ProdutoCartesian
o
Par ordenado (x, y):
Entendemos por par ordenado um conjunto de dois
elementos, sendo:
Exemplo:
Dados os conjuntos A={2, 3} e B={1, 3, 5}, teremos:
A x B =
Produto cartesiano:
{(2, 1),(2, 3),(2, 5),(3, 1),(3, 3),(3, 5)}
O primeiro elemento é do conjunto A e o segundo é do B.
Essa forma de representação é denominada forma tabular.
Forma gráfica:
A x B = {(2, 1),(2, 3),(2, 5),(3, 1),(3, 3),(3, 5)} {(1, 2), (3, 2), (5, 2),(1, 3), (3, 3), (5, 3)}
A = {2, 3} e B = {1, 3, 5}
B x A =
Relaçã
o
Relação Binária:
{(2, 2),(2, 4),(2, 5),
Seja A = {2, 3, 4} e B = {2, 4, 5, 6, 7, 8, 9}, temos:
A x B =
Chamamos de relação binária de A em B qualquer subconjunto do
produto cartesiano A x B.
(2, 6),(2, 7),(2, 8),(2, 9),(3, 2),(3, 4),(3, 5),
(3, 6), (3, 7),(3, 8), (3, 9),(4, 2),(4, 4),(4, 5),(4, 6),(4, 7),(4, 8),(4, 9)}
Chamemos uma relação binária R do produto cartesiano A x B, em
que y é o consecutivo do dobro de x.
R= {(2, 5),
A equação y = 2x + 1 é a Lei da relação R.
(3, 7),(4, 9)}
Diagrama de flechas:
• 2
• 3
• 4
• 6
A B
A = {2, 3, 4} e B = {2, 4, 5, 6, 7, 8, 9}
R={(2, 5),(3, 7), (4, 9)}
• 2
• 4
• 5
• 7
• 8
• 9
D = {2, 3, 4} são os primeiros elementos da relação R.
CD = {2, 4, 5, 6, 7, 8, 9} são os elementos do conjunto B.
Im = {5, 7, 9} são os elementos do conj. B que fazem parte
da relação.
D = domínio
CD = contradomínio
Im = imagem
Exemplo:
• 1
• 3
• 4
A B
A = {1, 3, 4, 7} e B = {2, 3, 5, 9}
R= {(3, 2), (4, 3)}
• 2
• 3
• 5
• 9
D = {3 , 4} são os primeiros elementos da relação R.
CD = {2, 3, 5, 9} são os elementos do conjunto B.
Im = {2, 3} são os elementos do conj. B que fazem parte da relação.
D = domínio
CD = contradomínio
Im = imagem
• 7
R
Exemplo:
• 1
• 3
• 4
A B
A = {1, 3, 4, 7} e B = {2, 3, 5, 8}
R= {(2, 1), (8, 7)}
• 2
• 3
• 5
• 8
D = {2, 5, 8} são os primeiros elementos da relação R.
CD = {1, 3, 4, 7} são os elementos do conjunto A.
Im = {1, 4, 7} são os elementos do conj. A que fazem parte da relação.
• 7
(5, 4),
R
Gráfico cartesiano:
A = {1, 3, 4, 7} e B = {2, 3, 5, 9}
R= {(3, 2), (4, 3)}
Definição:
Função é uma relação binária em que cada elemento x do conj. A
corresponde a um único elemento y do conj. B.
f: A → B lê-se: f é função de A em B.
Sejam A e B conjuntos não-vazios.
Exemplos:
• 1
• 3
• 4
A B
• 2
• 3
• 5
a) R1 é uma função de A em
B, pois cada elemento do
conj. A corresponde a um
único elemento do conj. B.
R1
• 1
• 3
• 4
A B
• 2
• 3
• 5
b) R2 é uma função de A em B,
pois cada elemento do conj.
A corresponde a um único
elemento do conj. B.
R2
• 1
• 3
A B
• 2
• 3
• 5
c) R3 não é uma função de A
em B, pois o elemento 3 do
conj. A corresponde a dois
elementos do conj. B.
R3
• 3
A B
• 2
• 3
• 5
d) R4 não é uma função de A
em B, pois o elemento 3 do
conj. A corresponde a três
elementos do conj. B.
