ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM
AULA 10: GERENCIAMENTO DA QUALIDADE EM SAÚDE
Profa
. Andréia Neves
Aula 10: Gerenciamento da qualidade em saúde
ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
• Conhecer os conceitos de qualidade em serviços
• Conhecer o conceito de auditoria administrativa e sua
aplicação na assistência de enfermagem
• Conhecer o conceito de acreditação hospitalar e sua
evolução histórica
 
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HISTÓRIA DO CONCEITO DE QUALIDADE EM
SERVIÇOS
• Podemos dizer que a história da qualidade começou com
a Revolução Industrial e a disseminação da produção em série,
• a qualidade como conhecemos hoje surgiu devido
a segunda guerra mundial,
• Nessa época já existia preocupação com a qualidade dos
produtos,
• Para isso, foram criados os inspetores de qualidade,
responsáveis por inspecionar produto por produto.
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• Com uma dívida para pagar devido à derrota, os
japoneses começam a investir em suas industrias.
• O que fez com que os japoneses logo se sobressaíssem
foi o fato de que a maioria de sua população tinha
instrução, possuía pelo menos o nível médio, ao contrário
dos americanos, e eram disciplinados, o que facilitou, e
muito, o desenvolvimento de suas indústrias.
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• os japoneses desenvolveram um método de controle de
qualidade que ao invés de encontrar e eliminar as peças
defeituosas buscava evitar que os defeitos ocorressem
• O próximo grande passo da história da qualidade pode
ser chamado de “normalização”.
•A partir de 1987, com a criação da ISO9000, o que houve
foi mas uma popularização impressionante em meio às
indústrias das certificações dos “sistemas de garantia da
qualidade” segundo padrões adotados internacionalmente.
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• Quando se fala em qualidade em saúde, não se pode deixa
de falar de Florence Nightingale (1820-1910) que implantou o
primeiro modelo de melhoria continua da qualidade em
saúde, em 1854 durante a Guerra da Crimeia, baseando-se
também em dados estatísticos.
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A qualidade na saúde é composta por três domínios:
• a função biológica (que é medida por uma série de exames),
• o domínio físico (que observa a parte funcional) e,
• o bem-estar (que analisa a parte mental).
• Na área de saúde, a repetição da técnica não garante o
resultado.
• A opção pelo uso da técnica está respaldada por critérios
de probabilidade.
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Qualidade da assistência à saúde deve maximizar medidas
abrangentes para o bem-estar do cliente, em todas as suas
partes, levando em consideração o equilíbrio entre ganhos e
perdas, inerentes ao processo de atenção médico hospitalar.
Conceito
Refere-se às atividades que avaliam, monitoram ou
regulamentam os serviços prestados aos consumidores. Na
enfermagem, o objetivo do cuidado com qualidade é
assegurar qualidade e, o mesmo tempo, atender as metas
planejadas.
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METODOLOGIA DOS 5 S
 A prática do 5S representa hoje uma ferramenta de sucesso
para a melhoria do padrão de qualidade dentro das
organizações. Bem planejado e implementado, traz
excelentes resultados, mas não substitui um programa de
Qualidade Total.
 O 5S possibilita o estabelecimento de ambiente favorável à
instalação da Qualidade Total.
 O 5S foi desenvolvido no Japão, e a prática, junto com o
conceito de Qualidade Total, tornou-se uma eficiente
ferramenta para a melhoria contínua da qualidade e
produtividade
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O processo do 5S , isto é, a prática de “bons hábitos”,
parte do princípio de que as pessoas mudam o
comportamento influenciadas por projetos bem-sucedidos de
comportamento grupal e pelas condições ambientais que o
cercam .
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Elementos dos 5S :
SEIRI: Seleção, utilização, descarte.
Tem como objetivo eliminar o que não tem utilidade.
Liberar espaço para realizar a arrumação e a organização.
 
