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Língua Portuguesa Ensino Médio Professora Márcia Oliveira
O texto dissertativo-argumentativo
Dissertar é discorrer sobre determinado assunto, defender ou questionar uma ideia, apresentando argumentos adequados ao público a que se
destina, procurando convencer o leitor de alguma coisa, explicar a ele o nosso ponto de vista a respeito de um assunto, ou simplesmente
interpretar um ideia.
No texto dissertativo-argumentativo , há o predomínio da norma culta, com o uso de orações subordinadas. É explorado o sentido
denotativo das palavras, e as figuras de linguagem são permitidas desde que auxiliem na defesa de uma ideia. Recursos como relação de causa e
consequência, comparações, enumerações, exemplos, citações (de livros, de opiniões de especialistas), dados estatísticos e definições são
bastante utilizados.
A estrutura do texto dissertativo-argumentativo: introdução, desenvolvimento e conclusão.
Esquema para uma boa produção dissertativo-argumentativo
1º passo Entenda bem o tema da redação.
Pense no problema relacionado a esse tema: toda proposta de redação do ENEM terá um problema que precisa ser
solucionado. Pense nesse problema, em suas causas e em sua solução. É interessante responder a perguntas como:
>> Qual é o problema?
>> Por que é um problema?
>> Quais as causas desse problema?
>> Qual a solução para esse problema?
>> Por que essa solução deveria ser colocada em prática?
>> Como essa solução resolveria o problema?
2º passo
Vamos construir a redação - INTRODUÇÃO: (primeiro parágrafo da redação)
O parágrafo de introdução deve conter a apresentação do assunto/tema, o problema e a tese.
A introdução deve ter o seguinte:
>> Apresentação do tema
| >> O problema
>> A tese (é o que se pretende defender no texto)
3ºpasso
DESENVOLVIMENTO: (no mínimo dois parágrafos)
É importante planejar o desenvolvimento do texto. Pense na relação entre os argumentos:
>> A ideia será somar os argumentos?
>> A ideia será contrapor argumentos: aspectos negativos e positivos, por exemplo?
>> Os argumentos serão as causas e as consequências do problema?
A relação entre os argumentos dependerá do tema. Há aqueles que permitem contraposição de ideias, outros não.
4º passo
CONCLUSÃO: (último parágrafo)
Volte ao tema/problema.
Apresente uma solução para o problema (proposta de intervenção).
Reafirme a tese apresentada na introdução
Vejamos tudo isso na prática.
TEMA: Mobilidade
1. Comece fazendo perguntas e dando
possíveis respostas:
O que é mobilidade urbana?
Infraestrutura das cidades
Meios de transporte
Transporte coletivo
Deslocamento de pessoas
2. Quando se pensa em mobilidade
urbana no Brasil, quais problemas podem
ser apontados?
Excesso de veículos
Congestionamentos
Transporte coletivo precário
Atrasos , estresse , poluição e
acidentes
3. Quais as causas desses problemas?
Falta de planejamento urbano
Pouco espaço/incentivo para transporte
alternativo, como bicicletas.
Pouco investimento em transporte
coletivo eficaz.
4. Como fazer para resolver esses
problemas?
Investimento em infraestrutura:
reestruturação das vias públicas,
construção/ampliação de ciclovias.
Incentivo ao transporte alternativo,
como bicicletas.
Investimento em transporte coletivo
mais eficaz.
5. Como essa solução resolveria os problemas? (PROPOSTA DE INTERVENÇÃO)
Transporte coletivo eficaz faz com que o indivíduo possa deixar o carro em casa para se
deslocar pela cidade.
Se houver condições estruturais e segurança para o uso de bicicletas, por exemplo, o
incentivo a esse meio de transporte alternativo poderá surtir algum efeito.
OBSERVAÇÃO: Quanto mais criativa a solução, maiores as chances de a redação ser bem avaliada. Dessa forma, é importante pensar em uma
proposta inovadora, que não seja óbvia demais. Esse é o desafio.
A tese é o que eu pretendo defender, é o objetivo do meu texto.
