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Os mecanismos de 
coesão e coerência 
textuais 
Professora: Márcia Oliveira da Silva
Os mecanismos de coesão e coerência textuais
Elementos da textualidade 
Em busca de um texto coeso 
O ato da escrita requer um exercício constante 
de aperfeiçoamento, por isso, ao elaborar um texto, 
é importante reescrevê-lo quantas vezes for 
necessário. 
Nesta aula, serão vistos alguns problemas 
frequentes na construção de textos e alguns dos 
principais elementos que estruturam a textualidade. 
A clareza das ideias é obtida com o uso de palavras 
selecionadas e de construções bem elaboradas, 
para que o texto se torne conciso, coerente, sem 
ambiguidades indevidas e indesejadas.
É importante escrever com criatividade, 
Evitar modismos, lugares-comuns ou chavões. 
Recorrer a termos considerados difíceis pode 
levar o leitor acreditar que por trás de tais palavras 
há pouco conteúdo. E corre-se o risco de 
comprometer a compreensão. 
A maneira como são articuladas as ideias por 
meio das palavras e das frases é determinada se 
há uma unidade de sentido ou apenas um 
amontoado de frases desconexas.
Ao escrever um texto, 
devem-se evitar algumas 
“armadilhas” que podem 
dificultar a compreensão do 
que se quer transmitir. 
Algumas dessas 
construções inadequadas 
são: AMBIGUIDADE, 
REDUNDÂNCIA ou 
PLEONASMO, 
SOLECISMO, 
CACOFONIA, 
BARBARISMO e ECO.
1. AMBIGUIDADE 
É resultado da má interpretação da 
mensagem, ocasionando múltiplos sentidos. 
Ela pode ser causada por pontuação 
imprópria, por problemas de construção 
textual e por emprego de palavras com mais 
de um sentido. 
Observe o exemplo: 
O computador tornou-se um aliado do 
homem, mas esse nem sempre realiza 
todas as suas tarefas. 
A ambiguidade ocorreu porque as palavras 
esse e suas referem-se tanto a computador 
quanto a homem.
Para evitar essa ambiguidade, pode-se escrever 
essa frase assim: 
O computador, apesar de ser um aliado do homem, não 
consegue realizar todas as atividades humanas. 
Outros exemplos: 
a)A cachorra da minha sogra não sai de casa. A sogra tem uma cachorra ou alguém chama a sogra de 
cachorra? 
Minha sogra tem uma cachorra que não sai de casa. 
b)A mãe pegou o filho correndo na rua. Quem corria? A mãe ou o filho 
A mãe pegou o filho que corria na rua.
Conto erótico nº 1 
-Assim ? 
-É. Assim. 
-Mais depressa ? 
-Não. Assim está bem. Um pouco mais para... 
-Assim ? 
-Não, espere. 
-Você disse que... 
-Para o lado. Para o lado! 
-Querido... 
-Estava bem mas você... 
-Eu sei. Vamos recomeçar. Diga quando estiver 
bem. 
-Estava perfeito e você... 
-Desculpe. 
-Você se descontrolou e perdeu o... 
-Eu já pedi desculpa ! 
-Está bem. Vamos tentar outra vez. Agora. 
-Assim ? 
-Um pouco mais pra cima.
-Aqui ? 
-Quase. Está quase ! 
-Me diga como você quer. Oh, querido... 
-Um pouco mais para baixo. 
-Sim. 
-Agora para o lado. Rápido ! 
-Amor, eu... 
-Para cima ! Um pouquinho... 
-Assim ? 
-Ai ! Ai ! 
-Está bom ? 
-Sim. Oh, sim. Oh yes, sim. 
-Pronto. 
-Não ! Continue. 
-Puxa, mas você...
-Olha aí. Agora você... 
-Deixa ver... 
-Não, não. Mais para cima. 
-Aqui ? 
Mais. Agora para o lado. 
-Assim ? 
-Para a esquerda. O lado esquerdo ! 
-Aqui ? 
-Isso ! Agora coça. 
(O rei do rock. Porto Alegre: RBS/Globo, 1978)
2. REDUNDÂNCIA ou PLEONASMO 
Dificulta o entendimento do texto em virtude do 
uso de ideias e palavras repetidas ou 
desnecessárias que comprometem a 
compreensão da mensagem. 
a)O principal protagonista da novela é um 
caminhoneiro. b)A criança é um elo de 
ligação entre os pais e os avós. c)Teve uma 
hemorragia sanguínea. 
d)É muito difícil conviver junto com você 
c)“Um dos candidatos apresentou seus 
projetos para o futuro, e um deles era a 
criação de novos empregos enquanto estivesse 
à frente da Prefeitura Municipal.”
3. SOLECISMO 
É o desvio das normas gramaticais quanto à 
regência, concordância ,colocação ou falta de 
sequência lógica. 
a)Fazem três anos que estamos casados. 
