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1. Em Portugal, o Classicismo surgiu em meados de 1527, tendo como principais autores: 
a) Luiz de Camões; Sá de Miranda; Antônio Ferreira; Padre Antônio Vieira. 
b) Bernardo Bonaval; Luiz de Camões; Gregório de Matos. 
c) Padre Antônio Vieira; Almeida Garret; Luiz de Camões. 
d) Gregório de Matos; Padre Antônio Vieira; Almeida Garret; Luiz de Camões. 
e) Luiz de Camões; Sá de Miranda; Antônio Ferreira; Bernardim Ribeiro. 
2. Em Os Lusíadas, Camões: 
a) afasta-se dos modelos clássicos, criando a epopeia lusitana, um gênero intei ramente original na época. 
b) tem por objetivo criticar a ambição dos navegantes portugueses que abandonam a pátria à mercê dos inimigos para 
buscar ouro e glória em terras distantes. 
c) narra a viagem de Vasco da Gama às Índias. 
d) lamenta que, apesar de ter dominado os mares e descoberto novas terras, Portugal acabe subjugado pela Espanha. 
e) tem como objetivo elogiar a bravura dos portugueses e o faz através da narração dos episódios mais valorosos da 
colonização brasileira. 
3. Nas obras classicistas, são fortes as seguintes características: 
a) Valorização da fé; presença de elementos da cultura antiga; presença de figuras de linguagem; poesias 
acompanhadas de músicas. 
b) Presença e valorização de elementos da cultura clássica; equilíbrio entre razão e emoção, com valorização do 
racionalismo, do homem e da vida terrena; desejo de perfeição na estrutura poética a partir de novas formas e 
medidas. 
c) Ênfase na efemeridade do tempo; valorização da vida terrena; presença de figuras de linguagem; conflitos en tre 
razão e emoção. 
d) Sentimentalismo; exaltação da religião e da fé; desilusão e tédio; valorização da nobreza; presença de símbolos que 
remetem à cultura clássica. 
e) Equilíbrio entre razão e emoção; presença de símbolos que remetem à cultura clássica; valorização da vida terrena; 
desejo de poesias acompanhadas de músicas; ênfase da efemeridade do tempo. 
4. Em “Os Lusíadas”, de Luís Vaz de Camões, a narrativa que trata do “Velho Restelo”, está em oposição a certas 
concepções dominantes na sociedade portuguesa da época dos grandes descobrimentos, expressas pelo discurso que 
exalta a empresa navegadora posta em marcha pela Coroa Lusitana. Qual das alternativas abaixo justifica a afirmação: 
I) Esse velho, descontente com o empreendimento português de buscar do mundo novas partes, destrói ponto por 
ponto os ideais que levaram à epopeia das grandes navegações. Começa por desmitificar o ideal da fama, dizendo que 
ela nada mais é que a vontade de poder, fraude com que os poderosos atiçam as massas para fazê-las apoiar sua 
política expansionista. 
II) “Chamam-te Fama e Glória soberana / Nomes com que se o povo néscio engana. Esse desejo de mandar só produz 
danos. Mostra que o projeto ultramarino será um desastre para a sociedade portuguesa, ocasionando o 
despovoamento e o enfraquecimento do país, já que os homens válidos estarão mortos ou em outras terras e, em 
Portugal, estarão os velhos, as mulheres, os órfãos. 
III) Para ele, a empresa navegadora produzirá somente pobreza, adultério, desamparo. Execra ainda os chamados 
heróis civilizadores, aqueles que fizeram progredir a sociedade humana, por exemplo: Prometeu, que roubou o fogo 
do céu e deu aos homens; Dédalo, grande arquiteto que fabricou para seu filho Ícaro umas asas, presas com cera nos 
ombros, com cujo auxíl io pretendeu voar. Considera todo avanço técnico intrinsecamente mau, porque ocasionam a 
ruína de seus empreendedores. 
a) I e II b) I, II e III c) I e III d) II e) II e III
5. O Classicismo propriamente dito tem por limites cronológicos, em Portugal, as datas de: 
a) 1527 e 1580 
b) 1502 e 1578 
c) 1198 e 1434 
d) 1500 e 1601 
e) 1434 e 1516 
“Tu só, tu, puro amor, com força crua 
Que os corações humanos tanto obriga, 
Deste causa à molesta morte sua, 
Como se fora pérfida inimiga. 
Se dizem, fero Amor, que a sede tua 
Nem com lágrimas tristes se mitiga, 
É porque queres, áspero e tirano, 
Tuas aras banhar em sangue humano. 
Estavas, linda Inês, posta em sossego, 
De teus anos colhendo doce fruito, 
Naquele engano da alma ledo e cego, 
Que a fortuna não deixa durar muito, 
Nos saudosos campos do Mondego, 
De teus fermosos olhos nunca enxuito, 
Aos montes ensinando e às ervinhas, 
O nome que no peito escrito tinhas”. 
