SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 10
HOSPITAL DE PEDIATRIA PROFESSOR
HERIBERTO FERREIRA BEZERRA - HOSPED
AMBULATÓRIO DE PUERICULTURA




Devani Ferreira Pires
HOSPITAL DE PEDIATRIA PROFESSOR HERIBERTO FERREIRA BEZERRA

                          ROTEIRO PARA CONSULTA DE PUERICULTURA

Antecedentes Obstétricos e          Diagnósticos do período gestacional e neonatal, idade
perinatais                          gestacional, APGAR, tipo de reanimação na sala de
                                    parto, peso de nascimento, tempo de oxigenioterapia,
                                    medicamentos e a programação de alta hospitalar.

Triagem Neonatal                    Triagem para erros inatos do metabolismo, Emissões
                                    Otoacústicas (EOA), Teste do Reflexo Vermelho.

Antecedentes familiares             Registro de dados relevantes.

Caracterização da situação          Registro de nascimento, situação econômica, história
psicossocial da família             de violência, uso de álcool ou drogas ilícitas,
                                    negligência ou maus tratos – ver necessidade de
                                    intervenção.

Anamnese                            Queixa principal e história da doença atual.
                                    Interrogar sobre alimentação, funções eliminatórias
                                    e sono.
Antropometria                       Peso, comprimento e perímetro cefálico. Observar
                                    ganho esperado para cada faixa etária. Utilizar as
                                    curvas de crescimento (OMS). Classificar: percentil
                                    ou Escore Z.

Exame físico                        Exame físico geral e segmentar; fácies, alterações
                                    fenotípicas, presença de malformações ou
                                    deformidades, cor da pele (palidez, cianose, icterícia).

Aparelho locomotor                  Doença displásica do quadril, clavículas, coluna
                                    vertebral, sinais de tocotraumatismos, pé torto.

Aparelho respiratório e             Frequência respiratória, expansibilidade torácica,
cardiovascular                      percussão, ausculta pulmonar e cardíaca, pulsos.

Abdome                              Inspeção, palpação, percussão, examinar região
                                    umbilical.

Aparelho genitourinário             Inspeção, palpação. Identificar: fimose, hidrocele, epi
                                    / hispopádia, hérnia, criptorquidia, ambiguidade
                                    genital, coalescência de pequenos lábios,
                                    imperfuração himenal.




                                                                    Pires, DF. Roteiro de Puericultura
Fissura labial, palatina; morfologia, tônus e postura
Aparelho estomagnático             da língua; morfologia e posição da mandíbula.
                                   Reflexos - busca, sucção, deglutição.


Exploração sensorial               Visão: transparência, reflexo vermelho, Triagem
                                   para Retinopatia da Prematuridade (ROP) – se
                                   indicado.
                                   Audição: reflexo cocleopalpebral, exame de emissões
                                   otoacústicas - EOA, PEATE – se indicado.

Desenvolvimento Neuropsicomotor    Avaliar crescimento do perímetro craniano, palpar
                                   fontanela, investigar os reflexos, tônus, postura, força
                                   muscular, aquisições motoras, desenvolvimento
                                   social-adaptativo e linguagem.

Imunização                         Avaliar atualização em cada consulta. Identificar
                                   situações específicas: orientar e encaminhar.
                                   BCG, Hepatite B, Tetra, Rotavírus, VOP/VIP
                                   Tríplice Viral, Anti-Pneumocócica, Anti-
                                   Meningocócica, Anti-Influenza.

Aconselhamento sobre alimentação   Aleitamento Materno: aleitamento materno exclusivo
                                   nos 1os 06 meses de vida e complementado por dois
                                   anos ou mais. Nos 1os 06 meses recomendar regime de
                                   livre demanda e técnica correta de aleitamento
                                   materno.

                                   Fórmula infantil: detalhar a época de introdução,
                                   tipo de leite, quantidade, diluição, administração e
                                   aceitação.

                                   Orientar: higiene no preparo da mamadeira, volume,
                                   diluição correta, temperatura e intervalo.

                                   A introdução dos alimentos complementares a partir
                                   dos 06 meses de vida deve ser segura e adequada,
                                   qualitativa e quantitativamente.


Aconselhamento sobre higiene       Banho, troca das fraldas, prevenção de assaduras,
                                   lavagem de roupa, vestuário, postura antirrefluxo e
                                   posição para dormir – prevenção da Síndrome da
                                   Morte Súbita do Lactente. Cuidados ambientais.
                                   Orientar sobre efeito nocivo da exposição ao fumo.
Prevenção de acidentes:            Prevenção de queda, asfixia, queimadura, choque,
                                   intoxicação, afogamento, lesões por ferimentos
                                   perfurantes ou cortantes e transporte correto em
                                   automóvel.




                                                                 Pires, DF. Roteiro de Puericultura
EXAME ORTOPÉDICO DO RECÉM-NASCIDO:

       Movimentar passivamente os dedos e os punhos.
       Movimentos de flexoextensão do cotovelo e pronossupinação do antebraço.
       Palpar o pescoço e as clavículas em busca de saliências, regiões dolorosas ou deformidades.
       Pesquisar movimentos cervicais: rotações laterais, inclinações e flexoextensão.
       Inspecionar e palpar tórax e coluna.
       Realizar a manobra de Ortolani: recém-nascido sem roupa, em decúbito dorsal, coxas aduzidas e
       flexionadas a 90°. Os joelhos devem ficar flexionados, as mãos do examinador realizam
       movimentos de adução e abdução dos quadris. O sinal de Ortolani positivo corresponde ao
       estalido percebido durante o exame, decorrente do encaixe da cabeça do fêmur no fundo do
       acetábulo.
       Examinar os pés – formato e movimentos.


PRINCIPAIS OCORRÊNCIAS ORTOPÉDICAS NO RN
Condição           Características                     Conduta
Sindactilia /      Dedos extanumerários, fusão         Excluir síndromes.
polidactilia       parcial ou completa de um ou        Cirurgia após 01 ano de idade.
                   mais dedos.                         Polidactilias vestigiais: ressecção.
Sinostose          Bloqueio da pronossupinação.        Expectante.
radioulnar
Torcicolo          Inspeção: cabeça inclinada /        Fisioterapia precoce.
congênito          tumoração palpável no
                   esternocleidomastoideo
Escoliose          Deformação na coluna, assimetria    Observação. Avaliação
congênita          do tronco.                          neurológica. Cirurgia s/n.
Hipoplasia do      Assimetria na região do peitoral.   Expectante/Excluir síndromes.
músculo peitoral                                       Cirurgia na idade adulta.
Displasia do       Sinal de Ortolani positivo.         Tratamento precoce.
desenv. quadril.
Joelho recurvado   Encurvamento posterior do joelho    Tratamento precoce com
                   e limitação da flexão.              imobilização. Cirurgia s/n
Pé torto           Deformidades: equino, cavo, varo    Tratamento precoce –
congênito          e aduto.                            imoblização / cirurgias s/n
Pé metatarso varo Extremidade do pé desviada para      Tratamento precoce.
                   dentro, com rigidez.
Pé aduto postural Extremidade do pé desviada para      Observação / manipulação.
                   dentro, sem rigidez.
Pé calcaneovalgo Pé dorsoflexionado e calcanhar        Observação / manipulação.
(postural)         abaixado, flexível.
Fonte: Atenção à saúde do recém-nascido – MS, 2011.