(O correto é Faz três anos que estamos casados. 
– solecismo de concordância.) 
b)Fui no banheiro. (O correto é Fui ao banheiro. 
– solecismo de regência.) 
c)Não diga-me uma notícia dessas! 
(O correto é Não me diga uma notícia dessas! – 
solecismo de colocação.)
4. CACÓFATO ou CACOFONIA 
É o som desagradável ou estranho causado pela 
união de duas ou mais palavras. 
a)Tudo aquilo que abunda sobra. 
b) A classificação deve ser por cada uma das 
modalidades. 
c) Sempre saio só no sábado. 
c) Eu apoio a sua ideia, só que assim você 
não conseguirá nada.
5. BARBARISMO 
Constitui a grafia ou pronúncia inadequada ao 
padrão culto da língua, pela troca, ausência ou 
excesso de sons/letras. Divide-se em: 
I - Cacoépia – erros de pronúncia. 
Ex: A emissora apresentou um pograma muito 
bom. (programa) 
Espero que ele esteje bem. (esteja) 
II - Silabada – erros de acentuação tônica. 
Ex: Pedi sua rúbrica no documento. (rubrica)
III - Cacografia – erros de grafia. 
Ex: Pesquisou a etmologia das palavras. 
(etimologia) 
Trocou o peneu do carro. (pneu) 
IV - Estrangeirismos – emprego demasiado de 
palavras estrangeiras. 
Ex: Os atletas deram show e passaram no 
antidoping.
Eco Conhecido como “rima em prosa”, consiste na dissonância Eco Conhecido como “rima em prosa”, consiste na dissonância EcEoc oC Conohnehceicdiod oc ocmomo o“r i“mrima ae mem p rporsoas”a, ”c, ocnosnissitset en an ad idsissosnoânnâcnicai Eco Conhecido como “rima em prosa”, consiste na dissonância 6. Eco 
Conhecido como “rima em prosa”, consiste na 
dissonância resultante da sequência de palavras 
cujas terminações são iguais ou semelhantes. 
Ex: A população requer uma solução para o 
problema da educação. 
A criança ficou impaciente porque a explicação 
foi inconsistente e insuficiente.
Como vimos, o texto não é simplesmente um 
conjunto de palavras; pois se o fosse, bastaria agrupá-las 
de qualquer forma e teríamos um: 
"O ontem lanche menino comeu" 
Veja que neste caso não há um texto, há somente um 
grupo de palavras dispostas em uma ordem qualquer. 
Mesmo que colocássemos estas palavras em uma ordem 
gramatical correta: sujeito-verbo-complemento, 
precisaríamos ainda organizar o nível semântico do texto, 
deixando-o inteligível. 
"O lanche comeu o menino ontem" 
O nível sintático está perfeito: 
sujeito = o lanche 
verbo = comeu 
complementos = o menino ontem
Mas o nível semântico apresenta problemas, 
pois não é possível que o lanche coma o menino, 
pelo menos neste contexto. Caso a frase estivesse 
empregada num sentido figurado e em outro 
contexto, isto seria possível. 
Pedrinho saiu da lanchonete todo lambuzado de 
maionese, mostarda e catchup, o lanche era 
enorme, parecia que "o lanche tinha comido o 
menino". 
A coesão e a coerência garantem ao texto uma 
unidade de significados encadeados.
coesão
A coesão é essencial para evitar a repetição de termos: 
Acabamos de receber trinta termômetros clínicos. 
Os termômetros clínicos deverão ser encaminhados ao 
departamento de pediatria. 
Para evitar este inconveniente, podemos utilizar sinônimos ou 
outras palavras que substituam, sem fugir aos significados dos 
termos anteriores. 
a) Acabamos de receber trinta termômetros clínicos. Os 
mesmos deverão ser encaminhados ao departamento de 
pediatria. 
b) Acabamos de receber trinta termômetros clínicos. 
Esses instrumentos deverão ser encaminhados ao 
departamento de pediatria.
Um texto com coesão é aquele que apresenta 
conexão entre suas ideias. Para que essa ligação 
seja estabelecida de forma clara, podemos utilizar 
diversas ferramentas. Há, na língua, muitos 
recursos que garantem o mecanismo de coesão. 
São eles: 
* POR REFERÊNCIA OU COESÃO REFERENCIAL 
Os pronomes, advérbios e os artigos são os 
elementos de coesão que proporcionam a unidade 
do texto. 
Ex: "O Presidente foi a Portugal em visita. Em 
Portugal o presidente recebeu várias 
homenagens."
Esse texto repetitivo torna-se desagradável e 
sem coesão. Observe a atuação do advérbio e do 
pronome no processo de e elaboração do texto. 
"O Presidente foi a Portugal. Lá, ele foi 
homenageado." 
