas vias de comunicação Burguesia e nobreza dinâmicas e empreendedoras  Existência de capitais para investir
Sectores de arranque Finais do séc. XVIII  e meados do séc. XIX  Industria Têxtil ( algodão) junto aos cursos de água e próxima dos portos. A partir de 1830 Industria metalúrgica e mineira Segunda metade do séc. XIX  Industria química Electricidade
Alterações no regime de produção Manufactura ( trabalho manual ) foi substituída pela maquinofactura (trabalho com recurso a maquina)  As oficinas foram  substituídas pelas fábricas O artesão deu lugar  ao operário
Consequências das alterações no regime de produção Desvalorização do trabalho - Repetitivo e mecanizado - Mulheres e crianças utilizadas como mão de obra barata Degradação das condições de  trabalho e de vida As cidades tornaram-se sujas, desordenadas e poluídas
O Mundo industrializado do séc.XIX
A hegemonia inglesa Até meados do séc. XIX a  Inglaterra liderou o processo  de industrialização. Era o país que mais produzia  ( têxteis, maquinas locomotivas,  etc.) e exportava .  Os lucros eram reinvestidos  em novos negócios
Novas potencias industriais A partir de 1870 a Revolução Industrial alastrou-se a outros países da Europa - aos Estados Unidos e ao Japão.
Alemanha Dedicou-se as industrias metalúrgicas  No sector industrial apresentou um grande desenvolvimento sobretudo:  a industria do algodão  dos produtos químicos
França Dedicou-se a construção da rede de caminhos de ferro Desenvolveu os sectores  da exploração mineira  e da metalurgia
Estados Unidos da América Aparecimento de novas industrias sobretudo: sectores da metalurgia; e  sectores do têxtil algodoeiro Inovações na ciência e  nas técnicas
Japão Começou a industrialização nos finais do séc. XIX Quando pela força foi obrigado a abrir os seus portos ao comercio o imperador resolveu iniciar uma revolução para modernizar o país. Iniciou-se assim a era Meiji  (do progresso) com: construção de fabricas caminhos de ferro construção naval industria têxtil algodoeira
Revolução dos transportes Iniciou-se com: a aplicação da maquina a vapor ao barco (invenção de Fulton em 1803) e  a locomotiva ( invenção de Stephenson em 1816). A navegação a  vapor com a construção de grandes  paquetes em metal. Nos transportes terrestres destacou-se o comboio.
Sua importância  A formação de companhias de navegação de longo curso – Great western; Deslocação de milhões de pessoas da Europa para a América – emigração europeia; Deslocação de  pessoas e bens mais  rápida e mais segura
Novas fontes de energia novos inventos técnicos novas industrias Avanços na ciência e técnica: invenção da turbina e do dínamo descoberta de poços de petróleo  invenção do motor de combustão Permitiram  a utilização de novas  fontes de energia: a electricidade e o petróleo.
Surgiram novas industrias como: A industria química ( medicamentos, fertilizantes, explosivos, etc.)  A industria de materiais eléctricos que produzia aparelhos eléctricos. A industria do aço devido  a construção de maquinas,  pontes e caminhos de ferro.  Continuação
Capitalismo financeiro O liberalismo económico que defendia a liberdade de iniciativa e de concorrência e a não intervenção do Estado na economia levou ao desenvolvimento de grandes empresas. Levou também a um desenvolvimento da Banca: - os empresários recorriam a empréstimos  para comprar maquinas e matérias primas, - o grande comercio exigia novas formas  de pagamento ( notas bancárias, letras,  cheques) A Bolsa e as sociedades anónimas  também se desenvolveram .
Continuação Empresas atingiram um poderio forte que passaram a controlar a produção e a venda de determinados produtos. Aquelas que não conseguiram  competir faliram ou foram  compradas pelas grandes empresas. Formaram-se grandes  concentrações empresariais  ou monopólios.