R4
• 1
• 3
A B
• 2
• 3
• 5
e) R3 não é uma função de A
em B, pois o elemento 4 do
conj. A não corresponde a
um elemento do conj. B.
R5
• 4
• .
Quais diagramas representam funções?
a)
• 8
• 7
• 6
• 9
• 8
• 7
b)
• –1
• 2
• 4
• 1
• 3
c)
• 3
• 3
d)
• 6
• –12
• 12
e)
• 4
• 7
• 2
• 8
• 3
f)
• –2
• –3
• –1
• 0
• 0
2
A B A B A B
A B A B A B
Sim Não Sim
Não Sim Não
Sejam os conjuntos:
A= {–1, 0, 1, 2, 3} e B= {–3, –2, –1, 0, 1, 2} e a relação
R= {(–1, –3), (0, –2), (1, –1), (2, 0), (3, 1)}
e
• –1
• 0
• 0
• 2
R
• 1
• 2
• –3
• –2
• –1
• 1
A B
• 3
• 1
• 3
• 4
A B
• 2
• 3
• 5
Considerando uma função f: A→B, temos:
f
Domínio, Contradomínio e Imagem de uma função:
D(f) = A lê-se: o domínio da função f é igual ao conjunto A.
CD(f) = B lê-se: o contradomínio da função f é igual ao conjunto B.
Im(f) = {2, 3} lê-se: o conj. imagem da função f está contido no CD.
D(f) = {1, 3, 4}
CD(f) = {2, 3, 5}
Im(f) = {2, 3}
–2.32
–3–2x2
–3 =
Imagem de um elemento:
a) Considerando a função f(x)= x + 2, temos:
f:(1) = 1 + 2 = 3 (a imagem de 1 pela função f é f(1) = 3)
f:(–2) = –2 + 2 = 0 (a imagem de –2 pela função f é f(– 2) = 0)
b) Considerando a função f(x)= –2x2
– 3, temos:
f:(3) = = –2.9 –3
(a imagem de 3 pela função f é f(3) = – 21)
= –18 –3 = –21
f:(–1) = –2.(–1)2
–3
(a imagem de –1 pela função f é f(–1) = – 5)
= –2.1 –3 = –2 –3 = –5
x + 2f:(x) =
f:(x) = x + 2
f:(x) =
f:(x) = –2x2
–3 =
Raiz ou zero de uma função:
Dada a função f de A em B, chamamos raiz (ou zero) da função
todo elemento de A cuja imagem é zero.
(portanto 3 não é raiz da função, pois
–2.32
–3
f:(–2) = –2 + 2 = 0
(portanto –2 é raiz da função, ou seja, f(– 2) = 0)
f:(3) = = –2.9 –3 = –18 –3 = –21
a) Na função f:IR→IR dada por f(x) = x + 2, temos:
b) Na função f:IR→IR dada por f(x) = –2x2
– 3, temos:
No gráfico temos:
Os pontos a, b e c são raízes de f.
f
Qualidade de uma função:
Função injetora:
Exemplo: Dados os conjuntos A= {–1, 0, 1} e B= {–1, 1, 2, 3},
determinar a função f:A→B definida pela lei y = 2x +1.
• –1
• 0
• 1
A B
• –1
• 1
• 2
f
• 3
x= –1
y= 2.(–1) + 1
y = –2 +1
y= – 1
x= 0
y= 2.0 + 1
y = 0 +1
y= 1
x= 1
y= 2.1 + 1
y = 2 +1
y= 3
OBS: Cada elemento de A corresponde
apenas a um elemento em B.
Função sobrejetora:
Seja f uma função de A em B (f:A→B). Dizemos que f é uma função
sobrejetora (ou sobrejetiva) se o conj. imagem for igual ao conj. B.
Exemplo: Dados os conjuntos A= {–1, 1, 2} e B= {1, 7},
determinar a função f:A→B definida pela lei y= 2x2
–1.
• –1
• 1
• 2
A B
• 1
• 7
f
x= –1
y= 2.(–1)2
– 1
y = 2. 1–1
y= 2 – 1
y= 1
OBS: Cada elemento de B é imagem de
pelo menos um elemento de A.
