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ESTUDO 5 -
Líderes de Israel
Juiz
Rei
Profeta
Os Líderes em Israel
Em seguida à seção que tratava
da adoração em Israel, vem uma
seção que trata do caráter dos
líderes de Israel, os juízes (16:18-
20), rei (17:14-20), e profetas (18:9-
22). Cada um com sua esfera de
ação definida.
Juízes (Dt 16:18-20)
Neste texto encontramos a instituição dos juízes em Israel.
Estes tiveram um papel diferente dos juízes encontrados no Livro
canônico dos Juízes. Os juízes encontrados no Livro dos Juízes não
exerciam a mesma função dos juízes legais de Israel. Na verdade, a
tarefa desempenhada na esfera legal, como árbitros nas disputas
humanas, era uma função subsidiaria de seus personagens
centrais.
A chave para a conotação do termo em hebraico poderá
ser encontrada em (Jz 2:16). Os juízes eram, primordialmente,
“salvadores” ou “libertadores” de seu povo, contra seus inimigos
(Jz 3:9, 15; 1Sm 12:11); foram líderes militares e políticos, e não
presidentes de tribunais. O destaque deles era o fato de serem
sustentados e fortalecidos por Deus (Jz 2:18).
Os Líderes em Israel
Durante o período da peregrinação Moisés é
apresentado como o juiz principal de Israel,
assessorado por juízes assistentes recrutados dentre
as tribos (Dt 1:12-18; Ex 18:13-27). A presente
passagem contempla dois grupos de oficiais: Juízes e
oficiais (a serem escolhidos em todas as cidades). Não
é improvável que os juízes tenham sido os líderes dos
conselhos locais de anciãos (19:12).
O segundo grupo, os oficiais, eram uma espécie
de assistentes. Não eram, todavia, meros escribas
(2Cr 34:13) talvez fossem “auxiliares de tribunal”
associados aos juízes (1Cr 23:4; 26:29). É uma
questão aberta o terem ou não sido estes dois
grupos, funcionários do estado em dias posteriores.
Os Líderes em Israel
Os Líderes em Israel
A responsabilidade dos juízes era julgar o povo
com reto juízo. Três regras são apresentadas: Não
torcerás a justiça, não farás acepção de pessoas, nem
tomarás suborno. Para casos judiciais que fossem difíceis
para os tribunais locais, as cortes de primeira instância
localizadas nas cidades podiam apelar ao tribunal
superior, localizado no santuário central.
Surge alguma ambiguidade quanto a quem fazia a
apelação ao tribunal superior, se o corpo de juízes
mencionados em 16: 18-20 ou as partes litigantes. A
presente passagem não elucida por não ser clara.
Todavia, uma referencia ao precedente encontrado em
(Ex 18: 13). Onde os homens escolhidos por Moises
traziam a ele os casos mais difíceis, pode sugerir que os
próprios juízes tomavam a decisão de levantar-se e ir ao
lugar que Javé teu Deus escolher.
Os Líderes em Israel
O veredito da corte central era inapelável,
pois era considerado como a expressão do
próprio pensamento de Deus sobre o caso (Ex
18:15, 16). Nem os juízes podiam agir diferente
da decisão (17:10-11), nem o homem que
recebesse sua sentença (17:12). Parece que o
corpo jurídico central consistia de vários
sacerdotes e juízes (19:17), tendo cada grupo
seu próprio líder, ou seja, o sumo sacerdote
(chefe dos sacerdotes) e o chefe dos juízes
(17:12). Cada um deles é definido pelo artigo
neste versículo.
Os Líderes em Israel
Rei (17:14-20)
Após a morte de Josué, a nação
hebraica não tinha um governo central forte.
Era uma confederação de doze tribos
independentes, sem qualquer força
unificadora, exceto o seu Deus. A forma de
governo nos dias dos juízes diz-se
comumente que era “teocrática”, isto é,
acreditava-se que Deus era o governante
direto da nação (Jz 8:23).