                                                                      Pires, DF. Roteiro de Puericultura
GANHO PONDERAL MÉDIO NO PRIMEIRO ANO DE VIDA



Faixa etária        Ganho Ponderal                        Crescimento linear            Perímetro cefálico
1º Trimestre        25 a 30 g/dia - (+ 700g/mês)          3,5 cm/mês                    2,0 cm/mês
2º Trimestre        20 g/dia - (+ 600g/mês)               2,0 cm/mês                    1,0 cm/mês
3º Trimestre        15 g/dia - (+ 450g/mês)               1,5 cm/mês                    0,5 cm/mês
4º Trimestre        10 g/dia - (+ 300g/mês)               1,2 cm/mês                    0,5 cm/mês
Observação: em geral, a criança duplica o peso do nascimento, entre o 5º e o 6º mês de vida e o triplica aos doze
meses. No primeiro ano de vida, a criança cresce em média 25 cm, sendo 15 cm no 1º semestre e 10 cm no 2º
semestre. No 2º ano de vida a criança cresce em média 10 a 12 cm, com um ganho ponderal de 02 kg/ano.




CURVAS DE CRESCIMENTO DA CADERNETA DA CRIANÇA (MS, 2007):

Índice Peso/Idade: expressa a relação entre a massa corporal e a idade cronológica da criança. São
definidos quatro pontos de corte para o indicador de Peso por Idade (percentis 0,1, 3, 10 e 97), permitindo
a seguinte classificação do estado nutricional infantil:

ÍNDICE PESO POR IDADE (P/I)                                    CLASSIFICAÇÃO
Índice P/I menor que o percentil 0,1                           Peso Muito Baixo para a Idade
Índice P/I > ao percentil 0,1 e < que o percentil 3            Peso Baixo para a Idade
Índice P/I > ao p 3 e < que o percentil 10                     Risco Nutricional
Índice P/I > ao percentil 10 e < que o percentil 97            Peso Adequado para a Idade (eutrofia)
Índice P/I > ao percentil 97                                   Risco de Sobrepeso




Índice Peso/Altura (P/A): expressa a harmonia entre as dimensões de massa corporal e altura. São
definidos três pontos de corte para o indicador de peso por altura (percentis 3, 10 e 97), permitindo a
seguinte classificação:

ÍNDICE PESO POR ALTURA (P/A)                                CLASSIFICAÇÃO
Índice P/A menor que o percentil 3                          Criança de Baixo Peso para a Altura
Índice P/A > ao percentil 3 e < que p 10                    Risco de Baixo Peso para a Altura
Índice P/A > ao pc 10 e < que o p 97                        Criança com peso adequado para a Altura
Índice P/A > ao p 97                                        Risco de Sobrepeso para a Altura




                                                                                      Pires, DF. Roteiro de Puericultura
Índice Altura/Idade (A/I): O indicador de Altura por idade (A/I) expressa o crescimento linear de
crianças e corresponde ao dado que melhor representa o efeito cumulativo de situações adversas sobre o
crescimento da criança. São definidos três pontos de corte para o índice de Altura por Idade (percentis 3,
10 e 97), permitindo a seguinte classificação do crescimento infantil:

ÍNDICE ALTURA PARA A IDADE (A/I)                  CLASSIFICAÇÃO
Índice A/I < que o percentil 3                    Criança com Altura Baixa para a Idade
Índice A/I > ao percentil 3 e < que p 10          Risco para Altura Baixa para a Idade
Índice A/I > ao percentil 10 e < que o p 97       Altura Adequada para a Idade
Índice A/I > ao percentil 97                      Altura Elevada para a Idade



Nas crianças menores de 02 anos de idade, recomenda-se a utilização do P/I, seguida da
avaliação da relação E/I. Nos pré-escolares e escolares os agravos nutricionais serão melhor avaliados
pela relação E/I, seguida do P/E. São consideradas desnutridas todas as crianças cujas relações P/E, P/I,
E/I estiverem abaixo de –2 desvios padrão (DP) do percentil 50, considerando-se desnutridas graves as
classificadas abaixo de –3 desvios padrão (OMS).




                                                                         Pires, DF. Roteiro de Puericultura
Alimentação Complementar (Dep. de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria)

Faixa Etária            Tipo de Alimento
Até o 6º mês            Leite Materno Exclusivo
6º mês                  Leite Materno + Papa de frutas
6º ao 7º mês            LM + Papa de Frutas + 1ª Papa Salgada + Ovo + Suco de frutas
7º ao 8º mês            Acrescentar 2ª papa salgada (jantar)
9º ao 11º mês           Gradativamente passar para a comida da família, manter LM
12º mês                 Comida da família, manter Leite Materno



PREVENÇÃO DE ANEMIA E SUPLEMENTAÇÃO VITAMÍNICA

Recomendação de suplementação medicamentosa de ferro do Departamento Científico de Nutrologia
Pediátrica da SBP:

Situação                                        Recomendação
Lactentes nascidos a termo, de peso             Nenhuma
adequado para a idade gestacional, em
aleitamento materno exclusivo até 06 meses
de idade.

Situação                                        Recomendação
Lactentes nascidos a termo, de peso             Nenhuma
adequado para a idade gestacional, em uso
de fórmula infantil até 06 meses de idade e a
partir do sexto mês, se houver ingestão
mínima de 500 ml de fórmula por dia.

Lactentes nascidos a termo, com peso            01 mg de ferro elementar/kg de peso/dia até
adequado para a idade gestacional, a partir     02 anos de idade
da introdução de alimentos complementares,
se não houver ingestão mínima de 500 ml de
fórmula por dia.

Prematuros e recém-nascidos de baixo peso,      02 mg de ferro elementar/Kg de peso/dia
maiores que 1500 g à partir do 30º dia de       durante todo o primeiro ano de vida. Após
vida.                                           este período, 01 mg/kg/dia até 02 anos de
                                                idade.
Prematuros e recém-nascidos com peso ao         03 mg de ferro elementar/Kg de peso/dia,
nascimento entre 1000 a 1500g.                  até 06 meses ou a melhora dos índices
                                                hematológicos. Manter dose profilática até
                                                02 anos de idade.
Prematuros e recém-nascidos com peso ao         04 mg de ferro elementar/Kg de peso/dia.
nascimento inferior a 1000g.


                                                                        Pires, DF. Roteiro de Puericultura
Vitamina                       Dose

Vitamina D                     200 UI/dia até 18 meses

Viatamina A (a cada 06 m)      Crianças menores de 06 meses, amamentadas: 50.000 UI

Viatamina A (a cada 06 m)      Crianças entre 06 e 12 meses: 100.000 UI

Viatamina A (a cada 06 m)      Crianças entre 12 a 72 meses: 200.000 UI

Fonte: Departamento de Nutrologia Pediátriaca da Sociedade Brasileira de Pediatria




     CALENDÁRIO VACINAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA
                                 2011/2012
Vacina        Ao    1m 2m 3m 4m 5m 6m 7m 12m 15m 18m 4a 6 14
             nascer                                            anos a16
                                                                    anos
BCG ID
Hepatite B
DTP/DTPa
DT/DTPa
HIB
VOP/VIP
Pneumococo
  conjugada
Meningococo
 C conjugada
Rotavirus
Febre
                               A partir de 09 meses de idade
amarela
Hepatite A
SCR
Varicela
Influenza
HPV                      Meninas e meninos a partir de 09 anos




                                                                          Pires, DF. Roteiro de Puericultura
CALENDÁRIO VACINAL DO MINISTÉRIO DA SAÚDE 2012



      CALENDÁRIO VACINAL 2012 – MINISTÉRIO DA SAÚDE
     IDADE                     VACINA               DOSE
                  BCG - ID                      Dose Única
    Ao nascer
                  Hepatite B                    1º Dose
                  Pentavalente (DTP+ Hib+ HB)
                  Vacina Poliomielite Inativada
    02 meses                                    1º Dose
                  Vacina Oral Rotavírus Humano
                  Vacina Pneumocócica 10
                  Vacina Meningocócica C        1º Dose
    03 meses

