Ensino Superior
Matemática Básica
Unidade 5 – Estudo de Funções
Amintas Paiva Afonso
O conceito de função é
um dos mais importantes
em toda a Matemática.
A idéia de função…
• Toda vez que temos
dois conjuntos e algum
tipo de associação
entre eles...
que faça corresponder a
todo elemento do
primeiro conjunto um
único elemento do
segundo, ocorre uma
função.
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
1°
Trim.
3°
Trim.
Leste
Oeste
Norte
Em nosso dia-a-dia temos muitos
exemplos de funções:
• O tempo de viagem é função, entre outras coisas, da
distância percorrida.
• A altura de uma criança é função de sua idade;
• O consumo de combustível é função, entre outras
coisas, da velocidade.
• Perímetro de um triângulo é função da medida de seus
lados.
O conceito de função na história...
• René Descartes (1596-1650), filósofo e matemático francês
porpôs a utilização de um sistema de eixos para localizar
pontos e representar graficamente as equações.
• Galileu Galilei (1564-1642), astrônomo e matemático
italiano iniciou o método experimental a partir do qual se
pode estabelecer uma lei que descreve relações entre as
variáveis de um fenômeno.
A função é um modo especial de relacionar
grandezas.
• Duas grandezas x e y se relacionam de tal forma que:
– x pode assumir qualquer valor em um conjunto A dado.
– a cada valor de x corresponde um único valor y em um
dado conjunto B.
– os valores que y assume dependem dos valores
assumidos por x.
Temos várias maneiras para
representar a idéia de função.
d ia g r a m a d e s e t a s g r á fic o s
( p la n o c a r t e s ia n o )
le i d e fo r m a ç ã o
C o m o r e p r e s e n t a r u m a fu n ç ã o
Representação gráfica
• No dia-a-dia
utilizamos esse tipo
de representação
em vários setores.
Algumas funções especiais:
c re s c e n te d e c re s c e n te
q u e p o d e s e r
o g rá fic o é u m a re ta
fu n ç ã o d o p rim e iro g ra u
c o m c o n c a v id a d e p a ra c im a c o m c o n c a v id a d e p a ra b a ix o
o g rá fic o é u m a p a rá b o la
fu n ç ã o d o s e g u n d o g ra u
F u n ç õ e s
A = {1, 2}; B = {2, 3, 4}
A x B = { (1, 2), (1, 3), (1, 4), (2, 2), (2, 3), (2, 4)}
A x B = { (x, y) | x ∈ A e y ∈ B}
Produto Cartesiano
Uma função (ou aplicação) f é uma lei segundo a
qual cada elemento x em um conjunto A está
associado a exatamente um elemento, chamado f(x),
em um conjunto B.
Definição de função
Não é função de A em B É função de A em B
Definição de função através de conjuntos
Não é função de A em B É função de A em B
Noção de função através de conjuntos
Im(f)
D(f) = A CD(f) = B
Domínio, Contradomínio e Conjunto-Imagem
Para que uma curva num plano cartesiano seja gráfico de uma
função y = f(x), nenhuma reta vertical deve interceptá-la mais de
uma vez.
Teste da reta vertical
D = {x ∈ IR| –3 ≤ x ≤ 4 e x ≠ 1} e Im = {y ∈ IR| –2 < y ≤ 3}
Domínio e imagem através do gráfico
Seja f uma função de A em B. Denominamos raiz (ou zero) da
função f todo elemento de A para o qual temos f(x) =0.
Interpretação geométrica das raízes de uma função
raiz
raiz
FUNÇÃO INJETORA
É quando quaisquer dois elementos diferentes do
conjunto A têm imagens diferentes no conjunto B.
0
-3
2
4
1
6
8
Ou seja, “x” diferente
tem “y” diferente !!!
A B
Uma função f(x) é injetora se nenhuma reta horizontal
interceptar seu gráfico em mais de um ponto.