O tema é mobilidade urbana: vou colocar uma definição e explicar por que se trata de um problema.
Atenção:
Não iremos abordar a proposta de intervenção no primeiro parágrafo do texto, mas iremos apontá-la como tese, como objetivo da redação. No
final do texto iremos desenvolver essa proposta e estabelecer uma ligação clara da conclusão com a introdução.
A ideia é a seguinte:
O tema da redação é um problema e meu objetivo é resolvê-lo.
(objetivo da redação = tese = solução para o problema).
Propor uma solução, desenvolver o texto explicando por que esse problema precisa ser solucionado e, no final, desenvolver essa proposta e
mostrar como ela resolveria o problema.
TESE: É preciso criar condições de o brasileiro deixar o carro em casa para se locomover pela cidade
Observe que o parágrafo de introdução contém a apresentação do assunto, o problema e a tese.
Para selecionar os argumentos, é possível fazer o seguinte raciocínio:
Eu pretendo defender a tese tal por causa disso (1) e por causa disso (2).
Disso (1) = argumento 1 Disso (2) = argumento 2
Faço, então, o seguinte:
Pretendo defender a ideia de que é preciso criar condições de o brasileiro deixar o carro em casa para se locomover pela cidade por causa
DISSO (1) e por causa DISSO (2).
DISSO (1) = falta de infraestrutura + excesso de veículos = congestionamentos – atrasos – poluição – problemas de saúde. (argumento 1)
DISSO (2) = falta de transporte coletivo eficaz. (argumento 2)
Vamos começar pelo argumento 1:
ARGUMENTO 1 = falta de infraestrutura + excesso de veículos = congestionamentos – atrasos – poluição – problemas de saúde.
 Vou fazer um tópico frasal, isto é, uma frase que sintetiza meu argumento:
Veja que o foco principal do meu argumento é o excesso de veículos.
 Agora, vou desenvolver o tópico frasal e transformar as ideias em um texto coerente e coeso:
Para fechar o parágrafo, vou relacioná-lo à tese, ao que estou defendendo em meu texto.
Observação: você pode optar por expressões como "dessa forma", "nesse sentido", "assim", "portanto" etc. para iniciar a frase que irá relacionar
a tese ao argumento.
ARGUMENTO 2 = falta de transporte coletivo eficaz.
Novamente vou fazer um tópico frasal, isto é, uma frase que sintetiza meu argumento
Veja que o foco principal desse meu argumento é a ineficiência do transporte coletivo. Agora, vou desenvolver o tópico frasal e transformar as
ideias em um texto coerente e coeso:
Para fechar o parágrafo, vamos relacioná-lo à tese, ao que estou defendendo em meu texto:
Observação: veja que a expressão "portanto" foi usada no início da frase que relaciona a tese a esse segundo argumento.
É importante relacionar meus argumentos. Veja que eu estou somando ideias, por isso devo inserir uma expressão que explicite
essa soma. No segundo parágrafo, posso iniciar o argumento com uma expressão como “além disso”:
CONCLUSÃO - No último parágrafo eu volto ao problema da mobilidade urbana:
Desenvolvimento da solução para o problema (proposta de intervenção)
Reafirmação da tese:
Agora, a redação completa
http://www.gramatiquice.com.br/
DICAS PARA INICIAR UM TEXTO
1. DIVISÃO
Consiste em citar os aspectos que serão abordados ao longo do texto. É uma fórmula bastante empregada, que facilita a organização do que se
vai expor.
Cuidado especial merece a retomada dos pontos mencionados nesse tipo de introdução no desenvolvimento do texto. Expressões do tipo
"Quanto ao primeiro item", "No que tange ao...", "Finalmente, no que diz respeito..." vão dar coesão ao texto.
2. CITAÇÃO DIRETA
A citação direta é a reprodução literal do que alguém falou ou escreveu.
Trata-se de uma fórmula que pode ser bastante importante e, ao mesmo tempo, uma importante estratégia argumentativa, uma vez que invoca,
já no início do texto, a voz da autoridade.