Im(f) = B ou Im(f) = CD(f)
x= 1
y= 2.12
– 1
y = 2. 1–1
y= 2 – 1
y= 1
x= 2
y= 2.22
– 1
y = 2. 4–1
y= 8 – 1
y= 7
x= 0
y= 2.0 – 1
y= 0 – 1
y= –1
x= 2
y= 2.2 – 1
y = 4 –1
y= 3
x= 4
y= 2.4 – 1
y= 8 – 1
y= 7
Função bijetora:
Seja f uma função de A em B (f:A→B). Dizemos que f é uma função
bijetora (ou bijetiva) se for injetora e sobrejetora ao mesmo tempo.
Neste caso, cada elemento distinto de A corresponde a um elemento
distinto em B (injetora) e Im(f) = B (sobrejetora).
Exemplo: Dados os conjuntos A= {0, 2, 4} e B= {–1, 3, 7},
determinar a função f:A→B definida pela lei y= 2x –1.
• 0
• 2
• 4
A B
• –1
• 3
f
OBS: Cada elemento de B é imagem de pelo menos um elemento de
A e cada elemento de A possui uma imagem distinta em B.
• 7
Domínio de uma função real:
Determinar o domínio de uma função em IR, é determinar o
subconjunto de IR, formados por todos os valores de x possíveis,
para que as expressões resultem em um número real.
Exemplos:
Determine o domínio, em IR, das funções:
a)
.
5x2
x3
)x(f
−
+
= .
5
6x2
)x(f
−
=
b)
.
2x
3
)x(f
+
=
x + 2 > 0
x > 0 –2
x > –2
4x + 4 > 0
4x > –4
xx)x(f 3
+=
Não há restrição. Qualquer n.º
real é possível. D(f) = IR
.5x)x(f −=
f)
g)
.
8x
1
)x(f
−
=
d)
4x4
1x
)x(f
+
+
=
x > –1
x > –4/4
5x
8x
1
)x(f −+
−
=
Conforme as atividades a e b, temos
O conectivo “e” indica a intersecção das soluções.
5.≥xe8≠x
8≠x
5≥x
( ) ( )II∩I
Logo: D(f) = {x ∈ IR| }.5≥xe8≠x
( )I
( )II
Função inversa:
Exemplo:
Dados os conjuntos A= {1, 2, 3} e B= {6, 7, 8}, sendo f:A→B
definida pela lei f(x)= x + 5.
Teremos: f= {(1,6), (2, 7), (3, 8)}
• 1
• 2
• 3
A B
• 6
• 7
• 8
f
e f-1
= {(6, 1), (7, 2), (8, 3)}
• 1
• 2
• 3
A B
• 6
• 7
• 8
f -1
y= x + 5 y= x – 5
Obtendo a função inversa:
Exemplo 1: Seja a função: y= x + 5 na lei de correspondência f:A→B.
Troca-se o x por y e vice-versa. Então teremos:
x= y + 5
Isola-se o y.
x – 5 = y Ou y= x – 5 Lei de correspondência da função f-1
.
Exemplo 2: Determinar a lei da função inversa de:
,
1x
2+x
=y
1y
2y
x
−
+
=
2y)1y(x +=−
2yxxy +=−
2xyxy +=−
2x)1x(y +=−
1x
2x
y
−
+
=
A lei da inversa é
igual
a lei da função dada.
-1≠xpara
Exemplo 3: Dada a função, calcule f-1
(4) de:
2x3)x(f −=
Primeiro calcula-se f-1
(x).
2x3y −=
2y3x −=
y32x =+
2xy3 +=
3
2x
y
+
=
Ou seja,
3
2x
)x(f 1 +
=−
Portanto,
3
24
)4(1 +
=−
f
3
6
)4(1
=−
f
2)4(1
=−
f
Função composta:
Observe as tabelas:
Percurso
(km)
Consumo
(L)
10 1
20 2
30 3
40 4
Consumo
(L)
Custo
(R$)
1 12,00
2 24,00
3 36,00
4 48,00
Percurso
(km)
Custo
(R$)
10 12,00
20 24,00
30 36,00
40 48,00
f(x)= 0,1x
g(x)= 12x
h(x)= 1,2x
Fazendo a composição das duas
tabelas, podemos obter o custo do
percurso sem verificar o consumo.