Teste da reta horizontal para verificar se
uma função é injetora
FUNÇÃO SOBREJETORA
É quando o conjunto Imagem da função for igual ao
conjunto contradomínio. (Im = CD)
-1
1
3
1
9
Se M é o conjunto das mulheres
e H é o conjunto dos homens,
então não se pode ter homem
solteiro !!!
M H
FUNÇÃO BIJETORA
É uma função simultaneamente injetora e sobrejetora.
-1
3
7
Ou seja, homens
e mulheres com os
mesmos direitos !!
1
5
9
M H
Injetora: “x” diferente
tem “y” diferente
Sobrejetora: NÃO SOBRAM
elementos no contra domínio.
Não é injetora.
É sobrejetora
É injetora.
Não é sobrejetora
Injeção, sobrejeção e bijeção
a) b)
É injetora
É sobrejetora
∴ É bijetora
Injeção, sobrejeção e bijeção
c)
Testando seus conhecimentos
1) Classifique as funções como bijetora, sobrejetora, injetora
ou ainda nenhuma delas:
é injetora é sobrejetora
a)
b)
1
2
3
4
5
6
7
1
2
3
4
6
é bijetora
não é sobrejetora,
nem injetora
c) d)
1
2
3
4
5
6
1
2
3
3
4
5
2) Classifique as funções como bijetora, sobrejetora, injetora,
ou ainda nenhuma delas:
3) Dada a função sobrejetora f : [2; 8] → B, tal que
f(x) = x² – 8x +7, observe atentamente seu gráfico e
determine seu domínio e imagem.
D(f) = [2;8]
Im(f) = [-9;7]
y
x
7
-5
2 4
7 8
-9
A função f é
crescente
A função f é
crescente
A função g é
decrescente
A função g é
decrescente
a b
g
g(a)
g(b)
a b
f
f(a)
f(b)
O a b
f
f(a)
f(b)
O a b
g
g(a)
g(b)
Diz-se que f é crescente, se para a < b, então f(a) < f(b).
FUNÇÃO CRESCENTE:
Diz-se que g é decrescente, se a < b então g(a) > g(b).
6) A partir da análise do gráfico, determine os intervalos
onde a função é:
y
x-2 0 2 4 6
a) Decrescente: ]0, 4[
b) Crescente: ]-∞ ; 0[ e ]4 ; +∞[
Função crescente e Função decrescente
Função crescente e Função decrescente
Função crescente e Função decrescente
GRÁFICO PARA x ≥ 0 GRÁFICO COMPLETO
Os gráficos das funções pares são simétricos em relação ao eixo
das ordenadas.
Função Par
f(-x) = (-x)4
- (-x)2
= x4
– x2
= f(x)
f(x) = x4
– x2
Função ímpar
Gráfico para x ≥ 0
Os gráficos das funções ímpares são simétricos em
relação à origem do sistema cartesiano ortogonal.
Função ímpar
f(-x) = (-x)3
+ (-x)5
= -(x3
+ x5
) = - f(x)
f(x) = x3
+ x5
FUNÇÃO PAR: f(x) = f(-x)
Exemplo:
f(x) = x² é par pois 2² = (-2)² = 4
FUNÇÃO ÍMPAR: f(a) = - f(-a)
Exemplo:
f(x) = x³ é ímpar pois 2³ = - (-2)³
Uma função é PAR quando ela é
simétrica em relação ao eixo y.
Função ÍMPAR é simétrica em relação a
origem.
y
x
f(x) = x²
y
x
f(x) = x³
4) a) Verifique se f(x) = 2x³ + 5x é par ou ímpar:
Primeiro vejamos que f(1) = 2.1³ + 5.1 = 7
Em seguida, vejamos f(-1) = 2.(-1)³ + 5.(-1) = -7
Logo f(x) = 2x³ + 5x é ÍMPAR, pois f(x) = - f(-x)
ou seja, f(1) = - f(-1), pois 7 = - (-7)
b) Mostre que f(x) = 3x² é par:
Primeiro vejamos que f(1) = 3(1)² = 3
Em seguida, vejamos f(-1) = 3(-1)² = 3
Logo f(x) = x² é PAR, pois f(x) = f(-x)
ou seja, f(1) = f(-1), pois 3 = 3
5) Sendo o gráfico ao lado de f(x), o
gráfico de f(– x) será:
Resposta: E
f(x) = f(-x)
Lembre-se:
Se
Então a função “f” é
par e ela é simétrica
ao eixo “y”.
