1º ENCONTRO MUNICIPAL PSE
(Programa Saúde nas Escolas)
       Paracuru - Ceará
CONHECENDO O PSE
O Programa Saúde na Escola – PSE- integra uma
 política de governo voltada à intersetorialidade
que atende aos princípios e diretrizes do Sistema
     Único de Saúde, a saber: integralidade,
  equidade, universalidade, descentralização e
 participação social, garantido pela Constituição
   Federal de 1988 no dever do estado para o
                 direito à saúde.
DIRETRIZES DO PSE
  • Tratar a saúde e educação integrais como parte de uma formação
    ampla para a cidadania e o usufruto pleno dos direitos humanos;

 • Permitir a progressiva ampliação intersetorial das ações executadas
  pelos sistemas de saúde e de educação com vistas à atenção integral à
                    saúde de crianças e adolescentes;

• Promover a articulação de saberes, a participação dos educandos, pais,
    comunidade escolar e sociedade em geral na construção e controle
           social das políticas públicas da saúde e educação;

  • Promover a saúde e a cultura da paz, favorecendo a prevenção de
  agravos à saúde, bem como fortalecer a relação entre as redes públicas
                        de saúde e de educação;
DIRETRIZES DO PSE
• Articular as ações do Sistema Único de Saúde (SUS) às ações das redes
  de educação pública de forma a ampliar o alcance e o impacto de suas
  ações relativas aos educandos e suas famílias, otimizando a utilização
            dos espaços, equipamentos e recursos disponíveis;

• Fortalecer o enfrentamento das vulnerabilidades, no campo da saúde,
       que possam comprometer o pleno desenvolvimento escolar;

 • Promover a comunicação, encaminhamento e resolutividade entre
    escolas e unidades de saúde, assegurando as ações de atenção e
         cuidado sobre as condições de saúde dos estudantes;

• Atuar, efetivamente, na reorientação dos serviços de saúde para além
     de suas responsabilidades técnicas no atendimento clínico, para
  oferecer uma atenção básica e integral aos educandos e à comunidade
GTI – Grupo de Trabalho Intersetorial
• GTI Municipal é composto por gestores das Secretarias de Saúde e de
  Educação, representantes das equipes de Saúde da Família e representante
  dos educadores que atuarão no PSE, representantes das escolas:

•   Adriano Barbosa de Sousa – Secretaria de Educação
•   Antônia Pinto Jucá Moreira – Secretaria de Educação
•   Ana Cleide Leite Xavier- Secretaria de Educação,
•   Francisco Hermenegildo da Silva – Secretaria de Educação,
•   Márcia Clébia Araujo - Secretaria de Saúde,
•   Aline Braúna dos Santos - Secretaria de Saúde,
•   Camylle Alcoforado Pinho - Secretaria de Saúde,
•   Gladys Diógenes – Secretaria de Saúde,
•   Cyro Sanders – Secretaria de Saúde,
•   Gabriela Barbosa – Secretaria de Saúde,
•   Eline Miranda Correia Lima – Secretaria de Saúde.
GTI – Grupo de Trabalho Intersetorial
• O GTI Municipal tem como responsabilidade:

• I – Garantir os princípios e diretrizes do PSE no planejamento, monitoramento,
  avaliação e gestão do recurso de maneira integrada entre as equipes das
  escolas e das Unidades Básicas de Saúde/Saúde da Família;

• II – Articular para a inclusão dos temas relacionados às ações do Programa
  Saúde na Escola nos projetos político-pedagógicos das escolas;

• III – Definir as escolas federais, estaduais e municipais a serem atendidas no
  âmbito do PSE, considerando as áreas de vulnerabilidade social, os territórios
  de abrangência das Unidades Básicas de Saúde e o número de equipes de
  Saúde da Família implantadas;

• IV – Subsidiar a formulação das propostas de educação permanente dos
  profissionais de saúde e da educação básica para implementação das ações do
  PSE;
GTI – Grupo de Trabalho Intersetorial
• V – Subsidiar a assinatura do Termo de Compromisso pelos secretários
  municipais de Educação e Saúde, por meio do preenchimento das metas do
  plano de ação no sistema de monitoramento (SIMEC);

