O documento aborda a sépsis como uma condição crítica com alta mortalidade e custos elevados para os sistemas de saúde, destacando sua subvalorização e a necessidade de reconhecimento e tratamento precoce. A campanha de sobrevivência à sépsis estabelece diretrizes para melhorar a eficácia do atendimento, enfatizando a importância da administração rápida de antibióticos e ressuscitação adequada. Enfatiza ainda que a atuação dos enfermeiros é fundamental para a redução da mortalidade associada à sépsis.