Sejam f e g duas funções quaisquer.
Denomina-se função composta de g com f a função h
definida por h(x) = g(f(x)).
Esquema para a composição de funções
x y
D R
f(x)
f -1
(x)
FUNÇÃO INVERSA
A idéia agora é entender que y = f(x) e seguir o
seguinte procedimento:
1) Isola “x”;
2) Troca “x” por “y” e vice versa.
O símbolo para a função inversa de
f é f -1
e lê-se “função inversa de f”.
FUNÇÃO INVERSA
O símbolo “–1” em f-1
não é um expoente;
f-1
(x) não significa 1/f(x).
x
y ou f(x)
y = x2
ou
f(x) = x2
2-2
4
0
TESTE DA RETA HORIZONTAL
Uma função f tem inversa se e somente se o gráfico da mesma
for cortado apenas uma vez por qualquer reta horizontal.
EXEMPLO: a função f(x) = x2
tem inversa?
reta horizontal
FUNÇÃO INVERSA
Conclusão: a função f(x) = x2
não tem inversa.
Os gráficos de f e f –1
são simétricos em relação à bissetriz
dos quadrantes ímpares (reta y = x).
Simetria das funções inversas
1.
3.
7.
. 3
. 7
. 15
f
1.
3.
7.
. 3
. 7
. 15
f -1
A B
A B
Doc matematica _286849913

Doc matematica _286849913

  • 1.
    Ensino Superior Matemática Básica Unidade5 – Estudo de Funções Amintas Paiva Afonso
  • 2.
    O conceito defunção é um dos mais importantes em toda a Matemática.
  • 3.
    A idéia defunção… • Toda vez que temos dois conjuntos e algum tipo de associação entre eles... que faça corresponder a todo elemento do primeiro conjunto um único elemento do segundo, ocorre uma função. 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 1° Trim. 3° Trim. Leste Oeste Norte
  • 4.
    Em nosso dia-a-diatemos muitos exemplos de funções: • O tempo de viagem é função, entre outras coisas, da distância percorrida. • A altura de uma criança é função de sua idade; • O consumo de combustível é função, entre outras coisas, da velocidade. • Perímetro de um triângulo é função da medida de seus lados.
  • 5.
    O conceito defunção na história... • René Descartes (1596-1650), filósofo e matemático francês porpôs a utilização de um sistema de eixos para localizar pontos e representar graficamente as equações. • Galileu Galilei (1564-1642), astrônomo e matemático italiano iniciou o método experimental a partir do qual se pode estabelecer uma lei que descreve relações entre as variáveis de um fenômeno.
  • 6.
    A função éum modo especial de relacionar grandezas. • Duas grandezas x e y se relacionam de tal forma que: – x pode assumir qualquer valor em um conjunto A dado. – a cada valor de x corresponde um único valor y em um dado conjunto B. – os valores que y assume dependem dos valores assumidos por x.
  • 7.
    Temos várias maneiraspara representar a idéia de função. d ia g r a m a d e s e t a s g r á fic o s ( p la n o c a r t e s ia n o ) le i d e fo r m a ç ã o C o m o r e p r e s e n t a r u m a fu n ç ã o
  • 8.
    Representação gráfica • Nodia-a-dia utilizamos esse tipo de representação em vários setores.
  • 9.