• VI – Apoiar e qualificar a execução das ações e metas previstas no Termo de
  Compromisso municipal;

• VII – Garantir o preenchimento do sistema de monitoramento (SIMEC) pelas
  escolas e pelas equipes de Saúde da Família;

• VIII – Definir as estratégias específicas de cooperação entre Estados e
  municípios para a implementação e gestão do cuidado em saúde dos
  educandos no âmbito municipal; e

• IX – Garantir a entrega dos materiais do PSE, enviados pelo Ministério da
  Educação, para as equipes de saúde e para as escolas. .
A escola contemplada pelo PSE deve funcionar de modo
    que as atividades em saúde a serem desenvolvidas
 devam fazer parte do projeto político-pedagógico escolar,
       atendendo às expectativas dos professores e,
   principalmente, dos educandos. As temáticas a serem
  trabalhadas pelo PSE devem ser debatidas em sala de
   aula pelos professores, assessorados/orientados pelo
   pessoal da saúde ou diretamente por profissionais de
     saúde previamente agendados e com o apoio dos
professores. Essa preparação dos educandos no cotidiano
       da escola pode implicar a participação desde o
agendamento e organização das atividades e/ou durante a
                     realização delas.
AÇÕES DO PROGRAMA
• COMPONENTE I – Avaliação Clínica e Psicossocial
  (500 escolares por PSF ou 100%)

• COMPONENTE II – Promoção e Prevenção à
  Saúde (1.000 escolares por PSF ou 100%)

• COMPONENTE III - Formação
COMPONENTE I – Avaliação Clínica e
            Psicossocial
•   - Avaliação antropométrica;
•   - Atualização do calendário vacinal;
•   - Detecção precoce de hipertensão arterial sistêmica (HAS);
•   - Detecção precoce de agravos de saúde negligenciados
    (prevalentes na região: hanseníase, tuberculose, malária etc.);
•   - Avaliação oftalmológica;
•   - Avaliação auditiva;
•   - Avaliação nutricional;
•   - Avaliação da saúde bucal;
•   - Avaliação psicossocial.
COMPONENTE I – Avaliação Clínica e
           Psicossocial
• As ações do Componente I, de avaliação clínica e psicossocial,
  têm como objetivo obter informações sobre o crescimento e o
  desenvolvimento das crianças, adolescentes e jovens, levando em
  conta também os aspectos relativos à sua saúde mental, e
  sugerimos que sejam realizadas na escola por seu caráter de
  triagem e considerando o ganho de escala em ambiente coletivo.
  Devendo ser encaminhados à unidade básica os educandos com
  necessidades de maiores cuidados. Esse momento deve ser
  oportunamente agendado e acordado com a direção da escola,
  pois representa importante aproximação e encontro entre a
  equipe de saúde e a comunidade escolar.
COMPONENTE II – Promoção e
            Prevenção à Saúde
• Ações de segurança alimentar e promoção da alimentação
  saudável;
• - Promoção das práticas corporais e atividade física nas escolas;
• - Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE): educação para a saúde
  sexual, saúde reprodutiva e prevenção das DST/aids;
• - Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE): prevenção ao uso de
  álcool e tabaco e outras drogas;
• - Promoção da cultura de paz e prevenção das violências; e
• - Promoção da saúde ambiental e desenvolvimento sustentável.
COMPONENTE II – Promoção e
            Prevenção à Saúde
• Ações de segurança alimentar e promoção da alimentação
  saudável;
• - Promoção das práticas corporais e atividade física nas escolas;
• - Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE): educação para a saúde
  sexual, saúde reprodutiva e prevenção das DST/aids;
• - Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE): prevenção ao uso de
  álcool e tabaco e outras drogas;
• - Promoção da cultura de paz e prevenção das violências; e
• - Promoção da saúde ambiental e desenvolvimento sustentável.
COMPONENTE III – Formação
a) Formação do Grupo de Trabalho Intersetorial (GTI) – Formação
   permanente, que se dá por meio de oficinas, ensino a distância e
   apoio institucional da esfera federal aos Estados e municípios e
   dos Estados aos municípios;