Veja que o texto ganhou agilidade e estilo. Os 
termos “Lá” e “ele” referem-se a Portugal e 
Presidente, foram usados a fim de tornar o texto 
coeso.
O trabalho que eu fiz mereceu 
destaque. (pronome relativo, 
retomando o termo “trabalho” e 
ligando as orações) 
Tenho dois objetivos: o 
primeiro é passar no 
vestibular; o segundo, 
arrumar um bom emprego. 
(numerais que substituem os 
respectivos “objetivos”) 
Moramos no Brasil. Aqui, as 
leis não são respeitadas como 
deveriam. (advérbio retomando 
o substantivo próprio “Brasil”) 
Vejam que os pronomes “ISSO” e “ISTO” 
funcionam como elementos coesivos, 
uma vez que conectam informações 
presentes na tira. Percebam que tais 
termos aparecem em situações diversas 
de fala e têm propósitos diferentes.
1. Coesão por Referência Exofórica: é aquela 
que se refere a um elemento fora do texto. 
Exemplo: 
“A gente era pequena naquele tempo. E aquele era 
um tempo em que ainda se apregoava nas ruas. Não 
em todas as ruas, mas naquela onde vivíamos. 
Naquela rua, que tinha por nome a data de um santo, 
o tempo passava mais lentamente do que no resto da 
cidade de Porto Alegre.” 
(Trecho inicial de uma crônica, postada no site 
http://revistagloborural.globo.com, por Letícia Wierzchowski) 
Notem que as expressões em destaque se referem a 
informações externas ao texto.
2. Coesão por Referência Endofórica: é aquela 
que faz referência a algo dentro do texto. 
SE LIGA! 
A referência endofórica pode ser feita a algo 
mencionado anteriormente no texto – anáfora – ou 
a algo mencionado posteriormente – catáfora. 
I- Não consegui passar o recado para seu pai, pois, 
quando eu voltei, ele já havia ido embora. (“ele” -> 
termo anafórico) 
II- Lá estava ela, ali parada, minha amiga! (“ela” -> 
termo catafórico)
DICA DE REDAÇÃO! 
Saibam utilizar corretamente os pronomes demonstrativos 
na redação: 
Lembrem-se: 
ISSO, ESSA, ESSE (e demais contrações) -ANAFÓRICOS 
ISTO, ESTA, ESTE (e demais contrações) -CATAFÓRICOS 
Observem: 
I)A violência cresce a cada dia no Brasil. Esse problema deve 
ser combatido por meio de medidas mais eficazes. 
II) No Brasil, o problema é este: a violência. 
Notem como, na frase II, a referência foi feita anteriormente, 
portanto o pronome “esse” possui função anafórica. Já na 
frase II, o referente “violência” está localizado posteriormente, 
logo o pronome “este” desempenha função catafórica.
POR ELIPSE: Quando se omite um termo a fim de evitar 
sua repetição. 
"O Presidente foi a Portugal. Lá, foi homenageado." 
•Veja que neste caso omitiu-se a palavra “Presidente”, pois é 
subentendida no contexto. 
LEXICAL: Quando são usadas palavras ou expressões 
sinônimas de algum termo subsequente: 
"O Presidente foi a Portugal. Na Terra de Camões foi 
homenageado por intelectuais e escritores." 
•Veja que “Portugal” foi substituída por “Terra de Camões” 
para evitar repetição e dar um efeito mais significativo ao 
texto, pois há uma ligação semântica entre “Terra de 
Camões” e intelectuais e escritores.
"O presidente viajou para Portugal nesta semana e o 
ministro dos Esportes o fez também." 
A expressão “o fez também” retoma a sentença “viajou para 
Portugal”. 
* POR OPOSIÇÃO: Empregam-se alguns termos com valor 
de oposição (mas, contudo, todavia, porém, entretanto, 
contudo) para tornar o texto compreensível. 
"Estávamos todos aqui no momento do crime, porém 
não vimos o assassino.“
POR CONCESSÃO OU CONTRADIÇÃO: Referem-se a um 
fato que, embora contrário ao fato mencionado na oração 
principal, permite que este ocorra. São eles: embora, ainda 
que, se bem que, apesar de, conquanto, mesmo que. 
•"Embora estivéssemos aqui no momento do crime, não 
vimos o assassino.“ 
* POR CAUSA: São eles: porque, pois, como, já que, visto 
que, uma vez que. 
"Estávamos todos aqui no momento do crime e não 
vimos o assassino uma vez que nossa visão fora 
encoberta por uma névoa muito forte."
POR CONDIÇÃO (hípótese): São eles: caso, se, a 
menos que, contanto que. 
"Caso estivéssemos aqui no momento do crime, 
provavelmente teríamos visto o assassino." 