Os Líderes em Israel
Desde os primeiros dias de Israel, o próprio
Deus havia dirigido Seu povo, revelado Seus
mandamentos e concedido lideres apropriados. Não
pode haver dúvida de que os planos de Deus para
Israel incluíam um rei (Nm 24:7, 17-19), uma dinastia
especialmente escolhida, da tribo de Judá (Gn 49:10).
Já nos dias de Abraão, o Senhor havia predito
reinado (Gn 17:6). Antecipando esse evento, o Senhor
estabeleceu na legislação hebraica certos controles
(Dt 17:14-20). Deus era o verdadeiro Rei de Israel,
consciência teológica que havia raiado no êxodo do
Egito (Ex 15:18). No devido tempo, Deus daria um rei
a Israel.
Os Líderes em Israel
A possibilidade de um monarca humano não era
de todo excluída, desde que tal monarca exercesse
sua autoridade sob a égide de Javé e de conformidade
com as estipulações da aliança que Ele outorgara a
Israel, pois em ultima analise Javé era o Rei de Israel.
Assim, a questão da monarquia em si não constitui
um mal para Israel. Essa necessidade é retratada com
clareza (Jz 17:6; 18:1; 19:1; 21:25).
No texto de (1Sm 2:10) a referência aqui ao rei
do Senhor antevê o evento central dos livros de
Samuel, a saber, a instituição de uma monarquia, e
subentende que a ideia de uma monarquia,
corretamente cogitada, não é errada.
Os Líderes em Israel
Contudo, na ocasião de (1Sm 8), Israel pecou ao
buscar um rei (1Sm 8:7; 10:19; 12:17-20). Todavia, a razão
por que o pedido do povo desagradou ao Senhor? Vejamos
abaixo:
 (1Sm 8:5) Os motivos apresentados pelos anciãos para
desejarem um rei são realmente um pretexto; o que
realmente queriam era ser "como todas as nações" (v.
20). Baseou-se no desejo de seguir os vizinhos pagãos
quanto à forma de governo. A motivação de Israel era
poder assemelhar-se ao mundo a seu redor, em vez de
apegar-se à constituição santa e perfeita que Deus lhes
outorgara, o código do Pentateuco. Em um sentido
definitivo, Israel estava rejeitando as leis do Senhor,
como se fossem inadequadas para às necessidades,
preferindo seguir as pegadas dos pagãos idólatras.
Os Líderes em Israel
 (1Sm 8.7) Samuel inicialmente interpreta a
petição em termos de um ataque contra
sua própria liderança (v. 6). Mas o Senhor
lhe indica que a afronta é muito mais grave
do que isso. O pecado deles foi o de rejeitar
a Deus como seu Rei e desejar um monarca
humano em seu lugar (1Sm 10:19; 12:12-
20; contrastar a recusa de Gideão em - Jz
8:23).
Os Líderes em Israel
 (1Sm 12:3-15) Samuel apresenta argumentos para
compelir o povo a reconhecer a sua própria culpa
em pedir um rei. Ressalta que no passado, sempre
tinha sido o Senhor quem nomeava líderes
plenamente adequados (v.6-8). Mesmo quando os
israelitas "esqueceram-se do SENHOR", o Senhor
fora gracioso para com eles. Embora os sujeitasse à
opressão dos inimigos (v. 9), atendia suas confissões
e seus rogos por livramento (v. 10) e suscitava juízes.
Dentro desse contexto da suficiência da provisão do
Senhor, a exigência do povo em ter um rei humano,
embora o próprio Senhor fosse seu rei (v.12), pode
ser considerada rebelião (8:7).
Os Líderes em Israel
 No tempo dos juízes, a unidade política e espiritual das
doze tribos deteriorou-se gravemente (Jz 17:6; 21:25).