SEITON : Arrumação, organização .
Depois de jogar fora o que não serve pra nada, é hora de
jogar coisas importantes no lugar apropriado. Uma boa
arrumação permite diminuir o desperdício de tempo e
materiais, além de reduzir custos desnecessários (com
manutenção, espaço, limpeza, etc.). Lembre-se do princípio
da ordem da teoria clássica da administração: “Um lugar pra
cada coisa, cada coisa em seu lugar”.
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SEISO : limpeza .
É mais fácil manter a limpeza daquilo que está organizado e
tem utilidade certa.
 
SEIKETSU : padronização .
Utilizando muitas vezes a descrição de processos que
objetivam padronizar a organização, arrumação e rotina de
limpeza, o verdadeiro foco é a transformação cultural das
pessoas.
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SHITSUKE : autodisciplina, ordem mantida.
Significa atitude positiva, colaboração, responsabilidade e
respeito ao próximo. As pessoas adquirem a compreensão dos
valores necessários para a convivência com o grupo de
trabalho e com o público em geral.
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METODOLOGIA DOS 5 S
É uma metodologia que permite constante evolução.
Benefícios conquistados com a implementação do 5S:
eliminação de desperdícios, otimização de tempo,
redução de riscos no trabalho, administração
participativa, espírito de equipe, enriquecimento de
conhecimentos, comportamentos e hábitos positivos,
padronização de processos, incremento de eficiência,
melhoria da Qualidade.
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O BENCHMARKING
• O Benchmarking é um método que tem como objetivo a
comparação entre referências (benchmarks) de processos,
práticas ou medidas de desempenho
• Baseia-se no enfoque de que a maneira eficaz para
promover uma mudança é aprendendo com a experiência
dos outros.
•O benchmarking deve estar focalizado naqueles poucos
processos vitais que exercerão maior influência na obtenção
dos objetivos da empresa.
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São 4 os tipos de benchmarking:
1.Interno: é a comparação entre operações semelhantes
dentro da própria organização.
2. Competitivo: é a comparação com o melhor dos
concorrentes diretos e leva a resultados mais óbvios.
3. Funcional: é a comparação das mesmas funções em
setores distintos entre empresas com processos
semelhantes.
4. Genérico: é a comparação de processos de trabalho com
outros que tenha processos exemplares de trabalhos
inovadores.
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INDICADORES DE SAÚDE
A construção de um indicador é um processo cuja
complexidade pode variar desde a simples contagem
direta de casos de um determinado problema, até o
cálculo de proporções, razões, taxas ou índices mais
sofisticados.
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O grau de excelência de um indicador deve ser definido
por:
Sua validade (capacidade de medir o que se pretende)
 
Sua confiabilidade (reproduzir os mesmos resultados quando
aplicado em condições similares).
Outros atributos de um indicador são:
oMensurabilidade (basear-se em dados disponíveis ou fáceis
de conseguir),
oRelevância (responder a prioridades de saúde)
oCusto-efetividade (os resultados justificam o investimento
de tempo e recursos).
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Tipos de indicadores:
-Indicadores de processo
informam se aquilo que foi planejado está acontecendo, ou
seja, verifica o andamento dos meios.
Ex: O índice de evoluções realizadas pelos enfermeiros.
 
-Indicadores de resultados
informam se as metas e objetivos planejados foram
alcançados, ou seja, verifica os fins.
Ex: O índice de infecções hospitalares
 
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Auditoria
 
É a avaliação sistemática e formal de uma atividade, por
alguém não envolvido diretamente na sua execução, para
determinar se essa atividade está sendo levada a efeito de
acordo com seus objetivos
Auditoria em enfermagem:
é a avaliação sistemática da qualidade da assistência de
enfermagem, verificada através das anotações de
enfermagem no prontuário do paciente e/ou das próprias
condições deste.
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BREVE HISTÓRICO DA AUDITORIA EM
ENFERMAGEM NO BRASIL
 