                      Pentavalente (DTP+ Hib+ HB)
                      Vacina Poliomielite Inativada
     04 meses                                         2º Dose
                      Vacina Oral Rotavírus Humano
                      Vacina Pneumocócica 10
     05 meses         Vacina Meningocócica C          2º Dose
                      Pentavalente (DTP+ Hib+ HB)
     06 meses         Vacina Oral Poliomielite        3º Dose
                      Vacina Pneumocócica 10
     09 meses         Febre Amarela                   Dose inicial
                      Tríplice Viral                  1º Dose
     12 meses
                      Vacina Pneumocócica 10          Reforço
                      Tríplice Bacteriana (DTP)       1º Reforço
     15 meses         Vacina Oral Poliomielite
                                                      Reforço
                      Vacina Meningocócica C
                      Tríplice Bacteriana (DTP)       2º Reforço
     04 anos
                      Tríplice Viral                  2º Dose

      Idade                        Vacina                 Dose
     10 anos          Febre Amarela                   Uma dose a
                                                      cada 10 anos
*Menores de 05 anos   Vacina Oral de Poliomielite     Anual
  * De 06 meses a     Vacina de Influenza (gripe)     Anual
menores de 02 anos




                                                      Pires, DF. Roteiro de Puericultura
Marcos do Desenvolvimento Neuropsicomotor                    Idade em meses
Reflexos / Marcos de DNPM                          01   02     03   04   05   06   07   08   09
Reflexo de Moro
Preensão palmar reflexa
Fuga à asfixia
Marcha reflexa
Olha para pessoa que o observa
Fixa e acompanha objetos no campo visual
Segue com o olhar 180º
Arrulha e sorri
Preensão palmar voluntária
Rola
Ergue a cabeça apoiada nos antebraços
Senta
Segura e transfere objetos de uma mão para outra
Vira a cabeça em direção à voz
Reconhece quando se dirigem a ela
Arrasta-se ou engatinha
Fica de pé seguro
Marcos de DNPM                                     09   10     11   12   13   15   18   21   24
Senta a partir do decúbito dorsal
Imita pequenos gestos ou brincadeiras (tchau)
Fica de pé momentaneamente
Anda com apoio
Anda sozinha, raramente cai
Joga bola
Preensão em pinça
Anda segurando nos móveis
Primeiros passos (solto)
Anda para trás
Tira qualquer peça do vestuário
Combina de 2 a 3 palavras
Distancia-se da mãe sem perdê-la de vista
Leva o alimento à boca com suas mãos
Nomeia uma figura




                                                                              Pires, DF. Roteiro de Puericultura

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Assistencia de-enfermagem-em-puericultura
Assistencia de-enfermagem-em-puericulturaAssistencia de-enfermagem-em-puericultura
Assistencia de-enfermagem-em-puericulturaEDSON ALAN QUEIROZ
 
AMAMENTAÇÃO
AMAMENTAÇÃOAMAMENTAÇÃO
AMAMENTAÇÃOblogped1
 
Aleitamento Materno
Aleitamento Materno Aleitamento Materno
Aleitamento Materno blogped1
 
Características recém nascidos: o que é normal e o que não é
Características recém nascidos: o que é normal e o que não éCaracterísticas recém nascidos: o que é normal e o que não é
Características recém nascidos: o que é normal e o que não éViviane da Silva
 
Assistência de enfermagem em neonatologia
Assistência de enfermagem em neonatologiaAssistência de enfermagem em neonatologia
Assistência de enfermagem em neonatologiaAmanda Corrêa
 
Pediatria Aula Emergencias Pediatricas[ Revisado]
Pediatria Aula Emergencias Pediatricas[ Revisado]Pediatria Aula Emergencias Pediatricas[ Revisado]
Pediatria Aula Emergencias Pediatricas[ Revisado]Eduardo Gomes da Silva
 
"Atenção à Saúde do Idoso: Exame Físico"
"Atenção à Saúde do Idoso: Exame Físico""Atenção à Saúde do Idoso: Exame Físico"
"Atenção à Saúde do Idoso: Exame Físico"Tainá Martins
 
Exame do Recém-Nascido
Exame do Recém-NascidoExame do Recém-Nascido
Exame do Recém-NascidoEnayad
 
Crescimento e desenvolvimento infantil
Crescimento e desenvolvimento infantilCrescimento e desenvolvimento infantil
Crescimento e desenvolvimento infantilCamila Oliveira
 
Programa nacional de imunizacao pni-aula-nadja
Programa nacional de imunizacao pni-aula-nadjaPrograma nacional de imunizacao pni-aula-nadja
Programa nacional de imunizacao pni-aula-nadjaNadja Salgueiro
 
SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE AULA 2.pptx
SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE AULA 2.pptxSAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE AULA 2.pptx
SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE AULA 2.pptxWellingtonTeixeira24
 
Acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança
Acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criançaAcompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança
Acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criançaEDSON ALAN QUEIROZ
 
PNAISC - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: implementa...
PNAISC - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: implementa...PNAISC - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: implementa...
PNAISC - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: implementa...Prof. Marcus Renato de Carvalho
 

Mais procurados (20)

Assistencia de-enfermagem-em-puericultura
Assistencia de-enfermagem-em-puericulturaAssistencia de-enfermagem-em-puericultura
Assistencia de-enfermagem-em-puericultura
 
SAÚDE DA CRIANÇA: ENFERMAGEM
SAÚDE DA CRIANÇA: ENFERMAGEMSAÚDE DA CRIANÇA: ENFERMAGEM
SAÚDE DA CRIANÇA: ENFERMAGEM
 
AMAMENTAÇÃO
AMAMENTAÇÃOAMAMENTAÇÃO
AMAMENTAÇÃO
 
Aleitamento Materno
Aleitamento Materno Aleitamento Materno
Aleitamento Materno
 
Crescimento e desenvolvimento Infantil
Crescimento e desenvolvimento Infantil Crescimento e desenvolvimento Infantil
Crescimento e desenvolvimento Infantil
 
Características recém nascidos: o que é normal e o que não é
Características recém nascidos: o que é normal e o que não éCaracterísticas recém nascidos: o que é normal e o que não é
Características recém nascidos: o que é normal e o que não é
 
Assistência de enfermagem em neonatologia
Assistência de enfermagem em neonatologiaAssistência de enfermagem em neonatologia
Assistência de enfermagem em neonatologia
 
Cuidados ao recém nascido
Cuidados ao recém nascidoCuidados ao recém nascido
Cuidados ao recém nascido
 
Pediatria Aula Emergencias Pediatricas[ Revisado]
Pediatria Aula Emergencias Pediatricas[ Revisado]Pediatria Aula Emergencias Pediatricas[ Revisado]
Pediatria Aula Emergencias Pediatricas[ Revisado]
 
"Atenção à Saúde do Idoso: Exame Físico"
"Atenção à Saúde do Idoso: Exame Físico""Atenção à Saúde do Idoso: Exame Físico"
"Atenção à Saúde do Idoso: Exame Físico"
 
Exame do Recém-Nascido
Exame do Recém-NascidoExame do Recém-Nascido
Exame do Recém-Nascido
 
Exame Físico do RN
Exame Físico do RNExame Físico do RN
Exame Físico do RN
 
Cuidados com o rn
Cuidados com o rnCuidados com o rn
Cuidados com o rn
 
Crescimento e desenvolvimento infantil
Crescimento e desenvolvimento infantilCrescimento e desenvolvimento infantil
Crescimento e desenvolvimento infantil
 
Programa nacional de imunizacao pni-aula-nadja
Programa nacional de imunizacao pni-aula-nadjaPrograma nacional de imunizacao pni-aula-nadja
Programa nacional de imunizacao pni-aula-nadja
 
SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE AULA 2.pptx
SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE AULA 2.pptxSAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE AULA 2.pptx
SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE AULA 2.pptx
 
Paisc
PaiscPaisc
Paisc
 
Garantindo cuidado adequado ao RN com menos de 1.500g: Método Canguru
Garantindo cuidado adequado ao RN com menos de 1.500g: Método CanguruGarantindo cuidado adequado ao RN com menos de 1.500g: Método Canguru
Garantindo cuidado adequado ao RN com menos de 1.500g: Método Canguru
 
Acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança
Acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criançaAcompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança
Acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança
 
PNAISC - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: implementa...
PNAISC - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: implementa...PNAISC - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: implementa...
PNAISC - Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: implementa...
 