Uma sociedade em mudança A revolução agrícola e  industrialização levaram  ao crescimento das  cidades. O êxodo rural em busca de  melhores condições de  vida e melhores salários foi  facilitado pelo desenvolvimento  dos transportes.
Continuação Todavia, o crescimento urbano trouxe problemas como: desenraizamento e insegurança  das populações, aumento da delinquência, do  alcoolismo e da mendicidade, emigração pois nas cidades não  havia emprego para todos.
Sociedade e mentalidade burguesas E uma sociedade de classes onde a importância de cada um dependia da sua profissão do que fazia e do que possuía. A burguesia ocupava lugar de destaque e  dividia-se em: Alta burguesia ( industrial e financeira) - liderava a economia  - influenciava o poder politico - ditava as modas - impunha um modelo de vida  - formas de diversão
Continuação Media e baixa burguesia ( classe media) composta por: - pequenos e médios empresários e profissionais liberais como médicos, engenheiros, advogados, etc. No estrato mais baixo estava  o proletariado composto pela  grande massa de operários que enchia as cidades
O operariado industrial A industrialização e o crescimento  das cidades foram acompanhadas  pelo aumento do operariado. A vida dos operários era difícil, os salários eram baixos trabalhavam em mas condições durante 15 ou  mais horas por dia. A mão de obra infantil e feminina  era mais barata.
Continuação O proletariado trabalhava em fabricas com mas condições de higiene e segurança, e vivia em casas insalubres e mal iluminadas. Eram pequenos espaços onde viviam famílias numerosas.
Continuação Estas condições de vida favoreceram: - o aparecimento e a propagação  de graves doenças; - a degradação de vida e a  miséria moral; - descontentamento; - revoltas e agitação social. Foi neste ambiente que nasceu e se desenvolveu o movimento operário e sindical e se desenvolveram as ideias do socialismo.
Movimento sindical Surgiram em Inglaterra no inicio do sec. XIX as primeiras associações  de operários algumas das quais  deram origem a sindicatos. Em 1825 os primeiros sindicatos  uniram-se formando as  “ Trade Unions” Em 1864 foi fundada a associação internacional dos trabalhadores pelos sindicatos ingleses e franceses sobre a orientação de Karl Marx
Continuação Funções das associações: - chamar a atenção dos governos e da população  para as difíceis condições em que viviam os  operários; - lutar para conseguir que os patrões melhorassem  as condições de trabalho; - lutar para que o governo apoiasse mais a  população dando melhores condições de vida.
Países de difícil industrialização  O caso português  Em Portugal a industrialização arrancou mais tarde. Enquanto ao longo do sec.XIX  países como a Inglaterra,  Estados Unidos, Alemanha  e o Japão tiveram um grande desenvolvimento na  agricultura, industria e nos transportes em Portugal, as  inovações chegaram mais tarde.
O atraso na agricultura  Factores: instabilidade politica  distribuição desigual da população activa do país atraso das técnicas agrícolas e dos sistemas de irrigação analfabetismo das populações rurais debilidade do mercado  interno
Tentativas de modernização  Foi no período conhecido por  Regeneração ou Fontismo que  Portugal arrancou para a sua  modernização. A acção mais notável deste  período foi a revolução dos  transportes.
Continuação Principais medidas criadas por Fontes Pereira de Melo: inicio da construção da rede de caminhos de ferro; abertura de novas estradas e a construção de pontes. instalação da primeira linha de telegrafo  instalação dos primeiros telefones alargamento dos serviços postais arranco das primeiras carreira regulares  de barcos a vapor.
A Tímida Industrialização A revolução industrial só se iniciou em Portugal na segunda metade do sec. XIX apresentando assim um razoável atraso face a muitos países europeus. Todavia, neste século Portugal apresentou uma evolução face ao passado.