3. CITAÇÃO INDIRETA
É a reprodução não-literal do que alguém falou ou escreveu. A fórmula deve ser usada quando não sabemos textualmente a citação, pois
assim não estaremos adulterando o que foi dito ou escrito, acrescentando, subtraindo ou substituindo palavras de seu autor.
4. PERGUNTA
Iniciar o texto mediante pergunta(s) desperta a atenção, o interesse do leitor para o tema, levando-o a refletir sobre ele. A(s) pergunta(s)
orienta(m) o desenvolvimento do texto, todo seu processo argumentativo.
5. FRASE NOMINAL
Uma fórmula bastante criativa de se iniciar textos é mediante o emprego de uma ou mais frases nominais, seguida(s), em geral, de uma
explicação.
6. ALUSÃO A UM FILME, UM ROMANCE, UM CONTO, ETC.
Escrever é aproveitar criativamente outros materiais interdiscursivos, isto é, outros textos. É muito comum, portanto, ao escrevermos sobre
determinado assunto, nos reportamos a outros textos, como romances, filmes, contos, poemas, etc.
7. NARRAÇÃO – DESCRIÇÃO POR FLASHES
Introduzir um texto narrando - descrevendo um fato, uma cena de forma cinematográfica, mediante flashes, isto é, mediante frases curtas,
nominais é uma forma bastante surpreendente de obter a atenção do leitor, fazendo com que ele se interesse pelo texto.
8. NARRAÇÃO DE UM FATO
Pode-se desenvolver determinado tema iniciando-se o texto com a menção a um fato. Tal procedimento ajuda a despertar a atenção do leitor,
ao mesmo tempo em que empresta ao tema exposto maior realismo
9. CITAÇÃO DE PROVÉRBIO
O provérbio é utilizado, muitas vezes, como estratégia argumentativa, para sustentar o ponto de vista que se pretende defender ao longo do
texto
10. ALUSÃO HISTÓRICA
Para iniciar textos, pode-se lançar mão de fatos históricos, confrontando-os com o presente.
11. DECLARAÇÃO
Uma declaração forte lançada no início do texto surpreende o leitor, desperta seu interesse e pode levá-lo facilmente à leitura
A falta que faz a leitura
Quando assumi o cargo de Editor de Qualidade no JB, em 1º de outubro de 1995 (deixei-o em 15 de outubro de 1996, para tornar-me, com
grande alegria para mim, um auxiliar do velho amigo Orivaldo Perin no trabalho de dar forma final à 1ª página), tinha três preocupações
básicas: 1. o empobrecimento da linguagem de jornal; 2. a vulgarização da linguagem de jornal; 3. a correção dessa mesma linguagem [...]
Mais amigável
"Os computadores não são máquinas simpáticas", diz o canadense Sidney Fels, professor da Universidade da Colúmbia Britânica. "Poucos
conseguem interagir com o micro com a mesma intimidade com que um pintor usa um pincel." Em busca de uma melhor interação, o cientista
desenvolveu o Glove Talk, uma espécie de luva feita por realidade virtual que é capaz de transformar sons em linguagem de sinais, usada por
surdos mudos. Fels também é o inventor do Iamascope, um caleidoscópio que identifica o rosto do usuário e toca melodias conforme este se
movimenta.
Ser ou não
Disse Alexandre Dumas que Shakespeare, depois de Deus, foi o poeta que mais criou. Aos 37 anos, já escrevera 21 peças e inventara uma
forma de soneto. Era um rico proprietário de terras e sócio do Globe Theatre, de Londres. Suas peças eram representadas regularmente para a
rainha Elizabeth I. Na Tragégia de Hamlet, Prícipe da Dinamarca, publicada em 1603, Shakespeare superou a si mesmo, tomando uma antiga
história escandinava de fraticídio e vingança e transformou-a numa tragédia sombria sobre a condição humana, traduzida quase 1000 vezes e
encenada sem cessar. Sarah Bernhardt, John Gielgud, Laurence Olivier, John Barrymore e Kenneth Branagh, todos buscaram entender o
melancólico dinamarquês.
