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  • 14. A LÍRICA CAMONIANA Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer; É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É cuidar que se ganha em se perder; É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É ter com quem nos mata lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade, Se tão contrário a si é o mesmo amor?
  • 15. A LÍRICA CAMONIANA Descalça vai para a fonte Leonor, pela verdura; vai formosa e não segura. Leva na cabeça o pote, o testo nas mãos de prata, cinta de fina escarlata, sainho de chamalote; traz a vasquinha de cote, mais branca que a neve pura; vai formosa e não segura. Descobre a touca a garganta, cabelos de ouro o trançado, fita de cor de encarnado… tão linda que o mundo espanta! chove nela graça tanta que dá graça à formosura; vai formosa, e não segura.
  • 16.  
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  • 18.
  • 20. Estrutura Narrativa A) Proposição (estrofes 1 a 3; canto I) B) Invocação (4 e 5; I) C) Dedicatória (6 a 18; I) D) Narração (estrofe 19, canto I; estrofe 144, canto X) E) Epílogo (estrofes 145 a 156, canto X)
  • 21.
  • 22. O Narrador * Cantos I e II: Camões * Cantos III, IV e V: Vasco da Gama * Canto VI (parte): Fernão Veloso * Canto VI (parte) e VII: Camões * Canto VIII: Paulo da Gama * Cantos IX e X: Camões
  • 23. Canto I - * Proposição (cantar os feitos portugueses - a saga de Vasco da Gama) (1-3) -  *Invocação às ninfas do Tejo (4-5) -  * Dedicatória a Dom Sebastião Menino (6-18) -  * Concílio dos deuses do Olimpo (19-41) - * Chegada a Moçambique. Vasco é atacado pelo Mouro, inspirado por Baco, por ser Cristão. (42-94) - * O falso piloto. Vasco, com os outros portugueses, triunfa e aceita como piloto o mouro que recebera a incumbência de os aniquilar. Vênus afasta a armada da costa de Quíloa. Novas tentativas do mouro e nova intervenção de Vênus.Chegada a Mombaça.. (95-104) -  * Meditação moral do poeta (105-106)
  • 24.
  • 25. Canto III * Invocação à Calíope (1 e 2) * Vasco da Gama conta ao Rei de Melinde a História de Portugal (21-117) * De Luso a Viriato (chefe da resistência dos lusitanos por ocasião da conquista romana da Espanha); * Conde D. Henrique (tornou-se conde de Portugal em 1095 pelo casamento com a princesa de Leão); * D. Afonso Henriques (1º rei de Portugal, 1111-1185, notável por suas conquistas); * D. Sancho I, D. Afonso II, D. Sancho II, D. Afonso III;
  • 26.
  • 27. Canto IV * D. João I (Fundador da dinastia de Avis, vencedor de Aljubarrota (1385); (1-93) * D. Duarte, D. Afonso V, D. João II; (1-93) * D. Manuel I ( episódio do Velho do Restelo). (94-104)
  • 28. Canto V * Gama conta a largada de Lisboa. (1-3) * A viagem pela costa ocidental da África (4-30) * Veloso (30-36) * Cabo das Tormentas – o Gigante Adamastor (37-60) * Navegação até Melinde.(61-85) * Elogios, pelo Gama, da tenacidade portuguesa. (86-91) * Poeta coloca-se contra os portugueses, seus contemporâneos, por não valorizarem a poesia e a técnica que lhe corresponde. (92-100)
  • 29. Canto VI * Viagem para a Índia * Baco incita Netuno a convocar o Concílio dos Deuses Marinhos * Éolo solta os Ventos * Vênus manda as ninfas amorosas abrandarem a ira dos ventos * Passa a tempestade, aparece Calecut. Incomparável meditação sobre o valor da glória. Canto VII * Chegada à Índia. Camões lamenta seu sofrimento e apela às Musas.
  • 30. Canto VIII * Problemas com os mouros. Intrigas promovidas por Baco. Canto IX * Regresso à Pátria. Vênus prepara o repouso e o prêmio para os navegantes portugueses, com a ajuda do filho Cupido. * A Ilha dos Amores, onde as ninfas aliviarão o cansaço dos navegadores * Tétis aparece a Vasco da Gama * Exortação aos que suspiram por imortalizar seu nome.
  • 31. Canto X * Tétis e as Ninfas oferecem banquete aos navegantes. * Uma Ninfa descreve aos portugueses os seus futuros feitos. * Tétis mostra ao Gama a máquina do mundo * Viagem de retorno * Chegada a Portugal * Lamentações, exortação a D. Sebastião e profecias de futuras glórias
  • 32.  
  • 33.  
  • 34.  
  • 35. Musa Arte Representação Calíope Poesia Épica Tabuleta ou pergaminho e uma pena para escrita Clio História Pergaminho parcialmente aberto Frato Poesia Lírica Pequena Lira Euterpe Música Flauta Melpômene Tragédia Uma máscara trágica, uma grinalda e uma clava Polímnia Música Cerimonial (sacra) Figura velada Tália Comédia Máscara cômica e coroa de hera ou um bastão Terpsícore Dança Lira e plectro Urânia Astronomia Globo celestial e compasso
  • 36. Dom Sebastião (1554-1578), rei de Portugal, óleo de Cristóvão de Morais.