* POR FINALIDADE (objetivo): São eles: para que, 
para, a fim de, com o objetivo de, com a finalidade 
de, com intenção de. 
"Estamos aqui a fim de assistir ao concerto da 
orquestra municipal."
COERÊNCIA
É muito confusa a distinção entre coesão e coerência, 
aqui entenderemos como coerência a ligação das partes do 
texto com o seu todo. 
Ao elaborar o texto, temos que criar condições para que haja 
uma unidade de coerência, dando ao texto mais fidelidade. 
“Estava andando sozinho na rua, ouvi passos atrás de 
mim, assustado nem olhei, saí correndo, era um homem 
alto, estranho, tinha em suas mãos uma arma...” 
Se o narrador não olhou, como soube descrever a 
personagem? 
A falta de coerência se dá normalmente: Na 
inverossimilhança, falta de concatenação e argumentação 
falsa.
Um milhão de dólares 
“Estava voltando para casa, quando vi na calçada algo 
que parecia um saco de lixo, ao me aproximar percebi 
que era um pacote...” 
O que será que havia dentro do pacote? Veja como o 
narrador acabou com a história na escolha infeliz do título. 
A incoerência está presente, também, em textos 
dissertativos que apresentam defeitos de argumentação. 
Em muitas redações observamos afirmações falsas e 
inconsistentes. Observe: 
“No fundo nenhuma escola está realmente preocupada 
com a qualidade de ensino.”
“Estava assistindo ao debate na televisão dos 
candidatos ao governo de São Paulo, eles mais se 
acusavam moralmente do que mostravam suas 
propostas de governo, em um certo momento do 
debate dois candidatos quase partem para a agressão 
física. Dessa forma, isso nos leva a concluir que o 
homem não consegue conciliar ideias opostas é por 
isso que o mundo vive em guerras frequentemente.” 
Note que nos dois primeiros exemplos as informações 
são amplas demais e sem nenhum fundamento. Já no 
terceiro, a conclusão apresentada não tem ligação 
nenhuma com o exemplo argumentado. 
Esses exemplos caracterizam a falta de coerência do 
texto.
“ 
Finalizando: 
Tanto os mecanismos de coesão como os 
de coerência devem ser empregados com 
cuidado, pois a unidade do texto depende 
praticamente da aplicação correta desses 
mecanismos.
EXERCÍCIO 
Páris, filho do rei de Troia, raptou Helena, mulher de um rei grego. Isso 
provocou um sangrento conflito de dez anos, entre os séculos XIII e XII 
A.C. Foi o primeiro choque entre o ocidente e o oriente. Mas os gregos 
conseguiram enganar os troianos. Deixaram à porta de seus muros 
fortificados um imenso cavalo de madeira. Os troianos, felizes com o 
presente, puseram-no para dentro. À noite, os soldados gregos, que estavam 
escondidos no cavalo, saíram e abriram as portas da fortaleza para a 
invasão. Daí surgiu a expressão "presente de grego". 
01. Em "puseram-no", a forma pronominal "no" refere-se: 
A) ao termo "rei grego". 
B) ao antecedente "gregos". 
C) ao antecedente distante "choque". 
D) à expressão "muros fortificados". 
E) aos termos "presente" e "cavalo de madeira".
02. O sentido de "...o autor de um bom manual de aritmética 
para o ensino médio não é necessariamente um intelectual, 
mas, se ele escrever esse livro adotando critérios pedagógicos 
inovadores e eficazes, pode ser" fica profundamente alterado 
com a substituição de "se ele escrever esse livro" por: 
A) caso ele escreva esse livro; 
B) conquanto ele escreva esse livro; 
C) desde que ele escreva esse livro; 
D) uma vez que ele escreva esse livro. 
E) contanto que ele escreva esse livro.
03. "Apesar da urgência da organização..."; nesse segmento 
do texto, a locução "apesar de" pode ser perfeitamente 
substituída por: 
A) não obstante; B) entretanto; C) visto que; 
D) já que. E) assim como 
04. Na oração "e sofre com a falta de alguns dos requisitos 
mínimos para uma vida decente", os termos I - "sofre" e II - 
"com a falta de alguns dos requisitos mínimos para uma vida 
decente" guardam entre si uma relação de: 
A) consequência e causa; 
B) meio e fim; 
C) dúvida e explicação; 
D) hipótese e conclusão 
E) Causa e efeito
Na questão 05, numere os períodos de modo a constituírem um texto coeso e 
coerente e, depois, indique a sequência numérica correta. 
05- ( ) Por isso era desprezado por amplos setores, visto como resquício da 
era do capitalismo desalmado. 
( ) Durante décadas, Friedman - que hoje tem 85 anos e há muito 
aposentou-se da Universidade de Chicago - foi visto como uma espécie de 
pária brilhante. 