Continuação Causas do fraco desenvolvimento industrial: a instabilidade politica; o atraso das técnicas agrícolas  e dos sistemas de irrigação; o analfabetismo das populações  rurais; a debilidade do mercado interno; a forte imigração para o Brasil; concorrência difícil face a industria  dos outros países da Europa.
Continuação Só a partir de meados do séc. XIX se assistiu ao desenvolvimento da industria  portuguesa devido: ao aumento do número de  máquinas; crescimento do número de  patentes de invenções; aumento da produtividade;
Continuação Principais sectores industriais: têxtil tabaco moagem cerâmica vidro industrias corticeiras industria química fósforos etc.
Dependência face ao estrangeiro Causas: a produção artesanal continuava a prevalecer sobre a produção manufactureira e fabril; a população continuava ligada a uma agricultura pouco produtiva; A dependência económica de Portugal, sobretudo em relação a Inglaterra, aumentou com a revolução dos transportes e com a industrialização pois tínhamos de importar os materiais a empregar nestes sectores.
Trabalho elaborado por: Guilherme Mouta Ramos n.º 11, 8º B
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RevoluçAo Industrial

  • 2. O que é a revolução industrial? É o conjunto de transformações técnicas, económicas e sociais caracterizadas pela substituição da energia física pela mecânica, da ferramenta pela máquina e da manufactura pela fábrica.
  • 3. Localização temporal e espacial Inglaterra, no inicio do séc. XVIII alargando-se gradualmente a vários países da Europa e da América do Norte na segunda metade do séc. XIX.
  • 4. Início: ING, séc XVIII . Fases: 1ª REV. INDUSTRIAL 2ª REV. INDUSTRIAL 1760 - 1860 1860 – 1914 ING, FRA e BEL ALE, ITA, RUS, EUA, JAP FERRO – CARVÃO - VAPOR AÇO – PETRÓLEO - ELETRICIDADE CAPITALISMO LIBERAL E INDUSTRIAL CAPITALISMO FINANCEIRO E MONOPOLISTA
  • 5. Revolução agrícola Melhorias técnicas: - Introdução de novas culturas. - Selecção de sementes e de animais reprodutores - Enriquecimento dos solos . - Sistema de rotação quadrienal. Aumento da área cultivada: - Formação de grandes propriedades (enclosures) - Drenagem de pântanos
  • 6. Consequências Aumento da produtividade Melhoria na alimentação Aumento demográfico Aumento da mão de obra Crescimento urbano
  • 7. Condições da prioridade inglesa: Abundância de matérias primas Muita mão de obra disponível Desenvolvimento das manufacturas (como a lançadeira volante; o tear mecânico e a maquina a vapor) Vasto mercado de escoamento dos produtos. (metrópole e colónias) Boas vias de comunicação Burguesia e nobreza dinâmicas e empreendedoras Existência de capitais para investir
  • 8. Sectores de arranque Finais do séc. XVIII e meados do séc. XIX Industria Têxtil ( algodão) junto aos cursos de água e próxima dos portos. A partir de 1830 Industria metalúrgica e mineira Segunda metade do séc. XIX Industria química Electricidade
  • 9. Alterações no regime de produção Manufactura ( trabalho manual ) foi substituída pela maquinofactura (trabalho com recurso a maquina) As oficinas foram substituídas pelas fábricas O artesão deu lugar ao operário
  • 10. Consequências das alterações no regime de produção Desvalorização do trabalho - Repetitivo e mecanizado - Mulheres e crianças utilizadas como mão de obra barata Degradação das condições de trabalho e de vida As cidades tornaram-se sujas, desordenadas e poluídas
  • 11. O Mundo industrializado do séc.XIX
  • 12. A hegemonia inglesa Até meados do séc. XIX a Inglaterra liderou o processo de industrialização. Era o país que mais produzia ( têxteis, maquinas locomotivas, etc.) e exportava . Os lucros eram reinvestidos em novos negócios
  • 13. Novas potencias industriais A partir de 1870 a Revolução Industrial alastrou-se a outros países da Europa - aos Estados Unidos e ao Japão.