Onde estão os melhores programas da TV a cabo? Que programas merecem que se reserve um bom tempo para a televisão? Quais as
diferenças entre canais que oferecem programação do mesmo gênero? Onde encontrar bons documentários, filmes inéditos, notícias ao vivo,
transmissões esportivas? A equipe da revista da TV sentou-se na frente da televisão, de controle remoto em punho, e apresenta este número
especial, concebido como um guia da TV que os gaúchos assinam.
Decepção. Foi o que os moradores de Pelotas e distritos sentiram após o anúncio do plano rodoviário do governo do Estado para 1999.
Nenhuma das estradas com a conclusão prevista para este ano passa pelo município. (...)
Na mitologia grega, Prometeu é o titã que rouba o fogo dos deuses e é por eles condenado a um suplício eterno. Preso a uma rocha, uma
águia lhe devora constantemente o fígado. Trata-se de uma lenda altamente simbólica e aplicável à época atual. O fogo aí alude ao
conhecimento, à técnica. Por esse conhecimento, por essa técnica, paga o ser humano um preço às vezes muito alto. Isso é particularmente
verdadeiro no campo da medicina, sustenta, em artigo publicado no New England Journal of Medicine, o geriatra James S. Goodwin
(Universidade do Texas).
Favela. Clima tenso no ar. Polícia. Tiroteio, desespero. Angústia, apreensão. Uma vítima: menino, 13 anos de idade, sonhador.
A nave se prepara para pousar. Da escotilha enxerga-se o solo arenoso e acidentado da Lua. É dia. O Sol brilha, intenso e dourado, como você o
vê aqui da Terra, só que cercado de estrelas, num céu completamente negro. É que na Lua não existe atmosfera e, sem atmosfera, não tem os
gases que, espalhando a luz solar, nos dão a ilusão de que o céu é azul. Na Lua, o firmamento é sempre escuro. A nave se aproxima ainda mais.
Dá para ver, lá em baixo, jipes e robôs que zanzam pelas colinas. Homens vestindo macacões super-refrigerados e capacetes com oxigênio
caminham pela planície como que em câmera lenta. É que lá a gravidade é uma lei mais fraca, mal corresponde a um sexto da gravidade que
nos prende à Terra. O foguete pousa suavemente. Os passageiros se preparam para desembarcar. Colocam suas roupas com proteção térmica.
Fora da cúpula protetora da primeira colônia terráquea, a temperatura atinge esturricantes 123 gruas Celsius.
A cena descrita acima não é real, claro. Mas poderá ser.
"Querer é poder", diz o ditado. Mas, em ciência a voz do povo muitas vezes está errada. Há 130 anos os cientistas querem encontrar um
substituto para o sangue que, como ele, transporte o oxigênio para as células."
Diplomacia americana usa como parceiro o míssil que atinge um alvo em qualquer região do planeta
No início do século, com os Estados Unidos recém-chegados ao time das potências internacionais, o presidente Teddy Roosevelt adotou a
doutrina do porrete - "big stick", no inglês original - para impor a hegemonia americana aos vizinhos latino-americanos. Na essência,
significava que Washington tinha disposição para desembarcar seus mariners onde quer que seus interesses fossem desafiados. Quase 100 anos
depois, Bill Clinton escolheu como seu melhor argumento diplomático uma bomba voadora que pode atingir virtualmente qualquer alvo na
superfície do planeta. O nome do porrete é Tomahawk. Na semana passada, com Saddam Hussein desafiando outra vez as Nações Unidas, o
Tomahawk estava como nunca na ordem do dia.
Exagero na dose
É meritório o esforço do Ministério da Saúde para prevenir a transmissão da Aids entre usuários de drogas injetáveis. A mais recente
campanha com tal fim, no entanto, exagera na dose ao apelar a imagens como a de papel higiênico, absorvente feminino e preservativo usados.