b) Formação de Jovens Protagonistas para o PSE/SPE – Por meio da
   metodologia de educação de pares, busca-se a valorização do
   jovem como protagonista na defesa dos direitos à saúde. A
   publicação “Guia Adolescentes e Jovens para a Educação entre
   Pares” auxilia no desenvolvimento de ações de formação para
   promoção da saúde sexual e saúde reprodutiva, a partir do
   fortalecimento do debate e da participação juvenil;
COMPONENTE III – Formação
c) Formação de profissionais da educação e saúde nos temas relativos ao
   Programa Saúde na Escola – Realização de atividades de educação permanente
   de diversas naturezas, junto aos(às) professores(as), merendeiros(as), agentes
   comunitários de saúde, auxiliares de enfermagem, enfermeiros(as), médicos(as)
   e outros profissionais das escolas e das equipes de Saúde da Família, em relação
   aos vários temas de avaliação das condições de saúde, de prevenção e promoção
   da saúde, objeto das demais atividades propostas pelo PSE;

d) Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas –
   Trata-se de uma parceria entre a Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD),
   Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC), Secretaria de Educação a Distância
   (SEED/ MEC) e Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade
   (SECAD/ MEC). O curso é oferecido na modalidade a distância e possui carga
   horária de 120 horas e certificação expedida pela Universidade de Brasília (UnB);
TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS POR PSF

       PSF SEDE              TOTAL    I     II

Maria Luiza Saboia Ribeiro   882     135   882
        Herminio Barroso 903         136   903
           Antônio Sales 751         200   751
                   Total: 2536       471   2536
TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS POR PSF
 PSF CAMPO DE AVIAÇÃO          TOTAL    I     II

Maria Albuquerque Lima         535     350   535

Padre Luiz Bevilaqua Vieira    188     50    188
Maria Elisa Magalhães          206     150   206
Maria do Carmo Freire Sales     65     65    65
                      Total:   994     615   994
TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS POR PSF
          PSF LAGOA                 TOTAL    I     II


Pompilio de Sousa                   467     100   467
Luis Alvez Cabral                    16     16     16
Padre João da Rocha                 946     149   946
Fca Santos Barroso C. Educacional  208      208   208
                           Total: 1637      473   1637
TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS POR PSF

        PSF CARLOTAS              TOTAL    I     II


José Ferreira da Silva            214     214   214
Centro Comunitario Carlotas       114     114   114
                         Total:   328     328   328
TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS POR PSF

     PSF RIACHO DOCE            TOTAL    I         II


Riacho Doce                        405       374    405
Fca Helena Rocha de Sousa          126       126    126
                       Total:      531       500    531
TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS POR PSF
       PSF SÃO PEDRO               TOTAL    I         II
Raimundo Agapito Gomes                 11       11         11
Ezequiel V da Costa                   192       120        192
Joaquim Soares de Almeida             163       163        163
Ciriado Vicente da Costa              129        80        129
Pedro Marques Alcantara                85        46         85
Pedro Antonino Gomes                  194       127        194
                          Total:      774       547        774
TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS POR PSF
         PSF JARDIM                 TOTAL    I         II
Oseas Rodrigues Matos                   68       68         68
Ma Yolanda Barroso                     370       250        370
Maria Basilio Barbosa                  157       80         157
Antonio Alberto de Sousa                12       12          12
Manoel Ferreira de Goes                 20        20     20
Sabino Alves Brauna                    232       127    232
Manoel Geraldo Lopes                   162        80    162
                           Total:     1021       637   1021
TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS POR PSF

      PSF POÇO DOCE              TOTAL    I         II

Rufino Vieira                       490       400    490
Sonho de Criança                     62        62        62
Pedro Juvencio Aguiar                14        14     14
Teresa Félix                         10        10     10
                        Total:      576       486    576
TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS POR PSF

    PSF QUATRO BOCAS             TOTAL    I         II

Isac da Rocha                       338       290    338
Domingos Fco da Silva               247       160    247
Joaquim Juvencio Sobrinho            52        52        52
                        Total:      637       502    637
TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS POR PSF