6. Os Lusíadas, obra de Camões, exemplifica o gênero épico na poesia portuguesa, entretanto oferece momentos em 
que o lirismo se expande, humanizando os versos. O episódio de Inês de Castro, do qual o trecho acima faz parte, é 
considerado o ponto alto do lirismo camoniano inserido em sua narrativa épica. Desse episódio, como um todo, pode 
afirmar-se que seu núcleo central: 
a) retrata a beleza de Inês, posta em sossego, ensinando aos montes o nome que no peito escrito tinha. 
b) celebra os amores secretos de Inês e de D. Pedro e o casamento solene e festivo de ambos. 
c) tem como tema básico a vida simples de Inês de Castro, legítima herdeira do trono de Portugal. 
d) personifica e exal ta o Amor, mais forte que as conveniências e causa da tragédia de Inês. 
e) relata em versos livres a paixão de Inês pela natureza e pelos filhos e sua elevação ao trono português. 
7. Dos episódios “Inês de Castro” e “O Velho do Restelo”, da obra Os Lusíadas, de Luiz de Camões, NÃO é possível 
afirmar que: 
a) “O Velho do Restelo”, numa antevisão profética, previu os desastres futuros que se abateriam sobre a Pátria e que 
arrastariam a nação portuguesa a um destino de enfraquecimento e marasmo. 
b) “Inês de Castro” caracteriza, dentro da epopeia camoniana, o gênero lírico porque é um episódio que narra os 
amores impossíveis entre Inês e seu amado Pedro. 
c) Restelo era o nome da praia em frente ao templo de Belém, de onde partiam as naus portuguesas nas aventuras 
marítimas. 
d) tanto “Inês de Castro” quanto “O Velho do Restelo” são episódios que ilustram poeticamente diferentes 
circunstâncias da vida portuguesa. 
e) o Velho, um dos muitos espectadores na praia, engrandecia com sua fala as façanhas dos navegadores, a nobreza 
guerreira e a máquina mercantil lusitana. 
8. Em Os Lusíadas, as falas de Inês de Castro e do Velho do Restelo têm em comum: 
a) a ausência de elementos de mitologia da Antiguidade clássica. 
b) a manifestação de apego a Portugal, cujo terr itório essas personagens se recusavam a abandonar. 
c) a presença de recursos expressivos de natureza oratória. 
d) a condenação enfática do heroísmo guerreiro e conquistador. 
e) o emprego de uma linguagem simples e direta, que se contrapõe à solenidade do poema épico. 
GABARITO E, C, B, A, B, D, A, C.
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Prova 2 bim - ENSINO MÉDIO

  • 1. 1. Em Portugal, o Classicismo surgiu em meados de 1527, tendo como principais autores: a) Luiz de Camões; Sá de Miranda; Antônio Ferreira; Padre Antônio Vieira. b) Bernardo Bonaval; Luiz de Camões; Gregório de Matos. c) Padre Antônio Vieira; Almeida Garret; Luiz de Camões. d) Gregório de Matos; Padre Antônio Vieira; Almeida Garret; Luiz de Camões. e) Luiz de Camões; Sá de Miranda; Antônio Ferreira; Bernardim Ribeiro. 2. Em Os Lusíadas, Camões: a) afasta-se dos modelos clássicos, criando a epopeia lusitana, um gênero intei ramente original na época. b) tem por objetivo criticar a ambição dos navegantes portugueses que abandonam a pátria à mercê dos inimigos para buscar ouro e glória em terras distantes. c) narra a viagem de Vasco da Gama às Índias. d) lamenta que, apesar de ter dominado os mares e descoberto novas terras, Portugal acabe subjugado pela Espanha. e) tem como objetivo elogiar a bravura dos portugueses e o faz através da narração dos episódios mais valorosos da colonização brasileira. 3. Nas obras classicistas, são fortes as seguintes características: a) Valorização da fé; presença de elementos da cultura antiga; presença de figuras de linguagem; poesias acompanhadas de músicas. b) Presença e valorização de elementos da cultura clássica; equilíbrio entre razão e emoção, com valorização do racionalismo, do homem e da vida terrena; desejo de perfeição na estrutura poética a partir de novas formas e medidas. c) Ênfase na efemeridade do tempo; valorização da vida terrena; presença de figuras de linguagem; conflitos en tre razão e emoção. d) Sentimentalismo; exaltação da religião e da fé; desilusão e tédio; valorização da nobreza; presença de símbolos que remetem à cultura clássica. e) Equilíbrio entre razão e emoção; presença de símbolos que remetem à cultura clássica; valorização da vida terrena; desejo de poesias acompanhadas de músicas; ênfase da efemeridade do tempo. 