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Reduzindo custos: concepções
e inovações
Reducing costs: concepts and innovations
António José Lopes de Almeida (Lisboa - Portugal)
|Enfermeiro; Mestre em Enfermagem|
Enfermeiro – Unidade de Cuidados Intensivos de Neurocríticos ,Hospital de São José , CHLC, Lisboa
Professor Assistente – Escola Superior de Enfermagem de Lisboa (ESEL)
Vice-Presidente - Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos (SPCI)
9 de Novembro de 2016
Custos
Objetos de
Custo - Produtos
Consumo de
Recursos
Custos
Custo de Qualidade
São os custos ligados ao controle de qualidade na produção,
logística de um produto ou serviço. Os custos da qualidade
podem ser divididos em quatro grupos:
1. custos de prevenção,
2. custos de inspeção,
3. custos de falhas internas,
4. custos de falhas externas.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Custo
Centro Hospitalar
de Lisboa Central,
EPE
Reduzindo custos
Colaborando na solução do dilema da área da
saúde:
manter qualidade
e
conter ou reduzir custos.
CONCEITOS BÁSICOS
Sistemas
Organização
Gestão
Sistema de
gestão
Qualidade
Estratégias
Gestão em terapia intensiva: conceitos e inovações*
Management in intensive care: concepts and innovations
GESTÃO DE CUSTOS
Os custos em
terapia
intensiva
continuam
aumentando
(desde 1970
que se iniciou a
sua
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A pergunta
“quanto custa
uma vida” pode
soar como
superficial, mas
faz parte real
da vida de uma
UTI
Implementação
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resulta numa
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Pratica baseada
em evidencia
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Protocolos de
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UTI,
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GESTÃO ESTRATÉGICA
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paciente
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talentos”
Melhoria
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GESTÃO DA QUALIDADE
equidade
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da assistência
otimização
eficiência
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eficácia
Gestão da Unidade de Terapia
Intensiva
A prestação de cuidados é sujeita a uma
serie de fatores que podem contribuir
para o insucesso:
• Falta de comunicação
• Dificuldade no manuseio de dados
• Dialogo pobre entre diferentes sectores
• Ausência de planeamento estratégico
Os antibióticos representam um item de alto consumo e
hospitais, em particular em unidade de pacientes mais
graves, como as UTIs. A inadequação, o uso abusivo de ATB
e a falta de critérios na escolha do tratamento empírico,
configuram-se com factores determinantes para o
surgimento de diversos microorganismos resistentes em
UTI .
(Couto RC e col. Epidemiologia, controle e tratamento, Editora Médica e
Científica 2003)
12 Quebrar cadeia contagio
11 Isolar o agente patogénico
10 Interromper quando curado
9 Saber dizer “não” à vanco
8 Tratar infecção, não colonização
7 Tratar infeccção, não contaminação
6 Usar dados locais
5 Utilizar medidas controlo de antibioticos
4 Consultar especialistas
3 Identificar o agente patogenico
2 Retirar os cateteres desnecessarios
1 Vacinar
Prevenir transmissão
Usar antimicrobianos
de forma sensata
Diagnosticar e tratar
efectivamente
Prevenir infecções
Centers of Disease Control, 2002
12 Passos para prevenir a resistência aos
antibióticos: Hospitalização de adultos
Campanha para prevenir a resistência aos antibióticos nos cuidados de saúde
Destaca-se a formação profissional como
uma cultura prevencionista e o papel do
Enfermeiro no desenvolvimento das acções
de prevenção e controlo de infecção e a
educação continua com estratégias de
implementação de medidas mais eficazes na
busca da qualidade do cuidado.
Cultura prevencionista
Educação contínua
Boas Praticas de Enfermagem
passam:
• infecção urinária associada á algaliação
• infecção relacionada com a cateterização
intravascular
• Pneumonia associada ventilação mecânica
• infecção do local cirúrgico
• Lavagem / desinfecção das mãos
• Higiene ao doente acamado
Flora da Pele do
doente
Fluidos
contaminados
Colonização
Do cateter
Mãos dos
profissionais
Contaminação
Durante inserção
Disseminação por
Via hemorrágica
Portas de entrada das infecções
Uniformizar medidas que
permitam a prevenção de
propagação de infecções
dentro do hospital
BACTERIAS DEL APARATO A
LAS MANOS
EL MOVIL DE LOS MEDICOS,
FUENTE DE INFECCIONES
(…)La superficie de los telefonos
sirve de reservorio para
numerosas bacterias
hospitalarias(…)
(…)Los sanitarios deberan limpiar
los aparatos para no infectar a los
pacientes(…)
Fonte: Elmundo.es
Maria Valério
Notícias » Saúde
6 / 03 / 2009 2:40(CET)
BACTERIAS DEL APARATO A LAS
MANOS
As mãos que levam a
cura não podem
transmitir a morte
mas permite
salvar vidas,
melhorar a qualidade e a
segurança dos cuidados e
reduzir os custos finais da
prestação de cuidados de saúde
A prevenção e controlo
das IACS acarreta
custos para as
instituições
Três níveis de cuidados:
Nível I, II e III
Depende do suporte farmacológico
E suporte tecnológico
O ratio do enfermeiro/paciente pode ser adaptado
tendo em conta as competências do profissional
Vários níveis de cuidados podem ser
integrado numa UTI.