  • 14. Alemanha Dedicou-se as industrias metalúrgicas No sector industrial apresentou um grande desenvolvimento sobretudo: a industria do algodão dos produtos químicos
  • 15. França Dedicou-se a construção da rede de caminhos de ferro Desenvolveu os sectores da exploração mineira e da metalurgia
  • 16. Estados Unidos da América Aparecimento de novas industrias sobretudo: sectores da metalurgia; e sectores do têxtil algodoeiro Inovações na ciência e nas técnicas
  • 17. Japão Começou a industrialização nos finais do séc. XIX Quando pela força foi obrigado a abrir os seus portos ao comercio o imperador resolveu iniciar uma revolução para modernizar o país. Iniciou-se assim a era Meiji (do progresso) com: construção de fabricas caminhos de ferro construção naval industria têxtil algodoeira
  • 18. Revolução dos transportes Iniciou-se com: a aplicação da maquina a vapor ao barco (invenção de Fulton em 1803) e a locomotiva ( invenção de Stephenson em 1816). A navegação a vapor com a construção de grandes paquetes em metal. Nos transportes terrestres destacou-se o comboio.
  • 19. Sua importância A formação de companhias de navegação de longo curso – Great western; Deslocação de milhões de pessoas da Europa para a América – emigração europeia; Deslocação de pessoas e bens mais rápida e mais segura
  • 20. Novas fontes de energia novos inventos técnicos novas industrias Avanços na ciência e técnica: invenção da turbina e do dínamo descoberta de poços de petróleo invenção do motor de combustão Permitiram a utilização de novas fontes de energia: a electricidade e o petróleo.
  • 21. Surgiram novas industrias como: A industria química ( medicamentos, fertilizantes, explosivos, etc.) A industria de materiais eléctricos que produzia aparelhos eléctricos. A industria do aço devido a construção de maquinas, pontes e caminhos de ferro. Continuação
  • 22. Capitalismo financeiro O liberalismo económico que defendia a liberdade de iniciativa e de concorrência e a não intervenção do Estado na economia levou ao desenvolvimento de grandes empresas. Levou também a um desenvolvimento da Banca: - os empresários recorriam a empréstimos para comprar maquinas e matérias primas, - o grande comercio exigia novas formas de pagamento ( notas bancárias, letras, cheques) A Bolsa e as sociedades anónimas também se desenvolveram .
  • 23. Continuação Empresas atingiram um poderio forte que passaram a controlar a produção e a venda de determinados produtos. Aquelas que não conseguiram competir faliram ou foram compradas pelas grandes empresas. Formaram-se grandes concentrações empresariais ou monopólios.
  • 24. Uma sociedade em mudança A revolução agrícola e industrialização levaram ao crescimento das cidades. O êxodo rural em busca de melhores condições de vida e melhores salários foi facilitado pelo desenvolvimento dos transportes.
  • 25. Continuação Todavia, o crescimento urbano trouxe problemas como: desenraizamento e insegurança das populações, aumento da delinquência, do alcoolismo e da mendicidade, emigração pois nas cidades não havia emprego para todos.
  • 26. Sociedade e mentalidade burguesas E uma sociedade de classes onde a importância de cada um dependia da sua profissão do que fazia e do que possuía. A burguesia ocupava lugar de destaque e dividia-se em: Alta burguesia ( industrial e financeira) - liderava a economia - influenciava o poder politico - ditava as modas - impunha um modelo de vida - formas de diversão
  • 27. Continuação Media e baixa burguesia ( classe media) composta por: - pequenos e médios empresários e profissionais liberais como médicos, engenheiros, advogados, etc. No estrato mais baixo estava o proletariado composto pela grande massa de operários que enchia as cidades
  • 28. O operariado industrial A industrialização e o crescimento das cidades foram acompanhadas pelo aumento do operariado. A vida dos operários era difícil, os salários eram baixos trabalhavam em mas condições durante 15 ou mais horas por dia. A mão de obra infantil e feminina era mais barata.