    Algumas funções especiais: cre s c e n te d e c re s c e n te q u e p o d e s e r o g rá fic o é u m a re ta fu n ç ã o d o p rim e iro g ra u c o m c o n c a v id a d e p a ra c im a c o m c o n c a v id a d e p a ra b a ix o o g rá fic o é u m a p a rá b o la fu n ç ã o d o s e g u n d o g ra u F u n ç õ e s
  • 10.
    A = {1,2}; B = {2, 3, 4} A x B = { (1, 2), (1, 3), (1, 4), (2, 2), (2, 3), (2, 4)} A x B = { (x, y) | x ∈ A e y ∈ B} Produto Cartesiano
  • 11.
    Uma função (ouaplicação) f é uma lei segundo a qual cada elemento x em um conjunto A está associado a exatamente um elemento, chamado f(x), em um conjunto B. Definição de função
  • 12.
    Não é funçãode A em B É função de A em B Definição de função através de conjuntos
  • 13.
    Não é funçãode A em B É função de A em B Noção de função através de conjuntos
  • 14.
    Im(f) D(f) = ACD(f) = B Domínio, Contradomínio e Conjunto-Imagem
  • 15.
    Para que umacurva num plano cartesiano seja gráfico de uma função y = f(x), nenhuma reta vertical deve interceptá-la mais de uma vez. Teste da reta vertical
  • 16.
    D = {x∈ IR| –3 ≤ x ≤ 4 e x ≠ 1} e Im = {y ∈ IR| –2 < y ≤ 3} Domínio e imagem através do gráfico
  • 17.
    Seja f umafunção de A em B. Denominamos raiz (ou zero) da função f todo elemento de A para o qual temos f(x) =0. Interpretação geométrica das raízes de uma função raiz raiz
  • 19.
    FUNÇÃO INJETORA É quandoquaisquer dois elementos diferentes do conjunto A têm imagens diferentes no conjunto B. 0 -3 2 4 1 6 8 Ou seja, “x” diferente tem “y” diferente !!! A B
  • 20.
    Uma função f(x)é injetora se nenhuma reta horizontal interceptar seu gráfico em mais de um ponto. Teste da reta horizontal para verificar se uma função é injetora
  • 21.
    FUNÇÃO SOBREJETORA É quandoo conjunto Imagem da função for igual ao conjunto contradomínio. (Im = CD) -1 1 3 1 9 Se M é o conjunto das mulheres e H é o conjunto dos homens, então não se pode ter homem solteiro !!! M H
  • 22.
    FUNÇÃO BIJETORA É umafunção simultaneamente injetora e sobrejetora. -1 3 7 Ou seja, homens e mulheres com os mesmos direitos !! 1 5 9 M H Injetora: “x” diferente tem “y” diferente Sobrejetora: NÃO SOBRAM elementos no contra domínio.
  • 23.
    Não é injetora. Ésobrejetora É injetora. Não é sobrejetora Injeção, sobrejeção e bijeção a) b)
  • 24.
    É injetora É sobrejetora ∴É bijetora Injeção, sobrejeção e bijeção c)
  • 25.
    Testando seus conhecimentos 1)Classifique as funções como bijetora, sobrejetora, injetora ou ainda nenhuma delas: é injetora é sobrejetora a) b) 1 2 3 4 5 6 7 1 2 3 4 6
  • 26.
    é bijetora não ésobrejetora, nem injetora c) d) 1 2 3 4 5 6 1 2 3 3 4 5 2) Classifique as funções como bijetora, sobrejetora, injetora, ou ainda nenhuma delas:
  • 27.
    3) Dada afunção sobrejetora f : [2; 8] → B, tal que f(x) = x² – 8x +7, observe atentamente seu gráfico e determine seu domínio e imagem. D(f) = [2;8] Im(f) = [-9;7] y x 7 -5 2 4 7 8 -9
  • 28.
    A função fé crescente A função f é crescente A função g é decrescente A função g é decrescente a b g g(a) g(b) a b f f(a) f(b) O a b f f(a) f(b) O a b g g(a) g(b) Diz-se que f é crescente, se para a < b, então f(a) < f(b). FUNÇÃO CRESCENTE: Diz-se que g é decrescente, se a < b então g(a) > g(b).