1950 - Primeiros trabalhos de auditoria em enfermagem;
1970 - os trabalhos sobre o assunto abordavam a definição e
classificação de auditoria em saúde com similaridade a área
contábil, mas o enfoque primordial era na assistência
prestada ao paciente;
1983 - no Hospital Universitário - USP foi implantada a
auditoria de processo, constituindo-se numa atividade
pioneira em hospital público;
Atualidade, na área pública predomina-se auditoria de
cuidados e nas instituições privadas auditoria de contas.
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FINALIDADES:
 
 Identificar áreas (unidades) deficientes no serviço de
enfermagem (dimensionamento do pessoal, procedimentos,
registros, relacionamento, etc...);
 Fornecer dados para melhoria dos programas de
enfermagem;
 Obter dados para programação da educação continuada.
“A análise constitui a essência da ação auditorial.
Verificar sem interpretar, criticar e orientar é tarefa
ineficaz e não interessa aos métodos científicos”.
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TIPOS DE AUDITORIA
 
 Retrospectiva: após a alta do paciente .
É utilizado o prontuário do paciente.
(até 50 altas/mês(100%), mais de 50 altas/mês (10%)
+ 100% dos óbitos em qualquer situação).
 Operacional ou concorrente: Durante a internação.
Utiliza-se: exame do paciente, entrevista com paciente,
equipe e acompanhantes, pesquisa junto à equipe
médica.
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CLASSIFICAÇÃO DA AUDITORIA
• Quanto à forma de intervenção: interna ou externa.
• Quanto ao tempo: contínua ou periódica.
• Quanto à natureza: Normal ou específica.
• Quanto ao limite: Total ou parcial
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MODALIDADES DE AUDITORIA:
 
 Auditoria de cuidados: Sistematização da Assistência de
Enfermagem (Resolução nº 272/2002), etapas – entrevista,
histórico, exame físico, diagnóstico, prescrição e evolução; e
Controle da qualidade.
 Auditoria de contas : Elaboração, definição e apresentação
de contas; Processo de avaliação dos enfermeiros auditores
do hospital e operadora/seguradora; Ferramentas para
avaliação das contas; e Negociação dos profissionais que
atuam na área.
 Auditoria de gestão - Trabalha-se com avaliação;
supervisão, planejamento, execução, controle e gestão; e
Contribuição com a administração da instituição de atuação.
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COMPETÊNCIA DO ENFERMEIRO AUDITOR:
 
• Direito de acessar, in loco toda a documentação necessária,
sendo-lhe vedada a retirada dos prontuários ou cópias da
instituição, podendo, se necessário, examinar o paciente,
desde que devidamente autorizado pelo mesmo, quando
possível, ou por seu representante legal;
• Havendo identificação de indícios de irregularidades no
atendimento do cliente, cuja comprovação necessite de
análise do prontuário do paciente, é permitida a retirada de
cópias exclusivamente para fins de instrução de auditoria;
 
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ACREDITAÇÃO HOPITALAR
 
Caracteriza-se por ser um sistema de avaliação externa, de
caráter voluntário, periódico e reservado. Envolve aspectos
relacionados ao desenvolvimento da qualidade tais como, o
acesso e a garantia da continuidade do atendimento;
os processos diagnósticos, terapêuticos e de
reabilitação/recuperação; a segurança dos procedimentos e
atos médicos; o desempenho dos recursos humanos e, ainda,
as adequadas condições das instalações e equipamentos.
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ACREDITAÇÃO HOPITALAR
É uma das estratégias mais importantes no campo da
garantia da qualidade, permitindo uma abordagem
inovadora e integradora para tratar a questão da saúde a
partir de sua lógica e especificidade, e que vem sendo
utilizada em vários países.
 