         PSF VOLTA               TOTAL    I         II

Fco Paes de Oliveira                271       271    271
Fco Goncalves de Melo                21        21        21
Domingos Matias                     149       149    149
                        Total:      441       441    441
AÇÕES DO PSE

PSE

  • 1.
    1º ENCONTRO MUNICIPALPSE (Programa Saúde nas Escolas) Paracuru - Ceará
  • 2.
    CONHECENDO O PSE OPrograma Saúde na Escola – PSE- integra uma política de governo voltada à intersetorialidade que atende aos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde, a saber: integralidade, equidade, universalidade, descentralização e participação social, garantido pela Constituição Federal de 1988 no dever do estado para o direito à saúde.
  • 3.
    DIRETRIZES DO PSE • Tratar a saúde e educação integrais como parte de uma formação ampla para a cidadania e o usufruto pleno dos direitos humanos; • Permitir a progressiva ampliação intersetorial das ações executadas pelos sistemas de saúde e de educação com vistas à atenção integral à saúde de crianças e adolescentes; • Promover a articulação de saberes, a participação dos educandos, pais, comunidade escolar e sociedade em geral na construção e controle social das políticas públicas da saúde e educação; • Promover a saúde e a cultura da paz, favorecendo a prevenção de agravos à saúde, bem como fortalecer a relação entre as redes públicas de saúde e de educação;
  • 4.
    DIRETRIZES DO PSE •Articular as ações do Sistema Único de Saúde (SUS) às ações das redes de educação pública de forma a ampliar o alcance e o impacto de suas ações relativas aos educandos e suas famílias, otimizando a utilização dos espaços, equipamentos e recursos disponíveis; • Fortalecer o enfrentamento das vulnerabilidades, no campo da saúde, que possam comprometer o pleno desenvolvimento escolar; • Promover a comunicação, encaminhamento e resolutividade entre escolas e unidades de saúde, assegurando as ações de atenção e cuidado sobre as condições de saúde dos estudantes; • Atuar, efetivamente, na reorientação dos serviços de saúde para além de suas responsabilidades técnicas no atendimento clínico, para oferecer uma atenção básica e integral aos educandos e à comunidade
  • 5.
    GTI – Grupode Trabalho Intersetorial • GTI Municipal é composto por gestores das Secretarias de Saúde e de Educação, representantes das equipes de Saúde da Família e representante dos educadores que atuarão no PSE, representantes das escolas: • Adriano Barbosa de Sousa – Secretaria de Educação • Antônia Pinto Jucá Moreira – Secretaria de Educação • Ana Cleide Leite Xavier- Secretaria de Educação, • Francisco Hermenegildo da Silva – Secretaria de Educação, • Márcia Clébia Araujo - Secretaria de Saúde, • Aline Braúna dos Santos - Secretaria de Saúde, • Camylle Alcoforado Pinho - Secretaria de Saúde, • Gladys Diógenes – Secretaria de Saúde, • Cyro Sanders – Secretaria de Saúde, • Gabriela Barbosa – Secretaria de Saúde, • Eline Miranda Correia Lima – Secretaria de Saúde.
  • 6.
    GTI – Grupode Trabalho Intersetorial • O GTI Municipal tem como responsabilidade: • I – Garantir os princípios e diretrizes do PSE no planejamento, monitoramento, avaliação e gestão do recurso de maneira integrada entre as equipes das escolas e das Unidades Básicas de Saúde/Saúde da Família; • II – Articular para a inclusão dos temas relacionados às ações do Programa Saúde na Escola nos projetos político-pedagógicos das escolas; • III – Definir as escolas federais, estaduais e municipais a serem atendidas no âmbito do PSE, considerando as áreas de vulnerabilidade social, os territórios de abrangência das Unidades Básicas de Saúde e o número de equipes de Saúde da Família implantadas; • IV – Subsidiar a formulação das propostas de educação permanente dos profissionais de saúde e da educação básica para implementação das ações do PSE;
  • 7.