A intensão é fazer uma associação direta com os perigos do compartilhamento de seringas descartáveis, fato responsável por um terço dos casos
da doença registrados em Porto Alegre. Ao chocar o público-alvo pela crueza da temática, porém, os cartazes da campanha correm o risco de
agredi-lo moralmente e afastá-lo dos programas de prevenção.
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  • 1. Língua Portuguesa Ensino Médio Professora Márcia Oliveira O texto dissertativo-argumentativo Dissertar é discorrer sobre determinado assunto, defender ou questionar uma ideia, apresentando argumentos adequados ao público a que se destina, procurando convencer o leitor de alguma coisa, explicar a ele o nosso ponto de vista a respeito de um assunto, ou simplesmente interpretar um ideia. No texto dissertativo-argumentativo , há o predomínio da norma culta, com o uso de orações subordinadas. É explorado o sentido denotativo das palavras, e as figuras de linguagem são permitidas desde que auxiliem na defesa de uma ideia. Recursos como relação de causa e consequência, comparações, enumerações, exemplos, citações (de livros, de opiniões de especialistas), dados estatísticos e definições são bastante utilizados. A estrutura do texto dissertativo-argumentativo: introdução, desenvolvimento e conclusão. Esquema para uma boa produção dissertativo-argumentativo 1º passo Entenda bem o tema da redação. Pense no problema relacionado a esse tema: toda proposta de redação do ENEM terá um problema que precisa ser solucionado. Pense nesse problema, em suas causas e em sua solução. É interessante responder a perguntas como: >> Qual é o problema? >> Por que é um problema? >> Quais as causas desse problema? >> Qual a solução para esse problema? >> Por que essa solução deveria ser colocada em prática? >> Como essa solução resolveria o problema? 2º passo Vamos construir a redação - INTRODUÇÃO: (primeiro parágrafo da redação) O parágrafo de introdução deve conter a apresentação do assunto/tema, o problema e a tese. A introdução deve ter o seguinte: >> Apresentação do tema | >> O problema >> A tese (é o que se pretende defender no texto) 3ºpasso DESENVOLVIMENTO: (no mínimo dois parágrafos) É importante planejar o desenvolvimento do texto. Pense na relação entre os argumentos: >> A ideia será somar os argumentos? >> A ideia será contrapor argumentos: aspectos negativos e positivos, por exemplo? >> Os argumentos serão as causas e as consequências do problema? A relação entre os argumentos dependerá do tema. Há aqueles que permitem contraposição de ideias, outros não. 4º passo CONCLUSÃO: (último parágrafo) Volte ao tema/problema. Apresente uma solução para o problema (proposta de intervenção). Reafirme a tese apresentada na introdução Vejamos tudo isso na prática. TEMA: Mobilidade 1. Comece fazendo perguntas e dando possíveis respostas: O que é mobilidade urbana? Infraestrutura das cidades Meios de transporte Transporte coletivo Deslocamento de pessoas 2. Quando se pensa em mobilidade urbana no Brasil, quais problemas podem ser apontados? Excesso de veículos Congestionamentos Transporte coletivo precário Atrasos , estresse , poluição e acidentes 3. Quais as causas desses problemas? Falta de planejamento urbano Pouco espaço/incentivo para transporte alternativo, como bicicletas. Pouco investimento em transporte coletivo eficaz. 4. Como fazer para resolver esses problemas? Investimento em infraestrutura: reestruturação das vias públicas, construção/ampliação de ciclovias. Incentivo ao transporte alternativo, como bicicletas. Investimento em transporte coletivo mais eficaz. 5. Como essa solução resolveria os problemas? (PROPOSTA DE INTERVENÇÃO) Transporte coletivo eficaz faz com que o indivíduo possa deixar o carro em casa para se deslocar pela cidade. Se houver condições estruturais e segurança para o uso de bicicletas, por exemplo, o incentivo a esse meio de transporte alternativo poderá surtir algum efeito. OBSERVAÇÃO: Quanto mais criativa a solução, maiores as chances de a redação ser bem avaliada. Dessa forma, é importante pensar em uma proposta inovadora, que não seja óbvia demais. Esse é o desafio. A tese é o que eu pretendo defender, é o objetivo do meu texto. O tema é mobilidade urbana: vou colocar uma definição e explicar por que se trata de um problema.