O sistema de acreditação foi utilizado originalmente para
proteção da profissão médica e dos pacientes contra os
efeitos nocivos de ambientes e organizações inadequadas à
prática.
A história da acreditação aponta um deslocamento da
ênfase sobre o ambiente para a ênfase da prática clínica.
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PROCESSO DE ACREDITAÇÃO
 
A acreditação visa, a melhoria da qualidade do atendimento
prestado.
Em nosso país esta é uma demanda crescente da rede de
hospitais públicos e privados.
A gestão dos serviços de saúde, o aumento crescente dos
custos dos cuidados médicos, a necessidade de atender aos
direitos do consumidor dos serviços de saúde, as
expectativas crescentes quanto às "boas práticas"
hospitalares e a ética profissional, a preocupação com a
garantia da segurança no atendimento e nos procedimentos
médico-hospitalares, são aspectos que exigem métodos
inovadores para seu adequado enfrentamento.
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A ACREDITAÇÃO POSSIBILITA:
• Ampliar a segurança dos usuários na escolha e utilização
dos serviços;
• Introduzir a qualidade como um processo permanente de
aprimoramento institucional; •Buscar maior eficiência e
efetividade do atendimento;
• Racionalizar a utilização de recursos humanos, financeiros
e tecnológicos;
•Desenvolver e aprimorar continuamente os recursos
humanos;
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A ACREDITAÇÃO POSSIBILITA:
•Colocar a disposição de profissionais e hospitais, referenciais
de excelência dos cuidados prestados em torno dos quais
possam reorganizar suas práticas, diminuir riscos para os
pacientes e profissionais e melhorar o desempenho
institucional;
• Obter avaliação objetiva do desempenho da organização,
utilizando uma abordagem em que a avaliação está centrada
no processo do cuidado ao paciente;
• Demonstrar padrões de excelência para clientes e
financiadores ampliando o diferencial de qualidade em um
mercado cada vez mais competitivo.
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Nesta Aula, você:
• Entendeu os conceitos de qualidade em serviços
• Conheceu o processo histórico do controle de qualidade
nas organizações
• Conheceu os conceitos de auditoria e acreditação
hospitalar.
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ESPERO POR VOCÊ !!