( ) Mas isso mudou; o impacto de Friedman foi tão grande que ele já se 
aproxima do status de John Maynard Keynes (1883-1945) como o economista 
mais importante do século. 
( ) Foi apenas nos últimos 10 a 15 anos que Milton Friedman começou a 
ser visto como realmente é: o mais influente economista vivo desde a 
Segunda Guerra Mundial. 
( ) Ele exaltava a ‘liberdade’, louvava os ‘livres mercados’ e criticava o 
'excesso de intervenção governamental.' (Baseado em Robert J. Samuelson, 
Exame, 1/7/1998) 
a) 4, 2, 5, 1, 3 b) 1, 2, 5, 3, 4 c) 3, 1, 5, 2, 4 
d) 5, 2, 4, 1, 3 e) 2, 5, 4, 3, 1

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Os mecanismos de coesão e coerência textuais

  • 1. Os mecanismos de coesão e coerência textuais Professora: Márcia Oliveira da Silva
  • 3. Elementos da textualidade Em busca de um texto coeso O ato da escrita requer um exercício constante de aperfeiçoamento, por isso, ao elaborar um texto, é importante reescrevê-lo quantas vezes for necessário. Nesta aula, serão vistos alguns problemas frequentes na construção de textos e alguns dos principais elementos que estruturam a textualidade. A clareza das ideias é obtida com o uso de palavras selecionadas e de construções bem elaboradas, para que o texto se torne conciso, coerente, sem ambiguidades indevidas e indesejadas.
  • 4. É importante escrever com criatividade, Evitar modismos, lugares-comuns ou chavões. Recorrer a termos considerados difíceis pode levar o leitor acreditar que por trás de tais palavras há pouco conteúdo. E corre-se o risco de comprometer a compreensão. A maneira como são articuladas as ideias por meio das palavras e das frases é determinada se há uma unidade de sentido ou apenas um amontoado de frases desconexas.
  • 5. Ao escrever um texto, devem-se evitar algumas “armadilhas” que podem dificultar a compreensão do que se quer transmitir. Algumas dessas construções inadequadas são: AMBIGUIDADE, REDUNDÂNCIA ou PLEONASMO, SOLECISMO, CACOFONIA, BARBARISMO e ECO.
  • 6. 1. AMBIGUIDADE É resultado da má interpretação da mensagem, ocasionando múltiplos sentidos. Ela pode ser causada por pontuação imprópria, por problemas de construção textual e por emprego de palavras com mais de um sentido. Observe o exemplo: O computador tornou-se um aliado do homem, mas esse nem sempre realiza todas as suas tarefas. A ambiguidade ocorreu porque as palavras esse e suas referem-se tanto a computador quanto a homem.
  • 7. Para evitar essa ambiguidade, pode-se escrever essa frase assim: O computador, apesar de ser um aliado do homem, não consegue realizar todas as atividades humanas. Outros exemplos: a)A cachorra da minha sogra não sai de casa. A sogra tem uma cachorra ou alguém chama a sogra de cachorra? Minha sogra tem uma cachorra que não sai de casa. b)A mãe pegou o filho correndo na rua. Quem corria? A mãe ou o filho A mãe pegou o filho que corria na rua.
  • 8. Conto erótico nº 1 -Assim ? -É. Assim. -Mais depressa ? -Não. Assim está bem. Um pouco mais para... -Assim ? -Não, espere. -Você disse que... -Para o lado. Para o lado! -Querido... -Estava bem mas você... -Eu sei. Vamos recomeçar. Diga quando estiver bem. -Estava perfeito e você... -Desculpe. -Você se descontrolou e perdeu o... -Eu já pedi desculpa ! -Está bem. Vamos tentar outra vez. Agora. -Assim ? -Um pouco mais pra cima.
  • 9. -Aqui ? -Quase. Está quase ! -Me diga como você quer. Oh, querido... -Um pouco mais para baixo. -Sim. -Agora para o lado. Rápido ! -Amor, eu... -Para cima ! Um pouquinho... -Assim ? -Ai ! Ai ! -Está bom ? -Sim. Oh, sim. Oh yes, sim. -Pronto. -Não ! Continue. -Puxa, mas você...
  • 10. -Olha aí. Agora você... -Deixa ver... -Não, não. Mais para cima. -Aqui ? Mais. Agora para o lado. -Assim ? -Para a esquerda. O lado esquerdo ! -Aqui ? -Isso ! Agora coça. (O rei do rock. Porto Alegre: RBS/Globo, 1978)
  • 11. 2. REDUNDÂNCIA ou PLEONASMO Dificulta o entendimento do texto em virtude do uso de ideias e palavras repetidas ou desnecessárias que comprometem a compreensão da mensagem. a)O principal protagonista da novela é um caminhoneiro. b)A criança é um elo de ligação entre os pais e os avós. c)Teve uma hemorragia sanguínea. d)É muito difícil conviver junto com você c)“Um dos candidatos apresentou seus projetos para o futuro, e um deles era a criação de novos empregos enquanto estivesse à frente da Prefeitura Municipal.”