  • 2. Atenção: Não iremos abordar a proposta de intervenção no primeiro parágrafo do texto, mas iremos apontá-la como tese, como objetivo da redação. No final do texto iremos desenvolver essa proposta e estabelecer uma ligação clara da conclusão com a introdução. A ideia é a seguinte: O tema da redação é um problema e meu objetivo é resolvê-lo. (objetivo da redação = tese = solução para o problema). Propor uma solução, desenvolver o texto explicando por que esse problema precisa ser solucionado e, no final, desenvolver essa proposta e mostrar como ela resolveria o problema. TESE: É preciso criar condições de o brasileiro deixar o carro em casa para se locomover pela cidade Observe que o parágrafo de introdução contém a apresentação do assunto, o problema e a tese. Para selecionar os argumentos, é possível fazer o seguinte raciocínio: Eu pretendo defender a tese tal por causa disso (1) e por causa disso (2). Disso (1) = argumento 1 Disso (2) = argumento 2 Faço, então, o seguinte: Pretendo defender a ideia de que é preciso criar condições de o brasileiro deixar o carro em casa para se locomover pela cidade por causa DISSO (1) e por causa DISSO (2). DISSO (1) = falta de infraestrutura + excesso de veículos = congestionamentos – atrasos – poluição – problemas de saúde. (argumento 1) DISSO (2) = falta de transporte coletivo eficaz. (argumento 2) Vamos começar pelo argumento 1: ARGUMENTO 1 = falta de infraestrutura + excesso de veículos = congestionamentos – atrasos – poluição – problemas de saúde.  Vou fazer um tópico frasal, isto é, uma frase que sintetiza meu argumento: Veja que o foco principal do meu argumento é o excesso de veículos.  Agora, vou desenvolver o tópico frasal e transformar as ideias em um texto coerente e coeso: Para fechar o parágrafo, vou relacioná-lo à tese, ao que estou defendendo em meu texto. Observação: você pode optar por expressões como "dessa forma", "nesse sentido", "assim", "portanto" etc. para iniciar a frase que irá relacionar a tese ao argumento. ARGUMENTO 2 = falta de transporte coletivo eficaz. Novamente vou fazer um tópico frasal, isto é, uma frase que sintetiza meu argumento Veja que o foco principal desse meu argumento é a ineficiência do transporte coletivo. Agora, vou desenvolver o tópico frasal e transformar as ideias em um texto coerente e coeso:
  • 3. Para fechar o parágrafo, vamos relacioná-lo à tese, ao que estou defendendo em meu texto: Observação: veja que a expressão "portanto" foi usada no início da frase que relaciona a tese a esse segundo argumento. É importante relacionar meus argumentos. Veja que eu estou somando ideias, por isso devo inserir uma expressão que explicite essa soma. No segundo parágrafo, posso iniciar o argumento com uma expressão como “além disso”: CONCLUSÃO - No último parágrafo eu volto ao problema da mobilidade urbana: Desenvolvimento da solução para o problema (proposta de intervenção) Reafirmação da tese: Agora, a redação completa
  • 4. http://www.gramatiquice.com.br/ DICAS PARA INICIAR UM TEXTO 1. DIVISÃO Consiste em citar os aspectos que serão abordados ao longo do texto. É uma fórmula bastante empregada, que facilita a organização do que se vai expor. Cuidado especial merece a retomada dos pontos mencionados nesse tipo de introdução no desenvolvimento do texto. Expressões do tipo "Quanto ao primeiro item", "No que tange ao...", "Finalmente, no que diz respeito..." vão dar coesão ao texto. 2. CITAÇÃO DIRETA A citação direta é a reprodução literal do que alguém falou ou escreveu. Trata-se de uma fórmula que pode ser bastante importante e, ao mesmo tempo, uma importante estratégia argumentativa, uma vez que invoca, já no início do texto, a voz da autoridade. 