Destaque

Semiologia 02 roteiro prático de anamnese e exame físico
Semiologia 02   roteiro prático de anamnese e exame físicoSemiologia 02   roteiro prático de anamnese e exame físico
Semiologia 02 roteiro prático de anamnese e exame físicoJucie Vasconcelos
 
Valores normales en el laboratorio
Valores normales en el laboratorioValores normales en el laboratorio
Valores normales en el laboratoriogavoxxxx
 
Interpretacion clinica de las pruebas de laboratorio
Interpretacion clinica de las pruebas de laboratorioInterpretacion clinica de las pruebas de laboratorio
Interpretacion clinica de las pruebas de laboratorioLic. Medico Cirujano
 
Puericultura del neonato
Puericultura del neonatoPuericultura del neonato
Puericultura del neonatoHorace1027
 
Puericultura del recien nacido
Puericultura del recien nacidoPuericultura del recien nacido
Puericultura del recien nacidoANA Poveda
 
Valores normales de laboratorio del r.n
Valores normales de laboratorio del r.nValores normales de laboratorio del r.n
Valores normales de laboratorio del r.nBelia Damian
 
Hemograma pediatria
Hemograma pediatriaHemograma pediatria
Hemograma pediatriaJose Chang
 
Examen fisico del recien nacido
Examen fisico del recien nacidoExamen fisico del recien nacido
Examen fisico del recien nacidoDaniel Ochoa
 
Pruebas de laboratorio en pediatria
Pruebas de laboratorio en pediatriaPruebas de laboratorio en pediatria
Pruebas de laboratorio en pediatriaMOSQUETERO36
 
Pediatria: Examen fisico del recien nacido
Pediatria: Examen fisico del recien nacidoPediatria: Examen fisico del recien nacido
Pediatria: Examen fisico del recien nacidoWendy Cedillo Carpio
 
Tabla De Valores Normales
Tabla De Valores NormalesTabla De Valores Normales
Tabla De Valores Normalesgraff95
 
Examenes de laboratorio (BH, QS, TP, TPT, EGO)
Examenes de laboratorio (BH, QS, TP, TPT, EGO)Examenes de laboratorio (BH, QS, TP, TPT, EGO)
Examenes de laboratorio (BH, QS, TP, TPT, EGO)Patricia Cornejo
 
exámenes de laboratorio clínico
exámenes de laboratorio clínicoexámenes de laboratorio clínico
exámenes de laboratorio clínicoMerce De-Alba
 

Destaque (20)

Puericultura
PuericulturaPuericultura
Puericultura
 
Puericultura
PuericulturaPuericultura
Puericultura
 
Puericultura
PuericulturaPuericultura
Puericultura
 
Puericultura y Pediatria
Puericultura y PediatriaPuericultura y Pediatria
Puericultura y Pediatria
 
Semiologia 02 roteiro prático de anamnese e exame físico
Semiologia 02   roteiro prático de anamnese e exame físicoSemiologia 02   roteiro prático de anamnese e exame físico
Semiologia 02 roteiro prático de anamnese e exame físico
 
Valores normales en el laboratorio
Valores normales en el laboratorioValores normales en el laboratorio
Valores normales en el laboratorio
 
Interpretacion clinica de las pruebas de laboratorio
Interpretacion clinica de las pruebas de laboratorioInterpretacion clinica de las pruebas de laboratorio
Interpretacion clinica de las pruebas de laboratorio
 
Puericultura del neonato
Puericultura del neonatoPuericultura del neonato
Puericultura del neonato
 
Puericultura del recien nacido
Puericultura del recien nacidoPuericultura del recien nacido
Puericultura del recien nacido
 
Nomas de laboratorio clinico
Nomas de laboratorio clinicoNomas de laboratorio clinico
Nomas de laboratorio clinico
 
Manual practico de laboratorio clinico
Manual practico de laboratorio clinicoManual practico de laboratorio clinico
Manual practico de laboratorio clinico
 
Valores normales de laboratorio del r.n
Valores normales de laboratorio del r.nValores normales de laboratorio del r.n
Valores normales de laboratorio del r.n
 
Hemograma pediatria
Hemograma pediatriaHemograma pediatria
Hemograma pediatria
 
Examen fisico del recien nacido
Examen fisico del recien nacidoExamen fisico del recien nacido
Examen fisico del recien nacido
 
Pruebas de laboratorio en pediatria
Pruebas de laboratorio en pediatriaPruebas de laboratorio en pediatria
Pruebas de laboratorio en pediatria
 
Laboratorio clínico
Laboratorio clínicoLaboratorio clínico
Laboratorio clínico
 
Pediatria: Examen fisico del recien nacido
Pediatria: Examen fisico del recien nacidoPediatria: Examen fisico del recien nacido
Pediatria: Examen fisico del recien nacido
 
Tabla De Valores Normales
Tabla De Valores NormalesTabla De Valores Normales
Tabla De Valores Normales
 
Examenes de laboratorio (BH, QS, TP, TPT, EGO)
Examenes de laboratorio (BH, QS, TP, TPT, EGO)Examenes de laboratorio (BH, QS, TP, TPT, EGO)
Examenes de laboratorio (BH, QS, TP, TPT, EGO)
 
exámenes de laboratorio clínico
exámenes de laboratorio clínicoexámenes de laboratorio clínico
exámenes de laboratorio clínico
 

Semelhante a Puericultura- Roteiro Prático

Atendimento Pediatrico Ambulatorial: " Dicas e lembretes"
Atendimento Pediatrico Ambulatorial: " Dicas e lembretes"Atendimento Pediatrico Ambulatorial: " Dicas e lembretes"
Atendimento Pediatrico Ambulatorial: " Dicas e lembretes"blogped1
 
Aulas de Sondas tecnicas, tipos de songa.pptx
Aulas de Sondas tecnicas, tipos de songa.pptxAulas de Sondas tecnicas, tipos de songa.pptx
Aulas de Sondas tecnicas, tipos de songa.pptxJordevBarbosa
 
AULA 01- SEMIOLOGIA PEDIATRICA (1).pptx
AULA 01- SEMIOLOGIA PEDIATRICA (1).pptxAULA 01- SEMIOLOGIA PEDIATRICA (1).pptx
AULA 01- SEMIOLOGIA PEDIATRICA (1).pptxEduardoFatdukbrGonal
 
Aula consulta de enfermagem-UFF (Monitora Marcela)
Aula consulta de enfermagem-UFF (Monitora Marcela)Aula consulta de enfermagem-UFF (Monitora Marcela)
Aula consulta de enfermagem-UFF (Monitora Marcela)marcelaenf
 