Gerência em Enfermagem

  • 1.
    ADMINISTRAÇÃO E GERENCIAEM ENFERMAGEM AULA 10: GERENCIAMENTO DA QUALIDADE EM SAÚDE Profa . Andréia Neves
  • 2.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM CONTEÚDO PROGRAMÁTICO • Conhecer os conceitos de qualidade em serviços • Conhecer o conceito de auditoria administrativa e sua aplicação na assistência de enfermagem • Conhecer o conceito de acreditação hospitalar e sua evolução histórica  
  • 3.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM HISTÓRIA DO CONCEITO DE QUALIDADE EM SERVIÇOS • Podemos dizer que a história da qualidade começou com a Revolução Industrial e a disseminação da produção em série, • a qualidade como conhecemos hoje surgiu devido a segunda guerra mundial, • Nessa época já existia preocupação com a qualidade dos produtos, • Para isso, foram criados os inspetores de qualidade, responsáveis por inspecionar produto por produto.
  • 4.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM • Com uma dívida para pagar devido à derrota, os japoneses começam a investir em suas industrias. • O que fez com que os japoneses logo se sobressaíssem foi o fato de que a maioria de sua população tinha instrução, possuía pelo menos o nível médio, ao contrário dos americanos, e eram disciplinados, o que facilitou, e muito, o desenvolvimento de suas indústrias.
  • 5.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM • os japoneses desenvolveram um método de controle de qualidade que ao invés de encontrar e eliminar as peças defeituosas buscava evitar que os defeitos ocorressem • O próximo grande passo da história da qualidade pode ser chamado de “normalização”. •A partir de 1987, com a criação da ISO9000, o que houve foi mas uma popularização impressionante em meio às indústrias das certificações dos “sistemas de garantia da qualidade” segundo padrões adotados internacionalmente.
  • 6.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM • Quando se fala em qualidade em saúde, não se pode deixa de falar de Florence Nightingale (1820-1910) que implantou o primeiro modelo de melhoria continua da qualidade em saúde, em 1854 durante a Guerra da Crimeia, baseando-se também em dados estatísticos.
  • 7.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM A qualidade na saúde é composta por três domínios: • a função biológica (que é medida por uma série de exames), • o domínio físico (que observa a parte funcional) e, • o bem-estar (que analisa a parte mental). • Na área de saúde, a repetição da técnica não garante o resultado. • A opção pelo uso da técnica está respaldada por critérios de probabilidade.
  • 8.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM Qualidade da assistência à saúde deve maximizar medidas abrangentes para o bem-estar do cliente, em todas as suas partes, levando em consideração o equilíbrio entre ganhos e perdas, inerentes ao processo de atenção médico hospitalar. Conceito Refere-se às atividades que avaliam, monitoram ou regulamentam os serviços prestados aos consumidores. Na enfermagem, o objetivo do cuidado com qualidade é assegurar qualidade e, o mesmo tempo, atender as metas planejadas.
  • 9.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM METODOLOGIA DOS 5 S  A prática do 5S representa hoje uma ferramenta de sucesso para a melhoria do padrão de qualidade dentro das organizações. Bem planejado e implementado, traz excelentes resultados, mas não substitui um programa de Qualidade Total.  O 5S possibilita o estabelecimento de ambiente favorável à instalação da Qualidade Total.  O 5S foi desenvolvido no Japão, e a prática, junto com o conceito de Qualidade Total, tornou-se uma eficiente ferramenta para a melhoria contínua da qualidade e produtividade
  • 10.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM O processo do 5S , isto é, a prática de “bons hábitos”, parte do princípio de que as pessoas mudam o comportamento influenciadas por projetos bem-sucedidos de comportamento grupal e pelas condições ambientais que o cercam .
  • 11.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM Elementos dos 5S : SEIRI: Seleção, utilização, descarte. Tem como objetivo eliminar o que não tem utilidade. Liberar espaço para realizar a arrumação e a organização.   SEITON : Arrumação, organização . Depois de jogar fora o que não serve pra nada, é hora de jogar coisas importantes no lugar apropriado. Uma boa arrumação permite diminuir o desperdício de tempo e materiais, além de reduzir custos desnecessários (com manutenção, espaço, limpeza, etc.). Lembre-se do princípio da ordem da teoria clássica da administração: “Um lugar pra cada coisa, cada coisa em seu lugar”.
  • 12.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM SEISO : limpeza . É mais fácil manter a limpeza daquilo que está organizado e tem utilidade certa.   SEIKETSU : padronização . Utilizando muitas vezes a descrição de processos que objetivam padronizar a organização, arrumação e rotina de limpeza, o verdadeiro foco é a transformação cultural das pessoas.