3. CITAÇÃO INDIRETA É a reprodução não-literal do que alguém falou ou escreveu. A fórmula deve ser usada quando não sabemos textualmente a citação, pois assim não estaremos adulterando o que foi dito ou escrito, acrescentando, subtraindo ou substituindo palavras de seu autor. 4. PERGUNTA Iniciar o texto mediante pergunta(s) desperta a atenção, o interesse do leitor para o tema, levando-o a refletir sobre ele. A(s) pergunta(s) orienta(m) o desenvolvimento do texto, todo seu processo argumentativo. 5. FRASE NOMINAL Uma fórmula bastante criativa de se iniciar textos é mediante o emprego de uma ou mais frases nominais, seguida(s), em geral, de uma explicação. 6. ALUSÃO A UM FILME, UM ROMANCE, UM CONTO, ETC. Escrever é aproveitar criativamente outros materiais interdiscursivos, isto é, outros textos. É muito comum, portanto, ao escrevermos sobre determinado assunto, nos reportamos a outros textos, como romances, filmes, contos, poemas, etc. 7. NARRAÇÃO – DESCRIÇÃO POR FLASHES Introduzir um texto narrando - descrevendo um fato, uma cena de forma cinematográfica, mediante flashes, isto é, mediante frases curtas, nominais é uma forma bastante surpreendente de obter a atenção do leitor, fazendo com que ele se interesse pelo texto. 8. NARRAÇÃO DE UM FATO Pode-se desenvolver determinado tema iniciando-se o texto com a menção a um fato. Tal procedimento ajuda a despertar a atenção do leitor, ao mesmo tempo em que empresta ao tema exposto maior realismo 9. CITAÇÃO DE PROVÉRBIO O provérbio é utilizado, muitas vezes, como estratégia argumentativa, para sustentar o ponto de vista que se pretende defender ao longo do texto 10. ALUSÃO HISTÓRICA Para iniciar textos, pode-se lançar mão de fatos históricos, confrontando-os com o presente. 11. DECLARAÇÃO Uma declaração forte lançada no início do texto surpreende o leitor, desperta seu interesse e pode levá-lo facilmente à leitura
  • 5. A falta que faz a leitura Quando assumi o cargo de Editor de Qualidade no JB, em 1º de outubro de 1995 (deixei-o em 15 de outubro de 1996, para tornar-me, com grande alegria para mim, um auxiliar do velho amigo Orivaldo Perin no trabalho de dar forma final à 1ª página), tinha três preocupações básicas: 1. o empobrecimento da linguagem de jornal; 2. a vulgarização da linguagem de jornal; 3. a correção dessa mesma linguagem [...] Mais amigável "Os computadores não são máquinas simpáticas", diz o canadense Sidney Fels, professor da Universidade da Colúmbia Britânica. "Poucos conseguem interagir com o micro com a mesma intimidade com que um pintor usa um pincel." Em busca de uma melhor interação, o cientista desenvolveu o Glove Talk, uma espécie de luva feita por realidade virtual que é capaz de transformar sons em linguagem de sinais, usada por surdos mudos. Fels também é o inventor do Iamascope, um caleidoscópio que identifica o rosto do usuário e toca melodias conforme este se movimenta. Ser ou não Disse Alexandre Dumas que Shakespeare, depois de Deus, foi o poeta que mais criou. Aos 37 anos, já escrevera 21 peças e inventara uma forma de soneto. Era um rico proprietário de terras e sócio do Globe Theatre, de Londres. Suas peças eram representadas regularmente para a rainha Elizabeth I. Na Tragégia de Hamlet, Prícipe da Dinamarca, publicada em 1603, Shakespeare superou a si mesmo, tomando uma antiga história escandinava de fraticídio e vingança e transformou-a numa tragédia sombria sobre a condição humana, traduzida quase 1000 vezes e encenada sem cessar. Sarah Bernhardt, John Gielgud, Laurence Olivier, John Barrymore e Kenneth Branagh, todos buscaram entender o melancólico dinamarquês. Onde estão os melhores programas da TV a cabo? Que programas merecem que se reserve um bom tempo para a televisão? Quais as diferenças entre canais que oferecem programação do mesmo gênero? Onde encontrar bons documentários, filmes