Israel viu-se constantemente sob o risco de ser invadido
por seus inimigos (1Sm 9:16; 12:12). Em vez de confiar
em Deus, o povo quis um rei e um exército que
conduzissem a nação à vitória. Queriam alguém que os
julgasse e que combatesse suas batalhas, alguém que
pudessem ver e seguir. Assim, quando os anciãos
pediram para ter um rei, (1Sm 8:5, 20), estavam se
esquecendo de que a força de Israel deveria ser
diferente da outras nações. O motivo pelo qual eles
queriam um rei não era certo. Não foi porque
quisessem ter um homem de Deus reinando sobre a
nação, mas porque queriam que um homem reinasse
sobre eles. Eles desejavam ter um rei para julgá-los com
pompa e poder exterior, como todas as nações.
Os Líderes em Israel
Os filhos de Israel tinham clamado por um
rei. Deus lhes deu primeiro um rei, conforme o
desejo do coração deles, Saul. Saul é escolhido,
um rei capaz, talentoso, na pessoa de Saul. Era
formoso de aspecto, alto e de porte nobre,
revelou-se um chefe militar. Entretanto, o
primeiro rei foi um fracasso. Tornou-se carnal,
voluntarioso, desobediente e ciumento a ponto
de ficar insano e sedento de sangue, nos últimos
anos de seu reinado.
O fato de Saul ser da tribo de Benjamim
(1Sm 9:1) e não de Judá (linhagem escolhida por
Deus), já é forte indício de que não se esperava
em momento algum que ele instituísse uma
dinastia (Gn 49:8-10).
Os Líderes em Israel
Depois do primeiro rei Deus lhes deu
outro, segundo o desejo do coração divino -
Davi. Em Davi vemos o tipo de Cristo como Rei.
A única profecia específica sobre Cristo nos
livros de Samuel é a semente prometida de Davi,
a qual estabeleceria o seu Reinado para sempre
(2Sm 7:16; Lc 1:32, 33).
Apesar de haver rei, os juízes continuariam
a funcionar em um âmbito judicial, não numa
posição administrativa ou política.
Os Líderes em Israel
Os Líderes em Israel
Profetas (Dt 18:9-22)
A palavra profeta significa basicamente
“aquele que fala em nome de um deus e
interpreta sua vontade para o homem”.
Longe do que parece ser à primeira vista, os
profetas de Israel surgiram logo cedo com
Abraão, Moisés e Samuel (Gn 20:7; Dt 18:15;
1Sm 3:20). Deus usou estes homens para
falar ao povo. A profecia não é um fenômeno
do tempo do reinado em Israel.
Os Líderes em Israel
Geralmente se pensa que os profetas viviam
proclamando as coisas do futuro. No entanto não é assim
que acontecia. Menos que 2% da profecia do Antigo
Testamento é messiânica, menos que 5%
especificamente descreve a era da Nova Aliança, e menos
que 1% diz respeito a eventos ainda vindouros. Como
vemos, a minoria do conteúdo profético estava
relacionada com os acontecimentos futuros.
Suas mensagens eram bem atuais para sua época.
Sua função era fazer o povo retornar aos mandamentos
da Lei. Os profetas denunciavam os erros sociais e
religiosos da sociedade e da monarquia, e assim se
tornaram arautos de uma compreensão verdadeiramente
moral do reino de Deus. Traziam consolações e
exortações ao povo da Aliança.