  • 12. 3. SOLECISMO É o desvio das normas gramaticais quanto à regência, concordância ,colocação ou falta de sequência lógica. a)Fazem três anos que estamos casados. (O correto é Faz três anos que estamos casados. – solecismo de concordância.) b)Fui no banheiro. (O correto é Fui ao banheiro. – solecismo de regência.) c)Não diga-me uma notícia dessas! (O correto é Não me diga uma notícia dessas! – solecismo de colocação.)
  • 13. 4. CACÓFATO ou CACOFONIA É o som desagradável ou estranho causado pela união de duas ou mais palavras. a)Tudo aquilo que abunda sobra. b) A classificação deve ser por cada uma das modalidades. c) Sempre saio só no sábado. c) Eu apoio a sua ideia, só que assim você não conseguirá nada.
  • 14. 5. BARBARISMO Constitui a grafia ou pronúncia inadequada ao padrão culto da língua, pela troca, ausência ou excesso de sons/letras. Divide-se em: I - Cacoépia – erros de pronúncia. Ex: A emissora apresentou um pograma muito bom. (programa) Espero que ele esteje bem. (esteja) II - Silabada – erros de acentuação tônica. Ex: Pedi sua rúbrica no documento. (rubrica)
  • 15. III - Cacografia – erros de grafia. Ex: Pesquisou a etmologia das palavras. (etimologia) Trocou o peneu do carro. (pneu) IV - Estrangeirismos – emprego demasiado de palavras estrangeiras. Ex: Os atletas deram show e passaram no antidoping.
  • 16. Eco Conhecido como “rima em prosa”, consiste na dissonância Eco Conhecido como “rima em prosa”, consiste na dissonância EcEoc oC Conohnehceicdiod oc ocmomo o“r i“mrima ae mem p rporsoas”a, ”c, ocnosnissitset en an ad idsissosnoânnâcnicai Eco Conhecido como “rima em prosa”, consiste na dissonância 6. Eco Conhecido como “rima em prosa”, consiste na dissonância resultante da sequência de palavras cujas terminações são iguais ou semelhantes. Ex: A população requer uma solução para o problema da educação. A criança ficou impaciente porque a explicação foi inconsistente e insuficiente.
  • 17. Como vimos, o texto não é simplesmente um conjunto de palavras; pois se o fosse, bastaria agrupá-las de qualquer forma e teríamos um: "O ontem lanche menino comeu" Veja que neste caso não há um texto, há somente um grupo de palavras dispostas em uma ordem qualquer. Mesmo que colocássemos estas palavras em uma ordem gramatical correta: sujeito-verbo-complemento, precisaríamos ainda organizar o nível semântico do texto, deixando-o inteligível. "O lanche comeu o menino ontem" O nível sintático está perfeito: sujeito = o lanche verbo = comeu complementos = o menino ontem
  • 18. Mas o nível semântico apresenta problemas, pois não é possível que o lanche coma o menino, pelo menos neste contexto. Caso a frase estivesse empregada num sentido figurado e em outro contexto, isto seria possível. Pedrinho saiu da lanchonete todo lambuzado de maionese, mostarda e catchup, o lanche era enorme, parecia que "o lanche tinha comido o menino". A coesão e a coerência garantem ao texto uma unidade de significados encadeados.
  • 20. A coesão é essencial para evitar a repetição de termos: Acabamos de receber trinta termômetros clínicos. Os termômetros clínicos deverão ser encaminhados ao departamento de pediatria. Para evitar este inconveniente, podemos utilizar sinônimos ou outras palavras que substituam, sem fugir aos significados dos termos anteriores. a) Acabamos de receber trinta termômetros clínicos. Os mesmos deverão ser encaminhados ao departamento de pediatria. b) Acabamos de receber trinta termômetros clínicos. Esses instrumentos deverão ser encaminhados ao departamento de pediatria.
  • 21. Um texto com coesão é aquele que apresenta conexão entre suas ideias. Para que essa ligação seja estabelecida de forma clara, podemos utilizar diversas ferramentas. Há, na língua, muitos recursos que garantem o mecanismo de coesão. São eles: * POR REFERÊNCIA OU COESÃO REFERENCIAL Os pronomes, advérbios e os artigos são os elementos de coesão que proporcionam a unidade do texto. Ex: "O Presidente foi a Portugal em visita. Em Portugal o presidente recebeu várias homenagens."
  • 22. Esse texto repetitivo torna-se desagradável e sem coesão. Observe a atuação do advérbio e do pronome no processo de e elaboração do texto. "O Presidente foi a Portugal. Lá, ele foi homenageado." Veja que o texto ganhou agilidade e estilo. Os termos “Lá” e “ele” referem-se a Portugal e Presidente, foram usados a fim de tornar o texto coeso.