inéditos, notícias ao vivo, transmissões esportivas? A equipe da revista da TV sentou-se na frente da televisão, de controle remoto em punho, e apresenta este número especial, concebido como um guia da TV que os gaúchos assinam. Decepção. Foi o que os moradores de Pelotas e distritos sentiram após o anúncio do plano rodoviário do governo do Estado para 1999. Nenhuma das estradas com a conclusão prevista para este ano passa pelo município. (...) Na mitologia grega, Prometeu é o titã que rouba o fogo dos deuses e é por eles condenado a um suplício eterno. Preso a uma rocha, uma águia lhe devora constantemente o fígado. Trata-se de uma lenda altamente simbólica e aplicável à época atual. O fogo aí alude ao conhecimento, à técnica. Por esse conhecimento, por essa técnica, paga o ser humano um preço às vezes muito alto. Isso é particularmente verdadeiro no campo da medicina, sustenta, em artigo publicado no New England Journal of Medicine, o geriatra James S. Goodwin (Universidade do Texas). Favela. Clima tenso no ar. Polícia. Tiroteio, desespero. Angústia, apreensão. Uma vítima: menino, 13 anos de idade, sonhador. A nave se prepara para pousar. Da escotilha enxerga-se o solo arenoso e acidentado da Lua. É dia. O Sol brilha, intenso e dourado, como você o vê aqui da Terra, só que cercado de estrelas, num céu completamente negro. É que na Lua não existe atmosfera e, sem atmosfera, não tem os gases que, espalhando a luz solar, nos dão a ilusão de que o céu é azul. Na Lua, o firmamento é sempre escuro. A nave se aproxima ainda mais. Dá para ver, lá em baixo, jipes e robôs que zanzam pelas colinas. Homens vestindo macacões super-refrigerados e capacetes com oxigênio caminham pela planície como que em câmera lenta. É que lá a gravidade é uma lei mais fraca, mal corresponde a um sexto da gravidade que nos prende à Terra. O foguete pousa suavemente. Os passageiros se preparam para desembarcar. Colocam suas roupas com proteção térmica. Fora da cúpula protetora da primeira colônia terráquea, a temperatura atinge esturricantes 123 gruas Celsius. A cena descrita acima não é real, claro. Mas poderá ser. "Querer é poder", diz o ditado. Mas, em ciência a voz do povo muitas vezes está errada. Há 130 anos os cientistas querem encontrar um substituto para o sangue que, como ele, transporte o oxigênio para as células." Diplomacia americana usa como parceiro o míssil que atinge um alvo em qualquer região do planeta No início do século, com os Estados Unidos recém-chegados ao time das potências internacionais, o presidente Teddy Roosevelt adotou a doutrina do porrete - "big stick", no inglês original - para impor a hegemonia americana aos vizinhos latino-americanos. Na essência, significava que Washington tinha disposição para desembarcar seus mariners onde quer que seus interesses fossem desafiados. Quase 100 anos depois, Bill Clinton escolheu como seu melhor argumento diplomático uma bomba voadora que pode atingir virtualmente qualquer alvo na superfície do planeta. O nome do porrete é Tomahawk. Na semana passada, com Saddam Hussein desafiando outra vez as Nações Unidas, o Tomahawk estava como nunca na ordem do dia. Exagero na dose É meritório o esforço do Ministério da Saúde para prevenir a transmissão da Aids entre usuários de drogas injetáveis. A mais recente campanha com tal fim, no entanto, exagera na dose ao apelar a imagens como a de papel higiênico, absorvente feminino e preservativo usados. A intensão é fazer uma associação direta com os perigos do compartilhamento de seringas descartáveis, fato responsável por um terço dos casos da doença registrados em Porto Alegre. Ao chocar o público-alvo pela crueza da temática, porém, os cartazes da campanha correm o risco de agredi-lo moralmente e afastá-lo dos programas de prevenção.