Os Líderes em Israel
O Senhor faria Sua vontade conhecida
através dos Seus profetas, cujas palavras seriam
plenamente compreensíveis ao povo, em
contraste com as “revelações misteriosas” dos
que operavam com adivinhações. A Lei sobre os
profetas é apresentada:
 Enumeram-se as práticas proibidas (Dt 18:9-
14);
 Explica-se o ofício de profeta (Dt 18:15-18);
 Referência àqueles que rejeitarem a palavra
profética ou que corromperem o ofício
profético (Dt 18:19-22);
Os Líderes em Israel
 O homem que se lança ao ofício profético sem
ser chamado por Deus é um profeta falso (Dt
18:20);
 Os profetas autênticos falariam somente as
palavras que Deus lhe desse (Dt 18:18);
 Suas palavras se cumpririam infalivelmente (Dt
18:22);
 Os falsos profetas poderiam, em certos casos,
operar milagres e ter a palavra cumprida, mas
ficariam a descoberto através de sua doutrina
em desacordo com a de Deus (Dt 13:1, 2);
 Deus permitiria que os falsos profetas fizessem
sinais, a fim de provar Seu povo (Dt 13:3).
Os Líderes em Israel
Moisés introduziu o tema da profecia israelita.
Deus comunicaria a sua Palavra a Israel através de
uma sucessão de profetas. Na qualidade de
mediadores da Palavra de Deus ao povo de Israel os
demais profetas funcionariam de maneira semelhante
a Moisés, todavia, nenhum deles seria o mediador
inicial de uma aliança, e nenhum deles teria igual
intimidade com Deus como tinha Moisés, e nem
receberia revelações divinas tão claras como aquelas
que lhe foram dadas (Nm 12.6-8; Dt 34:10, 11).
A passagem de (Dt 18:15, 18, 19) encontra
cumprimento final no profeta que é maior do que
Moisés - Jesus Cristo (At 3:22-26; 7:37). À semelhança
de Moisés, Cristo foi o Mediador de uma aliança entre
Deus e o seu povo (Lc 22.20; Hb 8:6-13). Na verdade,
Moisés é um tipo profético que aponta para Jesus.
Os Líderes em Israel
A advertência contra os falsos profetas
foi dada para enfatizar que, embora um
profeta parecesse ter credenciais
impressionantes, o teste teológico
continuava sendo crucial. Dois meios de
discernir os falsos profetas são dados:
1º Integridade teológica - um verdadeiro
profeta não ensinará o erro, nem desviará o
povo (Dt 18:20; 13:1-5);
2º Profecias cumpridas (Dt 18:22).
Os Líderes em Israel
Ao se defrontar com profetas traiçoeiros,
Israel deveria seguir três linhas de ação:
a) Não deveria ouvir. O povo poderia
reconhecer, na tentativa do profeta de desvia-
los de sua lealdade, um teste para a mesma.
b) O falso profeta deveria ser morto, pois
estimulara rebelião contra Javé. A ameaça de
execução a qualquer ofensor tinha por objetivo
a prevenção da difusão de tal câncer e a
eliminação do mal de entre o povo de Israel (Dt
13:5; 17:12; 19:11-13; 21:18-21; 22:21-24; 24:
7).
Os Líderes em Israel
Está claro biblicamente que tanto os sacerdotes
como os profetas foram ordenados por Deus, porém
havia diferenças entre si:
1-Quanto ao chamado: Os profetas eram convocados
individualmente por Deus, os sacerdotes eram
descendentes de Arão;
2-Quanto ao cargo: Os profetas constituíam-se
representantes de Deus diante do povo; os sacerdotes
eram representantes do povo diante de Deus;
3-Quanto à obra: Os profetas clamavam por justiça
espiritual e pureza interior; os sacerdotes tinham sua
visão voltada aos ritos religiosos da Aliança;
4-Quanto ao ensino: Os sacerdotes eram os que
ensinavam habitualmente; os profetas pregavam
reavivamento, reforma.