  • 29. Continuação O proletariado trabalhava em fabricas com mas condições de higiene e segurança, e vivia em casas insalubres e mal iluminadas. Eram pequenos espaços onde viviam famílias numerosas.
  • 30. Continuação Estas condições de vida favoreceram: - o aparecimento e a propagação de graves doenças; - a degradação de vida e a miséria moral; - descontentamento; - revoltas e agitação social. Foi neste ambiente que nasceu e se desenvolveu o movimento operário e sindical e se desenvolveram as ideias do socialismo.
  • 31. Movimento sindical Surgiram em Inglaterra no inicio do sec. XIX as primeiras associações de operários algumas das quais deram origem a sindicatos. Em 1825 os primeiros sindicatos uniram-se formando as “ Trade Unions” Em 1864 foi fundada a associação internacional dos trabalhadores pelos sindicatos ingleses e franceses sobre a orientação de Karl Marx
  • 32. Continuação Funções das associações: - chamar a atenção dos governos e da população para as difíceis condições em que viviam os operários; - lutar para conseguir que os patrões melhorassem as condições de trabalho; - lutar para que o governo apoiasse mais a população dando melhores condições de vida.
  • 33. Países de difícil industrialização O caso português Em Portugal a industrialização arrancou mais tarde. Enquanto ao longo do sec.XIX países como a Inglaterra, Estados Unidos, Alemanha e o Japão tiveram um grande desenvolvimento na agricultura, industria e nos transportes em Portugal, as inovações chegaram mais tarde.
  • 34. O atraso na agricultura Factores: instabilidade politica distribuição desigual da população activa do país atraso das técnicas agrícolas e dos sistemas de irrigação analfabetismo das populações rurais debilidade do mercado interno
  • 35. Tentativas de modernização Foi no período conhecido por Regeneração ou Fontismo que Portugal arrancou para a sua modernização. A acção mais notável deste período foi a revolução dos transportes.
  • 36. Continuação Principais medidas criadas por Fontes Pereira de Melo: inicio da construção da rede de caminhos de ferro; abertura de novas estradas e a construção de pontes. instalação da primeira linha de telegrafo instalação dos primeiros telefones alargamento dos serviços postais arranco das primeiras carreira regulares de barcos a vapor.
  • 37. A Tímida Industrialização A revolução industrial só se iniciou em Portugal na segunda metade do sec. XIX apresentando assim um razoável atraso face a muitos países europeus. Todavia, neste século Portugal apresentou uma evolução face ao passado.
  • 38. Continuação Causas do fraco desenvolvimento industrial: a instabilidade politica; o atraso das técnicas agrícolas e dos sistemas de irrigação; o analfabetismo das populações rurais; a debilidade do mercado interno; a forte imigração para o Brasil; concorrência difícil face a industria dos outros países da Europa.
  • 39. Continuação Só a partir de meados do séc. XIX se assistiu ao desenvolvimento da industria portuguesa devido: ao aumento do número de máquinas; crescimento do número de patentes de invenções; aumento da produtividade;
  • 40. Continuação Principais sectores industriais: têxtil tabaco moagem cerâmica vidro industrias corticeiras industria química fósforos etc.
  • 41. Dependência face ao estrangeiro Causas: a produção artesanal continuava a prevalecer sobre a produção manufactureira e fabril; a população continuava ligada a uma agricultura pouco produtiva; A dependência económica de Portugal, sobretudo em relação a Inglaterra, aumentou com a revolução dos transportes e com a industrialização pois tínhamos de importar os materiais a empregar nestes sectores.
  • 42. Trabalho elaborado por: Guilherme Mouta Ramos n.º 11, 8º B
  • 43. FIM