Trabalho psicomotricidade
Trabalho psicomotricidadeTrabalho psicomotricidade
Trabalho psicomotricidadeAline Gurgel
 
Prova de semiologia endocrina questoes respondidas
Prova de semiologia endocrina questoes respondidasProva de semiologia endocrina questoes respondidas
Prova de semiologia endocrina questoes respondidasEdson Correa
 
Odontohebiatria
OdontohebiatriaOdontohebiatria
OdontohebiatriaUninove
 
3_revisao_constipacao_intestinal_crianca
3_revisao_constipacao_intestinal_crianca3_revisao_constipacao_intestinal_crianca
3_revisao_constipacao_intestinal_criancadocanto
 
Puericultura ou consulta de crescimento e desenvolvimento (CD) (3).pdf
Puericultura ou consulta de crescimento e desenvolvimento (CD) (3).pdfPuericultura ou consulta de crescimento e desenvolvimento (CD) (3).pdf
Puericultura ou consulta de crescimento e desenvolvimento (CD) (3).pdfTICicatrimedHipermed
 
Clase 2 aula puericultura.pptxcompletooo
Clase 2 aula puericultura.pptxcompletoooClase 2 aula puericultura.pptxcompletooo
Clase 2 aula puericultura.pptxcompletoooamaroalmeida74
 

Semelhante a Puericultura- Roteiro Prático (20)

Semiologia pediatrica
Semiologia pediatricaSemiologia pediatrica
Semiologia pediatrica
 
Atendimento Pediatrico Ambulatorial: " Dicas e lembretes"
Atendimento Pediatrico Ambulatorial: " Dicas e lembretes"Atendimento Pediatrico Ambulatorial: " Dicas e lembretes"
Atendimento Pediatrico Ambulatorial: " Dicas e lembretes"
 
Anamnese rn a termo
Anamnese rn a termoAnamnese rn a termo
Anamnese rn a termo
 
Aulas de Sondas tecnicas, tipos de songa.pptx
Aulas de Sondas tecnicas, tipos de songa.pptxAulas de Sondas tecnicas, tipos de songa.pptx
Aulas de Sondas tecnicas, tipos de songa.pptx
 
AULA 01- SEMIOLOGIA PEDIATRICA (1).pptx
AULA 01- SEMIOLOGIA PEDIATRICA (1).pptxAULA 01- SEMIOLOGIA PEDIATRICA (1).pptx
AULA 01- SEMIOLOGIA PEDIATRICA (1).pptx
 
Anamnese e exame físico pediatrico
Anamnese e exame físico pediatricoAnamnese e exame físico pediatrico
Anamnese e exame físico pediatrico
 
Abordagem Fonoaudiológica ao Recém-nascido de Risco no Aleitamento Materno
Abordagem Fonoaudiológica ao Recém-nascido de Risco no Aleitamento MaternoAbordagem Fonoaudiológica ao Recém-nascido de Risco no Aleitamento Materno
Abordagem Fonoaudiológica ao Recém-nascido de Risco no Aleitamento Materno
 
Aula consulta de enfermagem-UFF (Monitora Marcela)
Aula consulta de enfermagem-UFF (Monitora Marcela)Aula consulta de enfermagem-UFF (Monitora Marcela)
Aula consulta de enfermagem-UFF (Monitora Marcela)
 
Trabalho psicomotricidade
Trabalho psicomotricidadeTrabalho psicomotricidade
Trabalho psicomotricidade
 
Caderno de coco ped
Caderno de coco pedCaderno de coco ped
Caderno de coco ped
 
Prova de semiologia endocrina questoes respondidas
Prova de semiologia endocrina questoes respondidasProva de semiologia endocrina questoes respondidas
Prova de semiologia endocrina questoes respondidas
 
Usp
UspUsp
Usp
 
exame fisico do RN
exame fisico do RNexame fisico do RN
exame fisico do RN
 
Odontohebiatria
OdontohebiatriaOdontohebiatria
Odontohebiatria
 
3_revisao_constipacao_intestinal_crianca
3_revisao_constipacao_intestinal_crianca3_revisao_constipacao_intestinal_crianca
3_revisao_constipacao_intestinal_crianca
 
Estudo de Caso: Escabiose
Estudo de Caso: EscabioseEstudo de Caso: Escabiose
Estudo de Caso: Escabiose
 
Enfermagem
EnfermagemEnfermagem
Enfermagem
 
Puericultura ou consulta de crescimento e desenvolvimento (CD) (3).pdf
Puericultura ou consulta de crescimento e desenvolvimento (CD) (3).pdfPuericultura ou consulta de crescimento e desenvolvimento (CD) (3).pdf
Puericultura ou consulta de crescimento e desenvolvimento (CD) (3).pdf
 
Nutrição
NutriçãoNutrição
Nutrição
 
Clase 2 aula puericultura.pptxcompletooo
Clase 2 aula puericultura.pptxcompletoooClase 2 aula puericultura.pptxcompletooo
Clase 2 aula puericultura.pptxcompletooo
 

Mais de blogped1

Estadiamento Puberal : Critérios de Tanner
Estadiamento Puberal : Critérios de TannerEstadiamento Puberal : Critérios de Tanner
Estadiamento Puberal : Critérios de Tannerblogped1
 
Febre amarela: Nota Informativa
Febre amarela: Nota InformativaFebre amarela: Nota Informativa
Febre amarela: Nota Informativablogped1
 
Dermatoses neonatais de importância clínica: notificação no prontuário do rec...
Dermatoses neonatais de importância clínica: notificação no prontuário do rec...Dermatoses neonatais de importância clínica: notificação no prontuário do rec...
Dermatoses neonatais de importância clínica: notificação no prontuário do rec...blogped1
 
Internato em Pediatria I da UFRN - Relatório 2016
Internato em Pediatria I da UFRN - Relatório 2016Internato em Pediatria I da UFRN - Relatório 2016
Internato em Pediatria I da UFRN - Relatório 2016blogped1
 
ABCDE do Desenvolvimento Neuropsicomotor (DNPM) no Primeiro Ano de Vida
ABCDE do Desenvolvimento Neuropsicomotor (DNPM) no Primeiro Ano de VidaABCDE do Desenvolvimento Neuropsicomotor (DNPM) no Primeiro Ano de Vida
ABCDE do Desenvolvimento Neuropsicomotor (DNPM) no Primeiro Ano de Vidablogped1
 
Diagnóstico diferencial de bócio na infância
Diagnóstico diferencial de bócio na infânciaDiagnóstico diferencial de bócio na infância
Diagnóstico diferencial de bócio na infânciablogped1
 
PÚRPURA DE HENOCH- SCHONLEIN
PÚRPURA DE HENOCH- SCHONLEIN PÚRPURA DE HENOCH- SCHONLEIN
PÚRPURA DE HENOCH- SCHONLEIN blogped1
 
Psoríase na infância
Psoríase na infânciaPsoríase na infância
Psoríase na infânciablogped1
 
Revised WHO classification and treatment of childhoold pneumonia at facilities
Revised WHO classification and treatment of childhoold pneumonia at facilitiesRevised WHO classification and treatment of childhoold pneumonia at facilities
Revised WHO classification and treatment of childhoold pneumonia at facilitiesblogped1
 
Sinusite Bacteriana Aguda
Sinusite Bacteriana AgudaSinusite Bacteriana Aguda
Sinusite Bacteriana Agudablogped1
 
Otite Média Aguda (OMA) / Acutes Otites Media
Otite Média Aguda (OMA) / Acutes Otites MediaOtite Média Aguda (OMA) / Acutes Otites Media
Otite Média Aguda (OMA) / Acutes Otites Mediablogped1
 