Os Líderes em Israel
Os Líderes em Israel
Aplicações:
 Os juízes que governam nas igrejas locais
são os presbíteros, e da mesma forma que
no passado, devem julgar retamente;
 A igreja deve tomar cuidado em relação aos
falsos profetas, pois pode ser provado por
meio destes;
 A igreja deve levar à sério os desvios
doutrinários como era no Antigo
Testamento;
Os Líderes em Israel
 Devemos nos policiar para não nos rebelar
contra o governo do Senhor em nossas
vidas como fizeram os anciãos;
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Os Líderes em Israel

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Os líderes de Israel

  • 1. ESTUDO 5 - Líderes de Israel Juiz Rei Profeta
  • 2. Os Líderes em Israel Em seguida à seção que tratava da adoração em Israel, vem uma seção que trata do caráter dos líderes de Israel, os juízes (16:18- 20), rei (17:14-20), e profetas (18:9- 22). Cada um com sua esfera de ação definida.
  • 3. Juízes (Dt 16:18-20) Neste texto encontramos a instituição dos juízes em Israel. Estes tiveram um papel diferente dos juízes encontrados no Livro canônico dos Juízes. Os juízes encontrados no Livro dos Juízes não exerciam a mesma função dos juízes legais de Israel. Na verdade, a tarefa desempenhada na esfera legal, como árbitros nas disputas humanas, era uma função subsidiaria de seus personagens centrais. A chave para a conotação do termo em hebraico poderá ser encontrada em (Jz 2:16). Os juízes eram, primordialmente, “salvadores” ou “libertadores” de seu povo, contra seus inimigos (Jz 3:9, 15; 1Sm 12:11); foram líderes militares e políticos, e não presidentes de tribunais. O destaque deles era o fato de serem sustentados e fortalecidos por Deus (Jz 2:18). Os Líderes em Israel
  • 4. Durante o período da peregrinação Moisés é apresentado como o juiz principal de Israel, assessorado por juízes assistentes recrutados dentre as tribos (Dt 1:12-18; Ex 18:13-27). A presente passagem contempla dois grupos de oficiais: Juízes e oficiais (a serem escolhidos em todas as cidades). Não é improvável que os juízes tenham sido os líderes dos conselhos locais de anciãos (19:12). O segundo grupo, os oficiais, eram uma espécie de assistentes. Não eram, todavia, meros escribas (2Cr 34:13) talvez fossem “auxiliares de tribunal” associados aos juízes (1Cr 23:4; 26:29). É uma questão aberta o terem ou não sido estes dois grupos, funcionários do estado em dias posteriores. Os Líderes em Israel
  • 5. Os Líderes em Israel
  • 6. A responsabilidade dos juízes era julgar o povo com reto juízo. Três regras são apresentadas: Não torcerás a justiça, não farás acepção de pessoas, nem tomarás suborno. Para casos judiciais que fossem difíceis para os tribunais locais, as cortes de primeira instância localizadas nas cidades podiam apelar ao tribunal superior, localizado no santuário central. Surge alguma ambiguidade quanto a quem fazia a apelação ao tribunal superior, se o corpo de juízes mencionados em 16: 18-20 ou as partes litigantes. A presente passagem não elucida por não ser clara. Todavia, uma referencia ao precedente encontrado em (Ex 18: 13). Onde os homens escolhidos por Moises traziam a ele os casos mais difíceis, pode sugerir que os próprios juízes tomavam a decisão de levantar-se e ir ao lugar que Javé teu Deus escolher. Os Líderes em Israel
  • 7. O veredito da corte central era inapelável, pois era considerado como a expressão do próprio pensamento de Deus sobre o caso (Ex 18:15, 16). Nem os juízes podiam agir diferente da decisão (17:10-11), nem o homem que recebesse sua sentença (17:12). Parece que o corpo jurídico central consistia de vários sacerdotes e juízes (19:17), tendo cada grupo seu próprio líder, ou seja, o sumo sacerdote (chefe dos sacerdotes) e o chefe dos juízes (17:12). Cada um deles é definido pelo artigo neste versículo. Os Líderes em Israel