  • 13.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM SHITSUKE : autodisciplina, ordem mantida. Significa atitude positiva, colaboração, responsabilidade e respeito ao próximo. As pessoas adquirem a compreensão dos valores necessários para a convivência com o grupo de trabalho e com o público em geral.
  • 14.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM METODOLOGIA DOS 5 S É uma metodologia que permite constante evolução. Benefícios conquistados com a implementação do 5S: eliminação de desperdícios, otimização de tempo, redução de riscos no trabalho, administração participativa, espírito de equipe, enriquecimento de conhecimentos, comportamentos e hábitos positivos, padronização de processos, incremento de eficiência, melhoria da Qualidade.
  • 15.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM O BENCHMARKING • O Benchmarking é um método que tem como objetivo a comparação entre referências (benchmarks) de processos, práticas ou medidas de desempenho • Baseia-se no enfoque de que a maneira eficaz para promover uma mudança é aprendendo com a experiência dos outros. •O benchmarking deve estar focalizado naqueles poucos processos vitais que exercerão maior influência na obtenção dos objetivos da empresa.
  • 16.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM São 4 os tipos de benchmarking: 1.Interno: é a comparação entre operações semelhantes dentro da própria organização. 2. Competitivo: é a comparação com o melhor dos concorrentes diretos e leva a resultados mais óbvios. 3. Funcional: é a comparação das mesmas funções em setores distintos entre empresas com processos semelhantes. 4. Genérico: é a comparação de processos de trabalho com outros que tenha processos exemplares de trabalhos inovadores.
  • 17.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM INDICADORES DE SAÚDE A construção de um indicador é um processo cuja complexidade pode variar desde a simples contagem direta de casos de um determinado problema, até o cálculo de proporções, razões, taxas ou índices mais sofisticados.
  • 18.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM O grau de excelência de um indicador deve ser definido por: Sua validade (capacidade de medir o que se pretende)   Sua confiabilidade (reproduzir os mesmos resultados quando aplicado em condições similares). Outros atributos de um indicador são: oMensurabilidade (basear-se em dados disponíveis ou fáceis de conseguir), oRelevância (responder a prioridades de saúde) oCusto-efetividade (os resultados justificam o investimento de tempo e recursos).
  • 19.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM Tipos de indicadores: -Indicadores de processo informam se aquilo que foi planejado está acontecendo, ou seja, verifica o andamento dos meios. Ex: O índice de evoluções realizadas pelos enfermeiros.   -Indicadores de resultados informam se as metas e objetivos planejados foram alcançados, ou seja, verifica os fins. Ex: O índice de infecções hospitalares  
  • 20.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM Auditoria   É a avaliação sistemática e formal de uma atividade, por alguém não envolvido diretamente na sua execução, para determinar se essa atividade está sendo levada a efeito de acordo com seus objetivos Auditoria em enfermagem: é a avaliação sistemática da qualidade da assistência de enfermagem, verificada através das anotações de enfermagem no prontuário do paciente e/ou das próprias condições deste.
  • 21.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM BREVE HISTÓRICO DA AUDITORIA EM ENFERMAGEM NO BRASIL   1950 - Primeiros trabalhos de auditoria em enfermagem; 1970 - os trabalhos sobre o assunto abordavam a definição e classificação de auditoria em saúde com similaridade a área contábil, mas o enfoque primordial era na assistência prestada ao paciente; 1983 - no Hospital Universitário - USP foi implantada a auditoria de processo, constituindo-se numa atividade pioneira em hospital público; Atualidade, na área pública predomina-se auditoria de cuidados e nas instituições privadas auditoria de contas.
  • 22.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM FINALIDADES:    Identificar áreas (unidades) deficientes no serviço de enfermagem (dimensionamento do pessoal, procedimentos, registros, relacionamento, etc...);  Fornecer dados para melhoria dos programas de enfermagem;  Obter dados para programação da educação continuada. “A análise constitui a essência da ação auditorial. Verificar sem interpretar, criticar e orientar é tarefa ineficaz e não interessa aos métodos científicos”.
  • 23.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM TIPOS DE AUDITORIA    Retrospectiva: após a alta do paciente . É utilizado o prontuário do paciente. (até 50 altas/mês(100%), mais de 50 altas/mês (10%) + 100% dos óbitos em qualquer situação).  Operacional ou concorrente: Durante a internação. Utiliza-se: exame do paciente, entrevista com paciente, equipe e acompanhantes, pesquisa junto à equipe médica.
  • 24.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM CLASSIFICAÇÃO DA AUDITORIA • Quanto à forma de intervenção: interna ou externa. • Quanto ao tempo: contínua ou periódica. • Quanto à natureza: Normal ou específica. • Quanto ao limite: Total ou parcial