Paralisia Facial
Paralisia FacialParalisia Facial
Paralisia Facialblogped1
 
Nota informativa 149 - Mudanças no Calendário Nacional de Vacinação - 2016
Nota informativa 149 - Mudanças no Calendário Nacional de Vacinação - 2016Nota informativa 149 - Mudanças no Calendário Nacional de Vacinação - 2016
Nota informativa 149 - Mudanças no Calendário Nacional de Vacinação - 2016blogped1
 
Giant congenital juvenile xanthogranuloma
Giant congenital juvenile xanthogranulomaGiant congenital juvenile xanthogranuloma
Giant congenital juvenile xanthogranulomablogped1
 
Tonsillitis in children: unnecessary laboratpry studies and antibiotic use.
Tonsillitis in children: unnecessary laboratpry studies and antibiotic use.Tonsillitis in children: unnecessary laboratpry studies and antibiotic use.
Tonsillitis in children: unnecessary laboratpry studies and antibiotic use.blogped1
 
Hipoglicemia Neonatal
Hipoglicemia  Neonatal Hipoglicemia  Neonatal
Hipoglicemia Neonatal blogped1
 
Síndromes Neurocutâneas : Revisão e Leitura Conceitual
Síndromes Neurocutâneas : Revisão e Leitura ConceitualSíndromes Neurocutâneas : Revisão e Leitura Conceitual
Síndromes Neurocutâneas : Revisão e Leitura Conceitualblogped1
 
Malformações extra-cardíacas em pacientes com cardiopatias congênitas atendid...
Malformações extra-cardíacas em pacientes com cardiopatias congênitas atendid...Malformações extra-cardíacas em pacientes com cardiopatias congênitas atendid...
Malformações extra-cardíacas em pacientes com cardiopatias congênitas atendid...blogped1
 
Icterícia neonatal
 Icterícia neonatal  Icterícia neonatal
Icterícia neonatal blogped1
 
Picnodisostose
PicnodisostosePicnodisostose
Picnodisostoseblogped1
 

Mais de blogped1 (20)

Estadiamento Puberal : Critérios de Tanner
Estadiamento Puberal : Critérios de TannerEstadiamento Puberal : Critérios de Tanner
Estadiamento Puberal : Critérios de Tanner
 
Febre amarela: Nota Informativa
Febre amarela: Nota InformativaFebre amarela: Nota Informativa
Febre amarela: Nota Informativa
 
Dermatoses neonatais de importância clínica: notificação no prontuário do rec...
Dermatoses neonatais de importância clínica: notificação no prontuário do rec...Dermatoses neonatais de importância clínica: notificação no prontuário do rec...
Dermatoses neonatais de importância clínica: notificação no prontuário do rec...
 
Internato em Pediatria I da UFRN - Relatório 2016
Internato em Pediatria I da UFRN - Relatório 2016Internato em Pediatria I da UFRN - Relatório 2016
Internato em Pediatria I da UFRN - Relatório 2016
 
ABCDE do Desenvolvimento Neuropsicomotor (DNPM) no Primeiro Ano de Vida
ABCDE do Desenvolvimento Neuropsicomotor (DNPM) no Primeiro Ano de VidaABCDE do Desenvolvimento Neuropsicomotor (DNPM) no Primeiro Ano de Vida
ABCDE do Desenvolvimento Neuropsicomotor (DNPM) no Primeiro Ano de Vida
 
Diagnóstico diferencial de bócio na infância
Diagnóstico diferencial de bócio na infânciaDiagnóstico diferencial de bócio na infância
Diagnóstico diferencial de bócio na infância
 
PÚRPURA DE HENOCH- SCHONLEIN
PÚRPURA DE HENOCH- SCHONLEIN PÚRPURA DE HENOCH- SCHONLEIN
PÚRPURA DE HENOCH- SCHONLEIN
 
Psoríase na infância
Psoríase na infânciaPsoríase na infância
Psoríase na infância
 
Revised WHO classification and treatment of childhoold pneumonia at facilities
Revised WHO classification and treatment of childhoold pneumonia at facilitiesRevised WHO classification and treatment of childhoold pneumonia at facilities
Revised WHO classification and treatment of childhoold pneumonia at facilities
 
Sinusite Bacteriana Aguda
Sinusite Bacteriana AgudaSinusite Bacteriana Aguda
Sinusite Bacteriana Aguda
 
Otite Média Aguda (OMA) / Acutes Otites Media
Otite Média Aguda (OMA) / Acutes Otites MediaOtite Média Aguda (OMA) / Acutes Otites Media
Otite Média Aguda (OMA) / Acutes Otites Media
 
Paralisia Facial
Paralisia FacialParalisia Facial
Paralisia Facial
 
Nota informativa 149 - Mudanças no Calendário Nacional de Vacinação - 2016
Nota informativa 149 - Mudanças no Calendário Nacional de Vacinação - 2016Nota informativa 149 - Mudanças no Calendário Nacional de Vacinação - 2016
Nota informativa 149 - Mudanças no Calendário Nacional de Vacinação - 2016
 
Giant congenital juvenile xanthogranuloma
Giant congenital juvenile xanthogranulomaGiant congenital juvenile xanthogranuloma
Giant congenital juvenile xanthogranuloma
 
Tonsillitis in children: unnecessary laboratpry studies and antibiotic use.
Tonsillitis in children: unnecessary laboratpry studies and antibiotic use.Tonsillitis in children: unnecessary laboratpry studies and antibiotic use.
Tonsillitis in children: unnecessary laboratpry studies and antibiotic use.
 
Hipoglicemia Neonatal
Hipoglicemia  Neonatal Hipoglicemia  Neonatal
Hipoglicemia Neonatal
 
Síndromes Neurocutâneas : Revisão e Leitura Conceitual
Síndromes Neurocutâneas : Revisão e Leitura ConceitualSíndromes Neurocutâneas : Revisão e Leitura Conceitual
Síndromes Neurocutâneas : Revisão e Leitura Conceitual
 
Malformações extra-cardíacas em pacientes com cardiopatias congênitas atendid...
Malformações extra-cardíacas em pacientes com cardiopatias congênitas atendid...Malformações extra-cardíacas em pacientes com cardiopatias congênitas atendid...
Malformações extra-cardíacas em pacientes com cardiopatias congênitas atendid...
 