  • 8. Rei (17:14-20) Após a morte de Josué, a nação hebraica não tinha um governo central forte. Era uma confederação de doze tribos independentes, sem qualquer força unificadora, exceto o seu Deus. A forma de governo nos dias dos juízes diz-se comumente que era “teocrática”, isto é, acreditava-se que Deus era o governante direto da nação (Jz 8:23). Os Líderes em Israel
  • 9. Desde os primeiros dias de Israel, o próprio Deus havia dirigido Seu povo, revelado Seus mandamentos e concedido lideres apropriados. Não pode haver dúvida de que os planos de Deus para Israel incluíam um rei (Nm 24:7, 17-19), uma dinastia especialmente escolhida, da tribo de Judá (Gn 49:10). Já nos dias de Abraão, o Senhor havia predito reinado (Gn 17:6). Antecipando esse evento, o Senhor estabeleceu na legislação hebraica certos controles (Dt 17:14-20). Deus era o verdadeiro Rei de Israel, consciência teológica que havia raiado no êxodo do Egito (Ex 15:18). No devido tempo, Deus daria um rei a Israel. Os Líderes em Israel
  • 10. A possibilidade de um monarca humano não era de todo excluída, desde que tal monarca exercesse sua autoridade sob a égide de Javé e de conformidade com as estipulações da aliança que Ele outorgara a Israel, pois em ultima analise Javé era o Rei de Israel. Assim, a questão da monarquia em si não constitui um mal para Israel. Essa necessidade é retratada com clareza (Jz 17:6; 18:1; 19:1; 21:25). No texto de (1Sm 2:10) a referência aqui ao rei do Senhor antevê o evento central dos livros de Samuel, a saber, a instituição de uma monarquia, e subentende que a ideia de uma monarquia, corretamente cogitada, não é errada. Os Líderes em Israel
  • 11. Contudo, na ocasião de (1Sm 8), Israel pecou ao buscar um rei (1Sm 8:7; 10:19; 12:17-20). Todavia, a razão por que o pedido do povo desagradou ao Senhor? Vejamos abaixo:  (1Sm 8:5) Os motivos apresentados pelos anciãos para desejarem um rei são realmente um pretexto; o que realmente queriam era ser "como todas as nações" (v. 20). Baseou-se no desejo de seguir os vizinhos pagãos quanto à forma de governo. A motivação de Israel era poder assemelhar-se ao mundo a seu redor, em vez de apegar-se à constituição santa e perfeita que Deus lhes outorgara, o código do Pentateuco. Em um sentido definitivo, Israel estava rejeitando as leis do Senhor, como se fossem inadequadas para às necessidades, preferindo seguir as pegadas dos pagãos idólatras. Os Líderes em Israel
  • 12.  (1Sm 8.7) Samuel inicialmente interpreta a petição em termos de um ataque contra sua própria liderança (v. 6). Mas o Senhor lhe indica que a afronta é muito mais grave do que isso. O pecado deles foi o de rejeitar a Deus como seu Rei e desejar um monarca humano em seu lugar (1Sm 10:19; 12:12- 20; contrastar a recusa de Gideão em - Jz 8:23). Os Líderes em Israel
  • 13.  (1Sm 12:3-15) Samuel apresenta argumentos para compelir o povo a reconhecer a sua própria culpa em pedir um rei. Ressalta que no passado, sempre tinha sido o Senhor quem nomeava líderes plenamente adequados (v.6-8). Mesmo quando os israelitas "esqueceram-se do SENHOR", o Senhor fora gracioso para com eles. Embora os sujeitasse à opressão dos inimigos (v. 9), atendia suas confissões e seus rogos por livramento (v. 10) e suscitava juízes. Dentro desse contexto da suficiência da provisão do Senhor, a exigência do povo em ter um rei humano, embora o próprio Senhor fosse seu rei (v.12), pode ser considerada rebelião (8:7). Os Líderes em Israel