  • 23. O trabalho que eu fiz mereceu destaque. (pronome relativo, retomando o termo “trabalho” e ligando as orações) Tenho dois objetivos: o primeiro é passar no vestibular; o segundo, arrumar um bom emprego. (numerais que substituem os respectivos “objetivos”) Moramos no Brasil. Aqui, as leis não são respeitadas como deveriam. (advérbio retomando o substantivo próprio “Brasil”) Vejam que os pronomes “ISSO” e “ISTO” funcionam como elementos coesivos, uma vez que conectam informações presentes na tira. Percebam que tais termos aparecem em situações diversas de fala e têm propósitos diferentes.
  • 24. 1. Coesão por Referência Exofórica: é aquela que se refere a um elemento fora do texto. Exemplo: “A gente era pequena naquele tempo. E aquele era um tempo em que ainda se apregoava nas ruas. Não em todas as ruas, mas naquela onde vivíamos. Naquela rua, que tinha por nome a data de um santo, o tempo passava mais lentamente do que no resto da cidade de Porto Alegre.” (Trecho inicial de uma crônica, postada no site http://revistagloborural.globo.com, por Letícia Wierzchowski) Notem que as expressões em destaque se referem a informações externas ao texto.
  • 25. 2. Coesão por Referência Endofórica: é aquela que faz referência a algo dentro do texto. SE LIGA! A referência endofórica pode ser feita a algo mencionado anteriormente no texto – anáfora – ou a algo mencionado posteriormente – catáfora. I- Não consegui passar o recado para seu pai, pois, quando eu voltei, ele já havia ido embora. (“ele” -> termo anafórico) II- Lá estava ela, ali parada, minha amiga! (“ela” -> termo catafórico)
  • 26. DICA DE REDAÇÃO! Saibam utilizar corretamente os pronomes demonstrativos na redação: Lembrem-se: ISSO, ESSA, ESSE (e demais contrações) -ANAFÓRICOS ISTO, ESTA, ESTE (e demais contrações) -CATAFÓRICOS Observem: I)A violência cresce a cada dia no Brasil. Esse problema deve ser combatido por meio de medidas mais eficazes. II) No Brasil, o problema é este: a violência. Notem como, na frase II, a referência foi feita anteriormente, portanto o pronome “esse” possui função anafórica. Já na frase II, o referente “violência” está localizado posteriormente, logo o pronome “este” desempenha função catafórica.
  • 27. POR ELIPSE: Quando se omite um termo a fim de evitar sua repetição. "O Presidente foi a Portugal. Lá, foi homenageado." •Veja que neste caso omitiu-se a palavra “Presidente”, pois é subentendida no contexto. LEXICAL: Quando são usadas palavras ou expressões sinônimas de algum termo subsequente: "O Presidente foi a Portugal. Na Terra de Camões foi homenageado por intelectuais e escritores." •Veja que “Portugal” foi substituída por “Terra de Camões” para evitar repetição e dar um efeito mais significativo ao texto, pois há uma ligação semântica entre “Terra de Camões” e intelectuais e escritores.
  • 28. "O presidente viajou para Portugal nesta semana e o ministro dos Esportes o fez também." A expressão “o fez também” retoma a sentença “viajou para Portugal”. * POR OPOSIÇÃO: Empregam-se alguns termos com valor de oposição (mas, contudo, todavia, porém, entretanto, contudo) para tornar o texto compreensível. "Estávamos todos aqui no momento do crime, porém não vimos o assassino.“
  • 29. POR CONCESSÃO OU CONTRADIÇÃO: Referem-se a um fato que, embora contrário ao fato mencionado na oração principal, permite que este ocorra. São eles: embora, ainda que, se bem que, apesar de, conquanto, mesmo que. •"Embora estivéssemos aqui no momento do crime, não vimos o assassino.“ * POR CAUSA: São eles: porque, pois, como, já que, visto que, uma vez que. "Estávamos todos aqui no momento do crime e não vimos o assassino uma vez que nossa visão fora encoberta por uma névoa muito forte."
  • 30. POR CONDIÇÃO (hípótese): São eles: caso, se, a menos que, contanto que. "Caso estivéssemos aqui no momento do crime, provavelmente teríamos visto o assassino." * POR FINALIDADE (objetivo): São eles: para que, para, a fim de, com o objetivo de, com a finalidade de, com intenção de. "Estamos aqui a fim de assistir ao concerto da orquestra municipal."