Icterícia neonatal
 Icterícia neonatal  Icterícia neonatal
Icterícia neonatal
 
Picnodisostose
PicnodisostosePicnodisostose
Picnodisostose
 

Puericultura- Roteiro Prático

  • 1. HOSPITAL DE PEDIATRIA PROFESSOR HERIBERTO FERREIRA BEZERRA - HOSPED AMBULATÓRIO DE PUERICULTURA Devani Ferreira Pires
  • 2. HOSPITAL DE PEDIATRIA PROFESSOR HERIBERTO FERREIRA BEZERRA ROTEIRO PARA CONSULTA DE PUERICULTURA Antecedentes Obstétricos e Diagnósticos do período gestacional e neonatal, idade perinatais gestacional, APGAR, tipo de reanimação na sala de parto, peso de nascimento, tempo de oxigenioterapia, medicamentos e a programação de alta hospitalar. Triagem Neonatal Triagem para erros inatos do metabolismo, Emissões Otoacústicas (EOA), Teste do Reflexo Vermelho. Antecedentes familiares Registro de dados relevantes. Caracterização da situação Registro de nascimento, situação econômica, história psicossocial da família de violência, uso de álcool ou drogas ilícitas, negligência ou maus tratos – ver necessidade de intervenção. Anamnese Queixa principal e história da doença atual. Interrogar sobre alimentação, funções eliminatórias e sono. Antropometria Peso, comprimento e perímetro cefálico. Observar ganho esperado para cada faixa etária. Utilizar as curvas de crescimento (OMS). Classificar: percentil ou Escore Z. Exame físico Exame físico geral e segmentar; fácies, alterações fenotípicas, presença de malformações ou deformidades, cor da pele (palidez, cianose, icterícia). Aparelho locomotor Doença displásica do quadril, clavículas, coluna vertebral, sinais de tocotraumatismos, pé torto. Aparelho respiratório e Frequência respiratória, expansibilidade torácica, cardiovascular percussão, ausculta pulmonar e cardíaca, pulsos. Abdome Inspeção, palpação, percussão, examinar região umbilical. Aparelho genitourinário Inspeção, palpação. Identificar: fimose, hidrocele, epi / hispopádia, hérnia, criptorquidia, ambiguidade genital, coalescência de pequenos lábios, imperfuração himenal. Pires, DF. Roteiro de Puericultura
  • 3. Fissura labial, palatina; morfologia, tônus e postura Aparelho estomagnático da língua; morfologia e posição da mandíbula. Reflexos - busca, sucção, deglutição. Exploração sensorial Visão: transparência, reflexo vermelho, Triagem para Retinopatia da Prematuridade (ROP) – se indicado. Audição: reflexo cocleopalpebral, exame de emissões otoacústicas - EOA, PEATE – se indicado. Desenvolvimento Neuropsicomotor Avaliar crescimento do perímetro craniano, palpar fontanela, investigar os reflexos, tônus, postura, força muscular, aquisições motoras, desenvolvimento social-adaptativo e linguagem. Imunização Avaliar atualização em cada consulta. Identificar situações específicas: orientar e encaminhar. BCG, Hepatite B, Tetra, Rotavírus, VOP/VIP Tríplice Viral, Anti-Pneumocócica, Anti- Meningocócica, Anti-Influenza. Aconselhamento sobre alimentação Aleitamento Materno: aleitamento materno exclusivo nos 1os 06 meses de vida e complementado por dois anos ou mais. Nos 1os 06 meses recomendar regime de livre demanda e técnica correta de aleitamento materno. Fórmula infantil: detalhar a época de introdução, tipo de leite, quantidade, diluição, administração e aceitação. Orientar: higiene no preparo da mamadeira, volume, diluição correta, temperatura e intervalo. A introdução dos alimentos complementares a partir dos 06 meses de vida deve ser segura e adequada, qualitativa e quantitativamente. Aconselhamento sobre higiene Banho, troca das fraldas, prevenção de assaduras, lavagem de roupa, vestuário, postura antirrefluxo e posição para dormir – prevenção da Síndrome da Morte Súbita do Lactente. Cuidados ambientais. Orientar sobre efeito nocivo da exposição ao fumo. Prevenção de acidentes: Prevenção de queda, asfixia, queimadura, choque, intoxicação, afogamento, lesões por ferimentos perfurantes ou cortantes e transporte correto em automóvel. Pires, DF. Roteiro de Puericultura
  • 4. EXAME ORTOPÉDICO DO RECÉM-NASCIDO: Movimentar passivamente os dedos e os punhos. Movimentos de flexoextensão do cotovelo e pronossupinação do antebraço. Palpar o pescoço e as clavículas em busca de saliências, regiões dolorosas ou deformidades. Pesquisar movimentos cervicais: rotações laterais, inclinações e flexoextensão. Inspecionar e palpar tórax e coluna. Realizar a manobra de Ortolani: recém-nascido sem roupa, em decúbito dorsal, coxas aduzidas e flexionadas a 90°. Os joelhos devem ficar flexionados, as mãos do examinador realizam movimentos de adução e abdução dos quadris. O sinal de Ortolani positivo corresponde ao estalido percebido durante o exame, decorrente do encaixe da cabeça do fêmur no fundo do acetábulo. Examinar os pés – formato e movimentos. PRINCIPAIS OCORRÊNCIAS ORTOPÉDICAS NO RN Condição Características Conduta Sindactilia / Dedos extanumerários, fusão Excluir síndromes. polidactilia parcial ou completa de um ou Cirurgia após 01 ano de idade. mais dedos. Polidactilias vestigiais: ressecção. Sinostose Bloqueio da pronossupinação. Expectante. radioulnar Torcicolo Inspeção: cabeça inclinada / Fisioterapia precoce. congênito tumoração palpável no esternocleidomastoideo Escoliose Deformação na coluna, assimetria Observação. Avaliação congênita do tronco. neurológica. Cirurgia s/n. Hipoplasia do Assimetria na região do peitoral. Expectante/Excluir síndromes. músculo peitoral Cirurgia na idade adulta. Displasia do Sinal de Ortolani positivo. Tratamento precoce. desenv. quadril. Joelho recurvado Encurvamento posterior do joelho Tratamento precoce com e limitação da flexão. imobilização. Cirurgia s/n Pé torto Deformidades: equino, cavo, varo Tratamento precoce – congênito e aduto. imoblização / cirurgias s/n Pé metatarso varo Extremidade do pé desviada para Tratamento precoce. dentro, com rigidez. Pé aduto postural Extremidade do pé desviada para Observação / manipulação. dentro, sem rigidez. Pé calcaneovalgo Pé dorsoflexionado e calcanhar Observação / manipulação. (postural) abaixado, flexível. Fonte: Atenção à saúde do recém-nascido – MS, 2011. Pires, DF. Roteiro de Puericultura