Essa lei é obtida fazendo a
composição entre as funções g(x)
e f(x), ou seja:
g o f(x) = g[f(x)] = 12.[f(x)]
g o f(x) = 12.(0,1x)
h(x) = g o f(x) = 1,2x
Em diagramas:
• 10
• 20
• 30
A
C
• 12
• 24
• 36
• 1
• 2
• 3
B
Percurso (km) Custo (R$)
Consumo (L)
• 4
• 40
• 48
Observe que CD(f) = D(g)
h
f g
Então: h é g o f (função composta de g com f)
Exemplos:
Dadas as funções f e g de IR em IR determine g o f e f o g:
a) f(x)= x + 3 e g(x)= x2
– 5.
(g o f)(x)= g[f(x)]
(g o f)(x)= [f(x)]2
– 5
(g o f)(x)= [x + 3]2
– 5
(g o f)(x)= x2
+6x + 9 – 5
(g o f)(x)= x2
+6x + 4
(f o g)(x)= f[g(x)]
(f o g)(x)= [g(x)] + 3
(f o g)(x)= x2
– 5 + 3
(f o g)(x)= x2
– 2
g o f f o g
b) f(x)= x + 5 e g(x)= x2
– 1.
(g o f)(x)= g[f(x)]
(g o f)(x)= [f(x)]2
– 1
(g o f)(x)= [x + 5]2
– 1
(g o f)(x)= x2
+10x + 25 – 1
(g o f)(x)= x2
+10x + 24
(f o g)(x)= f[g(x)]
(f o g)(x)= [g(x)] + 5
(f o g)(x)= x2
– 1 + 5
(f o g)(x)= x2
+ 4
g o f f o g
Dadas as funções f e g de IR em IR determine g o f e f o g:
Dada a função f de d(f)= IR – {1, 2}, determine f[f(x)]:
c)
f o f
1x
1
)x(f
−
=
)]x(f[f)x)(fof( =
1)x(f
1
)]x(f[f
−
=
1
1x
1
1
)]x(f[f
−
−
=
1x
1x1
1
)]x(f[f
−
+−
=
1x
x2
1
)]x(f[f
−
−
=
x2
1x
)]x(f[f
−
−
=
Inverso do n.º
Escola Estadual
Professor Levindo
Lambert
Estruturado por:
Sirlene Ramos Alkmim
Ano 2009/2010

Produto cartesiano - Relação - Função

  • 2.
  • 3.
    Par ordenado (x,y): Entendemos por par ordenado um conjunto de dois elementos, sendo: Exemplo: Dados os conjuntos A={2, 3} e B={1, 3, 5}, teremos: A x B = Produto cartesiano: {(2, 1),(2, 3),(2, 5),(3, 1),(3, 3),(3, 5)} O primeiro elemento é do conjunto A e o segundo é do B. Essa forma de representação é denominada forma tabular.
  • 4.
    Forma gráfica: A xB = {(2, 1),(2, 3),(2, 5),(3, 1),(3, 3),(3, 5)} {(1, 2), (3, 2), (5, 2),(1, 3), (3, 3), (5, 3)} A = {2, 3} e B = {1, 3, 5} B x A =
  • 5.
  • 6.
    Relação Binária: {(2, 2),(2,4),(2, 5), Seja A = {2, 3, 4} e B = {2, 4, 5, 6, 7, 8, 9}, temos: A x B = Chamamos de relação binária de A em B qualquer subconjunto do produto cartesiano A x B. (2, 6),(2, 7),(2, 8),(2, 9),(3, 2),(3, 4),(3, 5), (3, 6), (3, 7),(3, 8), (3, 9),(4, 2),(4, 4),(4, 5),(4, 6),(4, 7),(4, 8),(4, 9)} Chamemos uma relação binária R do produto cartesiano A x B, em que y é o consecutivo do dobro de x. R= {(2, 5), A equação y = 2x + 1 é a Lei da relação R. (3, 7),(4, 9)}
  • 7.
    Diagrama de flechas: •2 • 3 • 4 • 6 A B A = {2, 3, 4} e B = {2, 4, 5, 6, 7, 8, 9} R={(2, 5),(3, 7), (4, 9)} • 2 • 4 • 5 • 7 • 8 • 9 D = {2, 3, 4} são os primeiros elementos da relação R. CD = {2, 4, 5, 6, 7, 8, 9} são os elementos do conjunto B. Im = {5, 7, 9} são os elementos do conj. B que fazem parte da relação. D = domínio CD = contradomínio Im = imagem
  • 8.