O calculo da capacidade da UTI deve
ser baseada na capacidade de
trabalho e não no numero de cama.
Não existem soluções “mágicas ou milagrosas” para gerenciar um setor complexo e
caro. Pelo contrário, um conjunto de medidas simples e efetivas pode ser a resposta
para o futuro da Terapia Intensiva.
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Liderançaautêntica
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saudável autentico, viver e envolver outras pessoas na sua realização
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  • 1. Reduzindo custos: concepções e inovações Reducing costs: concepts and innovations António José Lopes de Almeida (Lisboa - Portugal) |Enfermeiro; Mestre em Enfermagem| Enfermeiro – Unidade de Cuidados Intensivos de Neurocríticos ,Hospital de São José , CHLC, Lisboa Professor Assistente – Escola Superior de Enfermagem de Lisboa (ESEL) Vice-Presidente - Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos (SPCI) 9 de Novembro de 2016
  • 2.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6. Custos Objetos de Custo - Produtos Consumo de Recursos Custos
  • 7. Custo de Qualidade São os custos ligados ao controle de qualidade na produção, logística de um produto ou serviço. Os custos da qualidade podem ser divididos em quatro grupos: 1. custos de prevenção, 2. custos de inspeção, 3. custos de falhas internas, 4. custos de falhas externas. https://pt.wikipedia.org/wiki/Custo
  • 8.
  • 10.
  • 11. Reduzindo custos Colaborando na solução do dilema da área da saúde: manter qualidade e conter ou reduzir custos.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 16. Gestão em terapia intensiva: conceitos e inovações* Management in intensive care: concepts and innovations
  • 17. GESTÃO DE CUSTOS Os custos em terapia intensiva continuam aumentando (desde 1970 que se iniciou a sua contabilização) A pergunta “quanto custa uma vida” pode soar como superficial, mas faz parte real da vida de uma UTI Implementação de protocolos resulta numa redução de custos/ganhos para o paciente Pratica baseada em evidencia resulta num ganho Protocolos de prevenção de infeções relacionados a cateteres e PAVM, uso de sedação e analgesia em UTI, A utilização inadequada de antibióticos e suporte nutricional
  • 19. GESTÃO DA QUALIDADE equidade legitimidade aceitabilidade da assistência otimização eficiência efetividade eficácia
  • 20. Gestão da Unidade de Terapia Intensiva A prestação de cuidados é sujeita a uma serie de fatores que podem contribuir para o insucesso: • Falta de comunicação • Dificuldade no manuseio de dados • Dialogo pobre entre diferentes sectores • Ausência de planeamento estratégico
  • 21. Os antibióticos representam um item de alto consumo e hospitais, em particular em unidade de pacientes mais graves, como as UTIs. A inadequação, o uso abusivo de ATB e a falta de critérios na escolha do tratamento empírico, configuram-se com factores determinantes para o surgimento de diversos microorganismos resistentes em UTI . (Couto RC e col. Epidemiologia, controle e tratamento, Editora Médica e Científica 2003)
  • 22. 12 Quebrar cadeia contagio 11 Isolar o agente patogénico 10 Interromper quando curado 9 Saber dizer “não” à vanco 8 Tratar infecção, não colonização 7 Tratar infeccção, não contaminação 6 Usar dados locais 5 Utilizar medidas controlo de antibioticos 4 Consultar especialistas 3 Identificar o agente patogenico 2 Retirar os cateteres desnecessarios 1 Vacinar Prevenir transmissão Usar antimicrobianos de forma sensata Diagnosticar e tratar efectivamente Prevenir infecções Centers of Disease Control, 2002 12 Passos para prevenir a resistência aos antibióticos: Hospitalização de adultos Campanha para prevenir a resistência aos antibióticos nos cuidados de saúde
  • 23. Destaca-se a formação profissional como uma cultura prevencionista e o papel do Enfermeiro no desenvolvimento das acções de prevenção e controlo de infecção e a educação continua com estratégias de implementação de medidas mais eficazes na busca da qualidade do cuidado. Cultura prevencionista Educação contínua
  • 24. Boas Praticas de Enfermagem passam: • infecção urinária associada á algaliação • infecção relacionada com a cateterização intravascular • Pneumonia associada ventilação mecânica • infecção do local cirúrgico • Lavagem / desinfecção das mãos • Higiene ao doente acamado
  • 25.