  • 32. É muito confusa a distinção entre coesão e coerência, aqui entenderemos como coerência a ligação das partes do texto com o seu todo. Ao elaborar o texto, temos que criar condições para que haja uma unidade de coerência, dando ao texto mais fidelidade. “Estava andando sozinho na rua, ouvi passos atrás de mim, assustado nem olhei, saí correndo, era um homem alto, estranho, tinha em suas mãos uma arma...” Se o narrador não olhou, como soube descrever a personagem? A falta de coerência se dá normalmente: Na inverossimilhança, falta de concatenação e argumentação falsa.
  • 33. Um milhão de dólares “Estava voltando para casa, quando vi na calçada algo que parecia um saco de lixo, ao me aproximar percebi que era um pacote...” O que será que havia dentro do pacote? Veja como o narrador acabou com a história na escolha infeliz do título. A incoerência está presente, também, em textos dissertativos que apresentam defeitos de argumentação. Em muitas redações observamos afirmações falsas e inconsistentes. Observe: “No fundo nenhuma escola está realmente preocupada com a qualidade de ensino.”
  • 34. “Estava assistindo ao debate na televisão dos candidatos ao governo de São Paulo, eles mais se acusavam moralmente do que mostravam suas propostas de governo, em um certo momento do debate dois candidatos quase partem para a agressão física. Dessa forma, isso nos leva a concluir que o homem não consegue conciliar ideias opostas é por isso que o mundo vive em guerras frequentemente.” Note que nos dois primeiros exemplos as informações são amplas demais e sem nenhum fundamento. Já no terceiro, a conclusão apresentada não tem ligação nenhuma com o exemplo argumentado. Esses exemplos caracterizam a falta de coerência do texto.
  • 35. “ Finalizando: Tanto os mecanismos de coesão como os de coerência devem ser empregados com cuidado, pois a unidade do texto depende praticamente da aplicação correta desses mecanismos.
  • 36. EXERCÍCIO Páris, filho do rei de Troia, raptou Helena, mulher de um rei grego. Isso provocou um sangrento conflito de dez anos, entre os séculos XIII e XII A.C. Foi o primeiro choque entre o ocidente e o oriente. Mas os gregos conseguiram enganar os troianos. Deixaram à porta de seus muros fortificados um imenso cavalo de madeira. Os troianos, felizes com o presente, puseram-no para dentro. À noite, os soldados gregos, que estavam escondidos no cavalo, saíram e abriram as portas da fortaleza para a invasão. Daí surgiu a expressão "presente de grego". 01. Em "puseram-no", a forma pronominal "no" refere-se: A) ao termo "rei grego". B) ao antecedente "gregos". C) ao antecedente distante "choque". D) à expressão "muros fortificados". E) aos termos "presente" e "cavalo de madeira".
  • 37. 02. O sentido de "...o autor de um bom manual de aritmética para o ensino médio não é necessariamente um intelectual, mas, se ele escrever esse livro adotando critérios pedagógicos inovadores e eficazes, pode ser" fica profundamente alterado com a substituição de "se ele escrever esse livro" por: A) caso ele escreva esse livro; B) conquanto ele escreva esse livro; C) desde que ele escreva esse livro; D) uma vez que ele escreva esse livro. E) contanto que ele escreva esse livro.
  • 38. 03. "Apesar da urgência da organização..."; nesse segmento do texto, a locução "apesar de" pode ser perfeitamente substituída por: A) não obstante; B) entretanto; C) visto que; D) já que. E) assim como 04. Na oração "e sofre com a falta de alguns dos requisitos mínimos para uma vida decente", os termos I - "sofre" e II - "com a falta de alguns dos requisitos mínimos para uma vida decente" guardam entre si uma relação de: A) consequência e causa; B) meio e fim; C) dúvida e explicação; D) hipótese e conclusão E) Causa e efeito
  • 39. Na questão 05, numere os períodos de modo a constituírem um texto coeso e coerente e, depois, indique a sequência numérica correta. 05- ( ) Por isso era desprezado por amplos setores, visto como resquício da era do capitalismo desalmado. ( ) Durante décadas, Friedman - que hoje tem 85 anos e há muito aposentou-se da Universidade de Chicago - foi visto como uma espécie de pária brilhante. ( ) Mas isso mudou; o impacto de Friedman foi tão grande que ele já se aproxima do status de John Maynard Keynes (1883-1945) como o economista mais importante do século. ( ) Foi apenas nos últimos 10 a 15 anos que Milton Friedman começou a ser visto como realmente é: o mais influente economista vivo desde a Segunda Guerra Mundial. ( ) Ele exaltava a ‘liberdade’, louvava os ‘livres mercados’ e criticava o 'excesso de intervenção governamental.' (Baseado em Robert J. Samuelson, Exame, 1/7/1998) a) 4, 2, 5, 1, 3 b) 1, 2, 5, 3, 4 c) 3, 1, 5, 2, 4 d) 5, 2, 4, 1, 3 e) 2, 5, 4, 3, 1