    Exemplo: • 1 • 3 •4 A B A = {1, 3, 4, 7} e B = {2, 3, 5, 9} R= {(3, 2), (4, 3)} • 2 • 3 • 5 • 9 D = {3 , 4} são os primeiros elementos da relação R. CD = {2, 3, 5, 9} são os elementos do conjunto B. Im = {2, 3} são os elementos do conj. B que fazem parte da relação. D = domínio CD = contradomínio Im = imagem • 7 R
  • 9.
    Exemplo: • 1 • 3 •4 A B A = {1, 3, 4, 7} e B = {2, 3, 5, 8} R= {(2, 1), (8, 7)} • 2 • 3 • 5 • 8 D = {2, 5, 8} são os primeiros elementos da relação R. CD = {1, 3, 4, 7} são os elementos do conjunto A. Im = {1, 4, 7} são os elementos do conj. A que fazem parte da relação. • 7 (5, 4), R
  • 10.
    Gráfico cartesiano: A ={1, 3, 4, 7} e B = {2, 3, 5, 9} R= {(3, 2), (4, 3)}
  • 11.
    Definição: Função é umarelação binária em que cada elemento x do conj. A corresponde a um único elemento y do conj. B. f: A → B lê-se: f é função de A em B. Sejam A e B conjuntos não-vazios. Exemplos: • 1 • 3 • 4 A B • 2 • 3 • 5 a) R1 é uma função de A em B, pois cada elemento do conj. A corresponde a um único elemento do conj. B. R1
  • 12.
    • 1 • 3 •4 A B • 2 • 3 • 5 b) R2 é uma função de A em B, pois cada elemento do conj. A corresponde a um único elemento do conj. B. R2 • 1 • 3 A B • 2 • 3 • 5 c) R3 não é uma função de A em B, pois o elemento 3 do conj. A corresponde a dois elementos do conj. B. R3
  • 13.
    • 3 A B •2 • 3 • 5 d) R4 não é uma função de A em B, pois o elemento 3 do conj. A corresponde a três elementos do conj. B. R4 • 1 • 3 A B • 2 • 3 • 5 e) R3 não é uma função de A em B, pois o elemento 4 do conj. A não corresponde a um elemento do conj. B. R5 • 4
  • 14.
    • . Quais diagramasrepresentam funções? a) • 8 • 7 • 6 • 9 • 8 • 7 b) • –1 • 2 • 4 • 1 • 3 c) • 3 • 3 d) • 6 • –12 • 12 e) • 4 • 7 • 2 • 8 • 3 f) • –2 • –3 • –1 • 0 • 0 2 A B A B A B A B A B A B Sim Não Sim Não Sim Não
  • 15.
    Sejam os conjuntos: A={–1, 0, 1, 2, 3} e B= {–3, –2, –1, 0, 1, 2} e a relação R= {(–1, –3), (0, –2), (1, –1), (2, 0), (3, 1)} e • –1 • 0 • 0 • 2 R • 1 • 2 • –3 • –2 • –1 • 1 A B • 3
  • 16.
    • 1 • 3 •4 A B • 2 • 3 • 5 Considerando uma função f: A→B, temos: f Domínio, Contradomínio e Imagem de uma função: D(f) = A lê-se: o domínio da função f é igual ao conjunto A. CD(f) = B lê-se: o contradomínio da função f é igual ao conjunto B. Im(f) = {2, 3} lê-se: o conj. imagem da função f está contido no CD. D(f) = {1, 3, 4} CD(f) = {2, 3, 5} Im(f) = {2, 3}
  • 17.
    –2.32 –3–2x2 –3 = Imagem deum elemento: a) Considerando a função f(x)= x + 2, temos: f:(1) = 1 + 2 = 3 (a imagem de 1 pela função f é f(1) = 3) f:(–2) = –2 + 2 = 0 (a imagem de –2 pela função f é f(– 2) = 0) b) Considerando a função f(x)= –2x2 – 3, temos: f:(3) = = –2.9 –3 (a imagem de 3 pela função f é f(3) = – 21) = –18 –3 = –21 f:(–1) = –2.(–1)2 –3 (a imagem de –1 pela função f é f(–1) = – 5) = –2.1 –3 = –2 –3 = –5 x + 2f:(x) = f:(x) = x + 2 f:(x) = f:(x) = –2x2 –3 =
  • 18.