  • 25.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM MODALIDADES DE AUDITORIA:    Auditoria de cuidados: Sistematização da Assistência de Enfermagem (Resolução nº 272/2002), etapas – entrevista, histórico, exame físico, diagnóstico, prescrição e evolução; e Controle da qualidade.  Auditoria de contas : Elaboração, definição e apresentação de contas; Processo de avaliação dos enfermeiros auditores do hospital e operadora/seguradora; Ferramentas para avaliação das contas; e Negociação dos profissionais que atuam na área.  Auditoria de gestão - Trabalha-se com avaliação; supervisão, planejamento, execução, controle e gestão; e Contribuição com a administração da instituição de atuação.
  • 26.
    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM COMPETÊNCIA DO ENFERMEIRO AUDITOR:   • Direito de acessar, in loco toda a documentação necessária, sendo-lhe vedada a retirada dos prontuários ou cópias da instituição, podendo, se necessário, examinar o paciente, desde que devidamente autorizado pelo mesmo, quando possível, ou por seu representante legal; • Havendo identificação de indícios de irregularidades no atendimento do cliente, cuja comprovação necessite de análise do prontuário do paciente, é permitida a retirada de cópias exclusivamente para fins de instrução de auditoria;  
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    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM ACREDITAÇÃO HOPITALAR   Caracteriza-se por ser um sistema de avaliação externa, de caráter voluntário, periódico e reservado. Envolve aspectos relacionados ao desenvolvimento da qualidade tais como, o acesso e a garantia da continuidade do atendimento; os processos diagnósticos, terapêuticos e de reabilitação/recuperação; a segurança dos procedimentos e atos médicos; o desempenho dos recursos humanos e, ainda, as adequadas condições das instalações e equipamentos.
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    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM ACREDITAÇÃO HOPITALAR É uma das estratégias mais importantes no campo da garantia da qualidade, permitindo uma abordagem inovadora e integradora para tratar a questão da saúde a partir de sua lógica e especificidade, e que vem sendo utilizada em vários países.   O sistema de acreditação foi utilizado originalmente para proteção da profissão médica e dos pacientes contra os efeitos nocivos de ambientes e organizações inadequadas à prática. A história da acreditação aponta um deslocamento da ênfase sobre o ambiente para a ênfase da prática clínica.
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    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM PROCESSO DE ACREDITAÇÃO   A acreditação visa, a melhoria da qualidade do atendimento prestado. Em nosso país esta é uma demanda crescente da rede de hospitais públicos e privados. A gestão dos serviços de saúde, o aumento crescente dos custos dos cuidados médicos, a necessidade de atender aos direitos do consumidor dos serviços de saúde, as expectativas crescentes quanto às "boas práticas" hospitalares e a ética profissional, a preocupação com a garantia da segurança no atendimento e nos procedimentos médico-hospitalares, são aspectos que exigem métodos inovadores para seu adequado enfrentamento.
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    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM A ACREDITAÇÃO POSSIBILITA: • Ampliar a segurança dos usuários na escolha e utilização dos serviços; • Introduzir a qualidade como um processo permanente de aprimoramento institucional; •Buscar maior eficiência e efetividade do atendimento; • Racionalizar a utilização de recursos humanos, financeiros e tecnológicos; •Desenvolver e aprimorar continuamente os recursos humanos;
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    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM A ACREDITAÇÃO POSSIBILITA: •Colocar a disposição de profissionais e hospitais, referenciais de excelência dos cuidados prestados em torno dos quais possam reorganizar suas práticas, diminuir riscos para os pacientes e profissionais e melhorar o desempenho institucional; • Obter avaliação objetiva do desempenho da organização, utilizando uma abordagem em que a avaliação está centrada no processo do cuidado ao paciente; • Demonstrar padrões de excelência para clientes e financiadores ampliando o diferencial de qualidade em um mercado cada vez mais competitivo.
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    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM
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    AULA 10: GERENCIAMENTODA QUALIDADE EM SAÚDE ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM Nesta Aula, você: • Entendeu os conceitos de qualidade em serviços • Conheceu o processo histórico do controle de qualidade nas organizações • Conheceu os conceitos de auditoria e acreditação hospitalar.
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    Aula 10: Gerenciamentoda qualidade em saúde ADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEMADMINISTRAÇÃO E GERENCIA EM ENFERMAGEM ESPERO POR VOCÊ !!