  • 29.
    6) A partirda análise do gráfico, determine os intervalos onde a função é: y x-2 0 2 4 6 a) Decrescente: ]0, 4[ b) Crescente: ]-∞ ; 0[ e ]4 ; +∞[
  • 30.
    Função crescente eFunção decrescente
  • 31.
    Função crescente eFunção decrescente
  • 32.
    Função crescente eFunção decrescente
  • 33.
    GRÁFICO PARA x≥ 0 GRÁFICO COMPLETO Os gráficos das funções pares são simétricos em relação ao eixo das ordenadas. Função Par f(-x) = (-x)4 - (-x)2 = x4 – x2 = f(x) f(x) = x4 – x2
  • 34.
  • 35.
    Os gráficos dasfunções ímpares são simétricos em relação à origem do sistema cartesiano ortogonal. Função ímpar f(-x) = (-x)3 + (-x)5 = -(x3 + x5 ) = - f(x) f(x) = x3 + x5
  • 36.
    FUNÇÃO PAR: f(x)= f(-x) Exemplo: f(x) = x² é par pois 2² = (-2)² = 4 FUNÇÃO ÍMPAR: f(a) = - f(-a) Exemplo: f(x) = x³ é ímpar pois 2³ = - (-2)³ Uma função é PAR quando ela é simétrica em relação ao eixo y. Função ÍMPAR é simétrica em relação a origem. y x f(x) = x² y x f(x) = x³
  • 37.
    4) a) Verifiquese f(x) = 2x³ + 5x é par ou ímpar: Primeiro vejamos que f(1) = 2.1³ + 5.1 = 7 Em seguida, vejamos f(-1) = 2.(-1)³ + 5.(-1) = -7 Logo f(x) = 2x³ + 5x é ÍMPAR, pois f(x) = - f(-x) ou seja, f(1) = - f(-1), pois 7 = - (-7) b) Mostre que f(x) = 3x² é par: Primeiro vejamos que f(1) = 3(1)² = 3 Em seguida, vejamos f(-1) = 3(-1)² = 3 Logo f(x) = x² é PAR, pois f(x) = f(-x) ou seja, f(1) = f(-1), pois 3 = 3
  • 38.
    5) Sendo ográfico ao lado de f(x), o gráfico de f(– x) será: Resposta: E f(x) = f(-x) Lembre-se: Se Então a função “f” é par e ela é simétrica ao eixo “y”.
  • 39.
    Sejam f eg duas funções quaisquer. Denomina-se função composta de g com f a função h definida por h(x) = g(f(x)). Esquema para a composição de funções
  • 40.
    x y D R f(x) f-1 (x) FUNÇÃO INVERSA A idéia agora é entender que y = f(x) e seguir o seguinte procedimento: 1) Isola “x”; 2) Troca “x” por “y” e vice versa.
  • 41.
    O símbolo paraa função inversa de f é f -1 e lê-se “função inversa de f”. FUNÇÃO INVERSA O símbolo “–1” em f-1 não é um expoente; f-1 (x) não significa 1/f(x).
  • 42.
    x y ou f(x) y= x2 ou f(x) = x2 2-2 4 0 TESTE DA RETA HORIZONTAL Uma função f tem inversa se e somente se o gráfico da mesma for cortado apenas uma vez por qualquer reta horizontal. EXEMPLO: a função f(x) = x2 tem inversa? reta horizontal FUNÇÃO INVERSA Conclusão: a função f(x) = x2 não tem inversa.
  • 43.
    Os gráficos def e f –1 são simétricos em relação à bissetriz dos quadrantes ímpares (reta y = x). Simetria das funções inversas 1. 3. 7. . 3 . 7 . 15 f 1. 3. 7. . 3 . 7 . 15 f -1 A B A B