    GTI – Grupode Trabalho Intersetorial • V – Subsidiar a assinatura do Termo de Compromisso pelos secretários municipais de Educação e Saúde, por meio do preenchimento das metas do plano de ação no sistema de monitoramento (SIMEC); • VI – Apoiar e qualificar a execução das ações e metas previstas no Termo de Compromisso municipal; • VII – Garantir o preenchimento do sistema de monitoramento (SIMEC) pelas escolas e pelas equipes de Saúde da Família; • VIII – Definir as estratégias específicas de cooperação entre Estados e municípios para a implementação e gestão do cuidado em saúde dos educandos no âmbito municipal; e • IX – Garantir a entrega dos materiais do PSE, enviados pelo Ministério da Educação, para as equipes de saúde e para as escolas. .
  • 8.
    A escola contempladapelo PSE deve funcionar de modo que as atividades em saúde a serem desenvolvidas devam fazer parte do projeto político-pedagógico escolar, atendendo às expectativas dos professores e, principalmente, dos educandos. As temáticas a serem trabalhadas pelo PSE devem ser debatidas em sala de aula pelos professores, assessorados/orientados pelo pessoal da saúde ou diretamente por profissionais de saúde previamente agendados e com o apoio dos professores. Essa preparação dos educandos no cotidiano da escola pode implicar a participação desde o agendamento e organização das atividades e/ou durante a realização delas.
  • 9.
    AÇÕES DO PROGRAMA •COMPONENTE I – Avaliação Clínica e Psicossocial (500 escolares por PSF ou 100%) • COMPONENTE II – Promoção e Prevenção à Saúde (1.000 escolares por PSF ou 100%) • COMPONENTE III - Formação
  • 10.
    COMPONENTE I –Avaliação Clínica e Psicossocial • - Avaliação antropométrica; • - Atualização do calendário vacinal; • - Detecção precoce de hipertensão arterial sistêmica (HAS); • - Detecção precoce de agravos de saúde negligenciados (prevalentes na região: hanseníase, tuberculose, malária etc.); • - Avaliação oftalmológica; • - Avaliação auditiva; • - Avaliação nutricional; • - Avaliação da saúde bucal; • - Avaliação psicossocial.
  • 11.
    COMPONENTE I –Avaliação Clínica e Psicossocial • As ações do Componente I, de avaliação clínica e psicossocial, têm como objetivo obter informações sobre o crescimento e o desenvolvimento das crianças, adolescentes e jovens, levando em conta também os aspectos relativos à sua saúde mental, e sugerimos que sejam realizadas na escola por seu caráter de triagem e considerando o ganho de escala em ambiente coletivo. Devendo ser encaminhados à unidade básica os educandos com necessidades de maiores cuidados. Esse momento deve ser oportunamente agendado e acordado com a direção da escola, pois representa importante aproximação e encontro entre a equipe de saúde e a comunidade escolar.
  • 12.
    COMPONENTE II –Promoção e Prevenção à Saúde • Ações de segurança alimentar e promoção da alimentação saudável; • - Promoção das práticas corporais e atividade física nas escolas; • - Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE): educação para a saúde sexual, saúde reprodutiva e prevenção das DST/aids; • - Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE): prevenção ao uso de álcool e tabaco e outras drogas; • - Promoção da cultura de paz e prevenção das violências; e • - Promoção da saúde ambiental e desenvolvimento sustentável.
  • 13.
    COMPONENTE II –Promoção e Prevenção à Saúde • Ações de segurança alimentar e promoção da alimentação saudável; • - Promoção das práticas corporais e atividade física nas escolas; • - Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE): educação para a saúde sexual, saúde reprodutiva e prevenção das DST/aids; • - Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE): prevenção ao uso de álcool e tabaco e outras drogas; • - Promoção da cultura de paz e prevenção das violências; e • - Promoção da saúde ambiental e desenvolvimento sustentável.
  • 14.