    Raiz ou zerode uma função: Dada a função f de A em B, chamamos raiz (ou zero) da função todo elemento de A cuja imagem é zero. (portanto 3 não é raiz da função, pois –2.32 –3 f:(–2) = –2 + 2 = 0 (portanto –2 é raiz da função, ou seja, f(– 2) = 0) f:(3) = = –2.9 –3 = –18 –3 = –21 a) Na função f:IR→IR dada por f(x) = x + 2, temos: b) Na função f:IR→IR dada por f(x) = –2x2 – 3, temos:
  • 19.
    No gráfico temos: Ospontos a, b e c são raízes de f. f
  • 20.
    Qualidade de umafunção: Função injetora: Exemplo: Dados os conjuntos A= {–1, 0, 1} e B= {–1, 1, 2, 3}, determinar a função f:A→B definida pela lei y = 2x +1. • –1 • 0 • 1 A B • –1 • 1 • 2 f • 3 x= –1 y= 2.(–1) + 1 y = –2 +1 y= – 1 x= 0 y= 2.0 + 1 y = 0 +1 y= 1 x= 1 y= 2.1 + 1 y = 2 +1 y= 3 OBS: Cada elemento de A corresponde apenas a um elemento em B.
  • 21.
    Função sobrejetora: Seja fuma função de A em B (f:A→B). Dizemos que f é uma função sobrejetora (ou sobrejetiva) se o conj. imagem for igual ao conj. B. Exemplo: Dados os conjuntos A= {–1, 1, 2} e B= {1, 7}, determinar a função f:A→B definida pela lei y= 2x2 –1. • –1 • 1 • 2 A B • 1 • 7 f x= –1 y= 2.(–1)2 – 1 y = 2. 1–1 y= 2 – 1 y= 1 OBS: Cada elemento de B é imagem de pelo menos um elemento de A. Im(f) = B ou Im(f) = CD(f) x= 1 y= 2.12 – 1 y = 2. 1–1 y= 2 – 1 y= 1 x= 2 y= 2.22 – 1 y = 2. 4–1 y= 8 – 1 y= 7
  • 22.
    x= 0 y= 2.0– 1 y= 0 – 1 y= –1 x= 2 y= 2.2 – 1 y = 4 –1 y= 3 x= 4 y= 2.4 – 1 y= 8 – 1 y= 7 Função bijetora: Seja f uma função de A em B (f:A→B). Dizemos que f é uma função bijetora (ou bijetiva) se for injetora e sobrejetora ao mesmo tempo. Neste caso, cada elemento distinto de A corresponde a um elemento distinto em B (injetora) e Im(f) = B (sobrejetora). Exemplo: Dados os conjuntos A= {0, 2, 4} e B= {–1, 3, 7}, determinar a função f:A→B definida pela lei y= 2x –1. • 0 • 2 • 4 A B • –1 • 3 f OBS: Cada elemento de B é imagem de pelo menos um elemento de A e cada elemento de A possui uma imagem distinta em B. • 7
  • 23.
    Domínio de umafunção real: Determinar o domínio de uma função em IR, é determinar o subconjunto de IR, formados por todos os valores de x possíveis, para que as expressões resultem em um número real. Exemplos: Determine o domínio, em IR, das funções: a) . 5x2 x3 )x(f − + = . 5 6x2 )x(f − = b)
  • 24.
    . 2x 3 )x(f + = x + 2> 0 x > 0 –2 x > –2 4x + 4 > 0 4x > –4 xx)x(f 3 += Não há restrição. Qualquer n.º real é possível. D(f) = IR .5x)x(f −= f) g) . 8x 1 )x(f − = d) 4x4 1x )x(f + + = x > –1 x > –4/4
  • 25.
    5x 8x 1 )x(f −+ − = Conforme asatividades a e b, temos O conectivo “e” indica a intersecção das soluções. 5.≥xe8≠x 8≠x 5≥x ( ) ( )II∩I Logo: D(f) = {x ∈ IR| }.5≥xe8≠x ( )I ( )II
  • 26.