  • 26.
  • 27. Flora da Pele do doente Fluidos contaminados Colonização Do cateter Mãos dos profissionais Contaminação Durante inserção Disseminação por Via hemorrágica Portas de entrada das infecções
  • 28.
  • 29.
  • 30. Uniformizar medidas que permitam a prevenção de propagação de infecções dentro do hospital
  • 31.
  • 32.
  • 33. BACTERIAS DEL APARATO A LAS MANOS EL MOVIL DE LOS MEDICOS, FUENTE DE INFECCIONES (…)La superficie de los telefonos sirve de reservorio para numerosas bacterias hospitalarias(…) (…)Los sanitarios deberan limpiar los aparatos para no infectar a los pacientes(…) Fonte: Elmundo.es Maria Valério Notícias » Saúde 6 / 03 / 2009 2:40(CET) BACTERIAS DEL APARATO A LAS MANOS
  • 34.
  • 35. As mãos que levam a cura não podem transmitir a morte
  • 36. mas permite salvar vidas, melhorar a qualidade e a segurança dos cuidados e reduzir os custos finais da prestação de cuidados de saúde A prevenção e controlo das IACS acarreta custos para as instituições
  • 37. Três níveis de cuidados: Nível I, II e III Depende do suporte farmacológico E suporte tecnológico
  • 38. O ratio do enfermeiro/paciente pode ser adaptado tendo em conta as competências do profissional
  • 39. Vários níveis de cuidados podem ser integrado numa UTI. O calculo da capacidade da UTI deve ser baseada na capacidade de trabalho e não no numero de cama.
  • 40. Não existem soluções “mágicas ou milagrosas” para gerenciar um setor complexo e caro. Pelo contrário, um conjunto de medidas simples e efetivas pode ser a resposta para o futuro da Terapia Intensiva. Inovação
  • 41. Diferentes dimensões releva uma atitude de proactividade em relação ao futuro e à formulação de novos desafios
  • 47.
  • 48. 6 passos para a redução dos custos
  • 49. Desenvolvimento e implementação de protocolos assistenciais Altera a conduta dos profissionais levando à diminuição de exames e ao aumento da prescrição de medicamentos/tratamentos mais custo-efectivo.
  • 50. Maior segurança na tomada de decisão Utilização da tecnologia da informação
  • 51. Simplificação e padronização de processos administrativos Inúmeras fonte pagadoras conduz a um aumento burocrático e a tempo despendido pelos profissionais
  • 52. Estímulo à concorrência e à transparência de preços e resultados Honorários dos profissionais e clausulas de contrato
  • 53. Integração dos diversos níveis de assistência, principalmente no que se refere ao compartilhamento de informações assistenciais O número de dia de internamento está relacionado com o número de visitas médicas
  • 54. Atuação punitiva da justiça contra as práticas abusivas e fraudulentas no sistema de saúde A prestação intencional de serviços desnecessários ou inadequados Facturamento de serviços que não são prestados, muitas vezes com a participação dos pacientes na fraude ou utilizando nomes de pacientes falecidos Deturpação do custo dos cuidados de saúde pelas seguradoras e planos de saúde Comissão/Propina para encaminhamentos para serviços desnecessários; Rotulagem falsa de uma droga por uma empresa farmacêutica; Abuso do sistema de saúde por pacientes para receber serviços que possam ser prejudiciais à sua saúde.
  • 56. What makes a work environment healthy? O que torna um ambiente de trabalho saudável?
  • 57. Skilled Communication Habilidades nacomunicação Seja o mais proficiente em habilidades de comunicação como você está em habilidades clínicas
  • 58. True Collaboration Verdadeiracolaboração Seja implacável na busca e na promoção da verdadeira colaboração
  • 59. Effective Decision Making Tomada dedecisão eficaz Ser parceiro empenhado em fazer política, dirigir e avaliar os cuidados clínicos, e conduzindo operações organizacionais
  • 60. Appropriate Staffing Pessoaladequado Assegurar a correspondência efetiva entre as necessidades do paciente e competências de enfermagem
  • 61. Meaningful Recognition Reconhecimentosignificativo Seja reconhecido e reconhecer os outros para o valor que cada um traz para o trabalho da organização
  • 62. Authentic Leadership Liderançaautêntica Abraçar totalmente o imperativo de um ambiente de trabalho saudável autentico, viver e envolver outras pessoas na sua realização
  • 63. Interdependec e of healthy work, environmente clinical excellence, and optimal patient outcomes Interdependênciadotrabalhosaudável, excelênciaclínicadoambientecom resultadosótimosdopaciente
  • 64.
  • 65.
  • 66.
  • 67.