    COMPONENTE III –Formação a) Formação do Grupo de Trabalho Intersetorial (GTI) – Formação permanente, que se dá por meio de oficinas, ensino a distância e apoio institucional da esfera federal aos Estados e municípios e dos Estados aos municípios; b) Formação de Jovens Protagonistas para o PSE/SPE – Por meio da metodologia de educação de pares, busca-se a valorização do jovem como protagonista na defesa dos direitos à saúde. A publicação “Guia Adolescentes e Jovens para a Educação entre Pares” auxilia no desenvolvimento de ações de formação para promoção da saúde sexual e saúde reprodutiva, a partir do fortalecimento do debate e da participação juvenil;
  • 15.
    COMPONENTE III –Formação c) Formação de profissionais da educação e saúde nos temas relativos ao Programa Saúde na Escola – Realização de atividades de educação permanente de diversas naturezas, junto aos(às) professores(as), merendeiros(as), agentes comunitários de saúde, auxiliares de enfermagem, enfermeiros(as), médicos(as) e outros profissionais das escolas e das equipes de Saúde da Família, em relação aos vários temas de avaliação das condições de saúde, de prevenção e promoção da saúde, objeto das demais atividades propostas pelo PSE; d) Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas – Trata-se de uma parceria entre a Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD), Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC), Secretaria de Educação a Distância (SEED/ MEC) e Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD/ MEC). O curso é oferecido na modalidade a distância e possui carga horária de 120 horas e certificação expedida pela Universidade de Brasília (UnB);
  • 16.
    TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS PORPSF PSF SEDE TOTAL I II Maria Luiza Saboia Ribeiro 882 135 882 Herminio Barroso 903 136 903 Antônio Sales 751 200 751 Total: 2536 471 2536
  • 17.
    TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS PORPSF PSF CAMPO DE AVIAÇÃO TOTAL I II Maria Albuquerque Lima 535 350 535 Padre Luiz Bevilaqua Vieira 188 50 188 Maria Elisa Magalhães 206 150 206 Maria do Carmo Freire Sales 65 65 65 Total: 994 615 994
  • 18.
    TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS PORPSF PSF LAGOA TOTAL I II Pompilio de Sousa 467 100 467 Luis Alvez Cabral 16 16 16 Padre João da Rocha 946 149 946 Fca Santos Barroso C. Educacional 208 208 208 Total: 1637 473 1637
  • 19.
    TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS PORPSF PSF CARLOTAS TOTAL I II José Ferreira da Silva 214 214 214 Centro Comunitario Carlotas 114 114 114 Total: 328 328 328
  • 20.
    TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS PORPSF PSF RIACHO DOCE TOTAL I II Riacho Doce 405 374 405 Fca Helena Rocha de Sousa 126 126 126 Total: 531 500 531
  • 21.
    TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS PORPSF PSF SÃO PEDRO TOTAL I II Raimundo Agapito Gomes 11 11 11 Ezequiel V da Costa 192 120 192 Joaquim Soares de Almeida 163 163 163 Ciriado Vicente da Costa 129 80 129 Pedro Marques Alcantara 85 46 85 Pedro Antonino Gomes 194 127 194 Total: 774 547 774
  • 22.
    TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS PORPSF PSF JARDIM TOTAL I II Oseas Rodrigues Matos 68 68 68 Ma Yolanda Barroso 370 250 370 Maria Basilio Barbosa 157 80 157 Antonio Alberto de Sousa 12 12 12 Manoel Ferreira de Goes 20 20 20 Sabino Alves Brauna 232 127 232 Manoel Geraldo Lopes 162 80 162 Total: 1021 637 1021
  • 23.
    TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS PORPSF PSF POÇO DOCE TOTAL I II Rufino Vieira 490 400 490 Sonho de Criança 62 62 62 Pedro Juvencio Aguiar 14 14 14 Teresa Félix 10 10 10 Total: 576 486 576
  • 24.
    TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS PORPSF PSF QUATRO BOCAS TOTAL I II Isac da Rocha 338 290 338 Domingos Fco da Silva 247 160 247 Joaquim Juvencio Sobrinho 52 52 52 Total: 637 502 637
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    TERRITORIALIZAÇÃO ESCOLAS PORPSF PSF VOLTA TOTAL I II Fco Paes de Oliveira 271 271 271 Fco Goncalves de Melo 21 21 21 Domingos Matias 149 149 149 Total: 441 441 441
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