    Função inversa: Exemplo: Dados osconjuntos A= {1, 2, 3} e B= {6, 7, 8}, sendo f:A→B definida pela lei f(x)= x + 5. Teremos: f= {(1,6), (2, 7), (3, 8)} • 1 • 2 • 3 A B • 6 • 7 • 8 f e f-1 = {(6, 1), (7, 2), (8, 3)} • 1 • 2 • 3 A B • 6 • 7 • 8 f -1 y= x + 5 y= x – 5
  • 27.
    Obtendo a funçãoinversa: Exemplo 1: Seja a função: y= x + 5 na lei de correspondência f:A→B. Troca-se o x por y e vice-versa. Então teremos: x= y + 5 Isola-se o y. x – 5 = y Ou y= x – 5 Lei de correspondência da função f-1 . Exemplo 2: Determinar a lei da função inversa de: , 1x 2+x =y 1y 2y x − + = 2y)1y(x +=− 2yxxy +=− 2xyxy +=− 2x)1x(y +=− 1x 2x y − + = A lei da inversa é igual a lei da função dada. -1≠xpara
  • 28.
    Exemplo 3: Dadaa função, calcule f-1 (4) de: 2x3)x(f −= Primeiro calcula-se f-1 (x). 2x3y −= 2y3x −= y32x =+ 2xy3 += 3 2x y + = Ou seja, 3 2x )x(f 1 + =− Portanto, 3 24 )4(1 + =− f 3 6 )4(1 =− f 2)4(1 =− f
  • 29.
    Função composta: Observe astabelas: Percurso (km) Consumo (L) 10 1 20 2 30 3 40 4 Consumo (L) Custo (R$) 1 12,00 2 24,00 3 36,00 4 48,00 Percurso (km) Custo (R$) 10 12,00 20 24,00 30 36,00 40 48,00 f(x)= 0,1x g(x)= 12x h(x)= 1,2x Fazendo a composição das duas tabelas, podemos obter o custo do percurso sem verificar o consumo. Essa lei é obtida fazendo a composição entre as funções g(x) e f(x), ou seja: g o f(x) = g[f(x)] = 12.[f(x)] g o f(x) = 12.(0,1x) h(x) = g o f(x) = 1,2x
  • 30.
    Em diagramas: • 10 •20 • 30 A C • 12 • 24 • 36 • 1 • 2 • 3 B Percurso (km) Custo (R$) Consumo (L) • 4 • 40 • 48 Observe que CD(f) = D(g) h f g Então: h é g o f (função composta de g com f)
  • 31.
    Exemplos: Dadas as funçõesf e g de IR em IR determine g o f e f o g: a) f(x)= x + 3 e g(x)= x2 – 5. (g o f)(x)= g[f(x)] (g o f)(x)= [f(x)]2 – 5 (g o f)(x)= [x + 3]2 – 5 (g o f)(x)= x2 +6x + 9 – 5 (g o f)(x)= x2 +6x + 4 (f o g)(x)= f[g(x)] (f o g)(x)= [g(x)] + 3 (f o g)(x)= x2 – 5 + 3 (f o g)(x)= x2 – 2 g o f f o g
  • 32.
    b) f(x)= x+ 5 e g(x)= x2 – 1. (g o f)(x)= g[f(x)] (g o f)(x)= [f(x)]2 – 1 (g o f)(x)= [x + 5]2 – 1 (g o f)(x)= x2 +10x + 25 – 1 (g o f)(x)= x2 +10x + 24 (f o g)(x)= f[g(x)] (f o g)(x)= [g(x)] + 5 (f o g)(x)= x2 – 1 + 5 (f o g)(x)= x2 + 4 g o f f o g Dadas as funções f e g de IR em IR determine g o f e f o g:
  • 33.
    Dada a funçãof de d(f)= IR – {1, 2}, determine f[f(x)]: c) f o f 1x 1 )x(f − = )]x(f[f)x)(fof( = 1)x(f 1 )]x(f[f − = 1 1x 1 1 )]x(f[f − − = 1x 1x1 1 )]x(f[f − +− = 1x x2 1 )]x(f[f − − = x2 1x )]x(f[f − − = Inverso do n.º
  • 34.
    Escola Estadual Professor Levindo Lambert Estruturadopor: Sirlene Ramos Alkmim Ano 2009/2010