  • 5. GANHO PONDERAL MÉDIO NO PRIMEIRO ANO DE VIDA Faixa etária Ganho Ponderal Crescimento linear Perímetro cefálico 1º Trimestre 25 a 30 g/dia - (+ 700g/mês) 3,5 cm/mês 2,0 cm/mês 2º Trimestre 20 g/dia - (+ 600g/mês) 2,0 cm/mês 1,0 cm/mês 3º Trimestre 15 g/dia - (+ 450g/mês) 1,5 cm/mês 0,5 cm/mês 4º Trimestre 10 g/dia - (+ 300g/mês) 1,2 cm/mês 0,5 cm/mês Observação: em geral, a criança duplica o peso do nascimento, entre o 5º e o 6º mês de vida e o triplica aos doze meses. No primeiro ano de vida, a criança cresce em média 25 cm, sendo 15 cm no 1º semestre e 10 cm no 2º semestre. No 2º ano de vida a criança cresce em média 10 a 12 cm, com um ganho ponderal de 02 kg/ano. CURVAS DE CRESCIMENTO DA CADERNETA DA CRIANÇA (MS, 2007): Índice Peso/Idade: expressa a relação entre a massa corporal e a idade cronológica da criança. São definidos quatro pontos de corte para o indicador de Peso por Idade (percentis 0,1, 3, 10 e 97), permitindo a seguinte classificação do estado nutricional infantil: ÍNDICE PESO POR IDADE (P/I) CLASSIFICAÇÃO Índice P/I menor que o percentil 0,1 Peso Muito Baixo para a Idade Índice P/I > ao percentil 0,1 e < que o percentil 3 Peso Baixo para a Idade Índice P/I > ao p 3 e < que o percentil 10 Risco Nutricional Índice P/I > ao percentil 10 e < que o percentil 97 Peso Adequado para a Idade (eutrofia) Índice P/I > ao percentil 97 Risco de Sobrepeso Índice Peso/Altura (P/A): expressa a harmonia entre as dimensões de massa corporal e altura. São definidos três pontos de corte para o indicador de peso por altura (percentis 3, 10 e 97), permitindo a seguinte classificação: ÍNDICE PESO POR ALTURA (P/A) CLASSIFICAÇÃO Índice P/A menor que o percentil 3 Criança de Baixo Peso para a Altura Índice P/A > ao percentil 3 e < que p 10 Risco de Baixo Peso para a Altura Índice P/A > ao pc 10 e < que o p 97 Criança com peso adequado para a Altura Índice P/A > ao p 97 Risco de Sobrepeso para a Altura Pires, DF. Roteiro de Puericultura
  • 6. Índice Altura/Idade (A/I): O indicador de Altura por idade (A/I) expressa o crescimento linear de crianças e corresponde ao dado que melhor representa o efeito cumulativo de situações adversas sobre o crescimento da criança. São definidos três pontos de corte para o índice de Altura por Idade (percentis 3, 10 e 97), permitindo a seguinte classificação do crescimento infantil: ÍNDICE ALTURA PARA A IDADE (A/I) CLASSIFICAÇÃO Índice A/I < que o percentil 3 Criança com Altura Baixa para a Idade Índice A/I > ao percentil 3 e < que p 10 Risco para Altura Baixa para a Idade Índice A/I > ao percentil 10 e < que o p 97 Altura Adequada para a Idade Índice A/I > ao percentil 97 Altura Elevada para a Idade Nas crianças menores de 02 anos de idade, recomenda-se a utilização do P/I, seguida da avaliação da relação E/I. Nos pré-escolares e escolares os agravos nutricionais serão melhor avaliados pela relação E/I, seguida do P/E. São consideradas desnutridas todas as crianças cujas relações P/E, P/I, E/I estiverem abaixo de –2 desvios padrão (DP) do percentil 50, considerando-se desnutridas graves as classificadas abaixo de –3 desvios padrão (OMS). Pires, DF. Roteiro de Puericultura
  • 7. Alimentação Complementar (Dep. de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria) Faixa Etária Tipo de Alimento Até o 6º mês Leite Materno Exclusivo 6º mês Leite Materno + Papa de frutas 6º ao 7º mês LM + Papa de Frutas + 1ª Papa Salgada + Ovo + Suco de frutas 7º ao 8º mês Acrescentar 2ª papa salgada (jantar) 9º ao 11º mês Gradativamente passar para a comida da família, manter LM 12º mês Comida da família, manter Leite Materno PREVENÇÃO DE ANEMIA E SUPLEMENTAÇÃO VITAMÍNICA Recomendação de suplementação medicamentosa de ferro do Departamento Científico de Nutrologia Pediátrica da SBP: Situação Recomendação Lactentes nascidos a termo, de peso Nenhuma adequado para a idade gestacional, em aleitamento materno exclusivo até 06 meses de idade. Situação Recomendação Lactentes nascidos a termo, de peso Nenhuma adequado para a idade gestacional, em uso de fórmula infantil até 06 meses de idade e a partir do sexto mês, se houver ingestão mínima de 500 ml de fórmula por dia. Lactentes nascidos a termo, com peso 01 mg de ferro elementar/kg de peso/dia até adequado para a idade gestacional, a partir 02 anos de idade da introdução de alimentos complementares, se não houver ingestão mínima de 500 ml de fórmula por dia. Prematuros e recém-nascidos de baixo peso, 02 mg de ferro elementar/Kg de peso/dia maiores que 1500 g à partir do 30º dia de durante todo o primeiro ano de vida. Após vida. este período, 01 mg/kg/dia até 02 anos de idade. Prematuros e recém-nascidos com peso ao 03 mg de ferro elementar/Kg de peso/dia, nascimento entre 1000 a 1500g. até 06 meses ou a melhora dos índices hematológicos. Manter dose profilática até 02 anos de idade. Prematuros e recém-nascidos com peso ao 04 mg de ferro elementar/Kg de peso/dia. nascimento inferior a 1000g. Pires, DF. Roteiro de Puericultura
  • 8. Vitamina Dose Vitamina D 200 UI/dia até 18 meses Viatamina A (a cada 06 m) Crianças menores de 06 meses, amamentadas: 50.000 UI Viatamina A (a cada 06 m) Crianças entre 06 e 12 meses: 100.000 UI Viatamina A (a cada 06 m) Crianças entre 12 a 72 meses: 200.000 UI Fonte: Departamento de Nutrologia Pediátriaca da Sociedade Brasileira de Pediatria CALENDÁRIO VACINAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA 2011/2012 Vacina Ao 1m 2m 3m 4m 5m 6m 7m 12m 15m 18m 4a 6 14 nascer anos a16 anos BCG ID Hepatite B DTP/DTPa DT/DTPa HIB VOP/VIP Pneumococo conjugada Meningococo C conjugada Rotavirus Febre A partir de 09 meses de idade amarela Hepatite A SCR Varicela Influenza HPV Meninas e meninos a partir de 09 anos Pires, DF. Roteiro de Puericultura
  • 9. CALENDÁRIO VACINAL DO MINISTÉRIO DA SAÚDE 2012 CALENDÁRIO VACINAL 2012 – MINISTÉRIO DA SAÚDE IDADE VACINA DOSE BCG - ID Dose Única Ao nascer Hepatite B 1º Dose Pentavalente (DTP+ Hib+ HB) Vacina Poliomielite Inativada 02 meses 1º Dose Vacina Oral Rotavírus Humano Vacina Pneumocócica 10 Vacina Meningocócica C 1º Dose 03 meses Pentavalente (DTP+ Hib+ HB) Vacina Poliomielite Inativada 04 meses 2º Dose Vacina Oral Rotavírus Humano Vacina Pneumocócica 10 05 meses Vacina Meningocócica C 2º Dose Pentavalente (DTP+ Hib+ HB) 06 meses Vacina Oral Poliomielite 3º Dose Vacina Pneumocócica 10 09 meses Febre Amarela Dose inicial Tríplice Viral 1º Dose 12 meses Vacina Pneumocócica 10 Reforço Tríplice Bacteriana (DTP) 1º Reforço 15 meses Vacina Oral Poliomielite Reforço Vacina Meningocócica C Tríplice Bacteriana (DTP) 2º Reforço 04 anos Tríplice Viral 2º Dose Idade Vacina Dose 10 anos Febre Amarela Uma dose a cada 10 anos *Menores de 05 anos Vacina Oral de Poliomielite Anual * De 06 meses a Vacina de Influenza (gripe) Anual menores de 02 anos Pires, DF. Roteiro de Puericultura
  • 10. Marcos do Desenvolvimento Neuropsicomotor Idade em meses Reflexos / Marcos de DNPM 01 02 03 04 05 06 07 08 09 Reflexo de Moro Preensão palmar reflexa Fuga à asfixia Marcha reflexa Olha para pessoa que o observa Fixa e acompanha objetos no campo visual Segue com o olhar 180º Arrulha e sorri Preensão palmar voluntária Rola Ergue a cabeça apoiada nos antebraços Senta Segura e transfere objetos de uma mão para outra Vira a cabeça em direção à voz Reconhece quando se dirigem a ela Arrasta-se ou engatinha Fica de pé seguro Marcos de DNPM 09 10 11 12 13 15 18 21 24 Senta a partir do decúbito dorsal Imita pequenos gestos ou brincadeiras (tchau) Fica de pé momentaneamente Anda com apoio Anda sozinha, raramente cai Joga bola Preensão em pinça Anda segurando nos móveis Primeiros passos (solto) Anda para trás Tira qualquer peça do vestuário Combina de 2 a 3 palavras Distancia-se da mãe sem perdê-la de vista Leva o alimento à boca com suas mãos Nomeia uma figura Pires, DF. Roteiro de Puericultura