  • 14.  No tempo dos juízes, a unidade política e espiritual das doze tribos deteriorou-se gravemente (Jz 17:6; 21:25). Israel viu-se constantemente sob o risco de ser invadido por seus inimigos (1Sm 9:16; 12:12). Em vez de confiar em Deus, o povo quis um rei e um exército que conduzissem a nação à vitória. Queriam alguém que os julgasse e que combatesse suas batalhas, alguém que pudessem ver e seguir. Assim, quando os anciãos pediram para ter um rei, (1Sm 8:5, 20), estavam se esquecendo de que a força de Israel deveria ser diferente da outras nações. O motivo pelo qual eles queriam um rei não era certo. Não foi porque quisessem ter um homem de Deus reinando sobre a nação, mas porque queriam que um homem reinasse sobre eles. Eles desejavam ter um rei para julgá-los com pompa e poder exterior, como todas as nações. Os Líderes em Israel
  • 15. Os filhos de Israel tinham clamado por um rei. Deus lhes deu primeiro um rei, conforme o desejo do coração deles, Saul. Saul é escolhido, um rei capaz, talentoso, na pessoa de Saul. Era formoso de aspecto, alto e de porte nobre, revelou-se um chefe militar. Entretanto, o primeiro rei foi um fracasso. Tornou-se carnal, voluntarioso, desobediente e ciumento a ponto de ficar insano e sedento de sangue, nos últimos anos de seu reinado. O fato de Saul ser da tribo de Benjamim (1Sm 9:1) e não de Judá (linhagem escolhida por Deus), já é forte indício de que não se esperava em momento algum que ele instituísse uma dinastia (Gn 49:8-10). Os Líderes em Israel
  • 16. Depois do primeiro rei Deus lhes deu outro, segundo o desejo do coração divino - Davi. Em Davi vemos o tipo de Cristo como Rei. A única profecia específica sobre Cristo nos livros de Samuel é a semente prometida de Davi, a qual estabeleceria o seu Reinado para sempre (2Sm 7:16; Lc 1:32, 33). Apesar de haver rei, os juízes continuariam a funcionar em um âmbito judicial, não numa posição administrativa ou política. Os Líderes em Israel
  • 17. Os Líderes em Israel
  • 18. Profetas (Dt 18:9-22) A palavra profeta significa basicamente “aquele que fala em nome de um deus e interpreta sua vontade para o homem”. Longe do que parece ser à primeira vista, os profetas de Israel surgiram logo cedo com Abraão, Moisés e Samuel (Gn 20:7; Dt 18:15; 1Sm 3:20). Deus usou estes homens para falar ao povo. A profecia não é um fenômeno do tempo do reinado em Israel. Os Líderes em Israel
  • 19. Geralmente se pensa que os profetas viviam proclamando as coisas do futuro. No entanto não é assim que acontecia. Menos que 2% da profecia do Antigo Testamento é messiânica, menos que 5% especificamente descreve a era da Nova Aliança, e menos que 1% diz respeito a eventos ainda vindouros. Como vemos, a minoria do conteúdo profético estava relacionada com os acontecimentos futuros. Suas mensagens eram bem atuais para sua época. Sua função era fazer o povo retornar aos mandamentos da Lei. Os profetas denunciavam os erros sociais e religiosos da sociedade e da monarquia, e assim se tornaram arautos de uma compreensão verdadeiramente moral do reino de Deus. Traziam consolações e exortações ao povo da Aliança. Os Líderes em Israel
  • 20. O Senhor faria Sua vontade conhecida através dos Seus profetas, cujas palavras seriam plenamente compreensíveis ao povo, em contraste com as “revelações misteriosas” dos que operavam com adivinhações. A Lei sobre os profetas é apresentada:  Enumeram-se as práticas proibidas (Dt 18:9- 14);  Explica-se o ofício de profeta (Dt 18:15-18);  Referência àqueles que rejeitarem a palavra profética ou que corromperem o ofício profético (Dt 18:19-22); Os Líderes em Israel