4. Em “Os Lusíadas”, de Luís Vaz de Camões, a narrativa que trata do “Velho Restelo”, está em oposição a certas concepções dominantes na sociedade portuguesa da época dos grandes descobrimentos, expressas pelo discurso que exalta a empresa navegadora posta em marcha pela Coroa Lusitana. Qual das alternativas abaixo justifica a afirmação: I) Esse velho, descontente com o empreendimento português de buscar do mundo novas partes, destrói ponto por ponto os ideais que levaram à epopeia das grandes navegações. Começa por desmitificar o ideal da fama, dizendo que ela nada mais é que a vontade de poder, fraude com que os poderosos atiçam as massas para fazê-las apoiar sua política expansionista. II) “Chamam-te Fama e Glória soberana / Nomes com que se o povo néscio engana. Esse desejo de mandar só produz danos. Mostra que o projeto ultramarino será um desastre para a sociedade portuguesa, ocasionando o despovoamento e o enfraquecimento do país, já que os homens válidos estarão mortos ou em outras terras e, em Portugal, estarão os velhos, as mulheres, os órfãos. III) Para ele, a empresa navegadora produzirá somente pobreza, adultério, desamparo. Execra ainda os chamados heróis civilizadores, aqueles que fizeram progredir a sociedade humana, por exemplo: Prometeu, que roubou o fogo do céu e deu aos homens; Dédalo, grande arquiteto que fabricou para seu filho Ícaro umas asas, presas com cera nos ombros, com cujo auxíl io pretendeu voar. Considera todo avanço técnico intrinsecamente mau, porque ocasionam a ruína de seus empreendedores. a) I e II b) I, II e III c) I e III d) II e) II e III
  • 2. 5. O Classicismo propriamente dito tem por limites cronológicos, em Portugal, as datas de: a) 1527 e 1580 b) 1502 e 1578 c) 1198 e 1434 d) 1500 e 1601 e) 1434 e 1516 “Tu só, tu, puro amor, com força crua Que os corações humanos tanto obriga, Deste causa à molesta morte sua, Como se fora pérfida inimiga. Se dizem, fero Amor, que a sede tua Nem com lágrimas tristes se mitiga, É porque queres, áspero e tirano, Tuas aras banhar em sangue humano. Estavas, linda Inês, posta em sossego, De teus anos colhendo doce fruito, Naquele engano da alma ledo e cego, Que a fortuna não deixa durar muito, Nos saudosos campos do Mondego, De teus fermosos olhos nunca enxuito, Aos montes ensinando e às ervinhas, O nome que no peito escrito tinhas”. 6. Os Lusíadas, obra de Camões, exemplifica o gênero épico na poesia portuguesa, entretanto oferece momentos em que o lirismo se expande, humanizando os versos. O episódio de Inês de Castro, do qual o trecho acima faz parte, é considerado o ponto alto do lirismo camoniano inserido em sua narrativa épica. Desse episódio, como um todo, pode afirmar-se que seu núcleo central: a) retrata a beleza de Inês, posta em sossego, ensinando aos montes o nome que no peito escrito tinha. b) celebra os amores secretos de Inês e de D. Pedro e o casamento solene e festivo de ambos. c) tem como tema básico a vida simples de Inês de Castro, legítima herdeira do trono de Portugal. d) personifica e exal ta o Amor, mais forte que as conveniências e causa da tragédia de Inês. e) relata em versos livres a paixão de Inês pela natureza e pelos filhos e sua elevação ao trono português. 7. Dos episódios “Inês de Castro” e “O Velho do Restelo”, da obra Os Lusíadas, de Luiz de Camões, NÃO é possível afirmar que: a) “O Velho do Restelo”, numa antevisão profética, previu os desastres futuros que se abateriam sobre a Pátria e que arrastariam a nação portuguesa a um destino de enfraquecimento e marasmo. b) “Inês de Castro” caracteriza, dentro da epopeia camoniana, o gênero lírico porque é um episódio que narra os amores impossíveis entre Inês e seu amado Pedro. c) Restelo era o nome da praia em frente ao templo de Belém, de onde partiam as naus portuguesas nas aventuras marítimas. d) tanto “Inês de Castro” quanto “O Velho do Restelo” são episódios que ilustram poeticamente diferentes circunstâncias da vida portuguesa. e) o Velho, um dos muitos espectadores na praia, engrandecia com sua fala as façanhas dos navegadores, a nobreza guerreira e a máquina mercantil lusitana. 8. Em Os Lusíadas, as falas de Inês de Castro e do Velho do Restelo têm em comum: a) a ausência de elementos de mitologia da Antiguidade clássica. b) a manifestação de apego a Portugal, cujo terr itório essas personagens se recusavam a abandonar. c) a presença de recursos expressivos de natureza oratória. d) a condenação enfática do heroísmo guerreiro e conquistador. e) o emprego de uma linguagem simples e direta, que se contrapõe à solenidade do poema épico. GABARITO E, C, B, A, B, D, A, C.
  • 3. ALUNO(A): _____________________________________ TURMA: _________ DATA: __________ 1 2 3 4 5 6 7 8 ALUNO(A): _____________________________________ TURMA: _________ DATA: __________ 1 2 3 4 5 6 7 8 ALUNO(A): _____________________________________ TURMA: _________ DATA: __________ 1 2 3 4 5 6 7 8 ALUNO(A): _____________________________________ TURMA: _________ DATA: __________ 1 2 3 4 5 6 7 8 ALUNO(A): _____________________________________ TURMA: _________ DATA: __________ 1 2 3 4 5 6 7 8 ALUNO(A): _____________________________________ TURMA: _________ DATA: __________ 1 2 3 4 5 6 7 8 ALUNO(A): _____________________________________ TURMA: _________ DATA: __________ 1 2 3 4 5 6 7 8