  • 21.  O homem que se lança ao ofício profético sem ser chamado por Deus é um profeta falso (Dt 18:20);  Os profetas autênticos falariam somente as palavras que Deus lhe desse (Dt 18:18);  Suas palavras se cumpririam infalivelmente (Dt 18:22);  Os falsos profetas poderiam, em certos casos, operar milagres e ter a palavra cumprida, mas ficariam a descoberto através de sua doutrina em desacordo com a de Deus (Dt 13:1, 2);  Deus permitiria que os falsos profetas fizessem sinais, a fim de provar Seu povo (Dt 13:3). Os Líderes em Israel
  • 22. Moisés introduziu o tema da profecia israelita. Deus comunicaria a sua Palavra a Israel através de uma sucessão de profetas. Na qualidade de mediadores da Palavra de Deus ao povo de Israel os demais profetas funcionariam de maneira semelhante a Moisés, todavia, nenhum deles seria o mediador inicial de uma aliança, e nenhum deles teria igual intimidade com Deus como tinha Moisés, e nem receberia revelações divinas tão claras como aquelas que lhe foram dadas (Nm 12.6-8; Dt 34:10, 11). A passagem de (Dt 18:15, 18, 19) encontra cumprimento final no profeta que é maior do que Moisés - Jesus Cristo (At 3:22-26; 7:37). À semelhança de Moisés, Cristo foi o Mediador de uma aliança entre Deus e o seu povo (Lc 22.20; Hb 8:6-13). Na verdade, Moisés é um tipo profético que aponta para Jesus. Os Líderes em Israel
  • 23. A advertência contra os falsos profetas foi dada para enfatizar que, embora um profeta parecesse ter credenciais impressionantes, o teste teológico continuava sendo crucial. Dois meios de discernir os falsos profetas são dados: 1º Integridade teológica - um verdadeiro profeta não ensinará o erro, nem desviará o povo (Dt 18:20; 13:1-5); 2º Profecias cumpridas (Dt 18:22). Os Líderes em Israel
  • 24. Ao se defrontar com profetas traiçoeiros, Israel deveria seguir três linhas de ação: a) Não deveria ouvir. O povo poderia reconhecer, na tentativa do profeta de desvia- los de sua lealdade, um teste para a mesma. b) O falso profeta deveria ser morto, pois estimulara rebelião contra Javé. A ameaça de execução a qualquer ofensor tinha por objetivo a prevenção da difusão de tal câncer e a eliminação do mal de entre o povo de Israel (Dt 13:5; 17:12; 19:11-13; 21:18-21; 22:21-24; 24: 7). Os Líderes em Israel
  • 25. Está claro biblicamente que tanto os sacerdotes como os profetas foram ordenados por Deus, porém havia diferenças entre si: 1-Quanto ao chamado: Os profetas eram convocados individualmente por Deus, os sacerdotes eram descendentes de Arão; 2-Quanto ao cargo: Os profetas constituíam-se representantes de Deus diante do povo; os sacerdotes eram representantes do povo diante de Deus; 3-Quanto à obra: Os profetas clamavam por justiça espiritual e pureza interior; os sacerdotes tinham sua visão voltada aos ritos religiosos da Aliança; 4-Quanto ao ensino: Os sacerdotes eram os que ensinavam habitualmente; os profetas pregavam reavivamento, reforma. Os Líderes em Israel
  • 26. Os Líderes em Israel
  • 27. Aplicações:  Os juízes que governam nas igrejas locais são os presbíteros, e da mesma forma que no passado, devem julgar retamente;  A igreja deve tomar cuidado em relação aos falsos profetas, pois pode ser provado por meio destes;  A igreja deve levar à sério os desvios doutrinários como era no Antigo Testamento; Os Líderes em Israel
  • 28.  Devemos nos policiar para não nos rebelar contra o governo do Senhor em nossas vidas como fizeram os anciãos;  Os profetas da era da Nova Aliança não são inspirados como os do Antigo Testamento; Os Líderes em Israel